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PRONAC 2315106Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival IPADÊ: Encruzilhando Ngunzo e Semeando Asè

CASSIA CRISTINA DA SILVA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Quilombolas
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-01-01
Término
2024-03-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto"IPADÊ: Encruzilhando Ngunzo e Semeando Asè" visa a realização de um dia de festival afro-cultural,com apresentações musicais, uma roda de capoeira e uma feira de gastronomia, arte e artesanato. O evento contará com a participação de artista de renome nacional, bem como artistas e grupos culturais locais, além de mestres e mestras representantes dos povos de matrizes africanas. O acesso ao festival será gratuito e aberto a todos os públicos. Além disso, haverão medidas de acessibilidade, tais como: tradução em LIBRAS, rotas acessíveis e banheiros adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e implementação de uma políticade redução de resíduos.

Sinopse

O projeto "IPADÊ: Encruzilhando Ngunzo e Semeando Asè" propõe a realização de um dia dedicado à celebração da cultura afro-brasileira por meio de um festival vibrante e ancestral. A programação contará com apresentações artísticas de renome, incluindo a cantora Rita Benneditto, artista maranhense que apresentará seu espetáculo "Tecnomacumba", reunindo elementos da cultura negra, especialmente do candomblé e umbanda, com a música eletrônica. O DJ Pedro HBS, em colaboração com o coletivo Afrolíricas, envolvendo ao palco a arte, identidade e resistência da juventude negra LGBTQIAPN+. O Bloko Kizomba, em conjunto com o Bloco Orisamba, que prometem um espetáculo repleto de sonoridades afro-brasileiras e a presença marcante de corpos negros. Rodrigão e os irmãos de Ngunzo, juntamente com diversos artistas, oferecem um show que representa a produção musical negra, unindo rap, música popular e eletrônica com influências da música afro mineira. O grupo de Capoeira Angola D'Ouro apresentará sua arte acompanhada por aproximadamente 30 membros na roda, um momento que ressalta as lutas e resistências negras. Por fim, o grupo Samba de Kilombu, originado no Kilombo Manzo Ngunzo Kaiango, convidará As Sambadeiras para um envolvente samba de roda, resgatando a ancestralidade e resistência das mulheres negras, com seus gingados, roupas coloridas, muita ginga e alegria. Paralelamente às performances, a feira Olojá reunirá afroempreendedores de terreiro, expondo seus produtos artísticos, artesanais e gastronômicos em referência aos saberes e fazeres dos povos de Axé. Olojá, título dado a Exu por ser o Senhor do Mercado, será uma feira repleta de arte, artesanato, roupas e gastronomia afro-brasileira, proporcionando aos visitantes uma tradição na cultura e um encontro significativo com sua ancestralidade. O festival será aberto para os todos os público e terá entrada gratuita.

Objetivos

Objetivo: Realizar o Festival IPADÊ - Encruzilhando Ngunzo e Semeando Asè, com atrações musicais, roda de capoeira, feira de gastronomia, arte e artesanato, a ser realizado no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, na região central de Belo Horizonte, com entrada gratuita e acessibilidade para o público PCD. Objetivos específicos: - Executar um dia de festival de arte e cultura afro-brasileira, com duração de 9hs, havendo atrações musicais e feira de gastronomia, arte e artesanato, sendo o início a partir das 11h e encerramento às 20hs, com entrada gratuita, livre para todos os públicos, a ser realizado no Parque Municipal Américo Renné Giannetti; - Realizar 1 atração musical com artista de renome nacional e 5 atrações musicais, com artistas, grupos culturais locais e mestres(as) dos povos de matrizes africana; - Realizar a feira Olojá, reunindo 15 afroempreendedores de terreiro com seus produtos artísticos, artesanais e gastronômicos em nítida referência aos saberes e fazeres dos povos de Axé; CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar uma roda de vivência de percussão entre artistas da juventude negra de terreiro, do Bloco Kizomba e 3 Mestres percussionistas, com duração de 3 horas, na Associação de Resistência Cultural da Comunidade Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango;

Justificativa

Conforme previsto no Artigo 1º da Lei nº 8.313, inciso III, o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) tem como objetivo: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores". Nesse contexto, a proposta IPADÊ - Encruzilhando Ngunzo e Semeando Asè, visa a realização de um festival de arte afro-brasileira, proporcionando um espaço de valorização da identidade negra e a difusão dos conhecimentos dos povos tradicionais de terreiro, através de apresentações artísticas e feira de arte, artesanato e gastronomia. Essa iniciativa se alinha ao disposto no Artigo 3º, inciso II da mesma lei, que tem como intuito, promover o fomento à produção cultural e artística, incluindo: "c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;". Os recursos captados através da Lei de Incentivo à Cultura, são uma das poucas formas de viabilizar esse projeto, tendo em vista a dificuldade para realização de um festival com recursos da própria comunidade. Sendo assim, o apoio a esse projeto, irá permitir a concretização de um evento que contribuirá significativamente para a construção de uma sociedade mais inclusiva. O apoio financeiro fornecido por meio da lei possibilitará a realização de um festival de alta qualidade, sustentável e de impacto duradouro, beneficiando não apenas as comunidades envolvidas, mas todo público da cidade. Em sua edição inaugural, o festival "IPADÊ - Encruzilhando N’gunzo e Semeando Asè", consiste em dar continuidade ao projeto de pesquisa "Encruzilhado Ngunzu, Semeando Axé", realizado em 2021 pela Associação de Resistência Cultural da Comunidade Kilombola Manzo Ngunzo Kaiango, com apoio da Prefeitura de Belo Horizonte, através da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial CEPPIR e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD. A pesquisa nasceu com o intuito de reunir informações sobre os territórios de matrizes africanas em Belo Horizonte e impulsionar a inclusão produtiva de autonomia financeira de povos e comunidades tradicionais da cidade, através de mapeamento realizado entre povos de terreiro dos ofícios, atividades e saberes que podem gerar renda para estas comunidades. Sendo assim, em continuidade a esse levantamento, nasce o "IPADÊ: Encruzilhando Ngunzo e Semeando Asè" com objetivo de inaugurar uma nova agenda de investimento público de valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro. Nosso desejo é que assim como a Lagoa da Pampulha, Praça da Liberdade e outros pontos turísticos relevantes da cidade, os moradores e turistas também conheçam a riqueza da cultura dos povos de Ngunzu (terreiro de Umbanda, Candomblé Angola, Reinados e Quilombos) e dos povos de Axé (terreiros de origem Jeje, Nagô, candomblé de Ketu). "IPADÊ" envolve saberes tradicionais no uso das plantas, nas cantigas ancestrais, na gastronomia de terreiro que alimentou e segue alimentando nosso povo, nas formas de resistência expressadas pelas letras das músicas, na capoeira, nas vestimentas, nas danças e em uma outra relação com as comunidades, com a natureza e com recursos financeiros. Por isso, vamos contar, em nossa programação, com artistas e produtores das comunidade de terreiro, com objetivo de fortalecer a geração de renda de afro-empreendedores da cidade de Belo Horizonte, difundir a cultura afro-belorizontina, buscando promover sua visibilidade para o público em geral, especialmente para os turistas que visitam nossa cidade e, muitas vezes, não têm acesso a informações e programações relacionadas a essa temática. Dentre as atrações que irão compor a programação do evento está a cantora Rita Benneditto, artista maranhense, que traz seu show "Tecnomacumba" com repertório que funde elementos da cultura negra - principalmente do candomblé e umbanda - com a música eletrônica. Além disso, o evento contará com as apresentações dos seguintes grupos: - Dj Pedro HBS convida Afrolíricas: Pedro HBS, artista negro, periférico nascido no Kilombu Manzo, traz em seu repertório ritmos de origem brasileira, africana, latina e caribenha. Neste evento, HBS convida Afrolícrica, um coletivo de poetas marginais, negras e artistas independentes da cena cultural de Belo Horizonte. Essa parceria traz ao palco a arte, a identidade e resistência da juventude negra LGBTQIAPN+. - Bloco Kizomba convida Bloco Orisamba: Kizomba é um bloco que nasceu no Kilombu Manzo Ngunzo Kaiango e tem como característica a sonoridade dos tambores e o canto ancestral. Em parceria com o Bloco Orisamba, da Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente, vai executar um show repleto de sonoridades afro-brasileiras e presença de corpos pretos. - Rodrigão e os irmãos de Ngunzo já se apresentaram na última edição do Festival de Arte Negra- FAN e Virada Cultural 2021, com participação de Tamara Franklin, Samora N’zinga, Acauã Rane, Gui Ventura, Alexandre de Sena, Ana Martins, Makota Kidoialê e Luan. O Show Ngunzo é um encontro da produção musical negra do rap, música popular e eletrônica, com influência da música afro mineira. - O grupo de Capoeira Angola D’Ouro faz sua apresentação acompanhado de cerca de 30 integrantes na roda, um momento de encontro com as lutas e resistências negras. - O grupo Samba de Kilombu, que também tem origem no Kilombo Manzo Ngunzo Kaiango, convida As Sambadeiras para um grande samba de roda resgatando a ancestralidade e a resistência das mulheres negras com seus gingados, roupas coloridas, muita ginga e alegria. Paralelamente às apresentações, acontecerá a feira Olojá reunindo afroempreendedores de terreiro com seus produtos artísticos, artesanais e gastronômicos em nítida referência aos saberes e fazeres dos povos de Axé. Olojá é o título dado a Exu por ser o Senhor do Mercado, o dono das trocas e das negociações. Assim será a feira, repleta de artes, artesanatos, roupas e gastronomia afrobrasileira, possibilitando ao visitante uma imersão na cultura e um encontro com sua ancestralidade. O festival surge como uma alternativa de visibilizar, especialmente aos turistas, a riqueza do patrimônio cultural belo-horizontino de matriz africana, vertente ainda pouco incentivada pela política pública de turismo da capital mineira. Desta forma, IPADÊ se coloca como uma plataforma de compartilhamento dessa diversidade, apresentando uma programação abrangente que contribuirá significativamente para o enriquecimento do roteiro turístico da capital, oferecendo uma experiência única aos moradores e visitantes, ao mesmo tempo em que promove a inclusão e o respeito às raízes africanas presentes em nossa cidade.

Estratégia de execução

A Comunidade Manzo Ngunzo Kaiango, que se autorreferencia como kilombola, foi fundada na década de 1970 por Mãe Efigênia. Sustenta práticas sociais e culturais específicas, fundamentadas, principalmente, na religiosidade de matriz africana, que é compartilhada entre seus membros. A Comunidade possui suaidentidade e território indissociáveis, e o terreiro é percebido e experimentado como o centro vital do grupo.O Manzo conforma uma cultura diferenciada e uma organização social própria, que constituem patrimônio cultural afro-brasileiro. Foi reconhecida pela Fundação Cultural Palmares em 2007, enquanto remanescente quilombola devido a história da matriarca da família e pela manutenção das tradições de raízes africanas, através do candomblé e demais ações desenvolvidas na comunidade. Em outubro de 2018, a Comunidade Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango foi registrada como Patrimônio Cultural do estado de Minas Gerais. Organizada através da Associação de Resistência Cultural da Comunidade Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango, possui uma longa trajetória desenvolvendo projetos sociais, educacionais e culturais. Ao longo dos últimos anos, vêm promovendo ações pela cidade de Belo Horizonte em busca de fortalecer a luta do povo negro no Brasil, preservar expressões culturais e religiosas de matriz africana, articular e mobilizar a comunidade em luta pela vida e liberdade da juventude negra e no enfrentamento ao racismo religioso.Dentre as ações realizadas pela Associação estão: o projeto “Kizomba”, voltado para crianças, jovens e adultos da periferia, proporcionando atividades sócio-educativas através da capoeira, percussão, maculelê, artes visuais, sendo referência cultural não só na comunidade, mas também na cidade.As ações do kilombu ultrapassam o sentido religioso e vão de encontro às causas sociais, políticas e culturais na sociedade, reafirmando a identidade negra e a luta para preservar e manter viva as tradições dos povos de raízes e matrizes africanas. Dessa forma, promove a Festa de Pai Benedito, um evento tradicional realizado há mais de 50 anos pela comunidade, em homenagem aos Pretos Velhos. Realiza o encontro de “Mestres dos Saberes Tradicionais” através do Congado, capoeira, samba de terreiro e maracatu.Outros projetos realizados são: “Projeto Rua de Erês”, em homenagem à Cosme e Damião, um movimento artístico, que busca garantir o direito e acesso à cultura à comunidade negra periférica, promovendo ações para as crianças, com parceria de coletivos e artistas do segmento da cultura e educação.Por meio do projeto “Akuenda Manzo”, com apoio da Prefeitura de Belo Horizonte, através do Programa Cultura Viva e do Ministério da Cultura e do Turismo, o projeto promove oficinas e vivências com Mestres dos Saberes Tradicionas, Mestres intelectuais e artistas integrantes do Kilombu, no intuito de transmitir para a comunidade os saberes, as práticas, tradições, ritos e modos de vida do Kilombu.Outra atividade promovida pelo kilombu é o projeto “Café com Política” que é a realização de atividades político- pedagógicas, através de rodas de conversa, oficinas e palestras a respeito da temática de promoção de igualdade racial e religiosa, envolvendo moradores e parceiros da comunidade;“Costura da Vida” é uma iniciativa em vista de fortalecer as famílias e mulheres do kilombu, através da geração de renda por meio da costura.“Eduka Kilombu” é projeto audiovisual visando a afrobetização dos jovens do kilombu;“Reverenc’Yás” realizado através da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, como forma de reverenciar a ancestralidade das tradições kilombolas, realiza oficinas de capoeira, percussão, confecção de instrumentos.Educação Kilombola é o foco do mais recente projeto “Pretas na Pós”, direcionado a pessoas negras, protagonizadas por mulheres, que visa oferecer monitoria pré-acadêmica, em diversas áreas de conhecimento, com o objetivo de contribuir para a melhoria do status social, inserção no mercado de trabalho e fortalecimento de renda de pessoas negras, periféricas, kiombolas, mulheres e indígenas.Por fim, o documentário "Olhos de Erê" que venceu o 1o lugar no 6o Prêmio BDMG Cultural. Existem, ainda, outras iniciativas organizadas pelo Kilombo Manzo que é uma grande casa, uma grande mãe que acolhe as iniciativas de seus filhos, de sua comunidade, projetando-os para as oportunidades que surgem no caminho. O Manzo é, sem dúvida, um lugar de produção de valores, saberes, atividades, ações, eventos, de maneira sempre coletiva, acolhedora e com muita substância para oferecer ao público de suas atividades. Página da Associação no Instagram:https://www.instagram.com/kilombomanzo/

Especificação técnica

O evento será realizado no dia 21 de janeiro de 2024, com início às 11h e encerramento às 20h, no Parque Municipal Américo Renné Giannetti. Público circulante durante as 9 horas de evento: 2000 pessoas Endereço: Av. Afonso Pena, 1377 – Centro, Belo Horizonte – MG. 30130-000. O “IPADÊ” será realizado no Parque Municipal, com entrada pela portaria principal, quando o visitante segue o caminho pela direita e chega em um largo sinalizado no croqui anexo. Nesta área, contaremos com os banheiros no canto esquerdo. Adentrando o largo, o visitante avista o palco de 10x10m, coberto, onde ocorrerão as apresentações e a estrutura de mesas e cadeiras da praça de alimentação. Ao lado do palco estará posicionado o blimp com a sinalização do evento. Atrás do palco serão montadas três estruturas de camarim, uma para a artista principal, outra para sua banda e outra para os demais artistas do evento. Nessa estrutura ficarão banheiros químicos e mobiliários para acolhimento dos artistas, bem como alimentação.À esquerda, no caminho sinalizado no croqui, serão posicionadas as barracas, sendo a primeira, um pouco mais afastada. Ao longo do caminho serão posicionadas mais 15 barracas organizadas em produtos de artes, artesanato e gastronomia.O evento tem acesso gratuito.A ornamentação do espaço contará com tecidos, artigos da cultura negra de axé como cabaças, peneiras e esteiras. Caso haja captação de recursos externos, pretendemos fazer um espaço kids com monitor, uma tenda de 10x10 para roda de conversa e incremento na comunicação visual como painel de LED, backdrop, blimp na portaria do parque, entre outros. *Data do evento sujeita a alteração.

Acessibilidade

Acessibilidade arquitetônica: o local onde o evento será realizado contará com rotas acessíveis e banheiros adaptados para pessoas com pouca mobilidade e cadeirantes; Acessibilidade visual: promover legendas e textos alternativos, com #PraCegoVer nos posts e vídeos de divulgação do evento; Acessibilidade auditiva: intérprete em libras simultaneamente às apresentações;

Democratização do acesso

Conforme artigo 28 da IN nº 01/2023, o projeto disponibilizará: - Registros das apresentações musicais, da feira e demais atividades do evento, na internet, através das redes sociais do festival e artistas;

Ficha técnica

1 - Cássia Cristina da Silva Função: Coordenação Geral e Gestão Financeira Formação: Makota Cássia Kidoialê é Mestra reconhecida por notório saber UFMG e colaboradora do Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desde 2016, quando participou, como assistente de Mametu Muiandê, na disciplina “Catar folhas: saberes e fazeres do povo de axé”. A disciplina obteve repercussão tão ampla e positiva que foi ofertada também em 2017. Ainda no ano de 2017, Makota Cássia foi mestra regente na disciplina “Pensamento e ação comunicacional com comunidades tradicionais” , levando ao campo da Comunicação debates importantes em torno de um pensamento-ação sobre Representação/Autorrepresentação, Estratégia e Lugar de Fala. É líder comunitária do Quilombo Manzo Ngunzo Kaiango e produtora cultural das diversas festividades e eventos promovidos pela comunidade, dentre eles, a tradicional Festa do Pai Benedito. Experiência profissional: - Coordenadora geral do projeto "Pretas na Pós"; - Coordenadora do projeto "Akuenda Manzo"; - Coordenadora geral e idealizadora do projeto Eduka Kilombu; - Integrou a equipe de produção do curta-metragem "Olhos de Erê" - 1o lugar no 6o Prêmio BDMG Cultural; - Produtora e Curadora da exposição “FÉSTEJOS - O Sagrado afro-indígena nas ruas da cidade” localizada no Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira. 2019; 2 - Cátia Amaral Função: Coordenadora de Produção Formação: Mulher preta, produtora cultural, com formação em marketing. Meu foco é a coletividade e ações que promovam a inclusão. “Na luta é que a gente se encontra.” Graduação em Marketing - Centro Universitário UNA Experiência profissional: - Festival de Arte Negra - FAN BH - FMC nos anos (2017, 2019, 2021 e 2023); - Festival Sarará (2018, 2019 e 2023); - Produção geral do bloco Quando Come Se Lambuza (2023); - Fundação Municipal de Cultura - PBH: Acompanhamento e ações referentes à produção/execução dos festivais, desenvolvimento, planejamento e promoção de práticas inclusivas com foco na democratização do acesso à cultura e apoio à comunicação e administrativo dos projetos da Diretoria de Política de Festivais - DPOF. - A Macaco: Desenvolvimento, planejamento e promoção de práticas inclusivas; Produção de eventos; Atividades relacionadas aos departamentos administrativo e financeiro. Coordenadora do Setor de Relacionamento e 3 - Danielly Mendes Função: Produtora Formação: - Mestra em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais – 2020 - Pós-Graduanda em Gestão Cultural Contemporânea - Itaú Cultural - 2023 - atual - Gestora de Recursos Humanos pelo Centro Universitário UNA - 2015 Experiência profissional: - Centro Cultural Lá da Favelinha - Gestora Administrativa – 2020 - atual - Festival Toca na Favela - Diretora de Estratégia e de Projetos - 2021 - atual - Baile do Popô - Gestão Estratégica e Produção Executiva - Associação Comunitária de Moradores da Vila Santana do Cafezal - Gestora Administrativa – 2020 – 2022 - Juventude Negra Política - Consultora Administrativa – 2020 - 2022 - Favelinha em Ação - AMacaco e Cultural Lá da Fvaelinha – Petrobrás Cultural - 2020 a atual - Programa Pontes - Residência Artística Disputa Nervosa - Oi Futuro, British Council e Centro Cultural Lá da Favelinha - Projeto Saúva + Remexe Favelinha - Absorventes Reutilizáveis - Atuação em: Coordenação Administrativa e Produção Executiva – 2022 - atual 4 - Nayara de Oliveira Santos Função: Assistente de Produção Formação: UFMG - Bacharelado em Ciências Sociais, 2019; Minicurso “Pesquisa em Cultura Popular: Autonomia, Pluralidade e Contemporaneidade", com Mestra Lira Marques e Frei Chico. PROGRAMA SABERES PLURAIS - Agosto/2013 - Dezembro/2019 Oficina de Elaboração de Projetos Culturais, com Aline Tavares - PROJETO "SOMOS COMUNIDADE" - CORETO/ INSTITUTO - UNIMED BH - Junho/ 2023 Oficina de som, luz e projeção para produção de eventos, com Bruno Cerezoli - PROJETO "SOMOS COMUNIDADE" - CORETO/ INSTITUTO - UNIMED BH - Junho/ 2023 Experiência profissional: - Organizadora e produtora do Evento "Meu samba é reza: Dibantu convida para 1a Feijoada de Ogum no Manzo" Julho/ 2023 - Produção“Grupo Dibantu: "Cantando pro santo” na 7a Mostra Descontorno Cultural, Belo Horizonte. Abril/ 2023 - Produtora da 19a Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha, na UFMG. Maio/ 2018 - Secretária da Diretoria de Comunicação e Cultura da Associação de Resistência Cultural da Comunidade Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango, comunidade kilombola e de terreiro localizado na zona leste de Belo Horizonte, Minas Gerais. 2018/2019. 5 - Fernanda Martins Função: Assessora de Comunicação Formação: IEC - Puc Minas - Pós-graduação em Escrita Criativa | 2020 Puc Minas - Graduação em Comunicação Social - Jornalismo | 2011 1o Prêmio de Jornalismo do Instituto de Defesa Coletiva de Minas Gerais - Categoria impresso Experiência profissional: - Analista de SEO e Copywriter Coffee ++ Indústria de Café Escrita criativa para redes sociais. Escrita técnica em SEO com foco em conversão para o blog especializado em café especial e agronegócios. Roteiro para produções audiovisuais Planejamento e gestão de comunicação focada em B2B e B2C Criação e gestão de e-mail marketing, SMS e WhatsApp Business Gestora de projetos. Gerenciamento de equipe. Produção de matéria. Edição e revisão de texto. 6 - Patrick Arley de Rezende Função: fotógrafo Formação: Como fotógrafo vem desenvolvendo, ao longo dos últimos 15 anos, projetos etnográficos de longo prazo com comunidades tradicionais no Brasil e em Moçambique (Projetos “MoçambiqueBrasil: uma ponte contra-colonial”; “Quem anda com nego velho”; “Reinado de Chico Calu – Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos”, dentre outros); e contribuindo com a difusão, visibilidade e promoção das manifestações sagradas de matriz africana na cidade de Belo Horizonte, como o Reinado (é integrante da centenária Irmandade de Congo e Moçambique Nossa Senhora do Rosário e Sagrado Coração de Jesus - Os Carolinos) e Umbanda Experiência como consultor no desenvolvimento de pesquisas; educação patrimonial; registro e inventário de patrimônio material e imaterial; desenvolvimento de ações de salvaguarda de bens culturais de natureza imaterial e impactos socioambientais decorrentes da mineração e agronegócio em comunidades tradicionais. Experiência acadêmica nas áreas de Antropologia da Ciência e Tecnologia; Antropologia das Controvérsias Sociotécnicas; Antropologia Visual; Patrimônio Material e Imaterial, Antropologia do Corpo e da Saúde e Teoria Antropológica. - 2014 - 2019 Doutorado em Antropologia (incompleto). Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte, Brasil Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais Título da Pesquisa: Poderes ocultos, efeitos tangíveis: a feitiçaria e a política em Nampula (Moçambique). 7 - Viviane Santos Pereira Função: Contadora Formação: - Curso Superior em Ciências Contábeis pela Faculdade Novos Horizontes; - Pós-Graduação em Gestão de Projetos em andamento; - Curso de Atuação e Responsabilidade dos Dirigentes das OSC’s com ênfase nos registros contábeis, nos recolhimentos tributários e na aprovação das contas anuais ministrado pelo CMDCA com carga horária de 8 horas; -Formação sobre utilização da Plataforma Transfere. gov (Sincov) com carga horária de 12 horas; - Curso de Excel avançado pelo Senac. Experiência Profissional: Empresa: Associação de Resistência Cultural da Comunidade Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango Período: outubro de 2022 até presente data. Atividades: Realização de prestação de contas dos recursos recebidos por meio de subvenções e doações de diversos órgãos públicos. Organização de documentos, conciliações contábeis e bancárias. Responsável pelo envio das movimentações financeiras para o escritório de contabilidade e posterior análise dos relatórios contábeis.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.