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PRONAC 2314794Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Chama pra Roda

João Paulo Aquino Burgos
Solicitado
R$ 199,6 mil
Aprovado
R$ 199,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Samba
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-08-01
Término
2026-07-31
Locais de realização (7)
Barueri São PauloCajamar São PauloCotia São PauloEmbu das Artes São PauloPeruíbe São PauloSão Paulo São PauloTaboão da Serra São Paulo

Resumo

O Projeto Quebrada de Coco Chama pra Roda propõe circular por espaços culturais periféricos da região metropolitana de São Paulo com uma Vivência em Coco de Roda. O Coco é uma manifestação da cultura popular tradicional, oriunda do nordeste brasileiro, na qual toda a comunidade é convidada a participar, seja cantando, dançando ou tocando percussão.A vivencia proposta é composta por um cortejo de chegada (o grupo vem tocando e convidando o público a participar), uma roda de conversa (sobre as experiências com o coco de roda),uma oficina prática (abordando dança, canto, pandeiro, ganzá, alfaia) e uma roda celebrativa (todos os participantes partilham o que aprenderam). Quantidade: 20 oficinas (sendo em São Paulo, Taboão da Serra, Peruibe, Cotia, Embu das Artes, Barueri e Cajamar) Duração: de 3h a 4h. Limite de participantes: 40 pessoas. Público alvo: a partir de 6 anos, pessoas interessadas na cultura popular tradicional, público em geral.

Sinopse

O repertório do Coletivo Coco da Quebrada contém canções tradicionais e autorais, e apresenta uma mistura das formas poéticas e musicais da tradição com os assuntos contemporâneos, e vai de temas obrigatórios como a natureza e a festa, até questões sociais e filosóficas mais atuais.Um dos momentos mais cruciais para a nossa vivência é roda de conversa tratando da história e origens do brinquedo, na qual ouvimos do público qual a profundidade do contato que eles já tiveram com a manifestação do coco de roda além de compartilhar as nossas próprias experiências com os mestres e mestras e as motivações que nos impulsionam a multiplicar os saberes que pudemos aprender.Ainda serão abordados questões cruciais como a importância de reconhecer os antigos, as mestras e mestres e de dinfundir as nossas manifestações mundo a fora.

Objetivos

O projeto chama pra roda objetiva aproximar as pessoas interessadas nesse universo da cultura popular ao brinquedo do coco de roda em sí e à possibilidade de elas mesmas serem fazedoras culturais e passarem a construir a sua própria autonomia na criação da sua arte, seja batucando, dançando ou cantando e improvisando versos. E portanto tem como objetivos:- Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais- Difusão das tradições populares nacionais- Estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes Serão realizadas 20 vivências em espaços culturais periféricos da região metopolitana de São Paulo, incluindo as periferias e extremos da capital e de cidades como Taboão da Serra, Peruibe, Cotia, Embu das Artes, Barueri, Cajamar. Dentre essas, de 3 a 6 atividades serão realizadas em território indígena. de 3 a 6 atividades serão realizadas em escolas públicas para crianças de 6 a 15 anos. Todas as atividades serão gratuitas para o público.

Justificativa

O projeto Chama pra Roda se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Assim como pretende alcançar os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante o estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes;III - preservação e difusão do patrimônio imaterial artístico, cultural e histórico, mediante proteção e difusão das tradições populares nacionais; Muito embora os territórios periféricos das grandes cidades sejam compostos por uma população majoritariamente de origem nordestina e consequentemente afro indígena, raramente se vê difundida a nossa cultura cabocla, originalmente brasileira na mesma proporção que outras matrizes artísticas de origem estrangeira, já que estas contam com alto investimento da mídia de massa e publicidade em geral. Esse desequilíbrio entre a diferença que se dá nos acessos a nossa cultura tradicional e a cultura de massa acarreta na descontinuidade do sentimento de pertencimento identitário, que faz por exemplo que nossos jovens poetas se idealizem com muito mais frequencia como MC's do que como repentistas ou emboladores, e assim é em várias áreas do conhecimento artístico.Assim que nos percebemos enquanto artistas periféricos negros e de origem nordestina, pudemos reconhecer que a cultura popular, com toda a sua simplicidade e sutileza, traz na essência a força da manifestação (mãos - festa - ação), pudemos descobrir que os nossos brinquedos ancestrais carregam a potência da união de gerações na transmissão de saberes e histórias, que por si só já são emancipadoras.Passar a ter contato e partilhar com mestres e mestras da tradição de cultura oral do Coco de Roda e outras manifestações, permitiu que o coletivo Quebrada de Coco se emancipasse e se reconhecesse enquanto potência artística e criadora, para que agora, através do projeto Quebrada de Coco Chama pra Roda da mesma forma, possamos provocar essa sensação de descoberta e liberdade na juventude periférica, que assim como nós, está carente de caminhos que levem a reconhecer a própria identidade.

Estratégia de execução

Esse projeto teve a sua primeira edição em 2023 e foi realizado com o Incentivo do PROAC/SP em Embu das Artes, Cotia, Itapecerica da Serra, Itapevi, Cajamar, Taboão da Serra, Barueri, no CIEJA do Campo Limpo, no território indígena Tekoa Yvi Porã Jaraguá,

Especificação técnica

Vivência em Coco de Roda Duração: de 3h a 4h com cortejo no início e roda de partilha no fechamento Limite de participantes: 40 pessoas Público alvo: crianças a partir de 6 anos, jovens e adultos(as/es) de todas as idades, pessoas interessadas na cultura popular tradicional, público em geral. Entrada gratuita

Acessibilidade

Para possibilitar que as atividades sejam acessiveis a várias pessoas e seus corpos, todas as vivências do projeto Chama pra Roda serão realizadas em espaço físicamente acessível, com banheiros e rampas acessiveis e guias táteis (com excessão às vivências realizadas em Território Indígena) e contarão com intérprete de Libras.

Democratização do acesso

Todas as vivências do projeto Chama pra Roda serão realizadas em território periférico de maneira gratuita para o público. Os locais serão Casas de cultura, centros culturais comunitários, escolas publicas, bibliotecas entre outros

Ficha técnica

Histórico do Coletivo: A Quebrada de Coco foi por muitos anos uma "sambada", um evento destinado ao Coco de Roda e outras manifestações da cultura tradicional, tendo iniciado seus trabalhos lá nos idos de 2015 no Espaço Comunidade, Jd Monte Azul, periferia da zona sul de São Paulo. A sambada recebeu nomes importantes da cena e foi referência no território até o encerramento das atividades do Espaço Comunidade em 2018, a partir daí o coletivo diminuiu a frequência na produção e se concentrou em aprofundar a relação com as manifestações e com as mestras e mestres do folguedo, para a partir de 2020 se reconhecer como um grupo de artistas, criadores, brincantes e multiplicadores da tradição cultural do coco de roda, se dispondo a repassar o conhecimento apreendido até aqui com o propósito de multiplicar e difundir esse conhecimento tão importante para o nosso próprio reconhecimento identitário. Em 2022 o grupo foi contemplado com incentivo do Programa de Valorização às Iniciativas Culturais VAI modalidade I junto à secretaria de cultura do município de São Paulo para a criação do primeiro álbum musical gravado em estúdio, e um álbum visual gravado com cenas e poesias no Teatro Clariô. Além de também ter sido contemplado com recursos estatais através do edital PROAC para a circulação da Vivência "Chama pra Roda" em 10 cidades da Região Metropolitana de São Paulo. Em 2023 o grupo foi contemplado com incentivo do Programa de Valorização às Iniciativas Culturais VAI modalidade II junto à secretaria de cultura do município de São Paulo para a realização de 2 eventos e gravação de 3 EP's com a participação de mestras e mestres que são referências para o grupo. Ficha Técnica (brincantes e oficineiros): João Aquino - Proponente, Compositor, Repentista, Músico Percussionista e Brincante da Cultura Popular. Tem sua formação baseada na vivência com mestres do coco de roda, mais especificamente Zezinho de Casa Amarela (Recife PE), de quem é aprendiz desde 2015 e Mestre Zé Negão (Camaragibe PE), com quem pode viajar e se apresentar como percussionista nos palcos dos SESC's SP. Além de experiência como ator e brincante do espetáculo de teatro de rua “Festa na Fé”, junto ao Grupo OLARIA (Vitória da Conquista BA) e músico percussionista do Bando Pé d'Estrada (Chapada Diamantina BA). Pedro Lucas Pilar - Poeta, Dançarino, Brincante da Cultura Popular e Músico Percussionista. Poeta desde os 7 anos de idade, filho da poetisa Tula Pilar, acostumou-se a fazer parte das apresentações do Sarau do Binho e da Cooperifa. Certificado na Formação para jovens educadores do Instituto Brincante, participa ativamente de coletivos de cultura popular, tais como Jongo Candongueiros do Campo Limpo, e Grupo Candearte. Também é formado em artes cênicas pela Cia Ataré de Narrativas Cênicas, Trupe Imbola Rua e Teatro Popular Solano Trindade. Gabriela Malaquias - Atriz, Brincante da Cultura Popular, Percussionista e Cantora. Desde 2017 integra o grupo de maracatu Mucambos de Raiz Nagô como brincante percussionista, e já integrou diversos grupos de cultura popular em São Paulo como Oro Ari, Bloco de Pedra, Coco da Lua, Coco das Flores, e já teve a oportunidade de acompanhar o mestre Edmilson do Coco em apresentação no Coco do Pneu (Olinda, PE) além de acompanhar também a Mãe Beth de Oxum em apresentações por São Paulo. Sthefany Veloso - Atriz, Brincante da Cultura Popular, Percussionista, e Cantora. Estuda atuação e teatro desde 2007, tendo participado dos espetáculos “Alcatéia” e “O Pagador de Promessas” (Escola de Teatro do CITA SP, 2014), e “O Sítio”, “Amianto” e “Canto das Almas sem Nome” (Escola de Treinamento Artístico de SP, 2016), atualmente está como corpo de cena do Bando Trapos SP. Desde 2015 participa como brincante, cantora e percussionista no Grupo Candearte Taboão da Serra.Jhenny Santine - poeta, atriz, produtora cultural, musicista, percussionista e cantautora. Nascida e criada nas rodas de samba da zona leste de SP, traz para seu trabalho autoral referências de sua ancestralidade nordestina afroindígena em confluência com elementos da arte periférica contemporânea. Suas músicas constroem narrativas de empoderamento e amor compartilhado entre mulheres negras. Seu trabalho no espetáculo "Dois a Duas“ rendeu a Santine uma indicação à premiação de Melhor Atriz Protagonista. A peça, financiada pelo PROAC LGBT, foi premiada pelo APCA e pelo Prêmio SÃO PAULO DE INCENTIVO AO TEATRO INFANTIL E JOVEM como Melhor Espetáculo para Público Infanto-juvenil. Também conta com o videoclipe da canção autoral “Tempestade de Oya ", lançado na Aparelha Luzia em Abril de 2021. Mariar Movimenta - Artista-educadora, cantadeira, tocadora, dançadeira, compositora e brincante da cultura popular tradicional. Idealizadora e orientadora nos encontros-aulas do projeto Forró Brincado, que iniciou em Serra Grande (BA) e continua hoje na cidade de São Paulo. Atualmente realiza o trabalho com suas músicas autorais, junto com todes es cantautores do coletivo Coco da Quebrada (SP). Participou como batuqueira e oficineira por um tempo no grupo Maracatu Baque do Monte (SP). É estudante do curso de Dança da ETEC de Artes, de Danças Brasileiras na Escola de Dança de São Paulo com Silvana de Jesus e Silvestre Oliveira e Danças a Dois com a Cia Dois Rumos. Segue gravando suas canções com Miltinho Edilberto. Ficha Técnica (apoio):Caetana - coquista convidadaRay Félix - Intérprete de LibrasPaula Honda - Designer Gráfico e Redes SociaisDeni - FigurinoJéssica Marias - Assistente de ProduçãoJoão Aquino - Produção Executiva

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.