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PRONAC 231512ArquivadoMecenato

11º AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL

AGENCIA AMAZONENSE DE DESENVOLVIMENTO CULTURAL - AADC
Solicitado
R$ 1,89 mi
Aprovado
R$ 1,89 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
AM
Município
Manaus
Início
2023-06-01
Término
2023-08-31
Locais de realização (1)
Manaus Amazonas

Resumo

Atento à diversidade, o AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL se alinha a questões em pauta no mundo contemporâneo. Serão realizados diversos espetáculos com destaque para a participação feminina, negra e africana no evento. A programação terá como produtos:APRESENTAÇÃO MUSICAL e CONTRAPARTIDA SOCIAL. Na contrapartida social serão realizadas, pelos técnicos e músicos participantes, diversas atividades distribuídas em: palestras, oficinas e master classes.

Sinopse

Produto principal: APRESENTAÇÃO MUSICAL O AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL, atento à diversidade, se alinha com questões em pauta no mundo contemporâneo, dentre estas a relevância feminina, bem como a estreita relação com o legado africano na cultura das Américas em sentido mais amplo. A programação do evento pretende salientar o papel da equidade de gênero, privilegiando a participação feminina, além de ressaltarmos o multiculturalismo inerente à contemporaneidade ao convidarmos artistas de diversos continentes. Serão mulheres vindas de diversas partes do Brasil, dos Estados Unidos da América e da República da África do Sul. Desta forma pretende-se levar ao conhecimento da plateia diversos campos de atuação do jazz contemporâneo, ao fundir elementos da escola composicional europeia com expressões musicais advindas do processo circularidade atlântica gestada a partir do século XVI, entre África, Américas e Europa. Da programação constam obras escritas especialmente para o evento sobre poemas do amazonense Aníbal Beça para big band e coral, bem como o poema sinfônico para orquestra, coral e solistas de jazz, His Day is Done escrita pelo compositor norte-americano Ed Sarath sobre a obra Madiba, de Maya Angelou, dedicada a Nelson Mandela. Esta será a estreia sul americana dessa peça. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA LIVRE Produto secundário: CONTRAPARTIDA SOCIAL Serão realizadas 14 atividades como palestras, oficinas, master classes, todos gratuitos, como ação formativa cultural, ministradas pelos músicos participantes do Festival e disponibilizadas para um público estimado em torno de 1.000 pessoas, sendo que 50% destes serão destinados a professores e alunos da rede pública de ensino. A produção do Festival já firmou parcerias com a Coordenação dos cursos de Artes, Música e Jornalismo da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e com a diretoria do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro que atende gratuitamente alunos regularmente matriculados na rede pública de ensino para divulgarmos as informações das contrapartidas e poder divulgar para alunos e professores da rede pública de ensino a realização das palestras, oficinas e masterclasses.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a 11ª edição Amazonas Green Jazz Festival, apresentando obras inéditas nacionais e internacionais, buscando despertar o interesse do público pela produção cultural, visando a formação de novas plateias, o desenvolvimento socioeconômico da região, a geração de emprego e renda, assim como divulgação do trabalho envolvido nos bastidores das produções dos espetáculos, dando ênfase aos diversos setores abrangidos, de forma a incentivar o turismo cultural; Objetivos específicos Nos Objetivos específicos deve-se citar todas as ações que serão realizadas no projeto, ou seja, quais os produtos específicos que serão oferecidos à população. Os objetivos específicos devem ser mensuráveis e devidamente comprovados na prestação de contas. Pergunta-chave: QUAIS? QUANTOS? a) Realizar 22 apresentações, enfatizando a participação feminina na programação do evento e chamando a atenção para a equidade de gênero, a preços populares; b) Proporcionar estrutura adequada para a realização do Amazonas Green Jazz Festival c) Difundir o gosto pela música instrumental brasileira e o jazz, ampliando o escopo de fruição ao apresentar obras escritas para orquestra e coral sinfônicos em conjunto com solistas de jazz; d) Promover a cultura criada e apresentada no Amazonas, por sua importância para o cenário artístico nacional de forma a ampliar a inserção do estado nos circuitos de produção artística, ao estabelecer relações musicais diretas com diferentes polos brasileiros, da América do Norte e o continente africano; e) Valorizar o Amazonas como o centro de um evento original e recorrente, reunindo músicos de todo o mundo; f) Valorizar a economia criativa, promovendo o entretenimento como estímulo à geração de emprego e renda. g) Apresentar obras inéditas nacionais e internacionais, buscando despertar o interesse do público pela produção cultural, visando a formação de novas plateias, o desenvolvimento socioeconômico da região, a geração de emprego e renda, assim como divulgar o trabalho envolvido nos bastidores das produções dos espetáculos, dando ênfase aos diversos setores abrangidos, de forma a incentivar fortemente o turismo cultural; Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL h) Sedimentar conhecimento advindo dos mais adiantados centros de produção de música de jazz no mundo, oferecendo, gratuitamente, cerca de 14 atividades como palestras, master classes e workshops.

Justificativa

O AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL pretende ser um festival que realizará 22 espetáculos de alto nível, a preços populares, que serão apresentados por artistas locais, nacionais e internacionais. Ressalta-se que o evento contará com grupos como a AMAZONAS BAND, a AMAZONAS FILARMÔNICA e o CORAL DO AMAZONAS os quais se apresentam em conjunto com solistas brasileiros e estrangeiros, fortalecendo a produção cultural realizada no estado. O evento oferece espetáculos de jazz e contribui para a formação de estudantes de música, operadores de áudio, entre outras atividades, por meio de mais de vinte palestras, workshops e masterclasses, inteiramente gratuitos, ampliando o escopo do evento, seu alcance e potencialidades socioeconômicas. De salientar a contribuição de um evento de alto nível para a diversificação de conteúdos estéticos apresentados à plateia local. Em suas edições, o Festival tem dado um exemplo de como a cultura pode beneficiar a comunidade por meio de ações conjuntas envolvendo a sociedade. Buscamos o apoio do Ministério do Turismo _ por meio da Secretaria Especial da Cultura _ para a aprovação deste projeto, de forma a que se possa captar recursos para a produção das apresentações, no que se refere aos artistas, cenários e seus custos. Pois, acreditamos que manter o AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL ativo e com uma programação de qualidade é de fundamental importância para a cultura, o turismo, a educação, a economia e para a geração de uma imagem positiva do Brasil no mundo. Além disso, devemos lembrar que a Cultura é uma das práticas de desenvolvimento sustentável mais ecologicamente corretas e, portanto, mais ajustadas à Região Amazônica. Considerando o Art. 1° da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O objetivo, conforme Art. 3° para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8.313/91, é o seguinte: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Especificação técnica

O projeto pedagógico das palestras, oficinas e masterclasses encontra-se em anexo em documentos do projeto. Sobre a quantidade de apresentações exclusivamente instrumentais e quantidade de apresentações de música popular cantada, podemos afirmar que: O evento terá ao todo 22 apresentações divididas em 10 noites. Do total de apresentações, teremos a participação do Coral do Amazonas na noite de abertura e na sétima noite de apresentações. Na quarta noite de apresentação teremos a participação da cantora amazonense Márcia Siqueira. De acordo com o art. 9º da IN 01/2023, é relevante destacarmos que a ação preponderante do produto principal é a música instrumental, pois das 22 apresentações, serão realizadas 19 de música instrumental para apenas 03 participações de música cantada, conforme pode ser observado na programação apresentada no item DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE DO PRODUTO Sobre as despesas referentes às apresentações exclusivamente instrumentais e despesas referentes às apresentações de música popular cantada, podemos afirmar que: Não há despesa com a apresentação do Coral porque o grupo é mantido pela própria proponente. A cantora Márcia Siqueira receberá cachê de R$ 5.000,00 (Cinco Mil Reais), incluídos na rubrica MÚSICO NACIONAL. Todas as outras despesas são referentes ao evento de música instrumental.

Acessibilidade

Considerando o Art. 25, da IN 01/2023, destacamos abaixo as medidas que serão tomadas para garantir o acesso das pessoas com deficiência às atividades: Produto: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais onde serão realizadas as apresentações possuem os recursos necessários para receber pessoas com deficiência (rampas, piso tátil, banheiros adaptados, elevador) Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA – não existe item referente a acessibilidade física na planilha orçamentária porque o Teatro Amazonas já está adaptado a pessoas com deficiência, além disso, disponibiliza pessoal especializado para atendimento. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: todas as apresentações serão de música instrumental, sendo possível a fruição por este público. Nas noites de abertura e encerramento do festival e nas aberturas de cada apresentação, será oferecida audiodescrição Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Narrador de Audiodescrição ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: todas as apresentações serão de música instrumental, assim, nas noites de abertura e encerramento do festival e nas aberturas de cada apresentação, será oferecido Intérprete de LIBRAS Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Intérprete de libras Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais onde serão realizadas as palestras, workshops e masterclasses possuem os recursos necessários para receber pessoas com deficiência (rampas, piso tátil, banheiros adaptados, elevador) Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA – não existe item referente a acessibilidade física na planilha orçamentária, pois não haverá custo devido os espaços já possuírem adaptação. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: para as palestras, workshops e masterclasses será oferecida audiodescrição Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Narrador de Audiodescrição ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: para as palestras, workshops e masterclasses será oferecido intérprete de Libras Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Intérprete de libras

Democratização do acesso

Como forma de democratizar o acesso, as 22 apresentações que serão realizadas em 10 noites, no Teatro Amazonas, terão custo de ingressos que variam entre R$ 10,00 e R$ 100,00. Estima-se atingir um público de aproximadamente 6.480 espectadores. Considerando o Art. 28, da IN 01/2023, a medida de ampliação do acesso adotada será: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; DAS CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Como Contrapartidas sociais serão oferecidos, gratuitamente, masterclasses, palestras e workshops direcionados para estudantes e professores de ensino básico, com acompanhamento de intérprete de Libras. Para as contrapartidas, estima-se um público estimado em 1.000 pessoas. Considerando o Art. 28, da IN 01/2023, a medida de ampliação do acesso adotada será: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; A produção do Festival já firmou parcerias com a Coordenação dos cursos de Artes música e jornalismo das Universidade do Estado do Amazonas - UEA, e Universidade Federal do Amazonas - UFAM e com a diretoria do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro que atende gratuitamente alunos regularmente matriculados na rede pública de ensino para divulgarmos as informações das contrapartidas e poder divulgar para alunos e professores da rede pública de ensino a realização das palestras, oficinas e masterclasses.

Ficha técnica

EDVAL MACHADO JÚNIOR – DIREÇÃO GERAL DO PROJETO Presidente da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural - AADC, graduado em Comunicação Social e Direito, atuando há mais de 15 anos, tem experiência na área empresarial, trabalhista e cultural. Como dirigente da instituição nomeado em 04 de junho de 2020, por meio de Decreto do Governo do Estado do Amazonas, o presidente da AADC, atuará por meio de serviço voluntário, sendo o mesmo responsável por todo processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, realizando análise e direcionamento dos trabalhos desde sua pré-produção até a prestação de contas final. A ata de nomeação do atual diretor da AADC encontra-se anexada aos documentos. RUI CARVALHO - Direção Artística Diretor Artístico do Festival Amazonas de Jazz desde 2006, Regente, arranjador e educador, possui mestrado e doutorado em música. Regente da Amazonas Band. INÊS LIMA DAOU – Coordenação e Produção Executiva do Projeto Coordena o planejamento, a produção e a comunicação integrada dos eventos. De 1995 a 2003, foi diretora do Teatro Amazonas, Secretária Adjunta de Cultura e Turismo (2001/2003), Presidente da TV Cultura Amazonas (2004) e Presidente da Fundação Municipal de Cultura e Turismo de Manaus. Foi assessora de Marketing do Boi Bumbá Caprichoso de Parintins/AM. Produziu em 2022 o AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL. CAMILLE THURMAN Além de possuir um som de tenor - que já foi comparado a lendas como Dexter Gordon e Joe Henderson-, CAMILLE THURMAN é igualmente versátil no clarone, flauta e piccolo. Nascida em Nova Iorque foi distinguida com inúmeros prêmios tais como o ASCAP Herb Alpert Young Jazz Composers Award, The Fulbright Scholars Cultural Ambassador Grant, The Chamber Music of America Performance Plus Grant e o Jazz Coalition Composers Grant. Além de integrar a Jazz at Lincoln Center Orchestra (JALCO) já atuou com George Coleman, Roy Haynes, Dianne Reeves, Wynton Marsalis, Kenny Barron, Buster Williams, Charles Tolliver, Jack DeJohnette, Dr.Lonnie Smith, Terri Lyne Carrington, Jon Hendricks, Harry Connick Jr., Jon Batiste, Audra MacDonald, Diana Krall, Patti LaBelle, Gladys Knight, Chaka Khan, Louis Hayes, Russell Malone, Nicholas Payton, Jacky Terrasson, Janelle Monáe, Alicia Keys, Lalah Hathaway, Jill Scott e Erykah Badu, entre outros. ED SARATH – COMPOSITOR / FLUGELHORN Ed Sarath fundou o departamento de Jazz da Universidade de Michigan. Apresentou-se e gravou com Joanne Brackeen, Billy Hart, Cecil McBee, Karl Berger, Marvin Smitty Smith, Dave Liebman e Michael Brecker, entre outros. Atuou em diversos festivais de jazz internacionais como Montreux, Londres, North Sea Jazz Festival (Holanda), Paris, Antibes, New Orleans, Jyvaskyla( Finlândia) Amazonas Green Jazz . O seu cd, New Begininggs, foi gravado com a London Jazz Orchestra. Sarath é presidente da ISIM – International Society for Improvised Music. O seu trabalho Ritmos para Todos, faz uso de ritmo, meditação e atividades criativas como forma de potencializar o desempenho individual. Esta técnica foi apresentada em palestras proferidas na Harvard Business School, The Michigan University Business School e Brown University. Entre seus livros destaca-se Music Theory Through Improvisation. MELISSA ALDANA A saxofonista e compositora MELISSA ALDANA radicada em Nova Iorque, nasceu em Santiago do Chile, filha e neta de saxofonistas. Começou a estudar o instrumento com seu pai aos 6 anos de idade. Em 2005 foi convidada para participar do Panama Jazz Festival antes ainda de se mudar para os EUA para estudar no Berklee College of Music. Foi a primeira mulher - e sul americana! -, a vencer o Thelonious Monk International Jazz Saxophone Competition, um dos mais disputados concursos de jazz do mundo. Além de se apresentar mundo afora, é professora titular de uma das mais prestigiosas escolas de música do mundo, o New England Conservatory, onde leciona no departamento de Jazz Studies. JOHNATAN KREISBERG Natural de Nova Iorque, JOHNATAN KREISBERG começou a estudar guitarra com 10 anos de idade após sua família se mudar para Miami, onde foi admitido na New World School of Arts aos 16 anos. Posteriormente viria a ganhar uma bolsa para estudar na Universidade de Miami, de cuja Concert Jazz band participou, atuando ao lado de grandes nomes como Joe Henderson, Michael Brecker e Red Rodney. Versátil em música do século XX, também atuou na New World Symphony Orchestra sob regência de Michael Tilson Thomas. De volta a Nova Iorque, após terminar seus estudos na universidade, tem atuado com grandes nomes entre os quais se incluem lendas como Lee Konitz e Lonnie Smith, além do seu trio ser um dos mais demandados da cena contemporânea. FELIPE SALLES SEXTETO Nascido em São Paulo, Brasil, o saxofonista, compositor e arranjador FELIPE SALLES reside nos EUA desde 1995. Desde então tem atuado com nomes superlativos do jazz como Dave Liebman, Randy Brecker, Paquito D’Revera, Bob Moses, entre inúmeros outros com quem gravou e se apresentou nos cinco continentes. Distinguido com diversos prêmios - Gugenheim Foundation, French American Jazz Exchange Grant, e o Tete Montoliu, Espanha - por sua composição The Returonf Chromo Sapiens. Graduado em Jazz Performance pelo New England Conservatory, possui doutorado pela Manhatan School of Music em Jazz Arts Advancement e é, desde 2010, professor efetivo da Universidade de Massachussetts em Amherst, onde leciona no Departamento de African-American Music Studies. Versátil em outros idiomas além do jazz, possui obras para orquestra sinfônica, Banda Sinfônica e quartetos de cordas, as quais são apresentadas com frequência em renomadas instituições. O seu mais recente projeto, The New Immigrant Experience, foi lançado em 2020, merecendo destaque por parte da crítica especializada. PABLO GIL Nascido em Mérida, Venezuela e atualmente residindo em Miami, PABLO GIL vem se firmando na cena da música com sotaque caribenho como uma voz que mescla influências do jazz, da música eletrônica e até da música brasileira. Depois de iniciar seus estudos em Caracas, foi agraciado com uma bolsa para estudar na França onde ganhou a Medalha de Ouro em Saxofone no Conservatório de Paris. Concluiu seus estudos em saxofone, arranjo e história do jazz na Escola Superior de Música e Dança na capital francesa. Após se estabelecer nos EUA, desenvolveu uma sólida carreira, trabalhando com grandes nomes do jazz como Ron Carter, Bruce Barth, Ellington Orchestra, John Benítez, Steve Turre, Patato Valdez, entre muitos outros. Tem atuado em diversos países, entre os quais se incluem França, Reino Unido, Portugal, Turquia, Costa do Marfim, Colômbia, Panamá e Estados Unidos, além da Venezuela, seu país natal. ANETTE CAMARGO e PROJETO TANIA MARIA TANIA MARIA é uma das mais influentes cantoras brasileiras que se radicou nos EUA onde obteve grande destaque na década de 70, maior até que no próprio Brasil. Hoje ausente da cena por força de problemas de saúde, tem seu legado resgatado por um projeto que leva o seu nome em forma de homenagem a uma mulher que corajosamente construiu uma carreira de sucesso como intérprete, pianista e compositora. Sua música é interpretada por ANETTE CAMARGO que desenvolveu o projeto em parceria com LAEL MEDINA e um grupo de músicos associados e primeira linha. IGNACIO BERROA Nascido em Cuba, IGNACIO BERROA reside nos EUA desde 1980. Na cena americana, firmou-se como um dos mais importantes bateristas da história por dominar, como poucos, o vocabulário do jazz e da musica afro-cubana com igual versatilidade. Por mais de dez anos atuou com Dizzy Gillespie na UNITED NATIONS ORCHESTRA, uma big band composta pela nata do jazz, da qual faziam parte Paquito d’ Rivera, Arturo Sandoval,Cláudio Roditi, Slide Hampton, Airto Moreira, Flora Purim, Danilo Perez, James Mood e Steve Turre, entre outros. Além disso, IGNACIO BERROA se apresentou e gravou com uma miríade de estrelas entre as quais se incluem McCoy Tyner, Chick Corea, Wynton Marsalis, Freddie Hubbard, Jackie McLean, Michael Brecker, Milt Jackson, Jaco Pastorius, Ron Carter, Charlie Haden, Tito Puente, Mario Bauzá, Gonzalo Rubalcaba, Gilberto Gil, Ivan Lins, Joao Bosco, Lenny Andrade, Lincoln Center Orchestra, WDR Big Band e a BBC Big Band, para citar apenas alguns. REGINA CARTER Nascida em Detroit, Michigan, REGINA CARTER iniciou seus estudos no violino aos 4 anos de idade, pelo método Suzuki. Posteriormente foi admitida no New England Conservatory – uma das mais prestigiosas instituições de ensino musical do mundo -, e concluiu seus estudos no departamento de jazz da Oakland University, em Michigan. Na sua música ecoam gêneros que vão do jazz à música clássica, passando pelo blues, latin jazz, música africana e até country e pop music. Atualmente integra o corpo docente da Manhatan School of Music em Nova Iorque, além de ser a diretora artística do Festival de Jazz de S. Francisco, California. Os títulos e prêmios com que foi laureada – do Grammy em diversas categorias ao Prêmio Pullitzer -, são por demais extensos para caberem aqui. A Fundação MacArhur distinguiu-a com o prêmio na categoria “gênio”. A lista de artistas e orquestras com quem dividiu o palco, bem como os festivais onde se apresentou é igualmente por demais extensa para aqui incluir, porém cabe citar alguns: Monterey, Newport, Detroit, Atlanta, Bern, Montreux, Miami, New Orleans, Montreal, Rochester e North Sea são alguns desses prestigiosos festivais onde atuou. Entre as orquestras incluem-se a Detroit Symphony Orchestra, a Chicago Symphony, a OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), a Knoxville Jazz Orchestra, a Atlanta Symphony e a Chicago Sinfonietta. Tem sido votada por vários anos como a melhor violinista de jazz em atividade pelo público da revista Down Beat. AMARO FREITAS Embora reconhecendo as limitações inerentes a uma tentativa de classificar AMARO FREITAS, a revista DOWN BEAT, tentou definir a música deste pernambucano como a síntese de Abdullah Ibrahim, Thelonoius Monk e Chick Corea. Com apenas 30 anos de idade, já havia criado uma abordagem totalmente singular do vocabulário musical que permeia a sua obra, tornando-o um dos mais aclamados músicos de jazz contemporâneos. Regularmente atua tanto no Brasil como no exterior, sobretudo na Europa onde realiza tunês anuais. Essencialmente, a sua estética remete para o seu nordeste natal, traduzindo de forma única o frevo, o baião, o maracatu, a ciranda ou o maxixe para a linguagem do jazz, com laivos de outros elementos advindos da música de vanguarda. AMILTON GODOY O mais celebrado pianista brasileiro no exterior, conhecido sobretudo por seu trabalho com o ZIMBO TRIO, volta ao AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL para uma apresentação inédita, num formato nunca antes oferecido pelo Festival. O duo de pianos. AMILTON GODOY em cena com ELIANE ELIAS, a mais celebrada de suas alunas no CLAM, Centro de Livre Aprendizagem Musical - a primeira escola no Brasil a abordar a pedagogia musical a partir de uma perspectiva de ensino do jazz e da música popular. Recentemente, GODOY foi laureado com um Grammy por seu trabalho em conjunto com ELIANE ELIAS que com ele dividirá o palco no AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL. Dois dos mais aclamados pianistas da atualidade cuja obra enobrece o legado da música brasileira. Vencedora ELIANE ELIAS Nascida em São Paulo - residindo nos EUA desde 1982 - ELIANE ELIAS, iniciou-se muito jovem no piano. Aluna do CLAM, Centro de Livre Aprendizagem Musical - a primeira escola no Brasil a abordar a pedagogia musical a partir de uma perspectiva de ensino do jazz e da música popular - , teve como mestre AMILTON GODOY. Com ele dividirá o palco no AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL em dueto, celebrando o Grammy com que ambos foram laureados recentemente. Além desse espetáculo, ELIANE ELIAS, fará uma segunda apresentação com o quarteto que com ela excursiona regularmente em todo o mundo. Premiada com o Grammy por varias vezes, foi nomeada para este prêmio outras onze em diferentes categorias, sendo considerada uma virtuose em seu instrumento, o que faz dela uma das mais aclamadas jazzistas na atualidade. Os mais de 30 discos gravados, estão ente os mais acessados nas plataformas digitais, incluindo parcerias com alguns dos maiores nomes do jazz como Herbie Hancock, Chick Corea e Randy Brecker . Aborda com igual desenvoltura desde o jazz a Bach, Villa-Lobs e Ravel, passeando pela música de expressão latina e celebrando a bossa nova, no que faz uso de sua magnífica interpretação vocal. Suas obras para big band - onde exibe seu talento como arranjadora -, vêm sendo apresentadas por algumas das mais prestigiosas orquestras de jazz em atividade. MOMENTUM É um grupo exclusivamente feminino liderado por ELLEN ROWE, que dá título ao álbum Portraits of Women In Music, lançado em 2019. ROWE integra o corpo docente da Universidade de Michigan em Ann Arbor, onde coordena o curso de jazz e leciona piano e arranjo. Portraits of Women In Music reúne algumas das mais celebradas musicistas da cena contemporânea, como Ingrid Jensen, Tia Fuller, Virginia Mayhew, Lisa Parrott, Melissa Gardiner, Marion Hayden, Allison Miller e Janelle Reichman. Algumas dessas artistas estarão presentes no sexteto que se apresenta no AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL. Nos doze cds gravados até o momentom ELLEN ROWE contou com a colaboração de grandes nomes do jazz como Ed Sarath, Joe LaBarbera, Andrew Bishop e Jeff Jarvis, para citar apenas alguns.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.