Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2314740Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Solução Jovem

ASSOCIACAO RAIZES DA TRADICAO
Solicitado
R$ 3,96 mi
Aprovado
R$ 3,96 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término
2025-06-30
Locais de realização (3)
Recife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Solução Jovem irá realizar Pesquisa que será base para a execução de cursos, oficinas, seminários e festival de artes.

Sinopse

Festival Duração 3 dias. Festival irá contar com: 06 apresentações musicais – 02 cada dia 06 apresentações cênicas (dança, cotação de história, circo, teatro) – 02 cada dia 01 Exposição de artes visuais por 03 dias de pequeno porte (ocupação de espaço com espaço medindo 10 x 4) com a criação de obra inédita ou obras tecnológicas como videomapping, robôs entre outras criações. Feira de artesanato Brincadeiras culturais (pega-pega, cobra ou cabra-cega, cirandas, pião, amarelinha, peteca) entre outras. Bate Papo, Encontro, Palestras.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O Projeto Solução Jovem tem como objetivo impulsionar, identificar/diagnosticar, estimular e fomentar ações de produção cultural, diversidade cultural, movimentos/coletivos artísticos, que já estejam acontecendo, entre as juventudes das zonas marginalizadas e menos favorecidas das grandes cidades, incluindo os interiores dos estados. O projeto serve como um modelo de intervenção social nas comunidades em que será realizado. Sua metodologia, aplicação de diagnóstico, realização de cursos, oficinas, seminários e festivais, poderá ser aplicada em outras comunidades menos favorecidas, no Brasil e no mundo. Nos 3 meses iniciais, realizaremos os primeiros diagnósticos comunitários e participativos (quantitativo, qualitativo) com levantamento de dados, mapeamento dos grupos de jovens, observação da comunidade, conversas com líderes comunitários e gestores das escolas públicas das localidades, se baseando nos Guias da ONUHABITAT para Prevenção, e da Cohesion Social, e o Guia do projeto Cidades Seguras. Depois de 3 meses do diagnóstico da comunidade, nossos consultores _ sociólogos, antropólogos, artistas, produtores - , com os dados já coletados sobre a realidade local, seus potenciais, fragilidades, oportunidades, as ameaças e os sonhos daquela realidade, realizarão nos 18 meses seguintes a implementação das atividades em si: cursos, encontros, qualificações técnicas e o festival, com campanhas, produção, gestão e divulgação realizada pela própria comunidade. Fomentando todo o segmento de dinamização da economia criativa tais como: literatura, editoração e publicação; artes cênicas, teatro, dança e circo; música, festas e manifestações populares; povos e comunidades tradicionais, conteúdo de audiovisual, telecomunicação, vídeo, cinema e software; turismo, artesanato, gastronomia; inovação, comunicação, publicidade e mídia, patrimônio arquitetônico, museu e galerias, design, decoração, artes plásticas e visuais, re-educação corporal, consciência ambiental, desenvolvimento sustentável, práticas esportivas, que envolvam jovens. Pretende-se, com isso, fortalecer as habilidades das culturas locais como meio de preservação à homogeneização globalizada, estimulando o protagonismo juvenil, através da sensibilização, difusão de idéias e incentivo dos saberes e talentos próprios, buscando maior qualificação, profissionalização e inserção no mercado de iniciativas jovens ligadas a economia criativa. Com esta ação, contribuímos igualmente para transformações sociais locais, que se fundamentam na melhoria das relações interpessoais, por meio da mediação de conflitos e, ao diagnóstico seguido do enfrentamento coletivo das situações de violação de direitos humanos. Buscamos incentivar mecanismos de organização associativa democrática, para a promoção da cidadania plena nos territórios e seu entorno. Após o diagnóstico, vamos gerar um banco de projetos, e/ou idéias com potencial de implementação de soluções pragmáticas em suas comunidades, de forma a difundir, captar parcerias e recursos, bem como promover a troca de experiências e integração entre essas lideranças, visando a sustentabilidade e futuro dos projetos. Estimulando a conscientização da importância do ensino artístico e do uso da arte, da valorização da cultura, do fortalecimento da diversidade cultural e das identidades locais e regionais, através de grupos organizados ou ações individuais, como alternativas possíveis, rentáveis, especialmente para as populações e juventudes que experimentam uma realidade social adversa. Com este mapeamento produzido, buscaremos fortalecer a integração, a mobilidade social e a qualificação dos jovens com propostas de educação, geração de renda, oportunidade de trabalho, busca de autonomia por meio de seminários, festivais, cursos e oficinas na área de economia criativa, com ênfase em cultura e esporte, atrelando todas as atividades às dinâmicas direcionadas ao desenvolvimento humano. O projeto atenderá a (42 grupos de jovens em 3 grandes cidades e regiões interior e , com a média de 15 pessoas por grupo. Atenderemos ao todo em torno de (630 jovens) diretamente, e indiretamente, mais de (630 famílias em cada comunidade). Consolidando o potencial extraordinário dos grupos culturais dessas comunidades "periféricas" e "rurais" (imigrantes rurais, nordestinos, ciganos, quilombolas, afrodescendentes, ribeirinhos, pescadores, que migraram e ainda migram para compor as favelas) e "urbanos" (jovens, de famílias que já nasceram nas capitais e entorno) com a geração de renda e transformação social através da arte, assim como a cultura urbana vinda das periferias, realizando campanhas, editais, debates, seminários, cursos de capacitação e performance, qualificação, consciência ambiental e festivais comunitários. Objetivos específicos: 1. PRODUTO PESQUISA Realizar pesquisa que irá mapear idéias e movimentos transformadores com ênfase na economia criativa, entretenimento, diversidade cultural, potenciais do entorno de lonas culturais das prefeituras, pontos de cultura, centros culturais e comunidades a serem selecionadas. Realizar o diagnóstico participativo e comunitário sobre as formas emergentes e informais de organização juvenil, que permita subsidiar e apoiar as estratégias para implementação do Solução Jovem e estabelecer critérios para selecionar e mobilizar os jovens participantes, sempre levando em consideração projetos e ações voltadas para a economia criativa. 2. PRODUTO OFICINAS / CURSOS Produzir uma série de oficinas e cursos de artes integradas, economia criativa e cursos para formação de multiplicadores, o projeto prevê a realização de uma média de 6 oficinas e 06 cursos. 3. PRODUTO PALESTRAS Realizar uma série de palestras e ou encontros com duração de 2 horas. 4. PRODUTO SEMINÀRIO Realizar no mínimo 3 seminários de duração de até 03 dias cada um deles. 5. PRODUTO FESTIVAL Realização de 3 festivais de artes integradas que irá reunir durante 03 dias atrações culturais de performance artísticas, artes cênicas, artes visuais, músicas (cantada, instrumental e regional) atrações tecnológicas artísticas, produções audiovisuais, moda, entre outras atividades como brincadeiras, feira de artesanato.

Justificativa

O projeto Solução Jovem fundamenta-se sobre a vasta experiência das instituições Raízes da Tradição e Moitará Sociedade Civil na realização de projetos com o público juvenil periférico em diversas regiões do país. Sua ação dinamizadora dos espaços nos quais atua é de extrema importância para transformar em ações concretas o potencial latente da juventude periférica brasileira. A partir de sua metodologia intervencionista e participativa, o projeto atua de forma estratégica para diagnosticar os projetos individuais e coletivos, conduzi-los e acompanhá-los por meio de cursos, oficinas e consultorias gerais e especializadas e organizá-los conforme suas vinculações setoriais na direção de sua sustentabilidade por meio de mecanismos de captação de recursos e geração de renda. Estratégias de mobilização acompanham as ações de formação, como eventos, reuniões e seminários periódicos que tenham o objetivo de fomentar constantemente o desenvolvimento de projetos coerentes com as demandas locais, de forma a envolver e empoderar os próprios atores da comunidade, suas lideranças e instituições, além de gerar maior visibilidade para os projetos. A experiência da instituição Raízes da Tradição e Moitará Sociedade Civil em projetos com juventudes periféricas, povos tradicionais e apoio a projetos do setor de economia criativa é um ponto forte que legitima a realização deste projeto, conforme os resultados positivos que sua implementação em outros contextos e territórios poderão comprovar. A primeira edição do Projeto Solução Jovem ocorreu, em formato piloto, entre fevereiro e junho de 2012 na Vila Cruzeiro, complexo da Penha, bairro da periferia do Rio de Janeiro, com alcance de 600 jovens e 600 famílias, patrocinado pela ONUHABITAT e pelo Fundo de Oportunidades de Juventude. Nesta oportunidade, foi realizada a etapa de diagnóstico e mapeamento das potencialidades dos jovens e coletivos participantes desta localidade, reuniões com os grupos e orientação acerca das estratégias de economia criativa, culminando com um evento com oficinas e seminários de orientação para a continuidade dos projetos pelos próprios atores. Entende-se por Economia Criativa, a economia relacionada à criatividade, e que tem no âmbito simbólico, a matéria-prima para a geração de serviços e produtos, sejam estes tangíveis ou intangíveis. O termo foi sugerido pelo inglês John Howkins no livro "The CreativeEconomy" (2001), e deriva do desenvolvimento do olhar atento e investigativo sobre o potencial econômico, e até mesmo estratégico, das atividades econômicas baseadas nas artes, na cultura, no conhecimento e na criatividade. Uma tentativa empírica de explicação do conceito sobre o desenvolvimento da Economia Criativa, permite organiza-lo em duas linhas de abrangência, não excludentes: 1. Economia Criativa como processo generalizado de criatividade; 2. Cadeias de produção setorial da Economia Criativa. No primeiro caso, a disputa se dá com a pedagogia, a sociologia e a antropologia, pelo estímulo e reconhecimento da existência de criatividade em todos os processos humanos. Tal característica é universal e responde pela própria trajetória da humanidade, com a superação de desafios, inclusive de sobrevivência. Esta vertente enfatiza o potencial de inovação em todos os setores e atividades de produção. O vínculo estabelecido é com a capacidade de fazer coisas diferentes, com o potencial criativo geral. Como a criatividade está presente em todos os contextos culturais e sociais, o que sobressai é o reconhecimento do imenso talento criativo humano. Objetivamente, esta abordagem privilegia a criatividade como uma matéria-prima em abundância, colocando o pensamento econômico em segundo plano. No segundo caso, prevalece uma abordagem mais econômica e de mais fácil avaliação do potencial de desenvolvimento de negócios. Os setores, definidos em função de afinidades com o ambiente cultural e inovativo, misturam atividades tradicionais e contemporâneas, integradas por criatividade, tecnologia e conhecimento. Assim, o projeto busca desenvolver os potenciais locais, individuais e coletivos, conforme a necessidade de promoção de oportunidades para jovens pertencentes às classes populares, considerando suas identidades e tradições culturais, além de sustentar, como temas transversais a todo o trabalho desenvolvido, as questões sociais referentes ao universo juvenil periférico, como cidadania e participação, questões de gênero e preferência sexual, pertencimento étnico,violência e direitos humanos. O projeto atuará em localidades comprovadamente carentes de oportunidades educacionais e trabalhistas formais, conforme os índices de desenvolvimento humano de cada localidade, bairro, comunidade e cidade selecionada. Focalizar este trabalho na população juvenil tem uma enorme importância, na medida em que os indicadores atuais de desemprego e informalidade convergem para a população jovem brasileira como a mais vulnerável nestes quesitos. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil possui uma situação na qual ainda existe um grande contingente de jovens que não estudam, não trabalham, nem estão em busca de emprego ("jovens nem nem"). De acordo com a pesquisadora Anne Posthuma, membro da OIT,"há um ciclo vicioso entre pobreza, desigualdade e baixa qualificação que impede os jovens de aproveitarem as oportunidades do bom momento vivido pelo mercado de trabalho. É preciso um marco de políticas públicas que atenda a necessidade da juventude, e pense tanto na oferta de qualificação como na criação de uma demanda em áreas com trabalho digno". Portanto, o trabalho direcionado para a capacitação de projetos inovadores no campo da economia criativa, a partir da inserção do público jovem nesta cadeia produtiva, e, por seu intermédio, de sua própria comunidade, pretende contribuir diretamente com as políticas públicas e metas governamentais de fortalecimento deste setor da população brasileira. Em especial, considerando o perfil específico que mais assola a população juvenil desempregada a partir dos fatores sócio históricos e culturais derivados da segregação urbana, étnica, de gênero e econômica nas cidades do país. O projeto também se justifica por ter finalidade de acordo com o Art. 1° da lei Rouanet I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E através do Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta atenderá os seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

Os planos de execução pedagógico das oficinas artísticas, seguem anexos. PROJETO PEDAGÓGICO CURSOS e OFICINAS Plano de Execução: 1. Estabelecer uma estratégia geral de ação que identifique as habilidades e potencialidades assim como os interesses individuais da população juvenil marginalizada das cidades executadas e suas áreas metropolitanas, para facilitar a construção de identidades coletivas dos grupos distintos, de forma a fortalecer sua participação local e regional e com o intuito de reconstruir paulatinamente o tecido social a partir de ações conjuntas de trabalho e cooperação. 2. Promover o encontro de diferentes lideranças e representantes jovens de comunidades, que de forma direta ou indireta estejam envolvidos com propostas de mudanças em sua localidade, busca de soluções para seus problemas, mobilização social, idéias que promovam a sustentabilidade, geração de trabalho e renda, cidadania, saúde, meio-ambiente, diversidade cultural, esporte, educação e cultura. 3. Gerar um banco de projetos, ou idéias com potencial de implementação de soluções pragmáticas em suas comunidades, de forma a difundir, captar parcerias e recursos, bem como promover a troca de experiências e integração entre essas lideranças, para que o projeto se torne auto-sustentável. 4. Potencializar, aprofundar e desenvolver metodologias participativas para criação de projetos criativos e inovadores que possam melhorar a realidade desses jovens e mobilizar a população local para promover as mudanças necessárias a sua melhoria de vida, utilizando novas tecnologias, saberes e fazeres próprios de cada comunidade, dando vizibilidade, difundindo e promovendo esses conhecimentos Essa metodologia está fundamentada em 4 etapas principais: 1. Diagnóstico Geral, Socioeconômico, Participativo e de Infraestrutura Urbana 2. Trabalho direto 3. Integração Social 4. Desenvolvimento Sócio-Cultural e econômico Algumas perguntas de investigação para serem usadas no diagnóstico: Aonde estão os jovens marginalizados e suas organizações? Como se formaram? Como se organizam? Sobre que temas estão trabalhando? Que atividades realizam? Que produtos/serviços culturais estão gerando? Quais seus interesses, habilidades e que recursos são gerados? Quais são as relações existentes entre essas organizações? O que os jovens aprendem ao participar delas? Quais as suas relações com outros atores, por exemplo ONG´s, partidos, governo, igreja, escolas? Qual é o peso que essas organizações tem na construção de uma agenda pública de Juventude? Qual a relação desses jovens com a violência? Quais são os sonhos desses jovens hoje? O que precisa e pode ser melhorado na sua comunidade? Outras ferramentas para o diagnóstico serão tirados nos Guias da ONUHABITAT: Guia Local de Prevenção e Coesão Social e Guia para o projeto Cidades Seguras, modelos de intervenção social pra crianças, adolescentes e jovens para cidades brasileiras. Objetivos gerais: Os cursos estarão voltados exclusivamente para a valorização e a difusão das manifestações artísticas e culturais das localidades abrangidas, particularmente no que se refere à facilitação de manejo dos instrumentos de fomento direto e indireto na área da cultura e da economia criativa. Para isso, é necessário disseminar a atitude empreendedora; estimular a formalização de empreendimentos; capacitar profissionais da área da cultura e da economia criativa em competências de planejamento, estratégia, gestão e empreendedorismo; e apoiar a realização adequada de empreendimentos criativos. 2. Objetivos específicos: A realização dos cursos objetiva a capacitação e o desenvolvimento de atividades práticas nos campos de: (1) elaboração e enquadramento de projetos culturais, (2) acompanhamento para a correta execução dos mesmos, assim como para o bom uso do recurso público, (3) à organização e apresentação da prestação de contas em acordo com a legislação pertinente e (4) à mobilização de recursos necessários à sustentabilidade dos projetos e iniciativas culturais. 3. Justificativa: O campo artístico cultural demanda para seus agentes o investimento e o incentivo de suas potencialidades, uma vez que sua produção, de valor simbólico inquestionável, não apresenta um domínio das ferramentas de gestão adequadas ao seu pleno desenvolvimento. A execução deste projeto viabilizará as condições favoráveis para o reconhecimento e acesso ao recurso público e privado de fomento à cultura, garantindo a sustentabilidade dos novos projetos. Os cursos, bem como as demais atividades oferecidas no decorrer de 18 meses funcionaram como um programa de capacitação e acompanhamento de jovens produtores e futuros gestores. CURSOS INTRODUTÓRIOS: Voltados para os agentes culturais que demandam informações de base acerca da gestão de projetos culturais. Cada um desses cursos deverá ter duração mínima de 6h. Os cursos serão estruturados em formato modular: 1. Concepção e elaboração de projetos; 2. Mecanismos de Incentivo à Cultura; 3. Marketing e mobilização de recursos; 4. Planejamento estratégico; 5. Produção Executiva de projetos; 6. Prestação de contas. Carga horária completa: 20 horas CURSOS ESPECIAIS Apresentam ementas e conteúdos programáticos mais aprofundados com relação à gestão de projetos culturais, ou temáticas específicas em função de demandas diagnosticadas a partir do mapeamento a ser desenvolvido na primeira etapa do projeto. Poderão ter duração de até 4h/cada, como forma de atender a um número diversificado de público e temáticas no campo da cultura. 1. Estudo de viabilidade e mercado; 2. Diagnóstico de demanda e consumo; 3. Marketing digital; 4. Técnicas de avaliação de resultados; 5. Técnicas de avaliação econômica de projetos; 6. Formalização de empreendimentos; 7. Gestão de tempo. Carga horária completa: 20 horas 5. Cliente/Público alvo (características e idade): Jovens integrantes de grupos culturais de comunidades "periféricas", “rurais” e “urbanas” interessados em capacitar-se e aprimorar-se nos campos de atuação da economia criativa. 6. Metodologia que será aplicada: As temáticas serão desenvolvidas através de aulas expositivas e estudos de cases, além de atividades práticas como elaboração e enquadramento de projetos culturais, prestação de contas em conformidade com a legislação pertinente e estudos de viabilidade e mobilização de recursos necessários à sustentabilidade dos projetos e iniciativas culturais. 7. Material didático utilizado: O material didático consiste seis apostilas desenvolvidas pelos consultores envolvidos, que abordam temas introdutórios para atuação profissional em produção e gestão cultural. Compostas por temas selecionados que se relacionam e se complementam, buscam contribuir para o acesso a informações e conceitos fundamentais para compreensão e atuação no campo da cultura, seu conjunto de mecanismos, ferramentas e recursos. Destinado a gestores culturais, artistas, interessados na área cultural como campo de trabalho, o material tem como foco apontar caminhos a quem vê a área da cultura como possível campo de trabalho e também a quem já atua na área e tem necessidade de apoio em sua qualificação profissional. Ao fornecer uma visão ampla e geral dos aspectos básicos mais importantes para atuação em cultura, as apostilas consistirão em material de apoio dos cursos oferecidos e, serão disponibilizadas para download gratuito na internet. As temáticas serão apresentadas em linguagem simples, com foco para a atuação profissional, visão ampla e geral dos aspectos fundamentais da gestão cultural. O conteúdo será estruturado da seguinte forma:  Concepção e elaboração de projetos;  Planejamento estratégico;  Marketing e mobilização de recursos;  Produção executiva de projetos;  Prestação de contas;  Mecanismos de Incentivo à Cultura. 8. Profissionais envolvidos e respectivas formações: Carlos Cavalcanti: Gestor de projetos socioculturais; especialista em terceiro setor e responsabilidade social. Sólida experiência em Responsabilidade Social Empresarial e Investimento Social Privado; Forte em controle de gestão, planejamento, organização, capacidade de negociação, visão sistêmica e estratégica e obtenção de resultados; Domínio na elaboração, monitoramento, definição de indicadores, avaliação e prestação de contas de projetos sociais, bem como interface de negociação junto à iniciativa privada, organizações e comunidades. Julia Ventura: Socióloga / antropóloga. Mestre em Ciências Sociais pela PUC-Rio Experiência em pesquisa em sociologia urbana, educação, e cultura popular por meio do núcleo de cidadania e políticas públicas da PUC-Rio e da UFPE; gestão de projetos socioculturais e ações educativas nas instituições não governamentais Anistia Internacional, Redes da Maré, Viva Rio e FASE; consultorias, cursos, docência e palestras no ensino superior e no ensino médio. Rodrigo Nunes:Experiência em pesquisa em educação e cultura popular, gestão de projetos socioculturais e de educação, consultorias, cursos, docência e palestras. Elaboração de projetos sociais e culturais Consultoria em Editais Pesquisa - etapas e metodologias. Ditta Dolejsiova: Especialista em educação participativa e facilitação de processos de grupos, presenciais e virtuais, oferece cursos inéditos fortalecendo competências em aprendizagem intercultural, transformação de conflitos, tecnologias de informação e comunicação, jornalismo cidadão, bem como metodologia participativa e atuação com impacto social. Larga experiência em planejamento estratégico, planejamento participativo, elaboração de projetos e marketing digital. Empreendedora social, educadora, consultora em políticas públicas, desenvolvedora de conteúdos inovadores. Inspirada para contribuir com ações de impacto social Eslovaca, cidadã mundial, moradora do Brasil. Wilson Souza Costa: Atua com equipes de profissionais vinculados as diferentes etapas de Projetos sócio-educativos e culturais. Tem quatorze anos de experiência criação, planejamento, diagnóstico, implantação, desenvolvimento e avaliação de projetos sociais e culturais. Trabalhou com a coordenação estratégica e gerencial da Fundação Gol de Letra. Tem 24 anos de atuação em todos os níveis do magistério. Consultoria para Instituições educativas – SESC e TVE. Consultoria para programas de Educação à distância – TVE/SALTO PARA O FUTURO. Oferece palestras e cursos. Fábio Gomes: Ogan’ilú da Nação Nagô Egbá, jornalista - UNINASSAU, Gestão e Produção de Eventos - UPE, fundador do Instituto Social Brasil África – ISBA e Afoxé OyáTokolê, músico, arranjador, dançarino, percussionista, pesquisador das culturas e tradições afro-brasileiras, brincante da cultura popular, consultor de políticas públicas nos seguimentos da infância e juventude, direitos humanos, étnico-racial, segurança alimentar, cultura e habitação. Organizador das Favelas Articuladas e Organizações Solidárias – Rede Favos, Gestor de Ponto de Cultura - PE, Prêmio Cultura e Saúde MinC, Empreendedor La Ruta de La Aprendizage - ACOA ONU, Criador da Rede Juventude de Terreiro PE, Charles Teony: Comunicador Social / Relações Públicas pela Escola Superior de Relações Públicas de Pernambuco (ESURP/PE).Coordenador do projeto Sementes da Nação (Olinda, 1998-2003), enquanto vocalista principal do grupo Maracatu Nação Pernambuco. Coordenador do projeto Arte na Veia (Prefeitura de Recife, 2004-2006). Cantor, compositor e produtor musical. Integrou importantes grupos de cultura popular pernambucanos como o Maracatudo Nação Camaleão (1992-1995) e o Maracatu Nação Pernambuco (1995-2003). Artista, cantor, compositor e ator. José Luiz Barbosa: Mais de 25 anos de experiência em Marketing, Desenvolvimento de Negócios, Gestão da Inovação, como Consultor, Gerente de Marketing e Líder do Projeto nas áreas: governamental, privada e acadêmica. Participou em todas as questões relacionadas a empreendedorismo, da Universidade de Malmö, Suécia. MBA em Organização e Liderança. Foi professor de programas como Produção Cultural, Design de Interação, Produção Técnica e workshops sobre liderança criativa, inovação e negócio social. Em 2009 se tornou membro da organização com sede em Nova York - The Hunger Project, a qual trabalha com questões relacionadas a fome e a pobreza no terceiro mundo. Formado e qualificado como Coach pela "ToughLeadership Training". Desde 2011, é membro da organização sueca Mobile Heights Business Center, e qualificado pela mesma para liderar e/ou empreender na área de negócio móvel. Mariana Sobreira: Diretora da Singularte Produções, formada em Jornalismo pela PUC-Rio e MBA em Gestão e Produção Cultural pela FGV. Trabalhou na gestão do ateliê e a produção executiva de 10 exposições do artista plástico Carlos Vergara, e na elaboração de relatório de prestação de contas do projeto “O Sagrado Coração, Missão de São Miguel”. Fez a elaboração de relatórios para Prefeitura do Rio, nos Jogos Pan-Americanos de 2007, e a elaboração de relatórios de prestação de contas do projeto Santa Teresa: Território Turístico Sustentável. Em 2011, realizou o premiado espetáculo Chopin &Sand: Romance sem Palavras e fez a gestão do projeto “Livro de Pinturas Carlos Vergara”. Em 2012, ministrou o curso Gestão de Projetos promovida pela Mil Ciclos no evento Cultura Ativa, realizado pelo SEBRAE em São Luís do Maranhão, e administrou a 3ª edição do Festival Adaptação. Em 2013 e 2014, fez a gestão do projeto Carlos Vergara – Arte em Papel, foi produtora executiva do 51º Festival Villa-Lobos, e realizou a mostra A Luz (Imagem) de Walter Carvalho, no Rio de Janeiro, em Brasília e Fortaleza, com patrocínio da Caixa, além de ministrar curso livres sobre Lei Rouanet. Mariane Moraes: Produtora e gestora cultural, atua há 12 anos com idealização, planejamento, captação de recursos via editais, utilização de leis de incentivo à cultura, direção artística, produção executiva, produção administrativa e coordenação de projetos culturais. É sócia-diretora da Aroeira Gestão Cultural, empresa que presta consultoria e desenvolve ações de capacitação em gestão cultural e negócios criativos e também realiza projetos culturais, principalmente nas áreas de música e cultura popular brasileira. Criadora da Baluarte Agência de Projetos Culturais, recebeu o Selo Iniciativa Jovem de Empreendimento Sustentável em 2006. Especialista em planejamento nas áreas de cultura e economia criativa. Presta serviços nas diversas etapas de realização de projetos, ministra cursos e presta consultoria em planejamento estratégico de projetos e iniciativas culturais, empresas e instituições do setor criativo. Márcia Santos: Produtora, Diretora Teatral e Atriz. Diretora da Panenka Realizações Culturais e Artísticas Ltda, empresa de produção no mercado há 27 anos. Foi Instrutora de Produção Executiva da EAT / FAETEC. Palestrante e Instrutora de cursos e workshops de Gerência de Projeto, Comunicação Interpessoal e Marketing Cultural para a Secretaria Municipal de Educação e para o Instituto Cidade Viva em parceria com o SEBRAE. Foi Gerente de Projeto e Diretora Artística para o Instituto Vivência, na realização de projetos voltados para o endomarketing de diversas empresas. Consultora em Marketing Cultural, Elaboração de Projetos e Prestação de Contas de Projetos Incentivados. Produziu espetáculos, como Eu Sei Que Vou Te Amar, de Arnaldo Jabor, assinou Concepção, Roteiro e Direção de BRASIL 70 – Musical. Diretora de Produção do musical infantil Tem Bola na Cola. Roteirista e Diretora do musical Discoteca do Chacrinha. Atuou na Gestão de Lei de Incentivo e Patrocínio no projeto Green Rock Festival - Itaipava. Fernanda Oliva: Formada em Licenciatura em Artes Cênicas na UNI RIO, MBA em Gestão Social na UCAM e Trainer em PNL. Atua na área educacional em empresas, instituições, escolas e comunidades há 12 anos. Gestora de Projetos Culturais, Arte Educadora, Trainer Empresarial e Atriz. Realiza Consultorias nas áreas de Elaboração de Projetos Culturais e Análise de projetos. Desenvolve Treinamentos Empresariais e sociais desde 2009 por todo Brasil nos temas: Comunicação assertiva, Relações Humanas, Oratória, Educação Ambiental, Formação de Multiplicadores e Lideranças Comunitárias. Terapeuta Sistêmica e Clown. Sergio Akash: Com 11 anos de experiência é especialista em estratégias para ambientes digitais e comanda, à frente da agência Zarabatana Digital, serviços de consultoria, planejamento e ações de comunicação e publicidade em plataformas online. Mário Margutti: Jornalista / Crítico de Arte, Consultor, Assessor e Instrutor de Marketing Cultural, de Políticas Públicas de Cultura e de Gestão de Entidades Culturais, Instrutor de Marketing Social, Consultor e Assessor de Responsabilidade Social Corporativa. Tem experiência no campo das incubadoras culturais e também atua como instrutor de diversas disciplinas ligadas ao empreendedorismo cultural. Também tem experiência no campo da responsabilidade social corporativa e na assessoria técnica para organizações não-governamentais. Livia Pagano: Produtora Cultural e Mestre em Ciência da Arte. Docente da Graduação em Produção Cultural na UFF e no Conservatório Brasileiro de Música, nas áreas de planejamento e gestão cultural e artes. Consultora de planejamento estratégico, participação em seminários, palestras e artigos publicados. Desenvolvimento de pesquisas continuadas em arte-educação e identidade juvenil. Produtora Executiva da Engenho Produções Artísticas/ Raízes da Tradição. Atua na gestão de projetos artísticos e socioculturais: concepção, planejamento, coordenação e gerenciamento de projetos. Ernani Saraiva: Possui graduação em Ciências Contábeis pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (1987), graduação em Administração de Empresas pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (1988). Tem pós graduação em Recursos Humanos, pelo ICMG e extensão em Sistemas de Informação no XICTMD-EUA. Fez o curso de Mestrado em Educação pela UniversidadPedagogica Enrique Jose Varona(tese defendida só no Brasil) e mestrado em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais (2004). É Doutor em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais tendo defendido a tese em 2009. Atualmente é professor adjunto DE da Universidade Federal Fluminense, Professor Convidado da Faculdade Novos Horizontes no programa de Mestrado Acadêmico em Administração, do Centro Universitário de Ciências Gerenciais na pós graduação, do CEAP em Macapá, e também na pós graduação da Fundação Dom Cabral no MBA empresarial. Atua também na USP como professor da disciplina Inovação e Empreendedorismo. Exerceu a função de coordenador de cursos na Faculdade Novos Horizontes por 4 anos. Tem experiência profissional na área de Serviços e de Tecnologia de informação. Tem experiência docente em Administração, atuando principalmente nos seguintes temas: administração de sistemas de informação, gestão de serviços, estratégia, capacitação didático-pedagógica, comércio eletrônico e empreendedorismo. Doutorado realizado sob a orientação dos professores Stewart Cleggda UTS e Alexandre de Pádua Carrieri da UFMG. A tese de conclusão de doutorado “Um pas de deux da estratégia com a arte: As práticas da Cia. de Dança Grupo Corpo” recebeu o prêmio UFMG de teses e menção honrosa da CAPES no ano de 2009 André Martinez: Pesquisador independente, consultor, curador, filmmaker, professor e conferencista, é diretor da Aprax Inovação Viva. Atuando há mais de 20 anos na economia criativa, é pioneiro no desenvolvimento de modelos de gestão para lidar com as transversalidades da cultura no contexto brasileiro. Consultor de empresas e fundações que estão entre as de maior influência no país, atualmente dedica-se principalmente ao estudo, design e ativação de estratégias e arranjos que buscam inovação social de forma sustentável e a partir de fluxos e processos criativos. Coautor do Guia do Empreendedor Sociocultural e autor do livro Democracia Audiovisual. Dirigiu a Fundação Cinema RS. Foi coordenador de cultura do Sesc RS e membro da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura. Em 2010, em parceira com a Lung, co-idealizou a metodologia de Inteligência Social da primeira wikicidade do mundo, PortoAlegre.cc [http://portoalegre.cc]. Sua pesquisa independente é gerida pelo Laboratório de Inteligência Sociocriativa, startup cocriada com a realizadora Claudia Taddei para a investigação de métodos de design e gestão. Ana Carla: Profissional de referência em economia criativa, cidades e negócios, é Administradora Pública (FGV); Economista, Mestre em Administração, Doutora em Urbanismo (USP) e professora no Brasil (FGV/UCAM), na Argentina e na Espanha. Liderou projetos multinacionais por 15 anos, na América Latina, em Londres e Milão. É diretora da Garimpo de Soluções, consultora e conferencista em cinco línguas e 28 países e assessora para a ONU. Escreveu livros inovadores, como Marketing Cultural e Financiamento da Cultura, Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável (Prêmio Jabuti 2007) e Cidades Criativas (finalista do Prêmio Jabuti 2013); e editou livros globais, e.g. Economia Criativa como Estratégia de Desenvolvimento e Cidades Criativas - Perspectivas. Concebeu Criaticidades e Sampa CriAtiva. É curadora de congressos e membro do Corpo Mundial de Peritos da UNESCO, dos Repensadores, dos conselhos da Página 22, da Virada Sustentável, da Creative Industries DevelopmentAgency (Inglaterra) e jurada da Creative Business Cup. Venceu o Prêmio Claudia 2013, em Negócios e foi apontada pelo jornal El País uma das 8 personalidades brasileiras que impressionam o mundo. Liliana Montserrat: Produtora e diretora da empresa Bloco Pi Produções. Desde 2005 produziu eventos e vários espetáculos, de teatro, entre eles: O Ateliê Voador, de ValèreNovarina, com Direção de Thomas Quilladert; Palavras na Brisa Noturna, Direção Fábio Porchat; Na Solidão dos Campos de Algodão, de Bernard Marie Koltes - Direção Caco Ciocler; As Conchambranças de Quaderna, de Ariano Suassuna - Direção Inez Viana. Em 2012 completou o curso de Direção, na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, desde então trabalhou como assistente de direção nos filmes "Quinto Andar" – (2012 – 23 min) - Direção Ricardo Mansur e "Paixão e Virtude" - (2013 – 72min) – Direção Ricardo Miranda – Lançado na Mostra de Cinema de Tiradentes RJ (2014) http://paixaoevirtude.com. Pedro Sol: Formado em cinema e geografia, empreendedor na área da economia criativa. Produziu, dirigiu e coordenou diversos projetos de caráter ambiental, social e pedagógico. Atuou como fotógrafo, editor e/ou finalizador em diversas produções audiovisuais. Atua como gestor de projetos culturais na empresa IMAGINE ARTE CULTURA E PAZ. 9. Responsável pela Coordenação (nome e currículo) Ana Paula Jones: Atriz, Bailarina, Professora e Produtora Cultural. Bacharel em Artes Cênicas/Interpretação pela Universidade do Rio de Janeiro, cursou Direção Teatral na Universidade Federal do Rio de Janeiro e foi aluna especial do Mestrado em Artes Cênicas da EAD/ECA-USP e da Antropologia – FFLCH/USP. É Diretora Presidente da Associação Raízes da Tradição desde 1998 promovendo diversos eventos nacionais e internacionais, seminários, oficinas, na área de cultura popular brasileira. www.raizesdatradicao.com.br 10. Resumo dos conteúdos que serão ministrados. 1- Concepção e elaboração de projetos: Os projetos são ferramentas de grande importância para a captação de recursos no campo da cultura, tanto para o uso de leis de incentivo à cultura, como para a participação em editais, prêmios, licitações e convênios. O projeto é parte fundamental do trabalho de grupos, instituições ou empresas da área cultural pois é através de projetos que busca-se a captação dos recursos necessários para colocar em prática etapas e segmentos de suas atividades, no intuito de atingir seus objetivos gerais. Neste material serão abordadas as etapas de elaboração de um projeto cultural, destacando a atenção aos detalhes que o compõem, a coerência entre as partes do projeto e o entendimento do projeto como plano de trabalho. 2- Mecanismos de Incentivo à Cultura: As leis de incentivo tem sido o principal mecanismo de fomento à cultura atualmente no Brasil. Apesar da grande desigualdade na distribuição e uso dos recursos provenientes da renúncia fiscal, as leis de incentivo nas esferas federal, estadual e municipal são responsáveis por um importante aporte de recursos no mercado cultural e pelo desenvolvimento de um grande volume de projetos de variadas iniciativas culturais. Nesta cartilha serão introduzidos os principais conceitos e regras de enquadramento e uso das leis de incentivo federais e estadual, abordando seu histórico e funcionamento, as formas de utilização por parte dos proponentes de projetos culturais, desde a elaboração do projeto dentro das regras de cada mecanismo, passando pelas etapas de inscrição e análise, a aprovação do projeto que autoriza a captação de recursos com renúncia fiscal para as empresas patrocinadoras e o atendimento de regras gerais do uso do incentivo na execução dos projetos. 3- Marketing e mobilização de recursos: A partir das leis de incentivo houve grande aproximação dos artistas, produtores e gestores culturais com as empresas privadas patrocinadoras de projetos e um grande aumento no volume nos patrocínios culturais do setor privado. Tendo o patrocínio cultural como ferramenta de comunicação para o posicionamento e reputação da marca, comunicação empresarial integrada e responsabilidade social corporativa, as empresas gerenciam de forma cada vez mais profissional a seleção de projetos culturais para seus investimentos. Este material apresenta ferramentas de marketing aplicadas ao campo da cultura assim como identifica as diversas fontes de financiamento, auxiliando o proponente de projetos e gestores de instituições a desenvolver propostas cada vez mais qualificadas não só artística e tecnicamente mas também com planos de comunicação e marketing bem estruturados, além de planos de cotas e contrapartidas que atendam aos interesses dos patrocinadores negociando o projeto cultural como produto, entendendo o projeto como “moeda de troca” e utilizando uma linguagem comum com as empresas patrocinadoras. 4- Planejamento estratégico: Pela exigência do crescimento do mercado cultural e consequentemente da concorrência e profissionalização da área, essa cartilha busca trazer uma visão geral do pensamento estratégico na formulação de planos de trabalho direcionado a gestores de grupos, instituições, projetos socioculturais e empresas de projetos culturais que desenvolvem suas atividades em caráter permanente. Aponta as etapas do planejamento estratégico adaptado à realidade do campo da cultura com foco na captação de recursos, no intuito de conscientizar sobre a importância da organização interna, comunicação e posicionamento institucional na mobilização de recursos, contribuindo para a sustentabilidade de ações de médio e longo prazos. Este conteúdo será abordado de forma a estimular um trabalho profissionalizado, transparente, com foco e demonstrando capacidade de realização; melhorar a identificação de oportunidades; diversificar as fontes de recursos; conquistar a confiança dos investidores e formar relações sólidas com patrocinadores, apoiadores e parceiros. 5- Produção Executiva de projetos: A partir da ampla utilização do projeto como ferramenta de trabalho para a captação de recursos no campo da cultura e do crescimento do mercado, os gestores e produtores culturais lidam com projetos cada vez mais complexos, agregando várias ações, assim como atuam em instituições e empresas de produção cultural com que gerenciam diversos projetos, em diferentes etapas de realização: elaboração, captação, execução, prestação de contas. Dessa forma os gestores necessitam de um perfil profissional múltiplo, com conhecimentos de arte e cultura, administração, marketing, comunicação, organização e gestão de processos. Este material aborda os detalhes da produção executiva de um projeto, buscando contribuir para o amadurecimento profissional dos agentes culturais a partir de um domínio maior de conteúdos, técnicas e ferramentas de produção. 6- Prestação de contas: Uma prestação de contas bem executada começa a ser planejada na elaboração do projeto, e desde o início da pré-produção dos projetos. Existem necessidades de procedimentos e organização de documentos que são básicas, levando em conta aspectos gerais de funcionamento das empresas, a transparência e a legalidade no uso de recursos públicos e privados, assim como cada fonte de financiamento e cada lei de incentivo tem as suas regras específicas. Este material apresenta inicialmente os cuidados gerais para atendimento às legislações vigentes, introduzindo noções essenciais de organização de formulários e planilhas e elaboração de relatórios; sendo posteriormente detalhadas as regras específicas de leis de incentivo. Ponto fundamental para a boa gestão do projeto como um todo, a prestação de contas financeira merece atenção especial, uma vez que é um trabalho no qual muitos gestores apresentam dificuldades, o que prejudica a realização dos projetos, a utilização das leis de incentivo e a renovação de patrocínios.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: Informamos que em todos os locais de atividades presenciais que irá ocorrer as atividades do projeto terá estrutura acessível para locomoção, apoio para pessoas com dificuldade de locomoção. Acessibilidade de Conteúdo. Festival, Palestras, Oficinas, Apresentações Musicais e Cênicas, Seminários contarão com intérprete de libras e monitor para atendimento acessível como libras e guia. Vídeos e produções audiovisuais terão audiodescrição e libras. Os portadores de deficiência intelectual serão atendidos por monitores especializados.

Democratização do acesso

Art. 28. Em complemento, o projeto irá adotar as seguintes medidas de ampliação de acesso: IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil;

Ficha técnica

Coordenador Geral do projeto: Associação Raízes da Tradição (proponente e responsável pela gestão administrativa do projeto) Ana Paula Gomes (Jones) Artista autoral, Especialista em Economia Criativa, bacharel em Artes Cênicas/Interpretação pela Universidade doRio de Janeiro/Uni-Rio, cursou Direção Teatral na Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, e foi alunaespecial do Mestrado em Artes Cênicas da EAD/ECA – USP e da Antropologia – FFLCH USP. É atriz e trabalhou comgrandes Diretores Nacionais, como Maria Clara Machado, Márcio Vianna, Antunes Filho, Moacyr Góes, e algunsDiretores internacionais que influenciaram muito seu trabalho na criação da Associação Raízes da Tradição.Trabalhou com os discípulos de Jerzy Grotowsky em Cleveland Ohio/EUA, com Raymond Bobgan do ClevelandPublic Theater e Massoud Saidpour do The Cleveland Museum of Art, por mais de 20 anos. Presidente do Raízes daTradição, coletivo e movimento da sociedade civil brasileira que trabalha em prol do fortalecimento dasjuventudes dos povos e comunidades tradicionais, e das Expressões Vivas das Culturas Populares Brasileiras, suamissão é o desenvolvimento humano a partir das práticas das Artes e das Culturas. Foi apresentadora, roteirista ediretora assistente da série televisiva “Oganagô Percussivo: Raízes da Tradição” editando, produzindo eroteirizando 9 filmes sobre “O Poder Social da Cultura Popular”, e do doc sobre O MultiArtista “Daqui Pra Lá, de LáPra Cá: O Legado de Naná Vasconcelos. Ana Paula Jones é a atual Diretora Presidente da Associação Dia da TerraBrasil, consultora do departamento de economia criativa do SEBRAE RJ, desde 2009, e de 2013 a 2018, foi aGestora e Coordenadora Geral da Incubadora Rio Criativo” da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeirocom patrocínio do MINC, FAPERJ, SEBRAE, referência nacional em Incubação, Start Up’s, Co-Working, Inovação eTecnologia, Cursos e Consultorias na área de Economia da Cultura, tendo atendido mais de 40 mil CPF’s. Realizou o“I Seminário Nacional Para as Culturas Populares” em 2004, a exposição “índios: Os Primeiros Brasileiros”, o “IEncontro dos Povos Indígenas do Nordeste” ambos em 2007, o “Presença Indígena no Fórum Cultural Mundial” e dezenas de outros eventos culturais. Aristeo Gonçalves Leite Filho - Coordenação Educativa Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Santa Úrsula (1977) e mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1997). É doutor em Ciências Humanas - Educação pela PUC/Rio (2008), onde leciona no curso de especialização em Educação Infantil. É professor Adjunto da Faculdade de Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro - UERJ. É fundador e diretor da Escola Oga Mitá no Rio de Janeiro.É Coordenador do Fórum Municipal de Educação do Rio de Janeiro.É membro do colegiado do Fórum Permanente de Educação Infantil do Rio de Janeiro. (Texto informado pelo autor) Coordenação de produção – Wilson Souza Costa Wilson Souza Costa: Atua com equipes de profissionais vinculados as diferentes etapas de Projetos sócio-educativos e culturais. Tem quatorze anos de experiência criação, planejamento, diagnóstico, implantação, desenvolvimento e avaliação de projetos sociais e culturais. Trabalhou com a coordenação estratégica e gerencial da Fundação Gol de Letra. Tem 30 anos de atuação em todos os níveis do magistério. Consultoria para Instituições educativas – SESC e TVE. Consultoria para programas de Educação à distância – TVE/SALTO PARA O FUTURO. Oferece palestras e cursos. Fábio Gomes: Ogan’ilú da Nação Nagô Egbá, jornalista - UNINASSAU, Gestão e Produção de Eventos - UPE, fundador do Instituto Social Brasil África – ISBA e Afoxé OyáTokolê, músico, arranjador, dançarino, percussionista, pesquisador das culturas e tradições afro-brasileiras, brincante da cultura popular, consultor de políticas públicas nos seguimentos da infância e juventude, direitos humanos, étnico-racial, segurança alimentar, cultura e habitação. Organizador das Favelas Articuladas e Organizações Solidárias – Rede Favos, Gestor de Ponto de Cultura - PE, Prêmio Cultura e Saúde MinC, Empreendedor La Ruta de La Aprendizage - ACOA ONU, Criador da Rede Juventude de Terreiro PE, Produtor - Fabio Gomes Ogan de Xangô (tocador ritualístico) na tradição Afrobrasileira Nagô Egbá do Recife/PE e especialista em cultura popular brasileira, Fábio Gomes é um jovem Multiartista com grande experiência musical. Fábio transitou em importantes manifestações populares das culturas pernambucana como Escolas de Samba, Afoxés, Maracatus de Baque-virado, e Troças, além de acompanhar artistas como: Vanessa da Mata, Charles Theone, Dj Negralha (O Rappa), Alceu Valença, Chico Brown (neto do Chico Buarque e filho de Carlinhos Brown), Guto Goffi (Barão Vermelho), Kenny Davis (USA), Seu Jorge, Black Alie, Manu Chao, Femi Kuti e Claudionor Germano (maior intérprete do frevo), Mestre Toinho do Maracatu Encanto da Alegria e os saudosos mestres Naná Vasconcelos e André Madureira – que foi seu diretor de repertórios de danças no Balé Popular do Recife. Acompanhou, ainda o multi-instrumentista armorial Antúlio Madureira (compositor da trilha sonora de maior audiência da TV Globo - O Auto da Compadecida), seja na dança ou na música, Fábio percorreu da cultua popular e por ela chegou importantes festivais como Free Jazz/SP, Festival de Jazz Montreux/Suiça, Favela Chic (Fra), Festival Del Caribe e Santiago Del Fuego/CUBA, Reveillon Algarve/Portugal, Carnaval e São João de Recife/Olinda/Pernambuco, FIG, MIMO, SESC Pompéia/Iguatemí, Programa do Jô – TV Globo e Globo News), Bulevard Olímpico/RJ para citar apenas algumas das suas referências. Estudou Comunicação Social/Jornalismo. Coordenou importantes organizações como Central Única das Favelas – CUFA em Pernambuco, Povos e Comunidades Tradicionais – ISBA (PE), Associação Raízes da Tradição, Incubadora Rio Criativo/Secult RJ,atuou no Conselho Nacional de Cultura , Conselhos Estadual de Direitos Humanos PE, Rede dos Pontos de Cultura - MINC e FUNDARPE .

Providência

PROJETO ARQUIVADO.