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Publicação de um livro de arte fotográfica centrada nas imagens do artista visual Eduardo Moody, que durante três grandes expedições, navegou e explorou os rios que compõem as bacias hidrográficasdo estado do Maranhão.
Livro "Um MARanhão de água doce” apresenta um vasto material captado pelas lentes do fotógrafo Eduardo Moody nas suas andanças pelas bacias hidrográficas do Maranhão. Em seu percurso, Moody lança olhar para a natureza, as atividades econômicas, as etnias, os traços culturais, os desafios ambientais e para a riqueza dos mais variados patrimônios que pululam pelo estado do Maranhão. A água doce é um importante condutor da vida e é justamente sobre essa vida que Eduardo Moody tece poesia visual. Palestras Atividades no formato “palestra” encabeçam nossas contrapartidas sociais. Prevemos eventos destinados a alunos de escolas públicas do estado do Maranhão, que serão convidados a participarem de ações gratuitas com o artista Eduardo Moody, que apresentará cerca de 30 fotografias para o público, seguidas de análise semiótica e interação com a plateia. Espera-se que essas atividades exercitem o lúdico, o analítico e a correlação entre arte e histórias pessoais. Ao todo, teremos 11 (onze) palestras direcionadas ao público juvenil oriundo da rede escolar pública.
Objetivo Geral: O projeto "Um MARanhão de água doce" consiste na publicação de um livro de arte fotográfica em homenagem às belezas naturais e fluviais do estado do Maranhão. As fotografias são de autoria do artista visual Eduardo Moody. Objetivos específicos: . Produzir e imprimir 2.000 exemplares do livro "Um MARanhão de água doce" com 200 páginas; . Distribuir exemplares do livro para bibliotecas, escolas públicas, Secretarias de Cultura e Ministério da Cultura conforme porcentagens estabelecidas na Lei 8313/1991 e IN 02/2019; . Promover a circulação de uma obra de arte centrada nas paisagens que circundam as águas fluviais do Maranhão, de modo a ampliar discussões sobre sustentabilidade ecológica e ambiental; . Contribuir para a ampliação do acesso e da fruição de arte realizada por nordestinos e para nordestinos; . Expandir o patrimônio imagético que se tem sobre as inúmeras bacias hidrográficas do Maranhão; . Mostrar uma visão dotada de apuro estético, o que permite estabelecer diálogos com a diversidade cultural existente no estado do Maranhão; . Comercializar o produto "livro" em lojas especializadas; . Realizar, como contrapartida social, 02 (duas) palestras mediadas pelo artista Eduardo Moody, de uma intérprete de Libras e alunos da Escola Municipal Integral Bilíngue, escola voltada estritamente para a educação de surdos; . Realizar, como contrapartida social, 04 (quatro) palestras mediadas pelo artista Eduardo Moody com alunos da Escola Pública Estadual Joaquim Soeiro de Carvalho; . Realizar, como contrapartida social, 05 (cinco) palestras mediadas pelo artista Eduardo Moody com alunos da Escola Pública Estadual Manoel Dias de Sousa.
O livro Um MARanhão de água doce pretende ser um retrato artístico de alguns patrimônios naturais, materiais e imateriais do Maranhão que estão inseridos/próximos a rios do estado, estes que, por sua vez, fazem parte de importantes bacias hidrográficas. Ao longo de três meses, o artista visual Eduardo Moody percorreu dez das doze bacias hidrográficas do estado, a saber: Itapecuru, Mearim, Munim, Parnaíba, Pindaré, Pericumã, Periá, Preguiças, Tocantins e Maracaçumé. É precisamente nestas bacias que se encontram um producente patrimônio tão ligado à água doce, proveniente das dezenas de rios que cruzam e atravessam o estado. Sem dúvidas, há um mar de água doce que corre pelo Maranhão, propiciando atividades essenciais ligadas à vida. Nas comunidades que vivem diretamente das riquezas provenientes dos rios, estão os grupos formadores da sociedade brasileira. Assim, o projeto Um MARanhão de água doce enquadra-se nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: II. Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII. Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX. Priorizar o produto cultural originário do País. Deste modo, este projeto enquadra-se, também, no inciso II do Artigo 3º da Lei 8313/91, que prevê "fomento à produção cultural e artística" mediante "edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes". Atendendo ainda a IN02/2019 sobre Contrapartidas Sociais, declaramos que realizaremos sessões de mediação cultural com alunos oriundos da rede pública de 3 cidades do Maranhão _ São Luís, Barreirinhas e Santo Amaro do Maranhão, a fim de atingir um quantitativo de 500 alunos. Pensando nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, este projeto se relaciona com as metas 6, 7 e 15, na medida em que lança olhares para o uso de Água potável e saneamento (meta 6), Energia limpa e acessível (meta 7) e Vida terrestre (meta 15). Talvez seja tentar forçar demais inserir o projeto na meta 14 _ Vida na água _, na medida em que a ODS lança um longo argumento calcado na necessidade de proteger a vida no ambiente marinho dos oceanos, sem aludir necessariamente às águas doces dos rios e lagos. Se formos pensar em termos genéricos _ elemento "água" _ os rios que percorrem o estado do Maranhão encaixam-se perfeitamente nessa meta 14. No escopo desse livro, entende-se que a gama de patrimônios circunvizinhos às principais bacias hidrográficas maranhenses produzem, em seu dia a dia, farto substrato à permanência e manutenção dos patrimônios naturais, materiais e imateriais do estado/país. Podemos citar como exemplos de patrimônios naturais o Parque Nacional dos Lençóis (bacia hidrográfica do Rio Preguiças e Rio Alegre), Parque Nacional Chapada das Mesas (bacia hidrográfica do Rio Tocantins) e como patrimônios materiais o Centro histórico de São Luís e sua Azulejaria; o Palácio dos Leões (São Luís), Teatro Arthur Azevedo (São Luís); o Centro histórico de Alcântara, o Forte da Vera Cruz (Rosário), Engenho Central (Pindaré-Mirim). As imagens selecionadas para o projeto, dessa maneira, tematizam acerca de assuntos que englobam desde identidade, memória, tradição, até sustentabilidade e preservação, temas importantes para o debate do sujeito contemporâneo. Entende-se que o estado do Maranhão é _ ainda _ pouco conhecido por suas diversas belezas e patrimônios. Os Lençóis Maranhenses e a Chapada das Mesas figuram como símbolos de beleza natural do estado, mas sabe-se que as riquezas patrimoniais vão muito mais além. Por ser percorrido por inúmeros rios perenes, provenientes de grandes e importantes bacias hidrográficas, o Maranhão desponta como um dos estados brasileiros mais aquosos do país, tanto de água salgada quanto doce. Em seu território, há mais de 640 quilômetros de extensão de costa, o que o torna o segundo maior litoral do Brasil (contando em linha reta). No que tange à água doce, o estado abarca 12 bacias hidrográficas, que, por sua vez, são nutridas por diversos rios e riachos. Como qualquer estado da nação, as intervenções do homem no espaço imprimem personalidade e características socioculturais sobre sua superfície. Dessa interação, surgem cenários culturais de valor patrimonial e, consequentemente, alterações ambientais. O despontar do século XXI traz importantes desafios para o homem e o principal deles é o sentido de preservação da natureza. Neste grande trabalho, está a emergência do uso racional da água potável e a necessidade urgente de utilização dos recursos de forma responsável e com planejamento, pensando no emprego de tecnologias limpas em prol da preservação da vida aquática. Afinal, este é o único futuro possível e cabível para a natureza _ e a humanidade. As águas doces que nascem e percorrem pelas bacias hidrográficas maranhenses nutrem comunidades que originam e engendram um manancial artístico e cultural valioso para a história do estado e do país. A água é um importante condutor de vida e nas imagens desse projeto, a geologia, as pessoas, a fauna e a flora foram retratados buscando suas singularidades e peculiaridades. O projeto de livro fotográfico Um MARanhão de água doce, como seu próprio título faz menção, trata-se de uma proposta inédita que intenta não apenas retratar algumas belezas do Maranhão, mas também valorizar um olhar artístico, dado através da fotografia, que permitirá apresentar ao público uma obra dotada de valor artístico e cultural. As imagens escolhidas para compor a obra fazem parte do acervo do artista Eduardo Moody. Em seus registros, há um olhar singular e contemplativo, características de sua linguagem visual. Em termos técnicos, foram realizadas fotografias em captura digital de 35mm, que variaram entre fotografias de paisagens, detalhes, macro, retratos, fotografia animal e subaquática. Temos um repertório que parte da fotografia documental e extrapola para a autoral. Logo, Um MARanhão de água doce contribuirá para as artes e os diversos signos, símbolos e significados culturais presentes no segundo maior estado do nordeste brasileiro. É através de obras desta natureza, dotadas de apuro estético e reflexões, que formaremos as bases de uma sociedade que se quer mais justa, igualitária e democrática.
Livro "Um MARanhão de água doce" - Eduardo Moody Número de páginas: 200, dim. 30,0x30,0x 2,5cm. Capa em 4x0 cores em Couche Fosco 150 g.Gravação de chapa - CTP, Laminação Fosca Frente, Uv Localizado. 02 Guardas em 4x4 cores em Offset 180 g.Gravação de chapa - CTP, Laminação Fosca Frente. 200 Páginas - em 4x4 cores em Couche Fosco 170 g.Gravação de chapa - CTP .Colado, Costura de Linha novo, Encadernado Capa Dura, Shirinkado
O projeto de livro “Um MARanhão de água doce” prevê medidas de acessibilidade em seu escopo. O proponente se compromete a lançar o livro em local que atenda às especificações de acessibilidade, nos termos dos artigos 42, 43 e 44 da Lei no 13.146, de 6 de julho de 2015 e conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3298, de 20 de dezembro de 1999. Assim, no aspecto arquitetônico, o local destinado ao lançamento dispõe de rampas, guias táteis e banheiros adequados a portadores de deficiência, idosos ou com mobilidade reduzida. Ao que compete à Acessibilidade de CONTEÚDO, o projeto prevê medidas de modo a incluir, em sua pauta, diálogos com pessoas surdas. No lançamento do livro, haverá a participação de uma Intérprete de Libras, que dará atenção especial para o público surdo, que será convidado para o evento. Estão previstas, também, sessões de mediação cultural exclusiva e dedicada aos alunos da Escola Municipal Integral Bilíngue, que atende quase 100 estudantes surdos e fica situada no bairro Camboa – em São Luís. Assim, serão realizados entre o autor e a intérprete de Libras reuniões para explicar questões importantes sobre o livro e arquitetar a dinâmica do encontro com os alunos da referida instituição. No dia pré-estabelecido, a equipe se deslocará para a escola; lá encontrará os alunos e iniciará a palestra, seguida de perguntas e respostas com o público. Tudo será traduzido do Português para Libras, com o auxílio da Intérprete de Libras.
O projeto de livro ”Um MARanhão de água doce” prevê medidas de democratização do acesso ao seu produto. Para tanto, serão confeccionados 2000 livros que seguirão o seguinte plano de distribuição: . 10% (200 livros) para distribuição gratuita promocional pelo patrocinador; . 10% (200 livros) para distribuição gratuita com caráter social e/ou educativo; . 10% (200 livros) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; . 20% (400 livros) para comercialização com valor de R$ 39,06, correspondente a 3% do salário mínimo – R$ 1.302,00; . 50% (1.000 livros) para livre comercialização no valor R$ 200,00. Em complemento ao plano de distribuição, também teremos medidas de ampliação ao acesso às atividades decorrentes do projeto, previstas no Art. 28 da IN 2023, a saber: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
PROPONENTE - Eduardo Moody Silveira Responsável por toda a gestão administrativa e financeira do projeto proposto. Será responsável pelo Tratamento de Imagens de todas as fotografias que compõem o livro. Será também o responsável pela execução de todas as contrapartidas sociais previstas ao longo do projeto. Andréa Beraldo Borde – Coordenadora Editorial Natural de Jundiaí, São Paulo, Andréa sempre teve uma relação muito íntima com as artes, principalmente com a Literatura. A paixão pela área a levou a cursar Letras Vernáculas e a trabalhar com Curadoria. Em seu currículo acadêmico, constam quatro diplomas sendo um deles de Doutorado em Literatura e Cultura (UFBA). Há um tempo, Andréa tem se dedicado a exposições e busca articular justamente Literatura e Fotografia. Em 2016, lançou o livro - Amantes sem estrelas: visões do amor em textos de Nelson Rodrigues, pela Edufba. Tem experiência na área de Literatura Brasileira, Produção Cultural, História da Arte e Curadoria. Atua como docente/produtora/curadora sobre os seguintes assuntos: Literatura Brasileira, Leitura e Produção de Texto, Produção Cultural, História da Arte, Fotografia, Curadoria. André Portugal – Coordenador Técnico Responsável pela criação e desenvolvimento de projetos gráficos editoriais de livros, revistas, relatórios, cartilhas, manuais, jornais e impressos em geral; coordenação de equipe de profissionais como designer, revisores, tradutores e produtores; atendimento a autores e clientes.
PROJETO ARQUIVADO.