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Realizar a Turnê Marcas do Tempos nas cidades de Natal/RN, João Pessoa/PB, Camoina Grande /PB e Recife/PE, sendo uma apresentação em cada cidade.
Circulação do álbum Marcas do Tempo em 04 cidades do nordeste. Trabalho voltado a música instrumental e autoral, para público de todas as idades, com classificação livre. Álbum composto por 15 faixas musicais. O projeto busca incentivar a produção de música instrumental oriunda do Estado de Pernambuco. Além disso será realizado uma palestra "A Influência da Bossa Nova Na Música Instrumental Brasileira ministrada pelo palestrante Maestre Caio Cezar Sitônio, com duração de 03 horas.
Realizar a Turnê Marcas do Tempo, que consiste no álbum composto por 15 músicas instrumentais e autorais com a finalidade de realizar a circulação em 04 (quatro) cidades do nordeste, em conformidade com os incisos I, III, V , VII E VIII, do artigo 2º do Decreto nº 10.755 de 26/07/2021, os quais dispõe: Art.2º "Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I _ valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; III _ viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V _ incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII _ desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII _ impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Objetivo Específico: · Realizar apresentações musicais em 04 (quatro) cidades do nordeste · Promover o álbum Marcas do Tempo em estados diferentes ao do compositor · Incentivar a cadeia produtiva da música instrumental · Formar público em estados diferentes ao do compositor
O projeto visa ampliar e democratizar do acesso à música instrumental por meio da turnê do álbum Marcas do Tempo. A proposta pretende incentivar as pessoas a prestigiar apresentações musicais, especialmente instrumental e autoral oriunda do Estado de Pernambuco, para que desta forma se dissemine a música instrumental. Além disso, pretende incentivar a participação do público em apresentações musicais em teatros, como forma de contribuir com a democratização de acesso a espaços culturais, facilitando a todos o acesso às fontes de cultura pelo exercício dos direitos culturais. Ademais alinhada a Lei de Incentivo à cultura nos seguintes aspectos: II Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Marcas do Tempo é um projeto que atende ainda ao art.3º da Lei 8.313/1991 para cumprimento das finalidades expressas no art.1º desta lei,os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; Além dos aspectos legais mencionados, este projeto se justifica ainda por contar com a participação de músicos e produtores com vasta experiência incluindo fora do pais, com trabalhos executados com êxito, por tal motivo possui a capacidade técnica de produzir um álbum e vídeo clipes que emocione o público e que promova e valorize a música instrumental (art.18 da Lei 8.313/1991 , § 3º, letra c "música erudita, instrumental ou regional"),vertente ainda pouco explorada para região nordeste do país. Vale ainda destacar que o idealizar da proposta é músico, escritor e programador Visual, já participou ativamente de todas as etapas de produção e arte dos seus dois CDs: "Adivinha Quem É?" e "Coisa de Outro Mundo", com letras e músicas de sua autoria, demonstrando mais uma vez a capacidade de gestão, produção e execução da proposta, conforme comprovado em seu currículo apresentado a este projeto. A turnê acontecerá nas cidades de Natal/RN, João Pessoa/PB, Campina Grande/PB e Recife/PE no mês de setembro de 2024 e contará com a estrutura física de cada teatro escolhido. A proposta é realizar as apresentações em Teatros como forma de preservar a concepção artística, assim como meio de democratizar o acesso a bens, produtos e espaços culturais. Além disso o projeto promoverá fruição artística e possibilitará o desenvolvimento dos artistas e toda equipe envolvida movimentando a cadeia musical em cada cidade em que o projeto se apresentar. A apresentação em Recife/PE, será gravada com alta tecnologia fonográfica e audiovisual para ser dispobibilizada através das platafrmas digitais e contará com as participações especiais de Leila Pinheiro e Roberto Menescal. Por fim, ressalta-se que a busca por incentivos ao projeto se justifica pelo motivo da produção do projeto possuir custo elevado para o proponente, o que inviabiliza a realização do trabalho sem patrocínio.
Carta de Apresentação de Eric Dayan aos avaliadores de Projetos da Lei Rouanet Não é surpresa pra ninguém que os tempos áureos da Música Popular brasileira já foram vividos, havendo pouca possibilidade de num futuro próximo experimentarmos um renascimento dessa manifestação com o mesmo ou superior impacto, influência nos costumes e peculiar beleza capazes de nos reapresentar ao mundo de maneira tão cativante e elaborada como nos aconteceu no auge da Bossa Nova. Aquela linguagem única, carregada de inigualável personalidade ganhou uma miríade de nuanças, matizes e conotações nos diversos intérpretes nacionais e até estrangeiros que enriqueceram o movimento e a nossa cultura sem detrimento, até diríamos: muito pelo contrário, na exportação de nossos valores. É indiscutível que a geração de novos caminhos no âmbito musical é por demais necessária para nos mantermos em evidência e com renovada relevância em pairagens mais distantes propagando nossa riqueza imaterial ao abrir caminhos e oportunidades para novos talentos, contribuindo para a geração de empregos e a elevação da autoestima e do otimismo com reflexos inclusive na economia do país. Mas isso não se consegue ou se adquire sem uma boa base de pesquisa, embasamento por afinidade na imersão em nossa brasilidade, sem o apego às tradições e fórmulas de sucesso, adicionando a elas uma contribuição pessoal. Com base nessas prerrogativas venho destacar o formidável trabalho de Eric Dayan, cantor, compositor e poeta com CDs de frevo lançados em 1999 e 2001, preocupado com a revitalização do ritmo naquele momento em que se fragilizava diante da música baiana, oxigenando-o com novos temas e um lirismo peculiar que levou o radialista Hugo Martins, da Rádio Universitária de Pernambuco a referir-se quanto à sua música com letras bem elaboradas e entretanto compreensíveis como “Frevos Inteligentes”. Não é pra menos: a tradição foi cuidadosamente respeitada com pesquisa e discernimento e a ela somaram-se as inovações com a devida personalidade crítica e bem-humorada do músico, dialogando de forma magistral com as novas gerações. Mas Dayan não parou por aí: com vários prêmios no currículum e profissional da arquitetura cotidianamente, nunca parou de criar e desenvolver-se buscando a expressão no campo cultural, sobretudo em áreas de necessário resgate – a prova disso são os seus dois livros lançados de Sonetos e sua participação em academias literárias pernambucanas como a de Letras e Artes do Nordesta (ALANE), assumindo a cadeira como membro mais jovem em 2001 e ainda hoje! Com mais de 180 músicas próprias e tendo passagem pela MPB, rock e frevo, Dayan demonstra um carinho todo especial pela Bossa Nova e tem muito a contribuir em melodias e canções que nos fazem lembrar Vinícius de Moraes, Tom Jobim e intérpretes do quilate de Emílio Santiago e Leila Pinheiro. Rodeado de músicos virtuosos que conheceu em sua caminhada, ele agora se nos apresenta como uma opção assertiva de aprimoramento refinado da Bossa Nova com moderada atualização, objetivando dar novo impulso a esse querido e inigualável “Brazilian Jass” com todo o reflexo positivo já delineado nessa breve dissertação, oferecendo meios para uma nova jornada de grande sucesso para o ritmo se outros artistas como ele também assim o fizerem.
Ride técnico - 4 D-i- 2 D-i Teclados- Amp GT - Amp Bx- 6 monitores- Sax / Flauta 2 Mic - 1 Mic Voz- Kit Drum 6 Mic + Mic BB - 4 Mic Percussão - 1 Talc Back voz GuitarraMics preferenciaisAkgShureNeumanSunheiser SM58
ACESSIBILIDADE FÍSICA As apresentações musicais irão acontecer em teatros que possuem a estrutura física necessária para recepcionar público deficiente, visto que possui adaptações necessárias para acessibilidade física, adequado para o acesso de pessoas com dificuldades de locomoção, como idosos e também deficientes físicos. Possui ainda rampas de acesso para cadeirantes e banheiros daptados. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL Todas as divulgações nas redes sociais irão contar com essa medida de acessibilidade para atender as pessoas com deficiência visual, auditiva. Na apresentação musical não terá medidas de acessibilidade de conteúdo por ser música instrumental, sendo assim esta medida fica exclusiva para ser inserida nos conteúdos de divulgação da proposta. Na palestra de contrapartida terá interprete de libras. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL Será contratado em cada cidade um colaborador sensibilizado e capacitado para o atendimento de pessoas com diferentes deficiências, assim como para o desenvolvimento do projeto de forma acessível.
Como medida de democratização de acesso os shows serão disponibilizados nas plataformas digitais e youtube gratuitamente. O show também será realizado de forma gratuita, em local onde a acessibilidade será garantida em conformidade com a legislação vigente. Os locais possuem capacidade de comportar em média 500 pessoas, que poderão assistir ao show sentadas com espaços reservados na frente para cadeirantes, pessoas com dificuldade de locomoção incluindo idosos. No que diz respeito a palestra a mesma também será gratuita.
DIREÇÃO GERAL CARLOS CARVALHO. Atualmente, Carlos é o Diretor do Centro Apolo-Hermilo, equipamento cultural da Prefeitura da Cidade do Recife. Comunicador, ator e diretor dos mais renomados no meio teatral e de espetáculos artísticos do Brasil, com um curriculum invejável que inclui diversas direções em programas de rádio e televisão, diversos prêmios como ator e já inúmeros e referendados trabalhos de qualidade como diretor de teatro e de espetáculos artísticos. Foi recentemente, diretor de Políticas Culturais da Fundarpe, no Governo do Estado de Pernambuco, também um dos fundadores do Sated, em 1978 e da Apacepe, em 1973, foi Membro do Conselho de Cultura da Prefeitura do Recife, entre os anos de 2000 e 2002, foi ali também, onde exerceu a função de Diretor de Artes Cênicas e Multimeios, no período bienal 1992 e 1993. Iniciou sua carreira em 1966 como Ator em O Juiz de Paz na Roça, de Martins Pena e direção de Ruth Bandeira, com quem trabalha em seu espetáculo seguinte em 1967: O Homem da Vaca e Poder da Fortuna, texto de Ariano Suassuna, ambos espetáculos produzidos pelo Teatro da Criança do Recife, desde então, não mais parou em suas atividades teatrais, possuindo mais de 20 espetáculos em que esteve presente no elenco, são alguns deles: A Revolta dos Brinquedos (1972), Viagem ao Faz de Conta (1974), Maria Minhoca (1976); Viva o Cordão Encarnado e Galileu Galilei (ambos em 1978), em 79, sob direção de Milton Bacarelli, montou É..., de Millôr Fernandes; em 1992,compõe o elenco do premiado espetáculo da REMO Produções Salto Alto, sob a batuta de JoséFrancisco; em 1995 foi a vez dele próprio adaptar, dirigir e atuar no texto de Guimarães Rosa: O Duelo. Foi ator durante 12 anos da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém e também foi desde 1998 do elenco da Paixão de Cristo do Recife, sob a direção de José Pimentel. Mas é como diretor, a partir do ano de 1984, que ele ganhou renome no meio teatral pernambucano, por diversos prêmios e trabalhos de referência em qualidade nas encenações, são alguns de seus espetáculos: O Palhaço Jurema e os Peixinhos Dourados (2007); Mucurana, o Peixe e A Ratoeira (ambas em 2006); As Sombrias Ruínas da Alma, de Raimundo Carrero. (2005); Um Inimigo do Povo, de Ibsen (2005); Fernando e Isaura (2005). Dirigiu respectivamente em 2004 e 2002, dois espetáculos de Fernando Arrabal: A Bicicleta do Condenado e O Arquiteto e o Imperador da Assíria. Arlequim, de Ronaldo Brito Lima e produção da REMO Produções foi um dos espetáculos mais premiados e mais vistos pelo público pernambucano, suas sucessivas temporadas, até os dias de hoje, formaram toda uma geração de espectadores, atores e é um dos espetáculos mais premiados de sua carreira. Em 1999, adaptou a bonita história de Ariano Suassuna: Aberlado e Heloisa, também com a REMO. Foi Diretor Geral e teatral da ÓPERA DO SOL,espetáculo encenado nos estados de Pernambuco e Paraíba. Com direção musical e regência de Sandi Maia. Em 2019. Um trabalho híbrido entre às linguagens musical, teatral e dança. Este projeto foi aprovado e financiado pelo FUNCULTURA/ FUNDARPE. DIRETOR ARTÍSTICO JOSÉ ADRIANO FEITOZA APOLINARIO, em artes Adriano Marcena . Historiador de Formação, escritor e dramaturgo com Prêmios Nacionais, Textos Teatrais publicados e encenados, inclusive fora do Brasil. Em texto teatral, Marcena Publicou Trilogia da Miséria Humana (1995), A Ópera do Sol (Prêmio Nacional de Dramaturgia Funarte – MinC/ Funarte 1996, Prêmio Elpídio Câmara de Teatro no Concurso Literário Cidade do Recife – Categoria Teatro – 1997 e Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel – MinC/Funarte 2010), Textos Para 1, 2 e Até 3 Atores (Prêmio BNB de Cultura – 2009), Estrepolias de Pedro Malasarte (Menção Honrosa - Concurso Literário Cidade do Recife – Categoria Teatro – 2002), Anardio & Arianad (2013), A Caixa de Brinquedos (2014), O Menino (2015), A Fuga das Letrinhas (2016), Damiana (2017), Jesus & Judas (2018), dentre outros. Como pesquisador tem suas atenções voltadas à História da Cultura e, especificamente, do imaginário simbólico do Nordeste do Brasil. Lançou, nacionalmente, o Dicionário da Diversidade Cultural Pernambucana, na São Paulo Fashion Week 2012 e, posteriormente, Mexendo o Pirão: Importância Sociocultural da Farinha de Mandioca no Brasil Holandês (1637-1646); Raspando o Tacho – Comida e Cangaço: Relações Etnogastronômicas entre Nômades e Sedentários nos Sertões Nordestinos (1922- 1938), Lançados na Bienal Internacional do Livro de Pernambuco e de Alagoas e, Em 2017, lançou A Saideira – Breve História Cultural da Cerveja em Pernambuco. Em novembro de 2018, lança o início da trajetória de O Caçador de Assombração em ‘As Aventuras do Vampiro do Cordel – Contos Hilários e Razoavelmente Assombrativos. Estas quatro últimas publicações foram incentivadas pelo Fundo Pernambucano de Cultura-Funcultura/Secult-PE/Governo do Estado de Pernambuco. Participou, como debatedor, da mesa-redonda “O protagonismo cultural e o diálogo entre os saberes”, Programa Cultura e Pensamento, do Ministério da Cultura do Brasil, dentro do IX Encontro das Culturas Populares e Tradicionais, novembro de 2015. Em 2019, Palestra sobre Literatura de Cordel, na Mesa-redonda ‘Pernambuco literário: Cordel e cangaço na arte escrita’, programa da Biblioteca Pública de Pernambuco. Em 2020, palestra na sede da Sudene no Seminário Cultura e Desenvolvimento no Nordeste Brasileiro. Em 2021 participa da Mesa de Abertura da FLIST – Feira Literária de Serra Talhada. Em 2022, sua Adaptação da ‘Antologia Poética de Gregório de Matos, sob a direção de Emmanuel Matheus e Produção Executiva de Jéssica Viana é contemplado com a Lei Aldir Blanc 2 PE. Fez a direção artística da Turnê “Palavras Encantadas” , do compositor e cantor Geraldo Azevedo e Grupo Somos Uno, na Paraíba e Pernambuco( maio de 2016). ASSISTENTE DE PRODUÇÃO/COMPOSITOR- PROPONENTE ERIC DAYAN MELO NOGUEIRA. nome artístico Eric Dayan. Premiado no Recife Frevo é de 1998 com a música: "Vou Piratear Por Aí", cantada por Almir Rouche, no CD do concurso e gravou seus frevos com os maestros de Pernambuco: Duda, Clovis Pereira, Edson Rodrigues, Spok e Dimas Sedícias. Tornou-se regionalmente conhecido com o clipe: “Na Rua do Bom Jesus”, lançado no carnaval ano 2000, Lançou o clipe do “Tecnofrevo”, o primeiro “Frevo Tecno”, que levou o passo às boates pernambucanas. Sua experiência musical incluiu uma banda de rock, noções de canto lírico e atuação como vocalista e passista da Banda de Pau e Corda por um ano e meio adquirindo experiência de produção e palco em dois carnavais e um São João. Participou do CD do SESI em homenagem a Luiz Bandeira, onde gravou duas músicas com o grupo antes da produção de seus dois CDs. Hoje, também conhecido nas academias literárias e nas ruas como o “Poeta do Frevo”, Dayan é, provavelmente, o cantor e compositor que mais gravou, frevos-canção inéditos, da própria autoria e com a própria voz, em toda a fabulosa história do ritmo. DIRETOR MUSICAL, ARRANJADOR E MÚSICO SANDIMAR ALVES BEZERRA, nome artístico Sandi Maia, 2018 – Apresentação da A Ópera do Sol no 24º janeiro de Grandes Espetáculos./2018- Direção e produção musical, participação musical no CD- Reminiscências - do violonista Mario Sobel- Projeto incentivado pelo FUNCULTURA – 2017/2018 / 2018- Direção musical, produção e arranjador do CD- Corações Pernambucanos, do Intérprete: Bento Rezende / 2020- Direção e produção musical no álbum (CD) Víbora, do artista Mario Sobel. Projeto incentivado pelo Funcultura. DESIGNER SALISMAR ALVES BEZERRA (Salim Alves) - 2018 Direção e edição do clipe “Canção do Bicho” composição de Denoy de Oliveira, Geni Marcondes e Ferreira Gullar, interpretado por Pedro Nicácio. / Link do filme: Canção do Bicho https://www.youtube.com/watch?v=QQDi7sMG3l4 / 2018 Direção e edição do clipe Musical “A Passos firmes” obra de autoria de Mario Sobel, do álbum “Reminiscências” referente ao projeto nº 1056/17 aprovado pelo FUNCULTURA.Link da divulgação da música. https://www.facebook.com/mario.sobel.9/videos/4521839591162452 / 2018 Direção e edição do filme “Caio Cezar Sitonio e Pita Cavalcanti – Invenção nº 15 (J.S. Bach)” Link do Filme: Caio Cezar Sitonio e Pita Cavalcanti - Invenção nº 15 ( J.S. Bach) / https://www.youtube.com/watch?v=HmX7LwL_Rt8/ 2019 Direção e edição do filme “Caio Cezar Sitonio e Pita Cavalcanti – Invenção nº 04 (J.S. Bach)” Link do Filme: Caio Cezar Sitonio e Pita Cavalcanti - Invenção nº 4 ( J.S. Bach) https://www.youtube.com/watch?v=BX-wynANYUs PRODUTOR EXECUTIVO JOSÉ ANTONIO TAVEIRA BELO JUNIOR (Taveira Junior). Ator há 38 anos, possui 67 espetáculos de Teatro como ator e produtor . Desde 1989, vem trabalhando também por trás dos palcos, na realização de peças das mais diversas Companhias profissionais de teatro, em espetáculos adultos e infantis, com vários encenadores. Possui um total de mais de 20 espetáculos em que atuou, seja como Auxiliar de Produção, Produtor Executivo e Produtor de Teatro, são alguns deles: “Mito ou Mentira” (1989); “Lembrem-se de Lilith!” (1991); “Minha Infância Querida” (1992); “Peter Pan” (1993); “As Grávidas” (1995), “As Travessuras de Charles” (1996); “Hipopocaré”(1997); “O Alienista” (1997), dentre muitos outros até hoje. Atualmente, trabalha como Produtor de espetáculos com sua Companhia: Galharufas Produções, fundada em 1994, que tem em seu curriculum quinze espetáculos montados profissionalmente: “Piquenique no Front” (1994); “O Seminarista” (1998); “Inocência” (1999); “Minha Infância Querida” (1999); “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (2000); “Senhora” (2001), “O Cortiço” (2002), “O Alienista” (2003), “Risoflora” (2003), “Triste Fim de Policarpo Quaresma” (2004), “Lucíola” (2005), “São Bernardo” (2005), “O Amor do Galo da Madrugada Pela Galinha D’Água” (2006), “O Mambembe” (2007), “O Crime do Padre Amaro (2008/09); “Maria Borralheira” (2010) “A Visita da Velha Senhora” (2010), “A Mandrágora” (2014), “A Ópera do Sol” (2016), e em 2018 estreou “Em Nome do Desejo”, de João Silvério Trevisan. Vencedor de vários editais de Incentivo à Cultura, em níveis municipais (SIC e Fomento), estaduais (Funcultura) e Federais (por 03 anos consecutivos o Myriam Muniz/ Petrobrás). Recentemente, em setembro de 2022 estreou como Produtor o espetáculo “Cidade dos Karianthos”, de Valdir Oliveira e direção de Cláudio Lira, com incentivo do Funcultura. Ainda sobre sua administração, a Companhia está envolvida em mais dois projetos só para o ano de 2023.
PROJETO ARQUIVADO.