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A proposta é a realização de uma pintura feita por artistas do coletivo MAHKU (Movimento dos Artistas Huni Kuin), na fachada da entrada principal da 60ª Bienal de Veneza, na Exposição Internacional de" Arte Stranieri Ovunque - Estrangeiros Em Todos os Lugares", custeando despesas de deslocamento, permanência e participação, além da realização de palestras com os artistas dialogando sobre o processo artístico.
PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES O Movimento dos Artistas Huni Kuin (MAHKU), é um coletivo de artistas baseado entre o município de Jordão e a aldeia Chico Curumim, na Terra Indígena Kaxinawá (Huni Kuin) do rio Jordão, no estado do Acre - Brasil, fundado em 2013. Atualmente, o coletivo é composto por Ibã Huni Kuin (1964), Kássia Borges (1962), Acelino Tuin (1975), Cleiber Bane (1983), Cluedo Sales (1989) e Pedro Maná (1996). Hoje, o MAHKU é um dos principais agentes no cenário da arte contemporânea brasileira, em geral e, em particular, indígena. Entre pinturas, desenhos e esculturas, a produção desses artistas vêm tomando cada vez maior proporção. O atual diretor artístico do MASP, Adriano Pedrosa, será o próximo curador da 60a edição da mais importante exposição internacional de Arte do mundo, a Bienal de Veneza. Sob convite de Adriano, o MAHKU está entre os artistas selecionados para a Bienal. Com o título "Estrangeiros em todo lugar" (Foreigners Everywhere / Stranieri Ovunque), a exposição irá explorar esse conceito, com foco nos deslocamentos humanitários, e na percepção daqueles que se sentem estrangeiros em seu próprio território, a exemplo das comunidades indígenas. Em deslocamento geográfico, cultural e climático, o MAHKU atravessa as fronteiras, sai dos igarapés amazônicos e vai de encontro à rede aquática e fluvial de Veneza. Como num fluxo de rio, a saída do local de existência originária deste povo, faz o seu curso criando a ponte Amazônia - Veneza, de maneira totalmente inédita. Será essa, a primeira vez que um coletivo de artistas amazônicos, exibe a sua prática artística em dimensão internacional, que é parte da sua tradição e da sua resistência de não se deixar contaminar por uma cultura ocidental, através das pinturas que são imbuídas de significados, místicos, visíveis e invisíveis da cultura Huni Kuin. As pinturas realizadas pelo coletivo originam-se tanto de registros de cantos, mitos e histórias de sua ancestralidade, como de experiências visuais, geradas pelos rituais Nixi pae, que envolvem a bebida da ayahuasca, denominadas mirações. Os artistas transpõem os cantos da ayahuasca em pinturas, a fim de criar pontes com os povos não indígenas e, ao mesmo tempo, alianças e estratégias de autonomia. Esses cantos operam como caminhos. São instrumentos de conexão com o mundo não visível. São, portanto, caminhos, pontes. E assim, os cantos e as telas são análogas: a imagem, a pintura, assim como o canto, fazem uma ponte entre mundos. No caso das obras de arte, entre o mundo Huni Kuin e o circuito de arte contemporânea. O MAHKU faz isso através das obras. Imagens que são cantos, cantos que são caminhos entre-mundos. É a partir dessa percepção de outro mundo, que quem está externo a isso, pode se compreender como um total estrangeiro, e ainda mais quando essas pinturas ganharem grande escala, como é a ideia e convite do curador, Adriano Pedrosa, que para a Bienal de Veneza, convida o MAHKU para pintar a fachada da entrada principal da Bienal de 2024. Após a pintura feita na rampa/escada do MASP, por ocasião da exposição Mirações, de 2023, e receber grande destaque e prestígio pela comunidade e circuito de arte contemporânea, a próxima intervenção dos artistas deve tomar a vista principal da 60a Bienal.
Geral Celebrar e reconhecer a importância e potência das práticas da arte indígena e da arte contemporânea exaltando a contribuição desses artistas e reforçando a atuação fundamental destes como figuras centrais nas reflexões sobre os eixos geográficos do território brasileiro-indígena e sua potência simbólica, poética e política para o mundo. Desta forma o objetivo atende o Art. 1ª da Lei 8.313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Específicos - Participar da exposição de artes "Stranieri Ovunque _ Foreigners Everywhere, Estrangeiros em todo lugar", com a realização de uma pintura feita por artistas do coletivo Huni Kuin (MAHKU), na fachada principal da 60ª Bienal de Veneza; - Realizar deslocamento de 5 artistas do Coletivo MAHKU e de 2 (duas) pessoas da equipe; - Realizar 5 (cinco) palestras, com os artistas do coletivo Huni Kuin (MAHKU) em local público, gratuitamente.
Vivemos, no Brasil, um momento histórico, em que há um energético movimento na arte contemporânea, com uma enorme visibilidade das artes e dos realizadores indígenas, fruto do trabalho ao longo da história de lutas que vêm abrindo caminhos para as próximas gerações. Esse período em ebulição acontece em vários países, com artistas e curadores pertencentes a diferentes povos e culturas. Sabemos que essas produções indígenas representam a essência ancestral deste solo, que recebeu o nome de "Brasil", sendo invisível por muito tempo por causa da valorização da visão eurocêntrica. Dentre os principais motivos para a criação deste projeto, destacamos, recolocar os povos originários dentro de uma posição de honra, onde através desse trabalho o MAHKU poderá mostrar parte de sua cultura, não antes vista antes em escala mundial. Estamos em um momento fértil, com novas práticas museológicas e curatoriais. Museus e agora, a própria Bienal, têm necessitado se atualizar, pensando diferentes práticas de inclusão e mostrando a produção indígena, não como um campo especializado e cheio de estereótipos, mas introduzindo um debate sobre a arte contemporânea e os conflitos do mundo multiplural, fragmentado e em crises ecológicas e humanas. Quem melhor que o MAHKU para representar o Brasil, na Bienal de Veneza? O coletivo de artistas que inclui não só um, mas serão ao menos, cinco deles, para fazer essa viagem e contribuir para o reconhecimento de sua produção, cultura e práticas como referência nacional sobre os aspectos de transformação do ambiente acadêmico e artístico entre matrizes de conhecimentos da floresta, da academia e da arte contemporânea. A repercussão de cada um dos artistas do grupo, reflete positivamente em sua comunidade, que recebe mais prestígio, visibilidade e apoio em suas causas sociais, políticas e ambientais. "Vende tela, compra terra" é uma iniciativa do MAHKU de restituição territorial que possibilitou a compra de dez hectares de floresta em 2014. Nessa terra, está localizado o Centro MAHKU Independente, um local para a preservação da floresta e do conhecimento ancestral que orienta as pesquisas do coletivo. Os artistas indígenas brasileiros têm se articulado com produções e criações singulares e potentes, que não passarão despercebidas pelo mundo. A mudança proposta é pensar um mundo menos ocidentalizado, em favor de histórias da arte mais abrangentes, com outros olhares, um mundo onde caibam muitos outros sujeitos, que seja menos branco, menos europeu e menos patriarcal. Que honre suas matrizes! Completando a justificativa, o presente projeto se enquadra nos incisos abaixo relacionados dos Artigos 1º e 3º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. e artigo objetivos do artigo 3º nos incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
DESLOCAMENTOS AEREOS IDA A ITÁLIA: De Jordão a Rio Branco: Isaias Sales - artista Coletivo MAHKU Acelino Sales - artista Coletivo MAHKU Cleiber Pinheiro Sales - artista Coletivo MAHKU Pedro Macario Kaxinawa - artista Coletivo MAHKU De Rio Branco a São Paulo: Isaias Sales - artista Coletivo MAHKU Acelino Sales - artista Coletivo MAHKU Cleiber Pinheiro Sales - artista Coletivo MAHKU Pedro Macario Kaxinawa - artista Coletivo MAHKU De Uberlândia a São Paulo: Kassia Valéria de Oliveira Borges - artista Coletivo MAHKU De São Paulo a Veneza: Carmo M. Berna Johson - Coordenadora do projeto Acelino Sales - artista Coletivo MAHKU Cleiber Pinheiro Sales - artista Coletivo MAHKU Isaias Sales - artista Coletivo MAHKU Kassia Valéria de Oliveira Borges - artista Coletivo MAHKU Pedro Macario Kaxinawa - artista Coletivo MAHKU Itamar Rios - Arquiteto VOLTA DA ITÁLIA: De Veneza a São Paulo: Carmo M. Berna Johson - Coordenadora do projeto Acelino Sales - artista Coletivo MAHKU Cleiber Pinheiro Sales - artista Coletivo MAHKU Isaias Sales - artista Coletivo MAHKU Kassia Valéria de Oliveira Borges - artista Coletivo MAHKU Pedro Macario Kaxinawa - artista Coletivo MAHKU Itamar Rios - Arquiteto De São Paulo a Rio Branco: Isaias Sales - artista Coletivo MAHKU Acelino Sales - artista Coletivo MAHKU Cleiber Pinheiro Sales - artista Coletivo MAHKU Pedro Macario Kaxinawa - artista Coletivo MAHKU De São Paulo a Uberlândia: Kassia Valéria de Oliveira Borges - artista Coletivo MAHKU De Rio Branco a Jordão: Isaias Sales - artista Coletivo MAHKU Acelino Sales - artista Coletivo MAHKU Cleiber Pinheiro Sales - artista Coletivo MAHKU Pedro Macario Kaxinawa - artista Coletivo MAHKU HOSPEDAGEM - 40 DIAS 1- Carmo M. Berna Johson - Coordenadora do projeto 2 - Acelino Sales - artista Coletivo MAHKU 3 - Cleiber Pinheiro Sales - artista Coletivo MAHKU 4 - Isaias Sales - artista Coletivo MAHKU 5 - Kassia Valéria de Oliveira Borges - artista Coletivo MAHKU 6 - Pedro Macario Kaxinawa - artista Coletivo MAHKU 7 - Itamar Rios - arquiteto DIÁRIAS - 40 DIAS 1- Carmo M. Berna Johson - Coordenadora do projeto 2 - Acelino Sales - artista Coletivo MAHKU 3 - Cleiber Pinheiro Sales - artista Coletivo MAHKU 4 - Isaias Sales - artista Coletivo MAHKU 5 - Kassia Valéria de Oliveira Borges - artista Coletivo MAHKU 6 - Pedro Macario Kaxinawa - artista Coletivo MAHKU 7 - Itamar Rios - arquiteto
PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES Obra: pintura na fachada da entrada principal da Bienal de Veneza, medindo 750m. Período de duração Bienal: 20 de abril a 24 de novembro / 2024 Período de execução da pintura: previsão para março / 2024 PRODUTO PALESTRA Quantidade de palestras: 5 Duração: aproximadamente 1h20 min Local: local público a definir durante execução do projeto. Palestrantes: Artistas do Coletivo MAHKU Os artistas irão falar sobre o convite, o processo de criação, a viagem e a participação na participação na 60ª Bienal de Veneza
PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local de realização da exposição estará apto a receber pessoas com mobilidade reduzida, como rampas de acesso, banheiros adaptados e pisos táteis. Rubrica o orçamento: não será necessário inclusão de rubrica no projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serão implantados audiodescrição de obras e textos, através de QRCode que direciona ao áudio. Teremos monitores treinados para acompanhar ao público com deficiência visual. Item orçamentário: Não será necessário a inclusão de rubrica no orçamento, pois serão oferecidos pelo espaço de realização através de parceria. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Por ser exposição o conteúdo é totalmente acessível a deficientes auditivos. Item orçamentário: Não será necessário inclusão de rubrica no projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COM PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DO CONTEÚDO: Será elaborado folder com textos acessíveis para deficiência intelectual em linguagem simples que seguem os princípios teóricos do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) e com imagens das obras da mostra. Tendo textos ampliados, uso de fontes de fácil percepção e com cor contrastante ao fundo. Item orçamentário: Não será necessário a inclusão de rubrica no orçamento, pois serão oferecidos pelo espaço de realização através de parceria. PRODUTO INTERCÂMBIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COM PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DO CONTEÚDO: não se aplica PRODUTO - PALESTRAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão escolhidos obrigatoriamente locais com condições adequadas para atender a pessoas com deficiência física, com rampas de acesso, piso tátil e banheiro adaptado. Item orçamentário: Não será necessário inclusão de rubrica no orçamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os participantes irão se auto descrever durante a palestra. Quanto ao conteúdo, será totalmente acessível por ser apresentado de forma oral. Teremos profissionais treinados para atender as pessoas com deficiência visual e locais reservados a esse público. Item orçamentário: Assistentes ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Teremos interpretação de libras em todas as palestras para atender as pessoas com deficiência auditiva, além de local reservado. Item orçamentário: Assistentes (intérprete de libras) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COM PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DO CONTEÚDO: Teremos monitores especializados para atendimento ao público de forma inclusiva, além de local reservado. Item orçamentário: Assistentes
PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES Obra: Pintura na fachada, totalizando 750 metros quadrados. Local: Exposição Internacional de” Arte Stranieri Ovunque - Estrangeiros Em Todos os Lugares, na 60ª Bienal de Veneza, Itália. Público alvo: Pessoas de todas as idades, gêneros e todas as classes sociais, estudantes das rede pública e particular de ensino, universitários, professores, turistas, poetas, artistas, curadores, arquitetos, fotógrafos, críticos de arte, historiadores, público frequentadores de museus e espaços culturais. Estimativa de público: 50 mil pessoas O projeto é inteiramente gratuito. A obra poderá ser acessada pelo Parque Giardini. Todo o processo da pintura será compartilhado nas redes sociais do projeto, através de vídeos e fotos. PRODUTO INTERCÂMBIO Deslocamentos: 5 (cinco) artistas do Coletivo MAHKU e 1 (uma) pessoa da equipe. Coletivo MAHU: Isaias Sales, Kassia Valeria de Oliveira Borges, Acelino Sales, Cleiber Pinheiro Sales, Pedro Macario Kaxinawa Equipe: Maria do Carmo Marchetti Berna Local de destino: Cidade de Veneza - Itália Todo processo de viagem será compartilhado nas redes sociais do projeto, através de vídeos e fotos. PRODUTO PALESTRAS Realização: após a exposição, em formato presencial. Local: a definir durante a execução do projeto Estimativa de público: 150 pessoas Palestrantes: Artistas do Coletivo MAHKU. Público alvo: Pessoas de todas as idades, gêneros e todas as classes sociais, estudantes das rede pública e particular de ensino, universitários, professores, turistas, poetas, artistas, curadores, arquitetos, fotógrafos, críticos de arte, historiadores, público frequentadores de museus e espaços culturais. Todas as ações terão autorização para veiculação de imagens das atividades. Atendendo o Art. 28 da IN 01/2023 nos seguintes incisos: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Carmo M. Berna Johson - Coordenadora do projeto Acompanhará a execução do projeto em todas as suas fases. Será responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Cursou História da Arte na Universidade de Roma: La Sapienza. Aprofundou o interesse pela arte e pelo mercado em Londres, no Institute of Contemporary Art , ICA e posteriormente na Sotheby’s onde estagiou no departamento de Arte contemporânea. Morou em Los Angeles, onde teve experiências profissionais dentro e fora do âmbito da arte contemporânea. Em 2011 abriu a galeria Carmo Johnson Projects. MAURO SARAIVA - TISARA - Coordenação de produção e Produção executiva Graduado em Comunicação Social, habilitado em Publicidade /Propaganda e Jornalismo pela Faculdade de Comunicação e Turismo Hélio Alonso, Rio de Janeiro. Em 2023 fez a coordenação e produção das seguintes exposições: Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro - “Evandro Teixeira Chile 1973” - Curadoria Sergio Burgi - 30 de agosto a 13 de novembro de 2023; Centro Cultural Banco do Brasil – Belo Horizonte - “Walter Firmo: no verbo do silêncio a síntese do grito” - Curadoria Sergio Burgi e Janaina Damaceno - 12 de julho a 18 de setembro de 2023; Instituto Tomie Ohtake “Iole de Freitas Colapsada, em pé.” - Curadoria Paulo Miyada - 08 de julho a 18 de setembro de 2023; Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília - “Walter Firmo: no verbo do silêncio a síntese do grito” - Curadoria Sergio Burgi e Janaína Damaceno - 18 de abril a 25 de junho de 2023. Em 2022, coordenou no Centro Cultural Unimed–BH Minas a exposição “Iole de Freitas: o vôo de Pégaso”, com curadoria de Ligia Canongia, período de 27 de março a 26 de junho de 2022 Em 2021, coordenou no Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro a exposição “1981/2021: Arte Contemporânea Brasileira na Coleção Andrea e José Olympio Pereira”, de Curadoria Raphael Fonseca, período de 24 de março a 26 de julho de 2021 Em 2019 coordenou no Instituto Casa Roberto Marinho – Rio de Janeiro a exposição “Duplo Olhar: Pintura e Fotografia Modernas Brasileiras”, com Curadoria de Márcia Mello e Paulo Venâncio Filho, período de 5 de dezembro de 2019 a 26 de abril de 2020. Em 2018 coordenou: No Paço Imperial – Rio de Janeiro a exposição “Patrimônios do Norte – Homenagem aos 81 Anos do IPHAN”, com Curadoria de Luciana Carvalho, Marcelo Campos e Thiago da Costa Oliveira, período de 19 de setembro a 25 de novembro de 2018. No Memorial Vale – Belo Horizonte, a exposição Angelo Venosa - “Penumbra”, com Curadoria de Vanda Klabin, período de 26 de setembro a 25 de novembro de 2018. No Paço Imperial – Rio de Janeiro, exposição Renato Morcatti - “Pirajá”, período de 28 de junho a 26 de agosto de 2018. No Museu Vale – Vila Velha, a exposição Angelo Venosa - “Penumbra”, com Curadoria de Vanda Klabin, período de 24 de maio a 9 de setembro de 2018. Na Caixa Cultural Rio de Janeiro, a exposição Pierre Verger - “Dorminhocos”, com curadoria de Raphael Fonseca, no período de 20 de janeiro a 18 de março de 2018. Coletivo Mahku (Aldeia Chico Curumim - Artistas Criado em 2012, o MAHKU (Movimento de Artistas Huni Kuin) é um coletivo de artistas da etnia indígena Huni Kuin, habitantes tradicionais da região oeste da Amazônia no estado do Acre (Brasil). Por milhares de anos, a vida e a cultura dos Huni Kuin foram definidas por relações simbióticas com o complexo ecossistema que os cerca. Atualmente, o coletivo é composto por Ibã Huni Kuin (1964), Kássia Borges (1962), Acelino Tuin (1975), Cleiber Bane (1983), Cleudo Sales (1989), Pedro Maná (1996), Yaka Huni Kuin, Rita Huni Kuin. A comercialização da borracha no final do século XIX iniciou um processo de exclusão, deslocamento e exploração sistemática das terras e do povo Huni Kuin, que continuam até hoje. A resistência e a defesa da floresta amazônica estão intimamente ligadas à preservação das tradições culturais Huni Kuin, nas quais a arte, a música e os cantos coletivos desempenham um papel essencial. A pintura, a principal produção artística da MAHKU, nasceu da necessidade de reviver conhecimentos coletivos que estavam à beira da desaparição. PROJETOS RECENTES - MAHKU 35ª Bienal de São Paulo – Coreografias do Impossível, 2023O MAHKU - Movimento dos Artistas Huni Kuin participa da 35a Bienal de São Paulo – Coreografias do Impossível - com curadoria de Diane Lima, Grada Kilomba, Helio Menezes e Manuel Borja-Villel. MAHKU: Mirações – MASP, 2023Com curadoria de Guilherme Giufrida, Adriano Pedrosa e Ibã Huni Kuin esta é a maior exposição já realizada do coletivo, reunindo 108 trabalhos e uma pintura inédita feita na escada/rampa do MASP projetada por Lina Bo Bardi. O portfólio do coletivo segue anexo na proposta. Itamar Rios - Arquiteto Arquiteto e Urbanista. Graduado pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU. Arquiteo proprietário da Caixa Preta Arquitetura Design - Concepção, desenvolvimento e detalhamento de projetos arquitetônicos e paisagísticos, acompanhamento de obras, projetos residenciais, institucionais e comerciais, em São Paulo - SP. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL EM ARTES VISUAIS: Compondo o coletivo MAHKU, Movimento dos artistas Huni Kuin para a execução das obras: 09/2023 – 35 Bienal de São Paulo. 05/2023 – Mural de 220m² Yame Awa Kawanai no SESC Pinheiros em São Paulo, SP. 01/2022 – Tela Yube Inu e Yubeshanu para o Museu Paranaense em Curitiba, PR. 11/2021 – Mural de 500m² Yame Awa Kawanai para o CURA em Belo Horizonte, MG. 09/2020 – Telas Yube Inu Hunikuin e Yubeshanu e Yame Awa Kawana para exposição Véxoa, nós sabemos para a Pinacoteca do Estado de São Paulo em São Paulo, SP.
PROJETO ARQUIVADO.