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E se Shakespeare estivesse vivo? O que o maior dramaturgo de todos os tempos diria sobre sua obra? E como ele enxergaria o nosso famigerado mundo contemporâneo?É a partir dessa premissa absurdista que surge a proposta de "Shakespeare ao Vivo!", um monólogo que mistura os gêneros da aula-espetáculo e da farsa. A proposta prevê a montagem e temporada do espeteaculo na cidade do Rio de Janeiro, além da realização das contrapartidas de democratização do acesso, acessibilidade e ação formativa.
Satirizando o universo dos clássicos e das palestras motivacionais, o espetáculo Shakespeare ao vivo! transporta os espectadores para um ambiente estilo TED-Talk, onde um curso de roteiro intitulado “Como se Tornar um Autor Imortal” é ministrado por William Shakespeare, himself. Daí em diante, os "alunos" da plateia mergulham numa narrativa que intercala ensinamentos sobre técnicas de escrita, anedotas autobiográficas e demonstrações de cenas teatrais clássicas, oferecendo ao público pérolas sobre o processo de criação do bardo. Trata-se de um espetáculo excêntrico e engraçado, que oferece uma abordagem original da obra de Shakespeare ao misturar homenagem, metalinguagem, meme, história e cultura pop.
Objetivo Geral: Apresentar ao público um espetáculo cômico, que traz para os dias de hoje um dos maiores dramaturgos de todos os tempos. Objetivos específicos: - Realizar 32 apresentações de um espetáculo teatral de grande relevância artística. - Apresentar ao público uma obra que pretende popularizar Shakespeare e sua obra para o público jovem - Fomentar a cultura nacional e a formação de público através das ações de democratização do acesso. - Contribuir com a formação de novos profissionais das artes através da realização de ação formativa. - Gerar postos de trabalho fixos e temporários durante toda a execução do projeto. - Gerar receita na economia criativa na cidade do Rio de Janeiro.
Um autor. Um autor imortal. O maior de todos os tempos. Vive. Entre nós. Agora. Em pleno século vinte e um. Suas peças foram encenadas em todos os países do mundo e em diferentes épocas. Ele testemunhou o início do Renascimento e o fim da Modernidade. Sobreviveu a guerras mundiais e catástrofes humanitárias. A humanidade morreu e ressurgiu a cada avanço tecnológico. Inúmeros artistas construíram suas carreiras e glórias em cima do seu trabalho. Seus enredos foram adaptados para diferentes mídias. Seu trabalho transformado em cânone. E seu nome em sinônimo de arte. E se Shakespeare estivesse vivo? O que o maior dramaturgo de todos os tempos diria sobre sua obra? E o como ele enxergaria o nosso famigerado mundo contemporâneo? É a partir dessa premissa absurdista que surge a proposta de "Shakespeare ao Vivo!", um monólogo que mistura os gêneros da aula-espetáculo e da farsa. Satirizando o universo dos clássicos e das palestras motivacionais, o espetáculo transporta os espectadores para um ambiente estilo TED-Talk, onde um curso de roteiro intitulado "Como se Tornar um Autor Imortal" é ministrado por William Shakespeare, himself. Daí em diante, os "alunos" da plateia mergulham numa narrativa que intercala ensinamentos sobre técnicas de escrita com anedotas autobiográficas e demonstrações de cenas teatrais clássicas, oferecendo ao público insights sobre o processo de criação do bardo. Trata-se de um espetáculo excêntrico e engraçado, que oferece de maneira cativante uma abordagem original da obra de Shakespeare ao misturar homenagem, meme, história e cultura pop. "Shakespeare ao Vivo!" é mais do que uma mera peça teatral; é uma jornada através do tempo e do talento de um dos maiores dramaturgos da história. A partir da perspectiva do público brasileiro contemporâneo, a obra ressoa de maneira profunda, levantando reflexões sobre a natureza da comédia, as complexidades humanas e a influência duradoura da arte. Ao mesclar passado e presente, "Shakespeare ao Vivo!" convida o público a explorar a riqueza cultural e artística de duas épocas distintas, e a celebrar a vitalidade do teatro como um meio de expressão eterno. Como é de notório conhecimento, o setor cultural sofreu um grande "apagão" nos últimos quatro anos. É de extrema importância contar com a Lei Federal de Incentivo a Cultura, buscando parceiros contribuintes de todo o país para retomar o papel protagonista que a cultura sempre teve, apresentando ao público espetáculos de qualidade e que sejam ao mesmo tempo poluares, como ee o caso da proposta de Shakespeare ao Vivo!. A proposta aqui apresentada se enquadra nos incisos I, III, IV, V e IX do Art. 1º da Lei Rouanet. E através da realização do projeto, alcançaremos os objetivos II e), IV a) e V b) do Art. 3º da referida Lei.
Estimamos que o espetáculo terá cerca de 70 minutos. O ensaio aberto terá cerca de 120 minutos, considerando o ensaio + perguntas e respostas para os participantes com equipe criativa e técnica. A proposta de ação formativa (bate papo com autores e ator) terá cerca de 2h de duração.
Acessibilidade física (Aspecto arquitetônico): O espetáculo se apresentará em teatros adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contem com rampas e corrimão, banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: realização de um total de 06 sessões com tradução em libras. Justificativa: Acreditamos que este seja um número coerente com a quantidade de apresentações do projeto e a real demanda de público portador de deficiência auditiva. Com troca de experiência de produtores que tem produzido projetos através dos mecanismos públicos de incentivo nos últimos 20 anos, é sabido que apesar do convite feito às instituições com material do espetáculo, disponibilização de convite para o acompanhante, até mesmo oferecimento de transporte não resultam na ida deste público ao teatro. Este é um assunto de extrema importância para nossa sociedade, que precisa de união de diversos setores e não apenas dos produtores culturais. Sem esforços conjuntos não veremos um real avanço na pauta da acessibilidade. Acessibilidade para deficientes visuais: Tradução e impressão do texto do espetáculo em braile. Justificativa: Acreditamos que esta medida seja muito mais efetiva em atendimento ao portador de deficiência auditiva do que recursos de audiodescrição. Este é um serviço de custo elevado, sendo impossível para o produtor (mesmo com os custos lançados no orçamento) realizar este serviço em todas as apresentações. O texto em braile permite a inclusão em todas as sessões a serem realizadas do espetáculo. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realização das apresentações em locais com equipe treinada para atendimento a este público quando necessário. Produto Cultural Secundário: Bate papo com autores e ator Acessibilidade física (Aspecto arquitetônico): O bate papo será realizado em teatros adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contem com rampas e corrimão, banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização do bate papo com tradução em libras. Acessibilidade para deficientes visuais: A realização de um bate papo é de total compreensão de deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realização do bate papo em local com equipe treinada para atendimento a este público quando necessário.
Conforme determinado pela última IN, realizaremos a distribuição de ingressos gratuitos (10% da lotação do teatro a cada apresentação) para o público de baixa renda estudantes da rede pública de ensino. O projeto promoverá ainda 02 ensaios abertos no Rio de Janeiro. Estes ensaios serão abertos para estudantes de artes cênicas de instituições publicas e/ou ONGs e projetos sociais. O ensaio aberto terá cerca de 120 minutos, considerando o ensaio + perguntas e respostas para os participantes com equipe criativa e técnica. Ação Formativa A proposta de ação formativa (bate papo com autores e ator) terá cerca de 2h de duração.
O dirigente da instituicão prestará o serviço de dramaturgo e ator no projeto. Além disso, é responsável pela gerência geral do projeto, acompanhamento e interlocução com o Ministério da Cultura e com patrocinadores. Elenco: Leandro Soares Dramaturgia: Alessandra Colasanti, Fabrício Belsoff e Leandro Soares Direção: Alessandra Colasanti e Fabrício Belsoff Direção Musical: Felipe Prazeres Figurino: Luiza Marcier Cenário: Gigi Barreto Iluminação: Daniela Sanchez Produção: FERNANDO LIBONATI ALESSANDRA COLASSANTI Atriz, roteirista e diretora. É formada em Teoria do Teatro pela UNIRIO, Interpretação pela CAL, Moda pela Universidade Cândido Mendes, e pós-graduada em Cinema-documentário pela FGV. Em 25 anos de carreira, trabalhou para a Rede Globo, Record TV, GNT, HBO, Netflix, Amazon Prime, entre outros. Vencedora do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (2012), com “A Verdadeira História da Bailarina de Vermelho” (2010), curta-metragem roteirizado, dirigido, protagonizado e montado por Alessandra. Ao lado de Michel Melamed, dirigiu os espetáculos “Dinheiro Grátis” (2006) e “Regurgitofagia” (2004), que foram apresentados em Berlim (Ballhaus Ost), Nova York (Under the Radar Festival/ The Public Theater/ Mabou Mines) e Paris (Carreau du Temple). Em 2017 fez sua estreia na direção de espetáculos infantis com “Bita e a Imaginação que Sumiu”. FABRÍCIO BELSOFF Ator e produtor. Formado pela CAL e UNIRIO. Mestre em Coreografia e Performance pela Universidade de Gießen (Alemanha). Foi integrante da companhia “Os Fodidos Privilegiados” (2004-2008), fundador do coletivo “Pequena Orquestra” (2008-2015), e diretor do Teatro Ipanema (2012-2015). Trabalhou em mais de 20 espetáculos como ator, sob direção de Inez Viana, Dani Lima, Cristina Moura, Alessandra Colassanti, João Fonseca, Enrique Diaz, Jefferson Miranda e Renato Linhares. Dentre seus trabalhos, destacam-se: “Escravas do Amor” (2007); “A Falecida” (2008); e “Edukators” (2013); todas dirigidas por João Fonseca. Na Europa, trabalhou com o diretor português Tiago Rodrigues, com o grupo inglês "Gob Squad," e com o diretor alemão Heiner Goebbels. Na televisão, fez a novela “Além da Ilusão” (2022), e as séries “Do Amor” (2012), “Louco Por Elas” (2013) e “Doce de Mãe” (2014). No cinema, participou do filme “Boa Sorte” (2014) de Carolina Jabor. LEANDRO SOARES Ator, autor e tradutor. Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e UNIRIO, iniciou sua carreira como ator no Tablado, onde atuou nos espetáculos “O Rapto das Cebolinhas” (2008) e “A Menina e o Vento” (2012), de Maria Clara Machado. Traduziu, adaptou e atuou no espetáculo “A Importância de Ser Perfeito” (2013) de Oscar Wilde, com direção de Daniel Herz. O espetáculo foi vencedor dos Prêmios Shell, CESGRANRIO, APTR e FITA de Melhor Tradução e Adaptação, Melhor Elenco, e Melhor Espetáculo pelo júri popular. Também traduziu e adaptou a peça “Ubu Rei” (ANO?) de Alfred Jerry, com Marco Nanini e direção de Daniel Herz. No audiovisual, teve sua estreia com “Morando Sozinho” (2010), série de comédia que criou e protagonizou para o canal Multishow. Em seguida, criou “Vai Que Cola” (2013), vencedor do Prêmio Extra de Melhor Programa de Humor (2015) e Prêmio ABRA de Roteiros (2017). Como ator, seus principais trabalhos no audiovisual são: a série “Tempero Secreto” (2016) com direção de Pedro Amorin para o GNT; e os longas “Tamo Junto” (2016) de Matheus Souza; “Tudo Acaba em Festa” (2018) de André Pellenz; “Não Vamos Pagar Nada” (2020) de João Fonseca, e “Derrapada" (2023) de Pedro Amorim. DANIELA SANCHEZ Iluminadora cênica e diretora técnica. Formada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. Possui carreira consolidada há 25 anos e foi vencedora do prêmio APTR de Melhor Iluminação por “Uma Vida Boa”(2014), além de ter sido indicada aos prêmios SHELL por “Os Negros” (2006); Botequim Cultural por "Os Guardas do Taj” (2018); e CESGRANRIO por “Uma Vida Boa” (2014). Lecionou no Instituto Europeo di Design – IED entre 2018 e 2019, e na PUC-Rio no curso “Design de Atmosferas”, em 2021. Na área de shows, destacam-se seus trabalhos de iluminação para Martnália, Rita Benneditto e Maria Gadú. Também atua como showcaller em eventos corporativos e esportivos, como por exemplo, nos “Jogos Olímpicos Rio 2016”, “Buenos Ayres Youth Olympic Games 2018” e “Web Summit Rio 2023”. Trabalha como diretora técnica internacional do espetáculo “Gritos”, com a “Cia Dos à Deux”, que fez tour pela Coréia do Sul, Alemanha e França, entre 2019 e 2021. Atualmente, assina a iluminação do espetáculo “Beetlejuice – Os Fantasmas de Divertem”, que tem estreia marcada para outubro de 2023 na Cidade das Artes/RJ. LUIZA MARCIER Figurinista e Designer de Moda. Mestre e doutoranda em Comunicação e Cultura pela ECO UFRJ (2022), mestre em Design pela PUC Rio (2022), graduada em Desenho Industrial pela ESDI UERJ (1997). Já elaborou mais de 20 coleções desde 1998, primeiro para a marca “À Colecionadora” (1998-2014), e agora para a marca “Luiza Marcier”. Como figurinista, trabalha desde 1995 com audiovisual, teatro e música, tendo como trabalho mais recente os figurinos do espetáculo “Musical Pré-Fabricado | Los Hermanos,” dirigido por Michel Melamed (2023). Desde 2007, é professora na graduação no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, onde, no momento, também supervisiona o projeto “Ressignificar a Prática” e “O Eixo Teoria e História”, ambos na graduação em Design. GIGI BARRETO Cenógrafa. Inicou sua carreira, trabalhando ao lado de importantes nomes da cenografia brasileira, como: Helio Eichbauer, Rubens Gerchman e Gringo Cardia. Fundadora do “Escritório de Arte” (2010) e “Gigi Barreto Estúdio” (2016), contabilizando mais de 150 projetos para teatro, shows e eventos. Realizou a cenografia dos shows; “Milagreiros” (2001), de Djavan; “Cavaleiro Andante” (2005), de Gabriel Pensador; “Perfume de Sim” (2009), de Vanessa da Mata; além da edição brasileira da “Première Vision” (2010); e dos prêmios “Anu” (2014) da CUFA - Central Única das Favelas; e “Orilaxé” (2012). Dentre as cenografias mais recentes, destacam-se os projetos; “Shakespeare House” (2016), criada para celebrar os 400 Anos de William Shakespeare, na FLIP - Feira Literária de Paraty; e o programa “Globo de Ouro” (2014) para Globosat. Recentemente, criou o cenário do espetáculo “Portátil” (2014), direção de Bárbara Duvivier. FELIPE PRAZERES Maestro Titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, frequentemente regente e “spalla” da Orquestra Petrobras Sinfônica. Foi um dos fundadores da Academia Juvenil, projeto educativo voltado para orientação musical de cerca de 35 jovens músicos a cada ano, oriundos de projetos sociais. De 2014 a 2018, foi maestro assistente de Isaac Karabtchevsky. É diretor artístico e cofundador da orquestra Johann Sebastian Rio. FERNANDO LIBONATI Produziu alguns dos mais bem-sucedidos espetáculos do teatro brasileiro nas últimas duas décadas. Na lista de suas montagens contamos “Fulaninha e Dona Coisa” (1991), O Médico e o Monstro” (1994), “Kean” (1995), “O Burguês Ridículo” (1996 – Prêmios Sharp de Melhor Ator e Melhor Espetáculo e Mambembe de Melhor Espetáculo e Figurinos), “A Dona da Historia” (1998/1999 – Prêmios Sharp e Mambembe de Melhor Espetáculo), “Uma Noite na Lua” (1998 / 2000 – Prêmio Mambembe de Melhor Espetáculo e Sharp de Melhor Ator para Marco Nanini), “Quem tem medo de Virgínia Wolf” (2000 – Prêmio Ibeu de Melhor Espetáculo e Melhor Ator), “Os Solitários” (2002 – Prêmio APCA de Melhor Espetáculo, “A morte de um Caixeiro Viajante” (2003 – Prêmio APCA de Melhor Espetáculo), “Um Circo de Rins e Fígados” (2005), O Bem Amado (2007/2008), “A Máquina de Abraçar” (2009), “Pterodatilos” (2010/2011) , "A arte e a maneira de abordar seu chefe para pedir um aumento" (2012/2013) , Beije minha lápide (2014), Ubu Rei (2016) E TRAIDOR (2023).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.