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PRONAC 2315217Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A VIDA CONTADA EM VERBOS

ALCE PRODUCOES ARTISTICAS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 198,8 mil
Aprovado
R$ 198,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 31/03/2024
    Início previsto
  3. 06/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 11/12/2026
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-31
Término
2026-12-11
Locais de realização (1)

Resumo

Espetáculo teatral sobre a mulher de 40 anos, pós pandemia, suas crises existenciais e valores, encontros com o novo mundo e consigo mesma.Vamos realizar apresentações da peça em 2 capitais de estado. Como contapartida social, faremos uma oficina de escrita criativa.

Sinopse

Em uma cama de casal, Susana está deitada ocupando apenas metade do todo. Ela puxa a coberta como se brigasse com a pessoa que está ao seu lado. Mas, na verdade, tirando o seu corpo, o resto da cama está totalmente vazio. Ela vira de um lado para o outro. Não consegue dormir. Abre os olhos e observa o espaço que tem para se expandir. Joga seu corpo de volta à cama, desiste, está sem ânimo. Senta-se. Em uma quase dança, Susana tenta juntar suas duas mãos, que se repelem. Com força, Susana insiste e as aproxima. Mas, antes do grande encontro, a luz apaga.Quarentona, com dois filhos e recém separada, Susana enfrenta com bom humor e muitos traumas o cotidiano de relações frustradas e bizarras da contemporaneidade. Aaahhh, a contemporaneidade, quando se exige leveza, relacionamentos fluidos e abertos, simples e individualistas. Uma zona só na qual Susana não entende exatamente onde se encaixa. Entre as linhas tênues, ela se equilibra e a peteca não cai, é verdade. Susana não se entrega e em vez de chorar, algo que nunca aprendeu, ela ri de si mesma e das delicadezas grosseiras dessa obra chamada vida.Em um movimento duplo, para dentro e para fora, Susana explora com voracidade todo o seu entorno enquanto aprofunda na sua própria essência - ou afunda? A sua trajetória na peça é contada através da conjugação de verbos que dão nome a um conjunto de situações curiosas e inusitadas. Aos poucos, ela entende que atravessa etapas em sua vida, nenhuma de fato termina, mas outra nova chega, com força, para tirá-la ainda mais do eixo. E aí entram os verbos, como dizia Raul, não pense que a cabeça aguenta se você parar. Então, é no movimento que cada etapa da vida de Susana – assim como cada parte do espetáculo - é representada: por verbos. A nova fase, quando começa, ganha destaque e se acomoda no convívio com as fases que vieram antes. O que nunca falta à Susana em todo esse infinitivo infinito é seu humor ácido e uma capacidade de se surpreender com o cotidiano. Susana flui e frui, transborda, transgride, desacelera e tenta se encontrar consigo mesma. Intensa e sentindo-se sempre equivocada, carrega seu carrasco, as falas da sua terapeuta e lembranças de épocas passadas para a pista de dança e para o copo de caipivodka com abacaxi, que, demandado em excesso, ajuda a criar e a intensificar novas histórias.A peça se passa em ambientes diversos, ela flui, como em seu quarto, onde é o principal ponto de encontro consigo mesma e, também, onde realiza sua terapia semanal pela tela. Na roda de samba, na barraquinha da bebida e no banheiro, quando dialoga com si própria pelo espelho. O arco da peça é o caminho percorrido por uma Susana, que tenta se encontrar, mas olhar para si própria é um passo que exige tempo e dedicação. E, assim, a busca por ela mesma começa por fora e é toda pontuada por verbos, etapa a etapa.Em fluir e fruir, primeira fase, Susana experimenta a sensação de sair livre, sem dar explicações e curtindo o presente. Após 12 anos casada, pandemia, dois filhos e muito trabalho, é tudo muito novo para ela. Estar em qualquer lugar, acordar sem ter planos e sem saber que horas e com quem vai dormir. Susana não sabe nem do que gosta de fazer, e do que não gosta. Então, ela flui. E frui. Aceita convites, lota sua agenda, vai do samba ao rock, da praia às montanhas. O fluxo é tão intenso que a segunda fase ganha o nome ‘transbordar’. A sede de viver toma conta de Susana e a faz aproveitar tudo com muita intensidade. O sorriso estampado, as roupas encurtadas, a dança só termina no chão e continua no estilo inimiga do fim. Tudo é excesso, euforia. A sua vida passa a girar rápido, acelerada. Sentimentos e sensações estão em montanha-russa. Sobem, mas também descem. E o ato de transbordar não é suficiente: ela precisa de mais.Susana começa a conjugar o verbo transgredir. Regras, horários e obrigações ficam pelo caminho em noites regadas de dança e bebida, aventuras e sexo. Incontrolável. Coloca-se em risco. Deprime-se. E ri de suas loucuras. Susana está com a libido em alta, uma loba em caça que não pretende voltar para casa sem a janta do dia. Atenta e pronta para o ataque. Susana sabe que recusas vão acontecer, mas a caça só termina quando encontra uma presa. Seja a hora e a maneira que for. Não faltam loopings, altos e baixos. Susana bebe, come, fuma, beija, dança e trepa. O excesso alimenta, mas não preenche o buraco, um espaço vazio interno que a consome.O ritmo em que se encontra exige de Susana cada vez acelerar mais para que supra as faltas, as ausências, as angústias. O corpo, no entanto, cansa. A mente bloqueia. Susana chora. O choro é potente. É um recomeço. É o início da próxima fase: desacelerar. Não é simples, nada é. E se for, Susana complexifica, desconstrói, aprofunda. Piadas sobre si mesma – se não for para rir, nem a convide - reflexões sobre sua dor. Está mais só que nunca. Ao não intensificar o ritmo de suas escolhas, como de costume, ela passa a enxergar o mundo a partir de uma perspectiva diferente. Aumenta a carga de exercício, ideias e textos tomam sua mente, de forma avassaladora. Ela se perde nas ruas, não se encontra dentro de si própria. Aumenta comida e cigarro. A solidão é galopante, o silêncio é ruidoso. Susana decidiu reduzir o ritmo para ouvir suas próprias vozes. Há piadas, há críticas. O carrasco, conhecido de longa data está lá, pronto para dar pitacos. As vozes não param. Não se calam. Susana descobre que o ato de sempre conjugar, de se movimentar, os verbos no infinitivo eram o barulho que permitia o silêncio. Mas não há volta. Está na hora de um encontro especial: dela com ela mesma. Começa a nova fase, o se encontrar.Em uma cama de casal, Susana está deitada ocupando apenas metade do todo. Ela puxa a coberta como se brigasse com a pessoa que está ao seu lado. Mas, na verdade, tirando o seu corpo, o resto da cama está totalmente vazio. Ela vira de um lado paro o outro. Não consegue dormir. Abre os olhos e observa o espaço que tem para se expandir. Joga seu corpo de volta à cama, desiste, está sem ânimo. Senta-se. Em uma quase dança, Susana tenta juntar suas duas mãos, que se repelem. Com força, Susana insiste e as aproxima. Elas se encontram, os dedos se entrelaçam. Susana dá as mãos consigo mesma. E dorme.

Objetivos

Este espetáculo se enquadra nos seguintes incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, de maneira integral, transcritos abaixo:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural;XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;Produto Espetáculo de artes cênicasGerais· Discutir o comportamento feminino das mulheres aos 40 anos e a pressão social sobre a idade das mulheres em pleno século XXI· Incentivar mulheres a se cuidarem e se livrarem da pressão sobre o envelhecimento e as cobranças da sociedade· Propor uma forma de discutir as dores sofridas pelas mulheres de 40 anos· Apresentar um espetáculo inédito, valorizando a nova dramaturgia brasileira· Dar espaço a jovens artistas e técnicos para mostrarem seus trabalhos Específicos· Duração de 60 minutos· Temporada de estreia na Caixa Cultural do Rio de Janeiro com 16 apresentações· Bate-papos pós peça com psicólogos e alunos de psicologia· Envolver uma equipe de 20 pessoas diretamente na produção do projeto PRODUTO: Contrapratida Social Gerais ● Fomentar a escrita ● Incentivar mulheres a transformarem histórias pessoas em peças de teatro ● Descobrir novos talentos da dramaturgina nacional ● Dar espaço a escritores para aprimorarem seus trabalhos Específicos ● Duração de 40 horas, com fornecimento de certificado ● Oficina online apresentada direto do Rio de Janeiro

Justificativa

O projeto se enquadra no Artigo 1 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. No Artigo 3, este projeto se enquadra em:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore:IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticosA história caiu como uma bomba no meio acadêmico e nos salões de beleza brasileiros, no inicio de 2023: um vídeo mostra três estudantes universitárias de Bauru (SP) debochando de uma mulher, que também estuda na instituição. As jovens ironizam a idade da colega de classe pelo fato dela ter 40 anos. "Gente, quiz do dia: como ‘desmatricula’ um colega de sala?", diz uma das alunas. Logo depois, outra responde: "Mano, ela tem 40 anos já. Era para estar aposentada". "Realmente", concorda a terceira que chega a dizer que a mulher "não sabe o que é Google".A crise costuma bater entre os 40 e 50 anos, quando a mulher de repente se dá conta de que metade da vida já passou. É nesse momento, junto com as alterações hormonais e a percepção dos primeiros sinais de envelhecimento, que ela parte para rever e avaliar as suas realizações. "É muito mais saudável reconhecer a crise do que bancar o avestruz e fingir que ela não existe", assegura a psicóloga Eliane Marraccini, autora do livro "Encontro de Mulheres _ Uma Experiência Criativa no Meio da Vida" (Editora Casa do Psicólogo) baseado em depoimentos de mulheres entre 40 e 55 anos.Só fica o que interessa. Fim do ensaio. Nessa fase, cresce a consciência de que a vida, cada vez mais, será para valer. As mulheres percebem que o tempo dos ensaios acabou. Há urgência em pôr em marcha realizações que vinham sendo postergadas. É grande a oportunidade de fazer uma escolha: lamentar o que não fez, chorando sobre o leite derramado da Cinderela, ou se empenhar ao máximo para realizar muitos projetos.Adélia Prado, ao completar 40 anos, lançou "Bagagem", o seu primeiro livro de poesias: "Quarenta anos/Não quero a faca nem o queijo/Quero a fome". É a fome de viver, a sensação de que a vida não merece ser adiada e de que ainda há muito o que fazer."Hoje o Brasil é um país jovem, mas que tem como musa uma mulher de 50: Vera Fischer", diz a jornalista carioca Lea Maria Aarão Reis, autora do recém-lançado "Maturidade: Manual de Sobrevivência da Mulher de Meia-Idade" (Editora Campus). Sinal dos tempos? Nem tanto porque, segundo a mesma autora, grande parte das brasileiras dessa faixa temem os efeitos da chamada "síndrome da invisibilidade".A filósofa Marilena Chauí lembra que os pensadores gregos começavam a escrever somente depois dos 40 anos, num período da vida conhecido entre eles como "akmê". Para a escritora Andrea Franco, a chegada dos 'enta' não precisa ser sinônimo de crise. Autora do livro "40, sim, e daí?", um manual de bem-estar para mulheres nesta faixa etária, garante que a chegada da maturidade pode ser o início de uma fase libertadora.Por que falar da mulher de 40? Porque é importante que as pessoas vejam que a maturidade pode fazer bem para uma mulher. Grande parte da sociedade vê a mulher a partir dos 40 anos como ultrapassada, alguém que 'já deu o que tinha que dar'. A mulher sempre foi e ainda é, mais cobrada do que o homem em vários aspectos e, entre eles, sem dúvida, está a questão do etarismo. O espetáculo mostra que ao contrario do que muita gente preconiza, os 40 anos são uma etapa feminina muito rica e feliz. É uma década plena.A pandemia da Covid-19 trouxe à tona os impactos negativos na saúde mental da população. As mulheres possuem uma tendência de serem mais afetadas devido a alguns fatores agravantes, como: constante risco de violência, pressões sociais, estéticas e desafios. Segundo uma pesquisa de Oxford, as mulheres têm 40% mais chances do que os homens de sofrer algum transtorno mental. A pesquisa aponta que esse gênero tem 75% mais chances de ter sofrido depressão em um período recente do que os homens, e 60% maior para ansiedade. As mulheres também são muito afetadas por questões de trabalho e convívio social. Uma pesquisa realizada pela Edtech Todas Group revelou que o trabalho acaba impactando mais da metade das mulheres brasileiras. O resultado mostrou que 51% das mulheres demonstram esses impactos negativos ocasionados pelo trabalho. "Uma pesquisa recente aponta que cerca de 42% das mulheres do planeta convivem com sintomas da síndrome de Burnout. Esses aspectos reverberam diretamente na saúde emocional das mulheres.E nesse carrossel de emoções, como você, mulher, tem se percebido? Se você se identificou com esse argumento, assista ao espetáculo. Servirá como um alerta para cuidar da sua mente e do seu corpo. Eles andam sempre juntos!

Estratégia de execução

Contrapartida Social: Oficinas de Escrita Criativa - 1 oficina, com duração de 40 horas, no Rio de Janeiro - beneficiar 1.000 pessoas com a oficina gratuita, presencial e online. - público alvo de alunos de escolas de teatro, alunos de escolas públicas de ensino médio, professores de artes nas escolas - realizar a oficina em um local de fácil acesso, durante a semana, com 8 horas de aula por dia, ao longo de 5 dias, totalizando 40 horas, com emissão de certificado ao final. - há previsão de interprete de Libras em toda a oficina. - nos documentos anexados está o conteúdo da oficina. - vamos garantir a presença dos alunos com ações de divulgação dentro das escolas, para que esta oficina também sirva como aprendizado alternativo auxiliando a escrita de redação para o vestibular. Conteúdo da oficina: Objetivos Pedagógicos: Estimular a expressão criativa da escrita de dramaturgia; Identificar, analisar e distinguir elementos básicos da narrativa: autor narrador, personagens narradores, diálogos; Aguçar a percepção relativa ao tipo dos gêneros: narrativo, lírico e dramático; Desenvolver habilidades para elaboração de ficções. Conteúdo Programático: Criação e criatividade – temas, assunto, a referência, embasamento jornalístico; Gêneros literários - crônica, conto, novela, romance, prosa, poesia, prosa poética, ficção, não-ficção, infantil, humor, terror, drama, jornalístico, religioso; Formas de narrar – primeira pessoa, terceira pessoa; Exercícios de desbloqueio criativo. Experimentações com textos narrativos, poéticos e outros. Criação de personagens – psicologia, figurino, histórico, época, de onde vieram, onde moram, como sobrevivem, o que vestem.; Espaço ficcional – local onde se passa a trama, cenografia, espaço cênico, cultura local; Tempo – a época, o período, a duração da história; Poesia como imagem – o lúdico, o subtexto; Laboratório de texto - estudo do processo de elaboração de um conto e uma poesia Exercício e prática – exemplos e criação dos alunos de um texto de um conto, um poema, um texto jornalístico e um infantil.

Especificação técnica

Apresentações teatrais - 10 apresentações no Rio de Janeiro - as apresentações serão em palcos italianos, com figurino e cenário criados com exclusividade. Haverá ainda a iluminação e a sonorização do espetáculo. Oficina de Escrita Criativa- 1 oficina, com duração de 40 horas, no Rio de Janeiro - beneficiar 1.000 pessoas com a oficina gratuita, presencial e online. - público alvo de alunos de escolas de teatro, alunos de escolas públicas de ensino médio, professores de artes nas escolas - realizar a oficina em um local de fácil acesso, durante a semana, com 8 horas de aula por dia, ao longo de 5 dias, totalizando 40 horas, com emissão de certificado ao final. - vamos garantir a presença dos alunos com ações de divulgação dentro das escolas, para que esta oficina também sirva como aprendizado alternativo auxiliando a escrita de redação para o vestibular.

Acessibilidade

A Acessibilidade FÍSICA deve oferecer facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias tateis). Produto Apresentação Teatral: ACESSIBILIDADE FÍSICA: os teatros selecionados para as apresentação estarão aptos a receber cadeirantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição em todas as apresentações - orçamento por recursos proprios da produtora. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de LIBRAS em todas as apresentações - item da planilha: intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: acompanhamento psicologico e de assistente de produção para a pessoa que dispor sindromes/doenças que gerem limitações e ou desconheçam as LIBRAS - item da planilha: assistente de produção. Produto Contrapartida - Oficina de Escrita Criativa ACESSIBILIDADE FÍSICA: a oficina será apresentada no proprio teatro onde a peça será exibida. Este estará apto a receber cadeirantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição em todas as aulas - orçamento por recursos proprios da produtora. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de LIBRAS em todas as aulas - item da planilha: intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: acompanhamento psicologico e de assistente de produção para a pessoa que dispor sindromes/doenças que gerem limitações e ou desconheçam as LIBRAS - item da planilha: assistente de produção.

Democratização do acesso

De acordo com o art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; No Plano de Distribuição está previsto 3.000 ingressos disponíveis para comercialização, dos quais 900 serão doados a alunos de escolas públicas, um total de quase 1/3 dos ingressos. Além disto, o valor médio cobrado será de R$ 30,00, abaixo do vale cultura.

Ficha técnica

Aline Carrocino - DIRIGENTE DA EMPRESA, ATRIZ DO ESPETÁCULO, DIREÇÃO DE PRODUÇÃO - Pós-graduada em Teatro Musicado na UniRio (onde cursou Teoria do Teatro). Bailarina de dança flamenca, Formada em Comunicação Social UFRJ, dirige a produtora ALCE PRODUÇÕES. Principais trabalhos: NARA, A MENINA DISSE COISAS, direção Priscila VIdca e Dir. Musical Guilherme Borges; Projeto GRANDES MUSICOS PARA PEQUENOS, com direção de Diego Morais e direção musical de Guilherme Borges com os espetáculos BITUCA, MILTON NASCIMENTO PARA CRIANÇAS, e LUIZ E NAZINHA, LUIZ GONZAGA PARA CRIANÇAS. A LENDA DO SABIA, dir. Andre Arteche e Priscila Vidca; TODO VAGABUNDO TEM SEU DIA DE GLÓRIA, Dir. Thiago Pach; CABARE DULCINA, Dir. Edio Nunes e Vilma Melo; NOVELAS O MUSICAL, dir. Andre Dias; BOSSA NOVINHA, SAMBINHA, A REVISTA DO ANO: O OLIMPO CARIOCA, dir Sergio Módena; EU QUERO UM MILIONÁRIO, dir Joaquim Vicente; NOEL FEITIÇO DA VILA, dir. Edio Nunes e Doddy; e MUITA MULHER PRA POUCO MUSICAL, dir. Claudia Ricart, Porta dos Fundos/2014, Novelas: ALTO ASTRAL/2015, GUERRA DOS SEXOS/2013 AQUELE BEIJO/2012, Seriado ALINE/2011, A GRANDE FAMÍLIA/2010, MAYSA/2009 PRÊMIOS: 2018 - Prêmio BOTEQUIM CULTURAL por atriz em espetáculo infanto-juvenil, em “Bituca, Milton Nascimento para crianças”. 2015 - Prêmio CBTIJ MELHOR ATRIZ por “Luiz e Nazinha: Luiz Gonzaga pra crianças”. INDICAÇÕES: 2015 – Prêmio CBTIJ ATRIZ COADJUVANTE por “Todo vagabundo tem seu dia de glória” 2017- Prêmio CBTIJ ATRIZ COADJUVANTE por “Bituca, Milton Nascimento para criançasAlan Rocha Ferreira - ATOR - Premiado com o APTR de melhor ator Coadjuvante no musical A Cor Púrpura e atualmente se preparando para a sua 2a novela, Amor Perfeito da Rede Globo, o ator e músico Alan Rocha também é conhecido pelos inúmeros musicais de sucesso que já realizou como Bem Sertanejo, Samba Futebol Clube e Sambra. Pelo mesmo espetáculo foi indicado ao premio Cenyn, CESGRANRIO, Bibi Ferreira e Botequim Cultural onde também foi contemplado. Em 2017 realizou residencia artística na frança, no projeto Benja, interpretando o artista Benjamim de Oliveira na Biennale des Arts du cirque de Marseille. Com o clipe Alumiou, do seu 1o álbum homônimo lançado em 2019 e com participação de Diogo Nogueira, venceu 3 categorias do Festival Los Angeles Music Video. Enquanto planeja o lançamento do seu novo single, Alan também pode ser visto nos streamings nos filmes: M8, Doutor Gama, os Suburbanos e no curta Baile de Máscaras onde ganhou o prêmio de melhor ator coadjuvante em Paris, no Paris Shorts Films Alwards, e aguarda a estreia de mais 3 longas: Mussum - O Filmis, Um Lobo entre os cisnes que conta a história do bailarino Thiago Soares e o Longa Vitória que conta a história de uma senhora que filmou o tráfico em Copacabana e ajudou a prender traficantes e policiais. Essa matéria foi publicada no Jornal o Extra e correu o mundo. O filme tem Fernanda Montenegro no papel principal e Alan Rocha fazendo o repórter que a ajuda. A Direção é de Andrucha WaddingtonÉdio Rodrigues Nunes - DIREÇÃO - Licenciatura Plena em Teatro pela UNIRIO e Pós-Graduação em Teatro Musicado pela mesma Universidade. É Diretor, Autor e Professor de Teatro na Fundação Real Grandeza onde já montou 23 espetáculos. Com 50 espetáculos musicais no currículo, o carioca Édio Nunes tem conhecimento de sobra no gênero – no qual estreou em 1994 com “Teatro Musical Brasileiro 2”. Entre 2020 e 2023 atuou nas peças A Vida Passou por aqui. Kid Morengueira- olha o breque. Quando a Gente Ama. Em 2022 dirigiu as peças Joaosinho e Laila, Luiza Mahin eu ainda estou aqui. Premiações (2017, 2015 e 2014) CBTJ – Melhor Coreógrafo e 2014 – FESTART RJ – Melhor Direção por Satã, o Show de Madame.Luisa Prochnik Braga - ROTEIRISTA - Roteirista, escritora e jornalista. Experiência de 14 anos no jornalismo esportivo do Grupo Globo como produtora e editora executiva, onde trabalhou in loco e coordenou grandes eventos esportivos como Copa do Mundo, Olimpíadas, Paralimpíadas e Mundial de Atletismo. Assistente de roteiro em duas peças de teatro: ‘Vale Night’, de Renata Mizrahi, e ‘Nessa Data Querida’, de Gustavo Pinheiro. Produtora executiva da série ‘O Samba me Criou’, Canal Bis, e especialista em roteiros para eventos institucionais, com experiência em videocasts da Lancôme, eventos internos e para clientes da GSK, vídeos comerciais para Pólo Blue e roteiro e produção do ‘Rio Gastronomia’, do Jornal O Globo, entre outros. Curadora do ‘Concurso de Roteiro de Curtas’ do Rota Festival 2022. Formada pela Roteiraria em diversos cursos, entre eles: Design de Roteiro de Séries módulos I e II e Formação de Roteiristas. Com experiência em ficção, não-ficção, jornalismo e roteiros diversos, Luisa Prochnik é mestre em Comunicação Social, pela PUC-Rio, e especialista em Cultura, pela FGV.Wladmir Pinheiro - DIREÇÃO MUSICAL - Ator, músico, cantor e compositor, Wladimir Pinheiro vem atuando em importantes espetáculos teatrais e musicais. Diante da necessidade de produzir um trabalho próprio, que o identificasse como intérprete, compositor e arranjador, idealizou Wladimir Pinheiro - Basta Acenar: um álbum acústico contendo doze faixas de diferentes autores. Wladimir Pinheiro - Basta Acenar, que conta com participações especiais de Claudio Lins e Paulo Betti, traz canções inéditas, além de revisitar clássicos da canção nacional. Iniciou seus estudos de canto e piano aos oito anos de idade, tendo depois estudado violino e viola. Vencedor do concurso Jovens Solistas da orquestra Petrobras Sinfônica, começou sua carreira teatral com Domingos Oliveira, no “Cabaré Filosófico” e, desde então, vem atuando em espetáculos como “A Canção Brasileira”, dirigido por Paulo Betti, “O Homem Vivo”, com Camilla Amado, “Hans o Faz Tudo” e “Fedegunda”, de Karen Acioli, entre outras.Wanderley Gomes - CENÁRIO E FIGURINO - Indicado ao Prêmio Shell 2023. Vozes Negras. A Força do Canto Feminino. Direção Gustavo Gasparani. Prêmio Shell 2020 Figurino - Oboró Masculinidades Negras - Direção Rodrigo França. Indicado ao Prêmio Shell Figurino 2006 – Else - Direção José Luiz Jr . 2021 Luiza Mahin. Eu Ainda continuo aqui - Direção Edio Nunes - Cenário e figurino Wanderley Gomes - Teatro Petra Gold . 2021 Macbeth Preto em Processo - Direção Rodrigo França - Cenário e figurino Wanderley Gomes. 2019 Oboró Masculinidades Negras - Texto Aldaberto Neto - Direção Rodrigo França - Teatro Sesi/Teatro João Caetano Adriana Ortiz - ILUMINAÇÃO - Adriana Ortiz é iluminadora já indicada ao Prêmio Cesgranrio de Teatro e a dois prêmios Shell no Rio e em São Paulo e dois prêmios APTR. Tem na sua estante prêmios como o APTR/RJ 2017 de melhor iluminação pela Peça “Monólogo Público” e o Reverência 2018 pelo musical “Romeu e Julieta”. Com 25 anos de êxito na profissão, realizou trabalhos em diversos espetáculos de teatro, ópera e musicais. Possui ainda a experiência de 4 anos como Coordenadora Técnica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e de diversos eventos na indústria do entretenimento, como o Panorama de Dança Boticário, no Riocena Contemporânea e o Festival Internacional de Linguagem. Nos últimos anos se especializou como diretora técnica , participando de importantes realizações do mercado cultural em todo Brasil.Sueli Guerra - DIREÇÃO DE MOVIMENTO - Dirigiu: O Crime do Professor de Matemática, Piano Bar, Meu Lugar no Mundo, O Búfalo, Emilinha, Divina Elizeth. Coreografou: A Cor Púrpura, O Musical; Bibi uma vida em musical; Andança, Otelo da Mangueira; Tango Bolero e Cha cha cha; Tim Maia, Beijo no asfalto, o musical; Alice no País da Internet; Makuru. Em 2001, ganhou do Prêmio Coca-Cola de teatro jovem pela coreografia do espetáculo Praça Onze. Ganhou o Prêmio Botequim Cultural de melhor coreografia em 2020 por seu trabalho em A Cor Púrpura. Pós graduada em Direção em Teledramaturgia pela Faculdade CAL de Artes Cênicas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Rio de Janeiro Rio de Janeiro