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Montagem e temporada da peça "Imperador Jones" de Eugene O'Neil.
No texto, ambientado no Haiti, um homem negro explorado por patrões nova-iorquinos foge após um assassinato e se torna imperador nas Antilhas, adotando uma postura cruel com o povo nativo, até a eclosão de uma revolta.
OBJETIVO GERAL Realizar a montagem e temporada da peça "IMPERADOR JONES, de Eugene O'Neil", com direção de José Fernando Peixoto de Azevedo. OBJETIVO ESPECÍFICO Realizar 24 apresentações e 2 ensaios abertos do espetáculo no período de dois meses. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar: 2 ensaios abertos do espetáculo com ingressos gratuitos para 350 espectadores 2 Palestras gratuitas com 175 participantes totalizando um total de 350 pessoas.
Formado por Abdias do Nascimento, Aguinaldo Camargo (1918-1952) e Ruth de Souza (1921-2019), entre outros pioneiros do teatro negro no país, o TEATRO ESPERIMENTAL DO NEGRO - TEN entra em ação em 1944, com o projeto de inclusão social, cultural e política da população negra brasileira por meio de atividades formativas e criações artísticas. Reúne trabalhadores de diversas áreas, dentre eles, prestadores de serviços, como pintores e empregadas domésticas, e operários, além de profissionais graduados. Em seminários e cursos, com palestrantes convidados, debate caminhos para uma dramaturgia que expresse a perspectiva negra e antirracista em uma sociedade pós-abolição da escravidão, em que a cultura negra permanece invisibilizada. A peça de Eugene O’Neill é escolhida para a primeira montagem do TEN, depois de o diretor assistir a uma representação protagonizada pelo ator argentino Hugo D’Evieri, do Teatro del Pueblo, maquiado com tinta para escurecer a pele, prática conhecida como blackface. Abdias do Nascimento decide criar uma produção feita por pessoas negras, com sua versão dos fatos, para grande público. No texto, ambientado no Haiti, um homem negro explorado por patrões nova-iorquinos foge após um assassinato e se torna imperador nas Antilhas, adotando uma postura cruel com o povo nativo, até a eclosão de uma revolta. Para o diretor, a peça condensa a experiência do negro no mundo dominado pelo branco, que, tendo o escravizado, liberta-o, atirando-o nos desvãos da sociedade. Em 2024 estaremos comemorando os 80 anos da fundação do TEN. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso. (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, a critério do proponente. § 2º As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, que não se confundem com as medidas de ampliação do acesso contidas no inciso VI do art. 28, podendo abranger uma das seguintes ações: I - oferecer bolsas de estudo ou estágio de gestão cultural e artes; II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; ou III - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). A produção oferecerá: Realizar 2 ensaios abertos gratuitos para a população em geral Realizar a palestra gratuita A IMAGEM DO SOM com o diretor musical Wagner Campos para 350 participantes Disponibilizar a filmagem do espetáculo para ser exibida gartuitamente.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UM TEATRO QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZARE SESSÃO COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR SESSÃO COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UMA SALA QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS.
Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. Realizar: 2 Palestras gratuitas com 175 participantes totalizando um total de 350 pessoas. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: Realizar: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
José Fernando Peixoto de Azevedo - Diretor Dramaturgo, roteirista, diretor de teatro e de filmes, pesquisador e ensaísta, professor. Nasceu em São Paulo, em 29 de Julho de 1974. Cursou cinema na FAAP e graduou-se em filosofia pelo Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade São Paulo, onde também realizou seu doutorado, sob orientação de Paulo Eduardo Arantes, com o título “Brecht: experiência e engajamento”. Desde 2004 é professor-orientador de arte dramática da Escola de Arte Dramática da Escola de Comunicações e Artes da USP, da qual também é diretor. Na mesma unidade, é professor orientador no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas e dá aulas ainda no curso superior do Audiovisual. Entre 1997 e 2016 foi diretor artístico do grupo Teatro de Narradores, do qual foi um dos fundadores e atuou como dramaturgo e encenador. Escreveu e dirigiu peças com o grupo de teatro negro Os Crespos, além de trabalhos com outros artistas e coletivos. Como pesquisador e ensaísta, tem trabalhado acerca das relações entre teatro e capitalismo, a experiência colonial e as formas do teatro negro, teatro e filosofia. Clara Carvalho - Tradutora Como atriz, recebeu os prêmios Shell, APCA, Qualidade Brasil e Mambembe, todos de melhor atriz. Nos palcos atuou em mais de 15 espetáculos, entre eles: “O Anti-Nelson Rodrigues”, “Preto no Branco”, “Retratos Falantes”, “A Graça da Vida”, “Órfãos de Jânio”, “Frankensteins”, “Major Bárbara”, “Vestido de Noiva” e “Melanie Klein”. No cinema atuou em “A Visita”, “1×1”, “O Maior Amor do Mundo” e “Quanto Vale ou É Por Quilo?”. Como tradutora seus últimos tralahos foram: 2022 – A Dama da Van, de Alan Bennett. (estreia prevista para 2024) 2018 – A Profissão da Senhora Warren, de Bernard Shaw, direção de Marco Antônio Pâmio, 2018 – Nina, ou A Fragilidade das Gaivotas Empalhadas, de Matéi Visniec. 2017 – Jó ou a Tortura pelos Amigos, de Fabrice Hadjadj. 2015 – A Reação, de Lucy Prebble, direção de Clara Carvalho, Teatro Vivo. 2015 – Dias de Vinho e Rosas, de Owen McAfferty, direção de Fábio Assunção. 2014 – La Bête, de Richard Hirsan, direção de Alexandre Reinecke, 2014 – Tradução de três peças de Tennessee Williams para a Editora É (um volume contendo as traduções de Zoológico de Vidro, De Repente no Último Verão e Doce Pássaro da Juventude) FORMAÇÃO ACADÊMICA E CURSOSLicenciatura em Letras e Literatura Brasileira/Francesa – PUC-RJIntegrante do Núcleo Artístico do Grupo TAPA desde 1987 Marichilene Artisevskis - Figuinista Formada pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e Modelagem no Senac. Trabalhou na TV Cultura de 1979 até 1990, no cinema realizou alguns filmes e ganhou prêmio de melhor figurino pela longa “De Passagem” (2002) direção de Ricardo Elias. Em teatro realizou vários espetáculos, entre eles: “Camille e Rodin” direção de Elias Andreatto (2012); “Pais e Filhos” direção de Adolf Shapiro (2012); “1Gaivota” direção de Nelson Baskerville “A Paixão segundo Nelson” direção Debora de Dubois (2016) ; “Isadora” direção Elias Andreato (2016); “Pequena Ladainha Anti-Dramática para a fuga do Leão do Circo e outras ou Poucas histórias nada interessantes” direção de Chico Carvalho (2016), “Enquanto ela dormia” direção Eliana Monteiro (2017), “Canções para pequenos Ouvidos” direção Fernando Escrich (2017), “O Rio” direção Nelson Baskerville (2018), “Os 3 Mundos” direção Nelson Baskerville (2018), “O Mal-Entendido” direção Ivan Andrade (2018), “Condomínio Visniec” direção Clara Carvalho (2019), “Entre” direção Yara Novaes e Carlos Gradim (2019); “A Queda” dir. Nelson Baskerville (2019) “Anjo de Pedra” direção Nelson Baskerville (2022), “Escola de Mulheres” direção de Clara Carvalho (2022) e “Mary Stuart” direção de Nelson Baskerville (2022). José Dias - Cenógrafo Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo, desenvolvendo pesquisa sobre a arquitetura cênica no Brasil, o carioca José Dias começou sua carreira de cenógrafo em 1969. Ao teatro dedica maior parte do seu tempo, não só através de trabalhos profissionais, mas também pelo desempenho de funções acadêmicas. Como cenógrafo e figurinista, já participou de mais de 250 espetáculos. Da qualidade desses trabalhos resultaram indicações e prêmios; para o troféu Mambembe, em 1983, 1984, 1985, 1986 e 1997; para o Prêmio Molière, em 1997; em, recebeu o prêmio IBEU de teatro em 1985; com o prêmio Medalha de Ouro e Prêmio Viagem; o prêmio Shell de melhor cenografia em 1992, 1995 e 1996 e em 1994 o prêmio Oscarito (SATED) como melhor cenógrafo do ano no Rio de Janeiro. Rogério Wiltgen - Iluminação Cursos Theatre Lighting: Design & Technology, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros. Realizou projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe, SATED, Coca-Cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, Carlos Augusto Nazareth, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros Em 2018 recebeu o Prêmio Botequim Cultural pela iluminação do espetáculo musical “Bibi, uma Vida em Musical”. Em 2020 recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro e o Prêmio Shell peça iluminação do espetáculo A Cor Púrpura - O Musical, com direção de Tadeu Aguiar em 2019. PROPONENTE: SPIRA PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO LTDA. será COORDENADOR GERAL, GERENCIA FINANCEIRA e ATOR (Edmundo Lippi) EDMUNDO LIPPI – ATOR E COORDENADOR A partir de 1992 produz e atua em mais de 21 espetáculos teatrasi, entre eles: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “À Margem da Vida” de Tenesse Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de João Bethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaghinário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.