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O projeto De Recreio em Recreio propõe a difusão do folclore brasileiro através de contações de histórias realizadas em praças públicas de Cachoeiro do Itapemirim/ES, fortalecendo os laços de identidade e memória da população com símbolos nacionais por meio de uma narrativa lúdica voltada para crianças, incentivando o hábito da leitura e aguçando os sentidos deste grupo para um despertar coletivo do papel de cada cidadão na construção de uma sociedade com amplo acesso à Cultura e todos os seus benefícios.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Apresentações: Serão realizadas 20 apresentações em 20 diferentes praças da cidade. As apresentações serão abertas ao público em geral e todas as apresentações terão intérprete de libras. Entraremos em contato com institutos que atendem pessoas surdas. Sinopse: “Um Cesto de Histórias” é uma sessão de histórias, para a faixa etária de 4 a 10 anos, criada em intercâmbio com o Grupo de Contação de Histórias “IH, Contei” do Rio de Janeiro. Brenda e Marco, contam histórias baseadas em três mitos do folclore brasileiro, o Mapinguari, Vitória Régia e Matinta Pereira. As histórias foram livremente inspiradas nas lendas, no intuito de buscar trazer estas figuras para o imaginário da criança, explorando as principais características de cada personagem. A oralidade é um dos recursos fundamentais relacionados à cultura popular, e ao folclore, ao mesmo pode se dizer da contação de histórias. Dar repasse a estas lendas, as recontando é uma forma de manter viva nossa história. Para isso buscamos inserir as crianças dentro da própria contação de forma interativa, através do ritmo, oralidade, musicalidade, repetição, entre outros artifícios, que trazem dinâmica e ludicidade. PRODUTO: LIVRO Confecção e entrega dos Livretos: Os livretos contarão com um caça palavras com criaturas do folclore brasileiro, ilustração das criaturas, e uma história resumida das lendas, que se completa com a apresentação da contação de histórias, além da descrição em braile. O material ficará com as crianças se tornando um produto permanente.
Objetivo Geral O V DE RECREIO EM RECREIO propõe a continuidade de um projeto de oralidade criado pela Cia NÓS de Teatro em 2019. Dessa vez, a proposta é realizarmos a ampliação do acesso à Produção cênica através de sessões de histórias itinerantes "O Conto que te encanta eu te conto" por 20 praças públicas da cidade de Cachoeiro de Itapemirim/ES. As histórias contadas são baseadas nas lendas do Mapinguari, Vitória Régia e Matinta Pereira. Objetivos específicos 1) Ampliação do acesso às Artes Cênicas por meio de 20 apresentações gratuitas do espetáculo "Um Cesto de Histórias", com 30 minutos de duração cada, em 20 bairros distintos na cidade de Cachoeiro do Itapemirim/ES, ao longo de 5 meses, podendo atingir até 100 pessoas por apresentação e possuindo como público alvo crianças de 4 a 10 anos; 2) Distribuir livretos ilustrados e com descrição em braile para o público das apresentações com as lendas do Mapinguari, Vitória Régia e Matinta Pereira, como forma de incentivo a leitura, democratização de acesso e aproximação ao folclore brasileiro. Serão aproximadamente 30 livretos por apresentação, totalizando 600 livretos ao longo das 20 apresentações.
"O contador de histórias É aquele que te leva Aos lugares mais distantes Instiga a tua curiosidade Traz à tona teus medos Liberta teus sonhos" Patrícia Rocha A Contação de História é uma das práticas mais antigas que a humanidade tem registro e está diretamente ligada à transmissão oral dos mitos e lendas do folclore. Desde muito tempo, a história, a narrativa e a metáfora fizeram-se presentes como meio de comunicação fundamental para a abstração e disseminação do conhecimento. Conforme a humanidade desenvolveu o conhecimento em agricultura,padrões da natureza, entre outros, era preciso descobrir formas de passá-lo para as próximas gerações de maneira lúdica. Sendo assim a contação de história foi fundamental neste período, pois era uma forma de identificar, significar e organizar o que se entendia do mundo e de si mesmo, para que assim se gerasse associações a partir do que já era conhecido. Histórias contadas em forma de lendas, passadas de boca em boca, de geração em geração, modificam-se conforme as experiências pessoais, empíricas e sociais. Ouvir e contar histórias é uma forma de preservar a cultura, valores e compartilhar o conhecimento. Os artistas naturalmente se inspiraram na nossa cultura para dela tentar exprimir esse singular, e essa parece ser uma possível função do artista perante a cultura, resignifica-la, criar a partir dela para mantê-la em movimento, para torná-la interessante ao novo público. A contação de história serve como um difusor do folclore brasileiro e o folclore como inspiração para o nosso fazer artístico, assim podemos resgatar e disseminar a nossa cultura, abrindo os olhos para que possamos perceber o quanto nossas raízes são potentes. Uma pesquisa intitulada "Oralidade na Escola e Formação de Leitor", de Marilúcia Souza da Paz aponta que 90% dos alunos das séries iniciais, gostam de ouvir histórias. Ao ouvirem histórias tendem a entender mais do que quando leêm sozinhos, e por consequência tendem a buscar os livros. Sendo assim, a contação de história é uma ferramenta de incentivo à leitura e à disseminação do saber. Outro fato basilar é a proposição depriorizar o atendimento aos bairros periféricos da Cidade de Cachoeiro do Itapemirim/ES visto que as oportunidades de acesso aos produtos artísticos e elementos históricos do nosso folclore vem se perdendo com o tempo, principalmente em áreas urbanas. Ao realizar a apresentação em diferentes praças da cidade, poderemos atingir um grande público, levando as ações até os beneficiários e diminuindo lacunas de acesso físico às atrações. Cabe ressaltar a elucidação do Estado, no Art. 215 da Constituição Federal (1988), como provedor do pleno exercício dos direitos culturais do cidadão e acesso às fontes da cultura nacional, além do apoio e incentivo à difusão das manifestações culturais. Neste contexto, a parceria entre Estado e proponente, por meio do Uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, é essencial para a ampliação do acesso às atividades culturais, especialmente em regiões afastadas dos grandes centros urbanos e, mais ainda, áreas periféricas em que poucas oportunidades de contato são disponibilizadas. Desta feita, busca-se estimular o interesse pela cultura nacional e contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais diversa e criativa. A proposta enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País Pretende-se com o projeto alcançar os objetivos elucidados nos seguintes inciso e alínea do artigo Art. 3° da Lei 8313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS A Fotografia artística (fotógrafo, tratamento, revelação, etc.) coletadora material visual durante todo o projeto e será o principal indício utilizado para confecção do relatório final das atividades. Todos os locais são locais públicos. Será realizado um contato com a prefeitura de Cachoeiro do Itapemirim/ES, no intuito da indicação de dias e horários das apresentações, bem como a informação das sinalizações que serão utilizadas no local, conforme previsto no insumo "Sinalização". O proponente será o responsável pela gestão do processo decisório (Coordenação Geral e Gestão Administrativa), além de exercer a função de ator contador de história
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Serão 20 apresentações de contação de história, com duração de aproximadamente 30 minutos, direcionadas às crianças de 4 a 10 anos. Na apresentação, contos do folclore brasileiro são recontados, através da interação com o público e jogos cênicos de oralidade, repetição, e a utilização de elementos sonoros. As histórias contadas são baseadas nas lendas do Mapinguari, Vitória Régia e Matinta Pereira. Em cada apresentação estarão presentes 2 contadores de histórias, 1 operador de mes de som e 1 intérprete de libras nas apresentações sinalizadas com este recurso. 20 apresentações: 2 atores contadores de história: Cachê de R$ 750,00 POR ATOR, somando R$ 1500 de cachê por apresentação, totalizando R$ 30.000,00 nas 20 apresentações 1 operador de som: previsto no item mesa de som com operador pelo valor de R$ 18.000,00 por projeto 2 interprétes de libra por apresentação, pelo valor de R$ 300,00 a diária cada, em todas as 20 apresentações, totalizando R$12.000,00 POR PROJETO PRODUTO: LIVROS Serão 600 livretos distribuidos ao longo das 20 apresentações, no Tamanho 9,5 cm x 17 cm. Com as dobraduras o livreto conta com 6 pgs (contando a capa). ao custo médio de R$ 10,00 cada, com as lendas escritas e em braile, além das atividades educativas. Totalizando R$ 6.000,00 ao longo das 20 apresentações.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais possuem rampa para portadores de mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serão realizadas postagens utilizando o recurso de texto alternativo, #Paratodosverem, centralizando e tornado acessiveis os conteúdos informativos para pessoas com deficiência visual, por meio de mídia sociais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As apresentações serão abertas ao público em geral, e todas das apresentações terão intérpretes de libras. Dois interpretes por apresentação, sendo um deles surdo. Para isso, entraremos em contato com Instituições que atuem com acessibilidade artística de PNE. Tal recurso está previsto no item interprete de libras na etapa de produção do orçamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Por meio do material cênico lúdico utilizado durante as apresentação, realizaremos mediação sensorial como estratégia, lançando mão de recursos de apelos sonoros e táteis, além do visual, com o poder de envolver e cativar toda a diversidade de público. PRODUTO: LIVROS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais de distribuição do produto possuem rampa para portadores de mobilidade reduzida; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todos os livretos serão impressos com descrição em braile; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica ao produto; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Por meio do material lúdico, realizaremos mediação sensorial como estratégia, lançando mão de recursos visuais, com o poder de envolver e cativar toda a diversidade de público.
Em referência à IN nº 01/2023, SERÃO ADOTADAS AS SEGUINTES MEDIDAS NO PROJETO: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Todas as apresentações serão gratuitas e amplamente divulgadas por meio das redes sociais, outdoors, carro de som e cartazes, democratizando o acesso à informação da população de todas as camadas sociais. Entretanto, cabe ressaltar a priorização do atendimento dos bairros periféricos da Cidade. Todas os locais descritos estão próximos a ruas com facilidade no acesso, são eles: Praça de Fátima - centroPraça do BaiminasPraça de BuraramaPraça de ConduruPraça de Córrego dos MonosPraça de Itaoca PedraPraça da BandeiraPraça de Cultura Sérgio Sampaio - aeroportoPraça do Gilberto MachadoPraça de GirondaPraça Elísio ImperialPraça do Alto EucaliptoPraça Benjamin SilvaPraça do BasiléiaPraça do GonzagaPraça do Coronel BorgesPraça do Monte CristoPraça de CoutinhoQuadra do Bela VistaPraça do Zumbi
MARCO ANTÔNIO REIS (proponente) - Coordenador Geral e ator contador de história Função: Coordenação Geral e Gestão Administrativa Ator, dramaturgo, contador de histórias, mediador de leitura, produtor cultural, diretor e professor de teatro. Mestrando em Ensino de Humanidades (IFES-ES). Graduado em Licenciatura em Artes Cênicas (UVV-ES), onde desenvolveu três pesquisas de Iniciação científica. Sua primeira formação foi na Escola de Teatro Darlene Glória. Faz parte da Cia. NÓS de Teatro desde 2014, onde participou de diversos projetos e espetáculos, estando em cartaz atualmente com “Poesia Pra Quê?”, espetáculo em que está como co-diretor, dramaturgo, produtor e ator. Tem trabalhado como produtor da Cia. Nós com projetos realizados de forma independente e outros com apoio de leis de incentivo à cultura. Participou de diversas oficinas e workshops com Hugo Rodas(DF), Lindolfo Amaral(SE), Charles Fricks (RJ), Rosi Andrade (França), Gabriel Miziara (SP), Maria Alice Vergueiro(SP), Raul Barreto (SP), Coletivo Comum (SP) dentre outros. Também trabalha com cinema, tendo atuado em três curtas-metragens, uma web-série e o longa-metragem de Rodrigo Aragão, “A Mata Negra (2018)”. Ainda dedica-se às atividades da CENA-Escola de Atores, da qual é co-fundador e professor. BRENDA PERIM - Coordenadora de produção e atriz contadora de história Função: Estabelecer cronogramas, coordenar equipamentos e produção Atriz, dramaturga, mediadora de leitura, produtora cultural, diretora, professora de teatro, e iluminadora. Mestrando em artes cênicas (UFOP/MG) e graduada em Artes Cênicas (UVV/ES). É integrante da Cia NÓS de Teatro desde 2015, onde trabalha como Diretora de Produção e Produtora Executiva de projetos realizados de forma independente e com apoio de leis de incentivo à cultura, atualmente no grupo, tem dedicado os estudos ao Teatro Documentário, em parceria com o Coletivo Comum (antiga kiwi cia de teatro) de São Paulo. Durante a pandemia começou a estudar edição e iluminação para vídeo, com diversos vídeos publicados no youtube. Como professora ministrou aulas em projetos de extensão, em escolas de ensino da rede pública e em cursos livres de teatro, atualmente é professora e co-fundadora da CENA Escola de Atores em Vitória e ministra o curso de dramaturgia do projeto “Palavra Corpo” em Cachoeiro de Itapemirim. Em 2021 publicou junto com Marco Antônio Reis o livro-jogo “A Menina que queria Ser Estrela”. Já participou de diversas oficinas, intercâmbios e workshops com artistas diversos como Fernando Kinas (SP), Fernanda Azevedo (SP), Josiane Geraldi (SC), Leandro Pedro (RJ), Hugo Rodas (DF), Lindolfo Amaral (SE), Rosi Andrade (França), Gabriel Miziara (SP), Maria Alice Vergueiro (SP), Raul Barreto (SP), dentre outros. Em 2017 e 2018 juntamente com 14 mulheres publicou duas dramaturgias pelo projeto “Elas Tramam”. No Cinema participou da 2ª Temporada da Web Serie “Valdemar: Porrada”(2016), e dos curta-metragens “O Quadro” (2019) e “Pão de Rosas” (2017). Atualmente dedica suas atividades a projetos culturais, montagem e circulação de espetáculo na Cia NÓS de Teatro e vem verticalizando os estudos na área edição de vídeo e iluminação. CAROLINA MELO - Coordenadora de Projeto Função: Apoio técnico na pré, execução e pós-produção do projeto Gestora Ambiental, 8 anos de experiência em Gestão de Projetos Sociais nas Unidades de Conservação Federal de Uso Sustentável (ICMBio). Apoiou a diversificação da Economia local, na comunidade tradicional de pescadores e marisqueiras de Caravelas/BA, por meio de intercâmbios, capacitações e equipamentos para o Turismo de Base Comunitária. Como Gestora da Reserva Extrativista de Cassurubá, Publicou o Plano de Manejo da Unidade (MMA, 2018), planejou e executou projetos de apoio às Áreas Marinhas Protegidas (GEFMAR) em parceria com a COOPERAÇÃO BRASIL-ALEMANHA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (GIZ), Banco Mundial e Ministério do Meio Ambiente do Brasil. Concluíndo o MBA em Gestão de Projetos Sociais e Culturais, com ênfase na temática "Sustentabilidade e Territórios: O poder de transformação do ser social sobre o meio". Realiza mentorias técnicas para elaboração de projetos sociais na Organização Sociocultural Vagalume O Verde (RJ) e Olho da Rua Produções Culturais (RJ). Experiência consolidada na interloculação das diversas esferas: sociedade civil, poder público e terceiro setor. Formada Agente de Projetos Sociais pelo SENAC e em Economia Criativa pelo SENAT. Atualmente cursa Artes Visuais na Universidade Federal de Juiz de Fora.
PROJETO ARQUIVADO.