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A Colaboradora - artes e comunidades tem como objetivo realizar uma exposição com intervenções artísticas em diferentes formatos (a saber: pintura, performances, fotografia, instalações, vídeo-arte, grafite, etc). As produções serão realizadas de forma colaborativa por artistas que passarão por um processo formativo e de mentoria para apoiar o desenvolvimento das obras; será realizado um workshop com alunos de escolas públicas para reflexão sobre processos criativos. Todas as atividades são realizadas gratuitamente.
As oficinas trabalham as seguintes temáticas Planejamento de carreira Case Território Comunicação digital para artistas Oficina do comum Descolonização do corpo Arte, cuidado e crise climática Ferramentas de produção Oficina de elaboração de projetos Memórias, narrativas e tecnologias negras Oficina de stêncil Digitalização e linguagens artísticas Case colaboração Representação da imagem, imagem construída Oficina de processos criativos Filosofia da arte Articulação e mobilização de recursos Distribuição de arte nos territórios Direitos Autorais Prototipagem de projetos Visão de mercados Arte colaborativa e cooperação internacional Visitação à exposições
O objetivo geral do projeto é estabelecer um espaço qualificado para a criação, reflexão e colaboração entre artistas na Baixada Santista que promova a produção e a exibição de obras artísticas inéditas e a formação de público. Os objetivos específicos do projeto são: Seleciomar 15 artistas para exposição a partir de uma chamada pública, aberta e gratuita. A comissão de seleção será composta pela equipe do Instituto Procomum e outros profissionais do campo das artes e da cultura. Realizar uma Exposição de Artes: serão exibidas 15 obras produzidas pelos artistas participantes de forma colaborativa, em formatos como: pintura, performances, fotografia, instalações, vídeo-arte, grafite, dentre outras. Elas serão instaladas e/ou performadas em espaços públicos da Baixada Santista, durante duas semanas; aos finais de semana, artistas convidados se somam à programação. A expectativa de público é de 1120 pessoas. A produção das obras contará com a supervisão de artistas mentores, onde cada artista -expositor participará de 6 sessões de mentoria, com de 2 horas cada, com artistas experientes para supervisão e apoio ao processo de concepção das obras pelos 15 artistas selecionados no projeto. Para contemplar os artistas não selecionados, serão formados 3 grupos de ação artística composto por cinco artistas que tenham sido pré-selecionados, para a criação de uma obra coletiva, de baixo custo, desenvolvida a partir de um tema abordado em uma das oficinas do projeto. Esta iniciativa tem como objetivo ampliar o alcance do projeto e das trocas, para aqueles que não tenham sido contemplados e diversificar os formatos de obras realizadas no âmbito do projeto. Estas produções serão exibidas na plataforma digital da Colaboradora. Integra o processo de pré-produção ainda a realização de trocas com três artistas, que serão selecionados para realizar três residências artísticas, para desenvolver uma pesquisa-ação no território da Baixada Santista, e, junto aos participantes do projeto produzirão uma intervenção artística, durante 20 dias. O resultado será exibido ao público, no Lab Procomum. Além dos artistas, está previsto público de 150 pessoas. Realizar 24 oficinas, com 2h de duração, que promovam a qualificação da gestão e da produção de arte; e a ampliação e diversificação de repertórios dos 15 artistas participantes com visitas a espaços culturais, exposições, museus, escolas de arte ou rodas de conversa com curadores e artistas, com diferentes perfis estéticos. Esta etapa antecede o processo de criação e aborda temas como: planejamento de carreira, elaboração de projetos culturais, direitos autorais, produção de portfólio, filosofia da arte, arte e território, produção gráfica, dança, performance; além da apresentação de cases de artistas, coletivos e projetos socioculturais. As atividades serão realizadas em modelo híbrido, parcialmente online e presencial. Para ampliar o alcance da atividade, realizaremos 5 oficinas abertas, para mais 20 participantes, totalizando 100 ouvintes, além dos 15 artistas selecionados. Todo percurso será registrado em vídeo, em gravação contendo depoimentos dos artistas, mentores, palestrantes, imagens das atividades, da produção das obras e exibição da exposição Com duração entre 3 e 5 minutos, veiculada nas atividades presenciais da Exposição e plataforma do projeto. Previsão de 300 espectadores. E de forma textual, em uma publicação que conta com depoimentos da coordenação do projeto, mentores, artistas participantes, moradores da região, trazendo ainda reflexões sobre os processos de criação colaborativa, referências artísticas e temas abordados nas obras. Além do registro, este conteúdo que será disponibilizado de forma digital e gratuita, pretende inspirar e apoiar o surgimento de outras iniciativas similares. Previsão de 100 downloads. Serão priorizados artistas jovens e adultos que estejam em atuação, que sejam autônomos e autodidatas, das classes sub representadas, residentes em regiões periféricas. Para apoiar a participação, os artistas receberão uma bolsa durante o período do projeto.
A Colaboradora - artes e comunidades estimula a criação artística de forma colaborativa e qualificada nos territórios, promovendo o fortalecimento de redes de produção locais, e a descentralização dos espaços de exibição, desafiando os artistas a explorarem meios de veiculação e suportes para além dos tradicionais, em diálogo com a comunidade onde se insere. A escassez de espaços acessíveis para a criação, trocas com outros artistas e apoio à exibição pública de arte na Baixada Santista, afeta especialmente os artistas autodidatas e periféricos, cuja formação tende a se dar de forma empírica, a partir das vivências e desafios que se colocam no fazer. Neste sentido, a realização do projeto no Lab Procomum - equipamento cultural aberto gratuitamente a criadores, fazedores e curiosos que desejem investigar, prototipar, e desenvolver práticas no campo das artes, da memória e do patrimônio - contribui para o preenchimento desta lacuna. O espaço é equipado com salas e galpões multiuso, ateliês de artes, cozinha industrial, espaço maker, canteiro de plantas medicinais, horta e centro de permacultura, praça para eventos, quartos de residência, biblioteca, sala de cuidados e estúdio de mídia. Além da estrutura física, o Lab fornece uma equipe especializada para que a população possa exercer seus direitos culturais, seja na fruição, produção ou no intercâmbio entre criativos. Vale lembrar ainda que A Colaboradora é uma metodologia já implementada dentro da atuação do Instituto Procomum em Santos-SP, responsável pela realização de quatro mostras, com obras de 67 artistas. O impacto positivo para os participantes pode ser medido em diversas esferas. A formação inicial qualifica a sua atuação para além do período do projeto, incidindo sobre as suas carreiras artísticas no futuro. Enquanto o desenvolvimento de uma obra com acompanhamento e apoio técnico de mentoria, contribuiu para a qualificação do processo de produção artística, a exibição pública promove a conexão com o território e a descentralização. O projeto também adota a política de bolsas de estudo, que apoia financeiramente os artistas, para que o recurso vá até as pontas, onde muitas políticas públicas não conseguem chegar. Assim, a Colaboradora-artes e comunidades fomenta a produção cultural e artística, através da realização de festivais de arte, ou congêneres; incentivando à formação artística e cultural, mediante a concessão de bolsas de estudos e pesquisas para artistas no Brasil, conforme previsto no artigo 3o da lei LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991. A realização deste projeto por esta Lei de Incentivo à Cultura, se justifica ainda porque ele contribui para facilitar o pleno exercício dos direitos culturais; promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apóia, valoriza e difunde manifestações culturais e seus respectivos criadores, estimulando os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; além de promover atividades de forma totalmente gratuita com e para a população. Incisos citados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres
Exposição As obras serão concebidas no âmbito do projeto, pelos artistas participantes selecionados através de chamada pública. O local das exibições serão igualmente definidos a partir do formato das instalações, pinturas, performances, etc, desenvolvidas. As exibições serão exibidas durante duas semanas, e as performances se realizarão durante dois finais de semana. Oficinas As oficinas terão 2 horas de duração e serão realizadas parcialmente online, e parte presencial, a cada encontro um profissional da área conduz um encontro onde apresenta conceitos teóricos, cases e propõe uma prática e/ou debate ao grupo . Os temas poderão ser ajustados de acordo com as demandas e interesses identificadas pelo grupo de artistas que se formará. Algumas possibilidades de temas abordados serão: Planejamento de carreira (como elaborar um portfólio, definir metas, e construir estratégias para desenvolvimento da sua carreira)Produção de arte no territórioComunicação digital Direitos AutoraisFerramentas de produção cultural (release, mapa de palco, mapa de luz, agenda)Elaboração de projetos culturaisDigitalização da produção artísticaFilosofia da arteArticulação e mobilização de recursosCriação gráficaDançaPerformance
não se aplica
ACESSIBILIDADE FÍSICA: realização das exibições em espaços acessíveis a pessoas com restrição de mobilidade; Item orçamentário: trata-se de uma etapa de planejamento de produção, sem custo adicional ACESSIBILIDADE DE VISUAL: realização de duas visitas sensoriais guiadas à Exposição, em cada um dos finais de semana nos quais ocorrerão eventos ao vivo; Item orçamentário: monitores ACESSIBILIDADE AUDITIVA: as seis apresentações previstas no projeto contarão com tradução em libras; Item orçamentário: tradução simultânea Curso/Oficina/Estágio ACESSIBILIDADE FÍSICA: local adaptado com rampas e corrimões; Item orçamentário: o espaço já se encontra adaptado, sem custo adicional ACESSIBILIDADE VISUAL: descrição de todas as oficinas abertas com audiodescrição Item orçamentário: tradução simultânea ACESSIBILIDADE AUDITIVA: realização de todas as oficinas e atividades abertas com tradução em libras Item orçamentário: tradução simultânea Contrapartida social ACESSIBILIDADE FÍSICA: realização da atividade em local com acesso a pessoas com restrição de mobilidade; Item orçamentário: o espaço já se encontra adaptado, sem custo adicional ACESSIBILIDADE VISUAL: realização de audiodescrição Item orçamentário: tradução simultânea ACESSIBILIDADE AUDITIVA: tradução em libras; Item orçamentário: tradução simultânea
Serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade no âmbito do projeto: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; *** Informamos ainda que as ações previstas nas Contrapartidas sociais são distintas daquelas previstas neste segmento do projeto.
Dirigente - Rodrigo Savazoni | diretor de projeto - trabalho não remunerado (dirigente) Jornalista, escritor e realizador multimídia. Graduado em comunicação social pela Cásper Líbero, é mestre e doutorando em Ciências Humanas e Sociais pela UFABC. Funções: Supervisão geral do projeto, curadoria dos grupos de trabalho, apoio à produção. Marina Paes | coordenação do projeto especialista em Gestão Cultural pelo SENAC e mestra em Psicologia pela UNESP. Há treze anos atua junto a grupos de teatro, como o Coletivo Negro e musicais, como o Coletivo Futuráfrica. Atualmente é assistente de coordenação do LAB Procomum. Foi participante da Colaboradora Artes e Comunidades, grupo de 13 artistas e produtorxs culturais que trocavam experiências entre si e se auxiliavam a partir de um banco de tempo, no Instituto Procomum, em 2018 e atualmente coordena o mesmo projeto. Integrou o Coletivo Gestor do Ponto de Cultura Galpão Cultural de Assis/SP como articuladora, de 2006 a 2011. Marina Guzzo | mentora Artista e pesquisadora das artes do corpo, Marina Guzzo concentra suas criações na interface do corpo e da paisagem, misturando dança, performance e circo ao tensionar os limites da subjetividade nas cidades e na natureza. Desde 2011 tem como centro de sua pesquisa a crise climática e o papel do artista na produção de imaginários para travessias de um mundo em ruínas no Plantationceno. Trabalha em parcerias com equipamentos de saúde, cultura e assistência social pensando a dança como ação política que tece uma rede complexa de pessoas, instituições, objetos e natureza. A artista tem pós-doutorado pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA-USP e mestrado e doutorado em Psicologia Social pela PUC-SP. É Professora Adjunta da Unifesp no Campus Baixada Santista, pesquisadora do Laboratório Corpo e Arte e colaboradora do Instituto Procomum e do Laboratório Zona de Contágio. Aysha Nascimento | mentora Atriz, dançarina, professora e diretora de Teatro, formada pela Escola Livre de Teatro de Santo André (2007) e licenciada e bacharelada em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi (2018). Integrante fundadora da companhia de Teatro de Rua da Cidade de São Paulo Cia. Dos Inventivos (2005). Integrante fundadora do grupo de Teatro Negro da cidade de São Paulo, o Coletivo Negro (2008). Integra como intérprete criadora desde 2016 a companhia de Dança Negra contemporânea – Cia Sansacroma fundada em 2002. Integra como intérprete-criadora o Núcleo Ajeum. Atualmente atua no “Gota d’água {Preta} Direção e concepção de Jé Oliveira (2019). Trabalhos no áudio visual – Protagonizou o Longa – metragem TRÊS BAILARINAS, direção Léo Costa e Patrícia Miranda (2019). Gravou o média-metragem CLEO: A RAINHA NEGRA DAS PASSARELAS, direção Artur Ianckievicz (Londrina, 2019). Participou do Clipe da música “Ninguém solta a mão de ninguém” de Lucas Santtana (2019) e do clipe IARA de Cassiano Cacique (2020). Participou do Média-metragem EU SOU O SUPER-HOMEM, direção Rodrigo Batista (ganhador da Menção Honrosa do 41o Festival Guarnicê de cinema – 2017). Participou da série da TV Cultura PEDRO E BIANCA de Cao Hamburger com direção de Jefferson De (série vencedora do EMMY KIDS – 2014). Fabrício Lopez | mentor Trabalha e vive em Santos e São Paulo. Mestre em poéticas visuais pela ECA – USP sob orientação de Claúdio Mubarac, é membro fundador da Associação Cultural Jatobá – AJA e do Atêlie Espaço Coringa, que entre 1998 e 2009 produziu ações coletivas como: exposições, publicações, videos, aulas, intercâmbios e residências artísticas. Participou de diversas exposições coletivas dentre elas: Gravure Extreme – Europalia, Trilhas do Desejo – Rumos Itaú Cultural, X Bienal de Santos (1° prêmio), Novas Gravuras – Cité Internationale des Arts /Paris –FR, XIII Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira – Portugal e Arte Contemporânea no Acervo Municipal – Centro Cultural S. Paulo. Participou do Encontro Panamericano de Xilogravura em Trois Riviérès, no Canadá, de residência como artista convidado do Atelier Engramme na cidade do Québec e no CRAC (Centro de Residências para Artistas Contemporaneos) em Valparaíso no Chile como prêmio do Programa Rumos Itaú Cultural. Realizou exposições individuais na Estação Pinacoteca – SP e no Centro Cultural São Paulo , integra os acervos públicos da Pinacoteca Municipal e do Estado de São Paulo, Casa do Olhar – Santo André, Secretaria Municipal de Cultura de Santos e do Ministério das Relações Exteriores com o 1o prêmio para obras em papel do programa de aquisições do Itamaraty e em 2015 ganhou o prêmio residência artística Arthur Luiz Piza. Em 2007 implantou um ateliê no bairro do Valongo, no centro histórico da cidade de Santos, onde desenvolve trabalhos em grande formato e uma pesquisa de cor e sobreposição pictórica através da xilogravura. Desde 2008, coordena o Ateliê de Artes no Instituto Acaia na Vila Leopoldina em São Paulo. Coletivo Etinerâncias | mentora O Coletivo Etinerâncias atua a partir da prática diária, no fortalecimento das experiências autônomas de comunidades tradicionais e espaços de resistência pelo Brasil e América Latina. Através da convivência, escuta e apoio à inteligência coletiva, desenvolve metodologias e práticas de defesa dos corpos, memórias e territórios para o fortalecimento do Bem Viver e do Comum. Foram proponentes do projeto Comadre e Avoz plataformas territorial e digital de automapeio, cartografia feminista, sistematização e intercâmbio de saberes e resistências de mulheres latinas, realizados no LabiCco e Open Labs, na Colombia e México respectivamente. Coordenaram metodologicamente as imersões da Colaboradora Artes e Comunidades do Instituto Procomum e atualmente são mentores da segunda edição do projeto, nesse cenário estão debruçados em ações emergenciais de territórios em situação de vulnerabilidade. Fazem parte do Etinerâncias:
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.