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PRONAC 231562Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Filme em curta-metragem Metrópole Amordaçada

Douglas Roehrs dos Santos
Solicitado
R$ 142,2 mil
Aprovado
R$ 142,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2023-08-01
Término
2026-06-04
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Produção de filme "Metrópole amordaçada", gênero ficção, curta-metragem, com a duração de 10 minutos, formato de finalização em .H264 FullHD (1920x1080). Por meio da rotina de uma família interracial, aborda questões como misoginia, racismo e desigualdade.

Sinopse

"Metrópole Amordaçada" é um curta-metragem de ficção com cerca de dez minutos de duração, em preto e branco, mudo, com trilha musical desenvolvida especialmente para o filme. Classificação indicativa etária: livre, pois todos os temas são tratados de maneira mais subjetiva e não gráfica. Na obra, Deise, mulher negra de 40 anos, mora em uma Porto Alegre desoladora. Ela divide a casa, que é grande e confortável, com o marido Jairo, homem branco de 40 anos, o bebê Gustavo, a filha Elisa, de 12 anos, e o filho João, que tem 10 anos. A trama é desenvolvida a partir do cotidiano da família. Da fome à exploração, o material tem como principal ponto de discussão a desigualdade social e é, por meio do papel de cada personagem, uma forma de reflexão sobre a história do Brasil e o racismo tão arraigado em nossa sociedade. Além deles, há ainda um sexto personagem: o MOTORISTA, presente na última cena. O uso de preto e branco serve para realçar os contrastes e a brutalidade de vivências levadas à margem dos grandes centros. Também serve como ponto de virada, quando, no quadro final, dá lugar a um leve colorido do rosto de Elisa, que representa a esperança de dias melhores e libertação. Uma trilha musical composta para preencher o silêncio das falas faz com que estejamos mais facilmente conectados à emoção que a produção pretende despertar. Notas musicais traduzem as amarguras e as alegrias de pessoas que estão em tela para representar tantas vidas hostilizadas. Levando em conta esse contexto, a palestra que sucederá a exibição gratuita do curta-metragem abordará os principais temas da obra: racismo, desigualdade e misoginia.

Objetivos

Objetivo geral: - Executar obra cinematográfica de curta-metragem de ficção "Metrópole Amordaçada". Objetivos específicos: - Produzir, gravar e finalizar o filme "Metrópole Amordaçada" em .H264 FullHD (1920x1080). - 1 exibição gratuita em telão em ambiente comunitário, como praça pública, aberta ao público geral, com convite especial a escolas da região, sucedida de palestra sobre os temas abordados na obra. Evento para 500 pessoas em bairro periférico de Porto Alegre com assessibilidade garantida e tradução em libras e audiodescrição. Essa ação integra a contrapartida social. Obs: salientamos ainda o compromisso do proponente em buscar parceria com uma TV pública, preferencialmente a TVE-RS, para exibição e também a disponibilização online e gratuita no Youtube das versões original e com audiodescrição do curta após o ciclo de festivais nacionais e internacionais. Essas ações, que visam a máxima democratização de acesso ao conteúdo, não são elencadas como objetivo por ocorrerem após a prestação de contas.

Justificativa

O filme "Metrópole Amordaçada" é categorizado como drama. Na obra, Deise, mulher negra de 40 anos, mora em uma Porto Alegre desoladora. Ela divide a casa, que é grande e confortável, com o marido Jairo, homem branco de 40 anos, o bebê Gustavo, a filha Elisa, de 12 anos, e o filho João, que tem 10 anos. A trama é desenvolvida a partir do cotidiano da família. Da fome à exploração, o material tem como principal ponto de discussão a desigualdade social e é, por meio do papel de cada personagem, uma forma de reflexão sobre a história do Brasil e o racismo tão arraigado em nossa sociedade. Toda a ação busca fazer um recorte de uma realidade triste, que é trazida com o intuito de despertar reflexão. A história é desenvolvida de maneira linear, sem saltos temporais, e se passa em um único dia. O filme tem como uma de suas principais fontes de inspiração estética o longa-metragem "Roma", de Alfonso Cuarón, e "The tragedy of Macbeth", de Joel Coen, pois terá muitas câmeras fixas e economia de cortes, dando a cada enquadramento máxima importância. Filmado em vídeo digital de alta definição, com o uso de cenários reais, o projeto tenta captar da forma mais poética possível a brutalidade que nos cerca. Tratando-se do aspecto psicológico dos personagens principais, tem-se como fonte de inspiração as principais obras de Ingmar Bergman, como "O Sétimo Selo" e "Gritos e Sussurros". A busca pela dramaticidade se dá levando em conta a necessidade de um profundo trabalho de expressividade com os atores, parcela deles jovens. O cineasta Steve McQueen, responsável por "Shame" e "12 anos de escravidão", entre outras obras, tem muito a ensinar. Como racismo, misoginia e desigualdade são temas centrais do enredo ficcional, objetiva-se fazer uma sessão em comunidade periférica de Porto Alegre seguida de palestra. Desta forma, o projeto é relevante porque fomenta a produção cultural e artística e alcançará o objetivo do Art. 3º da Lei 8313/91, mediante a produção de obra cinematográfica de curta-metragem. Além disso, se enquadra nos seguintes critérios do Art. 1º: - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, já que emprega vários profissionais culturais residentes em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. - prioriza o produto cultural originário do País. Visto que produz arte e emprega trabalhadores da cultura, precisa da Lei de Incentivo à Cultura por causa dos seus custos de produção e divulgação, que são altos e impossibilitam a realização sem tal suporte, pois não gerará dinheiro com bilheteria, algo habitual tratando-se de curtas-metragens. Objetiva-se fazer o melhor produto cultural possível com acesso amplo e democrático a todas as pessoas.

Estratégia de execução

Custos de câmera e drone não são previstos, pois o proponente tem. Custos de roteiro não são previstos porque ele já está pronto e foi escrito pelo proponente. O proponente se compromete com a entrega de um máster do produto resultante do projeto, para preservação na Cinemateca Brasileira, de acordo com as especificações técnicas exigidas. Os arquivos foram anexados em descrições que não competem ao material pela falta de texto adequado.

Especificação técnica

Obra cinematográfica com cerca de dez minutos de duração finalizada em FullHD 1920X1080 em H.264.

Acessibilidade

Produto 1: curta-metragem "Metrópole Amordaçada" Assessibilidade física: não compete. Deficientes auditivos: não compete, pois o curta é mudo e a trilha musical é apenas instrumental. Deficientes visuais: versão com audiodescrição feita pelo diretor da obra. Produto 2: Contrapartida social 1 exibição gratuita do curta-metragem "Metrópole Amordaçada" em bairro periférico de Porto Alegre seguida de palestra Assessibilidade física: o local, uma área aberta e coletiva de comunidade, possivelmente uma praça, será escolhido cumprindo critérios de acessibilidade. Banheiros químicos com acessibilidade para PcD já orçados. Deficientes auditivos: audiodescrição durante a exibição do curta pela equipe do curta, sem custos Deficientes visuais: intérprete de libras durante o evento todo.

Democratização do acesso

Produto 1: curta-metragem "Metrópole Amordaçada" Salientamos o compromisso do proponente em buscar parceria com uma TV pública, preferencialmente a TVE-RS, para exibição e também a disponibilização online e gratuita no Youtube das versões original e com audiodescrição do curta após o ciclo de festivais nacionais e internacionais. Essas ações, que visam a máxima democratização de acesso ao conteúdo, não são elencadas como objetivo por ocorrerem após a prestação de contas. Todavia, reforçamos nossa intenção, pois realmente temos o compromisso de disponibilizar o material para todo e qualquer brasileiro assistir (termo de compromisso anexado). Produto 2: Contrapartida social A sessão presencial que ocorrerá em Porto Alegre seguida de palestra sobre racismo, desigualdade e misoginia será gratuita, com assessibilidade garantida e aberta a todas as pessoas com ampla divulgação na internet e na imprensa, além de contive presencial a direções, professores e alunos de escolas do bairro periférico onde será realizado o evento, atendendo assim o artigo 28 da Instrução Normativa nº 01/2023, VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Esta medida atende ao disposto no art. 30 da IN nº 1/2023, inciso II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Público-alvo da distribuição gratuita: estudantes, professores e moradores do bairro periférico onde será realizada a exibição. Público previsto: 500 pessoas.

Ficha técnica

Toda a gestão do processo decisório do projeto será feita pelo proponente e todos os profissionais abaixo listados serão remunerados pelos seus trabalhos, conforme detalhado no orçamento. Douglas Roehrs Diretor, roteirista, produtor, diretor de fotografia e editor Jornalista formado pela PUCRS, em 2015, e pós-graduado em Televisão e Convergência Digital, na Unisinos, em 2018. Responsável pelos curtas-metragens “Linha Travessão” (2019), exibido na Mostra Gaúcha de Curtas do Festival de Cinema de Gramado; “Cotas: uma porta aberta” (2022), produzido para o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Africanos da UFRGS; e “O que a natureza nos contou” (2022), selecionado para o Circuito Penedo de Cinema e o Festival de Alter do Chão. É autor dos livros “Alexus – A Pedra de Céus e a Esfera da Luz” (2022, editora Bestiário) e Cerco (2016). Está à frente da Insígnia Filmes desde 2018, com passagens anteriores pelo Sindicato dos Jornalistas do RS, o Grupo RBS e o governo do Estado do Rio Grande do Sul. Integra a comunidade LGBTQIAP+. Daya Moraes Produtora e atriz protagonista Uma artista multifacetada: é cantora, compositora, produtora, empresária, atriz e modelo. Daya também é embaixadora do Women’s Music Event, plataforma dedicada ao protagonismo das mulheres na música. Seu trabalho possui uma mistura de diversos estilos, focando-se no pop e R&B, trazendo mensagens sobre aceitação, pluralidade, amor próprio e empoderamento. Pela prefeitura de Alvorada/RS, a artista foi homenageada como uma das mulheres mais importantes relacionadas à cultura. Sua primeira música tocou na rádio Atlântida e ficou por várias semanas na programação da rádio Jovem Pan, além do clipe deste trabalho ter estreado na programação do canal Music Box Brazil, dividindo espaço com grandes intérpretes da música nacional. À convite da RBS (filial da TV Globo), participou do quadro “Por que bomba?” e ganhou destaque em portais, jornais e programas televisivos. Foi selecionada para as audições do musical “Cartola”, em São Paulo, e “Elza Soares”, no Rio de Janeiro. Daya lançou seu primeiro álbum autoral intitulado “Sei Que Sou”, que lhe rendeu 4 indicações ao Prêmio Profissionais da Música e um dos clipes foi indicado a um prêmio internacional em Portugal. Devido à pandemia, junto com o álbum, Daya lançou sua Turnê Digital, idealizada pelo selo de comunicação Duto (selo da gravadora Universal Music), projeto que teve bastante atenção da mídia online gaúcha. Também foi uma das atrações na conferência internacional TEDX. Após a pandemia, lançou o EP intitulado “Antagonista”, trabalho mais introspectivo da carreira da cantora, que teve como foco saúde mental e depressão. Depois de uma pausa nos trabalhos, Daya volta com uma parceria com Serginho Moah, mostrando sua versatilidade tanto na música quanto em parcerias musicais. Renata Dubois Produtora e assistente de direção Formada em produção executiva de bandas/artistas e produção de shows. Traz na bagagem especializações em marketing digital, mídias sociais, fotografia e cinema digital. Indicada duas vezes ao Prêmio Profissionais da Música, na categoria Melhor Produtora do Ano. Planeta Atlântida, Garota Verão, Universo Alegria e Verão Jovem Pan são alguns dos eventos dos quais já atuou, além de atender artistas nacionais, como Xande de Pilares, Thiaguinho, Ferrugem e Bruninho & Davi. No setor audiovisual, atua recorrentemente na produção executiva de curtas e videoclipes, exercendo efetivamente no setor executivo. Em parceria com o selo Duto (Universal Music), lançou a turnê virtual "Afrontosa", da cantora Daya Moraes, e com a produtora Margem Cinema Brasil realizou a produção do videoclipe-curta “Lua”, que foi indicado ao Prêmio Profissionais do Ano como melhor clipe e também como melhor abordagem no maior prêmio internacional realizado em Portugal. Ìdòwú Akínrúlí Músico Nigeriano, pertencente ao povo Yorùbá, dedica-se à realização de ações de promoção das artes e cultura Yorùbá no Brasil. Trabalha com artistas da Nigéria e África em geral com foco na tradição e expressões contemporâneas da música e dança, principalmente. Vencedor do prêmio de melhor trilha sonora no Festival Cine Serra e Festival de Cinema de Santa Cruz do Sul pelo documentário “Fè Mye Talè”. Recebeu o Prêmio de Dança Açorianos: Trilha Sonora e Projetos de Difusão e Formação em Dança e foi o vencedor da 3ª Edição do Prêmio Nacional de Expressões Culturais. Além disso, desde 2018, tem sido um dos mestres convidados para ministrar aulas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), através do programa Encontros de Saberes, sobre a Cultura Yorùbá. Em 2018, promoveu o Intercâmbio Cultural entre Nigéria e Brasil, fazendo parte da comissão organizadora da visita do rei Ọọni Ọba Adéyẹyẹ̀ Ẹnitàn Ogúnwusì, maior autoridade do povo Yorùbá, a Salvador, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Também atuou como facilitador durante a visita do escritor nigeriano Wole Soyinka, Prêmio Nobel de Literatura, em 2017. Atualmente, é coordenador da empresa ÌLÚ AKIN Produções, idealizador e produtor do projeto Ontologias Outras, Grupo ÌBEJÌ, Ọ̀ṣẹ́ẹ̀túrá Africa'njazz e FELA DAY POA (Evento em tributo a Fela Kuti). Luiz Guilherme Nóbrega Músico Cursou toda a sua formação básica em música, desde iniciação infantil, prática de orquestra e grupos de câmara, no Conservatório de Tatuí, no interior paulista. Formou-se no bacharelado em violino pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 2010. Desde 2017, integra o naipe de segundos violinos da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) e, desde 2018, atua no naipe dos primeiros violinos da Orquestra do Theatro São Pedro (OTSP). Também é professor de violino no Centro Suzuki, em Porto Alegre, desde 2019. Já foi violinista, entre outras, das orquestras de Santo André e São Caetano do Sul, além de ser professor no Atelier de la Musique e na Cia das Cordas, ambos espaços localizados em São Paulo. Bianca ChiaradiaDiretora de Arte Diretora de arte com experiência em cinema, comerciais, videoclipes e webséries. Formada em Cinema pela Unisul em 2005 e pós-graduada em Marketing e Gestão de Projetos, iniciou sua carreira na direção de arte em vídeos publicitários. Assinou a arte de projetos como "Lua em Câncer" (TV Cultura) e "Nascidos para Medicina" (Websérie para Simers) e foi diretora de arte para diversos curtas-metragens da RBS no projeto "Curtas e Histórias". Trabalhou como primeira assistente de arte dos longas "A Antropóloga", de Zeca Pires (2010), "Ensaio", de Tânia Lamarca (2014), "A Mulher do Pai", de Cristiane Oliveira (2017), "Legalidade", de Zeca Brito (2019) e "A Primeira Morte de Joana", de Cristiane Oliveira (em finalização). Evandro SoldatelliAtor Com uma trajetória de três décadas no meio artístico, foi diversas vezes indicado ao Prêmio Açorianos e venceu os prêmios Sated, Tibicuera e do Festival de Teatro Isnard Azevedo. Entre seus diversos trabalhos no teatro, destacam-se "Tremor, sobre como as coisas foram chegar neste ponto", com direção de Patrícia Fagundes"; "Morangos mofados", de Luciano Alabarse; "Sacra folia", de Adriane Mottola; "Toda nudez será castigada", de Ramiro Silveira; "À margem da vida", de Camilo de Lélis; e "A secreta obscenidade", de Antônio Carlos Brunet. No cinema, entre outras participações, esteve em "Chama a Bebel" e "Ainda somos os mesmos", de Paulo Nascimento; "Legalidade", de Zeca Brito; "Mercado de Notícias", de Jorge Furtado; "A paixão de Jacobina", de Fábio Barreto; e "Um zeppelin passou por aqui", de Sergio Silva. Na televisão, esteve em produções da TV Globo, como "Força tarefa", de José Alvarenga Jr.; "Doce de mãe", de Jorge Furtado e Ana Azevedo; e "Desalma", de Manga Jr.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.