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PRONAC 2315579Projeto suspensoMecenato

PROJETO FESTIVAL LITERÁRIO DE MACAPÁ - III FLIMAC

ASSOCIACAO ARTISTICA CULTURAL OI NOIZ AKI
Solicitado
R$ 838,2 mil
Aprovado
R$ 838,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
AP
Município
Macapá
Início
2024-05-01
Término
2026-05-01
Locais de realização (1)
Macapá Amapá

Resumo

Festival de incentivo literário a ser realizado na cidade de Macapá - AP, promovendo acesso à leitura e premiação.

Sinopse

O Esquenta FLIMAC é o momento que ocorrerá no mês de junho, com palestras e saraus em 10 escolas públicas. O III FLIMAC terá duração de 03 (três) na cidade de Macapá, composto de: recitais, oficinas, debates, palestras, prêmio literário, e veiculação do acervo em site público para servir de fonte de consulta à aplicação didática para o ensino literário, isso para os alunos do ensino fundamental e médio das redes pública e privada ou a quem mais possa interessar, tudo executado por especialistas renomados, cada qual em sua área de atuação. Durante o evento, teremos a entrega do Troféu JUREMAS de literatura, que homenageia personalidades do segmento. Também teremos a cerimônia de premiação do Prêmio FLIMAC de poesia, cujo regulamento será lançado em maio de 2024.

Objetivos

Objetivo geral Realizar a 3ª edição do Festival literário de Macapá - FLIMAC, em praça pública, com acesso gratuito, buscando ampliar o acesso da população da cidade em atividades ligadas ao segmento do livro, leitura e literatura; bem como divulgando escritores e suas obras, além de aproximar a literatura de outras artes, como o audiovisual, o teatro e a música. Objetivo específicos — Oferecer ampla e qualificada programação cultural literária, de entrada gratuita, de interesse para todas as faixas etárias e todos os segmentos da população, atendendo uma meta de público diário de cerca de 500 pessoas, nos turnos da manhã, tarde e noite. — Estimular o desenvolvimento da economia e da cadeia produtiva do livro local, priorizando a participação de no mínimo 02 livreiros do município de Macapá; — Promover a escrita e a expressão oral, mediante a realização de 01 Prêmio literário. — Garantir a participação de, no mínimo 40 autores do estado e de outras regiões do país como palestrantes/oficineiros durante a programação do Festival. — Proporcionar à população acesso a diferentes manifestações culturais como histórias, recitais, música e teatro através de uma programação composta de no mínimo 20 apresentações artístico-culturais por dia de Festival. — Promover, no mínimo, 02 oficinas, destinadas a professores da rede de ensino do município. — Promover um evento de cunho literário de forma a garantir a inclusão social e a acessibilidade universal, através da participação de no mínimo 1 associação de pessoas com deficiência nas apresentações culturais da Feira, bem como de escritores com deficiência. — Promover o turismo cultural, com, pelo menos, 05 stands de venda de produtos literários, criando um intercâmbio com os artesãos locais. — Oportunizar a qualificação da produção literária do município, através da realização de pelo menos 10 encontros e palestras com os escritores locais. — Oferecer a, pelo menos, 10 escritores, consagrados ou iniciantes, a oportunidade de ofertarem sessões de autógrafos durante o Festival. — Compra de 100 livros de autores locais e distribuição em 04 escolas da rede pública. — Realizar palestras e micro saraus em 10 escolas públicas, atingindo, pelo menos, 3.000 pessoas na comunidade escolar.

Justificativa

Macapá é a capital do Estado do Amapá e possui uma população estimada em 2021, de 522 357 habitantes, ou seja, aproximadamente 60% da população do estado está na capital. A cidade situa-se no sudeste do estado e é a única capital estadual brasileira que não possui interligação por rodovia a outras capitais, o que dificulta escoar seus produtos, especialmente os culturais. Mas ela é também, a única cortada pela linha do equador e que se localiza no litoral do rio amazonas, o que a insere em um excelente lugar para o turismo brasileiro. O nome da cidade é de origem tupi, como uma variação de "macapaba", que quer dizer lugar de muitas bacabas, uma palmeira nativa da região. A cidade possui, além dos atrativos naturais, uma riqueza em flora e fauna, bem como uma rica história cultural, tendo o marabaixo, sido reconhecido como patrimônio imaterial do Brasil. Por outro lado, a cidade de Macapá, possui ínfimos avanços no segmento do livro, leitura e literatura, no qual os escritores fazem um trabalho relevante, porém pouco reconhecido localmente e sem visibilidade nacional. A cidade não possui editoras e não promove políticas de criação, produção e circulação literária. Assim, é necessário transpor as barreiras, não só geográficas, mas estruturais para desenvolver este segmento, potencializando o setor que ainda enfrenta dificuldades para firmar sua potência. Em se tratando do tripé "livro, leitura e literatura", nossa cidade ainda não possui instrumentos importantes, totalmente formatados, como o plano municipal do livro, leitura e literatura; as bibliotecas públicas ainda não estão devidamente informatizadas, tampouco possuem um acervo atualizado e qualificado, especialmente no que tange aos autores locais. Estes, apesar de talentosos e de receberem prêmios nacionais, não têm incentivos das grandes editoras para publicar. Assim, a Associação Oi Noiz Aki, referendada pela Lei nº 10.753 de 30 de 2003, que instituiu a Política Nacional do Livro, propõe este Projeto para também inserir a cidade de Macapá no circuito nacional de festivais literários, dando ênfase numa retomada para o setor do livro, leitura e literatura no contexto pós pandêmico que vivenciamos. Diante dessas assertivas, a continuidade da realização do Festival Literário de Macapá, o FLIMAC, é uma oportunidade de fomentar a política do livro, democratizar seu acesso e desenvolver a cidade social, política, cultural, econômica e turisticamente causando um efeito multiplicador e de caráter evolutivo, com um impacto social importante, na medida em que coloca o tripé já mencionado numa posição de destaque, além de projetar escritores locais para que sejam mais lidos e valorizados, já que o festival pretende olhar para o local buscando o universal. O evento pretende se transformar num grande acontecimento de cultura, lazer, curiosidades e entretenimento, consolidando e promovendo, cada vez mais, o incentivo, a valorização e a difusão da leitura. A agenda de atrações procura também fazer uma ponte entre cultura, educação ambiental e patrimonial, possibilitando aos alunos da rede pública de ensino e acadêmicos das universidades e faculdades da cidade, o contato com as produções literárias regionais, nacionais e universais como forma de difusão da leitura, da cultura e do lazer, proporcionando assim momentos inesquecíveis de reflexão e construção do conhecimento. Sendo assim, o FLIMAC gera um marco para a cidade de Macapá e pretende ser palco para divulgar e abalizar as obras de novos e tradicionais valores da arte escrita, como também, ampliar sua participação social e solidária como difusora do hábito da leitura entre crianças, adolescentes, jovens e adultos, cumprindo, assim, um de seus objetivos principais, que é a facilitação do acesso da população ao livro, ampliando seus horizontes e redimensionando suas perspectivas, bem como divulgar o nome dos competentes e habilidosos escritores desta cidade. Quanto aos custos financeiros para a realização do festival, temos a necessidade de investimento para que ele aconteça de forma a potencializar o setor, com pagamento de cachê artístico aos envolvidos, bem como da assessoria de imprensa para dar visibilidade ao Festival e ainda custos diversos. No ano de 2024, teremos a novidade da premiação do Prêmio FLIMAC de poesia, contemplando estudantes da rede pública, premiando, financeiramente os autores, bem como com a publicação de um livro para a próxima edição do FLIMAC, o que mostra nosso compromisso com a qualidade e continuidade do Festival. Como foi exposto, temos inúmeras razões que justificam a realização do festival, pois estamos em consonância com a política nacional do setor e também buscando traçar nosso caminho pautados na realidade que temos. Sendo a Lei Rouanet uma importante ferramenta para o fomento à cultura nacional, este projeto pleiteia recursos de incentivo fiscal para a produção do projeto, que está de acordo, especialmente, com os incisos I, II, III e IV do Art. 1º da lei 8313/91 (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;) e é contemplado pelo Art. 3° da Lei 8313/91 inciso II e IV que fomenta à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante, à distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

Na primeira quinzena de junho serão realizadas palestras e micro saraus em 10 escolas públicas, atendendo cerca de 3.000 pessoas. Durante os 03 dias de Festival, teremos 03 palcos, sendo 02 pequenos, com um animador, funcionando manhã e tarde. O palco maior terá sonorização e iluminação e funcionará na programação noturna. Teremos ainda o ESPAÇO DA ESCRITA, com sofá, mesa e mural para lançamentos e sessões de autógrafos. ESPAÇO DA ESCRITA Funcionará Tarde e início da noite Meta: 10 apresentações x 03 dias: 30 apresentações Palco menor 1 – PALCO MATINTA PERERA Funcionará Manhã e Tarde Serão realizadas apresentações artísticas entre contação de histórias, música pocket e recitais. Meta: 10 apresentações x 03 dias: 30 apresentações Palco menor 2 – PALCO CURUPIRA Funcionará Manhã e Tarde Serão realizadas apresentações artísticas entre contação de histórias, música pocket e performance. Meta: 10 apresentações x 03 dias: 30 apresentações Palco maior – PALCO ENCANTADO Noite Serão realizadas apresentações artísticas com shows musicais e literários. Meta: 05 apresentações x 03 dias: 15 apresentações Entrega do Troféu JUREMAS de literatura - serão produzidos 12 troféus pelo artista Tonny Trokkal, utilizando a matéria prima da madeira e do ferro, de forma reutilizável, com preocupação ambiental. Cerimônia de premiação do PRÊMIO FLIMAC DE POESIA Abertura oficial e encerramento No PRÊMIO FLIMAC DE POESIA, serão premiados com a publicação dos poemas em livro (2024) e em dinheiro: FASE ESCRITA Categoria escritores 1º lugar: R$ 3.000,00 2º lugar R$ 2.000,00 3º lugar R$ 1.000,00 Categoria estudante da rede pública 1º lugar: R$ 2.000,00 2º lugar R$ 1.500,00 3º lugar R$ 1.000,00 FASE ORAL Categoria escritores 1º lugar: R$ 3.000,00 2º lugar R$ 2.000,00 3º lugar R$ 1.000,00 Categoria estudante da rede pública 1º lugar: R$ 2.000,00 2º lugar R$ 1.500,00 3º lugar R$ 1.000,00 FASE POEMA MAIS POPULAR Categoria escritores 1º lugar: R$ 2.000,00 2º lugar R$ 1.500,00 3º lugar R$ 1.000,00 4º lugar: R$ 800,00 5º lugar R$ 500,00 Categoria estudante da rede pública 1º lugar: R$ 1.100,00 2º lugar R$ 1.000,00 3º lugar R$ 900,00 4º lugar: R$ 800,00 5º lugar R$ 700,00

Acessibilidade

Produto: Festival Literário Acessibilidade Física: Rampas de acesso a calçada e rampa de acesso ao palco - sem custo para o projeto. Deficientes Auditivos: Interprete de libras no evento, sempre que tecnicamente possível. Deficientes visuais: Piso tátil na calçada e audiodescrição na programação com transmissões online - sem custo para o projeto. Outros: comercialização de livros em braile e audiolivros, acesso gratuito a toda a programação, bem como acesso livre através de plataformas digitais a parte da programação, local com rota de transporte público - sem custo para o projeto. Produto: Contrapartidas Sociais Acessibilidade Física: rampas de acesso, elevador, banheiros adaptados e corrimões - sem custo para o projeto. Deficientes visuais: Uso de ferramentas auditivas para ministrar a oficina, uso de áudios e voz.:_

Democratização do acesso

Não há cobrança de ingresso em nenhuma atividade da programação do Festival, uma vez que o mesmo acontece em praça pública e através da transmissão de parte da programação nas plataformas virtuais, com livre acesso a todo e qualquer cidadão. Também é objeto de democratização de acesso ao livro a disponibilização de obras literárias dos escritores presentes no Festival para as escolas para serem trabalhadas com professores e alunos, como etapa preparatória ao encontro com os escritores. A cidade de Macapá dispõe de poucas livrarias e oferta reduzida de títulos. Assim, o Festival é um lugar privilegiado para o contato com este suporte a preços reduzidos, ofertas de saldos, livros usados e promoções, bem como a possibilidade de troca-troca de livros O projeto atende ainda aos seguintes incisos no que se refere à democratização de acesso: disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;

Ficha técnica

Coordenação geral: CARLA NOBREÉ coordenadora do FLIMAC. Em 2023, lançou o Livro seu 4 livro: Variações do Infinito, apresentou o Recital Aguias e Serpentes na 52ª Expofeira do Amapá, participou da Mostra Mizura de perfomance e coordena a Unidade de Educação Ambiental da SEED/AP. É Poeta, professora, graduada em letras pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), Especialista em língua portuguesa (IESAP), Mestre em direito ambiental e políticas públicas e Mestre em letras, ambos pela UNIFAP. Desenvolve um trabalho voltado para a difusão da literatura. Organiza e participa de saraus literários. Foi Conselheira de Cultura, Coordenadora do PROLER, Membro do GT que organizou a política estadual do livro e da leitura, Presidente do Comitê Executivo da Feira de Livros do Amapá. Lançou as obras SOBRE O ADEUS E O ENCELÁDO DE SATURNO, O AMOR É URGENTE e EXAGEROS E DELICADEZAS. Foi uma das selecionadas no Programa Mais Cultura nas escolas - Projeto OLHO D'GUA, de formação literária para estudantes. Foi vencedora na Etapa Estadual do Prêmio Professores do Brasil, em 2017 (Áreas de ressaca: águas cheias de vida) e 2018 (O sabor da minha poesia: fanzines e poemas concretos). Desde 2015 apresenta o Recital O CHARME DA POESIA gratuitamente. Atua no Coletivo Juremas. Coordenação Técnica: ADRIANA RODRIGUES. Atriz, Arte Educadora e Instrutora de Práticas Teatrais. Licenciada em Teatro pela Universidade Federal do Amapá – UNIFAP. Especialista em Gestão e Docência no Ensino Superior pela FATECH. Presidente a artista do núcleo fixo do Ói Nóiz Akí. Atuou como professora do Curso Técnico em Teatro SEED/MEDIOTEC. e Consciência Corporal do Curso Técnico em Teatro MEDIOTEC/ SEED. Coordenou o Projeto ÓI NÓIZ AKÍ – Descoberta e Formação de Novos Valores, executado em parceria com a UNESCO e REDE GLOBO, através do Programa CRIANÇA ESPERANÇA em 2013. Atualmente faz a Gestão Administrativa e Financeira da Pororoca Sound – Icubadora de Empreendimentos Musicais, projeto financiado pelo Programa Natura Musical. Coordenação artística: ANDREIA LOPES Andreia Lopes iniciou a sua carreira artística aos 15 anos de idade como atriz de teatro no espetáculo "Do lado de lá" de Celso Dias com o nome. Inicialmente com nome artístico de "Déia Lopes" começou a construir sua carreira a partir dessa primeira experiência como atriz, participou de diversos Grupos, Projetos, Feiras de Livros, Festivais Independentes e Recitais Poéticos em Belém; São Luiz; São Paulo; Rio de Janeiro; Barcelona e Macapá (AP). Atua como atriz, oficineira, preparadora corporal e produtora na realização de diversos projetos com parceria nos Movimentos Sociais Regional. Em 2008, realizou diversos Recitais Poéticos nas Universidades Estaduais e Federais e outros municípios do Estado com o Grupo Tatamirô de Poesia. Em 2011 participou como Oficineira e Declamadora na Feira do Livro do Amapá - FLAP no Corredor Literário na Expofeira. Integra o Movimento Desclassificáveis como diretora e atriz. Em 2012, circulou como oficineira, declamadora e contadora de história da Feira de livros do Amapá - FLAP em diversos municípios do Estado do Amapá. Contribui ativamente na potencialização do Movimento Cultural Amapaense. Coordenação cultural: HAYAM CHANDRA Hayam Chandra, de origem hindu significa energia da lua. É mulher, afro- indígena, atua a 18 anos como atriz, poeta, bailarina e professora de teatro e dança. Iniciou sua carreira artística em 2004 com o projeto "grandes poemas em boca miúda" quando fundou o grupo de teatro dança e poesia "Boca Miúda". Seu propósito é disseminar a múltipla cultura amazônica brasileira do “Meio do Mundo” (Amapá) para o Mundo. Coordenação de comunicação: BÁRBARA MARINA Atua nas artes visuais participando dos Coletivos Entrelinhas e Abeporá das Palavras, com leitura dramática e também na seleção de poemas utilizados nos projetos.Hoje se dedica ao jornalismo cultural e fotográfico, dando ênfase ao cultural e sobre a atual cena pandêmica vivida no mundo e na cidade. Também vem desenvolvendo um trabalho autoral na área da fotografia e da produção de podcasts. Estudou o curso técnico em Mineração – IFAP-AP - - 2013 a 2016 Cursa Língua Inglesa no CNA – Nível pré avançadoCursa Jornalismo na UNIFAP Coordenação de produção: RAIH AMORIM Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (2014) e Especialização em Gestão e Coordenação Escolar na Faculdade de Teologia e Ciências Humanas, em Docência do Ensino Superior e Educação Digital e em Educação Especial. Participa do Grupo Abeporá das Palavras e do Coletivo Juremas. Atuou na Coordenação Pedagógica na SESI. Atualmente produz conteúdo em seu blog autoral https://raihamorim.blogspot.com/ que traz suas fotografias alimentadas em poesia e crítica socia Preparação técnica: CLAUDIO SILVA Ator, diretor teatral, gestor/ produtor cultural e arte educador. Licenciado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Amapá – UNIFAP. Curador do I, II, III e IV Festival Curta Teatro, da I Semana Amapaense de Teatro, da 6ª e 7ª edição do CAPTTAÇÃO-Mostra Livre de Teatro de Rua e do Festival Nacional de Teatro de Chapecó 2018. Professor-Bolsista de Arte e Estética e Interpretação do Curso Técnico em Teatro- MEDIOTEC/ SEED AMAPÁ. Autor dos projetos Preces, Louvores e Batuques, aprovado pelo edital a Caixa Cultural em 2019 e Quilombo Groove, aprovado pelo edital da Natura Musical em 2023. Diretor de palco: RAFAEL VICTOR LOBO Nascido em 10 de janeiro de 2002, natural de Macapá – AP. Assistente de elaboração de projetos de editais locais. Ator de teatro desde a infância, onde estreou no ‘Auto do Boi Surubim’ no ano de 2008. Participou do espetáculo ‘O Fantástico Mistério de Feiurinha’ em 2012. Atuou na Cantata de Natal da Prefeitura de Macapá nos anos de 2021 e 2024. Coordenação de programacão: Brenda Zeni Publicitária, Artista Independente, Projetista e Copywriting dedica sua vida a Cultura Brasileira, produzindo arte amapaense. Dois discos lançados, um deles pela Natura Músical, realiza shows nacioais e internacionais e recentemente foi finalista do Prêmio Profissionais da Música 2023, em três categoria.

Providência

Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.