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PRONAC 2315539Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Salve Jorge!

CURATORIAL DENISE MATTAR LTDA
Solicitado
R$ 2,37 mi
Aprovado
R$ 2,37 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-06-01
Término
2027-06-01
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

A presente proposta, propõe a realização de uma exposição de artes visuais, cujo tema trará a tona a iconografia e as diversas representações elaboradas por artistas do mundo inteiro de São Jorge da Capadócia.

Sinopse

Em 23 de abril, data do martírio de São Jorge, comemorada em todo o mundo, católicos, ortodoxos, anglicanos e adeptos das religiões afro-brasileiras o veneram. Na umbanda, associam-no a Ogum, o orixá do ferro e da guerra; no candomblé, a Oxóssi, o orixá das matas e da caça. A iconografia o apresenta montado em um cavalo branco, usando armadura, esporas, capa vermelha esvoaçante, espada na cintura e cravando uma lança no dragão da maldade. São Jorge é patrono de Portugal, Londres, Geórgia, Lituânia, Sérvia, Montenegro, Etiópia, Barcelona, Moscou e Beirute e também da Cavalaria do Exército Brasileiro, do G.R.E.S Império Serrano e do E.C. Corinthians Paulista. O Santo Guerreiro é cantado em verso e prosa na música popular brasileira de todas as formas, desde sua veneração por um ícone como Pixinguinha que tinha uma grande imagem do santo em sua casa até Jorge Benjor que tem seu nome e transformou a oração popular de São Jorge na canção “Jorge da Capadócia” e o coloca na capa de seu disco “23 Jorge Ben Jor” e o homenageia também em “Domingo 23” em referência ao dia 23 de abril dia nacional do santo que rivaliza em festas e homenagens cristãs e na Umbanda e Candomblé em todo país.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar uma exposição sobre São Jorge nasceu no século III, na região da Capadócia, que compõe a Turquia moderna. Mudou para a Palestina, onde se tornou soldado de cavalaria do Império Romano e, por defender os cristãos, foi decapitado em 303. O dragão que ele ataca representa o demônio e por isso é considerado o santo que afasta a inveja, as traições, mau olhado e as energias negativas. A iconografia da imagem de São Jorge é muito vasta e internacional desde os ícones cristãos nas igrejas-cavernas em Constantinopla, Turquia, passando pela igreja ortodoxa russa, a Idade Média, em retábulos, vitrais e tapeçarias. Da Renascença à Academia foi tema de eleição de artistas como Paolo Uccello, Donatello, Tintoretto, Leonardo da Vinci, Rafael, Rubens, e também nos períodos Art Nouveau e Art Déco, até artistas modernos como Kandinsky e Dali. Esse precioso material, selecionado a partir de cuidadosa pesquisa, será apresentado numa instalação imersiva, realizada com recursos digitais que permitirão animar as imagens, incluindo efeitos sonoros e luminosos. Objetivo Específico Realizar uma exposição de artes visuais com aproximadamente 80 obras incluindo uma instalação imersiva, obras de arte, objetos, estandartes, capas de discos e livros. Contrapartida social - realização de oficinas para alunos e professores da rede pública de ensino

Justificativa

No Brasil São Jorge foi reverenciado por Volpi, Portinari, De Fiori, Glauco Rodrigues, Samico até chegar aos contemporâneos como José Roberto Aguilar, Eduardo Ver, Nelson Leirner. Isso sem falar na vasta criação dos chamados artistas populares que o esculpiram em madeira, modelaram em barro, gravaram em imburana e outras madeiras próprias a xilogravura, como J. Borges, João Pedro do Juazeiro e José Lourenço do Cariri cearense. Em 23 de abril, data do martírio de São Jorge, comemorada em todo o mundo, católicos, ortodoxos, anglicanos e adeptos das religiões afro-brasileiras o veneram. Na umbanda, associam-no a Ogum, o orixá do ferro e da guerra; no candomblé, a Oxóssi, o orixá das matas e da caça. A iconografia o apresenta montado em um cavalo branco, usando armadura, esporas, capa vermelha esvoaçante, espada na cintura e cravando uma lança no dragão da maldade. São Jorge é patrono de Portugal, Londres, Geórgia, Lituânia, Sérvia, Montenegro, Etiópia, Barcelona, Moscou e Beirute e também da Cavalaria do Exército Brasileiro, do G.R.E.S Império Serrano e do E.C. Corinthians Paulista. O Santo Guerreiro é cantado em verso e prosa na música popular brasileira de todas as formas, desde sua veneração por um ícone como Pixinguinha que tinha uma grande imagem do santo em sua casa até Jorge Benjor que tem seu nome e transformou a oração popular de São Jorge na canção "Jorge da Capadócia" e o coloca na capa de seu disco "23 Jorge Ben Jor" e o homenageia também em "Domingo 23" em referência ao dia 23 de abril dia nacional do santo que rivaliza em festas e homenagens cristãs e na Umbanda e Candomblé em todo país. Será realizada uma pesquisa detalhada nos acervos dos museus, instituições culturais e coleções particulares indicando as obras a serem captadas, e os artistas contemporâneos cuja obra é afinada ao tema. Desse modo o projeto se enquadra no Art.1° da lei 8.313 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A proposta atende ao Art 3° da lei 8.313, com o cumprimento dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

O proponente será remunerado nas rubricas de curadoria e coordenação administrativa

Acessibilidade

Acessibilidade arquitetônica: O projeto será realizado em local que apresente facilidade de locomoção com rampas, elevadores e banheiros adaptados, atendendo as normas de acessibilidade requeridas pela Lei nº 13.146/2015. Acessibilidade visual: Serão desenvolvidos material em braile incluindo todos os textos e legendas das obras, contaremos ainda com recursos de audiodescrição e obras táteis. Acessibilidade auditiva: Será elaborado um video com intérprete em libras. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Contaremos com monitores treinados para auxiliar esse público.

Democratização do acesso

A proposta prevê a adoção das medidas de quantitativo e limites dispostas no Art. 27. Em complemento e atendendo ao Art. 28. o proponente prevê a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

Denise Mattar - curadora e proponente É uma das curadoras mais conhecidas e premiadas do Brasil. Foi curadora do Museu da Casa Brasileira, SP, do Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Desde 1998 apresenta, como curadora independente, exposições em instituições de todo o Brasil. Nesse momento tem em cartaz a retrospectiva Ianelli 100 anos, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Para o Centro Cultural Banco do Brasil a curadora realizou exposições como Di Cavalcanti (1997), Flávio de Carvalho (1999 -prêmio APCA), Ismael Nery (2000 prêmios APCA e ABCA), Emmanoel Nassar (2003), Mary Vieira (2005), Nippon (2008 - mostra que, apresentada por apenas um mês e meio, recebeu 478.000 visitantes), Galeria dos Valores (2008 - mostra permanente sobre a coleção de cédulas e moedas do BB). Brasilia Síntese das Artes (2010). Seus mais recentes trabalhos junto ao CCBB foram as exposições Cícero Dias (2017), apresentada em São Paulo, Rio e Brasília, e Armorial 50 (2022) apresentada em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Bené Fonteles - curadoria É a verdadeira expressão do termo “artivista”. Desde os anos 1960 trabalha com questões como meio-ambiente, a causa indígena e o movimento negro, alcançando raríssima unanimidade por sua extrema seriedade no estudo e trato dessas questões. Igualmente reconhecido no circuito das artes plásticas Bené apresenta regularmente exposições em instituições de todo o Brasil. Guilherme Isnard - Facto Arte - expografia responsável por mostras no CCBB como Emmanoel Nassar (2003), Mary Vieira (2005), Nippon (2008), Galeria dos Valores (mostra permanente), Brasilia Síntese das Artes (2010) e Armorial 50 (2022) apresentada em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. O conceito da montagem será o de reunir os elementos de forma democrática, inclusiva, colorida e vibrante, reunindo tecnologia e recursos analógicos. A mostra ocuparia, no CCBB Rio de Janeiro, todo o primeiro andar, os espaços integrais de São Paulo e Belo Horizonte, e as Galerias 1 e 2 de Brasília, assim como o pavilhão de vidro. Prevemos a instalação na rotunda do Rio de Janeiro do elemento central do carro alegórico da Império Serrano, sempre dedicado a São Jorge. A peça poderia ser apresentada no pátio do CCBB BH, no pavilhão de vidro em Brasília e adequado para a rotunda do CCBB São Paulo. Cristiane Santos - produção executiva Atua desde os anos 90 na area cultural, entre 1992 e 1999 foi produtora de eventos na Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. De 1999 a 2007 esteve à frente da coordenação de produção Da OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Nos anos subsequentes assumiu a coordenação de produção do Projeto Guri e da Companhia Brasileira de Ópera. Entre 2009 e 2012 foi coordenadora de Produção do Museu Afro Brasil. Em 2013 assumiu a Direção de Produção do Theatro Municipal de São Paulo, estando a frente da produção de diversas óperas, além dos concertos Sinfônicos da OSM, OER e do Balé da Cidade. Desde 2016 se dedica a direção executiva da Cantabile Produções de Eventos atuando na coordenação e produção de diversos eventos, dentre eles: Exposição “Mães no Imaginário da Arte” no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo - 2023; Exposição “Bará” do artista Gustavo Nazareno no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo - 2023; Exposição Sidney Amaral “Viver até o fim o que me cabe” no Sesc Belenzinho e Jundiaí - 2022/2021; Exposição “Flávio de Carvalho Experimental” no SESC Pompéia 2021; Produção executiva do Festival SESC de Música de Câmara 2022, realizado em diversas unidades do SESC SP, Produção executiva do Concerto Comemorativo dos 60 anos da FAPESP” - Sala São Paulo; Exposição “Arqueologia Amorosa de São Paulo” e “Padre Jesuíno do Monte Carmelo” no Museu Afro Brasil - 2022; Coordenação de produção da exposição “Era uma vez o Moderno” no Centro Cultural da FIESP em SP - 2021; Produção executiva da exposição “Terra em Transe” no Museu Afro Brasil (PRÊMIO APCA DE MELHOR EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA 2021); Produção executiva da exposição “Ô Culpa” – Rodrigo Koraicho – Centro Cultural TCU em Brasília, “Hans Silvester – Vale do Rio OMO” - Pinacoteca Fórum das Artes em Botucatu, “Marcelo D´Salete – Uma História Negra em Quadrinhos” - SESC Araraquara; “O Amor e o Tempo – Romero de Andrade Lima – São Paulo:(FIESP SP – SESI Campinas, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos, SESI José do Rio Preto); Produção executiva da exposição “Yutaka Toyota, O Ritmo do Espaço” – MAM RIO, Rio de Janeiro; FAAP, São Paulo (PRÊMIO APCA DE MELHOR EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA 2018); Museu Nacional da República, Brasília e Museu Oscar Niemeyer, Curitiba; Produção executiva da exposição “Theodor Preising – São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole (FIESP SP, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos, SESI José do Rio Preto) e “Liam Porisse – Perigosos Encantos” no SESI Ribeirão Preto; Produção executiva da exposição “PretAtitude - Insurgências, Emergências e Afirmações na Arte Afro Brasileira Contemporânea” – SESC Ribeirão Preto, SESC São Carlos, SESC Vila Mariana e SESC Santos; Exposição “Barroco Ardente e Sincrético Luso Afrobrasileiro” – Museu Afro Brasil e SESC Santos; Regiane Rykovsky - produção executiva Formada em Artes Plásticas pela Universidade Mackenzie, SP e em Expertise em Obra de Arte no IESA, Paris. Em 1997 foi coordenadora de exposições internacionais na Pinacoteca de São Paulo, entre 1999 e 2001 trabalhou na União Latina, Paris coordenando a exposição “Brésil Baroque” apresentada no museu Petit Palais, além de coordenar o departamento cultural dos correspondentes na América Latina. Em 2001/2003 trabalha na editora de arte Ars Latina, Paris. De 2003 a 2009 funda a Divinas Peças do Brasil e realiza diversos trabalhos com comunidades de artesãos pelo Brasil. De 2010 a 2012 foi coordenadora de projetos no Museu Afro Brasil. Neste período também atuou como coordenadora de produção para a exposição Hereros, apresentada no Museu Afro Brasil, São Paulo; Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro; Museu Nacional da República, Brasília; Centro Cultural Conde Duque, Madri, Espanha. De 2012 a 2014 foi diretora executiva do IAC. Em 2014 e 2015 foi diretora do departamento cultural da L3PS. Entre 2015 e 2017, presta serviços como produtora executiva para a Base7 Projetos Culturais onde produziu inúmeras exposições entre elas “Cícero Dias: um percurso poético” - CCBB DF, CCBB SP e CCBB RJ e “Oscar Niemeyer: The Man Who Built Brasilia” - Museum of Contemporary Art Tokyo, Japão. Desde Agosto de 2017 se dedica inteiramente ao departamento cultural da L3PS, onde realiza a produção executiva de exposições como: Yutaka Toyota, O Ritmo do Espaço (MAM Rio, FAAP SP – PRÊMIO APCA DE MELHOR RETROSPECTIVA 2018, MNdR DF e MON Curitiba), Sinfonia de uma Metrópole (FIESP SP, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos e SESI São José do Rio Preto), PRETATITUDE (SESC Ribeirão Preto, SESC São Carlos, SESC Vila Mariana, SESC Santos e SESC São José do Rio Preto), A Matriz do Tempo Real, MAC IBIRAPUERA, Kurt Klagsbrunn, Faces da Cultura, Retratos de um Tempo (Centro Cultural FIESP SP) Chiharu Shiota (Japan House e CCBB SP), Liam Porisse: Perigosos Encantos (SESI Ribeirão Preto), Da Vinci Experience: 500 anos (Pavilhão das Culturas Brasileiras, Parque Ibirapuera, SP), Infinito Vão (SESC 24 de Maio), Viver até o fim o que me cabe, Sidney Amaral (SESC Jundiaí e SESC Belenzinho, SP), O Amor e o Tempo, Romero Andrade de Lima, (SESI Campinas, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos), Era uma vez o moderno, (SESI São Paulo), Ideias, o Legado de Giorgio Morandi (CCBB São Paulo – PREMIO MELHOR APCA DE MELHOR EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL 2021 e CCBB Rio de Janeiro), Brasilidade Pós Modernismo, (CCBB Brasília e CCBB Belo Horizonte), Flavio de Carvalho Experimental (SESC Pompeia, SP), Magister Rafaello ( MAB FAAP e MON Curitiba).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.