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Restaurar e revitalizar o único Teatro do Município de Santo Ângelo - prédio histórico que há mais de 30 anos abriga a cultura regional das Missões e que através de uma força entre as Leis de Incentivo à Cultura do RS e do Brasil e o aporte de recursos do Municípioconseguirão nesta segunda e última etapa, de finalização,reestruturar seus espaços, a fim de garantir a sustentabilidade cultural e econômica deste importante equipamento cultural.
OBJETIVO GERAL Realizar a segunda e última fase do Projeto de Revitalização do Teatro Antônio Sepp, a fim de colocar novamente à disposição da grande região missioneira aquele que há três décadas tem sido espaço vital para sua expressão cultural OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1 - Revitalizar o Prédio Histórico do Teatro Antônio Sepp, em todos os seus ambientes, resguardando suas peculiaridades originais. 2 - Executar os seguintes ítens: INSTALAÇÃO DE DIVISÓRIAS EM GRANITO POLIDO EM BANHEIROS; FINALIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E HIDROSSANITÁRIOS; FINALIZAÇÃO DA REFORMA DERAMPAS EXTERNAS EXISTENTES; FINALIZAÇÃO DA CISTERNA COM INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA FILTRAGEM E CAIXA D’ÁGUA; FINALIZAÇÃO DE RAMPA EXTERNA EM CONCRETO ARMADO; FINALIZAÇÃO DE PINTURAS INTERNAS E EXTERNAS DO TEATRO E RAMPAS; INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS INTERNAS E EXTERNAS; LIXAMENTO DO PISO EM MADEIRA DO PALCO, COLOCAÇÃO DE RODAPÉS E APLICAÇÃO DE RESINA; INSTALAÇÃO DE FORROS (FOYER, TEATRO, BANHEIROS); INSTALAÇÃO DE ISOLAMENTO ACÚSTICO NAS PAREDES INTERNAS DO TEATRO; INSTALAÇÃO DE PAINÉIS METÁLICOS COM PINTURA AUTOMOTIVA; INSTALAÇÃO ELÉTRICAS PARA SOM E LUZ; REVESTIMENTO DA FACHADA EM ACM COM PINTURA; INSTALAÇÃO DE CENTRAL DE CLIMATIZAÇÃO E RENOVAÇÃO DE AR; INSTALAÇÃO DE PAREDE VERDE JARDIM VERTICAL, PAISAGISMO E ARBORIZAÇÕES; INSTALAÇÃO DO PPCI COM INSTALAÇÃO DE QUADROS DE COMANDO, INSTALAÇÃO DE MANGUEIRAS, PLACAS DE SINALIZAÇÃO, EXTINTORES, MANGUEIRAS DE INCÊNDIO E LUMINÁRIAS DE BALIZAMENTO; INSTALAÇÃO DE MÓVEIS; LIMPEZA DOS ESPAÇOS INTERNOS E EXTERNOS DO TEATRO; INSTALAÇÃO DE PLACAS INSTITUCIONAIS (OFICIAL DE INAUGURAÇÃO, PATROCINADORES E INSTITUCIONAL _ GOVERNO DO RS, MUNICÍPIO DE SANTO ÂNGELO/RS E PRÓ-CULTURA) E DIVULGAR A NÍVEL REGIONAL,EM JORNAL DE GRANDE CIRCULAÇÃO, A FINALIZAÇÃO DA 2ª FASE, A QUAL REPRESENTA A CONCLUSÃO DA OBRA.
O Teatro Antônio Sepp, como pôde ser visto na apresentação desta proposta, encerra em si a riqueza de uma trajetória cultural que pertence à história do Rio Grande do Sul. Atualmente, devido ao desgaste de 30 anos de atividades dedicadas à comunidade missioneira e ao período em que foi erguido quando vigoravam outras leis de edificação, o prédio sofre problemas que urgem solução. Do contrário, este importante baluarte da cultura gaúcha pode acabar tendo suas atividades inviabilizadas. Entre os sintomas graves de fadiga diagnosticados, conforme relatório anexo, destacam-se: infiltrações no reboco; deterioração das platibandas; falta de iluminação adequada, tanto interna quanto externa, prejudicando a circulação entre os prédios vizinhos e, ainda, parte da iluminação existente vandalizada; descascamento da pintura; comunicação visual precária; ausência de paisagismo e humanização; tubos de queda quebrados e expostos; armaduras expostas a intempéries edeterioradas; desplacamento do concreto de recobrimento; juntas de dilatação sem preenchimento; ferragem aparente; tubulação deteriorada, não cumprindo sua função; tubulação de ar-condicionado exposta, com máquinas na fachada; rampas desprotegidas, sem cobertura, expostas à intempéries e servindo de abrigo para moradores de rua; inclinação da rampa metálica inadequada; rampa sem acessibilidade devido à existência de degrau; calçadas em mal estado de conservação; desprendimento do revestimento; falta de rampas de acessibilidade e piso podotátil; esquadrias com ferrugem aparente; algumas vidraças quebradas; monumentos sem a devida valorização por falta de iluminação; barras antipânico estragadas; esquadrias internas em sua totalidade afetadas pela umidade; revestimento doscarpetes deteriorados; tubulações elétricas expostas; vasos sanitários com problemas hidráulicos; revestimentos inadequados para higiene e limpeza; pias com problemas hidráulicos; falta de acessibilidade para uso dos banheiros; camarins com umidade ascendente no piso e paredes, tendo bacias sanitárias com problemas hidráulicos; telhado com inúmeras goteiras e infiltrações; falta de isolamento térmico e acústico no forro e paredes; problemas em calhas e tubo de queda; e algunspontos de platibanda deteriorada. Por tudo isso, faz-se evidente que a restauração de sua estrutura e revitalização de seu espaço é imprescindível para que o teatro siga servindo à vida cultural dos povos missioneiros e à preservação e perpetuação da própria memória gaúcha. O coração do santo guardião missioneiro já acolheu atrizes, atores, dramaturgos e companhias de vulto histórico no cenário nacional, revelando que sua vocação protetora se deve, na verdade, por ser ele um apaixonado pela beleza e complexidade da existência humana. A realização de espetáculos no Antônio Sepp promove o contato tanto de cidadãos locais quanto visitantes com toda a riqueza e diversidade cultural aqui descritas. Isso, naturalmente, estimula a valorização e visitação dos demais pontos culturais, alavancando a economia do setor para ampliar a geração de empregos e renda como, consequentemente, fortalecendo a cadeia produtiva e formando mercado para a cultura. O acesso historicamente democrático da população missioneira aos eventos culturais em Santo Ângelo fez com que, em 1941, fosse inaugurado o Cine Teatro Municipal. Um espaço físico definitivo se fazia indispensável às artes cênicas. A tradição era antiga, remontava gerações. Estava na alma do povo. A programação se fazia constante. Apresentações de artistas locais, espetáculos de grupos itinerantes, shows de ilusionismo, saraus literários, a vida dramática pulsava. O últimoauditório, erguido no início do século XX era precário para a exuberância daquela paixão. Na ocasião da inauguração, corria a Segunda Guerra Mundial. Apesar das tensões, sobretudo envolvendo as comunidades de origem germânica, a gente fraterna do chão santo-angelense logo ocupou o espaço para acompanhar desde companhias famosas até shows de calouros. Verdadeiras lendas da dramaturgia brasileiras pisaram seu palco. Procópio e Bibi Ferreira, Paulo Autran, Tônia Carrero eFernanda Montenegro foram algumas das personalidades que o público pôde assistir de perto. Ali também funcionou o Grêmio Literário e o cinema da cidade, servindo ainda de abrigo a atividades populares como troca de gibis, figurinhas e outros itens colecionáveis. Em 1981, após reestruturação, o prédio foi reinaugurado recebendo o nome de Teatro Antônio Sepp. Apesar da intensa e sempre entusiasmada participação da comunidade e das frequentes realizações de eventos e espetáculos, oedifício, alugado pela prefeitura junto a um proprietário privado, foi vendido apenas quatro anos depois da reinauguração. Para espanto de toda a gente santo-angelense, a estrutura foi demolida e cedeu espaço para uma loja comercial desprovida de arquitetura e identidade com o povo. A reação foi forte. O acontecimento feriu de indignação um povo apaixonado, que vivia aquele teatro como espaço vital de sua existência comunitária. Artistas e população se mobilizaram. Pressionaram a classe política. Exigiram compromisso de todos os candidatos ao Executivo do próximo mandato. A mobilização teve êxito. Todos os candidatos assinaram termo de compromisso para construir um novo teatro. Não se pode viver sem suas maiores paixões e uma gente que trilhara tanta história sabia disso. O final trágico do Cine Teatro Municipal deixou uma dor profunda no coração dos santo-angelenses. Mais do que isso. Deixou uma lacuna entre 1984 e 1991, quando o novo prédio foi inaugurado com projeto arquitetônico e infraestrutura próprios do Teatro Antônio Sepp. Embora sejam obras independentes, o teatro foi construído juntamente com o Centro Municipal de Cultura Santo Ângelo Custódio, ambos vizinhos no centro histórico da cidade. Esse centro abriga a Biblioteca MunicipalPolicarpo Gay, a Academia Santo-Angelense de Letras, o Arquivo Histórico Municipal e o Museu Municipal do Cinema Vivaldino Prado. O local, portanto, tornou-se referência cultural para toda a região. Palco de eventos consagrados como o festival Canto Missioneiro, Santo Ângelo em Dança e o Festival de Teatro, além de palestras, formaturas e outras programações da comunidade, o Antônio Sepp tem uma vida dinâmica de agenda cheia ao longo do ano. Para se ter ideia, em 2019, seuauditório recebeu 6.850 pessoas em suas atividades culturais. A considerar a paixão dessa gente, em cuja alma pulsa o amor de Sant’Angel Custódio pela beleza e complexidade humana, tão bem expressas nas artes cênicas que sempre entusiasmaram essa gente, sabemos que o velho Antônio não pode deixar de respirar seus espetáculos. Democrático, amado por seu povo, de movimento intenso e sempre acolhendo quantidades significativas de plateia, o Teatro Antônio Sepp, por meio desteprojeto, há de se fortalecer, modernizar suas condições de acessibilidade a todos, e se revigorar para seguir cumprindo seu importante papel.
A região missioneira, a despeito da riqueza imaterial desenvolvida em sua trajetória, carece de estrutura adequada à demanda de sua vida cultural. A História nos ensina, desde seus primórdios, que amadurecemos como humanidade por meio da arte. Não bastam recursos tecnológicos e financeiros. Só há consciência de justiça social, igualdade e, portanto, real avanço civilizatório quando o espírito humano é instigado à crítica e autocrítica ao se perceber refletido nas expressões artísticas. Eis por que o Teatro Antônio Sepp se transformou em verdadeiro baluarte cultural aos povos missioneiros. O edifício, erguido há mais de 30 anos sob inspiração arquitetônica brutalista, tem seus materiais à vista, valorizando a riqueza do seu corpo estrutural. Pilares e vigas totalmente desnudos, de concreto aparente, juntamente com paredes em alvenaria cerâmica, compuseram a obra. Monumentos aos guaranis e outras figuras importantes na história regional dão boas-vindas na entrada do edifício, enaltecendo sua importância. Acercado de uma bela paisagem urbana, o teatro é acessível por vias de grande fluxo, que servem principalmente como meio de conexão entre o centro, os bairros da cidade e os turistas que chegam por aeroporto ou rodovias. Atualmente, desgastado pelo tempo, abrigou eventos até o final do ano de 2019, quando interrompeu suas atividades por conta de sua péssima situação. Isso se deu a pedido do Ministério Público e do Corpo de Bombeiros, o qual já havia anunciado a não renovação dos alvarás. As patologias desenvolvidas pela idade do edifício comprometeram a segurança do público. Faz-se urgente uma reforma estrutural e estética, a fim de garantir a saúde desse centro cultural missioneiro e revitalizar seu espaço. O Antônio Sepp faz parte de um complexo cultural que contempla também, um modesto teatro de arena, uma secretaria de turismo e cultura, museu, biblioteca, bem como outros espaços importantes para as expressões culturais da região. Uma característica a se observar é a diversidade étnica e, consequentemente, sociocultural das terras missioneiras. O Velho Antônio, portanto, faz-se arena de ações afirmativas, encontros e trocas entre as gentes que compõem seu povo. Destacam-se os cuidados que o projeto de revitalização teve com acessibilidade, otimização de espaços, PPCI, iluminação natural e infiltração de água nas calçadas, pátio interno e canteiros, usina de geração de energia fotovoltaica e captação e armazenamento de águas pluviais. Tais elementos não apenas modernizam a estrutura como, ainda, otimizam a humanização e preservação ambiental da obra. Isso é claramente importante ao teatro em si e à referência que ele se torna como edificação humanizada e ambientalmente responsável. Para chegarmos à conclusão deste grandioso projeto de revitalização do Velho Antônio, foram dois longos anos na busca de parcerias. Uma equipe de arquitetos e engenheiros, a pedido da Impacto Desenvolvimento Cultural, com anuência do Poder Executivo Municipal, iniciou um trabalho no levantamento das patologias e das necessidades do teatro, especialmente em acessibilidade e modernização, pois o mesmo foi construído em um tempo de poucas regras e sob uma ótica de acessibilidade quase nula. Todos os profissionais envolvidos neste grande projeto dedicaram um tempo extenso e significativo em cada área de atuação, desde o levantamento das patologias, estudos das áreas e reformas, ampliações, readequações, materiais a serem usados, trabalhadores implicados, parceiros comerciais e empresas patrocinadoras. Vale ressaltar que a comunidade cultural foi ouvida desde o primeiro encontro. Todos os agentes culturais do Município foram chamados para serem ouvidos e inúmeras reuniões foram realizadas para chegarmos à apresentação deste projeto ao Sistema Pró-Cultura. O Conselho Municipal de Cultura foi consultado e esteve presente em todas as tomadas de decisões. Reuniões contínuas foram realizadas, onde o projeto foi apresentado e aprovado pela comunidade cultural, após isso o projeto foi levado aos empresários do município em duas ocasiões distintas. O engajamento de todas as partes não apenas demonstra a importância do Teatro Antônio Sepp, mas também o valor dado à cultura pelo povo missioneiro. Informamos também que neste período de mais de dois anos de trabalho diligente, até o início da realização da 1ª fase, nenhum profissional obteve qualquer remuneração pelos serviços prestados. Mais uma vez, um sinal da extrema relevância deste projeto para toda a comunidade regional. Esses profissionais, sendo cidadãos da própria região, dedicaram-se fundamentados na compreensão de que todo o esforço em busca de soluções, a partir de parceria público-privada, redundaria numa obra de restauração digna da história cultural missioneira. O projeto aqui apresentado visa concretizar este sonho coletivo e cooperativo. Assegurar o pleno funcionamento do Teatro Antônio Sepp permite que seu coração siga pulsando, fazendo circular a cultura na alma de cada cidadão missioneiro, inspirando reflexões críticas, oportunizando a vida artística, gerando mais empregos e renda no mercado cultural. Quanto à consistência e mesmo à responsabilidade social da obra, buscando celeridade e constância nas etapas do processo de revitalização, procuramos uma empresa com excelente atuação na região para assumir por completo a obra, desde as demolições iniciais necessárias até os acabamentos finais. Optamos, assim, por uma empresa regional, pois o processo fomentará a economia local, gerando emprego e renda no interior do Estado, onde as oportunidades nem sempre são acessíveis como nos grandes centros. Por fim, cabe informar que a 1ª Fase foi concluída em 30 de junho do corrente ano, seguindo o cronograma de obras, e a devida prestação de contas encaminhada concomitantemente com esta 2ª e última fase, na intensão de continuidade imediata, uma vez em que deste modo não haverá desmobilização da obra. É importante ressaltar que para a execução desta 2ª fase, a qual será finalizadora, buscamos ampliar a contrapartida do município e, além disso, inserimos na planilha de custos a Lei Federal, buscando viabilizar o término da obra, presenteando a comunidade e o Município de Santo Ângelo dentro das comemorações dos seus 150 anos de emancipação. Todas as informações pertinentes, bem como fotos, documentos e declarações, estão contidas nos anexos deste projeto.
A questão da acessibilidade física foi um dos pontos principais de discussão deste projeto. Construído há três décadas, em um período em que as deficiências não eram levadas de fato em conta como hoje, a equipe de arquitetos e engenheiros, responsável pelo projeto, baseou-se primeiramente no acesso de todos os ambientes. Todos os espaços revitalizados possuirão acesso pleno, a fim de dignificar e valorizar a presença e especial participação de PCDs na estrutura revigorada. O espaço interno do espaço, especialmente, foi remodelado, a fim de abrigar poltronas especiais para obesos, espaço para cadeirantes, corrimões e sinalização luminosa. Quanto a acessibilidade de conteúdo, não se aplica durante a execução deste projeto. No ato de sua inauguração, bem como todas as ações posteriores, buscarão promover a inclusão de interpretes de libras nas atividades, bem como outras ações pertinentes.
A democratização de acesso não se aplica durante a execução do projeto de construção, porém, o seu objetivo principal, enquanto revitalização de um espaço histórico, é exatamente a busca pela democratização do acesso a este local, oportunizando que suas portas continuem abertas para todas as ações culturais e sociais que o espaço realiza há mais de três décadas.
IMPACTO DESENVOLVIMENTO CULTURAL (Fará a Produção Executiva, Coordenação Administrativa e Financeira e captação de Recursos) Com intensa participação em projetos culturais na região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul desde o ano de 2007, a IMPACTO - Desenvolvimento Cultural, dirigida pelo Produtor Cultural Francisco Emílio Miron Roloff, desenvolve atividades culturais em todo o território gaúcho. É capacitada para atender as mais diversas demandas culturais em suas inúmeras particularidades como: Assessoria administrativa; Planejamento e desenvolvimento cultural; Produção e assessoria em eventos; Direção Artística e Cultural; Elaboração, edição e finalização de vídeos/documentários; Elaboração e apresentação de protocolos; Produção e Organização de eventos; Agenciamento de artistas; Produção de projetos pelas leis de incentivo à cultura; Agenciamento e Captação de Recursos, entre outros. CASA A ARQUITETURA - ARQUITETO E URBANISTA ELSO ENGLEITNER FILHO Graduação – arquitetura e urbanismo- UPF-PF 2011/02Pós graduação – arquitetura comercial - IMED-PF Mestrado – arquitetura sustentável – UNISINOS Especializado em projetos residenciais e comerciais, com intensa participação em revitalizações e equipamentos culturais. ENGº MARCELLO MINELLI JUNIOREngenheiro civil formado pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, pósgraduado em Engenharia de Produção pela SOCIESC, possui experiência com obras prediais, residências, de infra-estrutura portuária, culturais, cinemas e prefeituras municipais. Atuou nas cidades de Itajaí, Belo Horizonte, Rio Grande, atualmente atua na cidade de Ijuí/RS em escritório próprio, prestando serviços e consultorias para arquitetos, engenheiros e construtoras. STILER ENGENHARIAA empresa STILER ENGENHARIA atua há mais de 30 anos do Estado do Rio Grande do Sul e tem como foco o crescimento e a inovação, construindo com qualidade e agilidade para garantir a satisfação de seus clientes e colaboradores.Buscando sempre aperfeiçoar seus processos executivos e organizacionais, aderio ao Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat, para garantir a execução de obras com padrão de qualidade certificado.Conta com um quadro de colaboradores especializados, composto por engenheiros civis, técnicos de segurança no trabalho, profissionais de montagem de formas metálicas, carpinteiros, pedreiros, mestre de obras, auxiliares, profissionais do setor adminitrativo e direção, dentre outros, atuando de forma conjunta nos empreendimentos da empresa. ELCIO CERATTI JUNIOR Atua desde o ano de 2017 em parceria com a empresa IMPACTO DESENVOLVIMENTO CULTURAL e UNIÃODAS ETNIAS DE IJUÍ nas ações culturais, prestando serviço de contabilidade direcionada a prestação de contas e também desenvolve assessoria cultural, auxiliando diretamente na elaboração e execução do projetos culturais.Essa parceria oportunizou o crescimento da área de atuação com projetos em andamento nas cidades de Santo Angelo/RS, Horizontina/RS e Bagé/RS. Auxilia diretamente em todas as ações realizadas nas diversas áreas de execução destes projetos e ganha destaque na divulgação em mídias sociais contribuindo para a divulgação e transparência das ações executadas.Com projetos de grande relevância para o município de Ijuí vem ampliando seus conhecimentos e qualificando seus serviços.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.