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O projeto consiste em realizar circulação da produção teatral "O que meu corpo nu te conta?" por cidades brasileiras nas regiões sudeste, nordeste e norte. A proposta visa realizar temporadas da peça em Salvador, Recife, Manaus, Belém do Pará e Rio de Janeiro, praças onde a obra ainda é inédita, incluindo intercâmbio com artistas locais através de residência artística, apresentações a preços populares e roda de partilha aberta ao público.
Dirigidos por Marcelo Varzea, os atores e as atrizes do Coletivo Impermanente revezam-se nesta imersão performática em que seus corpos nus, por meio de minissolos confessionais, revelam histórias marcadas em suas peles e existências, olho no olho, num ato íntimo. Simultaneamente, as falas de todos em cena se sobrepõem como numa radiografia social.
OBJETIVO GERAL - Oferecer atividades gratuitas em torno da formação de novas plateias; - Democratizar o acesso ao teatro, através da circulação do espetáculo por 05 capitais brasileiras - Fomentar a formação em teatro para jovens artistas; - Estimular a reflexão, proporcionar espaços de debate, sensibilizar indivíduos para as questões do teatro contemporâneo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: (1) Circulação do espetáculo do Coletivo Impermanente "O que meu corpo nu te conta?" por 05 (cinco) cidades brasileiras, realizando 04 apresentações em cada uma das cidades :Salvador, Recife, Manaus, Beleem do Pará e 16 apresentações na cidade do Rio de Janeiro. (2) Realização de 05 ações de intercâmbio cultural em workshop, para grupos de 20 pessoas da área cultural de cada cidade de circulação (3) Realização de 05 ações formativas para grupo de 25 estudantes da Rede Pública de Ensino, uma em cada cidade prevista na circulação do espetáculo "O que meu corpo nu te conta?", na forma de conversas após as apresentações.
O Coletivo Impermanente, sob condução artística do ator, diretor e dramaturgo Marcelo Varzea, desenvolve, desde 2020, uma pesquisa sobre auto ficção e teatro narrativo. O ponto de partida para o estudo nasceu do questionamento "O que é verdade?". Essa provocação deu origem a experiência online "(IN)CONFESSÁVEIS- O JOGO DA VERDADE", atividade em caráter virtual realizada durante o isolamento social em virtude da pandemia do coronavírus. Nesta construção foram inseridos recursos que se tornaram características marcantes nas produções do grupo: a música como artifício narrativo, a performatividade como linguagem e a "gamificação da cena". Esse último elemento é um pilar importante, porque o formato de "jogo" leva à interação do espectador como peça que conduz as narrativas e molda a obra a cada sessão, de forma singular e fluida. Em "(IN)CONFESSÁVEIS" o público julgava, conforme parâmetros particulares, e votava qual cena era "verdadeira". A verdade depende de quê? É sobre a interpretação do ator? Aquela história era ficção ou algo que realmente aconteceu? E aconteceu com quem? Essa história é realmente dessa atriz ou não? Todos esses questionamentos provocavam o público e contribuíam para a elaboração de um imaginário pessoal, que, no final, conduzia a experiência para a cena votada "mais verdadeira" daquela apresentação. Em "O que meu corpo nu te conta?", a segunda produção teatral do grupo, e obra foco da proposta aqui apresentada, a pesquisa aprofunda-se por novos caminhos: em caráter presencial, mini solos de autoficção acontecem simultaneamente, em uma dramaturgia e encenação que investiga partituras corporais, a intimidade das trocas "olho no olho" e o tom confessional. O "jogo" ganha novas camadas: estímulos sonoros que conectam os performers; o público é convidado a escolher as cenas que deseja assistir diante de um grande tabuleiro de corpos, e assim, conduz a narrativa da peça até certo ponto em que é surpreendido e perde o poder de moldar a história. Um outro dispositivo usado é o sorteio: com auxílio de uma urna, um espectador sorteia a bola A ou B, que são as duas opções de peça que podem ser apresentadas. Num outro sorteio, alguém da plateia escolhe um número de 1 a 12, o que define qual ator ou atriz vai fazer a cena em "solo", para todo o tabuleiro ao mesmo tempo. Outro recurso aplicado nesta pesquisa é a rotatividade do elenco: ao todo, 20 atores e atrizes do grupo são treinados para participar da encenação, mas, a cada sessão, 12 estão em cena, levando a diferentes configurações cênicas e, assim, promovendo, como base do trabalho, a vulnerabilidade dos artistas e do público presente em cada sessão. A proximidade do risco acende um estado de presença. Uma vez mais, a música é usada como elemento narrativo: as instruções para a navegação durante o espetáculo são anunciadas em um número musical de abertura, outra canção toca a cada final de "rodada" do jogo, costurando dramaturgias e as ressignificando a partir de uma nova ótica. Essa elaboração cênica mantém a peça viva e pulsante, que provoca o público a descobrir e experimentar as possibilidades criadas. Em ambas as produções, os espectadores mostram-se mobilizados tanto pelos temas abordados, que passam por questões sociais e memórias daqueles corpos, experiências pessoais e coletivas, quanto pelo formato apresentado, que rompe com construções teatrais tradicionais e convidam a plateia a uma elaboração conjunta. É possível notar que esses fatores colaboram para a repercussão da obra: pessoas que retornam em busca de assistir à configuração montada em outras sessões e novos públicos, curiosos para participar de uma nova configuração da experiência. Diante desses elementos que constroem o espetáculo e fazem dessa obra contemporânea objeto de curiosidade e discussões, tanto em torno das questões sociais abordadas quanto pela estrutura artística e técnica, mostra-se relevante a fruição dessa produção teatral pelas cidades escolhidas, em uma oportunidade de promover o encontro da obra com experiências, em capitais e cidades do interior, com hábitos, pontos de vista e formas de significar o mundo a partir dessas outras realidades que se configuram em cada lugar de maneira única. Essa é uma experiência observada por onde a peça já passou: São Paulo, Santos, Curitiba e Campinas. Cada público, de cada lugar, carrega consigo para dentro do tabuleiro, nas interações provocadas por dispositivos cênicos e nas trocas com o elenco, formas muitas de interpretar e analisar o que se discute em cena, em um potencial transformador da obra em si, dos espectadores e das discussões fomentadas. As cidades escolhidas nessa proposta revelam a prioridade pelo eixo norte-nordeste, onde se inicia a circulação. Esse quesito é relevante porque o projeto busca descentralizar a fruição da obra, que por hora, só conseguiu realizar apresentações em sua maioria no sudeste, como muitas obras teatrais produzidas e concentradas nesta região. É relevante que o espetáculo seja atravessado por vivências e compartilhamentos outros provocados por realidades socioculturais diversas e plurais aquém do eixo de produção cultural hegemônica no país, em um aprofundamento da pesquisa do grupo neste trabalho e também das discussões e impactos causados nas comunidades de cada lugar. Por fim, o espetáculo retorna para o sudeste, em apresentações no Rio de Janeiro, com uma maior complexidade e aprofundamento em um traçado dessa radiografia social a que se propõe pôr em cena, a partir dos atravessamentos provocados pelas outras cidades por onde passou. Essa estrutura mobiliza cerca de 20 (vinte) atores e atrizes, além do diretor artístico e demais colaboradores, como preparadora vocal, diretora de movimento, assessoria de comunicação, em um total de 25 (vinte e cinco) integrantes atualmente. O grupo é formado por artistas multifacetados de diversos estados do Brasil (Bahia, Pernambuco, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná) de formações, sotaques e gerações diversas, constituindo uma criação teatral que valoriza a pluralidade e as potencialidades artísticas genuinamente brasileiras. Por isso, a proposta é relevante porque é necessário mobilizar recursos para garantir condições essenciais de trabalho (cachê, transporte, hospedagem e alimentação) para essa equipe que viaja com pelo menos dezessete pessoas (elenco+diretor+produtor) e também recursos para contratação de demais prestadores serviços (técnicos, designer, assessoria) para a plena execução do projeto. A experiência é intimista, singular e atrai públicos diversos: pessoas entre 18 e 70 anos, a maioria delas, mulheres; pessoas da comunidade LGBTQIAP+, são a maior parte da plateia que frequenta as apresentações. Espera-se com essa proposta de fruição alcançar também maior diversidade étnico-raciais e pessoas com deficiência visual e auditiva, em uma expectativa de ampliar e garantir o acesso de cada vez mais cidadãos e cidadãs ao direito de participar de atividades culturais e espetáculos de teatro. Sobre o enquadramento no Artigo 1o da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Sobre o enquadramento no Artigo 3o da Lei 8.313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
não se aplica
O ESPETÁCULO- Dispostos em um grande tabuleiro de corpos, artistas do Coletivo Impermanente se revezam, cada um deles limitado a um espaço cênico de 2m², para revelar histórias autobiográficas. A cada apresentação, uma nova combinação de 12 performers dispõe-se nessa estrutura, a menos de 1 metro de distância do público, que circula por dentro do campo cênico de forma itinerante e escolhe quais narrativas deseja assistir. Os solos duram 4 minutos e se repetem em rodadas sucessivas por 1 hora, num elaborado jogo cênico que estabelece uma rede de um corpo conjunto conectado por dispositivos, numa vibração coletiva. Essa imersão cênico-performativa, com direção e dramaturgia de Marcelo Varzea, é uma experiência que transita por assuntos como assédio, etarismo, gordofobia, machismo, racismo e infertilidade. Pela delicadeza que atravessa tais temas, os relatos são abordados em tom íntimo, quase confessional, a um público que escolhe em qual canto do tabuleiro cênico assistirá à rodada. Até certo ponto, a plateia decide qual a história que quer. Mas o jogo reserva suas surpresas. A estrutura cênica mexe com a sensação de poder, do que se pode controlar ou não, levantando a questão: o que é verdade? Neste palco, cabem corpos nus e tudo aquilo que cerca a necessidade de se mostrar vulnerável. “Vulnerabilidade dos artistas e, também, do público. Nesse encontro de histórias se revela a micropolítica. O tabuleiro, como totalidade, representa parcialmente a sociedade, o macro", explica o diretor, sobre este trabalho que estreou em São Paulo, em 2022. Sem contar com grandes aparatos tecnológicos, a obra sustenta-se em recursos dramatúrgicos contemporâneos e no trabalho técnico de atores e atrizes em cena, em meio a narrativas plurais e músicas à la Brecht e Weill. O espetáculo mobiliza e discute questões recorrentes à realidade sócio-política do Brasil, em discursos plurais, dentro de uma estrutura dramatúrgica fragmentada que dá foco para micro-histórias, para situações que estão à margem da cultura hegemônica, colocando uma lente de aumento em histórias narradas por corpos dissidentes, que embora contem sobre a sua própria vida, o fazem denunciando também uma realidade coletiva. Em um espaço cênico é formado por 12 quadrados de no máximo 2,2m2, onde esses quadrados podem ter dimensões entre 2,0m² ( tabuleiro retangular de 6,0m x 8,0m) e 2,2m² (tabuleiro retangular de 6,6 m x 8,8m), dependendo do espaço disponível. Para quadrados de 2,0 m2, é possível comportar até 50 cadeiras para público. Com 2,2 é possível até 64 cadeiras para o público. Em cena, são usadas duas cadeiras, de mesmo modelo das cadeiras usadas para a plateia. Preferencialmente, essas cadeiras não podem ser de plástico. No chão, linóleo preto nas dimensões do tabuleiro, com quadrados delimitados por fita rosco branca. O WORKSHOP- A atividade baseia-se na metodologia desenvolvida no espetáculo “O que meu corpo nu te conta?”, propondo mobilizar artistas e agentes culturais interessados em criações colaborativas e na investigação sobre a linguagem teatral contemporânea. Em aulas práticas sobre o teatro narrativo e a autoficção, abordando elementos das performatividades e o uso de dispositivos de jogo na cena, signos que estruturam o espetáculo “O que meu corpo nu te conta?” e fazem parte de uma linha de pesquisa e desenvolvimento artístico do Coletivo Impermanente, a proposta tem como objetivo viabilizar a fruição da obra por meio da partilha de métodos e saberes, em uma perspectiva que visa dinamizar o acesso a procedimentos na construção de processos teatrais. A atividade já foi testada e bem sucedida em São Paulo. Em 2022, o grupo realizou oficina gratuita na cidade para 16 artistas, profissionais ou não, a partir da metodologia e plano de trabalho descritos a seguir. Metodologia: Aquecimento físico e energético por meio de exercícios de teatro físico, dança livre, campo de visão, contato e improvisação; Jogos teatrais diversos com ênfase em treinar concentração, interpretação teatral e construção de narrativas autoficcionais usando também como elemento o teatro narrativo e performance, utilizando dispositivos que treinam atenção e estado de presença durante o desenvolvimento da cena. Plano de trabalho: Após uma breve apresentação dos integrantes do Coletivo Impermanente e do histórico do grupo, os participantes da oficina são convidados a se apresentarem, e em seguida terá início um treinamento físico para promover preparação do corpo, interação com o espaço e o outro, além treinar a coordenação motora e a concentração por meio de alongamento, movimentos de dança livre, exercícios de campo de visão, jogos de partituras de movimentos, contato e improvisação. Adiante, serão acrescentados exercícios voltados para interpretação teatral com foco na criação de cenas baseadas no teatro narrativo e em narrativas autoficcionais, em que os participantes poderão assistir uma prévia do espetáculo “O que meu corpo nu te conta?” em cenas apresentadas presencialmente por atores do Coletivo presentes nas aulas. Ao final da aula, os participantes apresentam minisolos desenvolvidos, seguidos de uma conversa final.
PRODUTO Espetáculo de artes cênicas Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor PRODUTO Workshop Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada.Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição.Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público.Rubrica: Monitor PRODUTO Contrapartida social Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com intérpretes de LIBRAS. Rubrica: Intérprete de libras Acessibilidade para PcD visual: Audiodescrição. Rubrica: Audiodescrição Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor
PRODUTO Espetáculo de artes cênicas Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; PRODUTO Workshop Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; PRODUTO Contrapartida social Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
FICHA TÉCNICA Marcelo Varzea- direção artística e dramaturgia. Ator, dramaturgo e diretor, formado pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Como ator fez inúmeros trabalhos na TV e no teatro, onde transitou por muitos gêneros desde os grandes musicais, até espetáculos das mais radicais investigações de linguagens.Estreou na direção ao lado de Thereza Piffer em "Do Kitsch ao Sublime", uma revista encenada com grande sucesso em 1993 e 2003. Foi co-diretor da montagem de Johana Albuquerque para "É O Fim Do Mundo!", de Renato Modesto. Em 2018 encenou pelas mãos do Márcio Macena o seu solo "Silencio.doc", estreando na dramaturgia com ótimas críticas e lançando seu texto em livro editado pela CobogóEm 2019, encenou seu texto DOLORES. Um solo para a atriz Lara Córdulla, indicada ao APCA e Aplauso Brasil. Em 2020, Marcelo decidiu realizou um experimento online chamado (in)Confessáveis que rendeu três montagens, reunindo mais de 120 atores e atrizes de diversos estados brasileiros, num dispositivo que punha os protocolos do pacto autoficcional em xeque perante o olhar da platéia, inserindo gameficação como interferência performativa. Em seguida, em 2021, criou o que viria a se tornar o espetáculo “O que meu corpo nu te conta?” que estreou oficialmente nos palcos paulistanos em maio de 2022 no Sesc Pinheiros, realizando temporadas na capital paulista e em festivais de teatro, como o MIRADA 2022. Érica Rodrigues - direção de movimento. Em 1997 iniciou seu trabalho junto a Cia Cênica Nau de Ícaros onde permanece até hoje contribuindo para diversos espetáculos – “O Palácio não acorda” (1997), “Cidade dos Sonhos”( 2004), “De um lugar para o Outro” (2007), “Menor que o Mundo” (2012), e “Tirando os Pés do Chão” (2009) Lara Córdulla- preparação vocal atriz há 38 anos, trabalha com Comunicação Verbal e Não Verbal há mais de 15 anos. Ministrou aulas para funcionários da IBM, em Hortolândia no ano de 2006 e 2007. A partir de 2008, deu treinamento individual de técnica vocal e comunicação para profissionais que usam a fala como instrumento de trabalho; Em 2020, entra em Fonoaudiologia na FMU e começa uma pesquisa de voz profissional na motricidade orofacial Agmar Beirigo- Ator e bailarino, Bacharel em Artes Cênicas com Habilitação em Interpretação Teatral na USP – CAC/ECA/USP, graduado em 2019. tendo participado, portanto, de produções musicais e teatrais na cidade de Uberaba do ano de 1998 até 2013, quando se mudou para São Paulo. Ana Bahia- elenco Formada como atriz na Escola Macunaíma de Campinas no ano de 2019. Integra o Coletivo Impermanente que pesquisa a auto ficção e o teatro narrativo com direção de Marcelo Várzea e também faz parte do Coletivo Palco 642, em um processo de Investigação do Teatro Naturalista. André Torquato- elenco Natural de Brasília, André tem mais de 10 anos de carreira profissional como ator e cantor. Formado em interpretação pela The Lee Strasberg Theatre and Film Institute em NY, também fez parte do NAC (N~ucleo de Artes Cênicas), coordenado por Lee Taylor. Bruno Rods- assistente de direção, elenco Ator e cantor. Bacharel formado pelo curso de Artes Cênicas da Universidade de Estadual de Campinas (UNICAMP), sua linha de trabalho e pesquisa é fundamentada na construção de personagem e estudo de dramaturgia do ator e da cena. Camila Castro- elenco, assistente de produção Atriz baiana formada na UNIVERSIDADE LIVRE DO TEATRO VILA VELHA, em 2018, além de certificação em diversos workshops e oficinas, entre eles “Acting For Film” na New York Film Academy (2012). Dani D’eon- elenco Atriz, produtora e graduada em Ciências Sociais pela Unesp. Atuou no teatro em, IN – CONFESSÁVEIS 2 e IN – CONFESSÁVEIS direção Marcelo Várzea, Stories de Camila Rolemberg, direção Lígia Prestes, Daniel Tonsig- elenco O ator é Formado em Artes Cênicas pela Unicamp; Estuda os métodos Lee Strasberg e Augusto Fernandes com Estrela Straus; Já estudou a Técnica Meisner, Commedia dell' Arte, Clown, Bufão, Teatro Físico e Klaus Viana. Ellen Regina- elenco Atriz, formada pela Escola de Arte Dramática EAD/ECA/USP (2015 - 2019) e pela Escola dos Doutores da Alegria (PFPJ - 2014- 2015). Eduardo Godoy- elenco Ator do Coletivo Impermanente estreou espetáculos "Se olha e não se toca" no teatro Joaquim Cardozo (UFPE) "Dois perdidos numa noite suja", "Antes de ir ao baile", "Exercícios marginais", "Bacanal do Bandeira", "Senhora na boca do lixo" "O capataz de salema" entre outros. Flávio Pacato- elenco, direção musical Ator, cantor e performer. Formado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) no ano de 2014. Como ator, integra o Coletivo Impermanente – com a direção de Marcelo Varzea. Processo de pesquisa da autoficção e teatro narrativo. John Seabra - elenco Ator, cantor, bailarino, cineasta e arte educador. Formado em comunicação social especializado em cinema e mídias digitais pelo instituto de ensino superior de Brasília (IESB-Brasília/DF) e teatro musical pelo Claude Debussy instituto de teatro impermanente. Lana Rhodes - elenco Estreou como paquita, e como atriz, foi protagonista de “Alta estação”, na Record. Depois da estreia na emissora, fez quatro novelas e três minisséries – destaque para Rebelde, com a modelo Becky. Letícia Alves- elenco Atriz, cantora, modelo. Na área da comunicação trabalha como repórter, apresentadora e radialista. Como atriz, já participou de oficinas e do laboratório de montagem do teatro Sarcáustico, ministrado por Guadalupe Casal, Daniel Colin e Ricardo Zigomático; Renan Rezende- elenco, assessoria de imprensa Ator formado pela Escola de Atores Wolf Maya e Amarte Espaço Cultural em Teatro, Cinema e Televisão; em Teatro Musical pela SP Escola de Teatro. Também é Jornalista pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Stephanie Lourenço- elenco Stephanie Lourenço integra o elenco de dois longas-metragens : “Ciclo” de Ian SBF (co-criador do Porta dos Fundos) e "O Último Animal" do premiado diretor português Leonel Vieira, com casting internacional. Talita Tilieri- elenco Atriz, formada pela Escola de Atores Wolf Maya e Oficina de Atores da Rede Globo. Ficou conhecida do público em 2012 quando foi vencedora do Concurso de Talentos Malhação , no programa Caldeirão do Huck. A participação rendeu a personagem Ana na temporada de “Malhação” de 2012 e 2013. Thiene Okumura- elenco Formada em teatro- licenciatura pela Universidade federal de Pelotas- RS(UfPel) e Escola de atores wolf maya, em São Paulo. Atua também como bailarina profissional e professora. Veronica Nobili- elenco, preparação corpo Atriz formada pela Faculdade da Cidade - RJ (1989/91)e pela Escola de arte dramática - EAD/ECA/USP (1093/97). Além de atuar, passeia pelas áreas de dramaturgia, locução, preparação de corpo e expressão. Vini Hideki- elenco, coordenação técnica Ator formado por experiência de vida reconhecida pelo SATED-SP em 2012. Formado em atuação na SP Escola de Teatro (2016-2017) e em iluminação (2018-2019).
PROJETO ARQUIVADO.