| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 22111570000191 | HOUER CONSULTORIA E CONCESSOES LTDA | 1900-01-01 | R$ 233,0 mil |
| 01626951000133 | AGROQUIMA PRODUTOS AGROPECUARIOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 57,5 mil |
| 15332534000192 | SANCRUZA CONSULTORIA IMOBILIARIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,6 mil |
| 18856397000183 | SAO FRANCISCO MALL INCORPORADORA S/A | 1900-01-01 | R$ 796,36 |
| 22149258000197 | LOS ANGELES MALL INCORPORADORA LTDA | 1900-01-01 | R$ 796,36 |
| 36899335000130 | CURVELO MALL EMPREENDIMENTO IMOBILIARIO S/A | 1900-01-01 | R$ 796,36 |
| 37933656000177 | ADEPTA PROPRIEDADES SPE LTDA | 1900-01-01 | R$ 796,36 |
| 38285757000141 | DENVER MALL INCORPORADORA SPE LTDA | 1900-01-01 | R$ 796,36 |
| 43687073000106 | HOUSTON EMPREENDIMENTOS SPE S/A | 1900-01-01 | R$ 796,36 |
| 46161661000108 | SPE ATLANTA MALL S/A | 1900-01-01 | R$ 796,36 |
| 18711088000115 | LAS VEGAS MALL LOCACOES LTDA | 1900-01-01 | R$ 796,36 |
| 18856350000110 | CHICAGO MALL LOCACOES LTDA | 1900-01-01 | R$ 796,36 |
O projeto visa a realização de concertos da Orquestra Jovem de Belo Horizonte na capital mineira e no interior do estado.
Não se aplica.
1) Objetivo Geral a) O objetivo deste projeto é realizar uma temporada de concertos da Orquestra Jovem de Belo Horizonte 2) Objetivos específicos a) Produto Concerto: realizar um total de 6 concertos com a Orquestra Jovem de Belo Horizonte, sendo 4 deles na capital mineira e 2 em cidades do interior de Minas Gerais b) Contrapartida social (ação formativa): realizar 4 concertos didáticos gratuitos da Orquestra Jovem de Belo Horizonte no espaço do P7 Criativo - Agência de Desenvolvimento da Indústria Criativa de Minas Gerais, voltados para o público de alunos e professores da rede pública municipal e estadual
A Orquestra Jovem de Belo Horizonte é formada pela reunião de estudantes de música na cidade de Belo Horizonte. O grupo tem como objetivo inspirar novas gerações e promover o desenvolvimento cultural através da prática musical e do empreendedorismo. Através de uma gestão inovadora, a orquestra busca experimentar e vivenciar novas práticas de ensaio, estudo e relações humanas durante o processo de preparação dos concertos. Acreditamos que cada jovem músico é um agente importante para a transformação da cultura e deve se tornar um multiplicador de boas práticas e novas tendências para a gestão de organizações culturais. Este projeto visa dar continuidade à atuação da Orquestra Jovem de Belo Horizonte, promovendo uma temporada de concertos. A realização desses concertos ampliará a oferta de produtos culturais na capital mineira, particularmente no segmento de música erudita/instrumental, possibilitando, dessa forma um maior acesso da população da cidade e do seu entorno a esse tipo de manifestação cultural. Na série de concertos proposta, será explorado um repertório variado, que incluirá desde peças significativas do cânone erudito, passando por músicas de compositores brasileiros e também músicas populares e/ou folclóricas. A variedade do repertório contribuirá para uma maior aproximação com o público, desmistificando a música clássica e tornando‐a acessível à compreensão dos espectadores. A proposta é disponibilizar música orquestral para a população da grande Belo Horizonte de forma acessível, sendo executada com a maior qualidade possível, contribuindo, dessa forma, para a formação de público e a democratização do acesso à música na região. Com esta abordagem inovadora, a Orquestra Jovem de Belo Horizonte propõe esta série de concertos que buscará integrar práticas de empreendedorismo, visando a movimentar o mercado musical de Belo Horizonte de uma forma diferente, tornando cada músico participante do grupo um protagonista. Tais práticas vão ao encontro da atual política do Ministério da Cultura, bem como se alinham a espírito da legislação e do regramento que balizam o Mecanismo de Incentivo à Cultura, posto que a Orquestra se preocupa em formar agentes sociais que ajam de forma empreendedora no meio musical, movimentando de maneira sustentável a cadeia de produção musical na cidade de Belo Horizonte. Os produtos culturais previstos atendem aos seguintes incisos dos artigos 1 e 3 da Lei 8313/91: Incisos do Art. 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Incisos do Art. 3 da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Não se aplica.
PRODUTO PRINCIPAL: APRESENTAÇÃO MUSICAL (APRESENTAÇÃO/GRAVAÇÃO DE MÚSICA ERUDITA) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: os concertos serão realizados em teatros ou espaços preparados para atender as medidas de acessibilidade física ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: os concertos contarão com serviço de audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: os concertos contarão com intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS E INDIVÍDUOS NEURDIVERGENTES: as equipes de recepção dos concertos receberão treinamento para auxiliar este público, promovendo a inclusão dos mesmos. PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (APRESENTAÇÃO/GRAVAÇÃO DE MÚSICA ERUDITA) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: os concertos de contrapartida social serão realizados em teatros ou espaços preparados para atender as medidas de acessibilidade física ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: os concertos de contrapartida social contarão com serviço de audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: os concertos de contrapartida social contarão com intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS E INDIVÍDUOS NEURDIVERGENTES: as equipes de recepção dos concertos de contrapartida social receberão treinamento para auxiliar este público, promovendo a inclusão dos mesmos.
Com relação à distribuição dos produtos culturais (produto principal de contrapardidas sociais), o projeto atende ao previsto no Art. 27 da IN 01/2023, inciso II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Já como medidas de ampliação de acesso (art. 28 da IN 01/2023), destacamos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
César Timóteo- Diretor Artístico e Maestro César Timóteo é graduado em violino e canto pela UFMG e Pós-graduado em Gestão de Pessoas pela USP. Estudou regência com o Maestro Issac Karabtchevsky, que o recomendou para reger as orquestras Sinfônica do Recife e Sinfônica de Barra Mansa na Mostra Internacional de Música em Olinda (MIMO), e a World Youth Orchestra no “Musica Riva Festival”, em Riva Del Garda (Itália). Sobre seu trabalho assim se referiu Karabtchevsky: "… pude constatar seu entusiasmo à frente de uma orquestra, sua musicalidade e apurada sensibilidade. Recomendo-o efusivamente..." César Timóteo foi o idealizador e fundador da Orquestra de Câmara Inhotim e, por 10 anos foi Gestor de Educação, Diretor Artístico e Coordenador Pedagógico dos Projetos de Música do Instituto de Arte Contemporânea Inhotim. É Diretor de Música na Rede Batista de Educação e regente da Orquestra Jovem de Belo Horizonte, grupo formado por estudantes de música da cidade e que trabalha dentro de uma gestão inovadora, visando inspirar novas gerações e estimular ações criativas em prol do desenvolvimento cultural, por meio da prática musical e do empreendedorismo. Rafael Marzagão- Spalla Nascido em Itaúna, Minas Gerais, Rafael Marzagão iniciou seus estudos em música com o seu pai, Geraldo Marzagão, integrante da OCI, (Orquestra de Câmara de Itaúna). Antes de concluir seu bacharelado em Música na Nicholls State University com o professor James Alexander, estudou no Brasil com Marcio Martins, Simone Poliana e Elias Barros. Além de concluir seu bacharelado nos Estados Unidos, concluiu seu mestrado em Música com o violinista Cármelo De Los Santos na University of New Mexico. Durante a temporada de 2021-2022, Rafael atuou como chefe de naipe dos segundo violinos da New Mexico Philharmonic sob a batuta do renomado maestro, Roberto Minczuk, sendo o mais novo integrante da orquestra. Durante o seu mestrado na University of New Mexico, foi membro da UNM Symphony onde atuou como spalla. Durante os anos estudando nos Estados Unidos, foi convidado para tocar em várias orquestras tais como a Santa Fé Symphony Orchestra, Opera Southwest Orquestra, Raphides Symphony e Acadiana Symphony. Rafael participou de diversos festivais de música no Brasil e nos Estados Unidos tais como, Festival de Inverno de Campos do Jordão, Femusc, UNM Summer Music Institute, Northern Lights Music Festival (onde foi vencedor do Concerto Competition com o concerto para violino de Jean Sibelius). Participou também de masterclasses com professores internacionalmente reconhecidos no cenário violonístico atual como: Paul Kantor, Hagai Shaham, Theodora Geraets, Sergey Kravchenko, Claudio Cruz, Elisa Fukuda, Simon Bernardini, Alexander Markov, Leon Spierer, entre outros. Atualmente, Rafael é integrante da Orquestra de Câmara de Inhotim, onde atua na posição de spalla. Frequentemente é convidado para tocar nas Orquestras de Câmara de Ouro Branco e Orquestra de Câmara de Itaúna (onde frequentemente se apresenta como solista). Gustavo Batista- Chefe de naipe oboés Nascido em 2002, natural e residente de Belo Horizonte/MG, tive meu primeiro contato com o oboé em 2014, quando iniciei os estudos com aulas ministradas pela professora Talita Capra e posteriormente com o professor Israel Muniz no projeto social Orquestra Jovem Gerais, onde tive aulas de percepção musical, instrumento e prática orquestral. Tive a oportunidade de integrar a orquestra em diversos concertos em vários lugares de Minas Gerais. Fui escalado para a turnê América do Sul em 2017, visitando a Argentina, Chile e Uruguai. Em 2018 passamos pelos estados do Rio de Janeiro, Bahia, Goiás e Distrito Federal com a turnê Minha Pátria. Ingressei no curso de formação musical da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) em 2017, com o professor Gustavo Napoli, neste período participei da Orquestra Sinfônica da UEMG como bolsista. Em 2020 dei início a minha graduação na Universidade Federal De Minas Gerais (UFMG), no bacharelado com habilitação em Oboé com o professor Carlos Ernest, onde tenho a oportunidade de atuar em diferentes formações instrumentais como a Orquestra Sinfônica da UFMG, Banda Sinfônica da Escola de Música, Grupos de música de Câmara e o Grupo Instrumental Madeiras. Participei também de projetos beneficentes como o "Michael in concert", regido pelo J. Vilar e realizado pelo Instituto Adotar. Para agregar conteúdo ao meu conhecimento, tive participação em masterclasses ministradas por professores como: Luis Carlos Justi, Joel Gisiger, Arcádio Minczuk, Gilson Barbosa, Isaac Duarte,entre outros. Participei de masterclasses ministradas pelos professores: Alexandre Barros, Israel Muniz, Maria Fernanda Gonçalves e Públio Silva na academia virtual da Orquestra Filarmônica De Minas Gerais. Atualmente,em 2023, além de participar de concertos com orquestras jovens atuantes em Belo Horizonte como por exemplo a Orquestra Ovo, Orquestra Mineira de Câmara, e Orquestra Jovem de Belo Horizonte. Sou Bolsista da Orquestra da Escola de Música da UFMG, e ministro aulas de Oboé no projeto Orquestra Jovem Gerais. Douglas Santos- Percussão Natural de Presidente Venceslau, São Paulo, iniciou na música em 2004 na banda musical de sua cidade, mas foi em 2008 ao entrar no Projeto Guri que começou efetivamente seu estudo musical com a orientação dos professores Fernando Cesar de Brito e Jefinho Batera. Em 2011 foi aceito no curso de Percussão Sinfônica do Conservatório de Tatuí onde estudou até o fim de 2015 sob a tutela da Prof.ª Silvia Helena Zambonini Soares.No Conservatório integrou o Conjunto de Metais e Percussão, realizou concertos com a Orquestra Sinfônica da instituição como convidado, inclusive na final do concurso Pré-Estreia da TV Cultura, ficou em 2º lugar no I Concurso Interno de Percussão do Conservatório de Tatuí e foi um dos fundadores do quarteto de percussão PercuSãoQuatro, 2º lugar no 6º Prêmio Incentivo a Música de Câmara do Conservatório de Tatuí. Em 2016 ingressou no Bacharelado em Percussão na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tendo aulas com os professore Fernando Rocha, Fernando Chaib e André “Limão” Queiros, concluindo o curso em 2021. Como integrante da Big Band teve a oportunidade participar de uma residência artística com o compositor, arranjador e multi-instrumentista Letieres Leite e se apresentar dentro da programação do Savassi Festival de 2019. Participou da 3ª edição do FEIMEPI (Festival Internacional de Música Erudita de Piracicaba) sob orientação do professor Morris Palter (Canadá), Festival Internacional SESC de Musica (Pelotas – RS) tendo aulas com os professores Clarissa Borba (Brasil/França) e Douglas Gutjar (Brasil) e do 8º Curso de Férias Coreto Paulista (Tatuí – SP) com o professor Eduardo Gianesella (Brasil). Frequentou masterclasses e workshops com Ted Piltzecker (USA), Augusto Morales (Brasil), Scott Horey (USA), Heri Brandino (Brasil), Miquel Bernat (Portugal), Nuno Aroso (Portugal), Gilmar Goulart (Brasil), Fernando Rocha (Brasil), Cleber Campos (Brasil), Cesar Traldi (Brasil), Carlos Tarcha (Brasil/Alemanha), Juan Alamo (Porto Rico), Elizabeth Del Grande (Brasil), Rusty Burge (EUA), Stephan Froleyks (Alemanha) e Saulo Giovannini (Brasil/Portugal). Sua atuação profissional transita entre o popular e o erudito, mas se concentra principalmente na música de concerto/contemporânea. Entre 2016 e 2018 participou de diversas montagens da cantata cênica Carmina Burana de Carl Orff, sendo uma delas com o Coro Lírico de Minas Gerais. Tem atuado com o convidado na Orquestra Sinfônica de Minas Gerais com quem já acompanhou músicos como Sérgio Santos e Rafael Martini, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra de Câmara Inhotim e nos anos de 2017 e 2019 integrou o naipe de percussão da Orquestra Sinfônica de Betim. Atualmente é mestrando em performance na UFMG sob orientação do professor Fernando Rocha desenvolvendo pesquisa sobre ensino e performance de percussão múltipla nas universidades brasileiras.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$1.592,72 em 13/02/2026.