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Este projeto prevê a criação, temporada de estreia e circulação do novo espetáculo de teatro do grupo Maria Cutia com a direção e dramaturgia de João Falcão. A ideia é construir um espetáculo alegórico, carnavalesco, multifacetado que dialogue com várias linguagens artísticas das artes da cena. Esse projeto prevê a realização de 18 apresentações divididas da seguinte forma: Temporada de estreia - 3 apresentações em Belo Horizonte. Circulação interior de Minas Gerais: 02 apresentações em Montes Claros, 01 apresentação em Riacho dos Machados, 01 em Porteirinha e 01 em São Francisco. Circulação MA e PA: 02 apresentações em Belém, 01 em Bragança (PA), 02 em Godofredo Viana (MA), sendo uma na sede e outra no distrito de Aurizona, (MA)
SINOPSE Nova Montagem Maria Cutia (ainda sem nome provisório) A montagem aborda o comportamento contemporâneo de nossa sociedade baseada na criação de ídolos. De forma sarcástica, irônica e ácida, a montagem será um recorte da influência atual que a internet exerce nas relações humanas. RESUMO E peça é totalmente baseada no Brasil decolonial, reafirma a ancestralidade nacional, sua narrativa simbólica, valoriza a construção identitária e pluralidade de nosso povo por meio de uma premissa de narrativa contemporânea que considera, abraça e respeita todo o posicionamento de identidades e gêneros atuais. A peça será um espetáculo alegórico, carnavalesco, multifacetado em várias linguagens artísticas, festivo e inventivo como nosso povo, e sob a batuta do irônico, sarcástico e híbrido diretor João Falcão, alinhado à poética brasileira e popular do grupo Maria Cutia, tornam este projeto de enorme expressividade artística com um potencial proporcional ao seu ideário. O multifacetado diretor e dramaturgo João Falcão é reconhecido como um autor que cria diálogos vivos, construindo um jogo lúdico de palavras e ideias a partir de situações simples. Como diretor, valoriza a expressão teatral do ator em marcações ágeis, sem assumir um ponto de vista sobre a história. ROTEIRO O roteiro da peça ainda será construído a partir dos estudos propostos pelo diretor durante o processo criativo da montagem. Vários textos, artistas, pinturas, canções, serão utilizados para criar a narrativa da história supracitada.
OBJETIVO GERAL Este projeto visa a montagem, temporada de estreia e circulação de uma peça dirigida e com dramaturgia de João Falcão. As apresentações acontecerão em 3 estados brasileiros com ingressos gratuitos em todas cidades que integram o projeto, democratizando o acesso a uma obra artística. Soma-se ainda 3 edições de uma oficina gratuita como contrapartida a esta proposta, a ser oferecida em cada estado que integra o projeto. Também integra o projeto 01 debate por estado, após uma apresentação. Serão oferecidas então um total de 12 apresentações, 3 oficinas e 3 debates. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Visitar e apresentar em 9 cidades de 3 estados brasileiros a nova montagem do Grupo Maria Cutia, com direção e dramaturgia de João Falcão, sendo: MINAS GERAIS - 8 apresentações Temporada de Estreia *Belo Horizonte - 3 apresentações no Teatro Sesc Palladium Circulação Minas Gerais *Montes Claros - 2 apresentações gratuitas na Praça da Catedral *Riacho dos Machados - 1 apresentação gratuita na Praça Santo Antônio *São Francisco - 1 apresentação gratuita na Praça Januária *Porteirinha - 1 apresentação gratuita na Praça Odilon Coelho Circulação interior de Minas Gerais: 02 apresentações em Montes Claros, 01 apresentação em Riacho dos Machados, 01 em Porteirinha e 01 em São Francisco. Circulação MA e PA - 5 apresentações *Belém (PA) - 02 apresentações no Teatro Maria Sylvia Nunes *Bragança (PA) - 01 apresentação gratuita na Praça da Bandeira *Godofredo Viana (MA) - 01 apresentação gratuita na Praça Matriz *Aurizona (MA) - 01 apresentação gratuita na Praça do Aeroporto (Circulação MA e PA: 02 apresentações em Belém, 01 em Bragança (PA), 02 em Godofredo Viana (MA), sendo uma na sede e outra no distrito de Aurizona) 2) Encenar uma peça de qualidade reconhecida e atestada pelos profissionais nela envolvidos e que representam a competência do artista brasileiro. Deve-se observar que este projeto é de Artes Cênicas que se enquadra no art. 18, § 3º, alínea a: I - ARTES CÊNICAS e) teatro. 3) Oferecer a oficina "Iniciação ao Teatro: improvisos a partir do processo da montagem", como contrapartida a este projeto, para professores, arte-educadores e interessados em geral em todos os estados integrantes deste projeto, num total de 03 oficinas. OFICINA "Iniciação ao Teatro: improvisos a partir da montagem" Ementa: A oficina se baseia em jogos de improviso cênico-musicais, partindo da pesquisa e exercícios desenvolvidos na criação da peça (ainda sem título provisório), com dramaturgia e direção de João Falcão. Os alunos irão aprender técnicas vocais e práticas teatrais com a intenção de desenvolver o compartilhamento de uma experiência, uma vivência cênica coletiva. Oficineiros: Mariana Arruda, Hugo da Silva e Leonardo Rocha. Beneficiários: professores e arte-educadores do ensino público, estudantes, artistas e interessados em geral no universo do teatro. Seleção: por meio de disponibilidade e interesse do aluno, do artista, ou do professor da instituição de ensino. Vagas: 25 vagas por oficina ministrada. Carga horária: 3h. Conteúdo programático: a oficina é totalmente prática com ensinamentos e exercícios baseados no processo criativo conduzido por João Falcão para a montagem da peça. Os alunos deverão vestir roupas leves e que facilitem o movimento do corpo pelo espaço. Ao final da oficina, as cenas serão gravadas e, caso os alunos queiram, poderão vinculá-las gratuitamente em suas redes sociais. Atendendo ao Art. 14. da IN Nº 01, de 11 de maio de 2023, todos os espetáculos e oficinas terão seus direitos à acessibilidade assegurados, estando mais bem explanados na guia "Responsabilidade Social" deste projeto. 4) Promover bate-papos com o público ao final do espetáculo sobre a processo criativo da peça. 5) Estabelecer laços estéticos com os artistas das cidades visitadas. 6) Democratizar o acesso a um bem cultural de qualidade de forma absolutamente gratuita e descentralizada ao público brasileiro. 7) Contratar profissionais e serviços das cidades visitadas. 8) Alcançar um público aproximado de 9 mil espectadores ao final deste projeto.
A superexposição de indivíduos na sociedade pelos meios de comunicação reflete a necessidade da criação de "ídolos" para nos espelharmos. Assim, durante as décadas, criamos figuras como Vicente Celestino e apagamos outras como sua esposa a multiartista Gilda Abreu. A busca por um ideal de "sucesso", pasteurizado e descartável, cria exemplos utópicos de conduta, como na obra "Roda Viva", de Chico Buarque. Partindo dessas premissas, a peça fará um recorte irônico e debochado de nossa sociedade. Este projeto busca apresentar de maneira democrática e gratuita a consistência do trabalho do grupo Maria Cutia, posto que serão encenados espetáculos, ministradas oficinas e debates criativos feitos. Com a intenção clara, ainda, de distribuir os recursos deste edital valorizando os profissionais locais (produtores, agentes culturais) que serão contratados em todas as cidades, além de prestadores de serviços (restaurantes, hotéis, equipamento de luz e som, locação de transporte, dentre outros). É importante ressaltar também a intenção de democratizar o acesso e a fruição de bens culturais por 3 estados brasileiros. Assim, é de suma importância e inegável necessidade a aprovação deste projeto na Lei Federal de Incentivo à Cultura, posto que ações como esta, nessa proporcionalidade, necessitam de aportes financeiros maiores e que serão redestribuídos em diversas áreas de atuação valorizando profissionais, fomentando o mercado de trabalho e ajudando na continuidade de trajetória consistente de um grupo de teatro como o Grupo Maria Cutia. Com 17 anos de história, o grupo mineiro tem histórico de veteranos e se cerca deles no exercício da arte teatral convidando sempre artistas consagrados em seus projetos. Já se apresentou em mais de 180 cidades brasileiras divididas por 18 estados, além de uma turnê pela África, visitando Moçambique, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné-Bissau, em 2011, a convite do Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, encenando espetáculos e ministrando oficinas. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do ART. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E ainda nos objetivos do ART. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Deve-se também corroborar o já citado nos Objetivos desta proposta, de que este é um espetáculo teatral que se enquadra no art. 18, § 3º, alínea a: I - ARTES CÊNICAS e) teatro; (art. 18, § 3º, alínea a) Soma-se a esta proposta, uma oficina gratuita de contrapartida para educadores do ensino público a ser oferecida por estado, num total de três oficinas (também já explanada nos Objetivos e na Descrição da Atividade do Produto). É necessário explicitar ainda que a dramaturgia da montagem ainda não existe, será construída pelo diretor a partir dos estudos desenvolvidos durante o processo criativo. Portanto, não há roteiro finalizado ou dramaturgia já criada, mas sim direcionamentos temáticos como os supracitados. PARA TANTO, NOTA-SE QUE A UTILIZAÇÃO DO MECANISMO DE INCENTIVO A PROJETOS CULTURAIS E A APROVAÇÃO NA LEI ROUANET, NÃO SÃO SÓ NECESSÁRIOS, MAS PREPONDERANTES PARA A EDIFICAÇÃO ARTÍSTICA E CIRCULAÇÃO DESTA OBRA POR MEIO DE EDITAIS DE CAPTAÇÃO DE EMPRESAS.
Todas as apresentações serão de livre acesso ao público ou preços populares. O Maria Cutia é um grupo de teatro que nasceu em Belo Horizonte, em 2006, e desde então apresenta seus espetáculos em praças, parques e ruas de Minas Gerais, do Brasil e do mundo. Nos últimos anos, aventurou-se em produções criadas para palcos e também adaptou suas obras de rua para teatros fechados. Nesses 16 anos, já se apresentou em 6 países, 20 estados nacionais totalizando mais de 170 cidades brasileiras, para um público superior em mais de 400 mil espectadores, tendo realizado mais de 1000 apresentações e mais de 150 oficinas de formação. Como frentes de pesquisa artística, o grupo trabalha com o diálogo entre música e teatro. Em todos os seus espetáculos, a trilha é executada ao vivo pelos atores, em uma pesquisa que alia dramaturgia à canção. Ao partir de diferentes linguagens - do jogo do palhaço, das máscaras expressivas, do ator brincante, do cancioneiro de Chico Buarque, dos textos clássicos da dramaturgia ou de uma dramaturgia original criada em processo colaborativo – cada espetáculo foi elaborado de uma forma distinta, mas sempre pensado com um olhar especial e atento para o seu espectador. Desta forma, o grupo busca um teatro amplo, autoral, simples e com qualidade artística, que tem em seu público o principal interlocutor nas apresentações. O Grupo possui ativo em seu repertório 10 espetáculos (Engenho de Dentro, Auto da Compadecida e Francisco, Ópera de Sabão, Como a Gente Gosta, Na Roda, ParaChicos e Mundos). Ao longo de sua trajetório trabalhou com diretores como Gabriel Villela, Eduardo Moreira, Antônio Rodrigues, Lira Ribas, Rodrigo Robleño, Zé Regino, Raquel Sokolowicz, Sue Morrison, Guillermo Angelleli, Jeannik Dupont, dentre outros. A equipe que viaja com a circulação do projeto é formada por 17 pessoas. Sendo 8 atores no elenco: Mariana Arruda, Leonardo Rocha, Hugo da Silva, De Jota Torres, Polyana Horta, Marcelo Veronez, Camila Morena e Thiago Queiroz; 2 pessoas na produção: Luisa Monteiro e Aristeo Serra Negra; 3 pessoas na técnica: Richard Zaira, Pedro Henrique Paulino e Vinícius Alves; 2 músicos: Marcílio Rosa e Victor Nascimento; e 2 camareiras: Creusa Mendes Dias e Bianca Freire. Durante o período de ensaios e estreia, o diretor, João Falcão e a figurinista Kika Ferreira, virão de São Paulo a Belo Horizonte. No campo local de realização não foi possível encontrar uma das cidades incluídas no projeto, Aurizona, por se tratar de um distrito que integra Godofredo Viana, no Maranhão.
Não é o caso.
Atendendo à Instrução Normativa MINC Nº 1 DE 10/04/2023, este projeto propõem as seguintes medidas de acessibilidade: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; Acessibilidade física: para viabilizar a participação de portadores de mobilidade reduzida (deficientes e idosos), a seleção dos locais dos espetáculos terá como critério condicionante a acessibilidade desse público. A produção reservará espaços para cadeirantes e cadeiras para idosos na plateia. II - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto; Acessibilidade para deficientes auditivos: 09 apresentações da peça (01 por cidade) contarão com intérprete de Libras para acessibilidade de pessoas surdas. CONTRAPARTIDA SOCIAL -Acessibilidade física: a oficina destinará 5 vagas por cidade para cadeirantes. -Acessibilidade para deficientes auditivos: as 3 oficinas contarão com intérprete de libras (caso haja algum oficineiro inscrito com deficiência auditiva).
Em todas as apresentações serão realizados bate-papos entre artistas e público após os espetáculos, como forma de democratizar o processo de criação do espetáculo cênico musical. Todas as apresentações terão gratuidade para o público. Serão, ainda, disponibilizados trechos do processo de montagem do espetáculo no canal oficial no youtube do Grupo Maria Cutia como forma de atender Art. 27. da Instrução Normativa MINC Nº 1 DE 10/04/2023.
Luisa Monteiro será a responsável pela gestão do processo decisório deste projeto e também fará a coordenação de produção. Compõem a empresa proponente como sócios: Luisa Monteiro, Leonardo Rocha e Mariana Arruda. DIREÇÃO, CENÁRIO E DRAMATURGIA: João Falcão João Falcão adaptou, escreveu e dirigiu mais de 70 obras entre peças de teatro, filmes e séries. Recebeu os principais prêmios da dramaturgia brasileira como Shell, Sharp e Molière. Trabalhou dirigindo e escrevendo para diversos e consagrados artistas como Marieta Severo, Andrea Beltrão, Marco Nanini, Bibi Ferreira, Adriana Falcão, Guel Arraes, Gal Costa, Lenine, Zizi Possi, João Emanuel Carneiro, Daniel Filho, dentre outros. Dirigiu e escreveu a peça “Cambaio”, com canções originais compostas por Chico Buarque e Edu Lobo para o espetáculo. Além de ter revelado os atores Lázaro Ramos, Wagner Moura e Vladimir Brichta na peça “A Máquina”, de 2000, como diretor e co-dramaturgo . PREPARADORA VOCAL: Babaya Um das principais e mais premiadas diretores vocais do Brasil, vencedora de diversos prêmios Shell. Trabalhou em variados projetos na Rede Globo fazendo a preparação vocal e prosódia, com os principais diretores de teatro do Brasil, entre eles, Gabriel Villela e Paulo José. FIGURINO: Kika Lopes Figurinista e cenógrafa, atua tanto em filmes de época quanto em histórias teatrais contemporâneas. DIREÇÃO DE ARTE: Rai Bento Cenógrafo, figurinista e bonequeiro, integra o Grupo Giramundo há 20 anos. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: Luisa Monteiro Graduou-se em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas pela PUC Minas, pós-graduou-se em Gestão Estratégica das Organizações (IEC/PUC Minas) e fez Mestrado em comunicação no programa Interações Midiáticas (PUC Minas), com dissertação voltada ao estudo dos relacionamentos entre empresas e comunidades, sob o ponto de vista da comunidade e da mediação estabelecida entre elas. É tecnica em formação gerencial pela ETFG/Sebrae MG. Produtora do Grupo Maria Cutia de Teatro desde 2010, trabalhando diretamente com a produção de montagens, circulações, festivais e turnês financiadas por prêmios e Leis de Incentivo nas esferas Federais, Estaduais e Municipais, tendo atuado na produção do Maria Cutia em mais de 160 cidades brasileiras. ELENCO Leonardo Rocha - Ator Ator fundador do Grupo Maria Cutia. Atualmente faz parte do elenco dos espetáculos em repertório da cia: “Auto da Compadecida”, com direção de Gabriel Villela (2019), “Engenho de Dentro”, direão de Eduardo Moreira e Antônio Rodrigues (2018); "Francisco - Mariana Arruda canta Chico Buarque" , direção de Lira Ribas (2015); "Na Roda", direção coletiva (2006); "Ópera de Sabão" (2015) e "Como a Gente Gosta" (2011) - ambos com direção de Eduardo Moreira; "Concerto em Ré", direção coletiva com orientação artística de Rodrigo Robleño e Zé Regino Oliveira (2010). Fez formação profissional no Teatro Universitário da UFMG - TU (2006-2008) e graduou-se em Jornalismo no UNI-BH. Estudou e trabalhou com nomes importantes como: Sue Morrison (no Canadá), Guillermo Angeleli, Raquel Sokolowicz e Marcelo Savignone (na Argentina); Esio Magalhães, Jeannick Dupont, Fernando Limoeiro, Tiche Viana, Babaya, dentre outros. Mariana Arruda - Atriz Atriz fundadora do Grupo Maria Cutia. Atualmente faz parte do elenco dos espetáculos em repertório da cia: “Auto da Compadecida”, com direção de Gabriel Villela (2019), “ParaChicos”, direção de Lira Ribas (2017); "Francisco - Mariana Arruda canta Chico Buarque", direção de Lira Ribas (2015); "Na Roda", direção coletiva (2006); "Ópera de Sabão" (2015) e "Como a Gente Gosta" (2011) - ambos com direção de Eduardo Moreira; "Concerto em Ré", direção coletiva (2010). Fez formação profissional no Centro de Formação Artística do Palácio das Artes - CEFAR (2005-2007), graduou-se em Comunicação Social na PUC Minas e fez mestrado em Letras na UFMG. Estudou e trabalhou com nomes importantes como: Sue Morrison (no Canadá), Guillermo Angeleli, Raquel Sokolowicz e Marcelo Savignone (na Argentina); Esio Magalhães, Kenia Dias, Rita Clemente, Mariana Muniz, Babaya, dentre outros. Dê Jota - Ator Formado pelo Teatro Universitário T.U/ UFMG. Está em cena nos espetáculos do Grupo Maria Cutia "Auto da Compadecida" com direção de Gabriel Villela e “Mundos”, com direção de Eugênio Tadeu. Atuou como pesquisador, roteirista e locutor do projeto de extensão da UFMG Teatro no ar (2016-2022). Hugo da Silva - Ator Ator e diretor musical do Grupo Maria Cutia. Atualmente faz parte do elenco dos espetáculos em repertório da cia: “Auto da Compadecida”, com direção de Gabriel Villela (2019), "Na Roda", direção coletiva (2006); "Ópera de Sabão" (2015) e "Como a Gente Gosta" (2011) - ambos com direção de Eduardo Moreira; "Concerto em Ré", direção coletiva com orientação artística de Rodrigo Robleño e Zé Regino Oliveira (2010). Nestes 3 últimos assina a direção musical das obras. Fez formação profissional no Teatro Universitário da UFMG (2008-2010). Estudou e trabalhou com nomes importantes como Esio Magalhães, Raquel Sokolowicz (na Argentina), Fernando Limoiro, Kenia Dias, Fernando Linares, Chico Pelúcio, dentre outros. Marcelo Veronez - Ator É ator, cantor, diretor de teatro e de shows, formado pelo Teatro Universitário da UFMG. Em 2017, lançou o disco “Narciso deu um grito”. Atuou no espetáculo “Os Saltimbancos” de Chico Buarque, junto da Cia Odeon onde recebeu o Prêmio Sinparc como melhor ator coadjuvante em 2011. Dirigiu shows de Déa Trancoso, Lamparina e Dolores 602, além de espetáculos de teatro sendo o mais recente a montagem de formatura dos alunos do CEFART 2022, Palácio das Artes. Polyana Horta - Atriz É atriz e diretora teatral. Formada pelos cursos de Formação do Ator do Teatro Universitário em 1999 e do Curso de Artes Cênicas da UFMG em 2012, tem mais de 20 anos na profissão artística. Dirigiu onze espetáculos, entre infantil, adulto, musicais e shows. Indicada seis vezes ao prêmio de melhor atriz e três vezes como melhor diretora em Belo Horizonte, ganhou os prêmios de Melhor Atriz em 2021 e em 2005 e Melhor Diretora em 2011 pelos Prêmios Sated e Sinparc. Atualmente é atriz no Grupo Maria Cutia no espetáculo “Como a Gente Gosta” com direção de Eduardo Moreira e no espetáculo “Auto da Compadecida” com direção de Gabriel Villela pelo qual foi indicada como melhor atriz coadjuvante no Prêmio Aplauso Brasil 2020. Camila Morena - Atriz É atriz, figurinista e professora formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (2006). Foi vencedora do prêmio de melhor atriz coadjuvante pelo 3º Prêmio SIMPARC/COPASA pelo espetáculo “Ópera de Sabão”. Em 2013 estreou o espetáculo [GAVETA] na Mostra BH in Solos. Em 2015 estreou o espetáculo “Migrações de Tennessee” com a Cia Absurda, sob direção de Eid Ribeiro e com este trabalho participou do VAC 2016, do FIT BH 2016 e da 43ª Campanha de Popularização do Teatro. Faz parte da Plataforma Planos Incríveis com a qual estreou o espetáculo “Jornada” em 2019 e é artista convidada do Grupo Maria Cutia nos espetáculos “Ópera de Sabão” e “Como a Gente Gosta”. Thiago Queiroz - Ator É ator, músico, palhaço, mamulengueiro e professor. Tem formação técnica como ator pelo Teatro Universitário da UFMG e é graduando em Licenciatura em Teatro na mesma universidade. Estudou e formou-se também na escola de Teatro PUC Minas e no programa Valores de Minas. Atua no Grupo Maria Cutia no espetáculo “Auto da Compadecida”, direção de Gabriel Villela e foi ator substituto no espetáculo “Na Roda” em 2019. Trabalhou na Trupe a Torto e a Direito como ator, músico e bonequeiro sob a direção de Fernando Limoeiro em vários espetáculos de rua, palco e tenda de mamulengos que circularam por Belo Horizonte e os interiores de MG entre os anos de 2014 e 2019. Foi professor na Confesso Escola de Teatro. O Grupo Maria Cutia é uma das principais cias de teatro de MG. Com 17 anos, já circulou por quase todos os estados do Brasil, 5 países e mais de 180 cidades.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.