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O Projeto Observatório de Dramaturgia, Práticas e Vivências propõe a criação de um espaço dedicado à experimentação, reflexão, pesquisa, criação e produção artística no âmbito da dramaturgia e do teatro. As ações planejadas visam fomentar práticas colaborativas de escrita, destacando-se nos processos relacionados à gênese colaborativa, à abordagem expandida da escritura direcionada para a cena e às interfaces com a escrita literária.Inspirado na obra do renomado escritor e mestre da literatura, Guimarães Rosa, o projeto culminará na produção teatral de um texto autoral, livremente inspirado na obra do autor mineiro. O resultado final será uma montagem teatral, desde a concepção até a estreia, com destaque para a trilha sonora composta integralmente a partir das músicas do Clube da Esquina.
O Projeto observatório de dramaturgia, práticas e vivências consiste em promover um espaço de experimentação, reflexão, pesquisa, criação e produção artística na área da dramaturgia. O projeto prevê ações conjuntas voltadas para a prática da escrita, com ênfase nos processos envolvendo a gênese colaborativa, o termo expandido da escritura voltado para a cena e as interfaces com a escrita literária. Tendo como inspiração e base a literatura do mineiro e Mestre da literatura Guimarães Rosa, tendo um produto final a montagem, produção e estréia teatral de um texto autoral baseado e livremente inspirado na obra de Guimarães e com trilha sonora toda composta a partir das músicas do Clube da Esquina.
OBJETIVO PRINCIPAL: Realizar a montagem do Espetáculo Uai sô! Realizar a estréia com 3 apresentações do Espetáculo Uai sô!,Selecionar via chamamento público e audições 8 atores e 6 musicos para composição do elenco. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Promover um espaço de experimentação, reflexão, pesquisa e produção artística na área da dramaturgia. Intensificar a cultura popular mineira, juntando no texto de um dos mais importantes escritores brasileiros, com músicas tradicionais mineiras. Fomentar a Cultura Criativa na cidade contratando artistas e técnicos para o projeto, gerando assim, emprego e renda na área cultural Garantir a Democratização de acesso ao produto final espetáculo UAI SÔ!, que fará três apresentações completamente gratuitas para a população de Belo Horizonte.
Os estudos sobre dramaturgia em torno da experiência e da alteridade como matrizes dos novos contextos artístico-pedagógicos ratificam o deslocamento necessário para que a arte deixe de ser apenas um instrumento e passe também a ser o fundamento do ensino, dentro de uma prerrogativa experiencial de sua genealogia. Nesse caso, os saberes construídos a partir de uma experiência artística vivenciada, tanto podem sensibilizar o aluno para as questões artísticas como também para as questões externas relacionadas à sua formação enquanto sujeito, além de propiciar espaços e labores permeáveis ao viés crítico que forma e reconstrói conceitos em torno da sociedade, da partilha do sensível e dos saberes construídos coletivamente. Trabalhar junto ao campo expandido da dramaturgia significa rever a historiografia teatral brasileira, atentando-se para suas lacunas e exclusões, e, também, para a inserção das manifestações e expressões da cultura brasileira e latino-americana não hegemônicas na topografia do pensamento e das práticas artístico-pedagógicas da área. Justifica a proponência deste projeto a possibilidade de ampliar os espaços de criação artística junto à comunidade na modalidade que envolve a dramaturgia, a escrita e suas práticas. Este espaço propicia ao artista e a comunidade em geral uma oportunidade dialógica de interação com os projetos desenvolvido, além de democratizar o acesso à cultura e ao conhecimento. O Observatório de dramaturgia, práticas e vivências foi pensado como uma possibilidade de efetivar um espaço de experimentação no âmbito da criação dramatúrgica, pautado pelo caráter de um "observatório", modalidade que denota maior amplitude experimental às práticas em torno da dramaturgia, o seu campo expandido, a observação do contexto local e práxis criativa. Outro fator importante na proponência deste projeto se refere a uma abordagem particular da dramaturgia enquanto "espaço de experiência", ou seja, uma perspectiva de atuação junto aos mecanismos, dispositivos e processos didático-criativos que exploram a ressignificação da palavra, do corpo e do espaço, tendo como ponto de partida a diversidade subjetiva, textual e performática de suas fontes. Esta frente de trabalho tem como foco os desdobramentos culturais na contemporaneidade e suas derivações no universo do teatro, da dança e da dramaturgia brasileira. Ao afastar o campo dramatúrgico dos domínios da égide dramática (que por muito tempo subsidiou o viés textocêntrico ancorado no pensamento europeu, ortodoxo e excludente) e inseri-lo nas vertentes apoiadas na gênese coletiva de criação, mobilizo uma ruptura epistêmica em que a esfera operacional da tessitura dramatúrgica interpassa caminhos plurais de textualização, reconfigurando o pensamento, a prática e os processos criativos gerados em torno de seus fundamentos. Outro ponto importante a ser destacado é a concepção expandida do termo dramaturgia que institucionaliza o trabalho com um repertório heterogêneo de fontes e processos criativos em que a palavra se torna apenas um dos elementos constituintes da materialidade dramatúrgica. Nesse sentido, o arsenal de elementos dramatúrgicos capazes de mobilizar as engrenagens cênicas nas linguagens do palco, da rua, da dança e da performance ultrapassa as fronteiras do verbo e se abre ao profícuo campo das imagens e sua linhagem dialética, ao repertório proveniente da diversidade mitológica e ritualística brasileira (com destaque para a cultura negra e indígena), à rede tecnológica de sistemas, códigos e aprendizagens (e os ecos do impacto das novas mídias na escritura) e à alteridade (que passa a estruturar a construção dos saberes dramatúrgicos e teatrais, cuja natureza é essencialmente coletiva). Guimarães Rosa, considerado um dos mais importantes escritores brasileiros, trouxe para a literatura vocábulos, expressões, ditados populares, aforismos conhecidos, muitas vezes, somente nas regiões interioranas em que o autor, em expedições a cavalo, percorria a fim de se munir de saberes e costumes intimamente sertanejos. Essas pesquisas serviram de base para a construção de obras reveladoras não só do sertão geográfico, paisagem típica de muitas localidades do Brasil, mas, sobretudo, da alma humana, complexa e cheia de veredas. O aspecto linguístico dá autenticidade à caracterização dos personagens de Guimarães Rosa, os quais são próximos da realidade daqueles homens e mulheres do interior do país. O próprio escritor afirma que "todos os meus personagens existem. São criaturas de Minas: jagunços, vagueiros, fazendeiros, pactários de Deus e do Diabo, meninos pobres, mulheres belas". Recentemente "Clube da Esquina" foi eleito o melhor álbum da história da música brasileira, o que desencadeou uma série de questionamentos e opiniões contrarias as famosas listas de melhores álbuns, mas queira você sim ou não, a qualidade e importância desta obra é inquestionável para os valores da cultura brasileira. Um trabalho composto de canções ambiciosas, que narram um período da história do Brasil. Enquanto o Brasil mergulhava nas águas sangrentas da Ditadura Militar, o ano de 1972 foi um divisor de águas para a música pop brasileira ou se preferir MPB, discos como "Acabou Chorare" dos Novos Baianos, "A Dança da Solidão" de Paulinho da Viola, sem falar nos álbuns autointitulados de Tim Maia, Jards Macalé, Tom Zé e Elis Regina. E depois de muito tempo em exílio voltavam ao Brasil os heróis da Tropicália Gilberto Gil com "Expresso 222" e Caetano Veloso com "Transa" ; e no meio desse alvoroço todo, pairava sobre a MPB o "Clube da Esquina", um dos discos mais pragmáticos e emblemáticos da história da música brasileira, um álbum duplo, edificante e mistificador. As intervenções harmônicas, aliás, seriam a grande novidade da música que os mineiros apresentavam ao Brasil. Se de início os acordes seguiam comportados os rumos indicados pelas gerações influenciados pela bossa-nova, não tardaram a assumir um estilo próprio na criatividade de artistas como Wagner Tiso e Toninho Horta, além do próprio Milton, que também deixava o seu timbre de instrumentista ao explorar a percussividade das cordas de seu violão, destoando do que até então se fazia na MPB. Só a ideia de juntar Guimarães Rosa e Clube da Esquina no teatro já vale a justificativa do presente projeto, então almejamos sua devida aprovação para colocarmos em prática grandes riquezas culturais de nossa Minas Gerais.O diálogo entre Guimarães Rosa e o "Clube da Esquina" na proposta teatral é apresentado como uma oportunidade única de explorar e ampliar as riquezas culturais de Minas Gerais, unindo dois ícones representativos de diferentes expressões artísticas. O projeto, portanto, busca a aprovação para concretizar essa fusão única de elementos culturais em uma experiência teatral enriquecedora.
O Projeto -OBSERVATÓRIO DE DRAMATURGIA, PRÁTICAS E VIÊNCIAS - UAI SÔ!- MINEIRIDADES EM VERSOS E CANÇÕES consiste em promover um espaço de experimentação, reflexão, pesquisa e produção artística na área da dramaturgia. O projeto prevê ações conjuntas voltadas para a prática da escrita com ênfase nos processos envolvendo a gênese colaborativa, o termo expandido da escritura voltado para a cena e as interfaces com a escrita literária e a música. O projeto será embasado na prática da leitura, reflexão e criação da Obra de Guimarães Rosa, tendo como inspiração um texto autoral do proponente, baseado na obra de Guimarães para que seja montado como mostra final do produto. A intensão é intensificar a cultura popular mineira, juntando no texto de um dos mais importantes escritores brasileiros, com músicas tradicionais mineiras, compostas por artistas mineiros, (Clube da esquina, Lô Borges, Milton Nascimento), celebrando um grande encontro da literatura com a música e criando um texto teatral com esses ícones mineiros. A proposta apresentada prevê em primeiro momento uma chamada pública que selecionará para participar do projeto 6 (seis) musicistas, músicos para fazer parte do elenco, pois toda trilha sonora da peça que será construída por esses selecionados, também deverá ser executada ao vivo na mostra final do produto e futuras apresentações, circulação e temporada. Também é previsto a seleção de mais 08 (oito) atores para ocupação do papel de personagens. Para essa seleção será feito pelo proponente e direção do projeto um chamamento público, com descrição completa dos requisitos para seleção. A intenção é que o projeto ocupe para sua realização, espaços públicos através também de editais e chamamentos públicos de ocupação, porém de ante mão apresentamos algumas possibilidades em cartas de anuência para realização do mesmo, usando espaços públicos e gratuitos e um Teatro particular, caso não seja possível conseguir apenas equipamentos públicos para primeira exibição da Mostra, produto final do projeto intitulado de -OBSERVATÓRIO DE DRAMATURGIA, PRÁTICAS E VIÊNCIAS - UAI SÔ!- MINEIRIDADES EM VERSOS E CANÇÕES .
O Projeto Observatório de Dramaturgia, Práticas e Vivências compromete-se a promover um ambiente inclusivo, garantindo acessibilidade a diversas audiências. Para as pessoas surdas, contamos com a presença de intérpretes de Libras durante as atividades, assegurando que a linguagem visual seja acessível a todos os participantes. Para proporcionar uma experiência mais enriquecedora aos espectadores com deficiência visual, disponibilizaremos dois totens de áudio descrição com a opção "Pra Cego Ver". Esses totens oferecerão narrações detalhadas e envolventes, permitindo que os participantes tenham acesso a informações visuais essenciais, enriquecendo a compreensão da narrativa e da expressão artística. Reconhecendo as necessidades das pessoas com dificuldades de mobilidade e deslocamento, disponibilizaremos assistentes de locomoção dedicados. Esses profissionais estarão disponíveis para oferecer suporte e auxílio, garantindo que todos os participantes possam desfrutar plenamente das atividades, eliminando barreiras físicas e proporcionando uma experiência confortável e inclusiva. Em nossos materiais de divulgação, como teasers e vídeos promocionais, incorporaremos legendas, garantindo que a informação visual seja complementada por texto. Isso não apenas beneficia pessoas surdas, mas também proporciona uma experiência mais inclusiva para todos os espectadores, independentemente de suas habilidades auditivas. Com essas medidas, buscamos não apenas atender, mas também enriquecer a experiência de todos os participantes, promovendo um ambiente inclusivo e diversificado no âmbito da dramaturgia e práticas artísticas.
O Projeto Observatório de Dramaturgia, Práticas e Vivências tem como compromisso central a democratização do acesso à cultura, proporcionando oportunidades inclusivas e gratuitas para a comunidade. Aqui está a nossa proposta abrangente para assegurar que o projeto seja acessível a todos: Três Apresentações Gratuitas: Todas as apresentações do projeto serão oferecidas de forma gratuita à população. Essa decisão reflete nosso comprometimento em garantir que o acesso à arte e à cultura não seja limitado por barreiras financeiras. Essas apresentações serão abertas ao público, proporcionando experiências ricas e transformadoras para todos os espectadores, independentemente de sua condição socioeconômica.Seleção Transparente de Artistas: A seleção de atores, músicos e cantores para integrar o projeto ocorrerá por meio de um chamamento público e audições abertas. Essa abordagem busca atrair talentos diversos e garantir oportunidades iguais para todos os interessados. A transparência do processo reforça o compromisso do projeto com a equidade e a valorização das diversas expressões artísticas presentes na comunidade.Workshops e Oficinas Gratuitos: Além das apresentações, o projeto oferecerá workshops e oficinas gratuitos, proporcionando oportunidades de aprendizado e aprimoramento para artistas iniciantes e experientes. Essas atividades complementares visam fortalecer a formação cultural da comunidade, permitindo que mais pessoas participem ativamente do universo da dramaturgia e práticas artísticas.Parcerias com Instituições Locais: Estabeleceremos parcerias estratégicas com instituições locais, como escolas, centros comunitários e grupos culturais, para alcançar um público mais amplo. Por meio dessas parcerias, faremos apresentações especiais em locais de fácil acesso, ampliando ainda mais o alcance do projeto e integrando-o de maneira significativa à vida comunitária.Acessibilidade Plena: Asseguraremos que todas as apresentações e atividades sejam acessíveis a pessoas com deficiência, implementando medidas como intérpretes de Libras, totens de áudio descrição "Pra Cego Ver" e assistentes de locomoção. Também garantiremos que os materiais promocionais, como teasers e vídeos, tenham legendas para tornar o conteúdo inclusivo para todos.Ao adotar essas práticas inclusivas e acessíveis, o Projeto Observatório de Dramaturgia, Práticas e Vivências visa não apenas criar um evento cultural, mas também fortalecer os laços comunitários, promovendo a diversidade e a participação ativa de todos na rica tapeçaria da expressão artística. Também como contrapartida negocial aos lugares que aopiam o projeto serão apresentadas três sessões totalmente gratuitas, essas podem ser negoiciadas com escolas públicas tanto no Centro Cultural da UFMG, como no CRJ, conforme cartas de anuências em anexo.
O proponente além da produção artística e executiva do projeto, também atuará no mesmo como ator. FICHA TÉCNICA: LEANDRO DA SILVA PORTO: FUNÇÕES: PRODUTOR ARTÍSTICO E EXECUTIVO/ATOR / HOMEM CIS, GAY, RAÇA AMARELO, SOLTEIRO, ATOR: ATOR FORMADO EM ARTES CÊNICA, E DIRETOR DE PRODUÇÃO. ANA NERY PINHEIRO DE CARVALHO, FUNÇÃO: DIREÇÃO ARTISTICA E PEDAGÓGICA:MULHER CIS, HETERO SEXUAL, CASADA, PARDA, DIRETORA, PRODUTORA, ATRIZ, ARTE EDUCADORA, PREPARADORA DE ELENCO, PEDAGOGA E ARTISTA PL[ÁSTICA PÂMELA CRISTINA RAMOS: FUNÇÃO: MUSICISTA, PREPARADORA VOCAL E DIREÇÃO MUSICAL, MULHER CIS, HETERO SEXUAL, SOLTEIRA, ATRIZ FORMADA EM ARTES CÊNICAS, MUSICISTA, FORMADA EM BACHARELADO EM MUSICA PELA UFMG COM ESPECILIADE EM VIOLINO E MUSICOTERAPIA. ALEXANDRE SOARES DE OLIVEIRA – FUNÇÃO: CENÓGRAFO E FIGURINISTA. HOMEM CIS, GAY, SOLTEIRO, BRANCO, IDOSO, ARTISTA PLÁSTICO, CENÓGRAFO E FIGURINISTA. GRADUADO E MARTES PLÁSTICA PELA ESCOLA GUINDNARD UEMG, ESPECIALISTA EM ESTILISMO E MODELAGEM JORDÂNYA MARILIA DUARTE OLIVEIRA: FUNÇÃO: PREPARADORA CORPORAL, MULHER CIS, HETERO SEXUAL, BRANCA, ATRIZ, BAILARINA, EDUCADORA FÍSICA, PREPARADORA CORPORAL
PROJETO ARQUIVADO.