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PRONAC 2314744Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Assim Até Eu

ANTONIO THADEU WOJCIECHOWSKI
Solicitado
R$ 198,6 mil
Aprovado
R$ 198,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-03-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

"Assim Até Eu" é um espetáculo de teatro, com texto de Antônio Thadeu Wojciechowski , romance ambientado na Curitiba dos anos 90. O projeto realizará 12 apresentações a preços populares e 3 ensaios abertos gratuitos. O espetáculo será filmado na íntegra e divulgado em site específico na Internet para possibilitar um maior acesso de público.

Sinopse

Resenha Atirar a primeira pedra, por Roberto Prado Num dia qualquer dessa vida, em nada diferente do outro, você deixa uma pedrinha à toa rolar montanha abaixo. E vem a avalanche. Em "Assim até eu" o martírio e a redenção do nosso herói começam quando ele decide ir embora e não dizer mais tchau. Essa pedra lançada ao acaso faz a roda do sofrimento se mover em direção aos moradores da encosta, inclusive o protagonista, que se vê arrastado e tenta, no meio do turbilhão, montar o quebra-cabeças com o que conseguiu salvar dos cacos de sua memória. De repente, tudo e todos, de ontem e de agora, parecem atolados em dor, enredados no cipoal dos remorsos, esmagados pela culpa, arrastados por avassaladora maré de azar. Jogado dentro desse cenário devastado, onde o amor e a morte andam de mãos dadas, o nosso herói deve buscar o caminho de volta. Apanhado dentro de um redemoinho voraz, não há espaço para tranquilas reflexões e isso faz de "Assim até eu" uma obra também muito engraçada. Uma gargalhada autoanalítica que, para a maioria de nós, infelizmente, só mesmo uma completa desgraça consegue arrancar. Antonio Thadeu Wojciechowksi colocou no mundo personagens cheios de vida, em cujo interior a ternura, a compaixão e a honra lutam incessantemente contra as forças da destruição, do abandono, da negação. Mas, ao terminarmos a leitura, de tão identificados, voltamos ao começo para dizer: assim até eu. E isso, definitivamente, não é para qualquer um. Trecho do livro Noite. Acima de mim, um céu com ataque de estrelismo. Mas sem lua, comigo, aqui ó, este céu não se cria. Curitiba já vem com ar condicionado, é só você estar ligado. adivinhe o que eu estou vendo. Duvido. O cara chega aqui e não vê o que eu vejo. A Curitiba do turista é uma, a minha é a do Dalton Trevisan. Aqui tem coisa que até o diabo duvida. O cara, depois que vai embora, fica com a impressão de que não sai mais daqui, só de inveja. Na verdade, o curitibano é que nem coração demãe quando fala com a gente. Difícil é entender as razões de tantos cuidados. quem para para pensar, deduz: o cara é um estúpido. Quem pega o espírito exclama: o cara é um gênio. Mas isso são só modos de falar, o que eu quero é que você entenda de uma vez por todas que assim até eu.

Objetivos

OBJETIVO GERAL - O Objetivo principal deste projeto é aproximar o grande Teatro do máximo de pessoas, apresentando o mundo deste gênero cultural para o público de uma maneira profunda e sobretudo prazerosa, através da transformação do texto do livro em prosa "Assim Até Eu", do renomado poeta Thadeu Wojciechowski, numa peça de teatro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar 12 apresentações da peça de teatro "Assim Até Eu", beneficiando até 2124 pessoas; - Ofertar ingressos a preços populares; - Como contrapartida social, realizar 3 ensaios abertos da peça, destinados a professores e alunos da rede pública de ensino; - Filmar integralmente a peça para divulgação em site específico, atingindo um público de milhares de pessoas em todo país. .

Justificativa

Antonio Thadeu Wojciechowski, o proponente deste projeto, é poeta, professor, agitador cultural e executivo de um dos maiores grupos educacionais do Brasil. Tudo começou em 1978, em conjunto com o poeta e professor de Literatura Leopoldo Scherner (ver: https://nuhtaradahab.wordpress.com/2010/05/20/leopoldo-scherner-1919/), Thadeu organizou um recital na PUC do Paraná, intitulado Sala 17, com a participação de vários poetas. O sucesso foi tanto que o fez ver uma nova realidade. Na verdade, foi um grande incentivo para que se iniciasse uma nova fase na literatura curitibana. Thadeu tomou o controle e iniciou o Movimento Sala 17, que culminaria com a publicação de três antologias: Sala 17, Reis magros e Sangra: cio. Além de Thadeu e do professor Sherner, Marcos Prado, Roberto Prado, Tatara, Roberto Bittencourt, Hamilton Faria, Paulo Leminski, Paulo Venturelli, Solda, Rettamozo, Eduardo Cabral, entre outros, assinavam a autoria. O lançamento da antologia Sala 17, na Casa Romário Martins, foi colossal, épico, com a presença de milhares de pessoas, no Largo da Ordem de Curitiba. E foi o elo para a vinda de dezenas de artistas para um convívio produtivo. Músicos da grandeza de um Cabelo, Walmor Goes, Rodrigo Barros, Luiz Antonio Ferreira, foram trazendo novas possibilidades para a arte que era feita. Centenas de canções nasceram à luz da bazófia, do chiste e da pilhéria, assim como do lirismo e da emoção. Sérgio Viralobos foi um dos que radicalizaram na desconstrução do discurso vigente, criando uma poesia em que a musicalidade ganhou contornos genuinamente curitibanos. A amizade de Thadeu com o grande poeta Marcos Prado e toda essa turma criou um elo com a nova geração e dele nasceram bandas, movimentos, estéticas, que moldaram o atual rosto da cidade. Lia-se, via-se e ouvia-se tudo que pintasse pela frente. Nada foi deixado de lado, de Noel a Issa, de Hendrix a Kliebnikov, do romantismo ao Tao, de Chico a Dante Alighieri. Foram traduzidos dezenas de livros e poetas, escritos outro tanto. Em 2003, Thadeu fez sua estreia em prosa com o livro "Assim Até Eu", lançado pela Lagarto Editores. A segunda edição, revista e ampliada pelo autor, foi lançada pela Travessa dos Editores, mantendo o mesmo projeto gráfico do famoso cartunista Solda. Neste livro, Thadeu Wojciechowski revela as diferentes espécimes de vampiro existentes em Curitiba. Existem aqueles que não sugam, mas injetam sangue novo. Em Assim até eu _ um romance violento e divertido ou violentamente divertido? - circulam duas vertentes de personagens, os ideologicamente alcoólicos e os bêbados deideologia, cujas trajetórias paralelas deságuam na prisão, no hospital, no manicômio e no cemitério, onde o narrador os acompanha com piedade, porém sem dó. Assim até eu pega na veia, com frases incisivas, diálogos ágeis/engraçados e um narrador que deixa a história correr, aparecendo e desaparecendo com a precisão dos melhores vampiros. Nossa proposta agora é transformar o texto de "Assim Até Eu" numa peça de teatro, dirigida pelo multiartista Octavio Camago, o criador da Cia Iliadahomero de Teatro, com larga experiência no meio teatral paranaense. No momento, Octavio está dirigindo a "Ilíada", de Homero, com Daniel Dantas e Letícia Sabatella nos papéis principais, com grande sucesso de público e crítica no Teatro Guaíra _ Auditório Salvador de Ferrante, em Curitiba. Entre elenco e equipe técnica, a peça de teatro "Assim Até Eu" envolverá trinta profissionais da área de Cultura. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Especificação técnica

"Assim Até Eu" será uma peça de teatro com duração de uma hora e meia e classificação indicativa de 18 anos. A produção da peça terá uma equipe de 30 pessoas, com destaque para os seguintes nomes: - Thadeu Wojciechowski: produtor executivo e autor do texto. - Octavio Camargo: diretor da peça e responsável pela adaptação dramatúrgica do texto. - Beto Bruel: iluminador: - Fernando Marés: cenógrafo - Sérgio Viralobos: coordenador do projeto - Ana Paula Taques: assistente de produção - Ronald Pinheiro: ator - Chiris Gomes: atriz - Jonatas Medeiros: ator e tradutor intérprete de língua brasileira de sinais - Iria Braga: atriz

Acessibilidade

PRODUTO: APRESENTAÇÃO TEATRAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o Teatro José Maria Santos dispõe de rampa de acesso que atende aos portadoresde deficiências físicas. Item da planilha orçamentária: não haverá custo adicional para a realização desta ação deacessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O espetáculo contará com uma medida inusual de acessibilidade: um dos atores, Jonatas Medeiros (currículo incluído na aba Ficha Técnica) fará o papel de um garçom onipresente no bar onde se desenrola a peça. Ele atuará também como intérprete de libras, o que já fez em outra peça da Cia Iliadahomero de Teatro. Ainda em 2023, ela estreou o Canto 1 da Ilíada em LIBRAS, com Jonatas Medeiros, em temporada de 8 apresentações, com sucesso absoluto de publico e de crítica. Veja em: https://www.plural.jor.br/noticias/cultura/iliada-em-libras-canto-i-estreia-temporada-com-sessao-lotada/ Item da planilha orçamentária: intérprete de libras

Democratização do acesso

Informamos que ref. ao art. 28 da IN nº 01/2023 serão adotadas no projeto, as seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Nome: Antonio Thadeu Wojciechowski Função: Produção executiva, sendo que o mesmo também será o responsável pela gestão do processo decisório. Autor do texto que será transformado em peça de teatro. Produções culturais: Livros: Um Grito na Cidade Cinzenta(1977), Sala 17 (1978), Reis Magros (1978), Thadeu 1 (1979), Sangra:Cio (1980), Thadeu 2 (1981), 69 (1983), Meteoro (1985), OSS (1985), O Corvo (1985), Feiticeiro Inventor (1986), O Corvo (edição trilíngüe, 1986), Perolas aos Poukos (1988), Os Catalépticos (1990), O Livro de Tao (1992), Eu, aliás, nós ( 1995), Ai dos que não são Thadeu(1996), Um Fausto ( 1996), Crime (1999), Tao, o livro (2001), O Amor é Lino (2002), Comes, bebes & fumacês (2002). O carinho da violência (2002), Assim até eu (2003), Não temos nada a perder (2006), Koan do Como Onde (2009), Os bêbados amam demais (2011), Presença de Espíritos ( 2012), O dia que matei o wilson martins (2013), Punhal Polaco (2013). Poemas de Amor Ainda (2019). Prêmios recebidos: Vencedor do prêmio Itaú Cultural 2001 – 2 músicas. Homenageado pela Região de Toscana – Instituto Dante Alighieri – pela tradução da Divina Comédia. Distinção do Instituto Goethe pela tradução de Fausto. Homenageado por serviços prestados à cultura polonesa. Dezenas de medalha de ouro, prata e bronze na área de propaganda e marketing, inclusive três (3) Tops de Marketing. Medalha de Mérito Fernando Amaro pela Câmara Municipal de Curitiba, em 2006. Em 2020, recebeu o Prêmio em Reconhecimento à Trajetória da Secretaria de Comunicação Social e Cultura do Paraná, em edital da Lei Aldir Blanc. Veja os motivos neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=DULmdTTLnA0. Nome: Octavio Camargo Função: Diretor da peça de teatro e dramaturgo responsável pela adaptação do livro "Assim Até Eu". Atuação Profissional: Professor do Curso de Composição e Regência da Escola de Música e Belas Artes, nas disciplinas de Composição, Estética e Análise Musical Diretor da Cia Iliadahomero de Teatro - www.iliadahomero.wordpress.com Diretor da Cia Radicalidade - www.ciaradicalidade.wordpress.com Diretor associado da Errant Bodies Press - www.errantbodies.org Informe sobre Produções Culturais: Octavio Camargo graduou-se Bacharel em Música (1992) pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná - UNESPAR. Professor dos Cursos de Composição e Regência, Licenciatura em Música e Superior de Instrumento da EMBAP/UNESPAR desde 1994 onde leciona Harmonia, Estética e Composição. Concluiu o Mestrado em Letras peal UFPR em agosto de 2019 com a dissertação "Formulas de abertura e conclusão de discursos diretos no canto 1 da Ilíada de Homero e suas traduções por Odorico Mendes". É doutorando em Filosofia pela UFPR/EHESS. Atua ainda como compositor e diretor teatral, engajado em ações interdisciplinares relacionadas à arte e ativismo social, com participações artísticas e acadêmicas em diversos lugares como: Los Angeles (USA), Munich (Alemanha), Berlin (Alemanha) Copenhagen (Dinamarca) Teran (Irâ), Tessalônica (Grécia) e Lisboa (Portugal). Dirigiu espetáculos teatrais de autores como Paulo Leminski, James Joyce, Albert Camus, Brandon Labelle e Luis de Camões. Fundador e diretor da Cia Iliadahomero de Teatro desde 1999, realizou a primeira encenação integral da Iliada de Homero na tradução de Manoel Odorico Mendes, realizada no Memorial de Curitiba em abril de 2016. Sua obra de compositor abrange diversos gêneros musicais, da canção à música instrumental, com participações em CDds, filmes, vídeos e peças teatrais. autor de canções gravadas por interpretes e compositores como, Mario da Silva Junior, Luiz Felipe Leprevost, Troy Rossilio, Alexandre França, Chiris Gomes, Bárbara Kirchner, Thadeu Wojciechowski, A Banda Mais Bonita da Cidade, Gustavo Proença, Selma Batista, Chico Paes e Nelson Sargento. Nome: BETO BRUEL Função: Iluminador Histórico: Nascido em 1950 na cidade da Lapa - Paraná, morou até os 14 anos em Guarapuava, iniciou sua carreira de iluminador em 1971 no Colégio Estadual do Paraná, Curitiba. É considerado o melhor iluminador do Teatro brasileiro, como comprova sua extensa lista de prêmios, alguns listados aqui: Medalha de Ouro no World Stage Desing - International Organisation of Scenographers, Theatre Architects and Technicians 2009 – Seul, Coreia - “Não sobre o amor” – Direção de Felipe Hirsch Prêmio Shell 2001 – Rio de Janeiro - “Memória da água” – Direção Felipe Hirsch 2005 – São Paulo – “Avenida Dropsie” – Direção Felipe Hirsch 2009 – Rio de Janeiro – “Não sobre o amor” – Direção Felipe Hirsch 2014 – São Paulo – Não vejo Moscou da janela do meu quarto- Direção Silvana Garcia 2019 – São Paulo – “Lázarus”- Direção Felipe Hirsch Nome: Fernando Marés Função: cenógrafo Links de trabalhos em companhias e citações.http://www.companhiabrasileira.art.br/peca/https://www.kunsthall314.art/imaginary-republichttps://iliadahomero.wordpress.com/2017/12/14/abertura-da-sala-603/Cenógrafo e colaborador com a ‘Companhia Brasileira de Teatro’. Destaques para:‘VIDA”, ‘Oxigênio’, ‘Isso te interessa’, ‘Essa criança’, Projeto Brasil, Krum, entre outros. Dir. Márcio Abreu.Trabalho contínuo com companhias independentes de Curitiba e instituições culturais.Teatro de Comédia do Paraná. ‘Os Incendiários’. Dir. Felipe Hirsch.Regina Vogue Produções – Diversos espetáculos para crianças. Dir. Maurício Vogue.Aplicação de princípios de Arte-educação em cenografia e objetos para espetáculos para crianças. Fonfuncionários da arte. Grupo de teatro. Direções de Fátima Ortiz. Textos. Enéias Lour.Balé Teatro Guaíra. Destaque para ‘Rapsody in blue’.Desenvolvimento e execução de projeto para adaptação de ônibus no projeto ‘Linhas da Cultura’. Centro Culturalteatro Guaíra. Produção de quatro espetáculos para circulação no interior e em escolas públicas. PRÊMIOS E TÍTULOS RECEBIDOS11 premiações ‘Troféu Gralha Azul’.5 premiações ‘Café do Teatro’ – voto da classe artística.Premio de dir. de arte – ‘O Encontro’. Dir. Marcos Jorge. Festival de cinema e vídeo de Goiás.Prêmio Shell de cenografia Rio de Janeiro - 2013 – Esta Criança – CCBB Rio de JaneiroPrêmio Shell de cenografia Rio de Janeiro - 2016 – Krum – Teatro Oi Futuro – Rio de Janeiro.Indicação Prêmio Shell de cenografia São Paulo – 2012 – Vida – Cia brasileira de teatro Nome: CHIRIS GOMES Função: atriz ATUAÇAO PROFISSIONAL:Atriz profissional desde 1990 atuando em várias produções curitibanas e paulistas. Trabalhou com diversos diretores dentre eles: Cleon Jacques, Raul Cruz, Edson Bueno, Gabriel Vilela, José Celso Martinez, Sandra Pires, Márcio Abreu, Octávio Camargo, Maureen Miranda, Fernando Kinas, Maurício Vogue. Participou do curta metragem Um dia de Elis, dirigido por Yasna Yanez e Rick Castro. Na área da Música participou de musicais bem como de bandas de músicas autorais e homenagens a artistas famosos como o CD Dalvanéios – tributo a Dalva de Oliveira além de CDs autorais em parceria com diversos compositores. Estuda a língua de sinais desde 2012 tendo feito diversos cursos. Atualmente está cursando pós-graduação em Libras e Língua Portuguesa pelo Instituto Paranaense de Ensino – Unidade III / Direito e Educação. NOME: Jonatas Rodrigues Medeiros Função: ator ÁREA DE ATUAÇÃO: Tradutor Ator de Língua de Sinais na esfera teatral; Tradutor cinematográfico; diretor de teatro surdo/teatro bilíngue; roteirista; Tradutor de textos literários, artísticos e científicos; Produtor cultura de arte surda na Fluindo Libras. Na área acadêmica é pesquisador dos Estudos da Tradução, Linguística Textual em Libras; Teatro Bilíngue emLibras; Direitos Humanos Surdos e Literatura Surda. A experiência no campo da tradução artística e performática possibilitou atuações como: tradutor ator bilíngue, tradutor cinematográfico, consultor bilingue na esfera artística, criador de cenas bilíngues para peças experimentais em libras e formador de profissionais em cursos de capacitação de tradução na esfera artística.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.