Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Edita e publicar um livro com poemas e fotogravuras artísticas cujo título é "Dança das Coisas", que inspira-se na grande produção cultural dos últimos 60 anos, buscando revitalizar o cotidiano através de um posicionamento crítico frente à nossa sociedade de consumo e a degradação do meio-ambiente. Montagem e realização de lançamentos com exposições das fotogravuras do referido livro. Simultaneamente, o presente evento pretende desenvolver ciclo de palestras com os artistas envolvidos em escolas da rede pública de ensino, bibliotecas e museus.
Reunindo grandes nomes e combinando as linguagens artísticas da poesia, artes plásticas e música, o espetáculo ora proposto inspira-se na confluência dos últimos grandes movimentos artísticos brasileiros nos últimos 50 anos, tais como a literatura marginal, regional, a música mineira (notadamente a denominada “Clube da Esquina”) e as artes plásticas em suas acepções contemporâneas, misturando o figurativo ao expressionismo. Desta forma, as obras artísticas de Fernando Pacheco dialogarão com a poesia de Murilo Antunes. No momento da exposição e lançamento, haverá também a instalação dos mesmo objetos que deram ensejo às fotogravuras presentes no livro “Dança das Coisas”, criando um espaço de interatividade com o público presente.
OBJETIVO GERAL - Editar e publicar um livro, com posicionamente crítico frente à nossa sociedade de consumo e a degradação do meio-ambiente. Promover lançamentos, exposições e ciclos de palestras em escolas, museus e afins alusivos ao tema do livro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Imprimir 2.000 (dois mil) exemplares do livro DANÇA DAS COISAS; - Disponibilizar o conteúdo do livro na internet aumentando seu alcance e democratizando seu acesso; - Produzir e disponibilizar na internet o conteúdo do livro em formato Dosvox (para deficientes visuais); - Promover 3 (três) exposições, em locais a serem definidos, onde acontecerão os lançamentos do livro; - Promover 3 palestras, a título de contrapartidas sociais, em locais a serem definidos.
O presente projeto se enquadra no artigo primeiro da Lei 8313/91, em seus seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E também vai de encontro ao artigo 3º da mesma Lei, quando: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Em passeio pela praia, além do mar, areia, pequenos animais e vegetação, podemos constatar a infinidade de pequenos objetos, ex-utilidades. Objetos que denunciam, em algum lugar, perto ou longe dali, em espaço e tempo, a presença incisiva, quase arrogante do ser humano. Um ser humano pertencente a uma sociedade que, além do alimento e de suas outras necessidades para viver, se utiliza de vasto universo de pequenas e grandes coisas. Coisas de vidro, metal, madeira, barro, gesso e, sobretudo, o "rei" absoluto dos dias de hoje: o plástico. Moles, duros, coloridos, incolores, opacos, transparentes, pretos. Foram usados para embalar, ensacar, amarrar, matar. Desejados para os pés, dentes, cabelos, unhas. Utilizados para reza, amor, amizade, sexo. Camisinhas, chinelos, pentes, escovas de dentes. Nylon, giletes, chicletes, sacos, sacolas, argolas, dedais. Santos, comidas, garrafas, latas. Tampas, tampinhas, tampões. Cabides, botões, botoxes, sutiãs. Lixo, luxo, tudo. Coisas não guardadas, desprezadas, quebradas, estragadas, dispensadas. Testemunhas do homem moderno, urbano, comprimido, vazio. A praia cheia. De tudo e de ninguém. Entulhos. Podemos achar também uma moldura de madeira. A sensibilidade do artista devidamente aflorada e, munido do olhar estético que a arte e a pintura generosamente nos dotam, ele reagrupa pequenos lotes de objetos sobre a areia da praia. A moldura, assim, sacraliza o novo arranjo e é feita a documentação fotográfica. Intuição, poesia e lirismo. Cria-se, assim, uma denúncia: estética e ética. Junto a esse universo de coisas, vieram as palavras. A razão do poema _ como se poemas precisassem de razão _ foi registrar emoções, observações e reflexões sobre o cotidiano desperdício e desprezo humanos pelas coisas que o próprio homem inventou e consome. A intenção foi construir um estuário de palavras que atuassem como elemento lúdico de denúncia ao descalabrio e à indiferença que nos levou o mundo moderno. Para dar força ao magnetismo natural das palavras, coadunam, num mesmo espaço, a arte visual, formas disformes, arenosas e liquidas, a plástica mágica que faz as palavras dançarem, assim como as coisas. Este projeto é, então, um testemunho de nossos tempos, dos desperdícios e alheamento humanos. São versos de água, sal e areia, matérias plásticas e moribundas, um relembramento de palavras que, assim como as coisas, caem na imensa seara do esquecimento. Sendo assim, esperamos, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, podermos disseminar essa ideia, levando, ou tentando levar, consciência preservacionista à quem possamos atingir.
CAPA DURA: 61x31cm, 4x1 cores Tinta Escala (CMYK) em Couche Fosco Com 150g. PROVA HP DIGITAL.GUARDA: 48x50cm, 4x4 cores Tinta Escala (CMYK) em Couche Fosco Com 150g. PROVA HPDIGITAL.MIOLO: 52 págs, 25x24cm, 4 cores Tinta Escala (CMYK) em couche 170g.
PRODUTO: LIVRO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O livro será produzido, em sua versão em português, em formato digital que possa ser processado por sistemas de leitura de tela, quer seja o DOSVOX, ideal para deficientes visuais; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica. EXPOSIÇÕES ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os locais das exposições serão escolhidos levando-se em consideração todas as medidas de acessibilidade de acordo com a realidade local; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O conteúdo das exposições serão disponibilizados em formato digital que possa ser processado por sistemas de leitura de tela, quer seja o DOSVOX, ideal para deficientes visuais; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Etiquetas com informações sobre cada obra. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os locais das palestras serão escolhidos levando-se em consideração todas as medidas de acessibilidade de acordo com a realidade local; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O conteúdo das palestras serão disponibilizados em formato digital que possa ser processado por sistemas de leitura de tela, quer seja o DOSVOX, ideal para deficientes visuais; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Etiquetas com informações sobre cada obra. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica.
> O livro será disponibilizado em PDF, gratuitamente, na internet, no site do proponente; > O livro será disponibilizado, gratuitamente, para download, em formato para deficientes visuais, no site do proponente; > 10% dos livros serão doados à Superintendência de Bibliotecas Públicas do Estado de Minas Gerais, Escolas, Instituições de Culturais de Ouro Preto; > 10% dos livros serão doados ao(s) patrocinador(es) do projeto; O proponente ainda cumprirá o inciso I do Artigo 28ª a IN 01/2023, qual seja: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);
COORDENAÇÃO GERAL | PROPONENTE: Raphael Simões, turismólogo. Desde 2009, é Produtor Executivo / Gestor do Museu das Reduções deOuro Preto, onde elaborou e coordenou a execução de Projetos Culturais nas Leis Estadual, MG (LEIC/MG) e Federal deincentivo à Cultura (LFIC), bem como por meio de patrocínio direto, desde a elaboração, execução, até a prestação de contasfinal, beneficiando cerca de 20 mil alunos de Escolas Públicas de toda a Região dos Inconfidentes e adjacências. Coordenou asatividades de transferência do acervo do Museu das Reduções, desde a remoção em Amarantina até a instalação e sua novaexpografia em Cachoeira do Campo; Desde 2012, é Coordenador de produção, projeto gráfico, diagramação e produção do siteda “Revista Memória CULT” (www.memoriacult.com.br); Desde 2016, é Diretor financeiro da Associação de Amigos do Museu daInconfidência de Ouro Preto; Coordenador Geral do projeto do livro “História e Formação de Minas Gerais em 300 anos daCapitania – origens e trajetória”, do jornalista Mauro Werkema (2021); Edição, projeto Gráfico, diagramação e revisão daTrilogia Edição da Trilogia do Desembargador Bruno Terra Dias sobre aspectos socioculturais na pandemia do COVID 19 (2020);Produziu o site aleijadinho.com, idealizado pelo artista plástico Elias Layon (2020); Apoio institucional e executivo no evento“Livro de Graça na Praça”, em Belo Horizonte (2019/2020); Coordenador de produção do projeto e diagramação do livro “OuroPreto na história: protagonismos, paradigmas, revisões”, do jornalista Mauro Werkema, LFIC (2018); Coordenador de Produçãodo projeto e diagramação do livro “História Geral de Minas”, dos autores: José Maria Rabêlo, João Antônio de Paula, FernandoCorreia Dias e Ricardo de Moura Faria, LFIC (2018); Coordenador geral do projeto do livro “Ouro Preto: Igrejas”, LFIC (2016); Administrador do Museu Aleijadinho em Ouro Preto. Participou intensamente do projeto de implantação de nova museografia realizado pela Fundação Espírito Santo Cultura de Portugal, por meio da LFIC (2005-2008); Administrador do Museu Casa dos Contos em Ouro Preto, vinculado à época ao Ministério da Fazenda. Realizou mais de 100 exposições temporárias e eventos comemorativos, como seminário, palestras, simpósios etc., além de administrar equipe de colaboradores que chegou a 61 pessoas (2008-2012); Membro titular do Conselho Municipal de Turismo do Município de Ouro Preto (2009-2012); dentre vários outrostrabalhos nos setores cultural, editorial e eventos. Portfólio completo em artsrealiza.com.br/quem-somos. COORDENAÇÃO ARTÍSTICA: Fernando Pacheco (artista plástico), desde muito cedo, desenvolve intensa atividade artística. Convivência intensa com personalidades como: o pintor italiano Domenico Lazarini; o jornalista e escritor Carlos Heitor Cony. Nos anos de 1964 e 1965, participa de bandas de rock. Em 1966 funda e integra até 1970 o conjunto “Beat Kings”. Frequentou o Atelier do pintor russo Wladimir Obrescoft (companheiro de pintura de Pancetti). No início dos anos 70, freqüenta informalmente, o NAC – Núcleo de Atividades Criativas, de Arlinda Corrêa Lima (ex – aluna de Guignard). Em 1976, organizada pelo jornalista e poeta Valdimir Diniz, realiza sua primeira Exposição Individual. No ano seguinte, recebe seu primeiro Prêmio de Pintura em Salões de Arte, na 1º Mostra de Arte Universitária Mineira. Na década de 70 e 80 participa dos Salões Nacionais de Arte de Belo Horizonte no Museu de Arte da Pampulha. Nos anos 1978, 1980, 1982 e 1986, participou dos Salões Nacionais da Funarte, no Rio de Janeiro. Nos anos 1979, 1981 e 1982, recebe Prêmios em Pintura nos Salões de Artes Plásticas do Conselho Estadual de Cultura de Minas Gerais, realizados no Palácio das Artes em Belo Horizonte /MG. Em 1981, realiza Individual em Brasília e recebe Prêmio em Desenho no Salão Nacional de Itajubá /MG. No ano de 1982 é Premiado em Pintura no 1º Salão de Arte Cidade do Recife /PE, participa da “Arte Mostra Brasil” no Museu de Arte do Rio Grande do Sul em Porto Alegre e é novamente Premiado em Pintura no Salão do Futebol, realizado no Palácio das Artes em Belo Horizonte. Em 1983 participa do Panorama de Arte Atual Brasileira – Pintura, no MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo /SP. Em 1984, juntamente com Amílcar de Castro, integra a Mostra “Dez Artistas Mineiros” no MAC - Museu de Arte Contemporânea de São Paulo /SP. Neste mesmo ano realiza Individual na Manoel Macedo Galeria de Arte em Belo Horizonte /MG. No ano de 1985 recebe o Grande Prêmio em Pintura no 1º Salão de Artes Plásticas da Aeronáutica, além de Prêmios em Pintura no Salão de Artes Visuais do Palácio das Artes em Belo Horizonte /MG e Anual de Artes Plásticas em Montes Claros /MG. Participa ainda da “Exposição de Artes Plásticas Brasil – Japão”, no Rio de Janeiro, São Paulo, Tóquio, Atami e Kyoto. Em 2008 realiza Individual no Teatro da Cidade em BH, participa da coletiva “Faces do Realismo” no Espaço Citi em São Paulo e do Happening “O Momento Mágico da Criação”, também no Citi em São Paulo. Recebe o Prêmio “MG Turismo Artes Plásticas – Divulgação do Estado de Minas Gerais”. Em 2009, realiza a Exposição “Das Coisas Que SE Inventa” com 60 obras, na Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard do Palácio das Artes em Belo Horizonte e no Museu Casa dos Contos em Ouro Preto / MG. A Mostra recebeu um público de por volta 30mil pessoas. A trajetória de Fernando Pacheco passa pelos principais Museus de todo o país. Obteve 20 Premiações, 35 distinções Diversas, 15 Salas Especiais ou Artista Especialmente convidado e 42 Exposições Individuais. Sua obra mereceu matérias televisivas, análises críticas, ensaios, textos, seleções e / ou premiações em Salões de Arte por volta de 150 críticos de Arte, escritores, artistas e intelectuais brasileiros. Detalhes: http://www.fernandopacheco.com.br/fernando-pacheco/ COORDENAÇÃO EDITORIAL: Murilo Antunes (escritor). Em Belo Horizonte, conheceu seus principais parceiros, especialmente os componentes do Clube da Esquina. Começou a compor aos 18 anos e, hoje, tem mais de 200 músicas gravadas. É parceiro de compositores reconhecidos nacionalmente: Tavinho Moura, Flavio Venturini, Toninho Horta, Flavio Henrique, Beto Guedes, Lô Borges, Vander Lee, Nelson Ângelo, Sergio Santos, Wagner Tiso, Célio Balona, Nivaldo Ornelas, Claudio Nucci, Andre Mehmari, Túlio Mourão e muitos outros. Como poeta, publicou dois livros em edições esgotadas: “O Gavião e a Serpente” (1979) e “Musamúsica”(1990), além de diversas publicações em revistas e jornais literários. Pelo seu trabalho de importância nacional, é citado na Enciclopédia da Musica Brasileira, de Ricardo Cravo Albin. Tem canções interpretadas por Milton Nascimento, Leila Pinheiro, Nana Caymmi, Jane Duboc, Maria Rita, MPB-4, 14 Bis,Legião Urbana, Djavan, Mart’nália, Paulinho Pedra Azul, Michael Brecker, entre muitos outros, além de gravações dos parceiros citados acima. No cinema, trabalhou na produção do longa “Cabaret Mineiro”, e fez parcerias com Tavinho Moura para o filme “Perdida”, ambos de Carlos Alberto Prates Correa, além de trabalhar como ator no longa “Idolatrada”, de Paulo Augusto Gomes, e nos curtas “Irmãos Piriá” , de Luis Alberto Sartori e “Solidão”, de Aluisio Sales Jr. Para a TV, tem musicas incluídas nas novelas “Cabocla”, “Dona Beija”, “Vale Tudo”, entre outras. Foi redator, durante 6 anos, do programa Arrumação, apresentado por Saulo Laranjeira, na Rede Minas e no SBT.
PROJETO ARQUIVADO.