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Este projeto visa à publicação de um livro de arte do fotógrafo brasileiro Claudio Edinger e à realização de uma exposição, com vídeos e conteúdo feito especialmente para o projeto. A previsão é de que sejam impressos 1 mil exemplares, além da disponibilização de um audiolivro, como medida de acessibilidade. A exposição será gratuita, com imagens audiovisuais e medidas inclusivas. Atividades de formação de público e inclusivas serão realizadas, como contrapartida social.
1. PROPOSTA EDITORIAL PARA PRODUÇÃO DE LIVRO DE ARTE Será um livro de 22x28 cm, capa dura, 310 páginas, 170 fotos autorais - uma compilação dos 50 anos de carreira 2. EXPOGRAFIA Planejamento, metodologia e definição de técnicas a serem adotadas para concepção e realização da exposição de vídeos serão realizados após aprovação do projeto e contratação de profissional capacitado para este fim. A expografia será apresentada na primeira readequação do projeto, junto a demais materiais com definições curatoriais e projetos técnicos.
A Vento Leste, editora de Mônica Schalka, nasceu do desejo de compartilhar arte por meio da fotografia, da poesia e da literatura, sempre de forma inspiradora e promovendo um diálogo de alma com seus leitores e interlocutores. Retratando vidas, pessoas e lugares do Brasil, a casa publicadora de fotografia vem, desde sua fundação, gerando conteúdo de excelência, promovendo acesso, fruição cultural, informação de valor cultural e artístico e encantando pessoas. Claudio Edinger é um dos renomados integrantes da plataforma de artistas da Vento Leste. Um dos fotógrafos mais aclamados do Brasil, Edinger nasceu no Rio de Janeiro em 1952. Em 1975 expôs suas fotos pela primeira vez, no MASP, sua primeira série, sobre o Edifício Martinelli em São Paulo. No começo do século o Martinelli havia sido o mais alto e exclusivo edifício de São Paulo. Quando Edinger começou sua pesquisa fotográfica no prédio, ele havia se transformado em uma favela vertical. No ano seguinte, 1976, mudou-se para Nova Iorque, a fim de aprofundar-se em seu conhecimento de mundo e entender melhor suas próprias raízes. Durante seu tempo nos EUA, Edinger desenvolveu vários projetos pessoais e também trabalhou como fotógrafo para as revistas Time, Newsweek, Life, Rolling Stone, Vanity Fair, e para a revista de domingo do New York Times. Em 1977 estudou com Philippe Halsman (1906_1979), o famoso fotógrafo letão naturalizado americano, autor de mais de cem capas da revista Life. Inspirado em Tolstoy, que diz "Sem saber quem sou, a vida é impossível", Edinger desde o começo de sua carreira, usa a câmera como recurso de pesquisa. Realizou mais de 50 exposições individuais em diversos Países. Publicou mais de vinte livros, o mais recente deles Machina Mundi II, 2020, pela Vento Leste. Recebeu diversos prêmios pelo seu trabalho primoroso, dentre eles: Prêmio Pictures of The Year | 1996 | Melhor Foto em uma Revista | Newsweek Higashikawa Award (Japão) | 1999 | Melhor Fotógrafo Estrangeiro do Ano/Foreign Photographer of the Year | "Carnaval" Prêmio J.P. Morgan | 1999 | "Loucura" | "Madness" Prêmio Porto Seguro | 2007 | "São Paulo" Melhor Livro do Ano/Year's Best Photobook | 2007 | Revista Clix | "São Paulo" Prêmio Porto Seguro | 2011 | Sertão da Bahia Hasselblad Award | 2011 | Downtown Los Angeles Prêmio Marc Ferrez | Santa Catarina | 2012 Além de sua carreira como fotógrafo, Edinger é um professor de fotografia muito respeitado, tendo sido professor e ministrado workshops em instituições nos Estados Unidos e no Brasil. Sua dedicação à arte da fotografia continua a inspirar muitos profissionais da área em todo o mundo. A exposição será composta de 3 vídeos, também de conteúdo autoral. Objetivos Objetivo Geral: Contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Promover e estimular a exibição da produção cultural e artística brasileira. Estimular e apoiar a difusão de ações de literatura e atividades educativas e informadoras de conhecimento, cultura e memória nossa e de outras nações, de acordo com o artigo 1º da Lei Nº 8.313/1991. Objetivos Específicos: - Publicar um livro de arte _ 1.000 exemplares. Será um livro de 22x28 cm, capa dura, 310 páginas, 170 fotos. Imagens especiais - compiladas dos 50 anos de carreira comporão o livro, além de texto especialmente produzido para agregar valor e tornar o trabalho ainda mais rico do ponto de vista artístico e cultural. Será produzido também um audiolivro, disponibilizado online com acesso livre e gratuito. ONGs e outros órgãos e espaços de atenção à pessoa com necessidades especiais serão comunicados, via e-mail marketing e posts em redes sociais, e convidadas a baixarem e fazerem uso do material. - Exposição de arte visual _ 30 dias. Entrada gratuita. Realização de uma exposição, com duração de 30 dias. Prevê a criação e exibição de 3 vídeos, ainda em definição de características técnicas. A exposição será realizada na cidade de São Paulo. - Contrapartida social obrigatória _ Realizar um ciclo de oficinas gratuitas, com 5 edições de 4 horas/aula, cada. Ciclo de oficinas sobre fotografia documental. A proposta é realizar 5 edições de oficinas durante um ano, terão entrada gratuita e contarão com intérprete de libras. Serão ministrados pelo autor ou algum convidado, com a mesma expertise do autor. De acordo com o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021 as seguintes finalidades são objetivo deste projeto: I - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - Viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - Promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura.
Realizar a publicação de um livro e a exposição de um grande artista brasileiro, internacionalmente reconhecido, como Claudio Edinger, e que conte com medidas concretas de democratização de acesso e acessibilidade, permitindo que a fotografia artística, muitas vezes acessível apenas à uma pequena parcela da população, chegue a todas as pessoas, independente de raça, classe social, ou deficiência, é uma das grandes justificativas para realização desse projeto. Acrescenta-se a isso a notável trajetória artística de Edinger _ 20 livros publicados; mais de 10 participações em grandes revistas internacionais, como Elle, Forbes e National Geographic; workshops e palestras ministrados nos EUA e Brasil; mais de 50 exposições individuais já realizadas em vários países - ; e a expertise da Vento Leste Editora como casa publicadora de grandes nomes das artes visuais, além de toda a equipe experiente que atuará no projeto, e temos a garantia de um trabalho primoroso sendo entregue para a população. Em relação ao conteúdo cultural principal previsto no projeto, a realização do livro com material compilado de seus 50 anos de carreira favorece a documentação e perpetuação do trabalho do artista, e está alinhada com as diretrizes da Lei de Incentivo, artigo 1º da Lei Nº 8.313/1991: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. A realização da exposição agrega valor cultural e acesso ao conteúdo cultural produzido pelo projeto. Sua presença em São Paulo, grande polo cultural do Brasil, permite promover visibilidade e valorização da cultura e da produção cultural do Brasil da melhor forma possível: de forma gratuita, para acesso de todos, e com medidas adequadas de inclusão intelectual e física. A escolha das medias audiovisuais como suporte da exposição vai ao encontro de uma realidade já constatada nos estudos sobre consumo de conteúdo: a maioria das pessoas dá preferência para o consumo de vídeos, de pequena, média ou longa duração, e interage melhor com esse tipo de mídia do que com outros suportes, como texto ou imagem estática. Utilizar uma linguagem popular, como o vídeo, torna a exposição ainda mais democrática e acessível à população em geral. A utilização de medias audiovisuais como suporte de expressão artística surge inicialmente como um suporte de apoio para as artes plásticas (imagens e esculturas) e atualmente já podemos utilizar o suporte vídeo de forma profissional ou tecnicamente consolidada, como técnica principal para uma exposição, que é o que será feito em nossa proposta. As oficinas propostas na contrapartida cultural promovem as artes visuais, permitem a formação de crianças e adolescentes, e desperta de forma genuína e ‘mão na massa’ seu interesse pela fotografia, dando a elas, além de uma possível perspectiva de profissão futura, um maior entendimento sobre o processo da fotografia _ intenção, conexão, imaginação -, que será útil em qualquer área de suas vidas, e permitirá também o desenvolvimento de um maior apreço pelas artes em geral. O projeto atende também ao Art. 3° da Lei Nº 8.313/1991, atendendo aos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; (...) d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Portanto, se enquadra no Art. 18 da Lei 8.313/91, conforme §3°, alínea: b) livros de valor artístico, literário ou humanístico; d) exposições de artes visuais; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001). Para a realização de todas essas propostas, é fundamental a parceria com o Ministério da Cultura por meio da aprovação deste projeto. O benefício fiscal possibilita a busca de novos aportes de recursos, os quais garantirão a plena execução dos itens planejados. Com essas ações, este projeto pretende democratizar o acesso a bens e serviços culturais, colaborando para o processo de formação e sensibilização do público. É esperada uma repercussão positiva local, regional e nacional do projeto.
- Neste momento, não será possível enviar os projetos expográficos, pois os profissionais que trabalharão neste projeto ainda não foram contratados. Em anexo há um documento assinado, afirmando que a programação das ações será enviada posteriormente, para apreciação desta Comissão. - Em anexo encontra-se declaração do artista, de concordância e autorização para uso de suas imagens e conteúdo para produção do livro pela editora Vento Leste. O autor será remunerado pelo trabalho através da rubrica “Fotografia Artística”. - A proponente possui em seu CNPJ CNAEs de acordo com as atividades a serem executada por este projeto: 58.21-2-00 - Edição integrada à impressão de livros 58.11-5-00 - Edição de livros 74.10-2-99 - atividades de design não especificadas anteriormente 90.02-7-01 - Atividades de artistas plásticos, jornalistas independentes e escritores - Será enviado cronograma de trabalho atualizado e planejamento das oficinas assim que os curadores forem contratados e as negociações findadas. - Não será adquirido nenhum bem permanente neste projeto.
1. PROPOSTA EDITORIAL PARA PRODUÇÃO DE LIVRO DE ARTE Sou Claudio Edinger. Há mais de cinquenta anos ando caçando minha identidade. Sou carioca, criado em São Paulo, educado em Nova York, filho de mãe russa e pai alemão, economista que fotografa e escreve, judeu cercado de amigos católicos, iogue que adora o budismo e os sufis... Nunca consegui encontrar o meu lugar e meu trabalho é pautado por essa busca inesgotável. Sempre entendi que através da fotografia iria compreender melhor qual é o meu lugar, quem sou, qual o sentido de tudo isso, dessa bola gigante, flutuando no espaço. Para mim, a fotografia é o melhor instrumento de conhecimento que existe. Meu trabalho sempre foi pesquisa em todos sentidos, tanto estético quanto humano, e principalmente espiritual. Em cada projeto procurei me aprofundar no conhecimento fotográfico, explorando câmeras de grande formato, luzes, composições, assuntos dos mais diversos. A fotografia nos possibilita descobrir que o lugar da gente é em todos os lugares e, ao mesmo tempo, em lugar nenhum. Fotografamos sempre o que nunca vai ser igual, o momento que nunca mais vai existir. “A fotografia comprova que somos mortais, que o Tempo destrói todas as coisas”, diz Susan Sontag com muita propriedade. Não existe outra arte em que nos deparamos com nossa mortalidade tão continuamente, assim como somos testemunhas da morte de cada segundo, que tentamos de todo modo imortalizar, capturando sua foto. O fotógrafo é o alquimista que transforma oxigênio e átomos de luz em imagens. Marcel Proust diz que cada leitor descobre quem é ao ler um livro. O papel do escritor, afirma, é servir de “instrumento ótico” ao leitor, que, sem o livro, jamais descobriria quem é por si. O instrumento ótico a que Proust se refere, na verdade, é a fotografia. Serve de espelho e janela, como bem explica Eder Chiodetto em seu texto em meu livro, onde nos vemos e de onde espiamos e aprendemos sobre os outros e o mundo. Fotografia é acima de tudo descobrimento. Fotografamos o que somos e, por isso, vamos aos poucos nos descobrindo. Cada ensaio em que nos aprofundamos vai nos revelando, em diversas camadas: quem somos, para onde vamos, o que é tudo isso aqui. O universo sempre conspira a favor de um fotógrafo, de um artista. Não somos nós que criamos imagens. É a própria Fotografia, como uma deusa, uma força da Natureza, que nos utiliza como aparelhos captadores de si, seja da imagem tirada ou inventada. É essa experiência que compartilho com o leitor em Coisas que eu vi – os caminhos trilhados até aqui, a direção do olhar, a busca que nem sempre leva ao destino imaginado e, principalmente, o que a vida tem me mostrado para que, fazendo dos meus olhos mero instrumento, eu possa apresentar ao mundo outros pontos de vista. Planejamento, metodologia e definição final de técnicas a serem adotadas para concepção e realização do livro serão definidas após aprovação do projeto e contratação da equipe. 3. Atividades de contrapartida social As oficinas sobre técnicas de fotografia serão realizadas em parceria com escolas e universidades locais, na cidade de São Paulo, parcerias ainda pendentes de celebração. Com previsão de 5 ações, com duração aproximada de 4 horas cada, as oficinas proporcionarão aos participantes uma visão geral sobre técnicas de fotografia e seus possíveis usos. Oficinas serão realizadas com intérprete de libras e total acessibilidade ao público em geral. Atividade gratuita. Este projeto apresenta impacto cultural positivo, contribuindo para a formação de público fruidor de ações culturais e a inclusão sociocultural, gerando emprego (mesmo que temporário) e renda para a cadeia produtiva cultural, além de favorecer a democratização e a difusão de ações artístico-culturais.
1 – Produto: Livro de valor artístico Acessibilidade para deficientes visuais: Audiolivro descritivo. Item da planilha orçamentária: “Audiodescrição” Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica para o produto Livro, visto que é um livro de imagens e textos e o deficiente auditivo consegue ver as imagens e ler os textos. Intérprete de Libras para exposição e oficinas. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos: monitoria especializada para o devido cuidado com este público. Item da planilha orçamentária: “Consultor de Acessibilidades” 2 – Produto: Exposição: Acessibilidade física: Será escolhido local preparado para receber pessoas com deficiência física, obesos e idosos, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão de PcD 13.146/2015, do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e com o artigo de democratização da Instrução Normativa 1 de 2023. Será dada preferência para espaços com banheiros adaptados para cadeirantes com a devida sinalização, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Impressão de placas indicativas/ comunicação visual, em braille, para o público cego ou com baixa visão. Item da planilha orçamentária: Impressão de placa em braile Acessibilidade para deficientes auditivos: Será ofertado, gratuitamente, um intérprete de libras, para ações de interpretação das exposições. Estas serão previamente agendadas com Escolas, OSs e Institutos que trabalham com o público surdo-mudo. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras 3 – Contrapartida Social – Oficinas Acessibilidade física: Serão escolhidos locais preparados para receber pessoas com deficiência física, obesos e idosos, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão de PcD 13.146/2015, do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e com o artigo de democratização da Instrução Normativa 1 de 2023. Será dada preferência para espaços com banheiros adaptados para cadeirantes com a devida sinalização, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Impressão de placas indicativas/ comunicação visual, em braille, para o público cego ou com baixa visão. Item da planilha orçamentária: Impressão de placa em braile Acessibilidade para deficientes auditivos: Será ofertado, gratuitamente, um intérprete de libras, para as ações deste produto. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras.
Adotaremos as seguintes medidas de democratização de acesso, de acordo com o artigo 28 da IN 1 de 10 de abril de 2023: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; A comprovação dessas ações será realizada na Prestação de Contas, por meio de fotos, vídeos, lista de presença e outros documentos relevantes. Este projeto apresenta impacto cultural positivo, contribuindo para a formação de público fruidor de ações culturais e para a inclusão sociocultural, gerando emprego (ainda que temporário) e renda para a cadeia produtiva cultural, além de favorecer a democratização e a difusão de ações artístico-culturais. Os livros serão distribuídos respeitando os limites da IN 01/2023, conforme subscrito abaixo: a) Distribuição de no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível; f) é permitida a comercialização de produtos e subprodutos do projeto cultural em condições promocionais com ingressos do Vale Cultura. A comprovação dessas ações será realizada na Prestação de Contas, via fotos, vídeos, lista de presença e demais documentos.
Nome/Função Vento Leste: ProponenteMônica Schalka: Coordenadora Geral e Coordenadora Administrativo-FinanceiraClaudio Edinger: FotógrafoCiro Girard: Designer e projeto gráficoHeloísa Vasconcellos: Coordenação editorialCristina Ribeiro: Gestora CulturalLudmila Deslandes: Gestão Administrativo-Financeira Salamandra Filmes: Foto e vídeo Vento Leste e Mônica Schalka (Proponente e Coordenadora Geral e Administrativo-Financeira) É uma casa publicadora de fotografia, poesia, literatura e arte que nasceu em 2015. Do livro de estreia – Às vezes água, às vezes terra, poemas de Miguel Bichir e fotografias de Du Zuppani – à exposição HAENYEO, Mulheres do mar, de Luciano Candisani no MIS em 2019, a marca da Vento Leste é a excelência na execução, proporcionando a seus autores protagonismo, estrutura e apoio durante o processo de edição. MAGNA, primeiro livro do fotógrafo mineiro Cristiano Xavier, venceu o Prêmio Fernando Pini em Excelência Gráfica na categoria Livro de Arte, em 2018. Mônica Schalka é diretora e Coordenadora Administrativo-Financeira de todos os projetos da Instituição descritos abaixo. 2023 – Araquém Alcântara – 50 anos – exposição itinerante pelo Rio Amazonas. 2022 – Pantanal – Luciano Candisani 2020 - A cor do anjo da guarda - Cassiano Antico Diário de um outono particular - João Marcos Rosa 2019 - Exposição HAENYEO – Mulheres do mar - MIS – Museu da Imagem e do som Entretanto - Clovis França Bike – sua vida em equilíbrio - Vinícius Ferreira 2018 - A marcha do sal - Érico Hiller O livro dos monólogos – Recuperação para ouvir objetos - Diógenes Moura Exposição Visões de um poema sujo - Festival Valongo – Santos, SP MAGNA - Cristiano Xavier 2017 - Exposição Visões de um poema sujo - Museu Afro Brasil – São Paulo, SP Claudio Edinger – Fotógrafo EXPOSIÇÕES 2019 Galeria Murilo de Castro (Belo Horizonte) | Machina Mundi Nova York | Collective Galeria Carbono | Machina Mundi Toscana | Solo Galeria Lume (São Paulo) | Machina Mundi New York | Solo 2018 Galeria Arte 57 (São Paulo) | Machina Mundi New York | Collective 2017 Musee de L'Homme | Paris | "Sertão da Bahia" | Collective Galeria Barbado | Lisboa | "Machina Mundi" | Solo 2016 Museu Olimpico de Lausanne | Switzerland | "Rio de Janeiro" | Collective Le Magazyn | Los Angeles | "Venice Beach" | Solo Galeria Lume | São Paulo | "Machina Mundi" | Solo LIVROS “De Bom Jesus a Milagres” | BEI (SP) | 2012 "O Paradoxo do Olhar" | Editora Madalena | 2015 "Machina Mundi" | Bazar do Tempo | 2017 "História da Fotografia Autoral e a Pintura Moderna" | Editora Ipsis | 2019 "Machina Mundi II"| Vento Leste | 2020 Ciro Girard - Satelite Comunicação, como sócio-diretor: direção de criação e desenvolvimento de linguagem para: PUC SP (educação), Grupo Dass - Fila, Umbro e Tryon (marcas de esporte), Natura - Design e linguagem das linhas Mamãe&Bebê, Ekos, AmorAmérica, Cia Orgânica (café gourmet premium), EST Cosméticos, Publicações customizadas para Audi automóveis (ALMAP), Revista África (Wide Projects), Etoile Hotéis. Desenvolvimento de linguagem de comunicação para Mekal (design de inox), Florestal Santa Maria (manejo sustentável de madeira), Terra Virgem Editora (livros de arte), Beto Pandiani (expedições de aventura), Zoomp (moda), Banco Panamericano, Speedo (esporte). Direção de arte, projeto gráfico e edição de livros para os fotógrafos e autores: Fabio Feldmann, Lito Souza, Luciano Candisani, Érico Hiller, Rogério Assis, Pedro Martinelli, Maureen Bisilliatt, Ricardo Teles, Emerson Murakami, Cristiano Xavier, Marcio Vasconcelos, Paulo Fridman, Roberto Linsker, JR Duran, Diógenes Moura. Jun 2005 - Revista Vogue, com Andrea Carta: direção de arte e criação. Com Giovanni Frasson, Patricia Carta, Sérgio Ribas e Ignácio de Loyola Brandão, desenvolveu projetos e aprimorou o design da revista, aumentando consideravelmente os resultados de venda em banca e assinaturas. Abr 2000 - Mai 2005. Heloísa da Costa Vasconcellos - Criou, em 2006, a TINO EDITORIAL – Gestão de projetos especiais, por meio da qual realiza essas atividades de forma independente. EDITORA VENTO LESTE - Desde 2017, responsável pela coordenação editorial e produção gráfica de todos os livros e projetos da Editora, incluindo exposições e outros eventos culturais. Edição do livro Bubuia do tempo; produção gráfica dos livros Às vezes água, às vezes terra, Na trilha do cangaço – o sertão que Lampião pisou e Entretanto; coordenação editorial e produção gráfica dos livros MAGNA (prêmio Fernando Pini de produção gráfica 2018), O Livro dos Monólogos, A Marcha do Sal, Diário de um outono particular, A cor do anjo da guarda. Criação das páginas da editora nas redes sociais. Cristina Ribeiro - Gestora Cultural – Mestre em Estudos e Gestão da Cultura (ISCTE). Especialista em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA. Cursou Projetos pela Fundação Getúlio Vargas. É sócia da Aluarte Consultoria e Gestão Cultural, empresa que realiza o planejamento e o acompanhamento de projetos culturais incentivados com recursos públicos ou diretos. Destas, destacam-se a Manutenção do Teatro Bradesco BH, o Carnaval de Belo Horizonte (2019 e 2020), o Centro Cultural Minas Tênis Clube, o Festival VerboGentileza, a exposição “Olhares estrangeiros em territórios conhecidos” – Lisboa, com curadoria de Ana Saramago, gestão de projetos da Fundação Dirce da Silveira e produção do longa-metragem “Intrigas Íntimas”, de Ataídes Braga. Trabalhou na área de Projetos do Instituto Cultural Sérgio Magnani/ Palácio das Artes. Também trabalhou no Galpão Cine Horto, o Centro Cultural do Grupo Galpão, como Assessora de Planejamento e Projetos. Nas áreas de consultoria organizacional/ Recursos Humanos e Qualidade trabalhou na Belgo Mineira S/A, Nemak Alumínios (Motores para Fiat) e Nova Era Silicon (Siderúrgica Japonesa). Ludmila Deslandes – Gestão Administrativo-Financeira – Especialista em Linguagem, Tecnologia e Ensino (UFMG), graduada em Letras (UFMG). Cursando Curadoria pela Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia. É empreendedora cultural desde 2015, e atua desde 2019 em parceria com a Aluarte Consultoria e Gestão Cultural, empresa que realiza o planejamento e o acompanhamento de projetos culturais incentivados com recursos públicos ou diretos. Dentre os trabalhos dessa parceria, destacam-se a coordenação administrativo-financeira do Carnaval de Belo Horizonte (2020), o Festival VerboGentileza (2019 e 2020), Festival Sabiá (2022-2023), Festivais Murucututu e ArtBEM (2023) e projetos atuais em desenvolvimento com a Vento Leste Editora e outros. Salamandra Filmes – Foto e Vídeo - A Salamandra Filmes foi criada no início de 2019 em Belo Horizonte para atender ao mercado corporativo de produção de vídeos, trazendo junto ao seu portfólio, empresas de grande porte como: BHP, Vale, VLI, Localiza, Bamin, Land Rover, entre outras. Juntamente ao mercado corporativo, a atuação em documentários para grandes nomes da fotografia brasileira aliou dois lados opostos da produção de vídeo, levando um olhar apurado e artístico ao universo corporativo e por outro lado a objetividade aos filmes documentais de fotografia. Seu fundador, Leonardo Lima, fotógrafo autodidata, começou a atuar no mercado audiovisual em 1998 como artista 3D, passando por finalizador, editor e desde 2004 assumindo a direção de comerciais, institucionais e documentários. Hoje integra a equipe da Série Click Expedições Fotográficas, série televisiva do qual idealizou voltada à expedições fotográficas, gravadas em locais isolados, onde grandes fotógrafos revelam suas técnicas e desafios no percurso de conquistar grandes fotografias. O programa será exibido em 2024 no canal de viagens da GNT. Através de uma tendência de mercado, a Salamandra Filmes atua com equipes reduzidas e equipamentos de alta qualidade a fim de trazer agilidade, custo adequado e qualidade às suas produções. Suas equipes modulares são capazes de adequar à qualquer demanda do mercado audiovisual
PROJETO ARQUIVADO.