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PRONAC 2315689Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Curta metragem Documentário FLOR DO TEMPO - Haruji Miura

10882768 HUGO CARDOSO CORDEIRO
Solicitado
R$ 892,8 mil
Aprovado
R$ 892,8 mil
Captado
R$ 78,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
03353341000139Skava -Minas Mineracao, Construcoes e Transportes Ltda1900-01-01R$ 57,0 mil
10759717000175LOKAMINAS EQUIPAMENTOS LTDA - ME1900-01-01R$ 11,0 mil
17162637000187TRATEMI TRANSPORTE TERRAPLENAGEM E EMPREENDIMENTOS LTDA1900-01-01R$ 10,0 mil

Eficiência de captação

8.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-04-01
Término

Resumo

O projeto Flor do Tempo propõe o desenvolvimento de roteiro e a produção, sendo um média metragem documentário de 70 minutos. O documentário conta a história de Haruji Miura, filho de japoneses, vieram para o Brasil no pós Guerra e com eles trouxeram a cerejeira japonesa, arvore milenar. Uma reflexão sobre a finitude da vida, e sobre como usamos o nosso tempo. Circuito de exibição em cineclubes do interior de Minas e outras cidades brasileiras.

Sinopse

Propomos acompanhar a rotina de Sr. Miura por alguns dias em sua casa e viveiro de mudas. Com olhar aguçado, a equipe se propõe a observar, registrar e gravar sua rotina, mas com um mínimo de interferência. O objetivo é realizar o registro do seu dia a dia a partir de uma narrativa poética e intimista, como um pequeno recorte de sua vida, do seu tempo, que tanto tempo dura; fixar essa relação entre tempo e conhecimento, experiencia que resulta em arvores e mudas de cerejeiras. Com entrevistas em formato descontraído e informal, resgataremos as memórias da sua vida como família, trabalho, desafios e sonhos: seu primogênito, seu primeiro neto, a primeira florada. O tempo conduz, do plantio ao afloramento, das memórias ao resultado concreto de suas conquistas. Suas falas, assim como suas cerejeiras, dão frutos e inspiram. Sr. Miura e cerejeiras são testemunhos do tempo, se entrelaçam em uma só coisa. Propõem-se a produção de conteúdo fílmico curta metragem de até 25 minutos com distribuição para festivais de cinema no Brasil e no mundo

Objetivos

Objetivo geral: ** Garantir recursos para viabilizar a pesquisa documental e de campo sobre a vida do senhor Haruji Miura, desenvolver o roteiro e produzir o média metragem documentário Flor do Tempo. Objetivos específicos: ** Registrar em fotos e vídeos todo processo de desenvolvimento do roteiro, que inclui entrevistas em profundidade e pesquisa documental.** Disponibilizar o registro do processo nas redes sociais, tornando o público parte da construção do filme. ** Contratar um antropologo para contribuir na escrita do roteiro, fazendo uma análise profunda da cultura, dos simbolos e signos que unem os dois países. ** Envolver toda equipe que irá compor a segunda etapa que é a produção do documentário em grupos focais , contribuindo para levantar detalhes que possam ser inseridos na dinâmica do documentário** Construir um roteiro a partir de imagens do Senhor Miúra e sua rotina diária, garantindo todos os registros possíveis, sempre com o cuidado com a imprevisilidade da saúde dele. ** produzir o média metragem em seis meses ** lançamento do média metragem no Brasil e no Japão. Apresentação: O tempo, esteja ele onde estiver, seja ele o tempo da física, da sociologia, da história, do mito, da ação dramática, da performance, da profecia, do milênio, da festa, sempre traz a marca da instabilidade, porque é sujeito e objeto de infinitos recortes. (Medeiros, Monteiro & Matsumoto, 2007: 90) Quando pensamos em tempo, o senso comum faz com que nosso imaginário recorra à noção de momento, de época, de acontecimentos, como um recorte na história, raramente pensamos em tempo como travessia, como um todo social (fisiológico) com princípio, meio e fim, como esta passagem chamada vida, talvez pelo esforço inconsciente de não pensar em finitude. A perspectiva antropológica explica um pouco este comportamento, nós, seres humanos, a despeito de qual seja a religião ou crença, para esticar a vida recorremos ao que não podemos explicar, uma experiência transcendental, inalcançável, quase sempre uma fuga para explicar o que não realizamos ou postergamos. "O medo de nossa própria transitoriedade é amenizado com a ajuda de uma fantasia coletiva de vida eterna em outro lugar" (Norbert Elias). O indivíduo (a) pressionado pelo tempo e exigências diárias, deixa de se perguntar sobre as questões mais profundas da existência humana, vive-se numa época em que a urgência se sobrepõe à importância. E a importância referida aqui, é a de refletir sobre o que essencial para o indivíduo (a). Distraído pelas tarefas de horizonte cada vez mais encurtado, o homem moderno deixa de investir na tão valorizada, desde a antiguidade e inclusive por Sêneca, capacidade de pensar e meditar sobre as grandes questões, as quais não se esgotam facilmente nem com leituras breves, nem com respostas instantâneas. Como diria Nietsche, o homem perdeu a capacidade de ruminar suas ideias.É dentro deste contexto de pensar o tempo como um espaço de maturação da vida, que cada instante tem um peso único e singular, que a proposta do documentário começou a ser construída. A cultura japonesa tem uma relação com o tempo muito peculiar, se no Brasil o etarismo se incorpora como atitude, colocando sentença de inutilidade nas costas dos adultos mais velhos, no Japão ter mais idade significa ter experiência e, portanto, o respeito da escuta atenta, que se observa até mesmo nos costumes cotidianos de cumprimentos. O documentário ( média metragem) Flor do Tempo vai contar a história de um senhor de 96 anos, Haruji Miura, que nasceu brasileiro, a sua língua materna veio depois de ser alfabetizado em português, a família precisou fugir da guerra e encontrou no Brasil refúgio e possibilidade para construir uma nova história. O Sr. Miura como é chamado, tem muito a contar, muito a ensinar, mas este caminho de diálogo afetivo e conectado com uma profunda gratidão ao povo brasileiro será atravessado pela história da cerejeira japonesa, numa relação de conceito sobre o tempo, onde não adianta tentar adiantar processos, eles acontecem no seu tempo. A sakura, flor da cerejeira, é muito importante para os japoneses. O Sr. Miura trouxe a cerejeira japonesa para o Brasil, criou raízes e espalhou mudas pelos 27 estados, desenvolve um trabalho que dialoga entre a arte, a cultura imaterial e proteção do meio ambiente. Assim, dada a complexidade do documentário, que inclui ir ao Japão, é importante garantir recursos para o desenvolvimento do roteiro, seguindo as etapas de pesquisa documental, pesquisa de campo e escrita, dentro de um contexto que requer cuidado com o Sr. Miura por sua idade, condição física e de saúde. Numa segunda etapa do planejamento a produção efetiva do média metragem Flor do Tempo.

Justificativa

A primeira questão a ser destacada é financeira, um documentário que tem roteiro, produção, finalização e exibição exige recursos que apenas com a parceria público privada, é possível desenvolver o trabalho. Dito isso, entramos na dimensão da cultura imaterial, a proposta do documentário Flor do Tempo é o registro sensível da presença dos japoneses em Belo Horizonte, contada através de um personagem muito especial que é Haruji Miura, conhecido pelo cultivo das cerejeiras japonesas. Vamos falar sobre Haruji Miura? Seu pai, japonês, saiu de sua terra natal fugindo das constantes guerras: "filho meu não morre em guerra", dizia ele. Partiu, assim, para o Brasil. Aqui trabalhou, celebrou negócios, formou laços afetivos, criou família. Um dos seus filhos, Haruji Miura, nasceu no Brasil, num lar de tradições japonesas. Senhor Miura, como é conhecido, cresceu brasileiro, alfabetizou-se em português e herdou a língua japonesa. Com o tempo, transformou-se em um homem de horizonte alargado: terras tropicais nos pés e sol nascente na alma. Seguiu seu rumo. Cresceu, estudou japonês, fez traduções, se formou, criou filhos, netos, bisnetos e plantou arvores. Muitas arvores. Cerejeiras que trouxe consigo de além-mar. Aposentado, Seu Miura dedicou seu tempo ao tempo. Plantou cinco cerejeiras na porta de sua casa. Delas, extraiu mudas. Das mudas, mais arvores. E dessas arvores, mais mudas. "Seu Miura, essas arvores demoram demais a crescer, não estaremos aqui quando florirem" - diziam os ansiosos vizinhos. Ele sorria e plantava. Mudas e mais e mudas. E aqui nos país tropical, para a surpresa de muitos, cresceram, ficaram adultas e floriram. O Brasil se espantou com tanto cor-de-rosa. Miura não. Ele sabe sobre o tempo das coisas do mundo e da alma. Miura e cerejeira são entes que ficam. Hoje, suas cerejeiras são parte da sua linhagem. Seus dias passam como suas cerejeiras: enfrentam frio, calor, sol, tempestades, intempéries, calmarias. Mas o tempo, esse, não acelera nem freia. Memórias, causos, alegrias, tristezas, um cafezinho na varanda, uma notícia de jornal, um álbum de fotografia com seu primeiro filho, neto, bisneto, muda, arvore, florada rosa. Miura tem em si, o tempo de suas arvores: suas cerejeiras.Esta história carregada de sentimentos motivou dois grandes profissionais do cinema e das artes visuais de Belo Horizonte, Alexandre Mota e Hugo Cordeiro, ambos com trajetórias marcadas pela diversidade, pelo olhar sensível para o imponderável, perceptível apenas para os que entendem o tempo como aliado. Hugo Cordeiro é Fotógrafo, Videomaker, Consultor de conteúdos audiovisuais, pós-graduado em artes plásticas e contemporaneidade e mestre em multimídia pela Universidade do Porto, fundador e CEO na Posarte LTD _ Edição de Vídeos e Fotografias, Alexandre Mota é Bacharel em Comunicação Social - Cinema e Vídeo, Desktop Publish - Concordia University - Montreal/Canada, pós-graduado em artes Plásticas e contemporaneidade, e tem na fotografia seu campo mais forte de atuação, detentor de uma carreira significativa, que acumula prêmios em Belo Horizonte, Paris, New Holland , exposições, livros, filmes, e de forma pioneira trabalha com foto em colódio úmido, preparando uma grande exposição para 2024. O edital da LPG abre uma porta de qualidade para o filme, a estratégia de realizar primeiro a etapa de escrita do roteiro, proporciona tranquilidade para o todo, a idade e a saúde física do Senhor Miura dão a tônica do processo, inclusive a dinâmica das entrevistas leva em consideração os costumes e a cultura dele. A produção deste documentário é um encontro de gerações, é uma celebração à ancestralidade, onde tempo e saberes são complementares, indissociáveis e se coloca como aprendizado para as novas gerações marcadas e pautadas pelo imediatismo e pelo etarismo. Pedimos a aprovação deste projeto seja pela necessidade de investimento público para sua realização, mas também por consideramos a idade do Senhor Miura um fator determinante para a finalização do documentário, queremos dar a ele em vida a possibilidade desta homenagem. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Especificação técnica

Finalizado em resolução Full HD de 1920 x 1080 ele terá masterização DCP nesta resolução, criando uma pequena área de Pillar Box na projeção, como o aspecto 1.85:1 também cria ao ser projetado na resolução de 1998 x 1080.Masterizacao: .mov e .WMV

Acessibilidade

Produto principal ( O FILME) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Nas cidades do interior teremos uma tenda em praça pública com rampas de acesso ao palco para cadeirantes, banheiros químicos adaptados, espaços especiais para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, junto ao palco. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:: Tradução em libras em todas as etapas de filmagem e na finalização do produto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audio descrição em totens estrategicamente posicionados junto às entradas de cinema, com fones para serem disponibilizados em cada exibição, assim como em praças públicas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS para atender pessoas com autismo, sindrome de down (e também outros PCD's) será feita uma versão interativa para o youtube, com um pocket para contar a história do artista, em versão animada. Produto secundário : Contrapartida social OFICINAS de produção audiovisual ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as oficinas irão acontecer nas escolas públicas, com rampa de acesso e banheiro adaptado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras em todas as oficinas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audio descrição no inicio de cada oficina. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS para atender pessoas com autismo, sindrome de down, entre outras, a prefeitura em parceria com o projeto, irá disponibilizar sem custo, profissionais formados em educação especial, protetores de ouvido, oculos para minimizar o excesso de luz. Caso a prefeitura não cumpra com este acordo, o proponente fará com recursos próprios.

Democratização do acesso

Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Contrapartida social e formativa 1. Oficina de audiovisual nas escolas públicas, os alunos e alunas terão a oportunidade de conhecer como funciona um set de filmagem, as funções mais importantes, como direção, produção, colorista, montador, diretor de fotografia, roteirista. Durante 50 minutos, cada etapa será vivida de forma prática. 2. Roda de conversa sobre quem foi Amadeo Lorenzatto, em parceria com os professores de artes. Público alvo: alunos e alunas da rede pública de ensino, serão 5 escolas, 50 alunos por escola, 250 alunos (as) no total.

Ficha técnica

Hugo cordeiro ( Diretor geral e de fotografia) Ensino Superior: Bacharel em Administração de Empresas, Universidade FUMECPós-gradução lato sensu em Artes Plásticas e Contemporaneidade, UEMG - Universidade do Estado de Minas GeraisMestrado em Multimedia Universidade do Porto, Porto, Portugal Fotógrafo e assistente do Departamento de Comunicação, ONG ASMARE - Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis / Fotógrafo e Videomaker na PG Image LTD. Fotógrafo associado na Agência Nitro - Reuters, AFP,Getty Images.Produtor de conteúdos visuais em campanhas eleitorais brasileiras/ Produtor de conteúdos visuais na Bravo Catering/ Fundador e CEO na Posarte LTD – Edição de Vídeos e Fotografias / Fotógrafo do TRE-MG – Superior Tribunal Eleitoral/ Produtor de conteúdos visuais na AMMG (Associação Médica MG)/ Consultor de conteúdos visuais na ACMinas – Associação Comercial doEstado de Minas Gerais /Videomaker e Consultor visual no IBGC – Instituto Brasileiro de GovernançaCorporativa. Hugo Cordeiro e Alexandre Mota são parceiros na produção deste documentário, neste momento a função como proponente lhe coloca no lugar de fazer a gestão desta primeira fase, mas a escrita do roteiro é coletiva, colaborativa, juntos fotografam, gravam, direcionam o trabalho de trazer à memória experiência do Senhor Miúra, que são relevantes para o processo, que é em suma a pesquisa. Alexandre Mota ( Diretor de Arte e roteirista) FORMAÇÃO ACADÊMICA Bacharel em Comunicação Social - Cinema e Video , conclusão em 2011Desktop Publish - Concordia University - Montreal/Canada CURSOS/OFICINAS/WORKSHOPS Oficina “Fotografia e Filosofia” - Gustavo Pozza, Paulo Marcos e Victor Naine (Ateliê Oriente - 2021)Oficina “Escrita Material - Laura Cohen (Espai - 2021)Orientação com curador e artista plástico Marcelo Drummond (Espai - 2020)Leitura de Portfólio (Exceto Cuba) - FotoFestival Solar - 2018“Fotografia de Busca” - Pedro David (Foto em Pauta/Tiradentes - 2014)“A invenção do documentário e o documentário de invenção” - Joel Pizzini (15 Mostra de Tiradentes - 2011Curso Cinema Digital (Universidade Salesiano/SP - 2008)“Do Portfólio a Exposição” - Rosely Nakagawa (1* Bienal de Fotografia de Curitiba - 1996)“Fotografia de Autor” - Mario Dias/Cuba (Festival de Inverno UFMG - 1996)Sistema de zonas em Fotografias PB - (David Aguilard - Belo Horizonte - 1994)MPMG - roteiro e direção de vídeos do patrimônio cultura de MGSEBRAE - roteiro e direção de vídeos de produtores de queijo CanastraSEBRAE - roteiro e direção de vídeos de produtores legumes da região de São GotardoDocumentário "O Caminho das Pedras”- Portal O Tempo - roteiro, direção e fotografiaDocumentário “Parque Guanabara - COVID19”- Portal O Tempo - roteiro, direção e fotografiaReproduções de obras bi-dimensionais e tri-dimensionais dos artistas plásticos Francisco Lara Rezende, Pedro Maciel, Nilcéia Moraleida, Niura Bellavinha, Silvia GherardiLivro - “A Reinvenção a Pintura - Abraham Palatnik” - registro de exposição CCBB-BH + reprodução de obras para livro - Art Unlimited - 2021“Fotografias por Minas” (organização e artista) - Belo Horizonte/2020Ivan Serpa: a expressão do concreto - registro de exposição CCBB-BH + reprodução de obras para livro - 2020Professor da oficina “Vivência em Colódio Úmido” - Foto em Pauta - Tiradentes/2018Professor da oficina “Vivência em Colódio Úmido” - Fórum das Artes - Ouro Preto/2018 Jean-Michel Basquiat – Obras da coleção Mugrabi - exposição CCBB-BH + reprodução de obras para livro - Art Unlimited - 2018Mondrian e o movimento De Stijl - exposição CCBB-BH + reprodução de obras para livro - Art Unlimited - 2016SEBRAE - videos de produtores de queijo da Canastra, café, cachaça e horticultura em Minas Gerais - (direção de fotografia e câmera) - 2015 a 2018 Paulo Santos ( trilha sonora) Membro e co-fundador do grupo brasileiro de música instrumental UAKTI durante os 37 anos de sua existência,Paulo Santos ajudou o conjunto a se tornar um dos mais conhecidos no Brasil e no mundo, tendo gravado comartistas como Milton Nascimento, Paul Simon e Philip Glass. Paralelamente, Paulo compôs trilhas para cinema-“O Lôdo”, de Helvécio Ratton, “Fronteira”, de Rafael Conde, “A Queda”, de Diego Rocha, performances e instalações e vídeos com o videomaker Éder Santos. Entre outros projetos, desenvolve parceria com o Hurtmold, bandapaulistana de rock instrumental cujo álbum “Curado”foi lançado pelo selo Sesc em 2016 e relacionado entre os 20melhores álbuns deste mesmo ano pela APCA-Associação Paulista de críticos de Arte.Lançou em 2022 pelo Selo Sesc o álbum “Chama”, Segundo trabalho solo. Colaborações e gravações: Benjamim Taubikin, PalavraCantada, Juçara Marçal, Rodrigo Brandão, Sun Ra Archestra,Brian Jackson. Gustavo Henrique de Oliveira Campos ( Diretor cinematográfico e produtor) Entre os diversos trabalhos realizados cito:- Meu Pé de Laranja Lima (longa-metragem de Marcos Bernstein)- Moscou (longa-metragem de Eduardo Coutinho).- Vida de Artista (longa-metragem de José Joffily)- O Segredo dos Diamantes (longa-metragem de Helvécio Ratton)- 5 Frações de Uma Quase História (longa-metragem de Armando Mendez, CristianoAbud, Lucas Gontijo, Thales Bahia, Guilherme Fiúza, Cristiano Azzi).- Fronteira (longa-metragem de Rafael Conde).- Pequenas Histórias (longa-metragem de Helvécio Raton).- A História das Tres Marias (longa- metragem de Zackia Daura)- O Menino No Espelho (longa-metragem de Guilherme Fiúza).- O Mineiro e o Queijo (longa-metragem de Helvécio Raton).- Descaminhos (longa-metragem de Cristiano Abud e Armando Mendez, João Flavio,Maria de Fátima, Leandro HBL, Marília).- Cinco Problemas, Cinco Etapas de Carlos Vergara (longa- metragem de RodrigoLamounier).- Cildo Meireles o Filme (longa- metragem de Gustavo Moura).- Mão na Luva (longa-metragem de Roberto Bomtempo).- Sumidouro (média-metragem de Cristiano Azzi).- Ouro Branco (curta metragem de Elza Cataldo).- Bárbara (curta metragem de Carlos Gradin). - Oxicianureto de Mercúrio (curta-metragem de André Carrera).- O Crime Da Atriz (curta-metragem de Elza Cataldo).- O Ronco da Barriga (curta-metragem de Alfredo Alves).- Os Filmes Que Não Fiz (curta-metragem de Gilberto Scarpa)- As Fadas da Areia (curta metragem de João Batista Melo)- Ensolarado (curta metragem de Ricardo Targino)- Revertere Ad Locum Tuum (curta metragem de Armando Mendez)- Sobre os Restos dos Dias (curta metragem de Alexandre Baxter e Luiz Felipe Fernandes)- Série “Uma História Contada” (documetários de Elisa Gazzinelli sobre cidades de MinasGerais: Ouro Preto, Catas Altas e Santa Luzia).- Gravação do making of DVD Ponto de Partida com Milton Nascimento.- Gravação, mixagem e masterização do DVD de Célio Ballona.- Gravação, mixagem e masterização do DVD Violões de Minas, dirigido por GeraldoVianna.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais