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Fliamerica é o Festival Literário das Américas, um grande evento literário a ser realizado no Parque Nacional do Iguaçu, na cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná, com quatro dias de programação (de quinta a domingo). O festival terá mesas literárias, promovendo o encontro de autores brasileiros e estrangeiros, exclusivamente do continente americano, e mais programação juvenil e infantil, também com atrações nacionais e internacionais.
A programação do Fliamerica foi divida em: Fliamerica Experiências Fliamerica Criativa Fliamerica para Crianças Fliamerica Conferência Anexado a este projeto, está um PDF com o conceito curatorial de cada um dos quatro segmentos do evento, bem como a proposta de programação.
Viabilizar uma programação literária, de qualidade reconhecida, mesclando autores internacionais com nacionais, que gere um conteúdo vasto e atraente, composto por atrações para todas as idades. Proporcionar ao público (turistas, moradores da região Oeste do Paraná e das cidades vizinhas do Paraguai e da Argentina) um evento de conteúdo altamente qualificado, em ambientes confortáveis. Proporcionar a interação pessoal entre o público leitor e os escritores tanto no espaço destinado às mesas de debate e às programações infanto-juvenis, como nas sessões de autógrafos e nas imediações do Parque Nacional do Iguaçu. Facilitar a circulação de autores, ideias e livros do continente americano, através da realização de um grande festival focado exclusivamente na produção literária das Américas. Agregar à tradição turística de Foz de Iguaçu a marca de um evento cultural e internacional, centrado no melhor da produção literária do continente americano. Realizar um festival literário num local de grande importância turística, como o Parque Nacional do Iguaçu, um patrimônio singular do Brasil, numa região que geograficamente é de tríplice fronteira, simbolicamente representando a união das Américas. Promover a conferência do Fliamerica, com painéis sobre projetos, eventos e políticas públicas de incentivo à leitura, difusão do livro e da formação de leitores, e as possíveis interações culturais no continente americano, com representantes públicos das áreas da cultura e educação de alguns países. Auxiliar o Brasil a se firmar como protagonista na integração cultural do continente americano. Viabilizar a programação artística do Fliamerica, com peça de teatro, espetáculo de dança e shows de música (um deles promovendo o encontro entre um artista brasileiro e um argentino). Viabilizar a ação de formação "Letramento Literário", voltada para professores e auxiliares de bibliotecas, que prepara esses profissionais para instigar e mediar a literatura com os alunos, construindo assim uma rede, um sistema de formação de leitores. Incentivar a formação de novos leitores nos ambientes escolares da região.
Como unir e pensar um continente tão cheio de disparidades? O continente americano é formado por 35 países e 19 territórios dependentes, divididos em três regiões (América do Norte, América Central e América do Sul), com uma grande diversidade geográfica, climática, cultural e econômica, sendo o segundo mais populoso do mundo, com cerca de 1 bilhão de habitantes. O festival Fliamerica nasce com o intuito de conectar as literaturas do continente americano, com oito grandes idiomas e centenas de línguas indígenas, um instrumento de integração que proporciona um ponto de encontro de leitores dos mais diversos níveis e faixas etárias, em um destino que respira turismo e é reconhecido por sua multiculturalidade. É o 1º grande evento literário focado na difusão das culturas americanas, a colocar sistematicamente a literatura em diálogo com as artes, as ciências, os meios de comunicação, numa grande celebração democrática do livro e da leitura. Fliamerica vai promover o encontro literário das Américas, e Foz do Iguaçu, com a sua tríplice fronteira Brasil-Argentina-Paraguai, é a sede ideal para o conceito do festival. A cidade é reconhecida como um destino turístico de qualidade, destaca-se por sua ampla rede hoteleira, com opções para todos os gostos e bolsos, além de diversos atrativos naturais, culturais e de lazer, que oferece experiências únicas aos seus visitantes, como as Cataratas do Iguaçu, uma das sete maravilhas naturais do mundo. Com a intenção de propiciar ao público uma experiência estética e prazerosa do evento, para ambientar com graça a vivência da arte literária, a organização pretende realizar o Fliamerica no Parque Nacional do Iguaçu, um patrimônio natural da humanidade, onde se localizam as Cataratas (um conjunto de 275 quedas d’água que formam um espetáculo impressionante de som e luz e tem uma estrutura completa para visitantes de todas as faixas etárias e condições físicas), destino imperdível para quem visita o Brasil, com ações e ativações em pontos chaves do parque, como no Centro de Visitação, no restaurante Porto Canoas, entre outros. E o festival vai reunir escritores, artistas, influencers culturais, intelectuais e leitores de diversas partes do mundo em torno do livro e da leitura, numa programação para toda a família e todas as idades, que garantirá pluralidade para o público, buscando interações estéticas e linguísticas, para o fomento à leitura e a valorização cultural. As programações literárias terão tradução simultânea e transmissão ao vivo pelas redes sociais, possibilitando que milhares de pessoas tenham acesso ao rico conteúdo proposto, em qualquer parte do mundo. As programações literárias são divididas em: a) Fliamerica Experiências, a programação principal, que dá o tom do festival e será recheada de nomes estelares da literatura das Américas e intelectuais que ajudam a pensar a diversidade histórica e cultural do nosso lugar; b) Fliamerica Criativa, a programação juvenil, que vai focar na literatura produzida por meios digitais e nas redes sociais, e também no lançamento em livro de novos autores e influencers literários como os BookToks, que estimulam a formação de novos leitores e a leitura como hábito; c) Fliamerica Imagina, a programação infantil, que oferece uma variedade de atividades para estimular o interesse das crianças pela leitura e pela escrita, como oficinas, contações de histórias, bate-papos com autores, apresentações musicais e teatrais. Além das programações literárias (e da Fliamerica Arte Viva, a artística, que é para encerrar as atividades do festival com um clima de celebração e interação do nosso público e autores, motivado por outras expressões culturais), o Fliamerica vai promover uma conferência internacional de políticas públicas sobre a leitura, com o intento de que haja uma assinatura de acordo de cooperação entre Ministérios da Cultura de países do continente, para uma maior interação artística e educacional entre as nações. O projeto será viabilizado através da Lei de Incentivo à Cultura, e contribuirá para o desenvolvimento do setor cultural local, gerando emprego, renda e acesso à cultura e possibilitando a entrada do Paraná na rota dos grandes festivais internacionais do mundo. E o Fliamerica também quer deixar um legado para Foz do Iguaçu e enxerga nas 94 escolas estaduais e 51 escolas municipais e seus cerca de 80 mil alunos uma oportunidade para desenvolver um projeto pioneiro de formação, o "Letramento Literário", voltado para professores e auxiliares de bibliotecas. A ação traz referenciais teóricos sobre a literatura infantil e juvenil com o intuito de dinamizar os processos de ensino aprendizagem e contribuir para a concepção de um mundo em que a literatura tem centralidade. Mas, sobretudo, prepara o professor e o auxiliar de biblioteca para a parte prática: como trazer o jovem e a criança para os livros? O "Letramento Literário" quer refletir e estabelecer critérios que norteiam a seleção de vários suportes de texto; oferecer dicas e estratégias de como utilizar no cotidiano escolar as mais diversas formas artísticas; possibilitar indagações na seleção dessas linguagens e os possíveis desdobramentos em sala de aula. As ações do projeto Fliamerica vão ao encontro dos quatro eixos do Plano Nacional do Livro e Leitura _ PNLL (Democratização do acesso, Fomento à leitura e à formação de mediadores, Valorização institucional da leitura e incremento de seu valor simbólico e Desenvolvimento da economia do livro). É um evento com ramificações que vão além do festival em si: tem um compromisso com o desenvolvimento social, educacional e, principalmente, cultural do continente, gerando oportunidades de desenvolvimento não predatório, em nível econômico, educacional, ambiental, social e cultural, uma forma de promover a reflexão e formar cidadãos críticos acerca da cultura e dos valores, além de ser mais uma alternativa para auxiliar artistas, professores e demais interessados na difícil tarefa de promover o conhecimento, a observação e a leitura.
O festival Fliamerica se propõe a ser um marco na discussão de políticas públicas do livro e da leitura na América com a sua conferência e um marco no fomento à leitura na região sul do Brasil.
O festival oferece ao público as seguintes programações: 1) Fliamerica Experiências, a programação principal, numa tenda montada no Porto Canoas, dentro do parque, com a curadoria da escritora e professora paranaense Luci Collin. Serão 12 mesas, de quinta a domingo, às 9h, 11h e 14h30, com um total de 20 autores (em 04 mesas individuais + 16 mesas de dupla) e 06 mediadores. 2) Fliamerica Criativa, a programação juvenil, no auditório do Centro de Visitantes, na entrada do parque, com a curadoria da escritora e influencer literária paranaense Paola Aleksandra. Serão 12 mesas, de quinta a domingo, às 9h, 10h30 e 14h, com um total de 16 autores (em 08 mesas individuais + 04 mesas de dupla) e 02 mediadores. 3) Fliamerica Imagina, a programação infantil, numa tenda montada no Centro de Visitantes, na entrada do parque, com a curadoria do escritor, ativista indígena e professor paraense Daniel Munduruku. Serão 20 atrações, de quinta a domingo, às 08h30, 09h30, 10h30, 14h e 15h, com contação de histórias, bate-papo com autor, teatro, música, oficinas e mesas para pais e professores. 4) Fliamerica Conferência, com três painéis na quinta às 09h30, 11h e 14h30, com a curadoria e mediação do arquiteto, produtor cultural, doutorando em relações internacionais e gestor público baiano Zulu Araújo, em local a ser definido, dentro do parque. Os conceitos curatoriais e as programações sugeridas (sujeitas à confirmação dos autores) seguem em anexo no projeto. PS: A Fliamerica Arte Viva, a programação artística, com quatro atrações, de quinta a domingo, das 16h às 17h, no palco montado no Centro de Visitantes, entrada do parque, será definida mais à frente pelas empresas realizadoras, Design Cultural e Mirdad Cultura, com a seguinte intenção: uma peça de teatro nacional, uma apresentação de dança e um show musical internacionais, e um show de encerramento com um encontro de um brasileiro e um estrangeiro.
A acessibilidade de um evento de literatura é um aspecto fundamental para garantir a participação e a inclusão de todas as pessoas interessadas em livros, autores e cultura. Graças à estrutura pré-existente do Parque Cataratas e nossa política de acessibilidade integrada, nosso evento oferece recursos e condições adequadas para atender às necessidades específicas de cada público, como intérpretes de libras para todas as atrações, e rampas, elevadores e banheiros adaptados. Mas também cadeiras e espaços privilegiados para portadores de necessidades especiais e também uma equipe treinada para atender e informar todos aqueles que precisarem de auxílio.
Um evento de literatura é um espaço de troca de conhecimento, experiências e oportunidades, que devem estar abertos a todos os públicos, independentemente de sua origem, gênero, idade, classe social, deficiência ou qualquer outra característica. Por isso, adotamos medidas que facilitam o acesso físico, econômico e comunicacional: - Todas as atrações são gratuitas (porém, para a programação principal e para a conferência, que necessitam entrada no Parque Nacional do Iguaçu [as demais são fora], a empresa que gerencia o parque vai cobrar os ingressos como normalmente faz – a gratuidade dessas programações do Fliamerica é o livre acesso à tenda onde ocorrem as mesas), mediante a retirada de ingressos virtuais e impressos, com cotas específicas de para pessoas de baixa renda (8%), estudantes (8%), idosos (8%), indígenas (8%), quilombolas (8%). Quando a cota não é atingida, a porcentagem é automaticamente revertida para público geral. - Disponibilizaremos tradução simultânea, legendagem e interpretação de Libras para pessoas com deficiência auditiva ou visual. - Divulgaremos o evento em diferentes meios de comunicação, incluindo mídias comunitárias, alternativas e populares, e utilizaremos linguagem clara, objetiva e inclusiva. - Promoveremos a participação e o protagonismo de pessoas de diferentes origens, gêneros, etnias, orientações sexuais e identidades de gênero nos espaços de fala, debate e decisão do evento. - Estabeleceremos parcerias com organizações da sociedade civil, movimentos sociais, instituições públicas e privadas que atuam na promoção da diversidade e da cidadania. - Realizaremos o evento em horários e locais que facilitem o acesso e a mobilidade das pessoas, considerando as condições de transporte público, segurança e infraestrutura da região. - Adotaremos medidas de prevenção e combate à discriminação, ao assédio e à violência no evento, como a criação de um canal de denúncia, uma equipe de acolhimento e uma política de tolerância zero. - Proporcionaremos atividades culturais, educativas e lúdicas que valorizem as expressões artísticas, os saberes tradicionais e as manifestações populares dos diversos grupos sociais presentes no evento. - Avaliaremos o impacto do evento na comunidade local, na economia solidária, no meio ambiente e nos direitos humanos, buscando minimizar os danos e maximizar os benefícios gerados pela realização do evento.
Emmanuel Mirdad Coordenação geral Baiano de Salvador, de outubro de 1980, formado em Jornalismo pela Facom/Ufba, é empresário cultural, escritor, compositor e editor, sócio-diretor da Mirdad Cultura. Produtor cultural desde 1999, realizou diversos projetos com patrocínio público-privado, via leis de incentivo, como festivais, shows, premiações e gravações de álbuns, além de ter sido sócio das produtoras Putzgrillo Cultura (2008 a 2012) e Cali (2013 a 2021). O produto mais reconhecido é a Flica (Festa Literária Internacional de Cachoeira), a 1ª festa literária da Bahia e a maior do Norte-Nordeste, em que foi criador, sócio da marca e coordenador geral de 2011 a 2021 (além de ter sido curador de quatro edições da festa). Mirdad é especialista em criação, elaboração e prestação de contas de eventos; contratação e coordenação de serviços e fornecedores, atrações e equipe para a realização de todas as etapas dos eventos em execução; gestão de conteúdo dos eventos (curadoria e coordenação da campanha promocional, redes sociais, registros audiovisuais e fotográficos); gestão de risco dos eventos; e captação de recursos via leis de incentivo, editais e mercado. Autor do romance “oroboro baobá” (Penalux, 2020), finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2021, tem livros de contos, memórias e poemas lançados. Compositor e produtor musical, possui mais de 60 músicas gravadas, entre rock, reggae, blues e pop, com destaque para as bandas Orange Poem e Orange Roots, e o disco “Silent Dreams” do reggae star Jahgun (disponíveis nas plataformas digitais). A sua composição “Illusion’s Wanderer”, com os versos e a voz do poeta Ildegardo Rosa, acompanhado pelo tincoã Mateus Aleluia, atingiu a marca de mais de 300 mil views no YouTube em 2023, sem nenhum impulsionamento ou divulgação. Carlos Henrique Schroeder Coordenação artística Escreveu os livros “As certezas e as palavras” (Prêmio Clarice Lispector, da Biblioteca Nacional), “As fantasias eletivas” (indicado nos vestibulares UFSC/UDESC/ACAFE e prêmio de romance do ano pela Academia Catarinense de Letras), “História da Chuva” (Bolsa Petrobras Cultural) e “Aranhas” (prêmio de livro de contos do ano pela Academia Catarinense de Letras). Schroeder já falou sobre seus livros na França (Sorbonne), México (FIL Guadalajara) e Espanha (Casa Catalunya), e já deu oficinas de criação em cinco estados brasileiros. Como curador, já assinou a curadoria de mais de trinta eventos literários, com destaque para o Festival Nacional do Conto, Salão do Livro da Serra Catarinense, Flineve, Autores & ideias PR e Ocupação Karam. Curador da Bienal Internacional do Livro de Jaraguá do Sul (outubro de 2023). Foi coordenador artístico de diversas edições da Feira do Livro de Jaraguá do Sul.
PROJETO ARQUIVADO.