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PRONAC 2316036Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cia. Luna Lunera - Circulação de espetáculos de repertório e Manutenção | 2024

COMPANHIA DE TEATRO LUNA LUNERA
Solicitado
R$ 1,41 mi
Aprovado
R$ 1,41 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Corpos estáveis
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-04-01
Término

Resumo

A Cia. Luna Lunera (BH/MG), que vem desenvolvendo um trabalho de grande relevância na cena teatral brasileira há vinte e dois anos, propõe o projeto ‘Cia. Luna Lunera _ Circulação de espetáculos de repertório e Manutenção | 2024'. O projeto prevê a circulação dos espetáculos de repertório da Cia. Luna Lunera "Aquela que eu (não) fui", pelas cidades do Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza, Aracaju e Maceió, e "Aqueles Dois", pela cidade de São Paulo; e a manutenção das estruturas física e de pessoal necessárias para o funcionamento da Cia.

Sinopse

- Espetáculo AQUELA QUE EU (NÃO) FUI Sinopse do espetáculo: O espetáculo apresenta momentos de transformação na vida de pessoas que não conseguiram esconder aquilo que sentiam no momento exato em que estavam. Se sentir é falar e se não falar é falhar, neste espetáculo acompanhamos singelos atos de coragem daquelas que não aceitaram que suas vidas fossem a sua versão mais insatisfatória. Classificação indicativa: 14 anos. - Espetáculo AQUELES DOIS Sinopse do espetáculo: Da rotina de uma “repartição” – metáfora para qualquer ambiente inóspito e burocrático de trabalho, revela-se o desenvolvimento de laços de cumplicidade entre dois de seus novos funcionários, Raul e Saul. É que “num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra”. No entanto, essa relação acaba gerando incômodo nos demais colegas de profissão. O espetáculo Aqueles Dois foi criado a partir do conto homônimo do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996). Classificação indicativa: 16 anos - Contrapartida social | debates: os debates sobre os espetáculos "AQUELA QUE EU (não) FUI" e "AQUELES DOIS" serão realizados pelo elenco, junto com o público, após as apresentações. Serão 6 (seis) debates do espetáculo "AQUELA QUE EU (não) FUI", um em cada cidade onde o espetáculo se apresenta. E 02 (dois) debates após apresentações do espetáculo "AQUELES DOIS", durante a temporada em São Paulo. Os debates abordam os processos de criação dos espetáculos e o fazer teatral em geral. Os debates serão realizados em apresentações que contarem com, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) dos espectadores constituídos por alunos e professores de instituições públicas de ensino. Classificação indicativa: 16 anos - Contrapartida social | oficina "A Atuação Criadora - Processo AQUELA QUE EU (não) FUI": 06 (seis) oficinas "A atuação criadora - Processo AQUELA QUE EU (não) FUI", uma por cidade, como forma de multiplicar os conhecimentos e descobertas do processo de criação do espetáculo AQUELA QUE EU (não) FUI e investir na capacitação de outros atores e estudantes de artes cênicas. A carga horária varia por cidade entre 4 h/aula (Fortaleza, Maceió, Recife, Salvador e Aracaju) e 8h/a (Rio de Janeiro). - Contrapartida social | oficina "A Atuação Criadora - Processo AQUELES DOIS": 01 (uma) oficina "A atuação criadora - Processo AQUELES DOIS", em São Paulo, com carga horária de 8h/aula, como forma de multiplicar os conhecimentos e descobertas do processo de criação do espetáculo AQUELES DOIS e investir na capacitação de outros atores e estudantes de artes cênicas.

Objetivos

Objetivo geral: Proporcionar circulação de espetáculos de repertório da Cia. Luna Lunera e a manutenção da Cia. no ano de 2024. Objetivos específicos: - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar temporada de 6 (seis) semanas do espetáculo ‘Aquela que eu (não) fui" no Rio de Janeiro/RJ. Temporada de sexta a domingo, totalizando 18 (dezoito) apresentações, com ingressos a preços populares (R$40,00 inteira | R$20,00 meia-entrada); - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar curta temporada do "Aquela que eu (não) fui" em Salvador/Bahia. Serão 3 (três) apresentações com ingressos a preços populares (R$40,00 inteira | R$20,00 meia-entrada); - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar curta temporada do "Aquela que eu (não) fui" no Recife/Pernambuco. Serão 3 (três) apresentações, com ingressos a preços populares (R$40,00 inteira | R$20,00 meia-entrada); - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar curta temporada do "Aquela que eu (não) fui" em Aracajú/Sergipe. Serão 2 (duas) apresentações, com ingressos a preços populares (R$40,00 inteira | R$20,00 meia-entrada); - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar curta temporada do "Aquela que eu (não) fui" em Maceió/Alagoas. Serão 2 (duas) apresentações, com ingressos a preços populares (R$40,00 inteira | R$20,00 meia-entrada); - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar curta temporada do "Aquela que eu (não) fui" em Fortaleza/Ceará. Serão 2 (duas) apresentações, com ingressos a preços populares (R$40,00 inteira | R$20,00 meia-entrada); - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar temporada de 6 (seis) semanas do espetáculo ‘Aqueles Dois" em São Paulo/SP. Temporada de quinta a domingo, totalizando 24 (vinte e quatro)apresentações, com ingressos a preços populares (R$40,00 inteira | R$20,00 meia-entrada); - Proporcionar a manutenção da estrutura física e de pessoal da Cia. Luna Lunera no ano de 2024. - Produto ACESSIBILIDADE: realizar 02 (duas) sessões dos espetáculos "AQUELA QUE EU (não) FUI" e "AQUELES DOIS" com tradução simultânea em Libras no Rio de Janeiro e São Paulo e uma sessão do espetáculo "AQUELA QUE EU (não) FUI" com tradução simultânea em Libras em Fortaleza, Recife, Maceió, Aracaju e Salvador, ampliando o acesso do conteúdo artístico para públicos com deficiência auditiva e a fidelização de novas plateias; - Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: realizar 06 (seis) oficinas "A atuação criadora - Processo AQUELA QUE EU (não) FUI", uma por cidade, como forma de multiplicar os conhecimentos e descobertas do processo de criação do espetáculo AQUELA QUE EU (não) FUI e investir na capacitação de outros atores e estudantes de artes cênicas. A carga horária varia por cidade entre 4 h/aula (Fortaleza, Maceió e Aracaju, Recife e Salvador) e 8h/aula (Rio de Janeiro). - Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: realizar 06 (seis) debates gratuitos junto ao público ao final de seis das apresentações do espetáculo AQUELA QUE EU (não) FUI (um bate papo por cidade), dando acesso ao processo de criação a novos públicos e promovendo maior inserção dos espectadores na compreensão do fazer artístico. - Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: realizar 01 (uma) oficina "A atuação criadora - Processo AQUELES DOIS", em São Paulo, com carga horária de 8h/aula, como forma de multiplicar os conhecimentos e descobertas do processo de criação do espetáculo AQUELES DOIS e investir na capacitação de outros atores e estudantes de artes cênicas. - Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: realizar 01 (um) debate gratuito junto ao público ao final da temporada do espetáculo AQUELES DOIS em São Paulo, dando acesso ao processo de criação a novos públicos e promovendo maior inserção dos espectadores na compreensão do fazer artístico.

Justificativa

A continuidade do trabalho de uma companhia de teatro e a manutenção dos espaços culturais são de fundamental importância para o desenvolvimento das artes cênicas, visto que a arte é humanizante e geradora de cidadania. Por meio de um projeto de circulação e manutenção, a Cia. Luna Lunera aposta na capacidade de criação artística e de transformação do ser humano por meio do estudo, da pesquisa, do trabalho, da difusão e produção de cultura, estando em consonância com os princípios do Ministério da Cultura do Brasil. Com 22 anos de convivência e comprovada repercussão nacional e internacional, a Cia. Luna Lunera tem se mostrado muito criteriosa na produção teatral brasileira. Trata-se de um grupo amadurecido, com excelência na qualidade artística de seus trabalhos, que valoriza o trabalho de criação autoral e a cultura brasileira. Multiplicadora nata, a Cia. prima por ser difusora de conhecimentos. Além de exercerem as funções de direção, dramaturgia e atuação nos espetáculos, seus integrantes são professores de teatro na sede da Cia. Já ministraram oficinas e residências artísticas em diversas cidades brasileiras e até mesmo no exterior, em países como Argentina e França. Seus membros somam outras habilidades adquiridas no exercício de suas formações pessoais. Além de elencarem atuações e premiações artísticas significativas em suas carreiras pessoais, o grupo é composto por profissionais formados em teatro, psicologia, direito, história, biologia, RP e jornalismo. Essa diversidade de formação contribui muito para a qualidade do Curso IN CENA, importante para a formação de público, para a preparação e inserção de alunos no CEFART (Curso de Teatro do Palácio das Artes), no T.U. (Teatro Universitário), em cursos superiores de Teatro, em Minas e em outros estados. A Cia. só vem conseguindo desenvolver um sólido trabalho nas artes cênicas ao longo dos anos por contar com profissionais capacitadas(os) em diferentes áreas, tais como produção, comunicação, administração e financeira. Em um contexto de isolamento social e fechamento de equipamentos culturais por quase dois anos, é de extrema importância que a Cia. possa contar com recursos públicos para a manutenção de sua equipe e financiamento de suas atividades. Com isso, poderá seguir oferecendo à sociedade trabalhos de qualidade artística e práticas dialógicas de difusão da cultura de forma acessível, por meio de apresentações de espetáculos e de cenas curtas, debates sobre teatro, curso livre de teatro, oficinas de criação cênica e ensaios abertos de suas criações. A Cia. já se apresentou com seu repertório, oficinas e debates em 24 estados brasileiros, Distrito Federal e em mais de 10 países: Argentina, Chile, Costa Rica, Colômbia, França, México, Panamá, Portugal, Uruguai e Venezuela . Aqueles Dois estreou em novembro de 2007 e vem construindo, desde então, ampla trajetória. Circulou por quase todo o território nacional pelo projeto SESC Palco Giratório. Cumpriu longas temporadas em Belo Horizonte/MG, São Paulo/SP - SESC Avenida Paulista (2008) e Rio de Janeiro/RJ - Centro Cultural Banco do Brasil (2010). Passou por festivais no México, Colômbia, Costa Rica, Argentina, Uruguai, Venezuela, Panamá e Portugal. O espetáculo recebeu críticas de grande relevância dos principais jornais do país e é sempre calorosamente acolhido por diferentes públicos. Completa,em 2024, 17 anos de trajetória de sucesso, aclamado por público e crítica. O texto de Caio Fernando Abreu e a encenação da Cia. continuam atuais e relevantes. Cabe ressaltar que a equipe do projeto preza pela diversidade, uma vez que ela conta com integrantes do sexo feminino, LGBT’s e de etnia negra, o que contribuirá para a promoção do protagonismo feminino e para a busca da valorização das culturas negra e LGBTQIAPN+. Ressaltamos ainda que a realização deste projeto, ao permitir a continuidade das atividades de pesquisa, compartilhamento, criação e apresentação de espetáculos da Cia. Luna Lunera, contribui para a manutenção de um grupo belo-horizontino considerado importante para produção artística local e nacional e que tem representado a cidade nos âmbitos nacional e internacional. E a realização desse projeto só se torna viável por meio do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais. O projeto se enquadra, assim, nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Serão alcançados os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: I - Incentivo à formação artística e cultural: - Realiza as oficinas "A Atuação criadora - Processo AQUELA QUE EU (NÃO) FUI" e "A Atuação criadora - Processo AQUELES DOIS", como forma de multiplicar os conhecimentos e descobertas do processo e investir na capacitação de outros atores). II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres: - Circular com dois espetáculos do repertório da Cia. realizando um total de 30 (trinta) apresentações do espetáculo "AQUELA QUE EU (não) FUI" e 24 (vinte e quatro) apresentações do espetáculo "AQUELES DOIS". IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; - 40% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente, sendo que 20% destes serão distribuídos a estudantes prioritariamente oriundos do sistema público de ensino. Todos os demais ingressos serão vendidos a preços populares (R$ 40,00 e R$ 20,00).

Estratégia de execução

Deslocamentos | Beneficiários das passagens: - Marcelo Soul, Cláudio Dias, Odilon Esteves e Guilherme Theo * trecho BH/SP/BH | Função no projeto: atores do espetáculo "Aqueles Dois" Necessidade de deslocamento: deslocar-se de Belo Horizonte para São Paulo para temporada do espetáculo. Obs.: Ainda viajam com os atores, dois profissionais da equipe técnica (produtor e técnico). - Marcelo Soul, Cláudio Dias, Renata Paz e Joyce Athiê * trecho BH/RJ/BH | Função no projeto: atores e atrizes do espetáculo "Aquela que eu (não) fui" Necessidade de deslocamento: deslocar-se de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro para temporada do espetáculo. * trecho BH/Fortaleza/Recife/Maceió/Aracaju/Salvador/BH | Função no projeto: atores e atrizes do espetáculo "Aquela que eu (não) fui" Necessidade de deslocamento: deslocar-se de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro para circulação do espetáculo. Obs.: Ainda viajam com os atores, quatro profissionais da equipe técnica (produtor executivo, cenotécnico, técnico de luz e técnico de som).

Especificação técnica

- Espetáculo cênico "AQUELA QUE EU (não) FUI": com dramaturgia de Diogo Liberano, e duração de 105 minutos, o espetáculo é apresentado em formato de palco italiano, com cenário e figurino desenvolvidos exclusivamente para a obra e utilizando recursos cenotécnicos de iluminação e sonorização compatíveis com o acervo técnico dos teatros escolhidos em cada cidade onde o espetáculo se apresentará. - Espetáculo cênico "AQUELES DOIS": com texto de Caio Fernando Abreu e duração de 90 minutos, o espetáculo é apresentado em formato de palco italiano, com cenário e figurino desenvolvidos exclusivamente para a obra e utilizando recursos cenotécnicos de iluminação e sonorização compatíveis com o acervo técnico do teatro escolhido para a temporada em São Paulo. - Debates sobre o espetáculo "AQUELA QUE EU (não) FUI": serão realizados 06 (seis) debates com o público após as apresentações, um por cidade, com duração estimada de 1 hora, sobre o processo de criação do espetáculo e sobre o fazer teatral em geral. Estimativa de público: 600 espectadores. - Contrapartida social - Curso "A Atuação Criadora - Processo AQUELA QUE EU (não) FUI": será oferecido de forma gratuita, para público alvo formado por estudantes de teatro, artistas e demais interessados, a partir de 16 anos. A carga horária varia por cidade entre 4 h/aula (Fortaleza, Maceió Recife, Salvador e Aracaju) e 8h/aula (Rio de Janeiro). A oficina trabalhará a iniciação dos participantes ao processo colaborativo de criação, numa atitude autoral e participativa na atuação, dramaturgia e direção. Esse curso revelará etapas da construção do espetáculo AQUELA QUE EU (não) FUI e será realizado nas próprias instalações dos teatros ou centros culturais ou salas de universidades, a depender da produção após aprovação do projeto. - Debates sobre o espetáculo "AQUELES DOIS": serão realizados 02 (dois) debates com o público após apresentações, durante a temporada do espetáculo em São Paulo, com duração estimada de 1 hora, sobre o processo de criação do espetáculo e sobre o fazer teatral em geral. Estimativa de público: 200 espectadores. - Contrapartida social - Curso "A Atuação Criadora - Processo AQUELES DOIS": será oferecido de forma gratuita, com carga horária de 8 h/aula, para público alvo formado por estudantes de teatro, artistas e demais interessados, a partir de 16 anos, 01 (uma) oficina que trabalhará a iniciação dos participantes ao processo colaborativo de criação, numa atitude autoral e participativa na atuação, dramaturgia e direção. Esse curso revelará etapas da construção do espetáculo AQUELES DOIS e será realizado nas próprias instalações do teatro ou centro cultural ou sala de universidade, a depender da produção após aprovação do projeto.

Acessibilidade

CIRCULAÇÃO DOS ESPETÁCULOS "AQUELA QUE EU (não) FUI" e "AQUELES DOIS": Acessibilidade FÍSICA: - Toda a circulação acontecerá em teatros que ofereçam, em sua estrutura, acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, prioridade de entrada). Item da planilha orçamentária: Locação de teatro. Acessibilidade de CONTEÚDO: - Acessibilidade Auditiva: o projeto prevê a reserva de poltronas na primeira fileira para pessoas com audição reduzida em todas as sessões, com divulgação prévia em mídias sociais. Prevê também a realização de tradução simultânea em Libras em pelo menos uma sessão por cidade (Fortaleza, Recife, Maceió, Aracaju e Salvador) e duas sessões (Rio de Janeiro e São Paulo), com divulgação para as associações de deficientes auditivos e nos materiais de divulgação do projeto. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. Ressaltamos ainda que a equipe de um dos espetáculos conta uma pessoa portadora de deficiência auditiva. A atriz Isabela Paes possui perda auditiva parcial bilateral (reconhecida pela MDPH - Maison Départemental des Personnes Handicapées, órgão competente francês, na qualidade de 'trabalhador deficiente' - travailleur handicapé). - Acessibilidade Visual: os materiais de divulgação contarão com a descrição #pracegover, ampliando a divulgação para o público deficiente visual. Além disso, disponibilizaremos folders em braile com informações sobre o espetáculo para o público deficiente visual antes de cada sessão, com o objetivo de familiarizar esse público com o espetáculo e sua estética. No início e/ou no final de cada sessão, disponibilizaremos visita tátil ao cenário, com acompanhamento do produtor executivo. Itens da planilha orçamentária: programador visual, produtor executivo. - Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: saída facilitada, por meio de reservas de poltronas próximas à saída, para eventual necessidade de o espectador sair da sala de espetáculo. Será também anunciado que o produtor executivo estará disponível para eventuais necessidades de acompanhamento. Item da planilha orçamentária: Produtor executivo. DEBATES SOBRE OS ESPETÁCULOS: Acessibilidade FÍSICA: - Todas as sessões de debates sobre os espetáculos serão realizadas em teatros que ofereçam em sua estrutura acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, prioridade de entrada). Item da planilha orçamentária: Locação de teatro. Acessibilidade de CONTEÚDO: - Acessibilidade Visual: os materiais de divulgação dos debates contarão com a descrição #pracegover, ampliando a divulgação para o público deficiente visual. No início de cada debate, todos os participantes irão se descrever verbalmente – características físicas, vestuário. Itens da planilha orçamentária: programador visual e coordenação de comunicação - Acessibilidade Auditiva: haverá tradução simultânea em Libras nas 06 (seis) sessões com debates, devidamente divulgadas para as associações de deficientes auditivos e nos materiais de divulgação do projeto. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras A equipe de um dos espetáculos conta uma pessoa portadora de deficiência auditiva. A atriz Isabela Paes possui perda auditiva parcial bilateral (reconhecida pela MDPH - Maison Départemental des Personnes Handicapées, órgão competente francês, na qualidade de 'trabalhador deficiente' - travailleur handicapé). - Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: saída facilitada, por meio de reservas de poltronas próximas à saída, para eventual necessidade de o espectador sair da sala de espetáculo. Será também anunciado que o produtor executivo estará disponível para eventuais necessidades de acompanhamento. Criação de material sensível, com informações facilitadas sobre os espetáculos AQUELA QUE EU (não) FUI e AQUELES DOIS para público com deficiência intelectual. Item da planilha orçamentária: Produtor executivo, Material sensível. Contrapartida social - oficina "A ATUAÇÃO CRIADORA - PROCESSO AQUELA QUE EU (não) FUI" e oficina "A ATUAÇÃO CRIADORA - PROCESSO AQUELES DOIS" : Acessibilidade FÍSICA: - As oficinas serão realizadas em salas dos teatros onde os espetáculos irão circular. Os espaços escolhidos oferecerão, em sua estrutura, acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, prioridade de entrada). Caso seja necessário alterar algum dos espaços, este contará com acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Item da planilha orçamentária: não se aplica – o curso ocorrerá em espaço físico já adequado a esse tipo de acessibilidade. Acessibilidade de CONTEÚDO: - Acessibilidade Auditiva: no material de divulgação, será divulgada a possibilidade de inscrição de interessados com deficiência auditiva e, caso haja inscritos, a oficina contará com tradução em Libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras - Acessibilidade Visual: os materiais de divulgação do curso contarão com a descrição #pracegover, ampliando a divulgação para o público deficiente visual. Caso haja a inscrição de participantes com deficiência visual, o oficineiro adaptará o conteúdo do curso para contemplar a presença deles, contando com a presença de um assistente que irá realizar a audiodescrição. Item da planilha orçamentária: programador visual (divulgação) | oficineiro - Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: acompanhamento realizado por um assistente, para atender as demandas específicas, de acordo com as limitações ao conteúdo que o participante apresentar. Item da planilha orçamentária: Item da planilha orçamentária: oficineiro

Democratização do acesso

Espetáculos “AQUELA QUE EU (não) FUI” e “AQUELES DOIS” 20% (vinte por cento) dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita para escolas, preferencialmente públicas (Ensino Básico e do Ensino Superior), ONG’s e comunidades, por meio de contato com agentes culturais, coordenadores e diretores de escolas e de centros culturais. 10% (dez por cento) dos ingressos serão destinados para patrocinadores do projeto. 10% (dez por cento) dos ingressos serão destinados para ações promocionais do proponente. 50% (cinquenta por cento) dos ingressos serão comercializados a preços populares – R$40,00 a inteira e R$20,00 a meia-entrada. 10% (dez por cento) dos ingressos serão comercializados a preços populares – valores que não ultrapassam o valor do Vale Cultura (valor atual: R$50,00), nos termos do art. 8º da Lei nº12.761, de 2012. Art. 24 Inciso III – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Inciso VII – comercializar além do previsto na alínea “e”, inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº12.761, de 2012, fazendo uso deste mecanismo. Inciso XIV – outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente. Durante a circulação dos espetáculos serão promovidos 08 (oito) debates após as apresentações como forma de difusão do fazer artístico e como instrumento de inserção da comunidade aos processos criativos, investindo também na formação de público. Essa é uma prática constante da Cia. Luna Lunera desde 2007.

Ficha técnica

AQUELA QUE EU NÃO FUI CIA LUNA LUNERA - Concepção, Gestão do projeto, gestão administrativo-financeira Criada em 2001, é considerada um dos expoentes do teatro brasileiro contemporâneo. Desperta interesse e reconhecimento de público e crítica pelo desenvolvimento de um método próprio de criação compartilhada onde os lugares tradicionalmente destinados ao diretor, ao ator, ao dramaturgo e ao público são completamente redefinidos de modo horizontalizado e colaborativo. Realizou mais de mil apresentações, levando mais de 200 mil pessoas aos teatros em 11 países. Desenvolve ações de trocas de experiência, democratização do acesso à arte e ampliação de circuitos de exibição, como a realização do In Cena, curso livre para a formação e pesquisa teatral. Criou 9 espetáculos: Perdoa-me por me Traíres (2000), Nesta Data Querida (2003), Não Desperdice Sua Única Vida ou... (2005), Aqueles Dois (2007), Cortiços (2008), Prazer (2012), Urgente (2016), E Ainda Assim se Levantar (2019) e Aquela que eu (não) fui (2023). Dramaturgia: DIOGO LIBERANO Diretor teatral, dramaturgo e professor brasileiro, a residir no Porto/Portugal desde o início de 2022. Doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade (PPGLCC/PUC-Rio), foi professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas e diretor artístico e de produção da companhia carioca Teatro Inominável. Direção: ISABELA PAES é Doutora pelo Institut Mines Télécom – Télécom et Management Sud Paris, França (2007 – 2011). Atriz e membro-fundadora da Cia. Luna Lunera. Dirigiu do grupo o espetáculo “E ainda assim se levantar” (2019). Atuou em ‘Perdoa-me por me traíres’ (2000), ‘Cortiços’ (2010), ‘Urgente’ (2016) e ‘Prazer’ (2012), tendo compartilhado, nesta última, a dramaturgia e direção com os outros membros do grupo. MARINA ARTHUZZI é Bacharel em Artes Cênicas pela UFMG. Atriz, produtora, iluminadora e diretora de teatro. Dirigiu o espetáculo Elizabeth está atrasada (2010) e codirigiu os espetáculos Sobre dinossauros, galinhas e dragões (2010) e À tardinha no Ocidente (2014). Criou desenho de luz para inúmeros espetáculos, incluindo E ainda assim se levantar (2019), da Luna Lunera. LUCAS FABRÍCIO é Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Artes da EBA – UFMG. Licenciatura em Teatro pela UFMG (2015). Assina direção e dramaturgia de Maloca – espetáculo de formatura do curso técnico de Artes Circenses do CICALT – (2022). Dirigiu Ópera Operária – espetáculo de formatura do CEFART – (2022) e Um pé de nós – espetáculo de formatura do Teatro Universitário da UFMG (2023) . VINICIUS ARNEIRO é fundador e diretor artístico do Teatro Independente. Indicado ao Prêmio Shell (RJ) 2007 de Melhor Direção por Cachorro! (2007), de Jô Bilac . Dirigiu: Rebu (2009) e Cucaracha (2012), Fluxorama (2013), escritos por Jô Bilac; Cássia Eller, o musical (2014) – Indicado ao prêmio Arte Qualidade Brasil de Melhor Espetáculo Musical e Melhor Direção, Os Sonhadores (2016), de Diogo Liberano, indicado ao Prêmio Shell (RJ) de Melhor Autor. ASSISTENTE DE DIREÇÃO: ZÉ WALTER ALBINATI é ator, cantor, diretor e membro-fundadora da Cia. Luna Lunera. Codiretor e codramaturgo de “Aqueles Dois (2007), de “Prazer” (2012), de “Retrato do Artista Quando Coisa” (Cia. Bololô RN, 2012) e de “Chão de Pequenos”, (2017). Diretor e dramaturgo de “O Jogo da Velha” (2009) e “A Casa”(2010). Diretor residente de “Colorido ao Cinza”, do grupo Rumores de Teatro (Vitória/ES, 2014). Dirigiu “O Caldeirão de Santa Cruz do Deserto” (2017). ELENCO: JOYCE ATHIÊ é formada em Comunicação Social (UFMG). Atriz e jornalista especializada na cobertura da cena teatral. Participou dos espetáculos: Em botânica não consultes médico (direção Ítalo Mudado, 2001), Troianas (2001, direção Luiz Paixão), Todas Mulheres São Maria (2004, direção Luiz Paixão), Inventário do Corpo ( 2013, direção Ana Haddad), Carmosina ( 2019, Performance realizada no Festival O Levante), Woyzeck 3G ( 2020, dirigido por Thálita Motta), Haverá Festa com o que restar (2021, dirigido por Rafael Bacelar, Pedro Kosovski e David Maurity) e Aquela que eu não fui (2023, da Cia Luna Lunera). RENATA PAZ é Artista e arte educadora negroreferenciada. Licenciada em Teatro na Escola de Belas Artes pela UFMG (2022), Técnico em Arte Dramática pelo CEFART (2014). Integrante e co-fundadora da Breve Cia (BH), compõe a equipe de Arte Educação da Breve Cursos Livres, Tomas Educação, e é professora de Atuação Cênica no CEFART. Atuou nos espetáculos Estranhas Ocupações (2014), Esta não é uma peça infantil (2014), E se todas se chamassem Carmen (2017) e Querença (2019). CLÁUDIO DIAS é ator e diretor, membro-fundador da Cia. Luna Lunera. Licenciado em História pela UFMG e formado pelo Palácio das Artes/Cefart. Atuou em E ainda assim se levantar (2019), Urgente (2016), Cortiços (2008), Nesta Data Querida (2003), Perdoa-me por me traíres (2000). É codiretor, codramaturgo e ator dos espetáculos Aqueles Dois (2007) e Prazer (2013). É Oficineiro e Professor do In Cena. Desde 2006 desenvolve pesquisa na preparação do ator tendo a dança contemporânea e o contato improvisação como base. MARCELO SOUL (SOUZA E SILVA) é ator formado pelo Palácio das Artes/Cefart (BH) e graduado em Ciências Biológicas pela UFMG. Membro-fundador da Cia. Luna Lunera, Atuou em Circo do lixo (dir. Fernando Penido – 1994), Segredos da vida (dir. Sissi Negro – 1995), Ensaio sobre a cegueira (dir. Cida Falabella – 1999), Perdoa-me por me traíres (dir. Kalluh Araújo, 2001); Não desperdice sua única vida ou… (dir. Cida Falabella, 2005), Cortiços (dir. Tuca Pinheiro, 2008), Urgente (dir. Areas Coletivo 2016). É ator, codiretor e codramaturgo de Aqueles Dois (2007) e Prazer (2012). AQUELES DOIS Texto de Caio Fernando Abreu Diretores/Criadores: Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves, Rômulo Braga e Zé Walter Albinati Em cena: Cláudio Dias, Guilherme Théo, Marcelo Souza e Silva e Odilon Esteves. Odilon Esteves - Licenciado em Artes Cênicas (UFMG). Seus últimos espetáculos foram “Nastácia” e “Na Sala com Clarice”. No cinema atuou em “Matraga” 2009 Longa-metragem Direção: Vinícius Coimbra e “Batismo de sangue” Direção: Helvécio Ratton. Guilherme Théo - Bacharel em Interpretação Teatral (UFMG). Atou em “Aqueles Dois” e Rosa Choque - Direção: Cida Falabella. Foi vencedor do 3º Prêmio COPASA/SINPARC de Artes Cênicas na categoria Melhor Ator de 2015. Rômulo Braga - No Teatro, atuou em com a Cia. em "Cortiços", com direção de Tuca Pinheiro e "Aqueles Dois". No cinema, atuou em filmes como "Mutum", com direção de Sandra Gogut - 2007; “Sol", direção de Lô Politi (2021), e "Carvão", com direção de Carolina Makowicz - 2022. Atua na série "DNA do Crime",produzida pela NETFLIX. Equipe Manutenção Coordenação de produção: Mariana Rabelo Produtora cultural desde 2012. Atua na área de produção, logística e coordenação de projetos no eixo Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Mestre em Teatro pela UniRio (2012). Atualmente escreve, executa e presta contas de todos os projetos da Cia. Frita (RJ) e do Coletivo Sala Vazia (MG). Também presta serviços de escrita de projetos para o Grupo Maria Cutia de Teatro (MG) e para o Grupo Oriundo de Teatro (MG). É Coordenadora de Produção da Cia. Luna Lunera (MG).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-04-01
Locais de realização (8)
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