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PRONAC 2314983Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Aquisição e doação de acervo para o Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro

ALLUCCI & ASSOCIADOS COMUNICACOES LTDA
Solicitado
R$ 11,45 mi
Aprovado
R$ 11,45 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Doação/Aquis Acervos p/Museus e Inst. Pres Memória
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-18
Término

Resumo

O projeto pretende contribuir para a ampliação do acervo do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. Para isso, no produto Aquisição de Acervo Museológico a proposta é de aquisição de 14 obras de arte, para que sejam incorporadas e posteriormente exibidas a um amplo público. No produto Contrapartidas Sociais, serão realizadas ações educativas com estudantes e professores, estimuladas por esse novo acervo e discutindo sobre o papel do museu vinculado à educação.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Este projeto tem como objetivo geral a aquisição de 14 obras de arte e posterior doação para comporem o acervo do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) do Rio de Janeiro e, também, oferecer oficinas de ação formativa educativa a alunos e professores da educação básica dos sistemas públicos de ensino. O projeto atende aos seguintes incisos do Art. 3ª do Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO: AQUISIÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO Esta ação tem como objetivo qualificar o acervo do MNBA, com aquisição, doação e futura exposição das obras abaixo relacionadas: 1. Ernesto De Fiori - Barbara, 1927 _ terracota - 57 x 13 x 16,5 cm 2. Ferrignac - Sem título, s.d. - aquarela e nanquim sobre papel - 30,8 x 22,8 cm 3. John Graz - Poltrona listrada, s.d. - madeira e estofado - 73 x 94 x 80 cm 4. Ione Saldanha - Sem título, da Série Bambus, s.d. - têmpera sobre bambu - 170 x 11 x 11 cm 5. Ismael Nery - Devaneio, 1933 - guache e carvão sobre papel - 26 x 23 cm 6. Ismael Nery - Autorretrato, década de 1930 - aquarela sobre papel - 18,4 x 10,7 cm 7. Hélio Melo - Mapinguari I, 1989 - nanquim e extrato de folhas sobre tecido- 152 x 81 cm 8. Hélio Melo - Colhendo látex I, 1996 - nanquim e extrato de folhas sobre papel cartão - 23 x 17,5 cm 9. Hélio Melo - O amanhecer no seringal, s.d. - nanquim e extrato de folhas sobre cartão - 23 x 26 cm 10. Sidney Amaral - No banheiro de casa, os chinelos da namorada, 2000 - bronze, alumínio, dourado e polido - 216 x 90 x 90 cm 11. Sidney Amaral - Estudo para "O que faz nascer em mim a brutalidade", 2016 - aquarela sobre papel - 75,5 x 56 cm 12. Sidney Amaral - Sem título, 2015 - aquarela e grafite sobre papel - 79 x 107,5 cm 13. Eleonore Koch - Sem título, 1979 - têmpera sobre tela - 65 x 81 cm 14. Ismael Nery - Retrato de Mulher, 1929 - óleo sobre cartão - 46,3 x 38,4 cm Público estimado: 40.000 pessoas Forma de mensuração: contagem de público ingressante no espaço expositivo e documento de registro de visitantes. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Realizar no total 13 oficinas gratuitas, cada uma com 1 encontro de 50 minutos, para professores e estudantes do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e/ou Anos Finais) e do Ensino Médio dos sistemas públicos de ensino (municipais, estadual e federal), na região Metropolitana de São Paulo. Para estudantes, pretende-se que as oficinas sejam ministradas durante o turno escolar. Para professores, pretende-se que sejam realizadas durante o HTPC (Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo). Duração: 50 minutos Periodicidade: 1 encontro por turma Público estimado: 40 participantes por oficina, totalizando 520 participantes. Forma de mensuração: lista de presença e declarações das escolas em que as oficinas serão ministradas. Oficinas para estudantes - "O que um museu pode ser?" Oficinas para professores - "Museu e escola: diálogo através do acervo" Projeto pedagógico inserido no campo "Especificações técnicas do produto"

Justificativa

O acervo é veículo de diálogo entre um museu e seu público. O museu, como instituição, tem se esforçado para aumentar seu alcance, principalmente entre os mais jovens e entre grupos que antes não faziam parte de seus frequentadores. Em uma perspectiva ampliada, espera-se que o museu seja lugar de encontro, local de partilha de conhecimentos realizada de forma horizontal, informando e também sendo informado, em uma conversa direta com a comunidade em que está inserido. A chegada de um novo acervo é momento de reflexão sobre as possibilidades que essas obras permitem. Sua presença e exposição no espaço do museu devem ser motivadoras para ambos; para o museu, que precisa pensar em novas formas de engajamento e para o público, que tem a oportunidade de conhecer novos artistas e diferentes perspectivas das artes visuais. Assim, este projeto pretende contribuir para a ampliação do legado do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, na medida em que disponibiliza 14 obras de autores diversos e instigantes, expandindo o diálogo entre museu e público por meio desse novo acervo. Para ser viabilizado, este projeto precisa da utilização da Lei de Incentivo à Cultura e se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Este projeto tem como meta alcançar os seguintes objetivos do artigo 3º da Lei de Incentivo à Cultura _ Rouanet: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

Documento INVENTÁRIO DO ACERVO E PARECER OU LAUDO TÉCNICO SOBRE O ACERVO anexado com informações e laudos técnicos sobre as obras. Eleonore Koch (Berlim - Alemanha, 1926 / São Paulo - SP, 2018) Aluna de Alfredo Volpi e próxima da pintura metafísica italiana de Giorgio De Chirico, Koch explora suas próprias investigações e questões. Em sua obra predominantemente plástica, objetos, pessoas, paisagens e cenas cotidianas são delicadamente retratados e se prestam mais ao meticuloso ofício do pintor (criar composições equilibradas e harmônicas, talvez em busca da perfeição da pintura), do que retratar a realidade com representações simbólicas ou alegóricas. Neste sentido, se aproxima dos ensinamentos de seu professor Alfredo Volpi. Sua paleta de cores e os limites precisos entre as tonalidades são, inegavelmente, fruto de seu aprendizado com o pintor. Eleonore Koch expôs nas edições de 1959 e 1967 da Bienal Internacional de São Paulo. Em 1979, participou da exposição Coleção Theon Spanudis, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP). Ernesto de Fiori (Roma - Itália, 1884 / São Paulo - SP, 1945) Viveu em Paris de 1911 até 1914, onde conviveu com artistas de vanguarda e mestres franceses. Começa a produzir suas primeiras esculturas. Suas figuras humanas possuíam um denso aspecto psicológico, expressado nas poses e expressões das obras. Trabalhando como correspondente de um jornal italiano na Primeira Guerra Mundial, elabora a ideia de que a arte deve buscar as qualidades espirituais e tratar da condição humana, assim aproximando-se da estética expressionista alemã. Estabelecido em Zurique, passa a explorar em suas esculturas a plasticidade do corpo humano, a dramaticidade e a teatralidade. Chega a São Paulo em 1938, onde se aproxima dos modernistas brasileiros. No país se dedica à pintura figurativa. Pinta paisagens, florestas, fazendas e algumas cenas de queimadas. Durante a década de 1940, retrata cenas urbanas de São Paulo: ruas angulosas, transeuntes solitários e apressados, grandes edifícios e avenidas. Sua contribuição abriu novos horizontes no circuito artístico paulistano. Sua pintura, ao mesmo tempo figurativa e gestual, influenciou o trabalho de artistas como Mario Zanini e Joaquim Figueira, assim como as pesquisas de Alfredo Volpi. Hélio Melo (Vila Antimari - AC, 1926 / Goiânia - GO, 2001) Trabalhou como seringueiro no Acre, onde encontrou inspiração e referências para se tornar escritor, artista, compositor, e músico, sempre como autodidata. O universo amazônico aparece em sua produção plástica, que traz referências cifradas aos mitos, personagens e costumes da floresta, aprendidos nos anos em que o artista viveu e trabalhou na mata. Sua pintura está ligada de forma semelhante a fatos e passagens da vida do artista, ou de alguma forma vivenciados ou presenciados por ele. Em seus desenhos e pinturas, retrata o simbolismo do seringueiro, marcado pelo aprendizado com a natureza e com os índios, destacando a dimensão simbólica dos conflitos sociais e ecológicos da região. Em 2006, sua obra ganhou uma sala espacial na 27ª Bienal Internacional de São e está presente no acervo do MAR (Museu de Arte do Rio) por meio de quatro importantes desenhos doados em 2013. (está no acervo do Masp também) Consolidou-se como o artista mais destacado do Acre no Brasil. Em sua homenagem o governo do Acre criou o Teatro Hélio Melo. Ione Saldanha (Alegrete - RS, 1919 / Rio de Janeiro - RJ, 2001) Inicia sua produção na década de 1950, tendo como temas recorrentes cenas urbanas e retratos em figuras geometrizadas, levando-a rapidamente para uma tendência à abstração. No fim da década de 1960, expande seu campo de experimentação pintando em suportes como ripas, carretéis (bobinas de madeira para cabos elétricos) e bambus, nos quais explora intensamente os jogos cromáticos, criando composições elegantes e sóbrias que contrastam com a rusticidade dos materiais. Participou de várias edições da Bienal Internacional de São Paulo; com prêmio aquisição em 1967; e sala especial em 1975 e 1979. No ano de sua morte foi realizada a retrospectiva Ione Saldanha e a Simplicidade da Cor, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC/Niterói). Ismael Nery (Belém do Pará - PA, 1900 / Campo Grande - RJ, 1934) Sua pintura é influenciada pela geometrização das formas e intersecção de planos perpendiculares do Cubismo, apresentando elementos expressionistas e surrealistas, ponto em que se aproxima de outros modernistas brasileiros. Porém, ao contrário de seus contemporâneos, os temas nacionais interessavam menos a Nery do que questões filosóficas, existenciais e sentimentais. Sua arte trata mais do íntimo e universal do que da brasilidade ou das próprias questões da pintura, mesmo que recorra aos procedimentos modernistas na forma. A figura humana estilizada é um elemento recorrente em suas pinturas. Seus personagens são alongados, de formas cilíndricas e ovais, aparecem em ambientes oníricos, espaços irreconhecíveis fora do tempo e da realidade imediata. Esquecido por muito tempo, Nery passa a ser revalorizado em meados da década de 1960 com exposições realizadas em São Paulo e no Rio de Janeiro. John Graz (Genebra - Suíça, 1891 / São Paulo - SP, 1980) Frequentou cursos de arquitetura, decoração e desenho na Escola de Belas Artes de Genebra entre 1908 e 1911. Inicia sua carreira pintando telas com amplas paisagens. Conhece Regina Gomide (irmã do pintor Antônio Gomide), com quem se casa e muda-se para o Brasil em 1920. Faz parte do grupo modernista de São Paulo. Integra o Grupo 7 com Regina Graz, Antonio Gomide, Elisabeth Nobiling, Rino Levi, Victor Brecheret e Yolanda Mohalyi. É um dos fundadores da Sociedade Pró-Arte Moderna (Spam), em 1932. É considerado um dos introdutores do estilo Art déco e revigora a decoração de ambientes na cidade com projetos que integram móveis, objetos e iluminação. Introduz os móveis tubulares, feitos de canos metálicos e os laminados de madeira. Seu olhar inovador, sua técnica minuciosa e a pesquisa por meios, materiais e processos cria forte influência tanto na arte como no design de móveis, assim como na decoração brasileira. Sidney Amaral (São Paulo - SP, 1973 / São Paulo - SP, 2017) Licenciou-se em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) em 1998. Estudou pintura acadêmica e fotografia no Museu Brasileiro da Escultura (MUBE). Participou de mostras na Bienal de Valência (2007), no Museu de Arte Moderna da Bahia, nos 30 anos do Itaú Cultural, além de outras coletivas e individuais no Museu Afro Brasil, MASP e Instituto Tomie Ohtake. Entre suas primeiras produções, trabalha prioritariamente na criação de esculturas que representam objetos cotidianos forjados em materiais nobres como o mármore e o bronze, deslocados de seus contextos originais sendo ressignificados poeticamente ao oporem banalidade e delicadeza, simplicidade e nobreza, efemeridade e permanência. A autorrepresentação é uma constante em seu trabalho. trazendo à tona sua condição de homem negro, pai, marido e professor de escola pública, tratando assim das privações e angústias de um grupo historicamente marginalizado e alvo de preconceito e opressão. Faleceu em 2017, aos 44 anos. Sua obra ainda resiste, urgindo pelo pensar sobre o Brasil e suas mazelas e sua produção, que retrata os negros enquanto indivíduos mobilizados contra essa determinação opressora, é fundamental para a compreensão e a revisão de nossa história.

Especificação técnica

PRODUTO: AQUISIÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO Ernesto De Fiori Barbara, 1927 terracota 57 x 13 x 16,5 cm Ferrignac Sem título, s.d. aquarela e nanquim sobre papel 30,8 x 22,8 cm John Graz Poltrona listrada, s.d. madeira e estofado 73 x 94 x 80 cm Ione Saldanha Sem título, da Série Bambus, s.d. têmpera sobre bambu 170 x 11 x 11 cm Ismael Nery Devaneio, 1933 guache e carvão sobre papel 26 x 23 cm Ismael Nery Autorretrato, Dec. 1930 aquarela sobre papel 18,4 x 10,7 cm Hélio Melo Mapinguari I, 1989 nanquim e extrato de folhas sobre tecido 152 x 81 cm Hélio Melo Colhendo látex I, 1996 nanquim e extrato de folhas sobre papel cartão 23 x 17,5 cm Hélio Melo O amanhecer no seringal, s.d. nanquim e extrato de folhas sobre cartão 23 x 26 cm Sidney Amaral No banheiro de casa, os chinelos da namorada, 2000 bronze, aluminio, dourado e polido 216 x 90 x 90 cm 2/2 Sidney Amaral Estudo para “O que faz nascer em mim a brutalidade”, 2016 aquarela sobre papel 75,5 x 56 cm Sidney Amaral Sem título, 2015 aquarela e grafite sobre papel 79 x 107,5 cm Eleonore Koch Sem título, 1979 têmpera sobre tela 65 x 81 cm Ismael Nery Retrato de Mulher, 1929 óleo sobre cartão 46,3 x 38,4 cm PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS PROJETO PEDAGÓGICO Oficinas para estudantes - “O que um museu pode ser?” Objetivo geral: Discutir o papel dos museus e seus significados para estudantes, tomando por base a Nova Definição de Museu (ICOM-Brasil) aprovada em 2022. Objetivos específicos: Partindo da premissa de que museus devem ser “abertos ao público, acessíveis e inclusivos”, e que “fomentam a diversidade e a sustentabilidade”, propor atividades em que os estudantes construam situações e pequenas obras em que esses conceitos apareçam. Público-alvo: estudantes de Ensino Fundamental (Anos Iniciais/Anos Finais) e Ensino médio de escolas da rede público de ensino de São Paulo. Quantidade de público: 400 estudantes no total, sendo 40 por oficina. Duração: 1 oficina presencial, com carga horária de 50 minutos para cada turma, totalizando 10 oficinas. Seleção das escolas: será feita através de contato com as escolas da cidade de São Paulo e formalização do interesse. Certificado: os participantes receberão certificado. Metodologia: aula expositiva, com metodologia ativa e realização de proposta de criação artística. Material didático: as atividades terão base teórica e prática. Serão utilizados recursos audiovisuais e expositivos desenvolvidos pelo oficineiro que ministrará as atividades, bem como textos de suporte metodológico. Os participantes realizarão uma criação artística, para a qual serão disponibilizados materiais como papéis, tecidos, giz de cera e lápis de cor. Oficinas para professores - “Museu e escola: diálogo através do acervo” Objetivo geral: Discutir o papel dos museus e seus significados para professores, tomando por base a Nova Definição de Museu (ICOM-Brasil) aprovada em 2022 e instigar questionamentos de situações atuais em sala de aula. Objetivos específicos: Partindo da premissa de que o museu proporciona “experiências diversas para educação, fruição, reflexão e partilha de conhecimentos”, verificar como o acervo de um museu pode ser o mediador dessas vivências para os alunos e como os resultados podem ser transferidos para o cotidiano da escola. Discutir, em especial, sobre o acervo de 14 obras propostas neste projeto. Público-alvo: professores de Ensino Fundamental (Anos Iniciais/Anos Finais) e Ensino médio de escolas da rede público de ensino de São Paulo. Quantidade de público: 120 professores/as, sendo 40 em cada oficina. Duração: 3 oficinas presenciais, com carga horária de 50 minutos cada. Seleção de professores: por meio de ordem de inscrição. Certificado: os participantes receberão certificado. Metodologia: aula expositiva, com metodologia ativa e realização de proposta de criação artística. Material didático: as atividades terão base teórica e prática. Serão utilizados recursos audiovisuais e expositivos desenvolvidos pelo oficineiro que ministrará as atividades, bem como textos de suporte metodológico. Para a criação artística, serão utilizados materiais diversos como tecidos, papéis, sucatas, tintas e outros. Referências: András Szántó. O futuro do museu: 28 diálogos. Editora Cobogó, 2022. Nova Definição de Museu. ICOM Brasil. Disponível em https://www.icom.org.br/?page_id=2776

Acessibilidade

PRODUTO: AQUISIÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O Museu Nacional de Belas Artes – MNBA do Rio de Janeiro conta com: bebedouro adaptado; cadeira de rodas para uso do visitante; corrimão nas escadas e rampas; rampa de acesso; sanitário adaptado; elevadores; portas com largura acessível. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: O MNBA promove, desde 2007, o projeto "Ver e sentir através do Toque" como processo inclusivo para cegos e portadores de baixa visão, com placas táteis em baixo relevo, maquetes, placas em EVA e textos para áudio descrição. Oferece audioguia com uma versão audiodescrita, com detalhes para o público com deficiência visual. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Equipe treinada para acolhida no MNBA, mediação da exposição e desenvolvimento de materiais comunicacionais seguindo princípios do design universal. Essas ações já fazem parte do escopo de atuação do museu para todas as exposições e demais projetos realizados no local. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Equipe treinada para acolhida no MNBA, mediação da exposição e desenvolvimento de materiais comunicacionais seguindo princípios do design universal. Essas ações já fazem parte do escopo de atuação do museu para todas as exposições e demais projetos realizados no local. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAIS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as oficinas serão realizadas nas escolas, em espaço que permita o livre acesso de pessoas com deficiência física, bem como tenham banheiros adaptados e rampas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: as oficinas utilizarão majoritariamente a linguagem oral. Quando houver pessoa com deficiência visual nas oficinas, as obras e demais elementos gráficos apresentados durante a aula serão descritas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: quando sinalizado pela coordenação das escolas que haverá pessoa com deficiência auditiva na turma que participará da oficina, a ação contará com interpretação simultânea em LIBRAS. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: os profissionais envolvidos na oficina (oficineiro, produtores e assistentes) são capacitados para o atendimento e desenvolvimento de ação formativa com público com deficiência intelectual. Os recursos pedagógicos serão desenvolvidos seguindo princípios de design universal.

Democratização do acesso

PRODUTO: AQUISIÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO Os ingressos serão distribuídos da seguinte forma: - 10% do total para distribuição gratuita aos patrocinadores; - 10% para distribuição gratuita em caráter social ou educativo (a distribuição ocorrerá no local da exposição, em atendimento ao § 8º do art. 27 da IN 1/2023) - 10% para distribuição gratuita para divulgação do projeto; - Venda de ingressos: R$8 [inteira] e R$4 [meia] Gratuidade para pessoas acima de 65 anos, estudantes da rede pública e de professores de órgãos reconhecidos pelo MEC. Ingresso família: R$8 para até 4 pessoas juntas da mesma família Entrada franca aos domingos. O projeto atende ao Art. 28 da IN 1/2023 nos seguintes incisos: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Favorecerá a captação e veiculação das imagens das ações por redes públicas de televisão e também através de redes sociais, acessíveis gratuitamente por todo o público interessado. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Através da realização de 13 oficinas descritas no produto “Contrapartidas sociais”. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Visto que parte das 13 oficinas descritas no produto “Contrapartidas sociais” serão realizadas para estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, ou seja, público infantil e jovem.

Ficha técnica

Renata R. Allucci - Função: Direção de produção e administração (dirigente da empresa proponente Allucci & Associados Comunicações Leonardo Birche - Função: Direção pedagógica Denise Mattar - Função: Curadora (convidada, a confirmar) Allucci & Associados Produtora que atua desde 1994. Algumas realizações: Artes visuais “Como viver o fim do mundo” “DuoDrag” “13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo” “If I were to place you entirely into a poem” (Minister of State for Culture and Media/Alemanha) “Florestania” - 15ª Quadrienal de Praga/República Tcheca Projetos próprios “A Música na Escola”, coautoria com Gisele Jordão, Adriana Terahata e Sergio Molina “Panorama Setorial da Cultura Brasileira”, coautoria com Gisele Jordão e outros “Mulheres de Palavra: um retrato da mulheres no rap de São Paulo”, coautoria com Ketty Valencio e Fernanda Allucci “Oficinas do Panorama Setorial da Cultura Brasileira”. Realizadas em 12 capitais brasileiras Artes cênicas “Babel” e “Senhora do Camarim”, direção de Renato Borghi “Violeta Vita”, direção de Beth Lopes “Sete Corações - Poesia Rasgada”, “O Círculo de Giz Caucasiano” e “Bodas de Sangue” – Teatro Ventoforte - Wereld Musiek Theater Festival na Holanda, Bélgica e Itália “Irmãs do Tempo”, direção de Regina Mendes, turnês nacional e internacional “Favor beber o leite, senão estraga” – Coletivo Cronópio “Sede” – espetáculo de videodança “Na Solidão dos Campos de Algodão” – direção de Eliane MonteiroPrêmio Zé Renato, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo “TDezesseis – Héracles na encruzilhada” – direção de Tarina Quelho “Blaihait e outras perguntas para inventar um idioma” – Coletivo Karenin “Um Memorial para Antígona” – comitê escondido – apresentado e comissionado pelo TUSP “Pumpitopera Transatlantica” – Grupo MEXA – Kunstenfestivaldesarts/ Bélgica e Hebbel am Ufer - HAU/Alemanha, com comissionamento do Transform Festival/Inglaterra Renata R. Allucci Sócia da Allucci & Associados, atua desde 1994 na produção e gestão cultural, realizando trabalhos em áreas diversas como teatro, música, dança, entre outras expressões e manifestações artísticas e culturais. Na área acadêmica, é pós-doutora em Urbanismo pela pela Universidad de Sevilla e doutora em Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Graduada em Desenho Industrial pela Universidade Mackenzie e Especialista em Bens Culturais: cultura, economia e gestão pela Fundação Getúlio Vargas – FGV. Sua pesquisa profissional e acadêmica inclui os temas patrimônio cultural, memória e identidade, festas populares, imaginário urbano, paisagens históricas da produção e cadeia produtiva da cultura. Leonardo Birche Diretor de produção cultural e artista das artes da cena. Doutorando em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, mestre em Educação pela USCS (2020), graduado em Publicidade e Propaganda pela ESPM-SP (2011), com extensão universitária em História do Teatro na Université d’Avignon et des Pays de Vaucluse, na França. Associado desde 2012 com a Allucci, como produtor e pesquisador de cultura e gestão de produção. Dentre as realizações, destacam-se: Semana da Canção Brasileira de São Luiz do Paraitinga, Festival CCBB de Carnaval, Festa do Divino de São Luiz do Paraitinga, Panorama Setorial da Cultura Brasileira, Mapeamento dos Cursos de Gestão e Produção Cultural e Pesquisa Setorial Latitude. Como produtor e gestor cultural, trabalhou com diversos grupos e artistas, em projetos contemplados em editais públicos e desenvolvidos e realizados a convite da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, unidades do Sesc e SESI-SP. Ministra oficinas de produção cultural em universidades e instituições. Denise Mattar (convidada, a confirmar) Uma das curadoras mais atuantes do circuito de arte brasileiro. Foi diretora técnica do Museu da Casa Brasileira, SP, de 1985 a 1987, do Museu de Arte Moderna de São Paulo, de 1987 a 1989, e coordenadora de artes plásticas do Museu de Arte Moderna RJ, de 1990 a 1997. Como curadora independente realizou mostras retrospectivas de artistas como Di Cavalcanti, Flávio de Carvalho (Prêmio APCA), Ismael Nery (Prêmios APCA e ABCA), Pancetti, Anita Malfatti, Samson Flexor (Prêmio APCA), Portinari, Alfredo Volpi, Guignard, Yutaka Toyota (Prêmio APCA). Em 2020 realizou a exposição O Fio de Ariadne, na Fundação Iberê, POA, apresentada no Instituto Tomie Ohtake em 2021. No mesmo ano realizou Um Celeiro de Artistas, no MAB-FAAP, SP, Sacilotto, na Galeria Almeida e Dale, SP e 50 Duetos, na Fundação Edson Queiroz, Fortaleza. Em 2022 apresentou: Magliani, Fundação Iberê, POA, Armorial 50 nas unidades do CCBB de BH, RJ, SP e BSB, Luiza Gottschalk, Museu Nacional, BSB, Sandra Mazzini, Farol Santander, SP, Tereza Costa Rêgo, Galeria Marco Zero, RE, Modernismo Expandido, Museu Nacional, BSB, Di Cavalcanti – 125 anos – Danielian Galeria, Rio de Janeiro. Membro da ABCA – Associação Brasileira dos Críticos de Arte e da AICA – Associação Internacional dos Críticos de Arte.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2024-12-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo