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PRONAC 231513Apresentou prestação de contasMecenato

EU VEJO ASSIM - segunda edição

MONTENEGRO PENSAMENTO CRIATIVO PRODUCOES & EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 2,98 mi
Aprovado
R$ 2,98 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2023-09-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Representar o universo imaginativo de crianças com Síndrome de Down por meio de uma instalação de artes visuais. A mostra será construída a partir de vivências entre artistas e crianças com ilustração, literatura e fotografia e será apresentada ao público com recursos de videoarte,animações, games e instalações interativas com o emprego da inteligência artificial e da realidade aumentada.

Sinopse

Construída por meio de grandes painéis fotográficos, a mostra trará registros em formato ampliado dos símbolos e cenários que estão no imaginário infantil do grupo pesquisado. A expografia fará a valorização de cada obra de arte por meio da tecnologia para propor uma experiência corporal sensível, seja participativa, interativa ou imersiva. Para compor a ambientação, objetos criados em grandes formatos também farão parte da instalação, de modo que o público seja levado para dentro da criatividade das mentes infantis. As obras só serão definidas após a realização do projeto, visto que dependem 100% da interação das crianças para construção artística. O projeto expográfico está anexado em proposta MUSEOGRÁFICA DA EXPOSIÇÃO, na aba anexar documentos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Criar uma mostra de artes visuais com recortes da imaginação infantil, por meio da ilustração, fotografia e escrita, trazendo ao público recortes da mente criativa das crianças com Síndrome de Down e sua forma particular de enxergar o mundo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Criar uma exposição de artes visuais com recortes da imaginação infantil, apresentada em Curitiba, para um público médio de 15.000. Desenvolver laboratórios artísticos para crianças com síndrome de down com a participação de artistas visuais e escritores, com total de 50 crianças. Incentivar o fomento à produção de artes visuais; Possibilitar a fruição artística; Instigar a interação do público com as obras; Estimular o debate e a formação crítica a partir de mensagens apresentadas na exposição.

Justificativa

De acordo com a Lei Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, do capítulo I, do art1º, o projeto tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo que: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobreviência e o florecimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E para cumprimento das finalidades expressas no art 3º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, os seguintes objetivos: II) fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Cerca de 300 mil brasileiros nascem com a síndrome de Down, segundo o IBGE. Com os estímulos corretos ainda na infância, muitas potencialidades podem ser desenvolvidas nos indivíduos com essa condição genética, o que contribui positivamente para um futuro com mais qualidade. A arte é a expressão, que contribui para a construção do conhecimento. Dança, artes visuais, teatro e música são linguagens artísticas em que a expressão se faz por meio de símbolos, imagens e significados. Vygotsky (2006) realizou estudos sobre a psicologia da arte no início do século XX e observou que o conteúdo da obra começa a ser construído nas interações sociais, pois o indivíduo adquire os significados sociais e depois se apropria deles para construir seus conteúdos individuais. A arte tem sido usada no trabalho com pessoas com síndrome de Down e se mostra uma via de inclusão social, pois, de acordo com o pensamento de Vygotsky, a arte é um ato social e, por meio dela, a pessoa pode conhecer e compreender os símbolos sociais. O objeto artístico é produzido para o outro, constituindo uma materialização do sentimento, transformado, assim, em sentimento social. Vygotsky explica que a arte é o social no interior da pessoa, possibilitando que aspectos íntimos sejam levados à vida social por meio da simbolização, assim a arte é a técnica social da emoção, na qual o sentimento é objetivado, materializado e projetado no objeto artístico externo que se converte em ferramenta da sociedade. A emoção é individual, a arte é produzida para o outro, e o objeto artístico sintetiza o significado individual que passa a ser social. O fazer artístico liberta. Embora a linguagem utilizada tenha regras, elas podem ser transpostas, porque não são funcionais, ou porque não são compreendidas, mas não são aprisionantes. Na arte, não há certo ou errado (Coleto, 2010) e, assim, o indivíduo pode explorar e se aventurar para experienciar novas representações. A partir de vivências artísticas com artistas visuais, fotógrafos e escritores, 150 crianças com Síndrome de Down terão a oportunidade de representar sua imaginação e criatividade com símbolos e referenciais que irão compor uma mostra interativa itinerante. Os resultados obtidos nesse projeto permite democratizar a informação a respeito das percepções de si e de mundo das duas crianças com síndrome de down, nos aproximando de suas diversas formas de pensar, contribuindo para a desconstrução da rotulação, estigmatização e discriminação que são apreendidos de forma estrutural.

Estratégia de execução

De acordo com a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 20193º, no que diz respeito ao limite de 1 milhão de reais, o projeto enquadra-se entre as excessões, a saber: Limitado ao valor da carteira, aplica-se o valor máximo de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) por projeto de: I - inclusão da pessoa com deficiência, educativos em geral, prêmios e pesquisas; II - óperas, festivais, concertos sinfônicos, desfiles festivos e corpos estáveis; III - datas comemorativas nacionais com calendários específicos; e IV - eventos literários, ações de incentivo à leitura e exposições de artes visuais

Especificação técnica

CATÁLOGO 152 páginas + capa Tamanho fechado 17,5 x 24,5 Laminação fosca Papel Pólen Soft, 80 gr Impressão 4x4 tiragem: 1.500 exemplares.

Acessibilidade

O projeto em sua totalidade cumprirá os critérios da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, no que diz respeito a acessibilidade física. CAPÍTULO IX, DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER, Art. 42: a pessoa com deficiência tem direito à cultura em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 2º No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor. § 7º O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas. Acessibilidade da EXPOSIÇÃO DE ARTES 􀂋 Acessibilidade física: obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. 􀂋 Audiodescrição 􀂋 Equipe orientada 􀂋 Guia intérprete de língua de sinais 􀂋 Website adaptado Acessibilidade do CATÁLOGO 􀂋 Versão digital acessível de modo que todas as pessoas possam perceber, entender, navegar e interagir de maneira efetiva com as páginas.

Democratização do acesso

As ações de democratização de acesso, conforme o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, executadas nesse projeto serão: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e

Ficha técnica

Coordenação Geral e Coordenação Artística: Carolina Montenegro Tyrka Guanabara - EMPRESA MONTENEGRO PENSAMENTO CRIATIVO & EVENTOS (portfolio anexo) O proponente desempenhará a coordenação geral/ artística / administrativa e financeira do projeto, sendo encarregado da coordenação de toda sua execução artística, operacional, técnica, de comunicação, contábil e financeira. Jornalista e gestora cultural com especialização em marketing, comunicação institucional e práticas dirigidas a elaboração de projetos de incentivo e fomento a cultura, educação e economia criativa. Há 11 anos administra a Montenegro Produções Culturais, com sede em Curitiba, responsável por elaborar, captar e executar projetos proprietários e parceiros. Em seu histórico de produção constam mais de 80 projetos desenvolvidos e aproximadamente 300 investidores. Já produziu sete edições de Festivais de Teatro Infantil, quatro edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, a série de encontros Conversarte, exposições artísticas, oficinas culturais, de gastronomia, seminários de sustentabilidade, educação, economia criativa e outros. Traz ainda como experiência o gerenciamento de conteúdos, a publicação de livros, catálogos de arte e revistas. Atualmente também desenvolve projetos voltados para formação e aperfeiçoamento de gestores culturais, na constituição de cursos e oficinas práticos sobre a atuação desses profissionais. Projetos culturais executados: • I , II e III Festival de Jazz e Blues – No Improviso / I Festival de Teatro Infantil – Brinque / II Festival de Teatro Infantil – Era uma, eram duas, eram três / II Festival Brinque / I Conversarte/ II Conversarte/ Exposição de arte Eu vejo assim / III Festival de Teatro Infantil Brinque – Folclore do Brasil / II Festival Era uma vez...eram duas, eram três / Exposição Interafetividade/ Exposição Poty por ti. Projetos culturais em execução: Bibliotecarte/ Mapa da gastronomia/ Pakuá/ Exposição Vida/ III Conversarte/ III Festival de Teatro Infantil Era uma vez, eram duas...eram três/ Casa dos Sentidos PRODUÇÃO EXECUTIVA: CAMILA GUANABARA Comprova sua experiência em trabalhos em produção cultural, executiva e consultoria técnica para projetos artísticos. Atuou como produtora executiva em 3 edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, nas 3 edições do Festival de Teatro Infantil - Brinque, Era uma vez...Eram duas...Eram três, Conversarte, Eu vejo assim. Atua na gestão executiva de projetos em captação, tais como Pakuá - Prêmio de fotografia aérea e Conversarte - Geração Z. DESIGNER GRÁFICO: CAIO VITORIANO Atualmente é doutorando em design e lecionou, como substituto, a cadeira de Estética Contemporânea para o Mestrado em Criação Artística Contemporânea na Universidade de Aveiro (UA), em Portugal. Foi professor da graduação e pós-graduação da Universidade Potiguar (UnP) e Estácio (RN). É ex-diretor de criação da Pandora Comunicação (agência que trabalhou por 10 anos), colabora como designer para o selo cultural DoSol, o escritório Z3 Design, dentre outros parceiros culturais e empresas pelo mundo. É graduado em Jornalismo (UFRN, 2000), Publicidade e Propaganda (UnP, 2000), especialização em Design Estratégico (Uni-RN, 2004) e Mestre em Design (UFRN, 2016). Possui prêmios acadêmicos e de mercado publicitário nacionalmente e internacionalmente. ARTISTA CRIAÇÃO: ALEXANDRE ORION Artista visual, muralista e fotógrafo brasileiro. Autor dos projetos Metabiótica e Ossário. Orion trabalhou na direção de arte de revistas, até que em 2002, abriu mão de tudo e retornou para as ruas, onde iniciou um projeto denominado “Metabiótica”, no qual ele escolhe um local da cidade, realiza uma pintura na parede e depois, com uma câmera preparada, aguarda o momento para registrar a interação das pessoas que vão se tornar personagens da fotografia, chegando ao resultado final do trabalho. A série, com quase 20 imagens foi exposta em vários países e virou livro. Em 2004, Orion graduou-se em Artes Visuais na Faculdade Montessóri – Famec , em São Paulo. Em 2005, participou das mostras “Amalgames Brésilliens”, em Mantes-La-Jolie e “Reencontres Parallèles”, no Centre d’Art Contemporain de Bass-Normandie, em Hérouville Saint-Clair, na França. Em 2006, Alexandre Orion iniciou uma intervenção urbana, nas paredes laterais do túnel Max Feffer, sob a Avenida Faria Lima em São Paulo, denominada Ossário. O projeto surgiu após ele descobrir que as paredes eram amarelas, mas estavam impregnadas de fuligem. Com o objetivo de despertar a atenção para a poluição que pinta de preto os túneis da cidade, e o descaso do poder público na manutenção do túnel, com a técnica que chamou de grafite reverso, usando apenas um pano úmido, desenhou imagens de caveiras humanas limpando a fuligem e exibindo as linhas de seu desenho. A intervenção artística teve grande repercussão na mídia e nas redes sociais, mas não durou muito tempo. Após 17 madrugadas de trabalho, em 300 metros de túnel, a prefeitura resolveu lavar apenas as paredes ondes foram realizados os trabalhos. O artista resolveu reproduzir seu trabalho na exposição “Ossário”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo. Segundo Alexandre Orion, a exposição foi documental, sem intenção de recriar nada. Nela foram expostas fotos, textos, e o vídeo que foi um dos mais vistos no YouTube por um bom tempo. O túnel foi reproduzido e pintado com carvão vegetal para que o artista criasse sua arte transmitindo a sensação do local onde o trabalho havia sido realizado.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.