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O Som na Faixa prevê a realização de apresentações de grupos/artistas da música instrumental em casas de shows, centros culturais, bares e locais afeitos a receberem eventos do segmento musical, em três cidades brasileiras.Todas as apresentações terão entrada gratuita. Buscando uma maior democratização de acesso, todas as apresentações serão transmitidas ao vivo e ficarão disponíveis para acesso gratuito nas redes da Muda Cultural e parceiros de mídia. Como ações complementares, serão realizadas ações formativas, nas quais grupos e artistas participantes do projeto se apresentarão para alunos e professores da rede pública de escolas municipais e/ou instituições do terceiro setor das cidades de execução, seguido de uma roda de conversa acerca da música e sua importância e relevância na cultura brasileira. Ao fim do projeto, será produzido e disponibilizado de forma gratuita um vídeo case, contemplando as ações de todas as cidades.
Não se aplica.
Objetivo geral: Viabilizar a realização do projeto Som na Faixa, circuito de shows composto por doze (12) apresentações de música instrumental em casas de shows, centros culturais, bares e locais afeitos a receberem eventos do segmento musical. Todas as apresentações serão transmitidas ao vivo e ficarão disponíveis para acesso posterior gratuito. O projeto prevê também a realização de três (3) ações de formação de público nas cidades de São Paulo, Ribeirão Preto e Belo Horizonte, em escolas da rede pública e/ou instituições do terceiro setor, sendo uma (1) em cada cidade. Objetivos específicos: -Realização de doze (12) shows com bandas/artistas da música instrumental, nas cidades de São Paulo, Ribeirão Preto e Belo Horizonte, sendo quatro (4) shows por cidade; -Realização de transmissão ao vivo de todos os shows, totalizando doze (12) transmissões; -Realização de ações formativas em escolas da rede pública e/ou instituições do terceiro setor de São Paulo, Ribeirão Preto e Belo Horizonte. Serão três (3) ações formativas, uma (1) em cada cidade do projeto; -Registro fotográfico de todas as ações do projeto e disponibilização dos registros nas redes sociais da Muda Cultural e parceiros de mídia; -Produção de um (1) video case ao final do projeto, disponibilizado nas redes da Muda Cultural e parceiros de mídia de maneira gratuita; -Promover, ampliar e democratizar o acesso à produção musical instrumental do Brasil, extrapolando o alcance cultural para pessoas de diferentes níveis socioeconômicos e faixas etárias; -Popularizar o circuito da música instrumental brasileira que geralmente fica restrito a redutos isolados, além do conhecimento da maioria da população, com o intuito de construir novos públicos e novos vínculos entre o panorama artístico-cultural e a parcela da população que geralmente não tem acesso ou mesmo conhecimento sobre essa programação; -Promover e fomentar a produção artística de novos talentos musicais do cenário instrumental; -Propiciar condições e equipamentos adequados à prática artística profissional, incentivando os artistas/grupos _ em sua maioria às margens das estratégias mercadológicas das grandes empresas e das gravadoras _ a ingressarem no mercado fonográfico; -Gerar sensível movimentação econômica na região onde o projeto será realizado, por meio da contratação de serviços relacionados à produção (som, luz, equipe técnica, etc.) e à divulgação (produtora de vídeo, gráficas, etc.).
A história da música instrumental brasileira tem suas raízes no início do século XVIII, com bandas militares e coretos e, com o passar dos séculos, a música instrumental se ramificou. Pode-se constatar que gêneros musicais como o Choro, com origem em meados do século XIX (dezenove), primeira música urbana tipicamente brasileira, segundo importantes pesquisadores como José Ramos Tinhorão e José de Almeida Amaral Júnior, e o Frevo, figuram entre as matrizes formadoras do que entendemos como Música Brasileira. A importância da música instrumental brasileira no cenário de nossa cultura é inegável, entretanto, ela não possui o espaço e o reconhecimento que sua riqueza e diversidade merecem. Do congado ao maxixe, da folia de reis ao baião, da toada à bossa nova, do maracatu à modinha, todas estas linguagens musicais brasileiras e muitas outras ensejam a criação de temas que dispensam o componente letra para revelarem-se obras-primas de nossa música. Célebres grupos, como os tradicionais "Os Oito Batutas" do mestre Pixinguinha, "Época de Ouro" liderado por Jacob do Bandolim, e os experimentais "Quarteto Novo" e "UAKTI", assim como melodias inesquecíveis como as de "Trenzinho do Caipira" de Villa Lobos e "Brasileirinho" de Waldir Azevedo, além das trilhas sonoras produzidas ao longo de várias décadas, se apresentam como relevantes elementos reveladores de nossas múltiplas identidades culturais e de nossa memória coletiva. No entanto, o que se percebe é a falta de espaço na mídia para o surgimento de novos e criativos talentos, sobretudo aqueles que não se enquadram nas fórmulas de sucesso comercial, como é o caso de artistas dedicados à música instrumental. Além disso, é sabido que a música instrumental, infelizmente, ainda é vista por muitos como uma música voltada para públicos altamente especializados e no inconsciente coletivo a música instrumental ainda é muito associada à música clássica e às orquestras, que são apenas uma vertente de uma rica variedade de estilos, gêneros e instrumentações encontradas da música instrumental. Diante deste contexto, o projeto aqui exposto traz, em sua essência, a proposta de abertura de um espaço para o descobrimento e divulgação não só da música instrumental como linguagem artística, mas de novos talentos dedicados a essa linguagem no país, em suas diferentes vertentes, além de fortalecer toda uma rede de músicos e trabalhadores da cultura. Contribuir para a democratização do acesso à música instrumental brasileira, valorizar sua universalidade, remover barreiras simbólicas para sua fruição e para a formação de novos públicos, e fortalecer a rede de profissionais atuantes no segmento são as motivações centrais para a proposição do projeto Som na Faixa. Mais que isso, a gratuidade praticada para esses espetáculos fará com que novos públicos conheçam os circuitos/rotas da música instrumental já existentes no Brasil, o que certamente contribuirá também para a ampliação dos públicos dos artistas locais contemplados para além do período de realização do projeto. A produtora Muda Cultural, responsável pelo desenvolvimento deste projeto, já realizou eventos de promoção de novos talentos independentes da Música Brasileira. Artistas e bandas como Bixiga 70, OBMJ, Nomade Orquestra, Nailor Proveta e Alessandro Penezzi, Benjamin Taubkin, dentre diversos outros, tiveram a possibilidade de evidenciar suas produções, com notória ampliação de reconhecimento atribuída à sua música. A importância dessa iniciativa para compositores e instrumentistas independentes é notável, pois representa o oferecimento de infraestrutura necessária para a plena realização de suas apresentações, oferecendo equipamentos de qualidade, estrutura de divulgação, assessoria de imprensa e bons cachês, assim como promove o livre acesso a cultura e o pleno exercício dos direitos culturais da população, estando alinhado com o instituído pelos Art 1º da Lei 8313/91, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. e com os incisos do Art 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Visando aumentar a democratização de acesso aos shows, todas as apresentações serão transmitidas ao vivo e os vídeos ficarão disponíveis para acesso gratuito nas redes da Muda Cultural e parceiros de mídia. Ao final do projeto, será produzido um (1) vídeo case, contemplando as ações de todas as cidades. O vídeo será disponibilzado de forma gratuita nas redes da Muda Cultural e parceiros de mídia. Como ações complementares, serão realizadas ações formativas em escolas da rede pública e/ou instituições do terceiro setor de São Paulo, Ribeirão Preto e Belo Horizonte. Serão três (3) ações formativas, que consistem em uma apresentação musical seguida de roda de conversa, sendo uma (1) em cada cidade recebedora do projeto, visando ampliar o acesso a estes produtos culturais e promover a troca de conhecimento e experiências entre os grupos/artistas e as pessoas participantes das ações.
PLANO DE COMUNICAÇÃO Visando atingir o público estimado em cerca de duzentas e cinquenta mil (250.000) pessoas (considerando público direto e indireto), o projeto contempla um plano de comunicação bastante abrangente: - Atuação de Assessoria de Imprensa especializada (impressa e virtual) durante todo o projeto; -Assessoria de Comunicação para gestão e desenvolvimento de plano de mídia para a internet; - Geração de conteúdo e anúncios de mídia para internet (redes sociais, portais, site e blogs); - Veiculação de conteúdo em rádios e mídia impressa; - Flyers/Panfletos virtuais (facebook, twitter, instagram, etc.); - Email marketing; - Parcerias de mídia com portais especializados em eventos culturais, artes cênicas, infância, juventude e demais assuntos correlatos; - Produção de um (1) vídeo de melhores momentos por cidade de realização, totalizando três (3) vídeos, disponibilizados nas redes da Muda Cultural e parceiros de mídia; - Produção de um (1) video case do projeto, disponibilizado nas redes da Muda Cultural e parceiros de mídia.
ESBOÇO DO PROJETO CURATORIAL Pesquisa de artistas participantes: O curador responsável pela programação do projeto já vem desenvolvendo, desde o início de 2018, uma pesquisa de artistas da música instrumental que se apresentam nas diversas cenas musicais do segmento instrumental. Desde então, estão sendo mapeados os principais projetos e festivais de música e as principais casas de show e espetáculos que abrem espaço para artistas do cenário independente, entre elas figuram espaços particulares e públicos como SESC´s, Casas de Cultura, Centros Culturais, entre outros. A pesquisa, de caráter permanente, tem como objetivo conhecer o trabalho dos artistas instrumentistas em sua diversidade estética e conceitual e nortear a pré-seleção de músicos/grupos para participação no projeto Som na Faixa. A seleção dos participantes se dará da seguinte forma: Processo de seleção: 1) Pesquisa para conhecimento prévio dos principais artistas e grupos independentes atuantes na cena musical paulistana a partir da identificação e acompanhamento da programação dos principais espaços e cenas presentes na cidade (pesquisa que já vêm acontecendo desde o início de 2018); 2) Listagem dos artistas/grupos, análise da consistência dos trabalhos e frequência de apresentações dos mesmos, ordenando-os em uma lista de trinta e dois (32) artistas; 3) Os trinta e dois (32) artistas/grupos pré-selecionados passam por um processo de audição por meio de vitrines virtuais como Youtube, SoundCloud, site próprio, ou mesmo por meio de contato direto solicitando material de áudio ou vídeo. A partir dessa fase de pré-seleção é feita uma lista em ordem de classificação, de acordo com os critérios de avaliação listados abaixo; 4) Os doze (12) artistas/grupos melhores classificados, de acordo com os critérios de avaliação, são convidados a participar do projeto Som na Faixa. Caso algum artista/grupo não aceite ou porventura não possa participar, o próximo da lista será convidado. Critérios de avaliação: A avaliação dos grupos/artistas que participarão do projeto “Som na Faixa" se dará por meio da análise qualitativa dos trabalhos desenvolvidos, levando em consideração os seguintes aspectos: - Composição; - Arranjos; - Interpretação; - Execução técnica; - Originalidade; - Aspectos melódicos, harmônicos e rítmicos; - Qualidade da proposta estética. OBS: Durante o processo de seleção não haverá restrição de gênero, ritmo ou linguagem, desde que esteja na categoria de música instrumental. A diversidade nestes aspectos será, inclusive, priorizada. Seguem abaixo exemplos de atrações participantes de edições anteriores do projeto: Barbatuques, Nicolas Krassik, Badi Assad, Proveta e Penezzi, Fabíola Beni, Marina Ebbecke, Neymar dias e Toninho Ferragutti, Macaco Bong, Banda Silibrina, Gueto Brass, Pedro Gomes Quarteto, Caetano Brasil & O Choro LIvre e Sintia Piccin Sexteto.
Apresentações Musicais Acessibilidade física: Todo tipo de público terá acesso ao projeto, inclusive os portadores de deficiência e/ou dificuldade de locomoção, para fins de atendimento ao art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06 e artigos 18 e 19 da Instrução Normativa n° 2/2019. Todos os shows serão realizados em espaços que possuem estrutura necessária para atender pessoas portadoras de deficiência. Os locais escolhidos pelo projeto estarão localizados próximos a terminais de ônibus ou estações de metrô que também possuem estrutura necessária para atender pessoas portadoras de necessidades especiais. Rubrica da planilha orçamentária: Locação de Espaço para Evento (só serão selecionados espaços que cumpram os requisitos acima) Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: o projeto adota a recomendação da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, que exige a descrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia) e a sinopse (com ficha técnica) dos espetáculos com impressos descritivos em braile para pessoas com deficiências visuais. Rubrica da planilha orçamentária: Impressão em braille Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Como o projeto das apresentações é de música instrumental, não será possível a contratação de intérpretes de libras para o projeto. Rubrica da planilha orçamentária: Não há Contrapartidas Sociais Acessibilidade física: Todo tipo de público terá acesso ao projeto, inclusive os portadores de deficiência e/ou dificuldade de locomoção, para fins de atendimento conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. Todas as ações de contrapartida serão realizadas em espaços que possuem estrutura necessária para atender pessoas portadoras de deficiência. Rubrica da planilha orçamentária: Não há, porém todos os locais selecionados necessariamente cumprirão com os requisitos acima Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: O projeto fará a contratação de monitores especializados no acompanhamento pedagógico de pessoas com deficiências visuais, caso seja necessário. Rubrica da planilha orçamentária: Monitores Acessibilidade para pessoas com deficiências auditivas: O projeto fará a contratação de monitores especializados no acompanhamento pedagógico de pessoas com deficiências auditivas, caso seja necessário. Rubrica da planilha orçamentária: Monitores Acessibilidade para pessoas com deficiências intelectuais: O projeto fará a contratação de monitores especializados no acompanhamento pedagógico de pessoas com deficiências intelectuais, caso seja necessário. Rubrica da planilha orçamentária: Monitores
O acesso às atividades descritas no projeto será gratuito e as ações seguirão as seguintes medidas do artigo 28 da IN n. 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Todas as apresentações musicais serão transmitidas ao vivo, buscando ampliar a democratização de acesso aos produtos culturais do projeto.
Curadoria: Luis Filippe Moura | CPF: 410.030.648-25 Coordenação geral/Proponente: Muda Cultural | CNPJ: 09.337.773/0001-32 Coordenação Técnica: Gabriel Medina Ximenes | CPF: 387.254.558-26 Coordenação Artística: Ítalo Leopardi Bosco de Azevedo | CPF: 368.572.938-13 Coordenador Administrativo-Financeiro: Luana Devechiati | CPF: 337.213.778-77 OBS: O proponente (Muda Cultural) será remunerado pela Coordenação Geral do projeto, sendo o responsável geral pelas ações do projeto, acompanhamento do projeto junto ao MinC e cumprimento das metas estabelecidas. Fará também a coordenação geral de equipe, articulação e interlocução com órgãos públicos para realização dos eventos, pesquisa e estabelecimento de parceiros estratégicos: mídia e RP etc. Nessa qualidade, a responsabilidade pela gestão administrativa/técnico-financeira dos projetos será toda dele. A Função de "Coordenador Administrativo-Financeiro", a ser desempenhada pela Luana Devechiati, corresponde ao auxílio na gestão, organização e acompanhamento do planejamento financeiro e todas as planilhas e fluxo de caixas; Conferência de todas as notas fiscais, recibos e outros comprovantes de prestação de serviço; Conferência dos impostos a serem recolhidos, em conjunto com o contador do projeto; auxílio na parte financeira da prestação de contas do projeto. Coordenação geral/Proponente | Muda Cultural | CNPJ 09.337.773/0001-32 Currículo resumido da empresa: A missão da Muda Cultural é qualificar a experiência de vida das pessoas e expandir suas potencialidades por meio da promoção da arte e da cultura. Desde 2007 no mercado cultural, a Muda realiza projetos atuando como elo entre marcas e seus públicos de interesse, incluindo a concepção, a curadoria de conteúdos e o planejamento. Tendo como principal ativo uma extensa rede de colaboradores e parceiros, a Muda oferece uma atuação capaz de transitar entre os universos artísticos, da produção e da gestão cultural. PROJETOS NESTA LEI DE INCENTIVO Brincando no Parque 1ª Edição - 2022 Vídeo Case: https://youtu.be/OGhyqp8MsCM?si=qNc7M2HNLDrfRj0Y O “Brincando no Parque” é um festival infantojuvenil com encontros gratuitos, lúdicos e temáticos realizados em parques de capitais brasileiras. A programação é composta majoritariamente por espetáculos de artes cênicas, dança, circo, contação de história e apresentações musicais de médio porte. Como ação complementar são realizados registros em vídeo e foto dos eventos para divulgação do projeto, que serão disponibilizados gratuitamente na internet. Som na Faixa 6ª Edição 6ª Edição - 2022 Transmissão: https://youtube.com/playlist?list=PLCarYjl4qxxO-hoeVI099NtOAsjat8mXk O Som na Faixa integra música, tecnologia e democratização do acesso à cultura, proporcionando uma série de shows de novos talentos da música brasileira com entrada gratuita, produção de videoclipes e transmissão ao vivo via streaming dos espetáculos pela internet. A 3ª e 4ª edição do Som na Faixa aconteceram de forma online e contaram com a transmissão via streaming pelos canais da Muda Cultural e da Catraca Livre no Youtube e Facebook com a realização de quatro apresentações musicais gratuitas, envolvendo compositores, cantores e instrumentistas selecionados por meio de uma criteriosa curadoria. Dia das Boas Ações 7ª Edição - 2022 Video Case: https://www.youtube.com/playlist?list=PLNT2KveqUDpuWIFXCHuAQTdUyEmMnTZ25 O Dia das Boas Ações é o maior evento de voluntariado do mundo (une mais de 70 países para promover causas sociais que beneficiam o coletivo) e ocorreu pelo 5o ano consecutivo no Brasil em dezembro de 2020. Desde 2007, milhares de pessoas e centenas de organizações e empresas em todo o mundo se unem anualmente colocando em prática a ideia simples de que toda pessoa pode se voluntariar e fazer uma boa ação, seja ela pequena ou grande, para melhorar as vidas dos outros e afetar positivamente o mundo. O projeto já passou pelas seguintes cidades brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Em 2020, o evento compreendeu a realização de um evento musical transmitido via streaming de forma gratuita através dos canais no Youtube da Associação Atados, da Catraca Livre e da Muda Cultural e nas páginas do Facebook do Dia das Boas Ações, Atados - Juntando gente boa, Catraca Livre e Muda Cultural. Foram duas apresentações musicais e duas intervenções artísticas dialogando com as temáticas de educação e empoderamento que nortearam o projeto. Foram mais de 9 mil visualizações no evento, além de mais de 244 mil pessoas beneficiadas indiretamente. Alguns exemplos de nomes que se apresentaram no Dia das Boas Ações são Ilú Obá de Min, Chico César, Doralyce, Antonio Nóbrega, Samba de Dandara e Sarau do Binho. Coordenação Artística | Ítalo Leopardi Bosco de Azevedo | CPF: 368.572.938-13 Currículo resumido do profissional: Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM/ECA/USP) na Área de Concentração II (Estudos dos Meios e da Produção Mediática); Postgraduate Course in Journalism na The London School of Journalism (2012); Jornalismo concluído na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2009). Sócio-fundador da Muda Cultural desde 2007, atuando na gestão administrativa, produção executiva, concepção e produção de eventos, elaboração e gestão de projetos culturais, captação de recursos e curadoria artística. Sócio e editor executivo e de conteúdo do portal Samba em Rede desde 2013, responsável pela seleção, coordenação e elaboração das pautas do portal, responsável pelas parcerias e acordos comerciais do site. Coordenação Técnica | Gabriel Ximenes | CPF: 387.254.558-26 Currículo resumido do profissional: Cozinheiro, produtor e gestor de projetos culturais viabilizados via Lei de Incentivo à Cultura, Gabo é pós-graduado em Culinária (Basque Culinary Center, 2012) e em Gestão Cultural (PUC, 2020). Passou 9 anos como profissional de cozinha por restaurantes estrelados como The Fat Duck (Bray, Reino Unido) e Tuju (São Paulo, Brasil) e sua última experiência como cozinheiro foi como gerente de cozinha do restaurante Mica, na Bienal 33. Esse momento simbólico de união das artes e da culinária, marcou o momento em que sua carreira se direcionou para Produção Cultural. Foi um dos desenvolvedores da área comercial da produtora Muda Cultural (2018), no ano seguinte foi curador e produtor executivo do projeto Artistas de Rua (2019) e atualmente é Produtor Executivo dos 7 projetos em andamento da produtora. Idealizou o setor offline (eventos) de coletivo O Fino da Zica (2016-2021), canal no YouTube e Instagram que entrevista e produz conteúdo acerca da arte urbana brasileira. Produziu 5 Festivais e 10 encontros artísticos de cultura Hip Hop e hoje atua como Gestor de Projetos e Comunicação no coletivo. Curadoria | Luis Filippe Moura | CPF: 410.030.648-25 Currículo resumido do profissional: Filippe Moura é graduado em Música Popular Instrumento: Violão pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em 2017. Graduado em Música Clássica Instrumento: Violão em 2014 e Pós Graduação em Marketing e Gestão pela (Escola Superior de Propaganda e Marketing) ESPM São Paulo. Desde Fevereiro de 2019 trabalha com a produtora Muda Cultural coordenando a área comercial e atendimento dos clientes focados em Projetos Culturais, de Sustentabilidade, Empregabilidade e ações de Marketing Cultural, de Eventos e Endomarketing. Nesse período já desenvolveu projetos e relacionamento com mais de 10 diferentes clientes - tanto para ações através das leis de incentivo municipal, estadual e federal, leis de incentivo sociais, quanto editais e verba direta - para empresas como: ISA Cteep, Nestlé, Raízen, Kanui, Ericsson, Ingredion, Estée Lauder, Quinto Andar, entre outros. Desde Abril de 2016 - Trabalha com a produtora Rhadar Cultural no desenvolvimento de Projetos Culturais e ações de Marketing Cultural. Nesse período já desenvolveu mais de 15 projetos - tanto para leis de incentivo estadual e federal, quanto editais e verba direta - para empresas e ONGs como: Caixa Cultural, Oi Futuro, Natura, BASF, Grupo Iguatemi, The Sessions (organização sem fins lucrativos Norte-Americana), entre outros. Coordenador Administrativo-Financeiro | Luana Devechiati | CPF: 337.213.778-77 Currículo resumido do profissional: Bacharel em turismo pela Universidade do Vale do Itajaí, com especialização em Gestão de Projetos Culturais pela ECA-USP. Atua na gestão administrativa e financeira de projetos desde 2009, passando pela Fare Arte, Mina Cultural e ProjectHub.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.