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PRONAC 2315451Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

30° Edição do Festival de Dança do Triângulo - Ecos-da-respon(S)habilidade-com o Cerrado

ASSOCIACAO DOS PROFISSIONAIS DA DANCA DE UBERLANDIA
Solicitado
R$ 998,5 mil
Aprovado
R$ 998,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Uberlândia
Início
2024-02-01
Término

Resumo

O Projeto visa a realização da 30° Edição do Festival de Dança do Triângulo com o tema, Ecos da Responsabilidade Social no Cerrado, e prevê apresentações de cia convidadas, mostras competitiva e não-competitiva, mostra profissional selecionada, seminário pedagógico com mesas e oficinas, exposição fotográfica, jornalismo cultural e Palcos Livres.

Sinopse

Mostra CIAS CONVIDADAS: duas Cias convidadas de grande porte, as quais abrirão e encerrarão o FDT, a saber: 1° Corpo de Dança do Amazonas-AM com o espetáculo “TA - Sobre ser Grande de autoria de Mário Nascimento, Sinopse: “TA” significa Grande para os Tikunas – povo originário do Amazonas, que ocupa uma vasta área.Expressão curta carregada de sentidos, a língua para esses povos é parte deles, os sons do ambiente fazem parte do idioma que se fala, sejam pardos, roncos, chiados e tantos quantos conseguem escutar, define onde vivem como “TA”. Sabem das dimensões. No meio que habitam, espaço, tempo e o corpo são uma coisa só. A união de tudo que está fora e dentro, “TA” derrama e espalha, navega, escala, sobrevoa.Nessa imensidão não existe pausa e nem silêncio, pois a vida pulsa intermitentemente.Mário Nascimento percorre esse espaço usando a Dança como veículo, onde o Corpo de Dança do Amazonas – CDA é o motor dessa nave, que busca explorar o entorno, alcançar horizontes, deslizando ou em um mergulho por águas profundas e abundantes, atravessando por frestas, por festas, atentos aos caminhos da floresta. Que grande corpo é esse? Quais os movimentos nessa imensidão milimetricamente ocupada? O caos é quem dita essa organização.Um território que abriga, acolhe, alimenta e precisa também de cuidados. Precisa permanecer intocável, porque é um complexo sistema do qual fazemos parte, um ser incomensurável. Carrega nos corpos e expressa toda força de um povo que vive nessa amplitude – o Amazonas. DIRETOR ARTÍSTICO Mário Nascimento PRODUTOR ARTÍSTICO Wallace Heldon INSPETOR Eduardo Klinsmann ENSAIADOR E PROFESSOR DE BALÉ Paulo Chamone PROFESSORA DE CONDICIONAMENTO FÍSICO Liene Neves ASSISTENTE DE COREOGRAFIA Helen Rojas PIANISTA Celly Monteiro Mendes FISIOTERAPEUTA Danilo Mattos ESTAGIÁRIA DE FISIOTERAPIA Giovana Amorim BAILARINOS Adailton Santos / Adriana Goes / Cléia Santos / Frank Willian / Felipe Cassiano / Gabriela Lima / Helen Rojas / Huana Viana / Ian Queiroz / Júlio Galúcio / Larissa Cavalcante / Liene Neves / Luan Cristian / Marcos Felipe / Pammela Fernandes / Rodrigo Vieira / Rosi Rosa / Sumaia Farias / Talita Torres / Thaís Camillo / Valdo Malaq / Victor Venâncio / Wellington Alves. INDICAÇÃO: Livre 2° Cia de Dança do Palácio das Artes-MG com o espetáculo Jequitinhonha: Origem e Gesto sinopse:Release O Jequitinhonha é uma potência de natureza imensurável. A origem está nos ancestrais que plantaram suas sementes e no espírito artístico que é uma grande força cultural em nosso país. O gesto quer ressaltar o fazer e o ser das pessoas que se expressam usando sensibilidade, o inconsciente e a matéria de forma tão poética e com tanta propriedade, tendo a consciência de que a simplicidade é uma força que resulta em dignidade e riqueza cultural. O projeto Jequitinhonha: Origem e Gesto é uma correlação entre áreas e corpos artísticos, a Dança e as Artes Visuais, jamais experimentada na Fundação Clóvis Salgado. Ficha técnica Cia. de Dança Palácio das Artes Diretora Sônia Pedroso Assistente de direção Fernando Cordeiro Diretora de ensaios Beatriz Kuguimiya Gerente Marcio Alves Bailarino técnico de produção | professor de técnica clássica Marcos Elias Bailarino preparador técnico/artístico Eder Braz Bailarina técnica de acervo Mariângela Caramati Bailarinos técnicos de produção Assistente de produção e sonoplastia Willian Rocha e Lair Assis e Rodrigo Gièse BAILARINOS CRIADORES Anahí Poty, Ariane de Freitas, Bárbara Maia, Claudia Lobo, Christiano Castro, Cristhyan Pimentel, Eliatrice Gischewski, Gutielle Ribeiro, Ivan Sodré, Isadora Brandão, Ludmilla Ferrara, Maxmiler Junio, Maíra Campos, Pablo Garcia, Paulo Weslley e Renato AugustoINDICAÇÃO: Livre

Objetivos

OBJETIVOS GERAISRealizar a 30° Edição do Festival do Triângulo, de modo a dar sequência a história e a função que o evento cumpre na região e no país, estimulando a produção da arte da dança com coreógrafos (as), bailarinos (as), professores (as), estudantes, técnicos, público e toda a cadeia produtiva incluído que hotéis, transporte e alimentação, que o festival movimenta a três décadas. Através de ações como espetáculos de cias profissionais, mostras competitiva e não-competitiva, mostra profissional selecionada, seminário pedagógico com mesas e oficinas, exposição fotográfica, jornalismo cultural e Palcos Livres. OBJETIVOS ESPECIFICOS A 30° Edição do FDT, prevê os seguintes objetivos específicos divididos nas seguintes ações: - REALIZAR MOSTRA COM CIAS CONVIDADAS: duas Cias convidadas de grande porte, as quais abrirão e encerrarão o FDT, a saber: Corpo de Dança do Amazonas-AM e Cia de Dança do Palácio das Artes-MG;- REALIZAR MOSTRA COMPETITIVA E NÃO-COMPETITIVA: esse eixo do FDT, recebe trabalhos de artistas amadores e estudantes de dança em formação. É dividido por modalidades e categorias, e é acompanhada por especialistas de dança que avaliam os trabalhos em tempo real através de sistema de gravação, e no dia seguinte em conversa aberta com os artistas. Toda a programação será montada através de convocatória pública em edital, e selecionados por 03 (três) profissionais da área. - REALIZAR MOSTRA PROFISSIONAL DE DANÇA; Neste eixo serão selecionados 04 (quatro) trabalhos profissionais de dança, em vários formatos, matrizes de dança e proposições espaciais. Todos os trabalhos serão selecionados através de chamada pública e curadoria de pesquisadores em dança. Será considerado 01 trabalho de Uberlândia, 01 de Minas Gerais, 01 de qualquer estado da federação e 01 trabalho proposto por pessoas com deficiência vindos de qualquer parte do Brasil;- REALIZAR SEMINÁRIO PEDAGÓGICO - Mesas e Oficinas: Será realizada 02 (duas) mesas com profissionais e pesquisadores em dança em temas relevantes para a contemporaneidade como inclusão (racial, social, pessoas idosas e pessoas com deficiência) e sustentabilidade socioambiental; Serão disponibilizadas 08 (oficinas) de caráter formativo que se dividirão em duas categorias, a primeira técnicas de dança, e a outra qualificação teatral com informações como figurino, Iluminação, cenografia, audiovisual e Dramaturgia em Dança. - REALIZAR JORNALISMO CULTURAL: ação retomada na última edição do FDT, pretende manter a parceria com o curso de jornalismo da UFU, com a feitura de boletins sobre FDT, mas com incrementos, através da contratação de 01 (um) profissional especializado em crítica de dança.- REALIZAR EXPOSIÇÃO FDT: a 30° Edição prevê a montagem de exposição com projeção de arquivos e registros das 29 edições do FDT e de outras edições nas áreas internas e externas do Teatro em formato de projeção. - REALIZAR PALCOS LIVRES: os Palcos Livres, ação tradicional no FDT, na última edição apresentou várias inovações, e ocorreram em grande medida antes do início do festival com o intuito de preparar a cidade para o FDT, esse foi caso do Palco Livre Feira Cultural, Palco Livre Cultural - Danças de Salão, o Palco Livre Cultural - FlashBack. Outros palco livres tiveram um teor mais prático-reflexivo como o Palquinho Livre realizado no parque do Sabiá com crianças entre 07 e 11 anos, o Palco Livre Escola, realizado na escola Hortêncio Diniz no bairro Marta Helena e por fim o Palco Livre Debate Inclusão, com uma programação voltada para pessoas com deficiência e na melhor idade, provando que a dança é de e para todas as pessoas. A 30° Edição reeditará todos os palcos livres, e o diálogo promovido com as diversas comunidades de dança da cidade.

Justificativa

O Festival de Dança do Triângulo (FDT), é um dos mais tradicionais e longínquos festivais de dança do país, realizado na cidade de Uberlândia em Minas Gerais, na região do Triângulo Mineiro desde 1986, alcançou em 2023 a 29° Edição. O modelo adotado inicialmente, possuía como referências festivais competitivos de danças, similar a outros festivais existentes no período como o Festival de Dança de Joinville-SC e o ENDA (Encontro Nacional de Dança) realizado em São Paulo. As primeiras três edições foram realizadas pela antiga Associação de Escolas de Danças de Uberlândia, sob o comando das pioneiras da área de dança, Bet Brito e Lizette de Freitas, a extinta, Associação das Escolas de Dança de Uberlândia, realizou, as primeiras edições do Festival de Dança do Triângulo. A receptividade do público foi tamanha que o evento prosseguiu em edições anuais. Três anos depois, o FDT se tornou um projeto da prefeitura de Uberlândia, no qual a secretaria de cultura buscava financiamento e produzia o evento. A partir de 1990, o Festival de Danças do Triângulo cresce e reverbera para todo o país, e torna-se assunto de destaques de publicações em nível nacional, atraindo participantes de vários estados. Assim, a cidade passa anualmente a respirar arte. O evento espalha-se em palcos livres pela cidade e movimenta a economia local. Nos anos 2000, o setor da dança promove a reflexão em diálogo com estudiosos da dança como Helena Katz e Dulce Aquino, e o festival deixa de ser competitivo e passa a se configurar como mostra não competitiva, acompanhada de outros eixos como palestras, cias convidadas e mostra profissional. Na versão dos anos 2010, o festival volta a ganhar relevância nacional e local, o evento passa a ocorrer quase que totalmente no recém inaugurado Teatro Municipal de Uberlândia e no Ginásio do Sabiazinho. Em 2019 a Prefeitura de Uberlândia realiza a 27° Edição do FDT, a última edição presencial realizada pela secretaria de cultura e em 2021, no contexto da pandemia COVID-19, realiza a 28° Edição em versão on line. Ainda em 2021, o conselho de cultura decide que o FDT deveria deixar de ser um evento institucional da secretaria municipal de cultura de Uberlândia, de modo que o evento estava fadado a desaparecer. Nesse contexto, a comunidade da dança da cidade, organizada em torno da APDU (Associação dos Profissionais de Dança de Uberlândia), propõe assumir a realização do FDT. Ainda no fim do ano que 2021, consegue aprovação de projeto na Lei Rouanet, mas capta para realizar apenas em 2023. Além da captação a APDU fez parcerias com a secretaria de cultura municipal que cedeu equipamentos para palestras e oficinas, consegue também parcerias com comerciantes locais e com cias de dança como o Ballet Teatro Guaíra. Assim, a 29° Edição do Festival de Dança do Triângulo ocorreu de 12 a 18 de julho de 2023, a primeira organizada por uma associação desde a década de 1980. 29° Edição FDT + APDU A 29° edição do FDT resgatou propostas realizadas nos trinta anos de história do festival, como a mostra competitiva, mostra não-competitiva, seminário pedagógico com palestras e oficinas de qualificação, mas também inovou a propor palcos livres como Palco Livrinho, atividade realizada no Parque Sábia, com foco em crianças de 07 a 11 anos, o Palco Livre FlashBack em diálogo com a comunidade da Dança de Rua da cidade e o Palco Livre Inclusão, com a apresentação e falas de pesquisadores, professores e artistas que trabalham com pessoas idosas, cadeirantes e com síndrome de Down. Houve ainda a exposição Memórias Concretas, na qual expôs ao público no lado externo do Teatro Municipal de Uberlândia, registros fotográficos de artistas que participaram das três décadas de existência do FDT. Outro resgate, foi o jornalismo cultural, no qual com uma equipe de estudantes de Jornalismo da UFU (Universidade Federal de Uberlândia), coordenados pelo professor Dr. Gerson de Souza, gerou boletins com entrevistas de artistas, estudantes de dança e o público durante todo o evento. 30° Edição do Festival de Dança Triângulo O presente projeto dialoga com o histórico do FDT com suas três décadas de existência, e com a experiência recente de execução da última edição, alimentada pela presença do público da região e com os artistas locais e nacionais, demonstrando a importância e o sentido que a Dança possui no Triângulo Mineiro. Desse modo, a 30° Edição do FDT, prevê as seguintes ações: - CIAS CONVIDADAS: duas Cias convidadas de grande porte, as quais abrirão e encerrarão o FDT, a saber: Corpo de Dança do Amazonas-AM e Cia de Dança do Palácio das Artes-MG;- MOSTRA COMPETITIVA E NÃO-COMPETITIVA: esse eixo do FDT, recebe trabalhos de artistas amadores e estudantes de dança em formação. É dividido por modalidades e categorias, e é acompanhada por especialistas de dança que avaliam os trabalhos em tempo real através de sistema de gravação, e no dia seguinte em conversa aberta com os artistas. Toda a programação será montada através de convocatória pública em edital, e selecionados por 03 (três) profissionais da área. - MOSTRA PROFISSIONAL DE DANÇA; Neste eixo serão selecionados 04 (quatro) trabalhos profissionais de dança, em vários formatos, matrizes de dança e proposições espaciais. Todos os trabalhos serão selecionados através de chamada pública e curadoria de pesquisadores em dança. Será considerado 01 trabalho de Uberlândia, 01 de Minas Gerais, 01 de qualquer estado da federação e 01 trabalho proposto por pessoas com deficiência vindos de qualquer parte do Brasil;- SEMINÁRIO PEDAGÓGICO - MESAS E OFICINAS: Será realizada 02 (duas) mesas com profissionais e pesquisadores em dança em temas relevantes para a contemporaneidade como inclusão (racial, social, pessoas idosas e pessoas com deficiência) e sustentabilidade socioambiental; Serão disponibilizadas 08 (oficinas) de caráter formativo que se dividirão em duas categorias, a primeira técnicas de dança, e a outra qualificação teatral.- JORNALISMO CULTURAL: ação retomada na última edição do FDT, pretende manter a parceria com o curso de jornalismo da UFU, com a feitura de boletins sobre FDT, mas com incrementos, através da contratação de 01 (um) profissional especializado em crítica de dança.- EXPOSIÇÃO FDT: a 30° Edição prevê a montagem de exposição com arquivos e registros das 29 edições do FDT e de outras edições. - PALCOS LIVRES: os Palcos Livres, ação tradicional no FDT, possui o intuito de preparar a cidade para o FDT. Esse foi caso do Palco Livre Feira Cultural, Palco Livre Cultural - Danças de Salão, o Palco Livre Cultural - FlashBack. Outros palcos livres tiveram um teor mais prático-reflexivo como o Palquinho Livre realizado para crianças entre 07 e 11 anos, o Palco Livre Escola, realizado em escola pública por fim o Palco Livre Debate Inclusão, com uma programação voltada para pessoas com deficiência e na melhor idade, provando que a dança é de e para todas as pessoas. A 30° Edição reeditará todos os palcos livres, e o diálogo promovido com as diversas comunidades de dança da cidade.A experiência do 29° FDT, o primeiro realizado pela APDU (Associação dos Profissionais de Dança de Uberlândia), demonstrou a capacidade de organização da sociedade civil e dos artistas da dança da região, além disso, comprovou a identificação que a população da região possui com a arte da dança. A continuidade do FDT em sua 30° Edição, é de suma importância na retomada e na continuidade dessa história. Assim, acreditamos que o escopo de ações a ser realizadas, coincidem com vários incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, como gratuidade, estímulo à produção nacional, a valores internacionais, matrizes tradicionais e novos modos de fazer. Por fim, é fundamental o uso do mecanismo de captação, pois, só é possível realizar o número de ações previstas através de captação e parceria entre o poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil representada pela APDU.

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

Mostra CIAS CONVIDADAS: duas Cias convidadas de grande porte, as quais abrirão e encerrarão o FDT, a saber: 1° Corpo de Dança do Amazonas-AM com o espetáculo “TA - Sobre ser Grande de autoria de Mário Nascimento Sinopse: “TA” significa Grande para os Tikunas – povo originário do Amazonas, que ocupa uma vasta área.Expressão curta carregada de sentidos, a língua para esses povos é parte deles, os sons do ambiente fazem parte do idioma que se fala, sejam pardos, roncos, chiados e tantos quantos conseguem escutar, define onde vivem como “TA”. Sabem das dimensões. No meio que habitam, espaço, tempo e o corpo são uma coisa só. A união de tudo que está fora e dentro, “TA” derrama e espalha, navega, escala, sobrevoa.Nessa imensidão não existe pausa e nem silêncio, pois a vida pulsa intermitentemente.Mário Nascimento percorre esse espaço usando a Dança como veículo, onde o Corpo de Dança do Amazonas – CDA é o motor dessa nave, que busca explorar o entorno, alcançar horizontes, deslizando ou em um mergulho por águas profundas e abundantes, atravessando por frestas, por festas, atentos aos caminhos da floresta. Que grande corpo é esse? Quais os movimentos nessa imensidão milimetricamente ocupada? O caos é quem dita essa organização.Um território que abriga, acolhe, alimenta e precisa também de cuidados. Precisa permanecer intocável, porque é um complexo sistema do qual fazemos parte, um ser incomensurável. Carrega nos corpos e expressa toda força de um povo que vive nessa amplitude – o Amazonas. DIRETOR ARTÍSTICO Mário Nascimento PRODUTOR ARTÍSTICO Wallace Heldon INSPETOR Eduardo Klinsmann ENSAIADOR E PROFESSOR DE BALÉ Paulo Chamone PROFESSORA DE CONDICIONAMENTO FÍSICO Liene Neves ASSISTENTE DE COREOGRAFIA Helen Rojas PIANISTA Celly Monteiro Mendes FISIOTERAPEUTA Danilo Mattos ESTAGIÁRIA DE FISIOTERAPIA Giovana Amorim BAILARINOS Adailton Santos / Adriana Goes / Cléia Santos / Frank Willian / Felipe Cassiano / Gabriela Lima / Helen Rojas / Huana Viana / Ian Queiroz / Júlio Galúcio / Larissa Cavalcante / Liene Neves / Luan Cristian / Marcos Felipe / Pammela Fernandes / Rodrigo Vieira / Rosi Rosa / Sumaia Farias / Talita Torres / Thaís Camillo / Valdo Malaq / Victor Venâncio / Wellington Alves. Criado em 1998, o Corpo de Dança do Amazonas (CDA) foi o terceiro INDICAÇÃO: Livre 2° Cia de Dança do Palácio das Artes-MG com o espetáculo Jequitinhonha: Origem e Gesto Release O Jequitinhonha é uma potência de natureza imensurável. A origem está nos ancestrais que plantaram suas sementes e no espírito artístico que é uma grande força cultural em nosso país. O gesto quer ressaltar o fazer e o ser das pessoas que se expressam usando sensibilidade, o inconsciente e a matéria de forma tão poética e com tanta propriedade, tendo a consciência de que a simplicidade é uma força que resulta em dignidade e riqueza cultural. O projeto Jequitinhonha: Origem e Gesto é uma correlação entre áreas e corpos artísticos, a Dança e as Artes Visuais, jamais experimentada na Fundação Clóvis Salgado. Ficha técnica Cia. de Dança Palácio das Artes Diretora Sônia Pedroso Assistente de direção Fernando Cordeiro Diretora de ensaios Beatriz Kuguimiya Gerente Marcio Alves Bailarino técnico de produção | professor de técnica clássica Marcos Elias Bailarino preparador técnico/artístico Eder Braz Bailarina técnica de acervo Mariângela Caramati Bailarinos técnicos de produção Assistente de produção e sonoplastia Willian Rocha Lair Assis e Rodrigo Gièse BAILARINOS CRIADORES Anahí Poty, Ariane de Freitas, Bárbara Maia, Claudia Lobo, Christiano Castro, Cristhyan Pimentel, Eliatrice Gischewski, Gutielle Ribeiro, Ivan Sodré, Isadora Brandão, Ludmilla Ferrara, Maxmiler Junio, Maíra Campos, Pablo Garcia, Paulo Weslley e Renato Augusto INDICAÇÃO: Livre

Acessibilidade

Segue abaixo, ações de acessibiliade que serão implementadas na 30° Ediçaõ do Festival de Dança do Triãngulo 1 - Contratação de profissional habilitado para treinar a equipe (acessibilidade atitudinal); 2 - Contratação de profissional habilitado para assessorar o projeto (acessibilidade atitudinal); 3 - texto com descrição para pessoa com deficiência ou baixa visão nas divulgações pelas redes sociais (acessibilidade comunicacional); 4 - vídeos com audiodescrição para ser postado nas redes sociais (acessibilidade comunicacional); 5 - todas as atividades pedagógicas (Oficina Cultural) e artísticas (Teatro Municipal de Uberlândia), serão realizadas em espaços adaptados com com rampas, elevadores e plataformas (acessibilidade arquitetônica; 6 - contratação de profissional para tradução em libras para as apresentações no teatro e nas atividades pedagógicas quando requisitados (acessibilidade comunicacional);

Democratização do acesso

A 30° Edição do Festival de Dança do Triângulo - Ecos da Responsabilidade Social no Cerrado, será composta por espetáculos, oficinas de dança, oficinas, mostras, palcos livres, exposição e jornalismo cultural, e prevê o benefício direto do seguinte recorte de público e formas de acesso. ESPETÁCULOS: a programação do FDT contará com espetáculos de cias convidadas, cias profissionais selecionadas, e mostras competitiva e não-competitiva. PÚBLICO BENEFICIADO, há a previsão da seleção de espetáculos de dança com faixa livre, de modo que o recorte de público seja amplo, considerando crianças, adolescentes, adultos e pessoas na melhor idade. Quanto as FORMAS DE ACESSO, os espetáculos serão apresentados no teatro municipal de Uberlândia, e a APDU reconhece que há uma leitura elitista do acesso ao teatro, e isso dificulta a percepção da população que é possível ir ao teatro municipal. Assim, haverá um foco na divulgação em escolas públicas que a APDU/FDT já mantém contato, a fim de estimular esse público a se sentir confortável e interessado em ir no teatro. ACESSIBILIDADE: todas as atividades artísticas serão realizadas no Teatro Municipal de Uberlândia. Este espaço possui acessibilidade arquitetônica. Será disponibilizado tradução em libras e toda a equipe receberá treinamento. GRATUIDADE: Todos os espetáculos terão entrada gratuita. OFICINAS: As oficinas serão compostas por atividades pedagógicas gratuitas, derivadas das pesquisas dos artistas selecionados para a Mostra Profissional da 30° Edição do Festival de Dança do Triângulo e realizada na Oficina Cultural de Uberlândia. Dada a natureza das oficinas, o foco do PÚBLICO BENEFICIADO são pessoas interessadas em um viés profissionalizante, privilegiando estudantes de arte e profissionais da área. Quanto a FORMAS DE ACESSO, estas atividades serão acessadas via inscrições, serão gratuitas e compõem a contrapartida social da 30° Edição do Festival de Dança do Triângulo.ACESSIBILIDADE: todas as atividades pedagógicas serão realizadas no Teatro Municipal de Uberlândia. Este espaço possui acessibilidade arquitetônica. Será disponibilizado tradução em libras quando requisitado e toda a equipe receberá treinamento. GRATUIDADE: Todos as oficinas terão entrada gratuita. PALCOS LIVRES: Os palcos livres serão compostas por atividades apresentações e bailes, a depender do foco do Palco Livre, dentre eles, Palco Livre Feira Cultural, Palco Livre Cultural - Danças de Salão, o Palco Livre Cultural - FlashBack, Palquinho Livre, Palco Livre Escola e Palco Livre Debate Inclusão. PÚBLICO BENEFICIADO nestas atividades, há vários perfis de público a depender do Palco Livre, seja alunos de escola pública, comunidade vinculada a Dança de Salão e a Dança de Rua, pessoas com deficiência ou crianças. FORMAS DE ACESSO, todas as atividades serão gratuitas e serão divulgadas nas redes sociais e na imprensa. ACESSIBILIDADE: Todos os espaços escolhidos possuem acessibilidade arquitetônica. Será disponibilizado tradução em libras quando requisitado e toda a equipe receberá treinamento. GRATUIDADE: Todos as atividades terão entrada gratuita. Exposição: Edição prevê a montagem de exposição com arquivos e registros fotográficos das 29° edição do FDT e de outras edições. PÚBLICO BENEFICIADO A exposição ficará disponível no lado externo no teatro municipal e interno. O público que terá contato com a exposição será o público do teatro e os transeuntes. FORMAS DE ACESSO, todas as atividades serão gratuitas e serão divulgadas nas redes sociais e na imprensa. ACESSIBILIDADE: A exposição contará com audiodescrição. Toda a equipe receberá treinamento. GRATUIDADE: Todos as atividades terão entrada gratuita.

Ficha técnica

Coordenação Geral Vanilto Alves de Freitas CPF: 010.324.586/31 Vanilton Lakka é Doutor em Artes Cênicas pelo PPGAC – UFBA, Mestre em Artes pelo PPGArtes – UFU e Bacharel em Ciências Sociais pela UFU. EXPERIÊNCIA NA ÁREA CULTURAL: É atualmente coordenador do curso de bacharelado em Dança da UFU (Universidade Federal de Uberlândia, 2020-2024). Compõe a diretoria da Associação Nacional de Pesquisadores em Dança – ANDA, (2019-2023) e da Associação dos Profissionais da Dança de Uberlândia – APDU, (2022-2024). Criador-intérprete premiado em 2005 pela Associação Paulista de Críticos de Artes – APCA. Atua com produção cultural, criação, pesquisa, interpretação e docência em dança. Apresentou seus trabalhos coreográficos e ministrou aulas em diversas cidades brasileiras e em mais 17 países em festivais como: Festival Internacional de Dança Fragmentos de Junho (Guayaquil-Equador), Andanza Festival Internacional Contemporâneo (La Paz-Bolivia), PERU EN DANZA Encuentro Internacional de Danza Contemporânea y Movimiento – (Lima-Peru), Dias de Danza - Festival de Dansa em Paisagens Urbanas (Barcelona-Espanha), VII Bienal de Dança do Ceará – conexão Cabo Verde (Cabo Verde-Africa), Biennalle Danses Caraibe (La Habana-Cuba), Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa-Portugal), Théâtre de La Cité Internationale (Paris-França), Festival Noorderzon (Groeningen – Holanda), Festival Theater Spectakel (Zurich – Suíça), Dansnät Sverige (Suécia), Rencontres choregraphique de Seine Saint Denis (Saint Denis-França), Les Hivernales Festival de Danse (Avignon – France), Yucatán Escénica (Mérida-México) dentre outros. Coordenação Geral Claudia Roberta Nunes Batista CPF nº 027.279.506-24 Bailarina, professora de dança e dançaterapeuta. Promove cursos e workshop em dançaterapia para profissionais e estudantes da cidade de Uberlândia e região. Pesquisadora da dançaterapia e dança com deficientes (dança inclusiva). EXPERIÊNCIA NA ÁREA CULTURAL: É a criadora do projeto de Desprincesamento, já tendo ministrado oficinas em escolas públicas da cidade de Uberlândia - MG, com grande aceitação pelos jovens e coordenadores das escolas, inclusive por televisão Internacional - Suíça (srf.ch) Psicóloga, graduada pela Universidade Federal de Uberlândia, com 20 anos de experiência em atendimento de crianças e jovens. Como psicóloga, uma de suas habilidades é a de colaborar com a consciência corporal, desenvolvendo aptidões físicas e psicológicas para melhoria de vida dos pacientes. Realiza trabalho clínico corporal com autistas, Portadores d Paralisia Cerebral (PC's), dentre outros e o resultado é surpreendente, além de muito aceito pelos pacientes. É professora de dança e dançaterapeuta há 22 anos. Tem vasta experiência em ballet clássico, jazz, moderno, sapateado, flamenco e contemporâneo. Ex-bailarina do Grupo Pró dança Sesi Minas, onde também foi professora por 8 anos. Produção Local e Assistente de Palco: Daniela de Sousa Reis CPF nº 001.103.976-06 Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e em Educação Física pela (UNIP). É mestre em História da Cultura pela (UFU); está cursando a Pós-Graduação Internacional de Pilates Aplicado a Reabilitação e Grupos especiais. Membra a APDU. Coordenadora da Mostra Competitiva e Não-competitiva do Festival de Dança do Triângulo; Prêmios na Categoria Juver coreografia 'Desconexão'; 3° Lugar coreografia 'Despreguiçar'; 3° Lugar coreografia 'Aperto de Saudade - Dia Internacional da Dança/ APDU: Participação nos eventos Vitrine e Dança em Foco, 2022. Cursos de formação - Curso de Formação Completa em Pilates, Solo, Bola, Aparelhos. Grupo Voll Pilates. Group em 2021 -A importância das habilidades cognitivas em sala de aula, com Lu Braga em 12/07/2020. - Ballet Infantil, com Maria Cacko, Nelma Darzi, Lu Braga, Lays Veloso em 20/06/2020. A Danças Contemporâneas, com Liliane G, Luiz Bongiovanni, Fábio A, Ana B. em 11/07/2020. Balé Infantil-Metodologia Coordenando-se dos Livros I e II, com Lú Braga em 28/09/19. - Jazz Dance, ministrada por Jhean Allex da Raça Cia de Dança de SP em 03/11/2019. - CAP Dança Laban 2019, ministrado pela Dra. Vivian Vieira P. Barbosa, em novembro de 2019. Dança Contemporânea Africana, com Abdou-Raouf Tchakondo em 24 e 25 de Junho de 2019. Dança Infantil para professores - Metodologia Wanda Bambirra, com Wanda B. em 25/08/18. Formação Itinerante de Professores, por Mantra Centro de Dança e Arte, em 18 e 19/06/2018. Coordenação técnica e Palcos Livres Cláudio Henrique Eurípedes de Oliveira CPF nº 986.981.416-68 Mestre em Filosofia, Bacharel Licenciado em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia, formado no curso de Artes visuais, atua no cenário cultural como Direção, coreografia e performance e professor de dança. Base de treinamento corporal: artes marciais, fundamentos de dança moderna, clássica, dança de rua e oficina de duble. Seguimento profissional Dança Contemporânea; fundador e coreógrafo do grupo STRONDUM. Começou com suas atividades com dança em 1987, com dança de rua, depois migrou para dança contemporânea. EXPERIÊNCIA NA ÁREA CULTURAL: Elaborou e coordenou os projetos do 22ª Festival de Dança do Triângulo de 2022: Palco livres Criança - Parque do Sabiá; Palco Cultura Baile Fash Back - espaço Corisco; Palco Cultural Dança de Salão; Palco Livre e Debate Inclusivo - Teatro Nininha Rocha; Palco Livre Feira Cultural Centro Cultural; Coordenação de equipe técnica; Coreógrafo do Espetáculo de abertura do Festival/22 - Cambia e Faces; Idealizador da Instalação Digital - Memórias Concretas. Coordenação administrativa e produção executiva Marcelo Sílvio Santos CPF nº 999.159.446-91 Graduado em Administração de Empresas pela UFU/2004, com 18 anos de experiência em gestão administrativa de processos e coordenação de pessoas e a 13 anos participando na produção e coordenação administrativa de projetos culturais EXPERIÊNCIA NA ÁREA CULTURAL: Atuou nas funções de Coordenação Administrativa e Produção Executiva da 29° Edição do Festival de Dança do Triângulo, e em projetos culturais patrocinados pela Caixa Economica Federal, Grupo Martins, Grupo Algar e Petrobrás. Tomou parte como produtor nos eventos Panorama Rio 2011 - Rio de Janeiro, Cultura Livre 2012 - São Paulo; Cena Contemporânea 2012 –Brasília. Atualmente é produtor executivo do Projeto Mono-Blocos - Ocupação, Interação e Ação na Praça Pronac 11 3907

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-10-31
Locais de realização (1)
Uberlândia Minas Gerais