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PRONAC 231516Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Portal do Sol de Teatro

Francisco Santos Lima
Solicitado
R$ 310,9 mil
Aprovado
R$ 310,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/10/2023
    Início previsto
  3. 06/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 25/05/2026
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PB
Município
Porto Velho
Início
2023-10-01
Término
2026-05-25
Locais de realização (1)

Resumo

Este projeto pretende a realizarão e a produção do 1º Festival Portal do Sol de Teatro. O festival possui duração de 06 dias com apresentações de Teatro. Serão selecionados grupos da Região Nordeste. A programação contará com apresentações de espetáculos, desta forma contribuindo para a formação de novas plateias e para o fomento à produção das artes cênicas. Será realizado ainda um circuito de ações formativas em escolas públicas das redes municipal/estadual de ensino. Toda programação será gratuita.

Sinopse

Sinopse da obra O FESTIVAL Festival de Teatro que reúne espectadores para assistir inúmeros espetáculos e intervenções culturais na cidade de João Pessoa. A arte se apresentando como mediador da relação entre o teatro, o público e a cidade. Classificação indicativa será expressa no acesso do teatro. OFICINAS * CAPACITAÇÃO DOS ARTISTAS E TÉCNICOS Debates, oficinas para ampliação da democratização e da ação artística para jovens estudantes e professores da rede pública. * DEMONSTRAÇÃO DE TRABALHO DOS GRUPOS.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Em consonância com o Art. 2o na execução do PRONAC o projeto tem as seguintes finalidades: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; (Por meio da disponibilização de apresentações gratuitas) IX - fortalecer e valorizar as artes cenicas nordestinas, sobretudo por meio de políticas culturais democráticas, acessíveis e inclusivas. (por meio da seleção de espetáculos produzidos na região nordeste) OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA: * Realizar 06 apresentações teatrais gratuitas durante 06 dias de festival, na cidade de João Pessoa, Estado da Paraíba. Público aproximado de 1.500 pessoas; * Realizar 06 debates (pós-apresentações) sobre a pesquisa, montagem, processo de trabalho do coletivo e do espetáculo; B) PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS * Selecionar, por meio de curadoria, 06 espetáculos com duração entre 40 e 70 minutos para integrar a programação do festival; B) Produto Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual * Capacitar, por meio de duas oficinas em 02 oficinas, com carga horária de 03 horas/aulas, em escolas públicas (O Teatro da cidade: espaços, dramaturgia e conceitos) e (Danças populares do Nordeste), para alunos, selecionados por critérios estabelecidos pela equipe pedagógica, das escolas públicas que aderirem ao projeto. Público de 60 participantes nas oficinas.

Justificativa

O Festival Portal do Sol de Teatro tem em seu foco os princípios e objetivos, reafirmando a missão de: · Lutar por um mundo socialmente justo e igualitário que respeite as diversidades; contribuir para o desenvolvimento do fazer teatral, possibilitando as trocas de experiências artísticas e lutar por políticas públicas culturais, garantindo assim o direito à produção e ao acesso aos bens culturais a todos os cidadãos;· lutar pelo livre uso dos espaços públicos, garantindo a prática artística e respeitando as especificidades dos diversos segmentos das artes cênicas, em acordo com o artigo 5° da constituição brasileira. E ainda: objetiva auxiliar na construção de políticas públicas culturais mais democráticas, acessíveis e inclusivas, que defenda: a formação de novas plateias e a participação dos coletivos das artes cênicas que contemple: a produção, circulação, formação, trabalho continuado, registro e memória, manutenção, pesquisa, intercâmbio, vivência, mostras e encontros de teatro. Diante da retomada das atividades presenciais, queremos fortalecer a importância das e dos fazedores de teatro que propulsionam uma cadeia produtiva ao trazer vida às casas de espetáculos ao passo que valoriza a memória popular. São essas e esses artistas que apresentam-se compondo o a programação do Festival Portal do Sol de Teatro. O Festival Portal do Sol de Teatro possibilitará o desenvolvimento da atividade artística, o acesso das pessoas de todas as camadas sociais às artes e às manifestações artísticas, além, é claro, da troca e do intercâmbio das linguagens, das estéticas e dos grupos e companhias dos estados do nordeste. Este é um projeto que se encaixa nas diretrizes da Lei de incentivo, pois, em acordo com o Art. 1° da Lei 8313/91 o evento tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Assim como, o evento está em acordo com o Art. 3: II que visa o fomento à produção cultural e artística, mediante a alínea "e" que se refere a realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Especificação técnica

CAPACITAÇÃO DOS ARTISTAS E TÉCNICOS: 2 debates de 2 horas. 2 oficinas de 3 horas O FESTIVAL: 06 dias com 06 apresentações de 50 minutos em média. (Não há roteiro para ser anexado, já que os roteiros serão selecionados no decorrer da execução do projeto, quando os espetáculos forem selecionados.)

Acessibilidade

FESTIVAL / ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade no aspecto arquitetônico: Os locais escolhidos para as apresentações possuirão condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741, de 1° de 2003(*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999(**) além de assentos para obesos. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas apresentações do festival, haverá interpretes de LIBRAS; Acessibilidade para deficientes visuais: Visitação tátil aos cenários e figurinos em todas as apresentações do festival ém e nas apresentações da circulação em escolas públicas na cidade de João Pessoa/PB. Acessibilidade para deficientes intelectuais: criar um espaço sensorial que possa ser utilizado por pessoas com deficiência intelectual para descansar ou se acalmar. Este espaço terá luzes suaves, música relaxante e texturas agradáveis. OFICINA /WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL Acessibilidade no aspecto arquitetônico: Os locais escolhidos para a realização de oficinas de contrapartidas possuirão condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741, de 1° de 2003(*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999(**) além de assentos para obesos. Item da planilha orçamentária: sem impacto. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas duas oficinas e haverá tradução em LIBRAS. Acessibilidade para deficientes visuais: Todas as ações de contrapartidas contarão com linguagem oralizada. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realizamores as ações em escolas públicas, locais onde as pessoas com D.I. possuem acompanhantes. Disponibilizar vagas exclusivas para pessoas com D.I.

Democratização do acesso

Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

Coordenador de Produção e Gestão Financeira do Projeto FRANCISCO SANTOS LIMA - DIRETOR DE PRODUÇÃO - Ex-Presidente do Conselho Estadual de Política Públicas, pesquisador das artes cênicas e diretor de audiovisual. Organizador do Festival Amazônia Encena na Rua, diretor dos espetáculos: Filhas da Mata e As Mulheres do Aluá, que circularam pelo Brasil pelo Palco Giratório, foi selecionado em duas edições do Edital Rumos do Instituto Itaú Cultural e duas edições do Petrobras Distribuidora de Cultura, com circulação nacional de espetáculos. Registro Profissional: 22296/DRT/RJ e 712/DRT/RO Função: Produtor e Diretor de Teatro. Formação: Especialista em Educação/pós-graduado em gestão comunitária. Ex-Conselheiro/Presidente do Conselho Estadual de Política Pública – CEPC/RO, Ex-Membro do Conselho Nacional de Políticas Publicas – CNPC, pesquisador das artes cênicas e Diretor de audiovisual, dos documentários: guariterêbenguela e Quilombola: veia negras do Guaporé. Membro da Academia Rondoniense de Letras, Artes e Ciência, ocupante da cadeira 19. Chicão Santos, 45 anos na cena lutando por uma biopolítica para as artes cênicas na Amazônia. Fundador do O Imaginário, que atua em Porto Velho, Rondônia e no Brasil Idealizador e proprietário do Espaço Cultural TAPIRI, com um teatro para 100 lugares, com equipamentos profissionais de luz e som, uma biblioteca e várias salas de produção e uma escola livre de teatro. O TAPIRI é um espaço de compartilhamento e trocas de tecnologias do Teatro Popular. - Pesquisador e Diretor do Espetáculo “Filhas da Mata” selecionado pelo projeto Palco Giratório 2010 (SESC-NACIONAL) para a circulação em mais de 20 cidades Brasileiras em 2010 e que trata da temática da presença feminina na Amazônia no início do século passado; Pesquisador e investigador da cena amazônica. Coordenadora de Acessibilidade e Produtora Nome: Zaine Maria Diniz Lima Nome artístico: Zaine Diniz Natural: Fátima do Sul - MS Registro Profissional: 1756/DRT/DF Função: Atriz de Teatro Formação Universitário: Especialista em Educação.habilitação em Supervisão, Professora de Braille, Adaptação de Material para Deficiente Visual e Locutora/gravação de livro falado (acessível) para deficientes visuais. Ledora e transcritora para pessoas com deficiência. Pós graduação em Gestão Escolar - UNIR/RO. PROJETOS: - ITAÚ Cultural – (pesquisadora) – pesquisa “Oralidade e Cameloturgia” intercâmbio cultural com o grupo O Imaginário - RO e Será O Benidito!? - RJ - AMAZÔNIA ENCENA NA RUA I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX,X, XI e XII edição – (produtora / atriz) - SEMINÁRIO AMAZÔNICO DE TEATRO DE RUA – (produtora) - NÚCLEO DE ARTES CÊNICAS SESC 2009 – (professora/Atuação) - ESCOLA LIVRE DE TEATRO TAPIRI –(coordenadora pedagógica e professora/Atuação) O IMAGINÁRIO desde 2012 até 2017; - Assistente de direção no espetáculo O LIMPADOR DE PLACAS (Prêmio Arte de Rua) – direção André Garcia – 2011; - Preparação de ator no espetáculo BECKETT – NADA MAIS A DIZER; - Preparação de ator no espetáculo FERROVIA DOS INVISÍVEIS – NARRATIVAS DO OUTRO LADO – direção Chicão Santos 2012; - Preparação de ator e assistente de direção de VARADOURO; - EEEFM ANÍSIO TEIXEIRA – (professora de teatro) 2011 - Efeitos sonoros de VARADOURO no Festival Breves Cenas – Manaus AM 2013; - CARAVANA NAS TRILHAS DE RONDON – 100 ANOS DE HISTÓRIA (produtora) 2013; - Projeto Banzeirando – caravana sobre as águas 2011 (produtora); - Inauguração do Teatro Palácio das Artes – Porto Velho RO com AS MULHERES DO ALUÁ - Atriz - MOSTRA TAPIRI E OUTROS PROJETOS VIRTUAIS – Apresentadora e Mediadora 2021 - A BORRACHEIRA PROCESSO – Preparação de elenco, figurino e atriz - FILME “O MEDO DAS ÁRVORES” de Édier Willian – Atriz - LIVE AVOAR – encontro de elenco Raízes do Porto 2020 – Atriz/entrevista - FERA FESTIVAL ESTUDANTIL RONDONIENSE DE ARTE 2016, 2017 e 2018 – Júri - A BORRACHEIRA – virtual 2021 – Atriz - MULHERES DAS ARTES CÊNICAS DO NORTE – CONEXÃO NORTE – 2020 - Live/entrevistada por Fabiano Barros - PAN – POTÊNCIAS DAS ARTES DO NORTE – virtual – A Borracheira - Atriz - FESTIVAL DE TEATRO Palco Perebas – virtual – A Borracheira / Atriz - FESTIVAL RONDONIANA DE ARTES – Apresentadora e mediadora 2021 - ÁUDIO DESCRIÇÃO VÍDEOS – Áudio descritora / roteiro e locutora 2021 - Amazônia Encena - Festival de cinema RO - ÁUDIOBOOK – 9 MINUTOS, Édier Willian - Locutora 2021 - ÁUDIOBOOK – HORIZONTE, Édier Willian – Locutora 2021 Eliane Vianna – Coordenadora Comunicação e Assessoria Bethânia Hidalgo Diniz – Redes Sociais E equipe de produção a ser secionada, na pré-produção do Festival. Comissão de curadores Amanara Brandão Lube, artista afroamazônida, é atriz (DRT 852/RO), poeta, arte-educadora e produtora cultural, licenciada em Teatro pela Universidade Federal de Rondônia e pós-graduada em Yoga. Cursou “Linguagens Artísticas Contemporâneas” pela FAOP - Fundação de Artes de Ouro Preto/MG, 2022. Foi artista residente em: Residência Sesc em Artes Cênicas/RO (2018) e Residência Plataforma Ribanceira – Visualidades Amazônicas/AM (2022). Foi curadora do Festival Amazônia Encena na Rua (edições 2021, 2022 e 2023), Festival dos Invisíveis (2022), Mostra Tapiri (2022). Atua na cena teatral nacional desde 2014, participando de festivais e projetos de circulação nacional como o Mostra Cariri de Culturas (2023), Palco Giratório (2018), Sesc Amazônia das Artes (2016) e Petrobras Distribuidora de Cultura (2015), e em festivais regionais como a Mostra A Cena Negra Amazônica-RO (2022), a Circulação Estadual SESC 52 (2022), o PAN-Festival Potência das Artes do Norte-AM (2021), Festival Madeira de Teatro-RO (2019 e 2020), Festival Amazônico de Teatro-RO (2018 e 2021), Circulação Nas Trilhas de Rondon (2018), 12º Festival de Teatro da Amazônia-AM (2016), 7º Festival de Teatro da Amazônia Mato-Grossense-MT (2016), VII Festac-Festival Nacional de Teatro do Acre-AC (2015). Atuou nos espetáculos As Mulheres do Aluá, A Borracheira, Barilonga Show, Exercícios de Palhaçaria, A Arma da Mulher é a Língua, O Mistério do Fundo do Pote, Que Palhaçada é Essa? e Inventamos de se ver. É artista-pesquisadora em Performance Art, desenvolvendo as obras "Uma Estética dos Restos" (2021), "Intervenção Poética" (2018) e "Seu Lixo Performance" (2017). Na área de produção cultural foi produtora e assistente de produção do festival Amazônia Encena na Rua nas edições de 2017, 2021, 2022 e 2023, da Mostra Tapiri (2022), do CineRo - Festival de Cinema de Rondônia (2021), e foi autora e produtora de projetos premiados: a publicação do livro de sua co-autoria Entre Portos: narrativas às margens(2021); enquanto artista-pesquisadora, desenvolveu a pesquisa em artes cênicas Uma Estética dos Restos (2021), e assina a produção, direção, texto e performance nas obras audiovisuais Intervenção Cyber Poética (2021) e do curta-metragem Sobre pele, palavras e decomposição(2021). Euler Lopes Teles Euler Lopes é escritor de Sergipe. Atua na direção e dramaturgia do Grupo de Teatro A Tua Lona desde 2010. É Curador, já exerceu a função como membro de comissão de seleção, nos seguintes projetos: Teatro no Museu -2019, Teatro Infantil no museu -2021, Temporada Lourival Batista – 2016, festival de Artes Cênicas- 2011, Cena em Debate: Dramaturgias- 2020, Cena em Debate: Teatro Sergipano – 2020 e na Mostra de Dramaturgias -2018. Publicou os livros 10 afetos, +10 Afetos e Bolor. Foi contemplado no Jovens Dramaturgo (2013) e Edie (2016). Publicou os livros 10 Afetos (2017), Bolor (2017), +10 Afetos (2021). Tem textos montados por outras companhias a exemplo de Senhora dos Restos (2014), Piedade, a seu dispor (2019) (Cia Dicuri/SE), Mulheres do Aluá (O Imaginário –RO) – vencedor do Madeira Festival de Teatro 2019, Bicho M (Caixa Cênica/SE), Barulho (Nuclearte-Poços de Caldas), Menina Miúda (Menina Miúda Produções Artísticas-AM), Disque Q para Queer (Teatro da Margem – RN), O Conselho (Cia um do outro- Jundiaí). Coordenou a área de dramaturgia no LabClown em 2021. Supervisionou a construção dos textos Desassossego (Grupo Jurubebas – Manaus). Esse é um espetáculo autobiográfico… (Grupo Asavessa – RN). Realizou as temporadas do espetáculo Ela Esteve Aqui (2015-206, Casa Rua da Cultura), Menina Miúda (2015, Teatro Lourival Batista), Bolor (2019, 2022 – Museu da Gente Sergipana). Em 2020 promoveu o I VIRA LONA que foi uma virada cultural que contou com espetáculos, programações, debates durante 24h no Instagram. Desde 2016 oferta oficinas de escrita criativa por instituições como a Cia de Arte Alese, Sesc em Sergipe, Funarte, Secult-SE, a exemplo das oficinas Dramaturgia: da palavra ao texto (2017), Entre personas e novos suportes (2019), escritos na Tragédia (2020), Poéticas para jovens escritores (2018) Poéticas da cidade (2019) Personagens Bregas e outros babados (2020), Dramaturgias sob Encomenda (2021), Laboratório de escrita criativa (2021), Dramaturgias infantis (2021), entre outras. É doutorando em Letras pela UFS, onde pesquisa violência na dramaturgia latino-americana. Flávia Alessa Diniz Galvão Flávia Diniz é atriz, palhaça, produtora cultural e curadora de projetos culturais. Acadêmica do curso Licenciatura em Teatro na Universidade Federal de Rondônia. Já participou de diversos festivais nacionais, além de ter circulado por todos estados do Brasil. Foi curadora do Festival Amazônia Encena na Rua de 2021, 2022 e 2023. Em 2021 e 2022, participou da curadoria da Mostra Tapiri de Breves cenas e Monólogos. E em 2022, participou da curadoria do Festival dos Invisíveis.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

João Pessoa Paraíba