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PRONAC 2315004Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

1º FESTIVAL INCLUI FORMIGA - FIF

LORENA LIMA ALVES
Solicitado
R$ 540,5 mil
Aprovado
R$ 540,5 mil
Captado
R$ 34,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

6.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Formiga
Início
2024-04-01
Término
2026-12-10
Locais de realização (1)
Formiga Minas Gerais

Resumo

O 1º FESTIVAL INCLUI FORMIGA (FIF) é o primeiro festival do município de Formiga - MG, que integrará toda uma programação para as pessoas com deficiência. Este Festival ocorrerá durante 7 dias, e sua programação inclui: * uma peça de teatro, mostrando como conviver com pessoas com deficiências (auditiva, física, visual, intelectual, TEA) * Um espetáculo de dança, criado por uma bailarina cega, e contará com uma bailarina cega em cena, levado o público a ter uma experiência extra sensorial. * O lançamento de um livro sobre a história de uma pessoa com deficiência * contação de histórias com feira de livros * Exposição de artes plásticas com uma oficina de desenho com experiências sinestésicas

Sinopse

PEÇA TEATRAL Na PEÇA TEATRAL iremos tratar sobre as deficiências intelectuais, físicas, auditivas, visuais, autismo, além da superdotação e altas habilidades abordadas nos livros. Vamos abordar a respeito das pessoas neurodiversas, como aquelas com transtorno do espectro autista, mostrando o quanto é desagradável e ruim se sentir excluído de um grupo, situação ou tarefa, iniciando uma reflexão com a comunidade sobre o processo de inclusão e aceitação do diferente. A respeito das pessoas com deficiência visual, auditiva e física, vamos mostrar como equiparar as habilidades e oportunidades para a realização das atividades e tarefas. Para aqueles que não tem nenhuma dessas deficiências, será uma forma de conhecer como é não enxergar, além de trabalhar empatia e transferência. Somente uma sociedade que compreende as limitações e barreiras das pessoas com deficiência, conseguirá transpor essas dificuldades e tornarmos uma comunidade mais inclusiva e empática. Espetáculo de dança: BREU NO CHÃO. O chão é o local mais seguro para o deficiente visual? Neste espetáculo, a bailarina Renata Mara trabalhará com outros bailarinos, vendados, como é a dança para bailarinos que não enxergam. em um jogo de som e iluminação, durante uma hora eles contarão com uma experiência sinestésica, trocas com o público, músicas de impacto e muita dança, mostrando como é ser deficiente visual e dançar, mostrando que a dança é universal, e não há limites para arte, nem mesmo quando ela é atravessada pela deficiência. Oficina de artes visuais: : PINTURA E DESENHO SEM OS OLHOS – INCLUSÃO E PERCEPÇÃO CARGA HORÁRIA: 4 horas PÚBLICO ALVO: Pessoas, acima de 12 anos, deficientes visuais ou não, que pretendem aprender técnicas de desenho e pintura sem os olhos LOCAL DE REALIZAÇÃO: Ateliê Maria José Boaventura PARTICIPANTES: até 30 pessoas DURAÇÃO: 4 horas EMENTA:Desconstrução de pré-conceitos referentes a pessoas com deficiência visual, pois elas também são capazes de criar com as mãos no papel, sem os olhos. Serão 4 horas de oficina, em blocos de duas horas cada, abordando pintura e desenho. Feira de livros, CONTOS: ACORDA, RUBIÃO, TEM FANTASMA NO PORÃO! Sinopse do conto: Liloca Gatoca de tudo tem medo, e isso não é segredo. Vive atazanando a vida de todo mundo da Casa Amarela dizendo que vê alma penada. Vê fantasma, escuta vozes e barulho de corrente… com Liloca é preciso ser muito paciente, porque toda hora ela grita, mostrando o quanto fica aflita. Haja assombração! Então, acorda, Rubião! Tem fantasma no porão! LIVROSSerão 6 livros, sendo que cada um abordará uma deficiência (auditiva, visual, intelectual e física), o transtorno do espectro autista e as altas habilidades/superdotação. Cada um contará uma história a respeito de uma pessoa com a referida deficiência buscando trabalhar com as crianças a questão da empatia e transferência na convivência com pessoas diferentes umas das outras.

Objetivos

Este projeto tem como objeto principal realizar o primeiro festival do município de Formiga - MG que trata uma programação rica envolvendo pessoas com deficiência, e totalmente voltada para este público, mostrando assim a importância de arte de inclusiva e universal. Este projeto tem como objetivos específicos: a) Teatro: produzir uma peça de teatro, com a história de um livro da autora, que narra a história de uma pessoa com deficiência, dano lições de empatia e amor. A peça será produzida em dois espaços públicos do município (praças), e será gratuita a toda a população, e contará com a direção do diretor Pedro Paulo Cava, de Belo Horizonte. Espera-se alcançar um público de 500 pessoas no total. b) Dança: criação de um espetáculo de dança, a ser produzido pela bailarina Renata Marra, que possui retinose pigmentar e está perdendo a visão. Serão apresentadas duas sessões do espetáculo, em local fechado, e o público participará de uma experiência cinestésica, com os olhos vendados. Espera-se alcançar um público de 200 pessoas no total. c) Coleção de livros: Espera-se lançar 500 coleções de livros, com seis livros cada, mostrando histórias de personagens com deficiência, e como é a convivência deles com o mundo, e, ao final de cada livro, uma lição de empatia. Dessa coleção, 20% serão distribuídos de forma gratuita a: 10% como divulgação e patrocinadores, e 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. d) Contação de histórias com feira de livro: uma editora fará uma feira de livros, incluindo livros em braile e audio livros, e haverá a contação de histórias para crianças e adultos sobre a vida de uma pessoa com deficiência, dando lições de empatia ao final. Espera-se que, pela feira, passe um público de 1000 pessoas. e) Exposição de artes plásticas e oficinas com experiência sinestésica: Haverá uma exposição de arte, com curadoria da artista plástica Maria José Boaventura, e uma oficina, onde as pessoas poderão ter uma experiência sinestésica, pontando e desenhando com vendas nos olhos. Espera-se, na oficina, um público de 20 pessoas e, visitando a exposição, um público de 500 pessoas. f) Contrapartida social: serão realizados dois ensaios abertos, um de teatro e um de dança, de forma gratuita a toda população, com bate papo ao final. Espera-se um público de 50 pessoas por ensaio, num total de 100 pessoas.

Justificativa

Esta proposta se justifica-se nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; (...) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Esta proposta também se justifica-se nos seguintes incisos do artigo 3º da Lei 8.313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: (...) c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; (...) e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; (...) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

a proponente será remunerada com as rubricas de TERAPEUTA OCUPACIONAL e AUTORA DO LIVRO

Especificação técnica

COLEÇÃO DE LIVROS: * 6 modelos de livros, sendo 500 coleções. * ao todo, 500 coleções, 3000 livros * 500 caixas para abrigar a coleção Capa: 445x210mm, 4x4 cores, Tinta Escala em Couche Liso LD 300g. Miolo: 40 páginas, 220x210mm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Liso LD 150g. Caixa: 560x515mm, 4x0 cores, Tinta Escala em Cartão Supremo LD 300g.

Acessibilidade

PRODUTO 1: TEATRO: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: A peça será apresentada em praça pública (Praça da Matriz), local com rampas e de acessibilidade universal. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: haverá uma pessoa para fazer a descrição a deficientes visuais ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: haverá tradução simultânea em libras para deificientes auditivos ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: a peça será de fácil compreensão, de forma a abarcar todos os públicos de forma lúdica. PRODUTO 2: DANÇA: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O espetáculo será realizado em espaço fechado, dotado de rampas, com acessibilidade universal. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Durante o espetáculo, haverá a narração, dos bailarinos, do que está acontecendo em cena. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: haverá tradução simultânea em libras para deificientes auditivos ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: o espetáculo será de fácil compreensão, de forma a abarcar todos os públicos de forma lúdica. PRODUTO 3: COLEÇÃO DE LIVROS: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: A coleção de livros será lançada no UNIFOR-MG, local de acessibilidade universal, possuindo rampas, piso tátil e elevadores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: haverá uma pessoa fazendo toda a descrição para deficientes visuais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: haverá tradução simultânea em libras para deificientes auditivos ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: os livros serão de linguagem fácil e acessível, para crianças, jovens e adultos. PRODUTO 4: FEIRA DE LIVROS E CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:A Feira acontecerá em praça pública, em local de acessibilidade universal ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: haverá a venda de livros em braile e áudio livros ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: haverá tradução simultânea em libras para deificientes auditivos da contação de histórias ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: as histórias contadas serão de linguagem fácil e acessível, para crianças, jovens e adultos. PRODUTO 5: EXPOSIÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS E OFICINA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:A Feira acontecerá no ateliê da artista MARIA JOSÉ BOAVENTURA, local com acessibilidade universal, sem escadas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as oficinas serão feitas com o público de olhos vendados, sendo priorizadas inscrições de deficientes visuais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: haverá tradução simultânea em libras para deificientes auditivos ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: a oficina será em linguagem simples para todos os públicos

Democratização do acesso

De acordo com o artigo 28 da IN 01/2023, serão adotadas as seguintes medidas de democratização de acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando20% (vinte por cento); (...) IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; (...)

Ficha técnica

Lorena Lima Alves Fiuza, (PROPONENTE): terapeuta ocupacional, especialista em Educação Especial Inclusiva e pós graduada em Saúde Mental da Infância e Adolescência. Tem ampla experiência na atuação como Terapeuta Ocupacional, na assessoria e na docência em Inclusão Escolar e deficiências motoras, intelectuais, visuais, físicas e auditivas. Ministra cursos em formação específicas em Transtorno do Espectro Autista e Comunicação Alternativa. Atualmente é Terapeuta Ocupacional no CEMAP – Centro Municipal de Apoio à Aprendizagem. A equipe do projeto: Flávia Leão (Produtora cultural do projeto e bailarina): Graduada em Direito pela PUC e pós graduada em Gestão Cultural pela UNA BH.Possui formação em gestão e produção cultural, assessoria de imprensa, história da arte e patrimônio cultural. Atua nas áreas de gestão e produção cultural, sendo a produtora da FESTA ESPANHOLA DE BELO HORIZONTE nos anos de 2013 e 2014, foi gerente administrativa do TEATRO DA CIDADE de 2013 a 2015. Foi gestora e produtora do CIRCUITO FORMIGA NAS ARTES, que teve o patrocínio do FUNDO ESTADUAL DE CULTURA DE MG, no ano de 2014, em parceria com o INSTITUTO YARA TUPYNAMBÁ. Foi gestora e produtora do espetáculo de dança flamenca LEGADO ANDALUSI, entre os anos de 2013 a 2015. Foi produtora do grupo de dança contemporânea DANÇA LIVRE em Paris (França) no ano de 2015. Já atuou como palestrante e oficineira em cursos, oficinas e mostras culturais junto à CIA CIRCUNSTÂNCIA, UNIFOR-MG, UEMG, dentro outros. Atualmente é supervisora de projetos juntos à PREFEITURA MUNICIPAL DE FORMIGA, atuando nas áreas: patrimônio cultural, gestão de eventos, escola de dança. É bailarina, com formação em ballet clássico, danças de salão e zumba. Débora Mariano de Andrade Taveira Bessas (coordenação pedagógica): Graduada em Pedagogia e Letras e pós graduada em Psicopedagogia, Inspeção Escolar e LIBRAS. Possui formação em Deficiência Intelectual, Física, Baixa Visão, Braille, Orientação e Mobilidade, Transtorno Global do Desenvolvimento, Comunicação Alternativa e Tecnologia Assistiva. Atua nas áreas de Educação e Educação Inclusiva, sendo autora do livro INCLUIR BRINCANDO publicado em 2020. Atualmente é Diretora do Centro Municipal de Apoio à Aprendizagem - CEMAP - Formiga/MG, Professora de LIBRAS, Professora do Atendimento Educacional Especializado e Membro do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão - NUAI do UNIFOR/MG (Centro Universitário de Formiga). Pedro Paulo Cava (diretor teatral): Fundador e diretor de vários grupos e companhias de teatro, em especial o Teatro de Pesquisa, fundado em 1970 e do qual é diretor até hoje. Criador e fundador da OFICINA DE TEATRO – ESCOLA DE ARTES CÊNICAS – Escola livre que se torna referência no ensino teatral brasileiro e modelo para várias outras escolas no País, tendo sido freqüentada por mais cinco mil alunos – 1981-1989. Em 1990 cria, funda e dirige o TEATRO DA CIDADE, espaço que construiu em parceria com mais de 100 empresas privadas e que funciona ininterruptamente desde então. Professor Titular da Cadeira de Teatro da PUC Minas, 2000/2005 e diretor da Oficina de Teatro PUC Minas. Recebe o Título de Notório Saber em Artes Cênicas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – 2000 Curso Superior – Sociologia UFMG – 1969 a 1972. (incompleto) Aluno de vários cursos de teatro no Brasil e exterior: Curso de Iniciação ao Teatro com o Teatro Experimental em 1966/67, ministrado por Jota Dangelo e Jonas Bloch; Teatro do Oprimido com Boal em 1980/SP, Cursos do Festival de Inverno de Ouro Preto de 1966 a 1972; Curso de Mímica e Pantomima em Munique, com Milan Sladek; Universidade Internacional de Verão –Paris/1981; Oficinas de estéticas teatrais da EITALC- México, 1995, dentre muitos outros. Renata Mara (coreógrafa): Bailarina, professora e pesquisadora no campo das Artes Cênicas/Dança. Durante sua trajetória como docente, atuou em diferentes contextos socioculturais, como cursos livres de dança, instituições de ensino básico e superior e projetos sociais. A fim de ampliar suas perspectivas sobre o corpo e a cena, iniciou o curso de doutorado em Teatro no PPGT, UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina (2016), investigando a dimensão sensível e criativa do corpo.Ao estreitar seu modo particular de ver (apresenta baixa-visão devido à doença degenerativa da retina), de seu percurso profissional, ministrou diversos cursos e oficinas abordando a relação entre o ver e o não ver. Sua pesquisa a cerca da relação entre dança e deficiência visual culminou tanto no espetáculo ?Desassossego em Branco?, considerado destaque de sua produção artística, quanto no título de Mestre em Artes pela EBA ? Escola de Belas Artes da UFMG ? Universidade Federal de Minas Gerais. É pós-graduada em Ensino e Pesquisa no Campo da Arte, da Educação e da Cultura, pela Escola Guignard, UEMG - Universidade Estadual de Minas Gerais. Graduada em Psicologia pela PUC MG ? Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Nos últimos anos (2013-2015) atuou como professora substituta nos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Artes Cênicas da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto), ministrando disciplinas de Expressão Corporal. Maria José Boaventura (artista plástica): artista plástica, nasceu em Formiga MG, no ano de 1960. Graduada em Artes Visuais Licenciatura e Biblioteconomia, Pós-graduada em Gestão de Políticas Públicas de Cultura, pelo Itaú Cultural, Cátedra da UNESCO e Universitat de Girona na Espanha e Especialista em Educação a Distância. Em 1983 iniciou seus estudos de pintura e desenho na Sociedade Brasileira de Belas Artes (SBBA), na cidade do Rio de Janeiro, dando início também a sua trajetória artística. Um dos temas recorrentes em seus trabalhos, são as paisagens urbanas das cidades barrocas de Minas, sendo influenciada pelos artistas mineiros.Como artista plástica, trabalha com as técnicas de Desenho Artístico, Pintura sobre tela, Aquarela e Fotografia. Como Professora de Arte, licenciada em Artes Visuais ministra cursos livres de Desenho Artístico, Pintura sobre tela, Aquarela, Curso de Arte para Criança e História da Arte, em seu atelier, criado em 1989. Em 1993-1996 foi Secretária Municipal de Cultura, onde desempenhou papel importante na cidade, criando e implantando vários projetos, dentre eles criou a Escola Municipal de Música Enésimo Lima.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.