Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realizar o ensaio, montagem, temporada do espetáculo teatral Entre Quatro Paredes na cidade de São Paulo.
Os três personagens morreram e chegam ao inferno. Este, porém, não tem demônios nem fornalhas como na tradição cristã. É apenas um quarto fechado onde os três se veem condenados a conviver uns com os outros. Garcin, um escritor, queria ser um herói, mas foi covarde. Ele teme que as suas duas companheiras de danação descubram sua covardia. Estelle é uma burguesa fútil que assassinou o bebê que teve com seu amante, e foge da própria culpa responsabilizando o destino. Inês, homossexual, funcionária dos correios, é agressiva e procura reforçar o sofrimento dos outros. Confinados numa sala, sem espelhos, os três são obrigados a se ver através dos olhos dos outros. Inês tenta conquistar Estelle, que, por sua vez, mostra interesse por Garcin. Inês joga um contra o outro, forçando-os a exibir as suas faltas. À medida que a convivência se torna insuportável Estelle tenta matar Inês, que apenas ri, pois já está morta. Garcin tenta se vingar amando Estelle diante de Inês. Expostos em suas falhas, os três acabam chegando à conclusão formulada finalmente por Garcin: o inferno são os outros.
OBJETIVOS GERAIS: Realizar o ensaio, montagem, temporada e circulação do espetáculo teatral Entre Quatro Paredes na cidade de São Paulo, totalizando 24 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar o ensaio, montagem, temporada espetáculo teatral Entre Quatro Paredes na cidade de São Paulo em 24 apresentações; - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida; - Geração de emprego para cerca de 35 profissionais diretos e 50 indiretos.
Na peça teatral "Entre quatro paredes" (1944), Sartre pondera-se sobre a questão da imagem e ilustra suas ideias filosóficas. A fenomenologia do Outro e do "ser para outro" foi um dos mais bem acabados pensamentos de Sartre. A dialética humana de "ser um com o outro" é central: ver e ser visto corresponde a dominar e a ser dominado. Após morrer, três indivíduos vão parar no inferno (não se trata do estereotipado inferno cristão, com diabinhos, fornalhas etc.) Garcin, era um homem de letras. Pretendia ser um herói e foi um covarde. Seu maior tormento é que suas novas companheiras desvendam sua condição de covardia, que não pode ser mudada. É em vão que luta para fugir da pecha de covarde. Estelle é uma fútil burguesa que ascendeu socialmente pelo casamento. Em nome do conforto, assassinou o bebê que teve com o amante e vê este, tomado pelo desgosto, suicidar-se. Tenta redimir-se atribuindo sua culpa ao destino. Deseja a paixão como forma de escapar à realidade. Inês é homossexual, funcionária dos correios, agressiva, admite suas culpas. É a única que não procura se desculpar e compreende estar no inferno. O ódio a alimenta; sádica, goza com o sofrimento dos outros. Não foram parar no inferno a toa: cada um responde por um crime. Estão confinados numa sala, sem espelhos, sem necessidade de se alimentar ou de dormir, por toda eternidade. São obrigados a se ver através dos olhos dos outros; olhos esses que não teriam sido os escolhidos para se conviver. Vaidosa e egoísta, é patético o desespero de Estelle por um espelho. Inês arregala os olhos para que ela possa se enxergar: ela se vê tão pequenina... Tudo isso os incomoda bastante, pois não conseguem enganar uns aos outros por muito tempo e, aos poucos vão se constrangendo cada vez mais. Inês tentará conquistar Estelle, que a repudiará. Estelle, por sua vez, buscará a paixão de Garcin, que a ignora. Inês, interessada em Estelle, jogará um contra o outro, explicitando as faltas deploráveis de ambos; faltas essas que nenhum quer admitir. Numa convivência insuportável, Estelle, revoltada, tenta matar Inês, mas ela dá boas gargalhadas: já está morta. Garcin tenta, inutilmente, convencê-la de que não é um covarde. Não conseguindo, tenta se vingar amando Estelle diante de Inês. Sem que possam sequer expiar suas faltas, descobrem o horror da nudez psíquica que os outros lhes evidenciam. Está revelado o verdadeiro inferno: a consciência não pode furtar-se a enfrentar outra consciência que a denuncia, por isso: "o inferno são os outros". "Os Outros" são todos aqueles que, voluntária ou involuntariamente, revelam de nós a nós mesmos. Algumas vezes, mesmo sufocados pela indesejada presença do outro, tememos magoar, romper, ferir e, a contragosto, os suportamos. Uma vez que a incapacidade de compreender e aceitar as fraquezas humanas torna a convivência realmente um inferno, o angustiante existencialismo ateu sartriano não nos deixa saída. Sem o mínimo de boa-vontade, não há paraíso possível. Sartre foi um filósofo, escritor e crítico francês, conhecido como representante do existencialismo. Acreditava que os intelectuais têm de desempenhar um papel ativo na sociedade. Era um artista militante, e apoiou causas políticas de esquerda com a sua vida e a sua obra. Repeliu as distinções e as funções problemáticas e, por estes motivos, se recusou a receber o Nobel de Literatura de 1964. Sua filosofia dizia que no caso humano (e só no caso humano) a existência precede a essência, pois o homem primeiro existe, depois se define, enquanto todas as outras coisas são o que são, sem se definir, e por isso sem ter uma "essência" que suceda à existência. Ele também é conhecido por seu relacionamento aberto que durou cerca de 51 anos (até sua morte) com a filosofa e escritora francesa Simone de Beauvoir. Esse espetáculo pretende trazer luz à todas essas discussões e nuances através da direção eximia do referenciado ator e diretor Elias Andreato e com atores de tamanha grandeza. Essa montagem celebra o encontro de artistas brasileiros que há muito se admiram e desejam se juntar trabalhando, aliada à uma proposta radical de só levar ao palco o que busca nosso coração e entendimento, tendo como meta a comunicação clara e o respeito com nossa maior paixão: o ser humano, o público.
Anexo declaração de direitos autorais
Para todos os públicos, preferencialmente a cima de 12 anos. Aberto para todos os público, com destinação de 10% da bilheteria gratuita + 20% a preço popular se faz acessível a todas as classe sociais. Além disso o projeto pretende ter ingressos com valores diferenciados para favorecer o acesso amplo. Previsão de duração: 110 minutos
Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes: ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL) 1) Acessibilidade física. O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contarão com libreto em Braile, com descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as apresentação contarão com interprete de libras ou legenda podendo garantir o acesso amplo tanto para quem não entende libras quanto para surdos não letrados. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as apresentações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. ENSAIO ABERTO E BATE PAPO (CONTRAPARTIDAS) 1) Acessibilidade física. As ações acontecerão em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. As ações contarão com libreto em Braile, pata o ensaio aberto. Para o bate papo não se faz necessário descrição, pois o conteúdo é oral, porém para os cegos será feito o convite e condução de reconhecimento tátil. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as ações contarão com interprete de libras. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as ações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro.
Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 27, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Além disso, como determina a legislação os ingressos terão: I - meia entrada assegurada para estudantes e meia entrada assegurada para idosos, em cima do valor da inteira de cada setor, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013. Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos serão comercializados com valores de até R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 28, ofereceremos: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos portanto 2 ensaios aberto, para público ONGs, estudantes, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 30, ofereceremos: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 2 palestras sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.
O proponente será remunerado pelas rubricas: Coordenador geral (celia Forte), Diretor de produção (Selma Morente) e Assessoria de imprensa (Morente Forte). Autor: Jean-Paul Charles Aymard Sartre Tradução, Adaptação e Direção: Elias Andreato Elenco: Petrônio Gontijo, Vera Zimmermann, Lavínia Pannunzio e Rodrigo Chueri Assistente de direção: Rodrigo Chueri Coordenação geral: Celia Forte Direção de Produção: Selma Morente ELIAS ANDREATO – Tradutor, adaptador e diretor Ator de teatro, cinema e televisão, diretor e muitas vezes roteirista dos seus próprios trabalhos. Sua busca é pela humanidade dos personagens que interpreta e seus espetáculos frequentemente questionam o papel do artista na sociedade e a relação com seu tempo. Construiu uma carreira sólida feita, acima de tudo, pela escolha por personagem/personalidades que pudessem traduzir esse pensamento – Van Gogh, Oscar Wilde, Artaud, Fernando Pessoa são exemplos dessa escolha e resultaram em interpretações marcantes que garantiram a ele um lugar especial no teatro brasileiro. PETRÔNIO GONTIJO - ator Petrônio Gontijo é formado em artes cênicas pela Unicamp e começou a atuar profissionalmente em 1991, protagonizando a novela Salomé da Tv Globo. De lá pra cá, tem no currículo mais de 30 peças de teatro, trabalhando com expoentes do teatro brasileiro como Fauzi Arap, Paulo Autran, Marcio Aurelio, Plínio Marcos, Antônio Abujamra, Antônio Fagundes, Juca de Oliveira, Jô Soares, Emílio di Biasi, José Possi Neto, Jorge Takla, Beatriz Azevedo, entre outros. Na televisão, seu trabalho mais recente foi a novela Gênesis, na Record Tv. Trabalhou na maioria das emissoras do país e traz na bagagem 21 novelas como Os Dez Mandamentos, Insensato Coração, Poder Paralelo, Jesus, Os Mutantes, Pátria Minha, Os Ossos do Barão, Serras Azuis, Luz do Sol, Olho no Olho, Serras Azuis e Pícara Sonhadora. No cinema, protagonizou Memórias Póstumas de Brás Cubas e a sequência Nada a Perder 1 e 2. Este ano estreou seu novo filme, Um Broto Legal, de Luiz Alberto Pereira. Indicado pra todos os prêmios mais relevantes de teatro e tv do país, recebeu o APCA de melhor ator em teatro, por sua participação como Arthur, em Algo em Comum, de Harvey Fierstein, direção de Marcio Aurelio. Atualmente está protagonizando a novela Reis da Record Tv, como Davi e em breve entrará em sala de ensaio para estrear seu novo espetáculo Entre Quatro Paredes de Jean-Paul Sartre, com direção de Elias Andreato. VERA ZIMMERMANN - atriz Vera Zimmermann é atriz e iniciou sua carreira profissional aos 17 anos, atuando em Macunaíma e O Eterno Retorno, espetáculos dirigidos por Antunes Filho. Trabalhou em diversas produções teatrais, entre elas, UnGlauber e Don Juan, dirigidas por Gerald Thomas; em Os Saltimbancos, Replay, A Ponte e a Água de Piscina, Fausto Zero, Esperando Godot e Vestido de Noiva., dirigidas por Gabriel Villela. Em 2003 atuou em Os sete afluentes do Rio Ota, dirigida por Monique Gardenberg. Atuou no espetáculo musical As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão, de Newton Moreno, e dirigido por Sergio Módena. Em 2023, estreou o espetáculo Diadorim, um monólogo dirigido por Guilherme Leme. No cinema atuou em diversas produções. Entre elas, A menina que matou os Pais e em O Menino que Matou Meus Pais, de Mauricio Eça (2021); em Tônica Dominante, de Lina Chamie e em Estrela Nua, de José Antonio Garcia. Em 1999, foi premiada como melhor atriz, pela sua atuação no curta-metragem Ela Perdoa, de Rachel Monteiro, pelo Festival de Gramado. Na televisão, estreou em Vida Nova, em 1987, na Rede Globo. Em sua carreira atuou em diversas novelas. Entre elas, Meu Bem Meu Mau, O Profeta, Negócio da China, O Astro, Vamp, Ti-Ti-Ti, Gabriela, Amor à Vida, Os Dez Mandamentos, Marisol, entre outras. LAVÍNIA PANNUNZIO - atriz Atriz e diretora de teatro, audiovisual, produtora e apresentadora do programa PRÓLOGO. Nasceu em Uberlândia, Minas Gerais, formada pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Atriz desde 1980, sempre em consonância com encenadores relevantes da cena teatral brasileira. Desde 2005 trabalha também como diretora, mantendo a perspectiva de experimentos a partir da obra de autores de teatro e escritores importantes da contemporaneidade. Já atuou no teatro, cinema e na televisão. Ganhou diversos prêmios, entre eles APCA e Coca-Cola/Femsa (como diretora) e Mambembe (atriz). Atualmente pode ser vista no espetáculo THE MONEY SHOT, de Neil LaBute, direção Eric Lenate. RODRIGO CHUERI – ator e assistente de direção Rodrigo Chueri é ator, dublador e locutor paulistano. Formado pela Escola de Atores Wolf Maya e por nomes como Del Rangel, Marco Antônio Pâmio, Elias Andreato, Clara Carvalho, Rodrigo Portella, Nelson Baskerville, entre outros. No audiovisual esteve no longa dirigido por Del Rangel “Claro e Evidente”, nos curtas “Outro dia, outro lugar” (dir. Maria Valente), “Entre nós” (dir. Renato Simões), entre outros. No teatro já trabalhou em mais de 20 espetáculos, entre eles “Terremotos” (dir. Marco Antônio Pâmio), “A Milionária” (dir. Thiago Ledier) e “O Pior de Mim” (dir. Rodrigo Portella), onde dividia o palco com Maitê Proença. Em 2018 ganhou o prêmio de melhor ator no “Festival do Absurdo” de cenas curtas. Já narrou mais de 10 audiolivros. Atualmente está em cartaz com o espetáculo “Macbeth” com o Círculo de Atores. SELMA MORENTE E CELIA FORTE – DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL. Selma Morente e Célia Forte são sócias da Morente Forte Produções, empresa especializada em produções teatrais desde 1985 com a participação em mais de 1500 espetáculos teatrais. Abaixo alguns de seus trabalhos: Trair e Coçar é só começar, com Denise Fraga e elenco. Sempre te vi nunca te amei, com Rodolfo Botino. Noviças Rebeldes, com Cia Baiana de Patifaria, direção Wolf Maia. Visitando o Sr Green, com Paulo Autran e Cássio Scapin, direção Elias Andreato. A Pomba Enamorada, conto de Lígia Fagundes Telles. Amigas, pero no mucho, com Leopoldo Pacheco, Elias Andreato e Romis Ferreira, direção José Possi Neto. Cocoricó em Uma Aventura no Teatro, com elenco original da TV. Direção Fernando Gomes. Em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca. Realização Morente Forte A Dança Final, com Denise Weinberg e Norival Rizzo. Direção de Noemi Marinho. O Homem das Cavernas¸ com Norival Rizzo. Direção de Alexandre Reinecke. Guetto, com Fábio Herford. Direção e Adaptação de Elias Andreato. Doido, com Elias Andreato. Cruel, com Reynaldo Ginecchini, Maria Manoella e Erik Marmo. Adaptação e direção Elias Andreato. Ciranda, com Tania Bondezan e Daniela Galli. Direção de José Possi Neto. Boca de Ouro, com Marco Ricca e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz. Realização SESI A Falecida, com Maria Luisa Mendonça, Lucélia Santos e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz. Realização SESI Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, Tradução e Direção Rafael Gomes, com Maria Luisa Mendonça, Eduardo Moscovis, Virgínia Buckowski, Donizeti Mazonas, Fabricio Licursi, Fernanda Castello Branco e Matheus Martins. Morte Acidental de Um Anarquista, de Dario Fó, Dramaturgia e direção Hugo Coelho, com Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Fernado Sampaio, Maíra Chasseraux e Rodrigo Bella Dona. Ricardo III, de William Shakespeare, Adaptação Gustavo Gasparani e Sergio Módena, Tradução em verso Ana Amélia Carneiro de Mendonça, Direção Sergio Módena, com Gustavo Gasparani.
PROJETO ARQUIVADO.