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O projeto consiste na publicação e distribuição de 10 mil livros com 600 páginas sobre cultura hip hop, abrangendo sua história desde os primórdios até os dias atuais, tanto no contexto nacional como internacional. Buscando divulgar e valorizar a cultura hip hop, considerada um patrimônio imaterial do Brasil. Além da publicação do livro, o projeto planeja realizar um evento de lançamento na cidade de São Paulo, com capacidade para 200 pessoas.
Capítulos: Haverá capítulos, contudo, não em blocos para fazer a passagem do tempo ou modificar o tema; exemplo: família, vida pessoal, a vida musical. Na verdade, optou-se em fazer um texto corrido. Sinopse da obra: é com profundo teor cultural e histórico sobre fatos que levaram o surgimento do movimento cultural do hip hop na cidade de São Paulo (ainda que seja questionável a criação do MARCO ZERO no centro velho), pois não se pode confirmar historicamente ser o cruzamento das Ruas 24 de Maio com a Rua Dom José de Barros, o ponto de partida, ou seja, a pedra fundamental. O hip hop paulistano, (base para o Brasil) é um resultado de diversos acontecimentos passando pela política, economia, pelas famílias desestruturadas (outras não), o uso de drogas licitas e ilícitas, casamentos fracassados, mortes, violência entre as próprias gangues dançantes. Entre muitos acontecimentos a resultar, naquela primeira metade da década de 1980, o surgimento do inconsciente movimento cultural do hip hop paulistano, a violência bairrista quando o filme Bet Street foi apresentado se configurou e determinou a criação de diversos grupos dançantes aos moldes dos existentes na cidade de Nova York; nesta fase ocorreram ataques da polícia contra esses grupos artísticos de adolescentes já dançando em pontos específicos das ruas centrais como se aquele engenho cinematográfico funcionasse da mesma forma em São Paulo. O surgimento dos grupos dançantes como o Funk & cia., o Electric Boogies, o Black Juniors, Bufallo Girls, entre outros, os possibilitou sonharem ainda mais com o mesmo modelo de sucesso, mas este, reforçado pelos videoclipes assistidos no extinto programa Som Pop da TV cultura. A soma destes acontecimentos e outros narrados ao longo do livro-reportagem com dezenas de entrevistas com base em metodologia acadêmica, possibilitou um levantamento um levantamento linear para a narrativa de modo fechar esse primeiro volume no ano em que João Break, juntou um pequenino grupo de adolescentes para dançar no vão da estação do Metro São Bento. Os leitores ainda terão (de acordo com os personagens entrevistados e pesquisas em órgãos públicos e de imprensa (jornais e revistas) uma pitada de amores, de fé, de religiosidade e o inesquecível talk show Barros de Alencar no ano de 1984, pois foi exatamente a partir daí que surgiram as centenas de falanges dançantes pelo Brasil todo... entre outros assuntos (até a primeira metade do ano de 1985) fazem parte deste PRIMEIRO VOLUME. Resumo do livro-reportagem Os Guardiões da Velha Escola (Volume I) No ano de 2024, comemoramos 40 anos da história do HIP HOP NO BRASIL e 50 anos do HIP HOP NO MUNDO e, portanto, este é um livro-reportagem com profundo teor histórico sobre fatos históricos relevantes que levaram o surgimento do movimento cultural do hip hop na cidade de São Paulo (ainda que seja questionável a criação do MARCO ZERO no centro velho), pois não se pode confirmar historicamente ser o cruzamento das Ruas 24 de Maio com à Dom José de Barros o ponto de partida, ou seja, a pedra fundamental. O hip hop paulistano é um resultado de diversos acontecimentos sociais e culturais que passaram pelo então momento sócio-político, sócio-econômico e talvez o vetor principal foi a situação de vulnerabilidade social das famílias nos mais variados bairros da cidade de São Paulo, durante os anos de 1970 até meados da primeira metade da década de 1980: famílias desestruturadas, uso de drogas, o alcoolismo, o desemprego e os diversos casamentos fracassados. Jovens, adolescentes e crianças se depararam com um Brasil envolto em crise econômica, a expansão da cidade para as bordas e o surgimento de novos bairros periféricos, numa cidade que crescia desordenadamente ano após ano. Essas crianças hoje conhecidas no mundo artístico como os rappers Mano Brown, Thaíde, DJ Hum, Criolo e tantos outros, viram suas famílias descobrirem os horrores sociais no mesmo instante em que o RAP Norte Americano ganhava o mundo há quase uma década; era uma chance de mudar a própria estrutura econômica de suas famílias, ainda que suas jornadas lhe impuseram desafios. Entre muitos acontecimentos a resultar, naquela primeira metade da década de 1980, (pois na década de 1970 foi a Black Music que pautou a geração em questão) o surgimento do inconsciente movimento do hip hop paulistano, a violência bairrista quando o filme Bet Street foi apresentado se configurou e determinou a criação de diversos grupos dançantes aos moldes dos existentes na cidade de Nova York; e como foi dito por dois pioneiros do hip hop norte-americano, os rappers Afrika Bambaataa e o Kool Moe Dee, para este livro, em suas passagens pelo Brasil, nesta fase ocorreram ataques da polícia contra aqueles adolescentes já dançando em pontos específicos das ruas centrais como se aquele engenho cinematográfico funcionasse da mesma forma em São Paulo. Foi nesta fase dançante que surgiu grupos paulistanos como o Funk & Cia., o Electric Boogies, o Black Juniors, Bufallo Girls, entre outros; este aparente repentino sucesso é que fez outros tantos sonham ainda mais para alcançarem o mesmo modelo de sucesso, mas estes, agora reforçados pelos videoclipes assistidos no extinto programa televisivo chamado Som Pop da TV Cultura, exibido sempre no início da noite. Foi a soma destes acontecimentos e outros narrados ao longo deste livro-reportagem Os Guardiões da Velha Escola: uma história do hip hop paulistano, escrito a partir de entrevistas (mínimo de 20), pesquisas em hemerotecas, livrarias, documentos acadêmicos, bibliotecas e estudo de campo, possibilitou um levantamento linear para esta narrativa de modo fechar, esse primeiro volume, no ano em que o hoje lendário, o João Break, juntou um pequeno grupo de adolescentes para dançar no vão da estação do Metrô São Bento. Os leitores ainda terão (de acordo com os personagens entrevistados) uma pitada de amores/afetos, de fé, de religiosidade e o inesquecível talk show Barros de Alencar no ano de 1984, pois foi exatamente a partir daí que surgiram as centenas de falanges dançantes pelo Brasil... entre outros assuntos (até o ano de 1985) fazem parte deste PRIMEIRO VOLUME... José Ribeiro Rocha Jornalista
Objetivo Geral: O projeto "Os guardiões da Velha Escola" (Volume I) tem como objetivo geral, estimular a cultura nacional por meio da produção literária de qualidade com garantias de democratização do seu acesso ao público, além de estimular novos artistas e criar novos espaços no segmento. Valorizando e disseminando a cultura hip hop por meio da publicação de um livro inédito e da realização de eventos de lançamento. O livro busca apresentar uma visão abrangente da cultura hip hop, desde suas origens até os dias atuais, tanto no âmbito nacional como internacional. Tendo como propósito principal preservar e celebrar a cultura hip hop, considerada um patrimônio imaterial do Brasil, e tornar o conhecimento sobre esse movimento cultural acessível a um amplo público. Objetivo Específico Produto a) LIVRO: concluir a revisão e diagramação do livro "Os Guardiões da Velha Escola (Volume I)" contando com 600 páginas sobre a cultura hip hop, e 10 mil exemplares. O livro servirá como uma fonte de referência abrangente sobre a história, elementos e atores da cultura hip hop, tanto no contexto nacional como internacional. PRODUTO CADASTRADO NO PLANO DE DISTRIBUIÇÃO COMO: livro Produto b) EVENTO DE LANÇAMENTO: organizar um evento de lançamento do livro na cidade de São Paulo. Proporcionando um espaço de celebração e interação, reunindo pessoas interessadas na cultura hip hop. Serão oportunidades para promover o livro, estabelecer conexões e fortalecer a comunidade hip hop. PRODUTO CADASTRADO NO PLANO DE DISTRIBUIÇÃO COMO: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra
A Associação Sempre Juntos é uma entidade sem fins lucrativos, criadora de oportunidades de desenvolvimento, que ajuda a combater a desigualdade social. localizada na zona leste da capital paulista. Realiza durante todo ano atividades culturais que promovem o bem estar social de indivíduos sem acesso a fontes de cultura e com condições de vida precária, efetuando um trabalho em comunidades em vulnerabilidade social da cidade de São Paulo. A Associação Sempre Juntos foi fundada em 25 de outubro de 1993 com o nome de "Associação Familiar Beneficente Vila Mara e Adjacências". Registrada em janeiro de 1994, a entidade teve início com um pequeno grupo de pessoas interessadas em prestar serviços sociais. Seu primeiro trabalho foi o "Projeto de Coleta Externa", realizado em parceria com a Fundação Pró-Sangue, que ocorreu em uma igreja da comunidade e alcançou a meta de coleta de bolsas de sangue. Outro projeto importante foi o "Hora Da Criança", que tinha como objetivo oferecer orientação educativa para combater e prevenir o uso de drogas, além de fornecer serviços de assistência social, lazer, práticas esportivas e atividades culturais para crianças e adolescentes. Esse projeto estava alinhado com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). A partir de 1998, a entidade passou a atuar com um programa de rádio, inicialmente na Rádio Estudantil FM 106,5. O programa abordava diversos temas e situações, além de promover a cultura hip-hop e divulgar o trabalho autoral de grupos da região. O programa gerou eventos e ações culturais, incluindo o "Rap Sport", um torneio de um dia que reunia grupos de rap nacionais e arrecadava alimentos não perecíveis para famílias carentes da região. A entidade também organiza a Festa das Crianças anualmente a partir de 2002, reunindo centenas de crianças para brincadeiras, shows musicais e distribuição de brinquedos arrecadados por meio de doações. Além disso, realizaram outros eventos comunitários, arrecadando alimentos, agasalhos e livros para projetos sociais. Ao longo dos anos, a entidade expandiu suas atividades, oferecendo oficinas de DJ, grafite, dança de rua, entre outras, e estabelecendo parcerias com profissionais e amigos para oferecer serviços como capoeira, ballet/jazz, teatro, canto coral, inglês básico, artesanato, entre outros. Também promovem eventos especiais, como o "Mulher - O que te faz Feliz?", dedicado às mulheres em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. A entidade passou por transformações e enfrentou desafios, como a perda de um dos fundadores e presidente, mas continuou sua missão e expandiu suas atividades. Em 2020, a entidade passou a dar atenção à causa transgênero e ofereceu orientação e assistência jurídica nessa área. Durante a pandemia, adaptaram-se às restrições e ajudaram famílias afetadas economicamente, arrecadando alimentos e fornecendo assistência. Em 2021, iniciaram o Projeto Cozinha Solidária Sempre Juntos em parceria com a Gastromotiva, entregando refeições para pessoas em situação de rua nas regiões de São Miguel e Itaim Paulista. No mesmo ano, a entidade recebeu um espaço público do município de São Paulo, que permitirá o amplo desenvolvimento das atividades sociais e culturais de forma 100% gratuita em uma região de ampla vulnerabilidade social. A cultura hip hop é um movimento artístico e social que possui uma relevância significativa no Brasil e no mundo. Sua influência abrange diversos aspectos da sociedade, como música, dança, arte urbana e valores de resistência, representatividade e inclusão. O projeto fortalece a preservação e valorização do patrimônio imaterial. O hip hop é considerado um patrimônio imaterial do Brasil, carregando consigo uma história e uma identidade cultural que merecem ser preservadas. O projeto visa registrar e divulgar a história, os elementos e os atores da cultura hip hop por meio do livro, garantindo que esse patrimônio seja reconhecido e valorizado. Difundindo conhecimento através de um livro inédito sobre a cultura hip hop buscando ser uma fonte de conhecimento acessível a todos os públicos, desde estudantes até entusiastas e profissionais que atuam na área. Disponibilizando gratuitamente o livro em espaços culturais, como escolas, casas de cultura e bibliotecas, amplia o alcance do conhecimento sobre o hip hop, promovendo a compreensão e o respeito por essa cultura. O projeto atua promovendo a diversidade através da cultura hip hop, buscando refletir esses valores em sua realização, oferecendo oportunidades para artistas, dançarinos, músicos e entusiastas do hip hop se expressarem e participarem dos eventos de lançamento, fortalecendo a diversidade cultural. A proposta atende às orientações da Lei 8313/91, se enquadrando nos seguintes incisos do Art. 1: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A Lei de Incentivo à Cultura é essencial para que o projeto possa se realizar. Não possuímos os recursos prévios para manter gratuitamente as atividades oferecidas, organizar e gerenciar todas as demandas relativas à publicação de um livro de grande impacto social. Os recursos pleiteados serão utilizados exclusivamente para a realização das Atividades do Projeto. Por estes motivos, a Lei de Incentivo à Cultura é a única forma de manter este projeto tal qual ele vem sendo planejado e promover o acesso dele e da cultura à população a qual o projeto se destina. A captação do recurso financeiro permitirá a distribuição gratuita de 10 mil livros. Trabalhando a valorização e difusão da cultura através da música e dos elementos do HIP-HOP, resgatando indivíduos através da arte e cultura.
PRODUTO A ) LIVRO Livro no formato aberto 60,7x28cm e formato fechado 21,0x28cm, 600 páginasCapa c/ orelha em papel cartão supremo FSC LD 250g/m² em 4x0 cores.Acabamentos: gravação de chapas CTP, Laminação fosca em BOPP Frente600 páginas em papel avena LD FSC 80g/m² em 1x1 coresAcabamentos: gravação de chapas CTP, dobradoFinalizações: alceado, colado hotmelt, refilado, empacotado, shrinkado, frete terrestre para SP. PRODUTO B) evento de lançamento NÃO SE APLICA
PRODUTO a) LIVRO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Versão em PDF para leitura em equipamentos digitais. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Conversão da obra em PDF digital. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto irá realizar versão em audiobook. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: GRAVAÇÃO DE VOZ ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não se aplica. PRODUTO b) EVENTO DE LANÇAMENTO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Seleção de espaço que corresponda às medidas de acessibilidade físicas de forma plena. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: LOCAÇÃO DE ESPAÇO. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Seleção de espaço com piso tátil no local de realização das atividades. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: LOCAÇÃO DE ESPAÇO. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Presença de um intérprete de libras em cada atividade do evento. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Profissional especializado no acompanhamento a este público. Realizará a monitoria do espectador o auxiliando com quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para a melhor compreensão da obra: Monitoria especializada inclusiva. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitor.
Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; o projeto será 100% gratuito e com livre acesso ao público. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; SERÁ REALIZADO A TRANSMISSÃO AO VIVO DAS APRESENTAÇÕES CULTURAISITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Transmissão em tempo real (internet) - estrutura tecnica
1 – COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA / PROPONENTE / ARTÍSTICA Nome – José Ribeiro da RochaCurrículo profissional integralRelease Profissional Ainda na infância num ORFANATO CRITÃO envolvido com abuso de poder, pedofilia, violência sexual, drogas e afins; passando pela antiga FEBEM/SP cresci do SERO aos DEZOITO anos de idade entre as décadas de 1970 e 1980; para ser mais preciso meu envolvimento com a escrita se deu a partir do ano de 1985, quando iniciei a compilação das histórias HQ´s e de filmes hollywwdianos assistidos e desde então senti um enorme desejo em contar histórias em livros sem grande sucesso. Mas, a partir do ano de 1992, já fora do internato, na casa da minha família adotiva, retornei esse meu interesse 4 após assistir ao seriado (aos domingos) chamado TwinPeaks, exibido pela Rede globo, após o telejornal Fantástico. Logo após o primeiro episódio, me retirei da sala para um local mais reservado ao qual ouvia músicas e então iniciei os primeiros rabiscos de um romance existente até os dias de hoje em folhas de fichário com datas e horários de cada folha preenchida. Mais tarde, no ano de 1997, após conversar com uma amiga psicóloga da empresa ao qual era empregado, fui encorajado a contar as experiências de vida dentro da instituição cristã para menores carentes (hoje em situação de risco familiar e de rua) e fiz algo jamais revelado; relatar os abusos sexuais (incluindo os que eu sofri) e casos de pedofilia ocorridos por educadores cristãos e contar sobre minha participação em relação sexual com o mesmo sexo e com o sexo oposto; deste modo, os dois primeiros livros-reportagem publicados servir de orientação para pré-adolescentes e adolescentes a enfrentar os mesmos dilemas da idade. Por fim, na fase da vida acadêmica (entre os anos de 2001 a 2012) refazer os mesmos livros-reportagem sobre a minha infância, fundamentando-os dentro de metodologia de pesquisa e entrevistas com ex-internos e assim, a partir do ano de 2007, iniciar a sequência de publicações com o título BRINCAR DE SER FELIZ, Top 10 no Prêmio Jabuti no ano seguinte. Depois nasceu o Os Meninos de Deus, em 2012, também finalista do Prêmio Sesc de Literatura na categoria de melhor original. Três anos depois nasceu outro livro-reportagem chamado Fabio Rogério, manda um salve ao qual foi fundamentado na história de seus avos fugindo da Primeira Grande Guerra Mundial, ao mesmo tempo destas pesquisas, reeditava outro livro-reportagem ainda inédito e chamado Os Guardiões da Tradição: uma história do bumba meu boi paulistano, bem como ouro livro-reportagem chamado Os Guardiões da Velha Escola: uma história do hip hop paulistano.
PROJETO ARQUIVADO.