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Realizar ações do Teatro da Vertigem, contemplando circulação de espetáculo, a continuidade de atividades regulares, atividades educativas e formativas na forma de workshops e intercâmbio cultural.
SINOPSE AGROPEÇA No meio de uma arena, que ora é rodeio, ora é o centro de um sítio, os personagens, à mesa de jantar ou prestes a domar um touro brabo, enfrentam-se na tentativa de desvendar um país que “rumina” e ao mesmo tempo “agoniza” em busca do próprio destino. Não sabemos se o que estamos assistindo é a representação de um país cruel e conservador, ou se tudo faz parte de uma antiga fábula infantil que, de alguma forma, moldou o imaginário brasileiro. A ideia deste espetáculo surgiu no final de 2018 e ganhou força a partir de 2019, quando tiveram início os Anos Malditos no Brasil. Agropeça parte do desejo, instado pelas urgências do presente, de se debruçar sobre o neoconservadorismo brasileiro que, de resto, não é novo e tampouco circunscreve-se ao âmbito nacional. Como ângulo de entrada a este assunto, surgiu imediatamente o universo do agronegócio, não apenas por sua pujança e onipresença, mas também pelas conexões que entretém com o reacionarismo canarinho e com a indústria cultural. Tema complexo, que teve que hibernar durante a pandemia e o pandemônio brasilis, para finalmente conseguir vir à tona agora em 2023. O processo de pesquisa foi iniciado pela quase arquetípica figura do Jeca Tatu tal como plasmada na literatura de Lobato e no cinema de Mazzaropi; passamos pelo western de Leone e Eastwood; e ouvimos, com sincero interesse, a música sertaneja (das gravações raras de Cornélio Pires ao “agro sertanejo”). A seguir, procuramos identificar a estrutura de um rodeio, bem como seus personagens, financiadores e públicos. À medida que pesquisávamos, a festa de peão, enquanto apoteose da aliança (deveras lucrativa) entre agro, sertanejo e direita radical, começava a se afigurar como um eixo dramatúrgico possível para o trabalho em construção. Para uma visão mais profunda e humana de nosso tema, conversamos com antropólogos, psicólogos, economistas, cientistas políticos, locutores de rodeio e peões, e pesquisamos em campo, buscando, assim, o efetivo encontro com o outro, para além da mera paródia ou caricatura - ainda que elas nos sirvam em determinadas situações da peça. Fizemos, ainda, diversas experimentações práticas – como treinos de laço; preparações corporais, vocais e musicais; vivências com touro mecânico etc. –, além de improvisações e workshops, dentre os quais, alguns voltados à antropomorfização de animais e à personagem lobatiana Emília. O Sítio do Picapau (Verde-)Amarelo abriu-se, então, para nós, como uma importante vertente de pesquisa. Mais que seus personagens (em sua maioria, passiveis de humanização, questionamento ou crítica), interessava-nos, na saga de Lobato, o projeto de nação que ali se representava, o diagnóstico-prognóstico de Brasil que, ali, se urdia. Daí, as “Reinações (de um Rodeio) de Pedrinho”. A dramaturgia, como sempre ocorre nos trabalhos do Vertigem, foi construída em processo colaborativo, a partir do diálogo entre escritor, performers e equipe de criação. O dramaturgo apresentava textos seus como disparadores e o elenco improvisava a partir deles, enriquecendo-os com memórias – vários atores nasceram no interior do estado ou do país – e depoimentos pessoais. O texto resultante é, assim, polifônico, e contempla, na medida do possível, interesses e, mesmo, bandeiras de um elenco bastante heterogêneo. Aliás, esse processo trouxe encontros inspiradores com um grupo de atrizes e atores arrojados, com um escritor generoso, com uma equipe de criadores extremamente parceira e com produtores engajados. Esse espetáculo é fruto do suor e da imaginação de todos nós juntos. E após ter recebido vários “nãos” de diferentes editais públicos, o apoio do Sesc foi fundamental para que esse trabalho viesse à luz. Fica aqui nosso agradecimento. Na Agropeça, tudo se passa numa arena fechada em si mesma, ainda que porosa aos reveses da política e da democracia, como aqueles do 8 de janeiro. Os atores entram em cena como peões saídos do brete e, por vezes, só dispõem de oito segundos (dilatados ou não) para dizer ou fazer o que quer que seja. Nestas agras reinações que ora apresentamos, o público vive o idílio, a nostalgia, o absurdo, o reacionarismo, a violência das coisas e, mesmo, a proposição de linhas de fuga e de outras transformações possíveis. Nesta arena, que é o Brasil e não só, o realismo interessa quase nada, mas tudo é paradoxalmente real. Intercâmbio. Em cada cidade o Teatro da Vertigem promoverá um encontro com um grupo local com a finalidade de trocar e compartilhar experiências. Workshop. Para este projeto a proposta consiste em workshops técnicos, nas áreas de som, luz e vídeo na cidade de São Paulo. A coordenação da ação pedagógica será conduzida pelo iluminador Guilherme Bonfanti, que possui uma experiência de 12 anos na formação de novos iluminadores, promovendo seminários de iluminação e integrando estagiários em sua equipe de trabalho no Teatro da Vertigem. Serão 9 meses de workshop, sendo 3 primeiros meses aulas teóricas, 3 meses de aula prática durante a circulação do espetáculo Agropeça, e 3 meses finais para finalização, pós a circulação. Trabalharemos nos seguintes eixos: - Compartilhamento da nossa pesquisa nas áreas a serem estudadas e processos de produção técnica; - Exercícios práticos onde o estudante terá noções básicas de cada área e de seus equipamentos; - Estágio Agropeça: o acompanhamento como processo pedagógico em áudio, vídeo, luz e cenotecnia em circulações do espetáculo; - Pensamos que aqui estará colocado o início de uma ideia de formação mais ampla que deverá ser desenvolvida ao longo de nossa temporada para pensarmos e elaborarmos a formação continuada. - Com estes wokshops e estágios jovens interessados poderão se iniciar na técnica dos processos artísticos. Contrapartida Social Em todas as cidades teremos uma conversa com público após o espetáculo, com a presença dos diretores e elenco, na qual responderão a questões acerca da criação de “Agropeça!”. Realização de 03 ações formativas para grupos de 20 estudantes da Rede Pública de Ensino, uma em cada cidade prevista para a circulação do espetáculo.
OBJETIVO GERAL - Garantir a manutenção do Teatro da Vertigem em suas ações; - Oferecer atividades gratuitas em torno da formação de novas plateias; - Democratizar o acesso ao teatro, fomentando a inclusão de artistas; - Fomentar a formação em teatro para jovens artistas e técnicos; - Estimular a reflexão, proporcionar espaços de debate, sensibilizar indivíduos para as questões da cultura em artes cênicas. OBJETIVO ESPECIFICO (1) Circulação do último espetáculo do Teatro da Vertigem "Agropeca" por 03 (três) capitais brasileiras, realizando 10 (dez) apresentações por cidade; Manutenção do Teatro da Vertigem possibilitando continuidade de suas atividades regulares ; (2) Realização de 03 (três) Intercâmbios Culturais, um em cada cidade de circulação do espetáculo "Agropeca", promovendo um encontro com um grupo local com objetivo de troca e compartilhamento de experiências. (3) Realização de 03 (três) workshops teecnicos, mas áreas de som, luz e vídeo, na cidade de São Paulo. (4) Realizacão de 03 (três) conversas com o público após o espetáculo, com diretores e elencos, acerca da criação de "Agropeça"
O Teatro da Vertigem iniciou em 1992 com o espetáculo O Paraíso Perdido na Igreja Santa Ifigênia. No ano de 1995 estreou O Livro de Jó, no Hospital Humberto Primo em São Paulo e seguiu carreira apresentando-se em diversos festivais nacionais e internacionais. Em 1998, O Livro de Jó foi o primeiro espetáculo brasileiro a representar o país no III Festival Internacional de Teatro Anton Tchekhov, em Moscou, em razão das comemorações do centenário do Teatro de Arte de Moscou. Estreou Apocalipse 1,11 em janeiro de 2000, no antigo Presídio do Hipódromo, em São Paulo. Apresentando-se também em diversos festivais nacionais e internacionais. Essas três obras criadas configuraram a Trilogia Bíblica, apresentada na íntegra em 2002 em São Paulo, na comemoração dos 10 anos de existência do grupo, e ainda no Festival de São José do Rio Preto e no Festival de Belo Horizonte. De maio a julho de 2003 realizou o projeto de residência artística na Casa Nº1, em uma parceria entre o Patrimônio Histórico, a Secretaria Municipal de Cultura e o grupo, e desenvolveu o processo para a criação do projeto seguinte: BR-3. Em janeiro de 2007, estreia História de Amor (últimos capítulos) de Jean-Luc Lagarce, e uma exposição sobre a trajetória dos 15 anos do grupo na galeria Olido em São Paulo e circulando por vários teatros de São Paulo e nas cidades de São José do Rio Preto, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, São Luís, Sertãozinho, Porto Alegre e Florianópolis. Em outubro de 2007, no Rio de Janeiro, o grupo participou do Festival Rio Cena Contemporânea com o espetáculo BR-3, adaptado à Baía de Guanabara. Em janeiro de 2008 apresenta o espetáculo O Livro de Jó, em Santiago do Chile. Em um projeto de intercâmbio artístico com os grupos LOT de Lima, Peru, e Zikzira, de Belo Horizonte, cria a intervenção cênica A Última Palavra é a Penúltima a partir do texto O Esgotado, de Gilles Deleuze, na passagem subterrânea da Rua Xavier de Toledo, no centro de São Paulo. Neste mesmo ano realizou a ópera Dido e Enéias, de Henry Purcell, num dos galpões da central de produção de cenários e figurinos do Teatro Municipal. Da obra O Castelo, de Franz Kafka estreou Kastelo em 2010, no prédio do SESC da Avenida Paulista. Ainda em 2012 o Teatro da Vertigem realiza duas estreias; o espetáculo Bom Retiro 958 metros e a ópera Orfeu e Euridice de Christoph W. Gluck, e o espaço escolhido é o inacabado complexo Praça das Artes no centro de São Paulo. No ano de 2013 comemorou 21 anos do grupo com o projeto 21 Vertigem 21, que trouxe à Praça da Artes no Centro de São Paulo, a exibição gratuita de diversos filmes dos espetáculos do grupo. Entre janeiro e março de 2014, o Teatro da Vertigem, circulou nas cidades paulistas de: Santo André, São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Catanduva, com o Espetáculo História de Amor (Últimos Capítulos), os filmes da trilogia bíblica e oficinas. Em 2014 o diretor Antônio Araújo, a convite do Villes en Scène, estreia com o Teatro da Vertigem, o espetáculo Dizer o que você não pensa em línguas que você não fala, com produção do Teatro Nacional da Bélgica e Festival de Avignon, realizado no antigo edifício da Bolsa de Valores de Bruxelas, e em Avignon, no Hôtel des Monnaies. Nesse mesmo ano o grupo é convidado a participar da 31a Bienal de Arte de São Paulo, com uma intervenção, agora com o nome de A Última Palavra é a Penúltima 2.0. No início de 2015, o Teatro da Vertigem, vai ao Festival Santiago a Mil no Chile, e estreia Patronato 999 metros. O trabalho foi adaptado a partir de Bom Retiro 958 metros e é realizado no bairro Patronato. Ainda em 2015, o grupo estreia O Filho inspirado no texto Carta ao Pai de Franz Kafka, no SESC Pompeia. Em 2016, o espetáculo O Filho sai em turnê para três estados Brasileiros Manaus AM, Brasília DF e Caruaru PE. Em 2017 o mesmo espetáculo continua com o projeto Kafka na estrada e circula para mais três estados Brasileiros Recife PE, Salvador BA e Vitória ES. Em agosto de 2017 estreia o espetáculo Enquanto Ela Dormia, cumprindo temporada até 22 de outubro no espaço Mezanino, do Centro Cultural FIESP. No ano de 2018, em que a Cia completa 25 anos de trajetória, é lançando o livro "Teatro da Vertigem" que reúne texto críticos, de dramaturgos e pensadores que refletem sobre os modos e meios de criação do grupo. Em 2020, o grupo realizou Marcha à ré, uma performance-filme criada em colaboração com Nuno Ramos, comissionada pela 11ª. Bienal de Berlim, e filmada por Eryk Rocha. Este novo trabalho do grupo consistiu na realização de uma intervenção artística site-specific na cidade de São Paulo, no dia 04 de agosto de 2020, terça-feira, às 22 horas. A partir de todo material colhido pela filmagem, o resultado foi o curta-metragem Marcha à ré, que teve sua estreia mundial na Bienal de Berlim, em 05 de setembro de 2020, e estreia no Brasil durante o Festival Internacional de Artes Cênicas Porto Alegre em Cena no dia 21 e outubro de 2020. Dessa forma é de suma importância a utilização do Mecanismo de Incentivo a Cultura para auxilio na manutenção e continuidade do Teatro da Vertigem Agropeça faz referência ao universo rural brasileiro, que ao longo do processo criativo interessou ao grupo três eixos de pesquisa que envolvem, principalmente, as regiões do Sudeste e Centro-Oeste do país. Um eixo relativo ao agronegócio, também conhecido como "agrobusiness", atual motor do desenvolvimento econômico do país. Outro eixo vinculado às manifestações culturais de cunho pop, como a Festa do Peão de Boiadeiro, em Barretos, interior de São Paulo e, por fim, o eixo que corresponde aos modos de vida e costumes de uma elite rural. Especialmente, aqueles baseados simbolicamente em padrões estrangeiros estereotipados de riqueza, vinculados à moral, à fé e aos "bons" costumes. Nesse sentido, Agropeça investiga o jeito de pensar e agir do neoconservadorismo brasileiro. Como forma de pensar outras dimensões na história cultural brasileira, a obra O Sítio do Picapau Amarelo, clássico da nossa literatura, atravessa a pesquisa como possível expressão da monocultura que cultiva a devastação da diversidade. Agropeça se propõe a pensar um Brasil contemporâneo que se vê como manutenção da exploração histórica, construindo um país atualizado de passado; por isso a proposição de configurar, no presente, uma espécie de "Sítio do Picapau Verde-Amarelo" em uma arena de rodeio. O Teatro da Vertigem tem uma marca estética e política de trabalhos construídos em site-specific, ou seja, espetáculos apresentados apenas em locais não convencionais. No entanto, o espetáculo Agropeça traz uma outra dimensão a essa característica do grupo. Ele pode ser encenado tanto em uma arena de rodeios real, quanto em galpões onde se possa construir esse tipo de arena. Porém, seja em qualquer uma dessas opções, tais necessidades espaciais dificultam a circulação do espetáculo em decorrência dos custos técnicos de luz, som e vídeo que são altos e tornam mais complicadas as possibilidades de circulação sem apoio de um patrocinador. Sobre o enquadramento no Artigo 1o da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Sobre o enquadramento no Artigo 3o da Lei 8.313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Plano de realização do projeto Informe como o projeto será executado, incluindo equipes envolvidas, pré e pós-produção. O projeto terá início em maio de 2024, iniciaremos com a manutenção do grupo, espaço da sede com duração de 12 meses. Faremos manutenção de cenário, figurino e ensaios. Ensaios com elenco e diretores durante 4 meses. 1ª fase do Workshop teórico com duração de 3 meses. Circulação Campo Grande - Pré-produção, preparo da logística, hospedagem, transporte, locações, equipes técnica e de montagem em geral. Previsão de 15 dias de montagem, de arena, estrutura, arquibancada, luz, som e vídeo. 2ª fase do workshop prático Estreia e temporada com 10 apresentações, sendo 5 com acessibilidade em libras e 1 com áudio descrição. Bate papo e intercâmbio. Desmontagem 7 dias Circulação Goiânia - Pré-producão, preparo da logística, hospedagem, transporte, locações, equipes técnica e de montagem em geral. Previsão de 15 dias de montagem, de arena, estrutura, arquibancada, luz, som e vídeo. 2ª fase do workshop prático Estreia e temporada com 10 apresentações, sendo 5 com acessibilidade em libras e 1 com áudio descrição. Bate papo e intercâmbio. Desmontagem 7 dias Circulação Cuiabá - Pré-producão, preparo da logística, hospedagem, transporte, locações, equipes técnica e de montagem em geral. Previsão de 15 dias de montagem, de arena, estrutura, arquibancada, luz, som e vídeo. 2ª fase do workshop prático Estreia e temporada com 10 apresentações, sendo 5 com acessibilidade em libras e 1 com áudio descrição. Bate papo e intercâmbio. Desmontagem 7 dias Continuidade de Manutenção do grupo e sede da cia. 3ª fase de workshop finalização
Não se aplica
PRODUTO Espetáculo de artes cênicas Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com intérpretes de LIBRAS. Rubrica: Interprete de Libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor PRODUTO Intercambio Cultural Acessibilidade física: não se aplica. Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada.Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com intérpretes de LIBRAS. Rubrica: Interprete de Libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público.Rubrica: Monitor PRODUTO Workshops Tecnicos Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada.Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com intérpretes de LIBRAS.Rubrica: Intérprete de libras Acessibilidade para PcD visual: Audiodescrição.Rubrica: Audiodescrição Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público.Rubrica: Monitor PRODUTO Contrapartida social Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com intérpretes de LIBRAS. Rubrica: Intérprete de libras Acessibilidade para PcD visual: Audiodescrição. Rubrica: Audiodescrição Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor
PRODUTO Espetáculo de artes cênicas Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; PRODUTO Intercambios CulturaisPara atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto ; PRODUTO Workshops Tecnicos Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto; PRODUTO Contrapartida social Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto ;
Texto: Marcelino Freire nasceu em 1967 em Sertânia, Pernambuco. Vive em São Paulo desde 1991. É conhecido por suas obras, constantemente adaptadas para o teatro (a exemplo da peça "Hospital da Gente" pelo grupo Clariô de Teatro; "Nossos Ossos", pela Companhia da Revista; e "Angu de Sangue", pelo coletivo Angu de Teatro), e por sua atuação como professor de oficinas de criação literária, além de produtor cultural (é o criador e curador da Balada Literária). Escreveu, entre outros, “Contos Negreiros” (Editora Record, 2005), com o qual foi vencedor do Prêmio Jabuti, também publicado na Argentina e no México. Em 2013 lançou, pela Editora Record, o romance “Nossos Ossos” (Prêmio Machado de Assis), também publicado em Portugal, Argentina e França. Recentemente pela editora José Olympio foi publicada uma "Seleta" com seus contos preferidos. Concepção e Direção Geral: Antonio Araújo diretor teatral, professor, curador e pesquisador. Graduado em Artes Cênicas com habilitação em Teoria do Teatro e Direção Teatral, Mestrado em Teatro e Doutorado em Artes, todos pela Universidade de São Paulo (USP). É professor do Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) desde 1998, onde leciona na Graduação (Direção Teatral e Performance), e também no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (Área de concentração: Teoria e Prática do Teatro. Linha de Pesquisa: Texto e Cena). É diretor artístico do Teatro da Vertigem, com o qual encenou os seguintes espetáculos: O Paraíso Perdido; O Livro de Jó; Apocalipse 1,11; BR-3; História de Amor: Últimos Capítulos; a ópera Dido e Enéas; Bom Retiro 958 metros, a ópera Orfeo ed Euridice, Dire ce qu'on ne pense pas dans des langues qu'on ne parle pas; A Última Palavra é a Penúltima 2.0, Patronato 999 metros, a performance Marcha à Ré, entre outros Co-direção: Eliana Monteiro Mestra em artes cênicas na ECA - USP. Formada em artes cênicas pela Universidade São Judas, em interpretação pela Escola Superior de Teatro Célia Helena, e em direção pela Escola Livre de Santo André. Diretora no grupo Teatro da Vertigem. Coordenou o núcleo de encenação do Programa Vocacional da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, e atualmente, desde 2013, coordena o Projeto Espetáculo das Fábricas de Cultura do Estado de São Paulo. É formadora convidada do curso de Direção Teatral da SP Escola de Teatro. Integrou a 26ªComissão julgadora de Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo, curadoras da Mostra de Teatro do Maranhão. Dirigiu a peça Enquanto Ela Dormia. Curadora das atividades pedagógicas da MIT - 2018/2019. Curadora das atividades pedagógicas do FIT - 2019. Participou como artista convidada no III Seminário Internacional de Artes Escénicas: El cuerpo y el espacio (PUC-Peru). Co-diretora do espetáculo Agropeça. Diretora da intervenção urbana FLORESTANIA, apresentada na Quadrienal de Praga (2023). Coordenação Tecnica: Guilherme Bonfanti Light Designer paulista e atua, desde 1987, nesta função nas áreas de Artes Cênicas e Artes Plásticas, entre outras. A partir do Espaço OFF, na década de 80 em São Paulo, desenvolveu dezenas de projetos de iluminação para produções de todo o país. Destacam-se as óperas Don Giovanni, La Boheme, Carmen Don Carlo, Dido e Eneas e Orfeu e Euridice. Em dança colaborou com; Ballet Stagium, Ana Mondini, Gisela Rocha. Márcia Haydeé, Cia. De dança do Palácio das artes e Ballet da Cidade de São Paulo entre outros. Em teatro: designer de iluminação, diretor técnico e um dos fundadores do Teatro da Vertigem ( O livro de Jó, O Paraíso Perdido e Apocalipse 1,11, BR3, História de amor e Ultima Palavra é a Penúltima, Kastelo, Mauismo, Cidade Submersa e Bom Retiro 858 metros, Última Palavra é a Penúlltima 2.0 e O Filho) e desenvolveu trabalhos com Eduardo Tolentino, Gabriel Villela, Cibele Forjaz entre outros. Performers: André D' Lucca André D’Lucca é ator, dramaturgo, diretor, produtor, professor e bacharel em direito. Iniciou a carreira de ator em 1990 no grupo Ânima, na Escola Técnica Federal de MT, onde participou por três anos. De 1995 a 2000 participou do Grupo Cena Onze atuando em diversas montagens. Andreas Mendes É mestranda em artes da cena pelo Célia Helena Centro de Formação e Artes, licenciada em teatro pela Faculdade Paulista de Arte e pós graduada em Gestão Cultural pelo Senac. Também é formada pela Escola de Arte Dramática ( EAD/ECA/USP) e na SP Escola de Teatro cursou Humor, tem em sua formação várias oficinas realizadas com diversos profissionais . James Turpin James Turpin é ator, performer e especialista em preparação física para atores. Nascido na Inglaterra, formou-se na Rose Bruford College (BA Hons, Acting 2002-2005 Londres/UK) e na École Internationale du Theatre Jacques Lecoq (2005-2007 – Paris/ França). Lucienne Guedes Lucienne Guedes Fahrer é dramaturga, atriz, diretora, professora e pesquisadora. É graduada, mestre e doutora pela USP, atriz fundadora do Teatro da Vertigem, grupo com o qual realizou os espetáculos O Paraíso Perdido (1992), Apocalipse 1,11 (2000), A Última Palavra é a Penúltima 2.0 (2014), Enquanto Ela Dormia (2017), Agropeça (2023), entre outras colaborações. Lucienne também trabalhou como artista convidada em vários grupos na Cidade de São Paulo e outros Estados, como por exemplo o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, o Teatro de Narradores, a Cia. Balagan, a Cia. Senhas (PR) e a Súbita Companhia (PR). Mawusi Tulani atriz, formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo. Graduando em licenciatura em Teatro pela UFBA. Atualmente está como Artista Docente Convidada da SP Escola de Teatro, na linha de estudo de atuação. Atualmente está em cartaz com o Grupo Teatro da Vertigem no Espetáculo " Agropeça". Paulo Arcuri Ator formado pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, em 2004, com pós- graduação no quadro de prática teatral do Master 1, Arts du Spectacle, na Université Paul-Valéry Montpellier III - França, orientado pelo Professor Doutor Philippe Goudard, em 2010 - 2011. Integrante do Teatro Kunyn Tenca Silva Atriz, diretora e educadora, exerce funções criativas nas artes da cena e no audiovisual. Formada pela Escola de Arte Dramática (EAD-ECA-USP) e pela graduação em Direção Teatral (CAC-ECA-USP), integra, neste momento, o corpo docente do curso técnico em Atuação da SP Escola de Teatro. Recentemente, foi indicada ao prêmio APCA de Melhor Atriz (Associação Paulista de Críticos de Arte) pelo espetáculo“Agropeça” (Teatro da Vertigem - 2023). Vinicius Meloni É ator formado pela Escola de Arte Dramática da USP (2008) e licenciado em Arte-Teatro pelo Instituto de Artes da UNESP (2015). Possui Mestrado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (2023). Em 2023, estreou o espetáculo Agropeça do grupo Teatro da Vertigem, sob direção de Antônio Araújo. Foi ator convidado dos grupos teatrais Núcleo Bartolomeu de Depoimentos (2019), Coletivo Ultralíricos (2019), mundana companhia (2014-2018), Tablado de Arruar (2013-2017), Teatro de Narradores (2009-2015). O proponente irá exercer a funcao de coordenacao do projeto
Projeto arquivado a pedido do proponente.