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O projeto visa celebrar os 50 anos da atuação do cineasta Jorge Bodanzky na produção de filmes e documentários na Amazônia brasileira, promovendo a reflexão crítica quanto aos desafios do seu desenvolvimento sustentável. Trata-se de uma exposição de artes visuais, um documentário de média-metragem, além da exibição do filme Amazônia, a Nova Minamata? em três aldeias indígenas que também receberão oficinas de formação audiovisual.
.O conceito geral do Projeto O projeto BODANZKY 50 ANOS DE AMAZÔNIA parte da trajetória de 50 anos do cineasta e fotógrafo Jorge Bodanzky e seu olhar sobre a região Amazônica, chegando a discussão dos impactos danosos à cultura e saúde da população que vive na Amazônia, em especial seus povos originários, e o desenvolvimento sustentável da região, na perspectiva da salvaguarda dos modos de vida dessas populações . O projeto está concebido em torno de três grandes eixos de ação de modo incremental e articulado, O RIO, A ESTRADA e o PLANETA. - PARA MELHOR COMPREENSAO ASSISTIR O TEASER DO PROJETO EM https://vimeo.com/879979067/06525fcb07 A primeira fase (fase 1), aqui apresentada e que se inicia após a COP28 (prevista para o ano de 2023) contemplará os eixos O RIO + O PLANETA, tendo como fio condutor uma das obras do artista e promoverá a discussão dos impactos da contaminação do mercúrio em terras indígenas, danosos à cultura e saúde da população amazônida. Esta etapa culmina com estreia na COP 29 onde serão apresentados os processos e resultados artísticos do projeto . Em um segundo momento, os eixos A ESTRADA + O PLANETA propõe uma ação crítica ainda mais ampla ao abordar o modelo de desenvolvimento que, 50 anos depois do primeiro contato do cineasta com a região, ainda se insiste em adotar para a Região impactando no aquecimento global e das mudanças climáticas do planeta. Toda essa articulação se relaciona com a produção cinematográfica de Bodanzky e com seu papel histórico na cinematografia nacional. A culminância desta fase ocorrerá durante a COP 30, em Belém do Pará, reunindo os 3 eixos. O RIO (projeto atual) O primeiro eixo de atuação parte de um problema grave, mais pontual, que é a contaminação dos rios, ictiofauna e populações da Amazônia, em decorrência da proliferação de garimpos clandestinos na região com o uso indiscriminado do mercúrio para a extração de ouro. Tendo como referência e fio condutor um meio de linguagem artístico, o filme Amazônia, a Nova Minamata?, este eixo do projeto articula uma ação-manifesto quanto ao nefasto impacto que o mercúrio está causando sobre os rios e as vidas da região. Uma ação de educação e saúde ambiental será desenvolvida junto a três aldeias de três povos muito impactados pelo fenômeno: os Yanomamis, os Mundurukus e os Kaiapós e terão o filme traduzido e dublado para suas línguas. O projeto irá a cada uma dessas aldeias, projetando a obra e, em ação participativa, realizará discussões sobre os impactos do mercúrio na saúde indígena, com o apoio de ONGs e associações que possuem trabalhos junto àquelas populações e oficinas de formação audiovisual, que buscará instrumentalizar e aguçar o olhar artístico dos povos originários acerca de sua cultura e de seu entorno, conscientizando sobre a importância do bem imaterial. A perspectiva é que posteriormente os coletivos indígenas, treinados e equipados pelo projeto e por essas instituições, possam ser multiplicadores do filme e de suas produções em outras dezenas de aldeias, potencializando o alcance e os resultados esperados. Ainda se somam a esta fase um making-off registro desses encontros que será transformado em um documentário de média-metragem a ser apresentado no momento da COP 29, em novembro de 2024, neste encontro mundial ainda sem local definido, dando ainda mais projeção ao tema. Como subproduto deste trabalho, serão realizados registros filmográficos e fotográficos desta vivência, os quais se somarão ao acervo do Bodanzky em uma grande exposição de artes visuais realizada no Museu de Arte e Imagem do Pará, na cidade de Belém. Dando projeção em âmbito internacional ao tema pelo olhar artístico de Bodanzky e ao projeto, será levada à COP 29 em uma exposição reduzida (Pop Up) deste projeto e de sua trajetória que retrata a Amazônia, suas riquezas e mazelas, com a exibição do filme e palestra. A criação de um sítio eletrônico completa as ações previstas para esta fase do projeto, sendo fundamental para o acompanhamento e visibilidade das iniciativas e para retratar, de modo permanente e acessível, todas as etapas previstas e divulgar o trabalho desenvolvido por Jorge Bodanzky ao longo dos anos. Futuramente, em projetos culturais que ainda serão apresentados, se buscará levar as exposições para outras cidades do país, inclusive interiorizando, e dando ainda mais ênfase ao tema também em âmbito nacional, culminando em Belém do Pará em 2025, em paralelo com a COP 30. A ESTRADA (projeto futuro) O segundo eixo consiste em uma ação que abordará o desenvolvimento sustentável, no sentido que supera o enfrentamento de um problema concreto e delimitado, para propor uma discussão mais ampla sobre um conceito mais abstrato, mas nem por isso de pouco impacto para a Amazônia e suas populações. Tendo o filme Iracema, Uma Transa Amazônica de 1974, como norte e fio condutor desta etapa do projeto, este segundo eixo de atuação pretende, por meio das obras do artista, fazer uma retrospectiva destes 50 anos trazendo o contexto histórico e questionamentos por ele demonstrados nas imagens e relatos, e que continuam presentes e atuais. Questões relacionadas com o desmatamento, as queimadas ilegais, a exploração do trabalho nas mais diversas formas, as ocupações ilegais de terras dos povos originários, das áreas protegidas por unidades de conservação, entre outras, continuam a provocar tensões nas relações entre meio ambiente, direitos humanos e desenvolvimento de atividades econômicas na região, assim como nas culturas locais. Partindo da capital do País, Brasília, e seguindo duas estradas que são emblemáticas do processo de “ocupação” da Amazônia (a Transamazônica e a Belém-Brasília) o projeto pretende levar exposições e filmes produzidos por Bodanzky para diversas cidades brasileiras, convidando suas populações a refletir sobre um modelo sustentável e desejado para a região e meios possíveis para se construir um novo paradigma para o desenvolvimento. Procurando envolver academia, setores produtivos, organizações da sociedade civil povos originários, populações tradicionais e agentes públicos, o projeto, neste segundo eixo, se orienta para um movimento mais amplo de discussão e construção de ideias e propostas para o desenvolvimento sustentado da Amazônia, que deve culminar na chegada da COP 30 à cidade de Belém em novembro de 2025. O PLANETA (projeto atual e futuro) O terceiro eixo, do PLANETA, tem como estratégia principal elevar as discussões em torno de questões propostas nos eixos do RIO e da ESTRADA para um espaço mais amplo por meio da participação do Projeto nas três COPs que se realizarão a partir de 2023, cada uma delas com características e objetivos particulares, a saber: Na COP28, já em curso, realizada na cidade de Dubai, nos Emirados Árabes, de 30 de novembro a 12 de dezembro de 2023. A participação de Jorge Bodanzky neste evento da ONU que trata das mudanças climáticas mundiais visa o lançamento e divulgação do projeto, com todas as iniciativas que estarão articuladas em torno do BODANZKY, 50 ANOS DE AMAZÔNIA, os produtos, conceitos e as trajetórias que nos levarão até Belém em 2025. Na COP29 (2024, ainda sem local definido), a participação já deve trazer relatos do que vem sendo feito em termos do RIO (este projeto) e da ESTRADA (projeto que ainda será apresentado) e deve ser um evento que apresenta algumas das preocupações mais candentes da população amazônica e brasileira sobre seu papel na questão das mudanças climáticas, que em certo sentido pode servir como prestação de contas e auxiliar em pautas correlatas. Na ocasião será anunciado o início das comemorações dos 50 anos de Iracema, Uma Transa Amazônica, que servirá de base para os debates. Na COP30 que será realizada em 2025 em Belém, ocorre o grande momento do projeto, com todas as iniciativas convergindo para a capital paraense. Ali RIO, ESTRADA E PLANETA se encontrarão em um evento paralelo à COP, com duração de até dez dias, em que exposições, colóquios e filmes – inclusive o filme do BODANZKY 50 – serão apresentados em um único lugar.Seguindo a lógica incremental do projeto, se o eixo RIO trata de uma questão específica (mercúrio), o eixo ESTRADA tratará de um desafio para o desenvolvimento sustentável (PARADIGMA DE DESENVOLVIMENTO PARA A REGIÃO). O terceiro eixo pode ser visto como parte integrante e uníssona pois amplia a escala das discussões. Neste sentido procura articular esses dois temas que se configuram desafios para a Amazônia aos objetivos da COP30 provocando, através da obra artística do Bodanzky, uma sensibilização para questões fundamentais da Amazônia que precisam ser abordadas em perspectiva mundial. A internacionalização da discussão em diversos países que sediarão os encontros é mediada neste eixo, com o lançamento e exibição do filme média-metragem de acompanhamento da fase aldeias, além de palestra com o cineastra que acompanhará o evento. As ações possuem finalidade distintas e complementares, tais como 1) promover e comemorar a arte de Bodanzky, 2)alertar a população global quanto à importância de uma ação contundente em torno da adoção de um modelo de desenvolvimento mais adequado para o bioma e para a região; e, 3) convidar a todos para se engajar nesse esforço de discussão/reflexão à ação concreta. . AS EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS EM BELÉM Quando e onde tudo começa e se encontra. Belém, sede da COP30, já inicia um grande movimento em torno das questões amazônicas. Neste contexto, é caminho natural que se inaugure ali a exposição Bodanzky, 50 anos de Amazônia. Em uma parceria com o Museu da Imagem e do Som do Pará (carta de anuência de local nos documentos anexos) e por meio de uma linguagem artística que aborda conteúdos fotográficos, filmográficos e documentais, a exposição visa tratar de temas importantes da Amazônia apresentando o trabalho de Jorge Bodanzky e sua visão a respeito do desenvolvimento da região e de sua população ao longo dos seus 50 anos de atuação neste território. A Amazônia, suas questões e perspectivas – em termos do seu desenvolvimento e a partir das pessoas –, serão abordadas na exposição através das suas obras que levarão o público a uma imersão. Esta exposição que recapitula a carreira do cineasta na região perpassará inevitavelmente pelos 3 eixos: O RIO, A ESTRADA e O PLANETA. Em anexo é possível conhecer um esboço do projeto expográfico e uma amostra do conteúdo da exposição que será acompanhada de palestra e debate com o artista. Em paralelo à exposição no MIS de Belém, as ações previstas para as aldeias dos povos originários percorrerão seus territórios levando conhecimento, sensibilização, vivências e práticas que buscam protagonismo e proteção das vidas humanas e da natureza. Com esse propósito estão previstas 3 ações/produtos que ocorrerão durante uma semana in loco em cada etnia, sendo elas 1) exibição dublada do filme Amazônia , a nova Minamata? na língua originária de cada aldeia, associada à palestras, debates e ações com profissionais de saúde, 2) oficinas de formação audiovisual para as populações indígenas, capacitando essas comunidades para que possam retratar suas vivências e entorno construindo narrativas e 3) registro de todo este processo para a criação de um curta metragem/making off desta primeira fase do projeto que será apresentado junto à COP29. Momento aldeias: ENCONTROS DE EXIBIÇÃO DO FILME COM PALESTRAS / OFICINAS DE FORMAÇÃO AUDIOVISUAL PARA OS POVOS MUNDURUKU, YANOMAMI E KAYAPÓ/ MÉDIA METRAGEM - MAKING-OFF DOCUMENTAL Em paralelo à exposição no MIS de Belém, as ações previstas para as aldeias dos povos originários percorrerão seus territórios levando conhecimento, sensibilização, vivências e práticas que buscam protagonismo e proteção das vidas humanas e da natureza. Com esse propósito estão previstas 3 ações/produtos que ocorrerão durante uma semana in loco em cada etnia, sendo elas 1) exibição dublada do filme Amazônia , a nova Minamata? adaptado para cada língua, em 1 aldeia principal de cada uma das etnias, associada à palestras, debates e ações com profissionais de saúde e de meio ambiente, promovendo a formação de agentes multiplicadores para seguir com as exibições e debates em outras comunidades; 2) oficinas de formação audiovisual para as populações indígenas, capacitando essas comunidades para que possam retratar suas vivências e entorno construindo narrativas e 3) registro de todo este processo para a criação de um média metragem/making off desta primeira fase do projeto que será apresentado junto à COP29.
OBJETIVO GERAL O objetivo geral deste projeto é promover o trabalho do cineasta/fotógrafo Jorge Bodanzky e celebrar os 50 anos de sua carreira dedicados a retratar a Amazônia brasileira através de sua arte, promovendo a reflexão crítica quanto aos desafios do seu desenvolvimento sustentável, com as seguintes finalidades : - Prestigiar a trajetória e difundir a obra de um dos maiores cineastas do Brasil; - Promover a preservação, valorização e acesso ao conteúdo e obra do artista; - Acessibilizar a obra do autor com atividades gratuitas em território amazônico e espaços públicos como museus pelo país; - Corroborar para a formação de cidadãos conscientes com ações educativas em torno da realidade e desafios da Amazônia; - Priorizar o produto cultural originário do País; - Internacionalizar a iniciativa cultural e sociocultural integrando questões ambientais de interesse global. OBJETIVOS ESPECÍFICOS São os seguintes os objetivos específicos que serão realizados por meio do presente projeto: 1) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS (PRODUTO PRINCIPAL) - Realização de 1 exposição com entrada gratuita: Exposição Bodanzky, 50 anos de Amazônia no Museu da Imagem e do Som _ Pará (MIS-PA): mais que uma exposição, é um conjunto de ações voltadas para a sensibilização de temas relevantes da Amazônia a partir da arte de Jorge Bodanzky, um dos artistas mais estudiosos da região amazônica. Prevê também exibição do filme Amazônia, Uma Nova Minamata? e ações educativas (visitas guiadas e atividades para alunos de escolas públicas e privadas durante todo o período de realização da exposição bem como uma palestra com debate no momento de abertura), mobilizando a população a respeito da realidade e relevância da floresta e de seus povos originários. A exposição será realizada no MIS-PA e ficará disponível até 90 dias para visitação, conforme abaixo: Local: Pará (PA): Belém Total: 1 exposição Público esperado: 20.000 pessoas 2) Produto ENCONTRO/PALESTRAS: Aldeias de povos originários da Amazônia brasileira receberão o filme Amazônia, a Nova Minamata? como elemento de uma ação de sensibilização cultural e de saúde ambiental, levando palestras de Bodanzky e também profissionais da saúde às aldeias. Os encontros para exibição do filme e ações correlatas acontecerão em 3 aldeias, sendo replicadas pelos próprios coletivos indígenas em pelo menos 5 aldeias de seu povo. Local: Aldeias indígenas Munduruku, Yanomami e Kayapó. Pará (PA) e Roraima (RO) Total: 3 encontros Público esperado: 3.000 indígenas 3) Produto OFICINAS: Formação em audiovisual para grupos de povos originários (indígenas) que busca a qualificação para registro de suas culturas, seus modos de vida, o ambiente em que vivem e a questões que permeiam suas realidades sensibilizando-os para a importância do patrimônio imaterial e ambiental a partir de técnicas e olhares artísticos próprios. Formação audiovisual para grupos de até 10 pessoas em cada etnia. Local: Aldeias indígenas Munduruku, Yanomami e Kayapó. Pará (PA) e Roraima (RO) Total: 3 oficinas Público esperado: 30 indígenas 4) Produto MÉDIA-METRAGEM: O documentário a ser produzido pelo projeto pretende proporcionar uma experiência imersiva na jornada de Jorge Bodanzky e seu encontro com duas diferentes etnias indígenas. A narrativa se desdobrará em momentos de exibição do filme, intercalados com debates e diálogos, destacando a importância da preservação da Amazônia e da sua diversidade, além da urgência da sua sustentabilidade. Será exibido em evento paralelo à COP29 e associado à uma palestra de Jorge Bodanzky e posteriormente disponibilizado no site de divulgação do projeto e exibido em mostras e festivais.Total: produção e lançamento de 1 filme documentário Público esperado: 15.500 pessoas TOTAL DE ATIVIDADES DO PROJETO: 8 ATIVIDADES ANUAIS PÚBLICO TOTAL BENEFICIADO: 38.530 PESSOAS
O ano de 2024 marca a efeméride dos 50 anos do lançamento do filme Iracema, Uma Transa Amazônica, de Jorge Bodanzky, uma produção que inovou _ para os padrões nacionais _ na forma de fazer cinema e _ para os padrões mundiais _ no uso de um filme como uma reflexão crítica, talvez um manifesto, sobre o paradigma de desenvolvimento que o Governo Brasileiro propunha para a região da Amazônia do Brasil. Neste meio tempo, diversas outras produções do cineasta revisitaram a temática dos impactos da ação antrópica sobre o bioma amazônico e suas consequências para o meio ambiente e para o clima. Quase cinquenta anos depois, o cineasta lançou um novo filme-manifesto, Amazônia, a Nova Minamata?, fazendo nova reflexão crítica sobre os impactos dos rumos do desenvolvimento da região, alertando agora para a questão da contaminação dos rios amazônicos e dos povos que deles vivem pelo mercúrio usado abundante e ilegalmente pelos garimpos clandestinos que infestam a Região. Por estes trabalhos Bodanzky recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, sendo homenageado em diversas mostras de cinemas pelo país. (VER LISTA DE PREMIAÇÕES NO PORTFÓLIO EM ANEXO) Neste meio tempo, o Governo Brasileiro ofereceu e teve aceita a proposta de realizar a convenção das partes sobre mudança climática (COP30) na cidade de Belém do Pará, com programação prevista para o final do ano de 2025. Oportunidade em que todos os olhares do mundo tenderão a se voltar para a Amazônia e para o papel que o uso racional e sustentável do bioma pode desempenhar como parte do esforço global de mitigar os efeitos da ação humana sobre o clima do planeta. O somatório dessas ocorrências deu oportunidade para que, em conjunto com o cineasta, a proponente desenhasse e propusesse um empreendimento de grande envergadura que se decidiu por chamar de BODANZKY, 50 ANOS DE AMAZÔNIA. Um movimento que une a arte, a ação política, a ação prática e um manifesto global com o foco na promoção de uma reflexão crítica sobre o modelo de desenvolvimento que precisa ser adotado para a Região Amazônica, seu papel nas mudanças climáticas e as responsabilidades que todos _ governos, empresas, ongs, população em geral _ devem assumir neste desafio. O projeto acontecerá em 2 fases, independentes, mas complementares, intituladas como FASE 1: O RIO + O PLANETA (este projeto) e FASE 2: A ESTRADA + O PLANETA (a ser proposto futuramente). Ao reconhecer e apoiar a obra de Bodanzky, a Lei Federal de Incentivo à Cultura afirmará a relevância do legado do autor e seu potencial mobilizador a respeito de temas tão atuais quanto urgentes à medida que dá luz e voz às riquezas e mazelas da Amazônia brasileira através de suas obras artísticas, sejam elas fílmicas, expográficas e/ou educativas. Além disso, direcionará o olhar do público e do mundo não apenas para a floresta Amazônica vista do alto, mas convidará a adentrar a selva por meio de seus rios e estradas tendo como foco a realidade enfrentada pelas populações originárias tanto na selva como em seu entorno. Como ações de cuidado e conscientização, contribuirá para o bem estar dos povos indígenas ao levar profissionais da saúde e palestras com temas de preservação ambiental, arte, costumes e cultura como bens imateriais. A exibição do filme documental (média-metragem) do trabalho realizado por este importante cineasta associada à COP29, uma das propostas deste projeto, é a oportunidade de levar a temática para um público diverso, de todas as nacionalidades, assim como para a imprensa, formadores de opinião e para as discussões de líderes mundiais que possam direcionar ações políticas para a preservação da Amazônia. Assim, se faz ainda mais necessário o uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para viabilizar o seu financiamento. Dessa maneira, a proposta aqui apresentada se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto se enquadra ainda nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Considerando todo o exposto, o presente projeto tem como principal justificativa festejar os 50 anos de atuação do cineasta Jorge Bodanzky na questão amazônica, promovendo um resgate histórico e a divulgação de sua produção que fomenta o olhar e uma análise críticas desde o filme Iracema, Uma Transa Amazônica. Na missão de preservar e divulgar o trabalho do artista e promover o acesso e a valorização do patrimônio cultural do país, o Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais torna-se caminho fundamental para o financiamento das atividades propostas.
Materiais adicionais anexos: 1. PORTFÓLIO BODANZKY 2. PORTFÓLIO PROPONENTE - CHRIS SALDANHA CULTURAL 3. PROPOSTA EXPOGRÁFICA DA EXPOSIÇÃO " Bodanzky, 50 anos de Amazônia" NO MIS-PA 4. CARTA DE DESTINAÇÃO CULTURAL DE BENS 5. CARTA DE ANUÊNCIA LOCAL – MIS-PA 6. CARTA DE ANUÊNCIA ARTISTA – JORGE BODANZKY 7. CARTAS DE ANUÊNCIA PARTICIPAÇÃO - EQUIPE 8. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO PARA O PROJETO "BODANZKY, 50 ANOS DE AMAZÔNIA - fase 1: O Rio + O Planeta” ESTÃO PREVISTAS VIAGENS PARA OS SEGUINTES TRECHOS E EQUIPE DE TRABALHO: TRECHOS DE PASSAGENS: RJ / SP / MG / BSB > Belém > RJ / SP/ MG / BSB RJ / SP > SINOP > RJ / SP RJ / SP > SANTARÉM > RJ / SP RJ / SP > BOA VISTA > RJ / SP SP > YEREVAN/ARMENIA > SP OBS: PARA EFEITOS DE CADASTRO, OS TRECHOS REFERENTES À ARMÊNIA, ASSIM COMO TODOS OS CUSTOS RELACIONADOS AO PRODUTO ESPECÍFICO PREVISTO PARA ESTE PAÍS, FORAM SUBSTITUÍDOS NO PLANO DE DISTRIBUIÇÃO E PLANILHA POR RIO DE JANEIRO. BENEFICIÁRIOS DAS PASSAGENS: Trechos Internacionais: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAI (ARMÊNIA): Artista principal (com assessor) + diretor de filmagem Total: 3 pessoas OBS: Para o cineasta Jorge Bodanzky, no trecho internacional, foi calculado o valor de passagem aérea na categoria executiva para melhor acomodação do mesmo que possui idade avançada (80 anos) e necessita chegar ao destino com disposição para realizar trabalhos do projeto nos prazos previstos. Trechos nacionais: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS (BELÉM) - Equipe de coordenação geral/de produção/educativa/curadores/expógrafo/consultores/artista para as fases de pré-produção e/ou produção do projeto. 20 trechos (ida e volta) para 14 pessoas ENCONTROS/PALESTRAS e OFICINAS - Equipe de diretor/coordenador de produção/consultor técnico e assistentes de produção. 10 trechos (ida e volta) para 5 pessoas Diretor do Filme: Jorge Bodanzky Produtor de impacto do filme/ coordenador de produção: Nuno Godolphim Assistentes de produção: 2 pessoas a definir Consultor técnico de dublagem: a definir MÉDIA METRAGEM - Equipe de filmagem (direção/câmera/consultor de som) 6 trechos (ida e volta) para 3 pessoas
.EXPOSIÇÃO "BODANSKY, 50 ANOS DE AMAZÔNIA': • Materiais impressos e didáticos: Catálogo da exposição: 30 páginas com miolo em papel couchê 150g e impressão colorida, para ser distribuída gratuitamente ao público/alunos, museus, bibliotecas, ong's parceiras, artistas, entendidas culturais aldeias,, com o conteúdo da exposição. Capa em cartão supremo 250g colado. TIRAGEM PREVISTA: 5.000 unidades. Apenas custos de impressão em planilha. Item orçamentário: "MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO" Cartilha do educativo da exposição: com uma linguagem fácil e acessível visando atender também crianças e jovens da rede escolar , a cartilha visa traçar percursos didáticos a partir da conceituação da exposição e de seus pontos sensíveis que serão foco de discussão, a partir de uma abordagem artística, lúdica e propositiva, sendo um convite à participação. Livreto com 10 páginas com miolo em papel couchê 120g e impressão colorida, para ser distribuída ao público/alunos, com o conteúdo da exposição. Capa em cartão supremo 250g grampeado. TIRAGEM PREVISTA: 3.000 unidades. Apenas custos de impressão em planilha. Item orçamentário: "MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO" Palestras: Organização de 1 palestra e debate com previsão de uma hora e meia no lançamento da exposição "Bodanzky, 50 anos de Amazônia" no Museu da Imagem e do Som (MIS) em Belém do Pará, com a participação do próprio Jorge Bodanzky e convidados, após a exibição de filmes. Será considerado espaço específico (auditório ou sala de conferência) e infra estrutura (equipamento de projeção, sistema de som, iluminação e assentos já existentes no espaço). Os temas e conteúdos abordados para os debates serão em torno dos temas principais dos filmes de Bodanzky e questões relacionadas à Amazônia, possivelmente incluindo contextos históricos, impacto ambiental, questões sociais e culturais da região também retratadas nas obras do cineasta. Prevista a participação do público com perguntas e interações com os palestrantes. A mesma iniciativa ocorrerá na COP29 juntamente com o lançamento do média-metragem, contando com a participação de público internacional e abordando questões globais com foco na Amazônia. Momento aldeias: 1)ENCONTROS E PALESTRAS PARA OS POVOS MUNDURUKU, YANOMAMI E KAYAPÓ CIRCUITO DO FILME AMAZÔNIA, A NOVA MINAMATA? DUBLADO NOS TERRITÓRIOS MUNDURUKU, KAYAPÓ E YANOMAMI: Apresentar o filme adaptado para cada língua, em uma aldeia principal de cada etnia, promovendo a formação de agentes multiplicadores para seguir com as exibições e debates em outras comunidades. A realização de encontros e palestras nas aldeias indígenas, com a exibição do filme "Amazônia, a nova Minamata?" como elemento central, requer uma especificação técnica cuidadosamente planejada para garantir a eficácia e a relevância do evento, e tendo em vista a logística complexa de infraestrutura e transporte. Tais ações contemplam: Estrutura e equipamentos de audiovisual adequados: serão providenciados um sistema de projeção adequado aos ambientes externos nas aldeias, com uma tela de projeção visível e autoportante, dando oportunidades para que todos integrantes possam participar. O sistema de som suficiente para permitir que todos ouçam o documentário e os palestrantes, garantindo a eficácia da iniciativa. Espaço de Encontro Adaptado: O local escolhido nas aldeias para a exibição e para as palestras precisa ser adequado, espaço amplo, cadeias móveis atendendo a todos os membros interessados das comunidades indígenas, assim como respeitando suas práticas culturais e sociais. Estrutura de Debate e Palestra: Após a exibição do filme, será organizado um debate guiado e palestras que se relacionem com os temas apresentados no documentário. Estes debates devem ser conduzidos de forma a incentivar a participação da comunidade, permitindo que compartilhem suas experiências e perspectivas. Mediação Cultural e Linguística: Considerando as diferenças culturais e linguísticas, é essencial ter mediadores ou intérpretes que possam traduzir e contextualizar tanto o conteúdo do documentário quanto as discussões subsequentes, garantindo a compreensão e o engajamento efetivo dos participantes. Cartilha informativa para comunidades indígenas: As cartilhas serão elaboradas conforme a cultura de cada etnia, utilizando com base o material desenvolvido pela FioCruz, no campo da saúde, e trabalhará com ilustrações feitas pelos próprios indígenas com participação também das crianças, adolescentes e jovens. Tais materiais serão disponibilizados para as comunidades e para uso nas escolas. Está prevista tiragem de 3.500 unidades. Folders - Cartilha/Folder. Fechado 150x300: 600x300mm, 4x4 cores, Tinta Escala em Cartão Duo Design 250g. Saida em CTP. Prova Xerox. Pré Impressão, Vincado e Dobrado. Obs.: * 3 Dobras Paralelas 2) OFICINAS DE FORMAÇÃO AUDIOVISUAL PARA OS POVOS MUNDURUKU, YANOMAMI E KAYAPÓ Com previsão de 4 dias de oficinas de formação audiovisual para os povos originários (12 horas no total, sendo 3 horas por dia, entre atividades teóricas e práticas), as mesmas serão cuidadosamente elaboradas para respeitar e integrar a cultura e as tradições indígenas, enquanto oferecem um treinamento técnico e prático na produção de vídeo. Essas oficinas abrangem desde o básico da cinematografia até aspectos mais avançados da produção audiovisual. Uma ênfase especial é dada à narrativa visual que reflete e preserva a identidade cultural indígena e dos seus territórios. Os participantes têm a oportunidade de aprender utilizando equipamentos profissionais e são encorajados a desenvolver projetos que contem suas histórias, seus modos de vida, dificuldades e perspectivas. Tais oficinas visam não só aprimorar habilidades técnicas, mas também fortalecer a expressão cultural e a voz das comunidades indígenas junto ao meio audiovisual e à sociedade. Estas estão planejadas para atender a 30 participantes, distribuídos igualmente entre três diferentes etnias. Este arranjo não só promove a diversidade cultural, mas também a troca de conhecimentos e experiências entre as diferentes comunidades. A meta principal é capacitar esses indivíduos para que se tornem multiplicadores e irradiadores de suas culturas, habilidades e conhecimentos audiovisuais. Ao aprenderem a capturar e compartilhar suas histórias através do vídeo, eles podem transmitir esses conhecimentos para outras aldeias e indígenas, promovendo assim a preservação e difusão de suas tradições e perspectivas culturais únicas. Este aspecto de formação de multiplicadores é crucial para garantir um impacto sustentável e de longo alcance dessas oficinas nas comunidades indígenas. 3) MÉDIA METRAGEM/MAKING-OFF DOCUMENTAL (26'') O RIO POR BODANZKY: O cineasta Jorge Bodanzky é um personagem ao mesmo tempo fascinante e encantador, com uma experiência de vida extraordinária. Depois de 50 anos filmando Amazônia, o cineasta, hoje octogenário, continua militando pelas populações locais, usando o cinema como arma. O registro vai acompanhar o cineasta durante esta primeira etapa que projetará seu filme “Amazônia, a nova Minamata?” em aldeias indígenas Yanomami, Munduruku e Kayapó, intercalados com debates e diálogos, destacando questões fundamentais de sobrevivência e a preservação dos modos de vida, assim como a importância da preservação da Amazônia e da sua diversidade e abordando a urgência da sustentabilidade para a região com intuito de sensibilizar as populações locais sobre os riscos da contaminação das águas pelo mercúrio. A forma única de diálogo estabelecida por Bodanzky junto aos povos originários, durante os momentos de oficinas formativas em audiovisual, pretende orientar os participantes para descobrirem, afinarem e afirmarem os seus olhares sobre as questões que os rodeiam. Neste momento em que a questão climática e a preservação do meio ambiente são centrais e urgentes, o filme vai trazer à cena, Jorge Bodanzky atuante, saindo por detrás das lentes e assumindo um papel provocador de reflexões e debates, imortalizando com contundência o seu olhar sobre o mundo. O documentário em formato média metragem será exibido em evento paralelo à COP29. CRONOGRAMA E METODOLOGIA: DIA 01 - Chegada na aldeia, instalação da equipe e reunião preliminar com a população local. Identificação dos candidatos a agentes multiplicadores da ação. Convites para as comunidades próximas por rádio ou através de enviados para a exibição. Como as localidades são prioritariamente ligadas pelos rios e as populações indígenas não têm recursos para o deslocamento, serão enviados barcos com combustível para que as comunidades vizinhas possam participar da ação. DIA 02 - Inicialmente será realizada uma oficina para exibição de cinema indigena, ensinando coletivos audiovisuais indígenas a utilizarem os sistema de projeção que serão doados às comunidades (conforme documento de destinação cultural de bens anexado). Serão formados entre 6 e 10 agentes multiplicadores da ação em cada etnia. Oficina de formação em audiovisual. . DIA 03 - Preparação da exibição, definição do local da projeção e montagem do espaço, com fornecimento de energia, estrutura para o projetor, tela de projeção, cadeiras, etc. Recepção das comunidades próximas que se deslocarão para o evento. Oficina de formação em audiovisual. DIA 04 - Exibição do filme, seguido de debate e registro das principais perguntas e demandas das comunidades sobre o tema. Oficina de formação em audiovisual. DIA 05 - Um encontro complementar será realizado após a exibição para que os coletivos analisem o material levantado durante a exibição, aprimorem seu método de como conduzir os debates e o esclarecimento de dúvidas sobre o efeito do mercúrio na saúde, as soluções para a segurança alimentar e as alternativas econômicas ao garimpo no território Munduruku. O objetivo final é que cada coletivo seja capaz de seguir exibindo o filme em pelo menos mais 5 a 10 aldeias levando a discussão para todo o território. Oficina de formação em audiovisual. DIA 06 - Retorno para o pólo urbano mais próximo. EQUIPE EXIBIÇÃO-OFICINAS: Diretor do Filme: Jorge Bodanzky Produtor de Impacto do filme: Nuno Godolphim ou Carol Ribas Convidado Liderança Indigena externa: A definir conforme a localidade Convidado Saúde: A definir conforme a localidade Convidado Meio Ambiente-Desenvolvimento Comunitário: A definir conforme a localidade Produtor local (logística): Representante da instituição parceira do povo: ISA ou PSA ou KABU Oficineiro: A definir conforme a localidade Assistente de Oficineiro: A definir conforme a localidade EQUIPE MAKING-OFF: Diretor: Alice de Andrade Cinegrafista/logger: a definir Tec de som/assistente de câmera: a definir Para a idealização e viabilização do projeto estão sendo costuradas parcerias com a LIGA DOS POVOS INDÍGENAS NA DEFESA DOS TERRITÓRIOS CONTRA O GARIMPO, através do ISA, para definir com os povos os locais das exibições. PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO: 6 meses COORDENAÇÃO E REALIZAÇÃO: Aliança em Defesa dos Territórios/ISA e Equipe Amz-Minamata
ACESSIBILIDADE: medidas presentes na proposta cultural que busquem oferecer à pessoa com deficiência, idosa ou com mobilidade reduzida espaços, atividades e bens culturais acessíveis, favorecendo sua fruição de maneira autônoma, por meio da adaptação de espaços, assistência pessoal, mediação ou utilização de tecnologias assistivas, cumprindo as exigências que lhe forem aplicáveis contidas nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS - Bodanzky, 50 anos de Amazônia Museu da Imagem e do Som – Pará (MIS-PA) e COP 29 (Local: COP 29 em país a definir (estipulado em país da Eurásia para fins de orçamento) ACESSIBILIDADE FÍSICA: os espaços selecionados para abrigar a exposição conterão elementos estruturais de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou idosas, ou serão fornecido pelo projeto, tais como: a) rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas; b) rampas; c) banheiros adaptados para pessoas com deficiência; d) iluminação adequada; e) demais recursos que permitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosas e pessoas com deficiência. itens orçamentários x “ARQUITETO/ENGENHEIRO”, “CENOGRAFIA”, “LOCAÇÃO DE CADEIRA DE RODAS”; “PROJETO EXPOGRÁFICO”; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: ) ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual ao conteúdo dos produtos culturais gerados pelo projeto, pela iniciativa ou pelo espaço, tais como: a) Língua Brasileira de Sinais - Libras; VÍDEO LIBRAS DA EXPOSIÇÃO - Item orçamentário: "PRODUÇÃO DE IMAGEM (AUDIOVISUAL)"; b) legendas para surdos e ensurdecidos; VÍDEO DA EXPOSIÇÃO LEGENDADO - Item orçamentário: Item orçamentário: "LEGENDAGEM"; "PRODUÇÃO DE IMAGEM (AUDIOVISUAL)"; c) Visitas guiadas para pessoas com deficiência Item orçamentário: "MONITORES"; d) linguagem simples: textos de fácil compreensão, frases curtas, altura dos olhos, espaçamento / fonte de fácil leitura. Item orçamentário: “PRODUÇÃO DE TEXTO”; “PROJETO GRÁFICO”; “PROJETO EXPOGRÁFICO” e) Deficientes Visuais: Linguagem oral com a narrativa, contratação de um consultor de acessibilidade que contribuirá com sugestão de outras medidas de acessibilidade Item Orçamentário: CONSULTOR DE ACESSIBILIDADE. 2) ACESSIBILIDADE ESTÉTICA: criação de formas expressivas de acesso à experiência de encontro com a arte. A acessibilidade estética é uma política conectada com a expressividade da obra buscando uma conexão mais emotiva que visa proporcionar acessos, através de multilinguagens, às diferentes deficiências para a experiência estética e sensorial que é tanto de fruição quanto de reflexão sobre emoções e questões sociais do entorno. Será contratada uma consultoria de acessibilidade que trabalhará, entre todas as demais, a multissensorialidade como recurso inclusivo, a fim de explorar a potência de cada corpo que visita a exposição. Item orçamentário: "CONSULTOR DE ACESSIBILIDADE" e "DESENVOLVIMENTO/MATERIAL DE MULTISSENSORIALIDADE" ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: Contratação de profissional capacitado para o atendimento de visitantes e usuários distintos e para o desenvolvimento de uma exposição acessível desde a sua concepção que prevê: a) capacitação de equipes atuantes nos projetos culturais CONTRATAÇÃO DE MONITORES PARA ACOMPANHAMENTO DA EXPOSIÇÃO - Item orçamentário: "MONITORES"; b) contratação de profissionais especializados em acessibilidade cultural; (CONSULTOR DE ACESSIBILIDADE PARA FORMAÇÃO - Item orçamentário: "CONSULTOR DE ACESSIBILIDADE"; Obs: Para as palestras (linguagem oral) correlatas à exposição no MIS-PA está prevista a contratação de tradutor de libras. Item orçamentário: “INTÉRPRETE DE LIBRAS” Momento Aldeias PRODUTOS ENCONTRO/PALESTRAS e OFICINAS (Formação audiovisual) ACESSIBILIDADE FÍSICA: e) demais recursos que permitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosas e pessoas com deficiência. itens orçamentários: todos referentes à este produto O terreno natural das aldeias indígenas, situadas em locais remotos ou em terrenos acidentados, pode apresentar desafios significativos para a implementação de recursos de acessibilidade, inviabilizando as intervenções. Outro ponto relevante é a forte ênfase à preservação cultural, suas tradições, e do meio-ambiente, nas culturas indígenas, que limita modificações dentro da comunidade. A logística e transporte para áreas remotas adiciona outra camada de dificuldade ao processo.Considerando toda esta complexidade, o projeto proporciona a acessibilidade à distintos perfis, não só aqueles com necessidades especiais mas à todo comunidade indígena, à medida em que desloca as ações do projeto para o próprio habitat dos povos originários usufruindo da própria arquitetura das aldeias. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual ao conteúdo dos produtos culturais gerados pelo projeto, pela iniciativa ou pelo espaço, tais como: d) linguagem simples: dublagem do filme do filme Amazônia, a nova Minamata? para as línguas originais em cada etnia (Munduruku, Kayapó e Yanomami) para facilitar a compreensão Item orçamentário: “PRODUÇÃO DE TEXTO”; PRODUTO MÉDIA-METRAGEM ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: 1) ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual ao conteúdo dos produtos culturais gerados pelo projeto, pela iniciativa ou pelo espaço, tais como: a) legendas para surdos e ensurdecidos (LSE); MÉDIA-METRAGEM LEGENDADO. Estas são legendas que não apenas transcrevem os diálogos, mas também incluem descrições de sons importantes, como música, risadas, efeitos sonoros, etc. Libras ou Outras Linguagens de Sinais: Alguns filmes podem incluir uma janela de intérprete de língua de sinais para ajudar pessoas com deficiência auditiva. - Item orçamentário: "LEGENDA DESCRITIVA"; b) Áudio-descrição: Uma faixa de áudio que descreve visualmente o que está acontecendo na tela. Útil para pessoas com deficiência visual. - Item orçamentário: "LEGENDA DESCRITIVA"; c) Libras - - Item orçamentário: "LEGENDA DESCRITIVA"; d) Movie reading: sistema de acessibilidade total via celular - Item orçamentário: "LEGENDA DESCRITIVA";
A estratégia de Democratização de Acesso que contempla os produtos descritos nos objetivos específicos considera que a distribuição, ampliação e comercialização ocorrem da seguinte maneira: A) DISTRIBUIÇÃO: Conforme previsto nos demais campos do projeto e no plano de distribuição, o presente projeto será 100% gratuito ao público beneficiário, nos termos do Art. 27, inciso II da IN MINC 01/2023. O perfil do público beneficiário previsto é o seguinte: - Sociedade em geral de todas as faixas etárias e camadas sociais, mas especialmente jovens e adultos; - Agentes Culturais nacionais e internacionais; - Comunidade de artistas/cineastas/historiadores/educadores que têm como referência a obra de Bodansky; - Profissionais, empreendedores, empresas e coletivos; - Servidores da Cultura e Educação da rede pública de ensino, comunidades escolares e universidades públicas e particulares e outras instituições de ensino; - Agentes governamentais federais, dos estados e municípios da Amazônia Legal e outros; - Sociedade civil organizada e associações, incluindo as pessoas com deficiência; - Acadêmicos e pesquisadores interessados nos temas; - Povos indígenas das etnias Munduruku, Yanomami, Kaiapó, habitantes da Amazônia e detentores do patrimônio imaterial; - Lideranças governamentais e indígenas; - Imprensa e formadores de opinião nos temas abordados; - Comunidade internacional em geral e - demais interessados. B) OUTRAS MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO (ARTIGO 28 DA IN 01/2023): Art. 28, III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos: CONTRATAÇÃO DE ÔNIBUS PARA A EXPOSIÇAO EM BELÉM E DE BARCOS PARA FACILITAR O DESLOCAMENTO DE GRUPOS INDÍGENAS AOS LOCAIS DE REALIZAÇAO DOS ENCONTRO E PALESTRAS. - Item orçamentário: "aluguel de ônibus"; e barcos "transporte local" Art. 28, IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal: PLATAFORMA (SITE) COM DIVERSAS OBRAS DO ACERVO FOTOGRÁFICO E FILMOGRÁFICO E CONTEÚDOS DIVERSOS DAS FASES DO PROJETO. - Item orçamentário: "CUSTOS VINCULADOS DIVULGAÇÃO" Art. 28, X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC): Doação de equipamentos de projeção/filmagem e registro para a fase aldeias, possibilitando a ampliação do acesso a outras comunidades indígenas. item orçamentário "AQUISIÇAO DE UTENSILIOS ELÉTRICOS PARA OFICINA". (ver termo de doação anexado) Neste sentido, busca-se atender a um público maior e minimizar as dificuldades de deslocamento das pessoas mais vulneráveis além de facilitar a montagem de estrutura de telão/projetor inserido nas próprias comunidades e fornecer transporte por barco para que aldeias do entorno também possam comparecer aos encontros.
I) PROPONENTE DO PROJETO: CHRISTIANA SALDANHA CULTURAL LTDA. FUNÇÃO NO PROJETO: COORDENAÇÃO GERAL E GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA – A Proponente será remuneradA por tais função, conforme consta na planilha orçamentária do projeto e também está previsto na etapa de Custos Administrativos. A proponente é inteiramente responsável pela gestão e processo decisório do projeto. CURRÍCULO: Empresa que atua em consultoria, estudos e pesquisas, desenvolvimento de projetos e programas sociais e culturais e gestão de patrocínios. Tem como sócia Christiana Saldanha com sólida experiência construída ao longo de mais de 20 anos na gestão das áreas social e cultural. Christiana Saldanha – É consultora e sócia da Chris Saldanha Cultural Ltda. Sólida experiência construída ao longo de mais de 20 anos na gestão das áreas Social e Cultural, com ênfase em projetos, inteligência territorial, patrocínios na Vale | Instituto Cultural Vale e cooperação internacional na UNESCO. Atuação em organismo internacional, instituições do terceiro setor, área de patrocínios e responsabilidade social. Ampla base conceitual e prática nas dimensões funcionais de planejamento, estratégia, gestão, marketing, elaboração e desenvolvimento de programas e projetos culturais e sociais, gestão de patrocínios, capacitação técnica, avaliação de projetos culturais, articulação e parcerias institucionais. Competência na concepção e implantação de projetos, liderança de grandes equipes, multiculturais e multifuncionais distribuídas em 5 estados. Graduada em Engenharia pela PUC RJ, MBA em Marketing pela COPPEAD UFRJ, Especialização em Gestão de Políticas Públicas pelo Instituto de Economia UFRJ, Especialização Cidade, Território e Comunicação/ Desenvolvimento Territorial pela UFRJ, Gerência na Indústria do Entretenimento pela Universidade da Florida. Foi diretora do Instituto Cultural Vale; gerente de Patrocínios da Vale na Diretoria de Comunicação e de Investimento Social; gerente geral de gestão e planejamento da Diretoria de Responsabilidade Social Corporativa da Vale; gerente da área de sistematização e programas sociais e coordenadora de território da Fundação Vale; assessora e oficial no escritório da UNESCO no Rio de Janeiro. II) EQUIPE 1) NOME: JORGE BODANZKY (ARTISTA)FUNÇÃO NO PROJETO: DIRETOR ARTÍSTICO/CURADOR/PALESTRANTE (de todo o projeto) CURRÍCULO: Jorge Bodanzky é diretor, roteirista e fotógrafo, nascido em São Paulo. Reconhecido por seu trabalho na produção de documentários e pela exploração de questões sociais e ambientais em seus filmes, é detentor de inúmeros prêmios nacionais e internacionais. Realizou também trabalhos no Ibama, a UNESCO e as televisões brasileira, alemã, francesa e italiana. É o cineasta que mais documentou a Amazônia, um trabalho que começou em 1968. Em 2022 foi o grande homenageado do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Sua estreia como diretor de cinema foi com Iracema, Uma Transa Amazônica (1974), um marco no cinema brasileiro que denunciava a questão da devastação da floresta. O filme foi um dos mais premiados da década em festivais nacionais e internacionais. Sua vasta produção audiovisual está sob a guarda do Instituto Moreira Salles. Em 2021 lançou um documentário em 6 episódios para a HBO, “Transamazônica, Uma Estrada para o Passado”, onde mostra que os problemas abordados em seu primeiro longa sobre o tema só aumentaram. Em 2022 lançou “Amazônia a Nova Minamata”, documentário que conta a saga do povo Munduruku para conter a contaminação de mercúrio que ameaça a saúde de todos os habitantes da floresta. 2) NOME: EFESUS Empreendimentos Sustentáveis FUNÇÃO NO PROJETO: COORDENAÇÃO TÉCNICA - MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO (de todo o projeto) CURRÍCULO: A EFESUS Empreendimentos Sustentáveis, criada em 2013, é uma empresa que atua na concepção, desenvolvimento e gestão de projetos e empreendimentos sustentáveis. Entre suas atividades a empresa desenvolveu uma metodologia de monitoramento e avaliação de projetos culturais e suas interfaces com os ODS e com políticas de ESG de financiadores e patrocinadores, trabalhando para empresas, organizações da sociedade civil e também com organizações multilaterais como a UNESCO. CURRÍCULO: Mariza Soares é administradora de empresas, com especialização em Elaboração, Monitoramento e Avaliação de Projetos pela FGV com Mestrado em Gestão Pública. Com mais de 20 anos de experiência em gestão de projetos sociais e culturais, trabalhou em organismos de cooperação internacional como o IICA e o PNUD. Também foi dirigente de organizações da sociedade civil com atuação em projetos culturais, educacionais e de formação profissional, especialmente aqueles voltados para jovens adultos, especialmente o Instituto Empreender, que presidiu por mais de 5 anos. Atualmente trabalha como consultora na área de gestão e no desenvolvimento de conteúdos e materiais voltados para o desenvolvimento socioprofissional de jovens e estratégias digitais para pequenos empreendedores. 3) NOME: RENATO THEOBALDO FUNÇÃO NO PROJETO: EXPOGRAFIA/CURADOR (para Exposição de artes visuais) CURRÍCULO: Iniciou sua carreira como cenógrafo em 1984, com o filme A Estrela Nua. Em 1996, assina a cenografia da ópera La Serva Padrona, no Sesi Minas de Belo Horizonte. Desde o ano 2000 participa do Festival Amazonas de Ópera, onde teve a oportunidade de criar a cenografia para as seguintes óperas: Il Guarany , O Condor e Don Giovanni, La Cenerentola, I Pagliacci, Norma, Poranduba, Ariadne auf Naxos, Faust e Anna Bolena. A partir de 2003 inicia sua colaboração com o Palácio das Artes, em Belo Horizonte com a cenografia das óperas Il Barbiere di Siviglia, Nabucco, Un Ballo In Maschera Rigoletto, Lucia di Lammermoor, Roméo et Juliette, Der fliegende Holländer. No Teatro São Pedro, em São Paulo, assina a cenografia das óperas Il Matrimonio Segreto, Water Bird Talk, The Bear, Porgy and Bess, I Pagliacci, Werther, Betrothal in a Monastery e Adriana Lecouvreur. Para o Teatro Alfa em 1999, cria a cenografia para Madama Butterfly. No Theatro Municipal de São Paulo, é sua a direção de arte da ópera Andrea Chénier e as cenografias de La Fille du Régiment, Walküre, Götterdämerrung, Ça Ira, Die Zauberflöte, Turandot e La voix humaine. Em 2018 participa no Theatro São Pedro da estreia nacional da obra do compositor Leoš Janáček com a criação da cenografia para Kátia Kabanová, e assina para a Silesian Opera House, em Bytom na Polônia, a cenografia da primeira opera de Mozart La Finta Giardiniera. Em abril de 2019, através da criação da cenografia, participa da produção da Opera Aida para o Erfurt Theater, na Alemanha e em junho a primeira produção brasileira para a Opera Vex Makropulos. Em 2021, fez sua primeira colaboração com a Ópera Nacional da Estônia com Die lustige Witwe. Paralelamente ao trabalho com operas, inicia o desenvolvimento de cenografia para musicais, entre os quais assina a cenografia para Alô, Dolly, Cabaré, Antes Tarde do Que Nunca e A Madrinha Embriagada e Peter Pan. Entre os anos de 2019 a 2022 cria para a Wroclaw Opera House da Polônia a cenografia para as seguintes operas: Don Giovanni, Così Fan Tutte e Le Nozze di Figaro, configurando uma trilogia da dupla Da Ponte e Mozart. Em 2022 assinou a cenografia de produções como O Aleijadinho e Die Zauberflöte, simultaneamente realizadas em Ouro Preto e Belo Horizonte, a cenografia para a Opera Don Giovanni no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e para as Operas Palestra para pássaros Aquáticos e O Canto do Cisne no Theatro São Pedro de São Paulo. 4) NOME: MARIANA FLORIA BAUMGAERTNER FUNÇÃO NO PROJETO: PESQUISADOR (para Exposição de artes visuais) CURRÍCULO: Mariana Floria Baumgaertner é formada em Ciências Sociais pela FFLCH-USP e mestranda em Antropologia Social na mesma instituição. Atua desde 2016 com acervos audiovisuais, especialmente naqueles relacionados a povos indígenas e populações tradicionais. Foi bolsista no Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP, estagiária e analista de documentação no Instituto Socioambiental e assessora de documentação no acervo Guarani do Centro de Trabalho Indigenista. Desde 2019 colabora em projetos de valorização cultural com o povo Mebengokré-Xikrin, em iniciativas de retomada de seu acervo histórico, e em 2022 participou da produção do curso de formação audiovisual em aldeias Guarani e Tupi do litoral de São Paulo. Em 2023 iniciou o trabalho de pesquisa e catalogação do acervo Jorge Bodanzky, no Instituto Moreira Salles, com o qual vem colaborando desde então. 5) NOME: NUNO GODOLPHIM FUNÇÃO NO PROJETO: COORDENAÇÃO GERAL - PRODUÇÃO (fase ENCONTROS/PALESTRAS + OFICINAS) CURRÍCULO: Nuno Godolphim é produtor, pesquisador e roteirista. Especializado em criar, formatar e produzir documentários, séries e programas para televisão, tendo centenas de horas de programação entregues para canais como HBO, TV GLOBO, ESPN, History Channel, Curta, TV Brasil Futura e muitos outros. Morou em Santarém, no Pará, na década de 1980 quando foi documentarista do projeto de desenvolvimento comunitário SAÚDE ALEGRIA. Desde então, fez diversos filmes documentais e séries de TV sobre a região. Recentemente roteirizou e produziu a série TRANSAMAZÔNICA - UMA ESTRADA PARA O PASSADO (6x60) para a HBO, dirigida por Jorge Bodanzky, lançada em 2021, que analisa as consequências do modelo predatório de ocupação da Amazônia. Foi considerada como Melhor Série Documental do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2022. Em 2020, em plena pandemia, foi criador e produtor da série “POR UM RESPIRO"/GLOBO PLAY – série doc-reality, que documentou o dia a dia das UTIs do Hospital Pedro Ernesto/RJ no enfrentamento da COVID, antes que as vacinas chegassem em nosso país. Atualmente trabalha na campanha de distribuição de impacto do documentário "AMAZÔNIA, A NOVA MINAMATA?", produzido e roteirizado pelo próprio, filme dirigido por Jorge Bodanzky sobre a contaminação por mercúrio que atinge a etnia Munduruku e os ribeirinhos do rio Tapajós. Lançado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 2022 onde ganhou a Menção Honrosa- Humanidades. 6) NOME: Montanha Russa Cinematográfica – ALICE DE ANDRADE FUNÇÃO NO PROJETO: DIRETOR CINEMATOGRÁFICO (para média-metragem) CURRÍCULO: Cineasta, roteirista, gestora de projetos culturais e de restauração e preservação fílmica. Formada em roteiro na EICTV, Cuba, com Mestrado e Master em valorização dos patrimônios cinematográficos pela Universidade Paris 8, França, e pela ECA – USP. Foi a coordenadora técnica da restauração digital das obras completas de Joaquim Pedro de Andrade. Esteve à frente do projeto que classificou os cinejornais cubanos, Noticieros Latinoamericanos ICAIC, como memória do mundo pela UNESCO e promoveu sua digitalização pelo INA, na França. Escreveu e dirigiu três longas-metragens, uma dezena de médias-metragens documentais para a televisão francesa e brasileira, além da série documental AMORES CUBANOS, disponível na GloboPlay. 7) NOME: Studio QI13 FUNÇÃO NO PROJETO: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO (para todo o projeto) CURRÍCULO: Fundado em fevereiro de 2023, Studio QI13 é um hub criativo que atua nas áreas de Cinema, Arquitetura, Design Gráfico e Marketing, com foco nos micro, pequenos e médios empresários. NOME: LILIA LUSTOSA (CURADORIA da Exposição de Artes Visuais) CURRÍCULO: Profissional com sólida trajetória internacional nas áreas de cinema, educação e empreendedorismo. Doutora em História e Estética do Cinema pela Universidade de Lausanne, Suíça, onde defendeu a tese intitulada L’« instant prégnant » du Cinema Novo Brésilien - Un double mouvement de décolonisation en quête de légitimité”, sob orientação do Prof. François Albera, se especializou em cinema brasileiro, tendo escrito artigos acadêmicos sobre os cineastas Glauber Rocha, Joaquim Pedro de Andrade, Paulo César Saraceni, entre outros. Com uma carreira que abrange a crítica cinematográfica e o ensino de história do cinema brasileiro, Lilia Lustosa tem também experiência na área de curadoria, com os eventos organizados para a Embaixada Brasileira em Buenos Aires: “Cinema novíssimo” (Universidad Di Tella / MALBA); “Memórias de Santa Fe: Brasil y Argentina unidos por el cine” (Festival Santa Fe de Películas), em Santa Fe; “Cúpula de estrellas” (Centro Cultural Kirchner); além da participação do documentário Olhar de Nise no Ciclo de cine internacional Siete Mares, em Mar de Plata. Sócia-gerente do Studio QI13 desde fevereiro de 2023, uma agência criativa que atua nas áreas de cinema, design gráfico e arquitetura, Lilia Lustosa desempenha também o papel de Embaixadora Master do Clube Mulheres de Negócios de Portugal no México, destacando sua liderança e envolvimento ativo na promoção do networking entre empreendedores espalhadas por 4 continentes. Sua fluência em português, inglês, francês e espanhol, além de suas publicações, apresentações em conferências internacionais e curadorias de eventos ligados à sétima arte, ilustram sua versatilidade e compromisso com a disseminação do conhecimento cinematográfico e cultural brasileiros. 8) NOME: THEODO PROJETOS CULTURAIS - MARIANA THEODORICA FUNÇÃO NO PROJETO: ELABORAÇÃO DE PROJETO (para todo o projeto) e COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA (para Exposição de artes visuais) CURRÍCULO: Publicitária e mestre em Comunicação e Indústrias Criativas pela Universidade de Alicante (Espanha) possui experiência em marketing e sustentabilidade de projetos culturais. Tem especial interesse na investigação da construção de marcas úteis, estratégias de Responsabilidade Social Corporativa e na contribuição da cultura na Agenda ESG, temas da sua dissertação de mestrado concluído em 2022. Atuou por oito anos no Departamento de Marketing e Relacionamento do Instituto Cultural Filarmônica na elaboração dos projetos para as leis de incentivo à cultura e na gestão dos patrocínios da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Participou também das estratégias de captação e da produção de propostas e materiais relacionados à venda dos projetos da Filarmônica durante 9 temporadas anuais. Em experiências anteriores assessorou a ONG "Favela é isso aí" no trabalho de construção da cidadania a partir do apoio e divulgação das ações de arte e cultura da periferia. Atualmente é diretora da THEODO Projetos Culturais, coordenadora executiva do projeto educativo do CCBB-SP pela AKA Cultural, assessora de planejamento da Curadoria Musical do Instituto Inhotim e realiza consultorias de marketing, elaboração e gestão de projetos, especialmente na área cultural. 9) NOME: GKS FUNÇÃO NO PROJETO: CONSULTORIA - SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS (para todo o projeto) CURRÍCULO: A empresa busca inspirar e ser inspirada por referências realizadoras, e conciliar a experiência de mais de 25 anos de atuação com a energia de uma startup social. Com ponto de partida no reconhecimento da singularidade de cada ambiente trabalha apoiada em metodologias ágeis, colaborativas, com resultados comprovados, buscando inovações permanentes e a convergência de interesses dos stakeholders. O conceito de inteligência territorial sintetiza a forma de compreender com sensibilidade os ambientes onde atua, proporcionando o equilíbrio entre o olhar estratégico, os objetivos dos clientes e a dinâmica dos territórios, consolidando estes aspectos no desenho de iniciativas e programas ajustados às oportunidades locais de soluções.Desenvolve projetos estruturantes fundamentados em princípios éticos e parcerias de longo prazo, orientados para a construção de um mundo melhor. É signatária do Pacto Global da ONU e assume o compromisso de torná-lo parte de estratégia de negócios, operações e estrutura organizacional. Apoia a missão de viabilizar um movimento global sustentável de empresas e partes interessadas. #UnindoNegócios. Com aliança estratégica global com o Grupo Almaviva, líder italiano na Tecnologia de Informação e Comunicação; possui uma consolidada experiência e um profundo conhecimento sobre os vários setores de mercado, tanto público como privado. 10) NOME: FERNANDA VICTÓRIO FUNÇÃO NO PROJETO: ASSISTENTE (para todo o projeto) CURRÍCULO: Publicitária e pós-graduada em Responsabilidade Social Empresarial pela PUC Minas com vivência há mais de 15 anos nas áreas de comunicação corporativa, gestão de projetos sociais e culturais, relacionamento institucional e com comunidades, gestão de crises corporativas, projetos de fomento econômico em comunidades vulneráveis, marketing, eventos empresariais e projetos especiais. Experiência internacional nas áreas de relacionamento com stakeholders e encantamento ao cliente nos parques da Disney e Universal Orlando, Flórida EUA. Consultora de projetos pela Casa de Ideias em parceria com a Chris Saldanha Cultural. Voluntária atuante em projetos humanitários de geração de trabalho e renda na África, Bolívia e EUA.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.