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O projeto "Música e sustentabilidade" compreendeensaios e circulação de Orquestra de Câmara. A cada apresentação, com a utilização do repertório proposto, a orquestra difundirá a música erudita de forma didática e discutirá na temática sustentabilidade, a preservação dos recursos hídricos. Além da tradicional apresentação, haverá momentos para abordar a temática durante a realização das peças, de modo sensível e objetivo sem falso moralismo. Como contrapartida, além de oferecer os ingressos totalmente gratuitos, os espaços a serem selecionados para abrigar as apresentações, serão discutidos junto às Secretarias de Cultura dos municípios, procurando atender a demanda do público em espaços de grande acesso e já conhecidos, facilitando assim a comunicação do projeto com grande parcela da população. Além das apresentações, serão oferecidas oficinas gratuitas de instrumentos de violino e violoncelo às crianças, adolescentes e jovens, por meio de parceria com instituição sem fins lucrativos e que atue no desenvolvimento de atividades voltas a crianças e adolescentes. As oficinas serão oferecidas no contraturno escolar, por músicos da Orquestra. Como contrapartida social, serão realizadas oficinas de APRECIAÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS.
Apresentação de música instrumental com repertório que permita a abordagem do tema sobre a preservação dos recursos hídricos. O tema será abordado com o uso de recursos de multimídia e com a participação do maestro que desenvolverá a temática durante a apresentação do repertório. O repertório escolhido para as apresentações será a Música Aquática do compositor alemão naturalizado inglês, George Frideric Handel (1685-1759). É composta por três suítes, a saber: Suíte I em Fá Maior, Suíte II em G Maior e Suíte III em D Maior, totalizando 54 minutos de música, aproximadamente.
OBJETIVO GERAL Há a real preocupação em atender demandas de democratização e acessibilidade cultural. Pensou-se em um projeto que democratize e crie condições de acessibilidade, com entrada franca e espaços de fácil acesso, para um público diverso em cada cidade. Parcerias com a municipalidade _ cessão dos espaços _ garante economia para o projeto e utilização de espaços que já mantêm programação, às vezes não muito constante, mas que já são de conhecimento geral. A temática sustentabilidade mostra preocupação em apresentar obras clássicas que conversam com a atualidade. O projeto tem objetivos claros com a temática prevista e o repertório selecionado, possibilitando discutir a criação da obra e sua articulação atualmente. Toda obra cultural tem um ?por que?, senão o têm, pode não fazer sentido para a sociedade. Por isso, o objetivo de trabalhar a temática e propor a democratização e acessibilidade, pretendendo atingir cerca de 1730 pessoas, com público-alvo entre jovens e adultos. OBJETIVO ESPECÍFICO Produção do show; 05 apresentações gratuitas em várias cidades _ 1250 pessoas nas CINCO apresentações; DUAS oficinas de instrumentos - 15 pessoas em cada oficina (30 pessoas); QUINZE oficinas de APRECIAÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS _ 30 crianças e professores por oficina _ total de 450 pessoas; Promover a inclusão cultural e social de crianças, jovens e adolescentes;Fornecer bases para o desenvolvimento da cidadania;Contribuir para a melhora do rendimento escolar de crianças, adolescentes e jovens; Apresentar e ensinar um instrumento musical a crianças, através de parceria com ONG das cidades e escolas; Promover o senso de pertença de crianças, adolescentes e jovens e sua interação com a comunidade local por meio das oficinas e de apresentações musicais; Desenvolver o senso de responsabilidade e conjunto dos participantes; Utilizar a música como ferramenta para proporcionar o desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens como cidadãos livres;E stimular a capacidade de criação;Contribuir para que crianças, adolescentes e jovens descubram seu papel no meio em que vivem; Oferecer apresentações gratuitas ao público.
De acordo com estudo publicado em 2013 pela Revista Ciência Atual[1], a música enfoca aspectos históricos e atende diferentes áreas do desenvolvimento humano, como o social, espiritual, físico, mental e emocional, portanto, atualmente, é considerado um agente facilitador ao processo da aprendizagem. Dessa forma, além de contribuir para a formação do caráter, a música cumpre o papel de "agente facilitador" no processo de aprendizado. Em outra pesquisa, dessa vez sobre a importância e os benefícios que a prática de um instrumento musical traz às crianças, adolescentes e jovens, a Dra. Anita Collins, PhD em Neurociência e Educação Musical pela Universidade de Melbourne, Austrália, publicou em 2014 um estudo intitulado "Neurociência e Educação Musical[2]" que deu origem a um vídeo explicativo[3] sobre as reações do cérebro de uma pessoa que toca um instrumento musical. Em sua pesquisa a Dra. Collins constatou que pessoas que tocam algum instrumento musical desenvolvem habilidades que facilitam sua relação com outras áreas/disciplinas como matemática, ciências, física dentre outras. Por outro lado, de acordo com publicação do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil[4] sobre o município de Paulínia/SP, apenas 63,22% dos adolescentes entre 15 e 17 haviam completado o Ensino Fundamental. Entre os jovens de 18 e 20 anos, o índice daqueles que completaram o Ensino Médio é ainda menor: 50,47%. Como se percebe, a prática sistemática de um instrumento musical associada à disciplina de estudo, contribui para o aprendizado de crianças, adolescente e jovens e traz benefícios a estes, suas famílias e ao município com a possibilidade de mudança, para melhor, nos percentuais do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal e seus componentes (IDHM). Concomitantemente, o projeto facilitará o acesso da população, à medida que promoverá concertos gratuitos em várias cidades. As apresentações foram planejadas para que o público presente componha a apresentação, proporcionando a interação com a comunidade e facilitando sua comunicação e compreensão. As oficinas de música contribuirão para o desenvolvimento do caráter de crianças, adolescentes e jovens, possibilitando a inclusão cultural dessa parcela da população e contribuirá para a diminuição da evasão escolar e dos índices de violência. Conforme incisos do artigo 1 da lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. No artigo 3 da lei 8313/91, temos como objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. [1] Ciência Atual, Vol. 1, Nº 1, 2013, Pág., 97-113[2] Neuroscience, Music Education and the Pre-service Primary (Elementary) Generalist Teacher. International Journal of Education & Art, Volume 15, Número 05, 02 setembro de 2014.[3] Dr. Anita Collins, How playing an instrument benefits your brain, https://www.youtube.com/watch?v=V29UhFwMJIk[4] Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, ttp://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/perfil_m/paulinia_sp
A Seconda Prattica Orquestra é composta por vinte e nove (26) músicos distribuídos da seguinte forma: Violinos I (05), violinos II (04), violas (03), violoncelos (03), contrabaixo (01), flauta (01), oboés (02), fagote (01), trompas (02), trompetes (02), tímpanos (01) e cravo (01). O repertório utilizado para as apresentações é de domínio público, portanto, sem necessidade de obtenção de autorização. O repertório escolhido para as apresentações será a Música Aquática do compositor alemão naturalizado inglês, George Frideric Handel (1685-1759). Quando de sua composição a peça foi apresentada pela orquestra sobre um barco durante o passeio do Rei pelo Rio Tâmisa. A Water Music (Música Aquática) é composta por três suítes, a saber: Suíte I em Fá Maior, Suíte II em G Maior e Suíte III em D Maior, totalizando 54 minutos de música, aproximadamente.
Como requisitos de acessibilidade, o projeto atenderá: parcerias com Secretarias de Cultura, facilitando acesso com a utilização de espaços públicos; gratuidade nos ingressos; criação de um plano de divulgação que possa permear à maioria das pessoas nas referidas cidades, comunicando e possibilitando acesso de classes sociais diversas; comunicação do projeto terá uma abordagem popular, criando interesse em diversas camadas da população, seja ela, social, econômica ou faixa etária; utilizar espaços que possuem o mínimo de acessibilidade para portadores de necessidades especiais, idosos, entre outros. Para a referida programação, contamos com áudio-descrição e libras, proporcionando um melhor acompanhamento do público com deficiência visual e auditiva. Prevemos uma divulgação da proposta de áudio-descrição e libras em instituições e ações que visam o público mencionado, garantindo comunicação e acesso. Será garantido acesso a portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida, com escolhas de espaços que tenham o mínimo de recursos para os receber. Isso será possível junto com parcerias com os departamentos de cultura de cada cidade. A divulgação foi pensada para que permita uma abordagem popular, despertando interesse em distintas camadas da população, retirando as barreiras, sejam elas sociais, econômicas ou faixa etária. Ambientais: Não haverá danos ambientais, pois, as apresentações serão realizadas em locais fechados. APRESENTAÇÕES: Deficientes visuais e auditivos: libras e áudio-descrição; Acessibilidade física: espaços com acessibilidade (banheiros, corrimões e rampas ou elevadores). Os espaços serão definidos junto à municipalidade, contemplando espaços com pelo menos o mínimo de acessibilidade. OFICINAS MUSICAIS: Deficientes visuais e auditivos: libras e áudio-descrição (NÃO HÁ DEMANDA NAS ENTIDADES A SEREM ATENDIDAS); Acessibilidade física: espaços com acessibilidade (banheiros, corrimões e rampas ou elevadores). Os espaços serão definidos junto à municipalidade, contemplando espaços com pelo menos o mínimo de acessibilidade. OFICINAS DE APRECIAÇÃO DE INSTRUMENTOS: Deficientes visuais e auditivos: libras e áudio-descrição (NÃO HÁ DEMANDA NAS ENTIDADES A SEREM ATENDIDAS); Acessibilidade física: espaços com acessibilidade (banheiros, corrimões e rampas ou elevadores). Os espaços serão definidos junto à municipalidade, contemplando espaços com pelo menos o mínimo de acessibilidade. No caso das oficinas, temos uma assessoria em acessibilidade que fará os contatos com as instituições identificando potenciais necessidades a serem atendidas, caso a instituição não possua. Obs. Quando os custos não estiverem no produto, os mesmos já existem nos espaços que vão nos receber.
APRESENTAÇÕES, OFICINAS MUSICAIS E OFICINA DE APRECIAÇÃO DE INSTRUMENTOS: A democratização de acesso se dá, não só pela gratuidade das ações, mas na formação garantida pelas oficinas, comunicação do projeto procurando atender um público bem variado, assim como proporcionar a acessibilidade, diminuindo barreiras sociais, econômicas e comunicacional. Atendemos: artigo 21 ?I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados? e artigo 21, atenderemos a ?medida V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas?. Previsto para contrapartida social QUINZE oficinas de capacitação para crianças: OFICINA DE APRECIAÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS
Proponente do projeto é a empresa dirigida pelo Maestro e Coordenador do referido projeto Maestro e Coordenador das Oficinas: Moisés Rotth Cantos – CPF: 049.908.908-17 Músicos já definidos para o projetos: Acauan Fortes Normanton 387.260.268-30 Adriana Laranjeira 340.353.268-28 Álvaro Davi Peterlevitz 115.514.958-05 Ana Luísa Nobre Santos 411.512.308-71 Anderson Figueredo 297.973.138-24 Bruno Demétrios Ribeiro Geremias 430.497.278-29 Claudio Cesar Gatto 252.465.308-09 David Scanavini de Oliveira 341.556.648-01 Douglas Monferdini de Oliveira 405.042.248-40 Ellen Diana De Freitas 313.878.998-64 Everton dos Santos Macedo 336.964.868-76 Fabrizzio Balzon Ribeiro 120.547.018-23 Felipe dos Santos Silva 394.563.568-33 Gabriel de Oliveira Carlin 499.694.738-16 Guilherme Duarte Costa 346.711.288-96 Joel Brandão 436.222.988-47 Laura Helena Campanini 391.158.408-32 Leandro de Souza Pereira 406.526.768-47 Lucas Renan Traiba Muniz 426.149.068-40 Natália Damaceno Spostes 068.403.136-11 Paulo Henrique Deuber 223.016.208-08 Pedro Santos Azevedo 369.061.178-40 Rodrigo Vasques Leite 327.549.358.27 Veridiana Aparecida Oliveira dos Santos 351.896.618-90 Currículos: Moisés Cantos iniciou seus estudos de música em 1989 com a Prof. Dra. Sandy Simmons, trompista e compositora norte-americana. Estudou regência coral na Faculdade Teológica Batista de São Paulo com os maestros Elias Moreira e Urgél Rúsi Lótal R. 1997, já na Unicamp, aperfeiçoou seus estudos como aluno de regência orquestral do Prof. Dr. Eduardo Ostergren e música de câmara barroca com o Prof. Dr. Edmundo Hora. De 2000 a 2008, regeu o coro de alunos e foi professor de regência, história da música ocidental e história da música brasileira na Faculdade Teológica Batista de Campinas. Organizou a Seconda Prattica Coro e Orquestra, coletivo orquestral e vocal dedicado a interpretação da música dos períodos barroco e clássico e atuou como maestro assistente da Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista. 2009, começou a reger a Big Band da PUC-Campinas. 2010 e 2011, foi maestro titular da Orquestra Filarmônica de Valinhos - grupo formado por 17 integrantes. Como educador musical, de 2008 a 2010 desenvolveu projetos em escolas públicas voltados para música e educação com o apoio da Fundação FEAC. Publicação sob o título ?Music Education in Brazil: Music as A Tool for the Complete Development of Students? (ISSN 2255-033X) pela Global Education Magazine, uma publicação trimestral da ONU que aborda questões como educação, violência, pobreza e saúde. Como musicólogo, tem colaborado com a Internacional Music Score Library Project (IMSLP), organização internacional responsável pela manutenção e divulgação do acervo de partituras de compositores como Handel, Bach, Vivaldi e Beethoven, dentre muitos outros. 2013 e 2014 diretor artístico e maestro da Fundação FEAC e até 2016 coordenador do projeto Música Viva: a música iluminando o futuro, desenvolvido em parceria com a CPFL, regente do Coral Adolescendo, em parceria com a Petrobras. Ambos os programas são desenvolvidos pelo Centro Promocional Nossa Senhora da Visitação. Atualmente é regente titular da Orquestra de Câmara da PUC-Campinas, regente titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista e da Camerata Jovem de Campinas. Acauan Fortes Normanton: Violinísta Formado pela Unicamp em Violino no ano de 2013 vem, desde então atuando em diversas orquestras do interior paulista, com destaque da Orquestra Sinfônica de Sorocaba, Filarmônica de São José do Rio Preto, Orquestra Filarmônica de Valinhos, Orquestra Sinfônica da Unicamp. Hoje atua como violinista da recém formada Jazz sinfônica de Valinhos, Camerata Jovem da Campinas e como convidado na Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista, onde além de ministrar aulas de instrumento colabora na elaboração e execução dos ensaios. Em sua formação, além da graduação, passou por diversos festivais, entre eles Festival Oficina de música de Curitiba (edição de 2000), Festival de música antiga e colonial de Juiz de Fora (edições de 2006 , 2008 e 2009), Festival Brasil instrumental (edição 2010), Festival de música de Piracicaba FEIMEP (edição de 2011), V e VI Encontro Internacional de Música Antiga da Emesp (2017 e 2018), tendo sido orientação por diversos professores como Paulo Bosisio, Marena Salles, Luis Amato, Véronique Mathieu, Claudio Micheletti entre outros. Além dos festivais obteve aulas particulares com o Professor Paulo Calligopoulos e atualmente, em seu processo de formação, é aluno regular do curso de música antiga da EMESP, sendo orientado pelo violinista Luís Otávio dos Santos. ADRIANA LARANJEIRA é percussionista e baterista, natural de Campinas. Iniciou seus estudos musicais em 2002 no Centro de Educação Musical de Hortolândia. Formada em percussão erudita e popular, com Marcos Caldana e Rodrigo Moura, pelo Conservatório de Tatuí e Música licenciatura pela UNIMEP. Participou de Festivais de Inverno de Tatuí e Ourinhos. Fez aulas de Percussão Sinfônica na EMESP com Paulo Zorzetto e curso de Pandeiro com Léo Rodrigues. É integrante da Banda Sinfônica Municipal de Sumaré, da Banda Sinfônica de Hortolândia, dá aulas de bateria e percussão na ?Academia Danilo Trindade? e aulas particulares. Álvaro Peterlevitz é bacharel em violino pela Unicamp. Participou de diversos grupos instrumentais e orquestras, entre elas Orquestra Sinfônica de Piracicaba e Orquestra Sinfônica de Americana onde também atua como regente titular. Em seu Portfólio consta a participação como violinista em CD de músicos brasileiros e orquestras de Música Barroca como o Harmônico Tributo dirigido pelo Prof. Dr. Edmundo Hora. Ana Luísa Nobre começou seus estudos de música na Escola de Música de Jundiaí, com a professora de musicalização infantil Josette Feres. Aos 8 anos começou a estudar oboé, aluna de Gabriel Marcaccini. Foi aluna também de Natan Albuquerque, pela EMESP, de João Goehring e Martin Lazarov, pela ELM. Atuou como primeiro oboé em diversos projetos, dentre eles o Conjunto de Música Popular da EMJ; Grupo de Referência do polo Jundiaiense do Projeto Guri; Orquestra Circuito das Águas e outros. Atualmente cursa o terceiro ano de bacharelado em Composição combinado com Regência, na Unicamp e estagia como regente do grupo de sopros e percussão, no Projeto Primeira Nota. Participa ainda, como primeiro oboé da Orquestra do Departamento de Música da Unicamp. Anderson de Lima Ao longo de sua carreira, apresentou-se como solista no ?X Festival de la Asociación Argentina de laúdes y Guitarras Antigas (AALGA)?, Primeiro Encontro de Alaudistas de São Paulo, VI Festival internacional de Violão de Natal, foi convidado para a IV Semana de música Barroca da UNIRIO com os professores do ?Centre de musique barroque de Versailes? sob direção de Mira Glodeanu. Participou do ?XX e XXI Festival Amazonas de Ópera? junto à orquestra de Câmara do teatro Amazonas. Em 2018 e 2019, foi músico convidado na ?Oficina de Música de Curitiba. Em de 2019, realizou uma turnê no México, onde participou do festival ?Guitarras en Otoño? da ?Temporada de Otoño de 2019?, do Departamento de Música da Universidade de Guadalajara e realizou um recital extraordinário na IMER (Instituto Mexicano de la Radio) na Cidade do México com transmissão nacional ao vivo por radio e internet. Formado em música pela Universidade Cruzeiro do Sul e no curso de cordas dedilhadas antigas da EMESP Tom Jobim (Escola de Música do Estado de São Paulo). Estudou de 2015 a 2018 no conservatório Manuel de Falla em Buenos Aires, Argentina. Bruno Demetrios Ribeiro Geremias Brasileiro, casado, nascido em 26/04/1993, Campinas – SP Reside em Sumaré SP Celular: (19) 99806-8450 Email: bruno53demetrios@hotmail.com FORMAÇÃO ACADÊMICA - Bacharel em Música (Unicamp) – conclusão: 2015 instrumento: Viola - com Prof. Dr. Emerson De Biaggi PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS E ORQUESTRAS – Participou como músico Tutti-Viola na Orquestra Sinfônica Municipal de Botucatu, sob regência de Fernando Ortiz de Villate (2021) -Teve aulas e orientações com Gabriel Marin (2019). - Participa como músico Tutti-Viola na Orquestra Jazz Sinfônica de Valinhos (desde 2018 até o presente). - Participa como músico Tutti-Viola na Orquestra Filarmônica de Valinhos (desde 2019 até o presente. -Participou da oficina de música antiga e Barroca na Escola do Teatro Municipal, sob a orientação do professor Juliano Buosi (2017). - Atua como regente de coro e orquestra, em alguns trabalhos sociais em igrejas (início:1º semestre/2015). - Participou da Orquestra Municipal de Jundiaí (2016-2019). - Ministrou aulas de Violino no Conservatório Prelúdio em Campinas-SP (2017-2018) - Ministrou aulas de viola na Academia de Música e Artes de Jundiaí (2ºsemestre/2016 até o 2°semestre/2017). - Participou da Camerata da Academia de Música e Artes de Jundiaí (1º semestre/2016). - Participou da Ópera Dido e Aeneas (Henry Purcell); Ópera Estúdio UNICAMP e Coro Contemporâneo de Campinas, sob a regência do maestro Juliano Buosi(setembro/2015). - Participou da Academia Concertante Etapa São Paulo como concertino (agosto/2015). - Participou da Orquestra Comunitária da Unicamp como concertino e chefe de naipe (2º semestre/2009 a 2ºsemestre/2014). - Participou do ?Festival of International Opera of the Americas? sob a regência do maestro Michael Borowitz da LSU Opera, nos meses de junho e julho/2013; Óperas: ?La Cenerentola?(chefe de naipe), ?A Viúva Alegre(concertino)?, ?Os Contos de Hoffmann(chefe de naipe)?. - Participou do ?III Festival Internacional Carlos Gomes? – 21 a 29 de julho/2012. - Participou da Orquestra de Câmara do Conservatório Carlos Gomes (1º sem./2009) – instrumento: Viola. - Participou do Projeto Unicordas da Unicamp como aluno, sob a direção do violinista Alexandre Chagas da Orquestra Sinfônica da Unicamp, direcionado para crianças e adolescentes – instrumento: Viola (2006 a 2008). - Iniciou os estudos de violino aos oito anos de idade, com a Profª Angela Baracchini da Universidade Federal de Santa Maria – RS. Link de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=SxzUWTd6PjY Claudio Gatto, nascido em Rio Claro – SP, iniciou seus estudos no projeto da Orquestra Sinfônica de Rio Claro. Continuou seus estudos no Curso Técnico do Conservatório Carlos Gomes sob orientação dos Professores Antônio Carlos Gomes e André Sanches. Vencedor do concurso interno do Conservatório Carlos Comes em 2000 tendo como prêmio um bolsa de estudos para continuar na mesma instituição. Licenciatura em Música pela FNB. Educador Musical do Projeto Guri, Professor de cordas do Conservatório Municipal de Socorro, Maestro da Orquestra do Conservatório de Socorro. Spalla da Orquestra Jazz Sinfônica de Valinhos, 1º violino do quarteto de Louveira. Participou de Festivais De Poços de Caldas e Campos do Jordão tendo aulas com renomados professores como Betina Stegmann, Elisa Fukuda, Yerko Tabilo, Alessandro Borgomanero, Alejandro Drago, Martin Tuksa entre outros. Participou de diversas orquestras como: Camerata Unasp, Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Sinfônica da Unicamp, Orquestra Sinfônica de Americana, Orquestra Sinfônica de Sorocaba, FIO – Festival Internacional de Opera pela Unicamp, Filarmônica de Rio Claro, Orquestra Sinfônica de Piracicaba, Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, Oficina de Cordas de Campinas com CD gravado de músicas brasileiras, Orquestra Rock participando em shows de diversas bandas como Jota Quest, Titãs, Ira, CPM 22, Skank, Dinho Ouro Preto, Marcelo Nova. Turnê Europa 2018 com Oficina de Cordas de Campinas apresentando num os principais teatros da Europa, o Gasteig em Munique, Alemanha. Atualmente aulas performance de violino com Professor Claudio Cruz. David Scanavini, Natural de Campinas, estudou no Conservatório "Dr. Carlos de Campos" de Tatuí com o professor Clodoaldo Leite, dando continuidade aos seus estudos em São Paulo com Zygmunt Kubala e Johannes Gramsh. Durante período de estudos participou de intensos cursos de aperfeiçoamento em violoncelo com renomados professores como: Antônio Del Claro, Alexander Hülshoff, Cláudio Jaffé, Bernhard Loercher, Dmitry Kouzov, Helga Winold e Yo-Yo-Ma, em música de câmara com o Tokio String Quartet, Areana String Quartet e com Richard Young, violista do Vermeer Quartet. Foi membro da Camerata Ars Musicalis, dirigida pelo maestro Hermes Coelho como primeiro violoncelo e na Orquestra Sinfônica Heliópolis com a regência dos maestros Roberto Tibiriçá e Isaac Karabtchevsky. Atuou como músico convidado nas orquestras sinfônica da Unicamp, Americana e São José dos Campos, e Oficina de Cordas, também mostrando sua versatilidade, subiu ao palco em shows com artistas como Zizi Possi, Toquinho, Edu Lobo e as bandas Rosa de Saron e Jota Quest. Desenvolve intensa atividade pedagógica como professor titular no Conservatório Prelúdio, Conservatório Carlos Gomes e na Escola de Artes da Unasp. Atualmente é músico convidado na Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, e membro do Quarteto Ernst Mahle. Douglas Monferdini de Oliveira iniciou seus estudos musicais com seu pai Luiz Carlos, tendo estudado depois com renomados professores como: Adriano Bueno, Rafael Proença, Jeremias Pereira, André Gonçalves (OSESP), Fabio Ogata (Filarmônica de Minas Gerais) e Joaquim das Dores. Participou de Masterclasses de Luis Garcia – OSESP, Adalto Soares, Chirs Catellanos – Boston Brass, entre outros. Foi aluno do conservatório de Tatuí pólo São José do Rio Pardo e, em Tatuí. Atuou como músico convidado na Orquestra Sinfônica de Limeira, Orquestra Sinfônica de Rio Claro, Sinfônica de Pouso Alegre, Jazz Sinfônica de São José do Rio Pardo, Banda Henrique Marques de Limeira, Corporação 24 de Junho de Arthur Nogueira, Banda da Polícia Militar de Minas Gerais, entre outros. Participou também de musicais como, A Pequena Sereia no Teatro Santander em São Paulo em 2018. Ellen Diana de Freitas Formação e Atuação Natural de São Paulo, iniciou seus estudos musicais sob a orientação do Profº Rodrigo Muller, oboísta da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Em 2006 passou a estudar com o Profº João Carlos Goering no Centro de Estudos Musicais Unibanda (Unicamp). Participou também de cursos de aperfeiçoamento com Profº Paulo Rogério Arantes (Alemanha), Profº Luis Carlos Justi (Brasil) e Joel Gesiger (Brasil). Participou do 1º e 2º Festival de Musica de Santa Catarina, tendo aulas com Washington Barella e Alex Klein. De 2008 a 2010 fez aulas regulares na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP) com professor Natan Albuquerque, primeiro oboísta da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo). Em 2010 estudou em Noremberg na Alemanha sob a orientação do Profº Paulo Rogério Arantes - primeiro Oboísta da Orquestra de Noremberg e com Profº Washington Barella. Obteve Licenciatura em Música na Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP) no ano de 2012. Desde 2015 faz aulas particulares com Peter Apps (Inglaterra). Atualmente é professora de musicalização infantil na rede municipal na cidade de Nova Odessa, integra a Banda Sinfônica Municipal de Nova Odessa ?Profº Gunars Tiss?, a Banda Sinfônica Municipal de Sumaré ?Dorival Gomes Barroca? e é monitora no Centro de Educação Musical Municipal de Hortolândia. Foi integrante do quinteto Chiquinha Gonzaga, que realizou uma turnê pelo estado de São Paulo homenageando a consagrada artista brasileira Chiquinha Gonzaga, projeto patrocinado pelo PROAC. Participou do ?IV Festival Internacional de Oboé e Fagote? na UNIMEP e se apresentou na Escola de Artes do IASP na disciplina de Instrumento Complementar – naipe das madeiras. Everton Macedo, natural de Jundiaí/SP, iniciou violino com Gilberto Estefani, Casa da Cultura de Jundiaí. Conservatório de Tatuí - aulas com Wanderlei Pizzigatti. Aulas particulares com Nadilson Gama violinista Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Maria Vassileva (DMA) Membro ativo da American Strings Teachers Association (ASTA), Yuriy Rachevich, Concertino da (OSESP), e tem aulas com Artur Huf Spalla - Orquestra Sinfônica de Campinas. Cursa Licenciatura em Música pela Universidade Metropolitana de Santos. Foi instrutor violino Projeto Guri Polo Jundiaí. Violinista - atuou na Orquestra de Cordas João Del Fiol em Tatuí, Camerata Callis em São Paulo, Orquestra Jovem Tom Jobim e Orquestra Jovem do Estado de São Paulo - 2008 a 2011. É chefe de naipe dos segundos violinos na Orquestra de Câmara da PUC-Campinas e da Camerata Jovem de Campinas, concertino na Orquestra Filarmônica de Valinhos e atua como músico convidado na Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista. Fabrizzio Balzon é natural de São Paulo e graduado em música pela Unicamp na modalidade Violino. Teve aulas com os professores Frederico Barreto, Esdras Rodrigues, Moacyr del Picchia e Gualberto Estades Basavilbasio. Em 2005 foi aluno especial em Práticas Interpretativas do curso de Pós-graduação em música pela Unicamp. Participou de vários Festivais de Música em Campos do Jordão, Itu, Indaiatuba, Jaguariúna e São Paulo. Lecionou em conservatórios na região de campinas como o Conservatório Carlos Gomes (Campinas), Escola de artes no Unasp/HT e Unasp/EC, preparando por muito tempo alunos para ingressar em vestibulares nas principais Universidades do país como Unicamp e USP. Foi supervisor técnico da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Como instrumentista, destaca-se pela qualidade técnica, tocando com maestros renomados no cenário nacional e internacional nos quais se destacam Karl Martin( Suíça), George Cleland (Canadá), Rafael luz (Canadá), Gian Mario Cavallaro (Itália). Fez parte das principais Orquestras do Brasil como a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Sinfônica da Unicamp, Orquestra Sinfônica Municipal de Americana, entre outras. Como Spalla ficou à frente da Orquestra Sinfônica Unasp/HT, Camerata de cordas Unasp/HT. Residindo no Canadá participou da North York Concert Orchestra, Brock University Strings Orchestra e da Península Orchestra. Atuando na região de Ontario (Canadá) e Nova York (EUA). Atualmente desenvolve intenso trabalho como professor junto a Assembly of God (Toronto, Ca) e em aulas particulares em Campinas/SP. É Spalla da Orquestra Messiah em Campinas. Felipe Santos Silva é formado em flauta pela Unicamp. Começou seus estudos de flauta ainda pequeno e foi aprimorando sua técnica sob a influência de diferentes professores. Participou de várias orquestra como instrumentista e solista. Atualmente, é músico da Orquestra Sinfônica de Piracicaba sob a regência de Jamil Maluf. Gabriel De Oliveira Carlin iniciou seus estudos em viola ainda na infância. Atualmente é aluno do professor Samuel Lima a atua como violista da Orquestra de Patrulheiros de Campinas, Orquestra Bless e Camerata de Hortolândia. Guilherme Costa é violinista formado pela Unicamp em Música Popular e Violino Erudito, Guilherme Duarte atua como instrumentista de orquestra, professor e músico de eventos, tendo também realizado inúmeros recitais para violino e piano ao longo de sua carreira. Fez ainda parte da Orquestra Filarmônica de Sorocaba onde atuou como integrante dos primeiros violinos, tendo integrado também diversas orquestras como músico convidado ao longo dos anos. Joel Brandão é bacharelando em música pela Universidade Estadual de Campinas, coordenador da Orquestra Jovem Circuito das Águas, professor assistente do estúdio Henrique Goldemberg e do projeto Primeira Nota da Prefeitura de Campinas. Atualmente orientado por Emerson di Biaggi (viola) e Henrique Goldemberg (pedagogia do violino). Participou de festivais de música como o 21º Festival de Música nas Montanhas (bolsista integral), 2º Festival Internacional de música de Bauru (Bolsista integral), 3º Festival Vibrante (UFMT), 3° Festival de Música polonesa (Unicamp), 4º Encontro Internacional de cordas de Limeira e foi selecionado como bolsista integral do 51º Festival de Campos do Jordão. Atuou como professor no Conservatório Integrado de Amparo (2017- 2019), na Escola das Artes de Jaguariúna (2018) e como professor voluntário no projeto Educanto (2018). Cofundador, coadministrador e diretor artístico da Orquestra Circuito das Águas (2016 – 2018). -Experiência em grupos musicais: ? Orquestra Circuito das Águas - violino e viola (3 anos); ? Orquestra do Conservatório Integrado – violino (4 anos); ? Orquestra comunitária da Unicamp – violino e viola (3 anos); ? Corporação musical Santana – tuba (3 anos); ? Corporação musical Santa Cecília - tuba (2 anos); ? Orquestra do Departamento de Música da Unicamp – viola (2 anos); ? Camerata Experimental de Campinas – viola (1 ano); ? Camerata do Conservatório Integrado – violino e viola (5 anos); Laura Helena Campanini é formada no bacharelado em violoncelo pela Unicamp sob a orientação do professor Lars Hoefs, iniciou seus estudos musicais aos 10 anos com aulas particulares de teoria musical. Aos 11, ingressou na Casa das Artes de Itapira, tendo aulas de musicalização e posteriormente flauta transversal. Aos 17, deu início aos seus estudos de violoncelo com o professor Victor Lessa. Participou de diversos festivais e masterclasses onde compôs grupos orquestrais e teve aulas com professores de grande renome, como Fábio Presgrave, Miguel Zaparolli, Jan Kalinowski, Beata Urbanek-Kalinowska, Robert Suetholz, Sijn Kuppens, Hugo Pilger, Alceu Reis, Jacob Shaw, André Micheletti, Frederico Nable, Abel Moraes e Kayami Satomi. Fez parte do naipe de violoncelos da Orquestra do Departamento da Unicamp, assim como da Orquestra Sinfônica Jovem do Interior, da Orquestra de Cordas da Casa das Artes, da Orquestra Sinfônica e da Camerata Lyra Mojimiriana. Também gravou trilhas de curta-metragens e vídeo-games. Hoje atua como professora e instrumentista sendo integrante da Orquestra Filarmônica de Valinhos, da Camerata Jovem de Campinas e do Unicamp Cello Ensemble. Leandro de Souza Pereira iniciou seus estudos de violoncelo ainda muito novo. Atualmente é violoncelista de diversas orquestras onde atua como músico e solista. Além de sua atuação como instrumentista, trabalha como professor de violoncelo em escolas municipais e na Associação Suzuki das Américas. Lucas Renan iniciou os estudos de fagote aos 13 anos. Estudou no Conservatório de Tatuí sob orientação do Prof° Marcos Franco. Atualmente estuda na Unicamp sob orientação do Prof° Alexandre Abreu. É fagote solistas das orquestras: Sinfônica de Limeira, Sinfônica de Cordeirópolis, Filarmônica de Valinhos e Filarmônica das Artes de Osasco, São Paulo. Além de fagote solista da Banda Sinfônica União dos Artistas Ferroviários de Rio Claro. Participa como músico convidado da USP-Filarmônica, Sinfônica de Ribeirão Preto, Sinfônica de Rio Claro, Sinfônica Jovem de Lins, Sinfônica Jovem do Interior – Mogi Guaçu, Filarmônica Adventista do Brasil, entre outras. Natália Damaceno Spostes Bacharel em Piano Performance pela UNICAMP, Natália Spostes vem desenvolvendo uma sólida carreira como pianista colaboradora, tendo acompanhado produções de óperas, coros, música de câmara, além de recitais e masterclasses com renomados cantores e instrumentistas. Atuou como pianista correpetidora do NUO – Núcleo Universitário de Ópera de São Paulo sob regência do maestro Paulo Maron, com participações em diversas produções de óperas e cantatas. Em 2012 acompanhou os ensaios e récitas da ópera ?Il Matrimonio Segreto? (D. Cimarosa), e em 2013 foi correpetidora do Festival Internacional de Óperas das Américas atuando nos ensaios de "La Cenerentola" (G. Rossini) sob direção de Carroll Freeman (EUA). Em London (Canadá) aprofundou seus estudos em acompanhamento com os renomados Pianistas Colaboradores Dr. John Hess (Canadá) e Marianna Chibotar (Rússia), onde teve oportunidade de participar de produções de duas grandes obras de W. A. Mozart: os ensaios e récitas da ópera "The Magic Flute", e para o Requiem, além da correpetição nos ensaios e récitas, foi responsável também pela regência. Em paralelo Natália vem apresentando um forte trabalho em regência coral e preparação vocal, tendo dirigido diversos coros infantis, infanto-juvenis e adultos na região. Destaca-se também suas participações junto a orquestras como a Orquestra Sinfônica Municipal de Americana, Orquestra Jovem de Paulínia, e atualmente é pianista integrante da Camerata Jovem de Campinas, sob regência de Moisés Cantos. Paulo Henrique Deuber é formado em Música Popular e Licenciatura em Música pela UNICAMP. Em 1997 iniciou os estudos de contrabaixo elétrico e, em 2004, contrabaixo acústico. Instrumento que estudou com os professores Paulo Signori, Jorge Oscar, Zé Alexandre, e Tibô Delor. Participou da Orquestra Sinfônica Jovem de Campinas, Orquestra Ars Musicalis, Camerata de Cordas do Conservatório Carlos Gomes, Orquestra Sinfônica da Unicamp, e Orquestra Filarmônica de Nova Odessa. Participou do espetáculo cênico-musical Viva L'Italia, realizado pela Brevíssima Produções em 2014, e, no mesmo ano, do espetáculo musical ?A Bela e a Fera?, dirigido pelo Instituto das Artes Luana Lopes no Theatro Municipal de Paulínia. Participa atualmente da Orquestra Filarmônica de Valinhos, Orquestra da PUC-Campinas, e Camerata Jovem de Campinas. Pedro Souza Franco é estudante de Bacharel em Música Erudita pela UNICAMP. Começou seu estudo no instrumento aos 11 anos no Instituto GPA, em Santos. Durante a juventude, estudou com Rossana Nicolai, Gretchen Miller e Joel Souza. Integrou diversos grupos como a Orquestra GPA, OPOS, Camerata Jovem Santista além de vários grupos de câmara como a Camerata Filarmonica de Indaiatuba e a Orquestra Cabareto, entrou outros. Em 2014, foi convidado para integrar a orquestra de turnê internacional do Instituto GPA, se apresentando nas Cataratas do Iguaçu na Argentina (festival Iguazu en Concierto) e no Carnegie Hall em Nova Iorque. Além disso, estudou performance em jazz na Berklee College of Music no curso de verão da faculdade em 2016. Se apresentou em masterclasses de diversos músicos renomados como: Stijn Kuppens, Alceu Reis, Diego Carneiro, Cláudio Jaffé, Jacob Shaw, Jeff Moura e Beata Urbanek-Kalinowska. Atualmente tem aulas regulares com o professore Lars Hoefs e ministra aulas de violoncelo em turmas coletivas no projeto Primeira Nota em Campinas." Rodrigo Leitte estudou violino no Conservatório Musical Carlos Gomes de Campinas e é Bacharel pela Faculdade Mozarteum de São Paulo. Atua como solista e camerista em orquestras no Brasil e exterior. Teve continuidade em sua formação na Escola Municipal de Música de São Paulo na classe da violinista Cecilia Guida, foi aluno de regência de Olivier Toni e detém o título de Comendador pela Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes. Especializou-se na Accademia Musicale Chigiana na Itália com o renomado violinista Salvatore Accardo e em Salzburg com um dos maiores pedagogos do violino, Igor Ozim. Atualmente é diretor artístico da Orquestra Filarmônica de Valinhos e fundador e diretor geral da Academia de Cordas de São Paulo. VERIDIANA OLIVEIRA - Violinista, Bacharel em música pela Faculdade Cantareira, SP. Em 2011 ingressou no Curso Superior de Música da Faculdade Cantareira, na classe da Profa. Betina Stegmann e estudou na classe de música de câmara do professor e pianista Fernando Tomimura. De 2012 a 2016 foi integrante fixa na Orquestra Arte Barroca sob direção artística e condução de Paulo Henes. Ainda em 2016 nos palcos em São Paulo, fez cachês como violinista, TUTTI, na Camerata Paulistana sob regência de Martinho Lutero realizando concertos no Teatro Municipal de SP. Professora de música do ensino infantil e fundamental, de 2018 a 2020 lecionou na Maple Canadian School, em Campinas e atualmente leciona no Instituto Príncipe da Paz, na cidade de Vinhedo. Desde de 2020 é chefe de naipe na Camerata Jovem e Spalla da Camerata Aprendiz, da Associação Camerata filarmônica de Indaiatuba, orientando jovens e adultos iniciantes e de nível intermediário no violino, sobre as melhores técnicas para execução das peças orquestrais.
PROJETO ARQUIVADO.