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PRONAC 2315881Expirado o prazo de captação totalMecenato

IKATU XINGU

AUANA EDITORA E PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 8,58 mi
Aprovado
R$ 8,58 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
PreservaçãoRegistroPromoção d Acervo d Museu/Memór
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-04-01
Término
2026-03-31
Locais de realização (4)
Goiânia GoiásCanarana Mato GrossoGaúcha do Norte Mato GrossoSão Paulo São Paulo

Resumo

Conservação, restauro e revitalização do Polo Leonardo Villas Boas, localizado no Parque Nacional do Xingu, com realização de oficinas, livros e registros audiovisuais.

Sinopse

Detalhamos abaixo informações sobre os produtos Produto LIVRO – IKATU XINGU, RESTAURO E FUTURO.Classificação indicativa etária: livreO livro documentará o restauro, seus conceitos e preceitos, inclusive os de Zeladoria, para materializar uma metodologia de abordagem ao Restauro com Futuro.Conterá fotos e textos, em formato de livro de arte.Será escrito pela jornalista Ana Augusta Rocha (Auana Editora) que tem vários anos de convívio no Xingu, conheceu e trabalhou durante a realização de um livro com Orlando Villas-Bôas; e também por Flávia Sutello, (Diretora de Assuntos Culturais do Estúdio Sarasá), cujo Doutorado versa sobre CIDADE TERRITÓRIO ANCESTRAL INDÍGENA, numa Pós-graduação em Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal RS;As imagens serão realizadas por fotógrafos indígenas e também serão coletadas de acervos pré-existentes;Livro bilíngue: PT, EN. Conteúdo editorial previsto para o livro:Cap 1: A CONSTRUÇÃO DE UM VILAREJO – Capítulo histórico contando desde onde os Irmãos chegaram primeiro e como foram sendo conduzidos pelos caciques da época até a beira do cristalino rio Tuatuari. Contará por quê ali ficaram – a abertura dos campos de pouso, o relacionamento com os indígenas e sua busca por trazer para perto deles muitos povos que estavam mais no limite do Parque. Traremos aqui as lembranças dos mais velhos sobre o dia-a-dia no Polo Leonardo, o parquinho de crianças embaixo dos pequizeiros, o Posto de Saúde, a casa dos integrantes daquela vida, a chegada dos aviões, os visitantes ilustres em sua simples presença. Cap 2: OS CAMINHOS DO RESTAURO – O que os materiais e o estado físico dos prédios contou aos arquitetos restauradores e as soluções encontradas.A escolha do modo de restaurar e os equipamentos (metodologia).A escolha pela Zeladoria: o modelo do Estúdio Sarasá de envolvimento local e social para manutenção das obras restauradas. Pela Zeladoria chega-se a um Restauro com Futuro. Cap 3: OLHARES CRUZADOS – A voz dos indígenas sobre o jeito de morar do não-indígena, o significado para eles do Polo Leonardo e suas impressões sobre a participação no Restauro. Ou seja, passado, presente e futuro deste território e seu papel para os habitantes do Xingu. Cap 4: ZELO, ZELADORIA – A metodologia do Estúdio Sarasá em detalhes. Sua abordagem estética e ética. Cap 5: DEPOIMENTO ARTHUR CASAS E MARCELO DANTAS: O olhar do Arquiteto e do Curador sobre a História do Polo Leonardo e o que essa história vai inspirar e transpirar nos Projetos de Futuro relacionados ao TIX e envolvendo ambos os artistas. Produto LIVRO – ORLANDO E CLAUDIO VILLAS BOASClassificação indicativa etária: livreO livro tratará sobre ORLANDO E CLAUDIO VILLAS BOAS, relembrando os dois através de textos inéditos dos diários e de gravações da fotógrafa Maureen Bisilliat. Revisitando seu acervo de áudios e vídeos a nonagenária fotógrafa Maureen Bysilliat encontrou falas e entrevistas inéditas de Orlando e Claudio Villas Boas, que certamente vão inspirar as novas gerações a pensar sobre os direitos dos Povos Originários do Brasil. Esses textos e pensamentos dos dois irmãos serão re-editados nessa obra empática e com alto poder de comunicação. Reviver esses personagens é poder reviver as possibilidades do bom encontro entre indígenas e não indígenas, onde existe e co-existe um sentido de justiça histórica e um não colonialismo como princípio de co-existência. Conterá textos e poucas ilustrações, em formato de livro texto.

Objetivos

Objetivo geral:O projeto tem como objetivo geral a conservação, restauro e revitalização do Polo Indígena Leonardo Villas Boas, localizado no Território Indígena do Xingu. Focando nas edificações do Eixo Histórico, como a Casa Orlando Villas Boas e Casa da Dona Marina, busca-se não apenas preservar o patrimônio arquitetônico, mas também promover a retomada simbólica e prática pelos povos indígenas da totalidade desse território histórico, fortalecendo as culturas xinguanas e reforçando para o mundo a importância desse que foi o primeiro gesto de busca de justiça aos Povos Originários do Brasil. Em um contexto mais amplo, a iniciativa visa articular políticas de preservação, destacando-se pela perspectiva participativa, coletiva e diversa, incorporando as formações, o registro em livros e audiovisual, além da difusão irrestrita dos conteúdos produzidos durante o processo.Assim, cumpre-se com os incisos IV, V, VI, X, XII, XV do artigo 3º do Decreto nº 11.453, de 2023 ao "promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial"; "incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais"; "fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural"; "apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais"; "impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais"; e "apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação". Objetivos específicos: Produto BEM IMÓVEL - RESTAURAÇÃO / PRESERVAÇÃO (principal): conservar e restaurar o Polo Indígena Leonardo Villas Boas, localizado no Território Indígena do Xingu, em Gaúcha do Norte - Mato Grosso. O projeto se debruça ao Eixo Histórico do Polo Leonardo Villas-Bôas: Casa Orlando Villas Boas, Casa da Dona Marina, Casa do Rádio e Refeitório; prédios da saúde, alojamentos, todo o conjunto edificado do Polo, totalizando 11 edificações a serem restauradas. Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIO: realizar 15 cursos que permeiam o projeto, desde questões históricas e críticas, passando pela Zeladoria do Patrimônio Cultural e finalizando com capacitação audiovisual para envolvimento da juventude local no registro do projeto; Produto LIVRO: produzir dois livros, sendo um sobre o processo de restauro; e outro livro sobre Orlando e Claudio Villas Boas.

Justificativa

O projeto de conservação, restauro e revitalização do Polo Indígena Leonardo Villas Boas, localizado no Território Indígena do Xingu, surge como uma resposta crucial à crescente pressão sobre a região da bacia do rio Xingu, reconhecida como um berço de diversidade, que abriga 26 povos indígenas e comunidades ribeirinhas em 27 milhões de hectares de áreas protegidas. Diante das ameaças à integridade cultural e territorial desses povos, provenientes da fronteira de ocupação e desmatamento na Amazônia, o projeto se fundamenta em uma análise histórica que remonta à Marcha para o Oeste, destacando a Expedição Roncador-Xingu (ERX) e o papel determinante dos irmãos Villas Boas na articulação de estratégias de proteção aos povos xinguanos. A atuação dos irmãos Villas Boas, entre 1946 e 1978, enquanto funcionários do Serviço de Proteção aos Índios (SPI) e posteriormente FUNAI, resultou na reorganização espacial e na delimitação dos territórios, promovendo a preservação das culturas e a integração pacífica entre as etnias. A criação do Parque Indígena do Xingu (PIX) em 1961, foi resultado também dessa influência e se fixou como um marco histórico na proteção legal das terras indígenas. Entretanto, o contexto atual revela ameaças significativas, incluindo a expansão do agronegócio, invasões ilegais, desmatamento e exploração de recursos naturais. Este projeto de conservação visa resgatar a história indigenista do país, destacando a importância dos irmãos Villas Boas e da "pax xinguensis" na região. Considerando a urgência da proteção dos povos indígenas, da Floresta Amazônica e da vida no planeta, o projeto se propõe a preservar não apenas o patrimônio material, mas também as cosmologias, identidades e territórios indígenas. A conjuntura atual, marcada por ações de combate à emergência climática e a instituição de um Ministério dos Povos Indígenas, destaca a necessidade de iniciativas culturais sustentáveis que sensibilizem para a preservação das culturas indígenas e seus territórios. A proposta reconhece o TIX como o maior conjunto de áreas de preservação interconectadas do mundo, abrigando diversas etnias, e busca garantir a conservação cultural e linguística dessas comunidades para a manutenção de suas liberdades sociais e a continuidade de suas tradições. Sabidamente o TIX abriga a maior diversidade linguística das Américas e esse ‘caldeirão cultural’ sempre chamou a atenção do mundo. O projeto, assim, representa um compromisso vital com a preservação da diversidade cultural e ambiental do Xingu, contribuindo para a construção de um futuro mais sustentável para o planeta. O projeto contribui diretamente para a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. Em particular, o projeto aborda de maneira contundente metas relacionadas à erradicação da pobreza (ODS 1), uma vez que visa fortalecer as comunidades indígenas, promover o desenvolvimento socioeconômico e proteger seus territórios, proporcionando condições para uma vida digna e autossustentável. Além disso, o engajamento na preservação e revitalização das culturas xinguanas contribui para a promoção da igualdade (ODS 10), reconhecendo e respeitando a diversidade étnica e cultural presente na região. A iniciativa também se alinha ao ODS 13, que trata da ação climática, ao combater as ameaças ambientais enfrentadas pelos povos indígenas na região do Xingu, como o desmatamento, a exploração ilegal de recursos naturais e as mudanças climáticas. A preservação do Polo Leonardo Villas Boas e a proteção do Parque Nacional do Xingu atuam como barreiras essenciais contra as práticas que contribuem para a degradação ambiental, promovendo assim a sustentabilidade ecológica e a conservação da biodiversidade (ODS 15). Além disso, o projeto contribui para a promoção da parceria para o alcance dos objetivos (ODS 17), ao estabelecer colaborações entre as comunidades indígenas, entidades governamentais, organizações não governamentais e investidores comprometidos com a causa. A articulação de esforços em prol da conservação cultural e ambiental no Xingu destaca a importância da cooperação para enfrentar desafios complexos e alcançar resultados duradouros. Portanto, o projeto não apenas visa a preservação de um patrimônio histórico e cultural, mas também se alinha aos princípios fundamentais da Agenda 2030, contribuindo para um desenvolvimento sustentável e equitativo na região.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto alcançará os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;

Estratégia de execução

DAS NECESSIDADES DE UMA AMPLA COMUNICAÇÃO: Além do tão importante restauro do patrimônio edificado, faz-se crucial a comunicação do significado de tal restauro para todo o país e também internacionalmente.O projeto evidencia a importância democrática e humana do TIX – Território Indígena do Xingu – como a valorização da cultura e do modo de via dos Povos Originários brasileiros. “Preservar a memória histórica do projeto do Parque, quese entrelaça com a história do indigenismo brasileiro, éessencial para uma compreensão não apenas da culturados povos indígenas xinguanos e do Brasil, mas também deuma continuidade teórico-prática da relação da sociedadecriada pelos portugueses quinhentos anos antes. A saídaencontrada para a questão do antigo versus novo modo de-ser se materializa no Parque Indígena do Xingu, queserviu de exemplo e consagrou-se na Constituição de 1988.Para além disso, também é imprescindível preservar todaesta memória, porque a questão do antigo versus novomodo-de-ser não está nem de longe encerrado, nos livrosde história.Os debates do movimento indígena nacional, incluindosuas lideranças e intelectuais, ainda vêm sendo pautadospor essa questão centenária – por séculos de opressão,para dizer o mínimo. Portanto, é crucial preservar um dosepisódios mais relevantes da história dos povos indígenas:o Parque Indígena do Xingu, exemplo de respeito mútuona construção de um país mais justo com os verdadeirose mais antigos habitantes destas terras que nem sechamavam Brasil. NO SENTIDO DE UMA AMPLA COMUNICAÇÃO. É como o texto anterior explica: a importância do caso TIX, que primeiro foi o PIX (Parque Indígena do Xingu), está na sua determinação do que viria a ser todo um futuro para o modo de ser indígena nesse país. Foi, em 1961, através de sua decretação que se deu o ponto de inflexão, de virada, de salto quântico que se materializaria mais tarde, na constituição de 1988. Por isso: COM O RESTAURO,RESGATE,RETORNO à história,EstaremosRE LEMBRANDO o que devemos ser realmente como nação.Um país mais justo.Que RECONHECE quem aqui chegou muito antes de todos os demais.Que RECONHECE que a diversidade é a nossa maior riqueza.Nossa diversidade cultural, natural e ambiental é o que nos distingue perante o mundo. Estaremos desenvolvendo e registrando todo o processo de restauro, o modo de vida Xinguano e revivendo o grande exemplo que foi dado ao mundo pelos Irmãos Villas-Bôas. E ainda: fazendo desse registro amplo um outro encontro: entre profissionais dos eixos fora do Xingu e profissionais indígenas xinguanos, que trabalharão em colaboração (fotógrafos e vídeo-makers).

Especificação técnica

Produto LIVRO – IKATU XINGU, RESTAURO E FUTURO.200 pgsformato: 200mm(l) x 270mm(alt) Capa brochura feita em papel cartão 250 gr, com orelhas de 100mm cada ladoCapa aberta com 640mmX 270mm impressa a 4X1 cor especial (pantone) – verniz fosco em toda extensão da capaSobrecapa em papel Couche fosco com 650mm x 270mmMiolo: 160 pgs impressas em papel offset 150grs a 4X4 coresTiragem: 2 mil exemplares Produto LIVRO – CLAUDIO E ORLANDO VILLAS BOAS160 pgsFormato: 200mm(l) x 200mm(alt)Capa brochura feita em papel cartão 250 gr, com orelhas de 100mm cada ladoCapa aberta com 600mm x 200mm impressa a 4X1 cor especial (pantone) – verniz fosco em toda extensão da capa. Livro texto com ilustrações.Miolo: 160 pgs impressas em papel offset 150grs a 4X4 coresTiragem: 2 mil exemplares Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIOAo longo de todo o período do RESTAURO, os estudantes da Escola Estadual Polo Indígena Leonardo vão ser envolvidos em atividades correlatas a ele e também serão envolvidos nos REGISTROS para o livro e produção dos vídeos. As aulas serão divididas entre os seguintes profissionais e focos: 1. ENCONTRO OU DESENCONTRO: 6 aulasMinistrante: Ana Augusta Rocha- Desenvolvimento do tema: a autora discorrerá sobre o embate/encontro entre culturas desde a chegada do colonizador e seus (des)propósitos, até encontros positivos como os que aconteceram entre os irmãos Villas Boas ou a fotógrafa Cláudia Andujar, por exemplo.- Carga horária: 24 horas 2. RESTAURO E PATRIMÔNIO HISTÓRICO: 6 aulas Ministrantes: Flavia Sutello e Antônio SarasáNa área de atuação nomeada como Zeladoria o Estúdio Sarasá vem aperfeiçoando as leituras dos processos de investigação, assim como a realização de ações educativas, com o intuito da multiplicação e repercussão pedagógica do zelar.A política de leitura e entendimento das produções culturais da humanidade, na perspectiva da Zeladoria do Patrimônio, busca o despertar da consciência cultural, da apropriação e perpetuação dos valores e da inclusão social.Será trabalhada como uma prática integrada, promovendo não apenas a conservação do patrimônio, mas também fortalecendo os laços comunitários e proporcionando um ambiente propício para a transmissão intergeracional de conhecimentos e tradições. - Carga horária: 24 horas3. O MUNDO DAS IMAGENS DA LITTLE STORIES na realização de documentários- VÍDEO NAS ALDEIAS: 3 aulasMinistrante: Ricardo TelesA captação e edição de vídeo oferecem oportunidades profissionais para os jovens indígenas, permitindo que eles desenvolvam suas habilidades técnicas e criativas, abrindo portas para áreas como cinema, televisão, produção de conteúdo audiovisual para a internet e até mesmo em projetos de turismo comunitário. O premiado fotógrafo e cinegrafista R. Teles compartilhará sua técnica e trajetória com o grupo de cineastas indígenas do Alto Xingu.- Carga horária: 24 horas Informações adicionais:- Beneficiários do produto da proposta e forma de seleção: estudantes da ESCOLA ESTADUAL INDIGENA CENTRAL LEONARDO VILLAS-BÔAS. A seleção será feita por ordem de inscrição. - Carga horária: 24 horas de aulas e mais alguns dias de campo com os alunos cineastas indígenas.

Acessibilidade

Produto BEM IMÓVEL - RESTAURAÇÃO / PRESERVAÇÃO (principal) a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões e banheiros adaptados.b) DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica.c) DEFICIENTES VISUAIS: piso tátil, mapa tátil.d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: serão contratados consultores para definição desse aspecto de acessibilidade para a obra. Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIOa) ACESSIBILIDADE FÍSICA: será realizado nas instalações da Escola, que já conta com estrutura acessível fisicamente.b) DEFICIENTES AUDITIVOS: disponibilidade de intérprete por demanda, através de inscrições prévias.c) DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral.d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: disponibilidade de mediadores por demanda, através de inscrições prévias. Produto LIVROa) ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica.b) DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica.c) DEFICIENTES VISUAIS: será disponibilizado em pdf acessível.d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: será disponibilizado em pdf acessível.

Democratização do acesso

De modo a democratizar o acesso ao bem cultural geral com os recursos da Lei de Incentivo à cultura, a proponente se compromete a adotar as seguintes medidas, conforme o artigo 27 da IN nº 01/2023: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.Como medida de ampliação do acesso, a proponente também se compromete a disponibilizar os registros do projeto na íntegra, gratuita e irrestritamente no site oficial. Assim, adotará de forma adicional a seguinte medida, de acordo com o art. 28 da IN nº 01/2023;IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

Ana Augusta Rocha - Auana Editora: Coordenação geral, textos e ministrante de oficinasAna Augusta Rocha é jornalista e publicitária com larga experiência na produção de livros e campanhas que envolvam as pessoas em causas que valham a pena. Dedicou sua experiência de trabalho nas grandes agências de publicidade, para criar peças de comunicação capazes de mobilizar as pessoas. Autora de mais de 40 livros e editora de outros 40 livros publicados. Em sua experiência também realizou mais de 20 projetos com leis de incentivo fiscal.Especializou-se em desenvolver projetos de comunicação e editoriais voltados para exaltar valores e contribuir para a construção de marcas mais relevantes.Campanhas e clientes para quem Ana já criou muitos trabalhos: ● Natura● Cinex● Porsche● Frigorífico Prieto● Independência● Cia Suzano de Papéis● Duke Energy, Casa da Don’Anna,● Globalfood – Advanced Food TechnologyDesde 2019 ligada à projetos no TIX, lançou em 2023 um dos resultados desse trabalho, o Livro, Site, Projeto Pedagógico e Mídias Sociais de LEVANTE E LUTE, a história da ONG Doutores da Amazônia, patrocinado via Lei de Incentivo pelas empresas Bayer e Colgate. Estúdio Sarasá – Toninho Sarasá: Arquitetura, conservação e ministrante de oficinasEm 1956, era fundado o Atelier Artístico Gerardo Sarasá, primeira empresa de artes e restaurações da família Sarasá no Brasil. Recebera o nome de uma importante referência na produção artística, nos ofícios de azulejaria e vitrais, Gerardo Martin Sarasá.Amplamente premiado pela sua técnica, vastamente reconhecido por suas atuações, a partir dos anos 70, dedica-se a projetos de conservação e restauração do patrimônio histórico, o que lhe rende, também, importante relevo.Uma das primeiras obras de restauração foi o mural de azulejos da artista plástica Djanira, em meados da década de 80. Graduou-se em Administração de Empresas na Universidade São Marcos em 1999.Em 2001 fundou o Estúdio Sarasa conservação e Restauração, empresa especializada em conservação e restauro do Patrimônio Histórico. Flavia Sutello: Coordenação de Zeladoria, textos e ministrante de oficinasMestranda no Programa de Pós-graduação em Planejamento Urbano e Regional (PROPUR) na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2022/24) com a pesquisa ‘CIDADE, TERRITÓRIO ANCESTRAL INDÍGENA: movimentos e poeti(cidades), resistência ao pensar o urbano’. Atua na linha de pesquisa Cidade, Cultura e Política com foco em Planejamento Urbano, nas políticas públicas, nas contracolonialidades, retomadas e direitos indígenas. Além de outras formações e atuações, é Gestora de Patrimônio e Cultura pelo Centro Universitário Assunção – UNIFAI (2013). Cursou o Programa de Zeladoria do Patrimônio Cultural no Museu de Arte Sacra de SP – MAS-SP (2012). É Diretora de Criação, projetos culturais e zeladoria no Estúdio Sarasá. Saulo Ribas/Little Stories: ministrante de oficinas de Fotografia e Audiovisual Saulo Ribas é autor, produtor e diretor audiovisual. Nos últimos anos tem se dedicado à produção de minidocs, clipes musicais e curtas infantis. Começou sua carreira editorial na Editora Abril na direção de arte de revistas como Terra, Viagem & Turismo e Quatro Rodas. Atuou também na Editora Globo, onde reformulou projetos gráficos de títulos como Época, Marie Claire e Auto Esporte. Empreendeu no mercado de games e conteúdo infantil. Dirigiu a série de animação 'Bia e Nino'. Relançou o personagem Fofão e dirigiu seu DVD. Tem três livros infantis publicados pela Editora Bamboozinho, entre eles o seu xodó, “Cléo e o Mapinguari”. Thaís Diniz / Little Stories É formada em Relações Públicas e especialista em marketing pela FGV. Com mais de quinze anos de experiência em estratégia de marketing de conteúdo, impulsionou o crescimento de marcas consagradas do universo infantil, como Palavra Cantada e Barbatuques. Também colaborou no desenvolvimento de novas marcas audiovisuais, entre as quais o principal case é a série animada “Bia & Nino”, que já soma mais 40 milhões de views apenas no YouTube e faz parte do catálogo dos principais players de streaming. Thais é responsável pelas técnicas de entrevista da empresa LS.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.