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PRONAC 2315532Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ESTRELAS CADENTES

EDUARDO JACSENIS
Solicitado
R$ 999,7 mil
Aprovado
R$ 999,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-04-01
Término
2026-12-11
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Espetáculo teatral musicado, como o título de "Estrelas Cadentes", tem comomote a vida e a trajetória artística musical da irmãs Batista - Linda e Dircinha Batista. Mostrar um pequeno panorama do ambiente de efervescência musical dos anos e30 e 40 e sua decadência em função de novas tecnologias e costumes, assim como apresentar algumas músicas que marcaram aquela época e ainda são ouvidas por muitos nos sites da internet. Mas, também, a peça é um retrato de muitas carreiras artísticas, dos diversos gêneros musicais brasileiros, que passam de forma meteórica e, após atingir o sucesso, despencam, desaparecem, caem no esquecimento do público e, muitas vezes, terminam na miséria.

Sinopse

Toda a encenação acontece numa espécie de estúdio caseiro no apartamento das irmãs Batista. Estamos no ano de 1976. As irmãs discutem a vida, entre histórias e canções. Elas conversam sobre a gravação do Especial do Roberto Carlos, um programa que naquele ano seria dedicado aos grandes astros da “Era de Ouro do Rádio”. Entre os exercícios vocais e cantos com um pianista, a história via discorrendo e nos mostrando. Após o ensaio, ouvimos um rádio com notícias da segunda guerra, Dircinha e Linda discutem sobre o envolvimento do Brasil no conflito e o desejo do Getúlio de que os artistas se engajem nos esforços de guerra. Linda diz que é momento de todos se unirem porque, senão vai dar merda. Diz que será uma honra cantar para os pracinhas e que já estão montando uma equipe de artistas que irá viajar por todo Brasil para levantar o moral das tropas. No rádio, notícias sobre a inauguração da TV Tupi em São Paulo. O narrador assume e fala sobre a queda de audiência do rádio, com a expansão da TV. Fala também sobre a decadência na carreira dos grandes cantores da “Era de Ouro do Rádio” com a chegada da Bossa Nova e, logo depois, da Jovem Guarda.

Objetivos

Objetivo Geral: O roteiro foi elaborado para a montagem de um pequeno teatro musicado que pretende recordar a trajetória artística e homenagear a cantora Linda Batista (1919 - 1988) _ estrela da era do rádio, entre as décadas de 1930 e 1940, mas também, contar a sua surpreendente trajetória de vida, prestar uma breve reverência aos artistas, produtores e técnicos da chamada "Era de Ouro do Rádio", que com suas artes e ofícios forjaram a cultura e os costumes do povo brasileiro. A reconhecida paixão de nossa gente pela música, dramas, política e humor, foi que nos fez tão peculiares e donos de uma produção artística reconhecida em todo o planeta. O fim trágico das irmãs Batista, depois de uma vida de muito glamour e sucessos, foi o que nos inspirou a rememorar essa história emblemática da música popular brasileira. Respeitando a instrução normativa vigente, como objetivo geral, podemos citar, ainda que o projeto terá pór finalidade: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;IV - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;V - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e dadiversidade;VI - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;VII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Objetivos Específicos: O espetáculo pretende ter um número de 24 apresentações na cidade de São Paulo e/ou na região metropolitana. A temporada se será de 02 meses, podendo estender-se após o cumprimento dessas datas. Propomos a distribuição de entradas gratuitas a portadores de idade superior a 60 anos em todas as apresentações, limitando-se a 30% do número de cadeiras de cada teatro.

Justificativa

Histórias da Era de Ouro do rádio no Brasil têm sido pouco divulgada para as novas gerações. Pretendemos com esse espetáculo, mostrar um pequeno panorama do ambiente de efervescência musical dos anos e 30 e 40 e sua decadência em função de novas tecnologias e costumes, assim como apresentar algumas músicas que marcaram aquela época e ainda são ouvidas por muitos nos sites da internet. O roteiro foi elaborado para a montagem de um pequeno teatro musical que pretende contar a surpreendente trajetória de vida das irmãs, prestando uma breve reverência aos artistas, produtores e técnicos da chamada "Era de Ouro do Rádio" que, com suas artes e ofícios forjaram a cultura e os costumes do povo brasileiro. A reconhecida paixão de nossa gente pela música, os dramas, a política e o humor que nos fez tão peculiares e donos de uma produção artística reconhecida em todo o planeta. O fim trágico das irmãs Batista, depois de uma vida de muito sucessos e glamour, foi o que nos inspirou a rememorar essa história emblemática da música popular. Até o final dos anos 50, as irmãs tiveram uma vida repleta de compromissos com turnês, apresentações em boates, cassinos, clubes e as gravações de seus mais de 30 filmes. Seus discos vendiam como batata frita. A bela arquitetura do Rio Antigo, emoldurada pela exuberante paisagem natural, fazia do Rio de Janeiro uma das cidades mais atraentes para o turismo. Cenário perfeito para as jovens rainhas. Figuras do Jet set internacional como Clark Gable, Ava Gardner, Josephine Baker, Fred Astaire, Katherine Hepburn, Marlene Dietrich ou Walt Disney, costumavam dar o ar de suas presenças nas quentes e animadas noites cariocas. Atraídos pelos belos hotéis, cassinos e casas noturnas, ou pelas famosas praias e variada gastronomia, os turistas vinham também para ouvir boa música. Astros como Edith Piaf, Ella Fitzgerald, Maurice Chevalier ou Nat King Cole, eram contratados para cantar entre os brasileiros. Turistas de todo o mundo faziam as noites do Rio borbulharem até as madrugadas. As irmãs chegaram a ter 14 carros, de cores diferentes, para combinar com os ricos trajes e joias do dia e dia. Possuíram quatro casas de veraneio na região serrana do Rio, além de imóveis pela cidade. Em 1946, um decreto do presidente Eurico Gaspar Dutra proibindo o jogo, fechou todos os cassinos, desempregando da noite para o dia por volta de 55.000 profissionais das artes e da noite carioca. Linda e Dircinha não sentiram o baque, pois ainda tinham seus empregos nas rádios, seus discos, filmes e shows. Mas com a chegada da televisão, o rádio foi perdendo audiência e seus profissionais como cantores, atores, roteiristas e comediantes, perdendo seus empregos. No final dos anos 50, com o advento da Bossa Nova e, logo depois, da Jovem Guarda, os grandes astros da "Era de Ouro" foram, aos poucos, desaparecendo sob as brumas do passado. Apesar de toda a fama, ou talvez por conta dela, na vida amorosa, as irmãs jamais conheceram o sucesso. O alcoolismo, o jogo e a má administração foram encaminhando suas vidas para o beco sem saída da miséria e o esquecimento. Ainda, como justificativa do projeto, destacando os motivos para sua realização bem como a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, Lei 8313/91, justificando a utilização dos recursos captados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de onhecimento, cultura e memória;VII - priorizar o produto cultural originário do País.

Especificação técnica

Espetáculo teatral musicado. Temporada de dois meses, com 24 apreserntações (sessões), 3 por semana. Elenco principal: 01 Elenco portagonista: 02 Elenco coadjuvante: 01 Músico (pianista): 01

Acessibilidade

As apresentações ocorrerão em teatro com cerca de 400 lugares, com acesso a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzidas, além de contar com uma estrutura que viabilize a acessibilidade, para isso, contará com sinalização adequada e orientadores de plateia, ainda, o teatro escolhido contará com rampas de acesso e/ou elevadores para esse fim, bem como, lugares identificados para cadeirantes e poltronas para obesos, corredores espaçosos e poltronas adequadas a pessoas obesas e idosos. Serão adotadas todas as medidas pertinentes para a promoção do acesso e fruição de bens, serviços e produtos culturais desenvolvidos durante a realização do projeto a fim de atingir a população menos assistida seja por condição socioeconômica, deficiência ou mobilidade reduzida, etnia, gênero, faixa etária. Além disso, o projeto contará com 01 apresentação com intérprete de libras previamente divulgada ao seu público específico. Tudo estará de acordo com o artigo Art. 27 do decreto 5761 de 27/04/2006. A sala de apresentação contará com toda a sinalização adequada ao deficiente visual, desde o acesso à sala (sistema de sinalização ou de comunicação tátil, os caracteres ampliados, por exemplo) e nas formas de comunicação previstas no Art. 3º da referida Lei, a saber, a visualização de textos descritivos do programa (conteúdo) do espetáculo, em Braille, que serão custeados pela produção, devidamente comprovado na prestação de contas do projeto. Durante a temporada de dois meses, em cada um desses meses, haverá uma sessão para portadores de deficiencia auditivo, para isso, será contrato um intérprete de libras, para esse público específico.

Democratização do acesso

Além da prática de preço de ingresso acessível (inteira R$50,00 e meia R$25,00), as apresentações buscarão atrair um público mais maduro. Com isso, estima-se que até cerca de 50% dos ingressos vendidos sejam oferecidos com promoção de meia-entrada, para o público que por lei se enquadra nesse segmento e (estudantes, professores da rede pública, maiores de 60 anos, aposentados etc.). Para assegurar a democratização do acesso, da estimativa da quantidade total de ingressos disponibilizados, serão observados os seguintes limites: a) mínimo de 10 % (dez por cento) exclusivamente para distribuição gratuita à população mais carente (população em vulnerabilidade social, e/ou, pessoas atendidas por programas sociais); b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita pelos patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 30% (trinta por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor mensal do ValeCultura, estabelecido no art. 8º da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012; e e) até 50% (cinquenta por cento) para comercialização em valores a critério do proponente desde que o preço médio do ingresso ou produto não ultrapasse 3 (três) vezes o valor mensal do ValeCultura. Essas ações, além de democratizar o acesso ao produto cultural, funcionarão como instrumentos de incentivo e de formação de novas plateias.

Ficha técnica

Direção artística: Hugo Coelho Texto, adaptação e roteiro: Marcus Cardeliquio Direção de produção: Eduardo Jacsenis Produção executiva: Sandra Peixoto Direção musical, criação de músicas e trilha sonora: a definir Iluminação (criação): Cizo de Souza Projeção de imagens, projeto: Paulo Fax Preparação corporal: Nina de Holanda Preparação vocal: Juliana Amaral Cenografia e cenotecnia: Alex Peixoto e George da Silveira Figurinos: Fabio Namatame Visagismo: Anderson Bueno Operador de luz: Igor Franco Operador de som: Carlos Peixoto Operador de projeções: Paulo Fax Técnico de palco: George da Silveira Designer gráfico: Bruno Masello Fotografias: João Caldas Assessoria de comunicação e imprensa: Vira Comunicação Realização e produção geral: Eduardo Jacsenis Duração: 60 minutos. Elenco: Viviani Godoy, Rose Figueiredo, Juan Alba Classificação indicativa: 14 anos. CURRÍCULOS: Eduardo Jacsenis – Proponente, Direção de produção e responsável técnico pelo projeto. Atua na área artística e cultural, desde 1992, como produtor, inicialmente na área de música, dança e eventos. Em 1998, passou a desenvolver trabalhos em artes-cênicas. Entre fevereiro de 2004 e agosto de 2011, atuou como Gestor de Projetos e Diretor de Produções do Centro Cultural do Grupo Silvio Santos (CCGSS), uma OSCIP. Elaborando projetos culturais e assinando a Direção de Produção dos seguintes projetos e espetáculos: Eu me lembro... – espetáculo teatral. PRONAC 179300, executado em 2021, com 24 apresentações no Teatro Novo, em São Paulo. Antes que Amanheça - Comédia. Texto de Felipe Carauta e Vitor Oliveira. Direção de Tiago Pessoa. Com Paula Barbosa e Mariana Rosa. Teatro Augusta, de julho a outubro de 2018. O Circo Chegou – Espetáculo circense, infantil – desde junho de 2018 – Diretor de produção. Apresentações na Arena Cultural do Zoológico de São Paulo e CEUS da cidade de São Paulo. O Botão Mágico – desde 2012; Risadaria: de 2017 a 2022 – pela Bellarte Cultural, nas edições 2017 a 2022 do Risadaria Kids e no Salão Internacional de Humor de Piracicaba (2017). Também, realizando temporada na Arena Cultural do Zoológico de SP. Noite de Reis – unidos do carnaval, de William Shakespeare (2014) – Teatro MuBE. A Menina que entra em livros, 2012 a 201. Projeto Vitrine Cultural (2009 e 2010). Pinóquio (de janeiro de 2009 a agosto 2011). O Poeta e as Andorinhas (2008 e 2010). A Flauta Mágica, musical (2007). Rapsódia dos Divinos (2006 e 2007). O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, de Jorge Amado, musical (de novembro de 2004 a outubro de 2007). Entre 2013 e 2019, foi gestor de projetos culturais na Arena Cultural da Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Hugo Coelho – Diretor Artístico Formado em filosofia, e ator e diretor de teatro e televisão. No teatro, recentemente dirigiu e adaptou o conto homônimo de Sergio Sant’Anna, O Monstro, com Genezio de Barros no Teatro Vivo. É ganhador do premio Myriam Muniz com o projeto de pesquisa Paixões Humanas, uma breve história do teatro ocidental. Dirigiu, mais recentemente, os espetáculos: À Espera, de Sergio Roveri; Morte Acidental de um Anarquista, de Dario Fo com Dan Stulbach; (Selvagens) Homem de Olhos Tristes, de Händl Klaus, texto contemporâneo inédito no Brasil; Hoje Tem Mazzaropi, de Mario Viana; Retratos, de William Douglas Home; e Os Jogadores, de Nikolai Gogol. Atuou nos espetáculos: Assim é (se lhe parece), de Luigi Pirandello, direção de Marco Antônio Pâmio; O Terraço, de Jean Claude Carrière, direção de Alexandre Reinecke; e Motel Paradiso, de Juca de Oliveira, direção de Roberto Lage. Na televisão, trabalhou na Bandeirantes, no SBT e na Rede Globo, nas áreas de teledramaturgia e teleducação como diretor; já como ator, participou das novelas Revelação e Amor e Revolução (SBT) e Água na Boca (TV Band). Marcus Cardeliquio – Autor e Roteirista Teatro - Cinema - TV ROTEIRO PARA CINEMA: - "A Caravana ou O Bonde do Terror" (Vencedor do Primeiro Concurso de Roteiros para Filmes de Longa Metragem do Festival Latino-Americano, Curta Neblina - 2020).; ROTEIROS PARA TV: TV CULTURA: - Programa "Persona em Foco" (2015/2023) - Programa “Senta Que Lá Vem Comédia” (2005/2006). - Programa “Bambalalão” (1986/1987) TV RECORD: - Programa “Vila Esperança” (1998) SBT: - Programa “Teleteatro SBT” (1998). TEXTOS PARA TEATRO: - "E Foi Assim Que a Bruxaria Quase Chegou ao Fim" - "Kazuki e a Misteriosa Naomi" - "A Babá, o Bebê e o Velho Babão" - "A Carta Perdida" - "O Nobel e a Garota da Balada" - "Sapiens ou A Intervenção". Rose Figueiredo – Atriz protagonista Rose Figueiredo, é colaboradora direta no Museum I D C. Laboratorio de cultura digital y museografía hipermedia da Universidade Complutense de Madrid/Espanha; Membro da RELAIP - Red Latinoamericana de Investigadores en Publicida - Universidad Pontificia Bolivariana Seccional Palmira, Bogotá, Colombia. Membro da NECS - European Network for Cinema and Media Studies; Membro da Asociación Española de Investigación de la Comunicación (AE-IC), Universidad de Salamanca.Membro do grupo de pesquisa NEMA (Neurociência Aplicada ao Consumo) da Pós Graduação da ESPM, com o projeto - Neurociências e Educação. Pós doutora em Tecnologia da Imagem e do Design Digital, pelo TIDD na PUC - Cogeae / SP; Doutora (Ph. D) em Estudo dos Meios e da Produção Midiática, junto ao departamento de jornalismo da ECA / USP e mestre em Ciências da Comunicação junto ao departamento de Imagem e Som da ECA / USP (2000). Tem ampla experiência em Rádio e TV, onde iniciou carreira de radialista, como diretora de programas em 1992, depois de ter atuado no mesmo segmento como apresentadora de programas e atriz. Já produziu e/ou atuou nas seguintes emissoras: Globo, SBT, TV CULTURA e BAND. É diretora da empresa Balaio de Gato Produções. Trabalhou em parceria com a TV Mar (Santos), dirigindo os programas Gente de Expressão, Gente que é Manchete, Mar Náutica e Vitrine Shopping Show, seguindo depois para a TV Band Vale, onde dirigiu, produziu e comercializou os programas Rose Figueiredo, Videomix e Vale Rodeio. Em áudio, produziu e apresentou os programas Clave de Lua e Mulheres na Rádio Paulistana. Realizou dublagens pela DPN (Santos) e locuções para spots (Revista Recreio, IBM, etc). Leciona em cursos de graduação desde fevereiro de 2002. Atualmente é Professora adjunto II na ESPM/SP, na disciplina de Criação e Produção de áudio e vídeo para Publicidade e Direção de Cinema. Em teatro participou das montagens de D. Flor e seus Dois Maridos, Hair, OH! Calcuttá!, Xigui, Escola de Mulheres, A Sauna, A Viúva Alegre, Pero no Mucho, O Último Marajá, entre outros. Viviani Godoy – atriz protagonista Viviani Godoy é cantora, atriz com muita experiência no palco, já se apresentou em todo o mundo: Alemanha, Bélgica, Luxemburgo, França, Chipre, Indonésia, Espanha, Croácia, Áustria, Rússia, Israel e nos EUA em Nova York no Beacon Theatre. Começou sua carreira no Brasil atuando em novelas de televisão, peças de teatro incluindo o musical “Hair” e cantar em projetos importantes. Da mesma forma, ela realizou uma longa temporada na casa de shows “Asa Branca”, Rio de Janeiro, acompanhando o popular cantor brasileiro Wando. Com seu mais recente projeto musical, chamado “Cabaret de Asfalto” gravou um álbum com inéditas composições do importante compositor Moacyr Luz. Juntos dividem o palco do “Centro da Música carioca Artur da Tavola”, Rio de Janeiro. Em São Paulo ela se apresentou no Sesc Pompeia, Sesc Carmo e Sesc Piracicaba. Em Barcelona, na Casa América Catalunya, ela atuou nas peças de teatro chamadas “Neblinas de ayer” de escritor cubano Leonardo Padura, “El Trato” do escritor colombiano Carlos Molano e “O céu cinco minutos antes da tempestade” da escritora brasileira Silvia Gomes. Cantou na “Electro, banda do Côco”, que lançou o CD “Côco do Mundo”, bem recebido pelos críticos. A banda ganha um Prêmio Essent, seguido de um Prêmio Edison na categoria “Melhor Música Mundial Music National” para o seu CD de estreia.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.