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PRONAC 2315798Arquivado a pedido proponenteMecenato

Festival Brasília de Cultura Popular - 12º Edição

INSTITUTO ROSA DOS VENTOS DE ARTE, CULTURA E CIDADANIA
Solicitado
R$ 1,52 mi
Aprovado
R$ 1,52 mi
Captado
R$ 600,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33931478000194SALOBO METAIS S/A1900-01-01R$ 600,0 mil

Eficiência de captação

39.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-05-02
Término

Resumo

O Festival Brasília de Cultura Popular em sua décima segunda edição, vem celebrar o Cerrado brasileiro, uma plataforma da cultura popular que proporcionar experiências de formação politica, técnica e artística para o segmento. Um projeto transdisciplinar que busca despertar os sentidos humanos para uma percepção mais plena e integrada a natureza, com apresentações culturais, oficinas, feira gastronômica e artesanato. Todas as atividades gratuitas.

Sinopse

A 12ª edição do Festival Brasília de Cultura Popular convida o público a celebrar o Cerrado brasileiro como expressão de identidade e potência criativa. Com o tema "Viva o Cerrado", o festival propõe uma vivência transdisciplinar que articula cultura, meio ambiente e saberes populares, reunindo apresentações artísticas, oficinas formativas, feira gastronômica e feira de artesanato. O evento reafirma Brasília como território da cultura popular nacional, promovendo o intercâmbio de saberes, o fortalecimento de coletivos e a sensibilização ambiental, com todas as atividades gratuitas e voltadas à diversidade de públicos.Resumo dos Produtos do ProjetoEspetáculo Cênico-Musical “Viva o Cerrado”Espetáculo de abertura do festival, concebido como um grande cortejo cênico-musical que representa a diversidade cultural do Distrito Federal e a riqueza do Cerrado. Envolve artistas locais, artesãos e músicos populares na criação de um espetáculo encantador, com figurinos e cenografia inspirados na fauna, flora e mitologias regionais. Classificação indicativa: livre.Festival Brasília de Cultura Popular – 12ª EdiçãoDois dias de intensa programação artística com grupos e mestres da cultura popular do DF e de outras regiões do Brasil, além de uma feira de gastronomia e artesanato com produtos do Cerrado. Com atividades simultâneas, o festival promove a valorização dos saberes populares, integração entre gerações e inclusão cultural. Expectativa de público: 15 mil pessoas. Classificação indicativa: livre.Oficinas Populares de Arte e CulturaSerão realizadas 3 oficinas de 12 horas cada, abrangendo temas como dança, teatro, música, poesia, culinária e figurino tradicional. Voltadas para artistas, mestres e interessados na cultura popular, as oficinas promovem formação artística, intercâmbio de saberes e fortalecimento de redes culturais. Classificação indicativa: a partir de 16 anos.Rodas de Conversa e Seminários com o Fórum de Cultura PopularEncontros reflexivos com mestres, artistas e pesquisadores para debater temas relevantes à cultura popular, ao Cerrado e à sustentabilidade. As rodas de conversa visam o fortalecimento do campo político-cultural e a articulação de coletivos e redes de saberes. Classificação indicativa: livre.Feira de Artesanato e Praça Gastronômica do CerradoEspaço dedicado à valorização dos produtos artesanais e da culinária tradicional do Cerrado. Reunirá expositores de diversas regiões, promovendo práticas sustentáveis, saberes ancestrais e geração de renda para comunidades locais. Classificação indicativa: livre.Ações de Sustentabilidade e Conscientização AmbientalCampanha educativa e ações práticas durante o evento, como coleta seletiva, uso de eco copos, parceria com CSA para fornecimento de alimentos agroecológicos, e comunicação de baixo impacto ambiental. As ações serão integradas à experiência do público.Sistema de Mapeamento e Diagnóstico da Cultura Popular no DFColeta e sistematização de dados sobre coletivos, mestres e iniciativas de cultura popular, contribuindo para o Mapa da Cultura e fortalecendo políticas públicas culturais. O levantamento será feito durante as oficinas e demais ações do projeto.Registro Audiovisual e FotográficoProdução de material audiovisual e fotográfico do festival e suas atividades, garantindo documentação, memória e visibilidade da cultura popular. Os registros serão utilizados para fins de difusão, prestação de contas e memória institucional. Classificação indicativa: livre.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a 12ª edição do Festival Brasília de Cultura Popular, promovendo um encontro do segmento na Capital do país, fortalecendo o moviemtno local e nacional. Com a temática "Viva o Cerrado", iremos promover o pensamento integrado entre cultura e natureza, suas praticas e caminhos nos fazeres populares. Todas as atividades gratuitas. Objetivo específico: - Realizar a montagem de 1 espetáculo cênico/musical. Um grande espetáculo compostos do artístas locais, que irão contar com o apoio de artesões para construção de cenários e figurinos. A proposta é um cortejo que reflita a diversidade cultural de nossa cidade como o tema "Viva o Cerrado", promovendo nossa cultura cerratense, a fauna e nossa flora por meio de uma linguagem lúdica e encantadora. O espetáculo montado será apresentado na abertura do grande evento que ocorrerá no Plano Piloto (locais de apresentação a definir conforme curadoria); - Realizar oficinas de arte popular (dança, teatro, música, poesia, culinária, artesanato), com foco na formação artística e troca de experiências. Serão abertas 3 turmas de 12h cada, com 15 vagas por turma, as inscrições serão abertas, com prioridade para as pessoas que já atuam no setor, individualmente ou em coletivos (oficinas a definir conforme curadoria); - Realizar o Festival Brasília de Cultura Popular - 12ª edição, com 2 dias de atividades gratuitas, programação intensa com apresentações culturais de grupos populares locais e nacionais, feira gastronômica e de artesanado com produtos do Cerrado. Evento de grande porte, com expectativa de público de 15.000 pessoas circulando em nossas instalações. Serão montados dois palcos onde os grupos iram se revesar, a programação será estruturada para contemplar toda a famíla, desde crianças até a melhor idade; - Promover a conscientização a cerca da cultura ambiental. Durante a realização de todo o projeto será incentivado a equipe de produção e demais envolvidos, a redução da produção de resíduos solídos no dia a dia, com a distribuição de eco copos para o uso diário, parceria com CSA - Comunidades que sustentam a agricultura, para o fornecimento de alimentos para as refeições. Nas atividades abertas ao público, será realizada a coleta seletiva, promoção dos produtos e produtores do Cerrado, além de equipe de limpeza e triagem para manutençã dos espaços. O tema também irá pautar a comunicação do projeto, que terá como princípio um estratégia de baixo impacto ambiental; - Realizar a coleta seletiva de todos os resíduos sólido produzido durante o evento, e em parceria com cooperativas, promover a correta destinação dos resíduos, com foco em promover a reciclagem e reuso de grande parte desse material; - Sistematizar dados que compõe a cadeia da economia criativa que a cultura popular faz girar no DF, coletando informações de grupos e coletivos que compõe a produção e programção do projeto. Além de outras informações coletadas durante a realização da conferência e das oficinas populares. O intuito e colabora com o sistema "Mapa da Cultura", incluindo o DF como cenário e palco da cultura popular brasileira.

Justificativa

Precisamos festejar o Cerrado, realizar ações culturais pela preservação e em homenagem a maior encruzilhada natural do mundo. A festa de agora pede a sabedoria do ontem, o Festival Brasília de Cultura Popular, em sua 12ª edição, vem ouvir nossas ancestralidade, na voz de Mestras e Metres dos saberes populares e científicos. São eles os guardiões das nossas mais profundas memórias, de nossas verdadeiras histórias, onde podemos aprender a nos conectar com o planeta que vivemos. Mas que nunca, precisamos cantar, tocar e dançar festejando esse pedaço de savana que resiste no coraçã do Brasil. Quando dançamos, alteramos o Espaço. Quando tocamos, alteramos o Tempo. A batalha pela preservação do Cerrado tem que ser objetiva, afetiva e festiva, assim como querençoso é o seu chão. As festas populares potencializam o sentido da vida, abrindo os olhares para novas possibilidades de mundo! Fomentar a transformação social em prol da coletividade é papel fundamental do Estado, e essa proposta está em comum acordo com a finalidade dessa lei de Incentivo a Cultura, nos seguintes insisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. A decentralização das atividades culturais previstas no projeto, ofertadas gratuitamente a população de diversas Regiões Administrativas do DF, colabora para a formação de público e oportuniza ao cidadão o pleno execicio da cidadania e fortalecimento de uma identidade cultural brasileira. Esse Festival brotou no Cerrado de um Mito surgido de um tronco torcido. Tronco que afunda suas raízes no tempo e na terra transformando sua festa em um fruto bonito, realizado por produtores, artistas, tecnicos, gestores, pensadores, artesões, empresas brasilienses. Com mais de 70% de sua equipe e programação cultural composta por fazedores locais. Pilar central do projeto, a valorização da cultura popular brasileira, sempre guiou nossas ações. Abrindo espaços para mestre e brincantes como protagonistas em todos as atividades, desde as conferências as apresentações culturais. Empoderar artistas populares para ocupar espaços de poder, exercendo seu direito de fala e apresentação é uma das conquistas desse projeto que conta com hitórico de 11 edições já realizadas. É parte estratégica na cadeia produtiva da cultural, a realização de Festivais. Palcos abertos ao encontro entre artistas, com grande promoção na mídia e alcance de público, promove a difusão do pluralismo cultural que compõe nosso País. Brasília, agrega pessoas vindas das diversas regiões brasileiras, o que potencializa a diversidade e o intercambio cultural, o povo cerratense que aqui habita, vive a inventar e se reinventar mantendo pulsante o florecimento dos modos de criar, fazer e viver de nossa sociedade. Dos objetivos dessa Lei, o Festival Brasília de Cultura Popular alcança os seguintes:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Com apenas 63 anos, a jovem Capital ainda constrói suas tradições, a realização da décima segunda edição desse festejo popular fortalece a alma da cidade que se construí. Sendo de suma importância o incentivo e apoio do setor público e privado para a consolidação de nossa identidade local. Com o tema do Mito do Calango, o Festival vem anualmente promover, difundir e valorizar a fauna e flora do Cerrado, as construções arquitetônicas e os grandes feitos do homem que foram necessários para o surgimento de Brasília no coração do Brasil. Em 11 edições anteriores do Festejo, já movimentamos mais de 150 grupos culturais locais, nacionais e internacionais, valorizando sempre a troca entre eles e a permanência dos artistas durante todo o festejo. Mais de 20 empresas fornecedoras de serviços a cada edição, além de expositores que participam da feira de artesanato e praça de alimentação montadas anualmente. A importância da continuidade dessa iniciativa está também em divulgar e valorizar as manifestações populares, que nesses contextos de pandemia, ficaram isoladas do público e ainda mais abandonadas pelas políticas públicas. O festejo também incluiu em suas ações, atividades voltadas para o público com necessidades especiais, estabelecendo parcerias com entidades do setor e incluindo em sua programação grupos com esse perfil. Promovendo o acesso democrático da comunidade aos bens de natureza cultural, mediante o oferecimento do evento com entrada franqueada ao público e classificação indicativa livre. A iniciativa conta desde a primeira edição, com o apoio da Secretaria de Cultura do DF e do Ministério da Cultura, sendo contemplado em 2007 como um prêmio do Ministério da Cultura por sua importância e inovação da cultura local. Com esse festejo popular, Brasília se sacode e rompe a ideia pré-fabricada de uma cidade meramente administrativa, mostrando sua alma cultural onde habita o coração que realmente somos

Estratégia de execução

📣 PLANO DE COMUNICAÇÃOFestival Brasília de Cultura Popular – 12ª Edição Tema: Viva o Cerrado Foco: Cultura popular, mestres, sustentabilidade e acessibilidade 🎯 Objetivos da ComunicaçãoValorizar os mestres e mestras da cultura popular como guardiões de saberes ancestrais.Promover a identidade do Cerrado como território de cultura e biodiversidade.Engajar o público na preservação ambiental por meio de práticas sustentáveis.Garantir acesso democrático às informações e conteúdos do festival.Divulgar amplamente as ações formativas, artísticas e sociais do projeto. 🔗 Pilares Estratégicos1. Cultura Popular como Patrimônio VivoNarrativas visuais e textuais centradas nos mestres populares (mini docs, frases de impacto, depoimentos).Campanha “Guardião do Saber” com artes e vídeos destacando mestres e brincantes.Série de postagens “Saberes do Cerrado” com frases, mitos, histórias e técnicas tradicionais.2. Sustentabilidade como ValorIdentidade visual e editorial com elementos naturais do Cerrado.Slogan de campanha:“Viva o Cerrado – Onde a cultura floresce com consciência.”Comunicação educativa sobre práticas sustentáveis adotadas no evento:Uso de eco coposAlimentação agroecológicaColeta seletiva e reusoSelo “Evento de Baixo Impacto Ambiental” nas peças.3. Acessibilidade e InclusãoTradução em Libras de conteúdos em vídeo.Contratação de intérpretes de Libras para os dias de evento.Descrição em áudio para peças audiovisuais.Legendas em todos os vídeos postados nas redes sociais.Linguagem simples nos textos e posts, para leitura inclusiva.Totens físicos no evento com informações em braile e QR Codes com acesso a áudio-guias. 🛠 Canais e Ações🎥 AudiovisualMinidocumentários sobre os mestres e as oficinas.Vídeos em reels e stories destacando práticas culturais e saberes.Vídeo manifesto institucional do festival com narração poética sobre o Cerrado.📱 Redes Sociais (Instagram, Facebook, TikTok, YouTube)Linha editorial semanal:#SegundaDoSaber – frases de mestres populares#QuartaDoCerrado – curiosidades e práticas sustentáveis#SextaDoBrincante – bastidores das oficinas e apresentaçõesLives com mestres e curadoresBastidores com linguagem descontraída e afetiva🌐 Site Oficial do FestivalAgenda completa com acessibilidade de navegaçãoMapa interativo do eventoÁrea para download de materiais (programação em PDF, e-book dos mestres)Relatórios de sustentabilidade e transparência📻 Mídia TradicionalSpots para rádios comunitárias e públicas com narração de mestres.Matérias em jornais locais com foco nas oficinas e mestres.Cobertura em veículos como TV Cultura, Canal Futura e mídias ambientais.🧭 Comunicação Visual do EventoTotens, faixas e placas com identidade visual baseada no Cerrado.QR Codes para conteúdos acessíveis e educativos.Camisetas e material gráfico com slogans de valorização dos mestres e mensagens sustentáveis.🫱🏽‍🫲🏿 Comunicação ComunitáriaCartazes em pontos estratégicos (mercados, escolas, centros culturais).Parcerias com associações culturais, grupos de maracatu, congada, quilombolas e indígenas para divulgação direta.Roda de conversa pré-evento em rádios comunitárias. 📌 Campanhas ComplementaresCampanha “De onde vem o saber?” → Vídeos curtos sobre os mestres, suas histórias e territórios.Campanha “Cultura que Alimenta” → Divulgação dos produtores agroecológicos parceiros.Campanha “Evento Sustentável é Possível” → Bastidores mostrando as soluções ambientais do evento. 📆 Cronograma SugeridoMêsAçãoJulhoLançamento da identidade visual e teaser manifestoCampanhas educativas + bastidores do espetáculoAgostoDivulgação das oficinas + conteúdos dos mestresSetembroCobertura intensiva do festival (pré, durante e pós)OutubroDivulgação dos registros + impacto geradoNovembroSérie “Memória Viva” com depoimentos pós-eventoDezembroLançamento do relatório visual e podcast especial

Especificação técnica

Não se aplica a essa proposta cultural

Acessibilidade

Acessibilidade física: - Rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas; - Rampas de acesso; - Banheiro feminino e masculino adptados para pessoas com deficiência; - Assentos para pessoas obesas; - Reservas de cadeiras e espaços em todas as apresentações presenciais do projeto; - Iluminação adequada em todos os espaços do evento. Acessibilidade comunicacional: - Interpretação de libras de todas as atividades presenciais e virtuais; - Linguagem simples; - Alto contrate de cores e fonte clara em todas as peças de comunicação; - Audiodescrição no site do projeto; Acessibilidade atitudinal: - Capacitação de equipe atuante no projeto para atendimento ao público; - Contratação de profissionais com deficiência para programação artística e ficha técnica; - Sensibilização do público presente, com a distribuição de folders de instituições que atuam no segmento.

Democratização do acesso

A democratização do acesso a cultura e valor intrinseco a cultura popular, Mestres e brincantes mantém em atividades seus espaços durante o ano todo. O Festival Brasília de Cultura Popular vem fortalecer e ampliar o acesso a cultura para o público geral, abrindo palcos e circulando com atrações culturais por diversas Regiões Administrativas do DF. Além da realização de um grande evento, com 2 dias de intensa programação no Eixo Cultural Ibero-americano, que é um complexo situado no coração de Brasília. Constituído de três espaços projetados por Oscar Niemeyer, destinado a produção e fomento da arte. Proximo a Rodoviária do Plano Piloto e com amplas areas de estacionamento e acessibilidade. Todas as atividades do projeto são gratuitas. Com a montagem do Espetáculo de abertura do Festival, artistas e técnicos locais serão beneficiados com a ampliação da oferta de trabalho. Essa montagem irá anunciar a chegada do Festival em um cortejo pelas ruas da cidade, proporcionando aos transeuntes um momentos de encantamento e lazer. Essa montagem ocupará o palco principal do Festival na abertutra do evento, levando a diversidade da cultura candanga para o público geral. Serão ofertadas oficinas de formação em artes populares (dança, música, teatro, artesanato), serão 3 turmas de 12 horas cada, média de 15 vagas por turmas. As inscrições serão abertas, com prioridade para artistas que já desenvolvam alguma atividade individual e ou em coletivos da cidade. O Site do projeto será construido com ferramentas e tecnologias de acessibilidade aos diversos públicos PCD, nesse canal iremos disponibilizar registros das atividades do projeto e resultados de encontros e dialogos, ampliando ainda mais o alcance do conteudo produzido por essa ação. Parte da estratégia de comunicação do projeto, será articular junto as redes de televisão públicas e locais, programas com afinidade ao tema da cultura popular, para realização de edição especial em parceria com o Festival para a transmição de apresentações culturais que acontecerão em nossos palcos. Dessa forma, o projeto do "Festival Brasília de Cultura Popular" está em conformidade com o Art. 28 da IN Nº 1/2023/MinC, que prevê medidas de ampliação do acesso à cultura, garantindo atividades gratuita e atendendo aos requisitos estabelecidos.

Ficha técnica

Coordenador Geral - Instituto Rosa dos Ventos O Instituto Rosa dos Ventos de Culturas Populares surgiu em 2011 com intuito de pesquisar, difundir, produzir, comunicar e fomentar a arte que carrega em sua essência a identidade brasileira, abrindo caminhos em todas as direções e segmentos; e sempre convergindo para as culturas populares e negras do Brasil. A Associação traz em seu barco festivais de música e teatro, agenciamento de artistas, montagem de espetáculos, documentários, oficinas artísticas, entre outras criações que tem em seus conteúdos a fertilidade de um povo diverso e rico em cultura . A Rosa aponta a navegação para um novo fazer artístico em Brasília, ressaltando a beleza e os valores da cultura praticada em seu país. A valorização desse fazer cultural, é um dos intuitos da instituição considerando a inclusão no mercado sem alterar seus valores, reconhecendo a cultura como um valor inerente ao ser humano e identificando o verdadeiro significado da memória, das identidades, e das expressões, das práticas e manifestações artísticas e culturais. Produção Executiva - Danielle Freitas Danielle Freitas, mãe, gestora e produtora cultural, empreendedora, bordadeira, brincante, ativista da cultura popular e amante das plantas. Danielle Freitas é ativista da cultura popular brasileira desde 2003, aprendeu com os Mestres Populares valores identitários de nosso povo, o que vem a influenciar desde então, todo e qualquer trabalho posterior a esses encontros. Protagonista nos movimentos em prol da construção de políticas culturais no DF, é membro fundadora do Fórum de Cultura do DF, e buscar contribuir na formulação e consolidação de mecanismos de fomento e incentivo à cultura local e nacional. Junto a instituições do terceiro setor promove a capacitação de novos agentes, acesso a informações sobre leis de incentivo eeditais culturais. Atua em parceria com diversas instituições na elaboração de projetos culturais, na produção executiva e fechamento de entregas e prestação de contas junto aos patrocinadores e incentivadores. Graduada em processos gerenciais, aprofundou seu conhecimento em cursos técnico junto ainstituições privadas e públicas buscando ampliar sua percepção e ferramentas técnicas para odesenvolvimento de projetos com metodologias ágeis e eficaz para o trabalho coletivo e sustentável.Com mais de 20 anos de experiência junto ao mercado cultural, desenvolveu projetos de grande impacto no setor criativo, somando em coletivos criativos que são referência nacional e internacional, tais como: Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (cultura popular), PicNik (empreendedorismo), Mercado Mundi (gastronomia), Eu Leitor (literatura), Gamecon (games), Arca Blues (música) e Perpétua Mimo (artesanato). Diretor de arte - Tico Magalhães Nascido em Recife, tem como formação artística o Teatro Popular e a Música Tradicional. Com as Mestras e Mestres da Cultura Popular Brasileira aprendeu a tocar, atuar e contar histórias. Escreveu o Mito do Calango Voador, assombrado com os mistérios do Cerrado, quando visitou a Chapada dos Veadeiros em Goiás, depois de ter se mudado para Brasília. Em 2004, criou, na capital do Brasil, o grupo Seu Estrelo. O Grupo inventou, a partir do Mito, umamoderna tradição popular, uma brincadeira cerratense. Junto com o Grupo Seu Estrelo, desenvolveu um novo ritmo musical: o Samba Pisado. Além disso, concebeu uma forma peculiar de fazer teatro, batizado de Teatro de Terreiro. Em 2014, fundou o Centro Tradicional de Invenção Cultural, uma escola onde transmite todos os ensinamentos de seus mestres populares e as práticas de sua inovadora brincadeira. Em 2019, recebeu uma Moção de Louvor da Câmara Legislativa do DF por ser considerado um importante personagem da história, da cultura e da educação do Distrito Federal. Coordenadora de comunicação - Stéffanie Oliveira Stéffanie Oliveira, nascida em Brasília, filha de brasilienses, mãe de brasiliense. É brincante de culturas populares, Ekedi na nação Ketu e produtora cultural há 18 anos com trabalho dedicado às culturas tradicionais de terreiro. Atual presidente do Instituto Rosa dos Ventos. Coordenadora Geral do Circuito Candango de Culturas Populares. Curadora e Coordenadora do Festival São Batuque. Criadora e coordenadora da Festa das Águas e Festa das Yabás. Diretora do Filme Terras Diversas e do documentário patrimônios do Brasil. Tem como escola de formação e trabalho Centro Tradicional de Invenção Cultural, Centro de Tradições Populares de Sobradinho, Ilê Axé Oyá Bagan do Paranoá e escola acadêmica Universidade de Brasília, Letras Português. Produção cultural EAD pelo IFB. Coordenador de Logística - Rafael Pops Rafael Pops, goiano de nascimento e Brasiliense por escolha, Rafael Pops achou na cidade inventada seu espaço artístico. Cientista Político de formação, começou ainda no movimento estudantil a produzir eventos como a retomada da Calourada da UnB em 2002. Já como Assessor da Reitoria da UnB, foi um dos criadores e coordenadores da Comissão de Boas-Vindas e esteve na Coordenação do II Festival Latino Americano e Africano de Arte e Cultura - II FLAAC. Em 2018, foi um dos criadores e produtores do Samba Urgente, movimento que ocupou o SCS com uma roda de samba que chegou a reunir 8 mil pessoas mensalmente. Coordenador de Formativas - Anderson Formiga Anderson Formiga, é brasiliense criado no Tocantins. Filho de mão paraibana e pai tocantinense. Professor de Capoeira Angola do Grupo Nzinga, Produtocultural nas áreas das culturas populares, música e teatro. É congadeiro do Terno de Moçambique Santa Efigênia(DF), flamenguista e ativista dasculturas populares. Este Conselheiro das Culturas Populares e Circo na Secretaria de Cultura do DF.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2026-12-11
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal