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Realização da "3ª edição do Coreto - Festival de Bandasde música do ES", dessa vez na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, em diversas áreas públicas. O Coreto é evento de formação teórica e prática para estudantes de música participantes de bandas marciais, bandas de música civis, fanfarras e grupos de música instrumental, para a realização de oficinas teóricas e práticas de instrumentos de sopro, percussão e regência, focando nesta que é uma das maiores tradições musicais capixabas e brasileiras, as bandas de música do interior. O festival se dedica a oferecer oficinas teóricas e práticas cobrindo uma variedade de instrumentos. O foco recai especialmente sobre os instrumentos de sopro e percussão, além da arte complexa e meticulosa da regência. As oficinas, conduzidas por profissionais renomados, visam enriquecer o repertório técnico e interpretativo dos participantes, contribuindo para a formação de músicos mais completos e versáteis.
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OBJETIVO GERAL Realizar no município de Vitória-ES uma imersão musical formativa voltada para estudantes de música instrumental, com oficinas e práticas musicais, culminando em apresentações musicais públicas e gratuitas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar 12 oficinas de capacitação durante 5 dias (Flauta trans., clarinete, fagote, oboé, saxofone, trompa, trompete, trombone, eufônio/tuba, percussão, regência e prática de banda sinfônica); - Realizar 10 apresentações musicais públicas dos alunos participantes e de grupos convidados; - Receber, durante 5 dias, cerca de 350 alunos de música instrumental do Espírito Santo e Minas Gerais; - Oferecer 15 bolsas monitorias para jovens músicos em formação atuarem no projeto; - Atingir, durante a semana, um total de 3000 pessoas com as apresentações musicais; - Minimizar as dificuldades de aprendizagem e comportamento entre os participantes; - Ensinar técnicas de ensaio, aquecimento, ressonância e execução musical; - Trabalhar nas oficinas musicais ritmos e músicas das principais manifestações culturais brasileiras; - Promover a integração e desenvolvimento social, relações humanas e interpessoais; - Envolver município de Vitória-ES em todas as ações do festival; - Contribuir e incentivar para a profissionalização dos alunos como musicistas em Bandas marciais militares e civis, além da música instrumental em geral; - Realizar mais edições nos anos sequentes.
No cenário contemporâneo, as bandas de músicas civis representam uma importante ferramenta de iniciação musical de crianças e adolescentes. Independente de tudo que acontece no entorno desses estudantes, como a falta de acesso a cultura, a presença da fome e da violência, ou na desleal disputa pela atenção da juventude brasileira contra a televisão, a internet, videogames e celulares, a música é uma proposta efetiva de inserção ao mercado de trabalho, ao fomento da cidadania e à promoção do conhecimento técnico, pessoal e interpessoal. A prática musical pode ser estimulada através das bandas de música e todas as suas variações de constituição numérica, do músico instrumentista solo, duos, quintetos, big bands até uma grande banda marcial militar ou civil universitária. A pluralidade dessas categorias permite aos alunos, dentro do espaço sonoro brasileiro, um grande estímulo à formação de cidadãos que deslumbram adquirir/aperfeiçoar o conhecimento musical necessário para atuarem no mercado profissional da música. Nesse sentido, eventos como o Festival de Bandas de música do Espírito Santo consolidam a relação de estímulo, transformação e simbiose que a música proporciona a esses jovens. A receptividade à música é um fenômeno corporal que exerce grande influência na sociedade, atuando como instrumento de transformação individual e social. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais de Artes (PCNs) - Fundamental, o ritmo de pulsação excitante e envolvente da música é um dos elementos formadores de vários grupos que se distinguem pelas roupas que vestem, pelo comportamento que os identificam e pelos estilos musicais de sua preferência. Além disso, sabe-se que a atividade musical possibilita o desenvolvimento e fortalecimento do raciocínio lógico-matemático, do senso estético, da percepção sonora e espacial, assim como a coordenação motora e capacidade inventiva, especialmente entre as crianças e adolescentes. A música, através de suas especificidades, tem a capacidade de interagir com outras linguagens e outras culturas. Comunica-se com a matemática, a literatura, as ciências sociais e humanas, com a arquitetura, com todas as formas de expressão artística e com as novas tecnologias. A interdisciplinaridade da música permite vários trabalhos didáticos pedagógicos. Sua dimensão intercultural é, sem dúvida, fator de comunicação, de ligação entre os povos e mensagem universal, uma vez que, através dela, é possível estabelecer um código comum, perceptível em todos os países. O projeto se encontra dentro de eixos temáticoscomo projeto de formação e intercâmbio propondo ações do item a); formação e qualificação para músicos e palestras sobre a música e suas interfaces e o item b); com atividades de intercâmbio para fomentar a produção musical no Estado. Para o Espírito Santo é uma oportunidade de atender a diversidade de juventude do interior e suas expressões em um evento formativo e integrador, transmitindo o olhar generoso e transformador de um estado que se preocupa com a construção cidadã de seu povo. Em termos culturais é grande o efeito de colocar a disposição do público um estilo musical tão pouco difundido, valorizar o músico e a música instrumental em todas as suas nuances. Uma das grandes facilidades do alcance regional deste projeto é o fato de seu diretor artístico já manter contato direto com bandas, escolas e projetos musicais espalhados pelo estado, permitindo uma garantia de alcance da comunicação. Os jovens participantes terão uma oportunidade incrível de aprendizado, os moradores de Vitória, que tem uma das maiores comunidades de "trombonistas" do Espírito Santo, além de diversas escolas de música espalhadas pela cidade, terão suas rotinas diárias enriquecidas com as apresentações musicais que acontecerão durante a semana espalhadas pelo território agregando todos os moradores que poderão vivenciar em loco apresentações de banda de música, e, como dizia Chico Buarque, "pra ver a banda passar, tocando coisas de amor". Nesse sentido, de envolvimento comunitário, o valor lúdico das apresentações é ampliado, onde a promoção de bem estar público poderá abranger também a população da cidade. Eventos como o Festival Coreto são importante para consolidação do sucesso de projetos musicais espalhados pela Grande Vitória e interiores do Espírito Santo. Muitos dos oficineiros, também oriundos de projetos sociais de música, estão inseridos no mercado de trabalho e percebem como função educativa, formativa e estruturante a necessidade desses momentos de imersão e troca para nivelamento e aprimoramento musical dos estudantes. O contato com as novas gerações de músicos fortalecem em muito o mercado instrumental capixaba e brasileiro, onde hoje temos nomes como Marcelo Coelho, Hércules Gomes, Joabe Lima, Rafael Rocha, e tantos outros instrumentistas espalhados pelo Brasil e pelo mundo performando nas mais inúmeras formações e estilos musicais possíveis. EFEITO MULTIPLICADOR DO PROJETO Para os alunos participantes será uma das experiências mais marcantes de suas vidas. Ações de intercâmbio para formação são considerados momentos chave para continuidade do desenvolvimento desses alunos e da decisão de inserção no mercado de música instrumental. A possibilidade gerada para esses alunos de encontrar reflexos deles mesmos em outras cidades e realidades ampliam a percepção cognitiva, psicológica e social, criam pontes, contatos e possibilidades de futuros projetos e promovem a união de uma geração futura de músicos instrumentistas, algo que sempre deve ser fomentado para a evolução dessa linguagem. Os grupos, bandas e projetos que esses alunos fazem parte ganharão como um todo pela participação deles. A experiência prática das apresentações irão elevar a capacidade de trabalho em grupo dos estudantes e sua percepção de amplitude da influência e possibilidades que música pode revelar. Os oficineiros terão a oportunidade de transmitir conhecimento teórico e prático para uma nova geração de instrumentista que estão em plena formação, promovendo uma experiência formativa enriquecedora e imersiva, ampliando as possibilidades desses alunos seguirem carreira na música. O município de Vitória terá, durante uma semana, sua rotina diária enriquecida culturalmente com as apresentações musicais espalhadas pelo território agregando todos os moradores que poderão vivenciar em loco apresentações de banda de música, com isso pretendemos fortalecer o desenvolvimento cultural local e reforçar a relação que a cidade tem com a música e sua conexão com todo o interior do estado. SOBRE O LOCAL DE REALIZAÇÃO DO FESTIVAL CORETO A organização do evento escolheu Vitória para ser a sede do festival com o intuito de facilitar a chegada das demais bandas vindas do interior. Geograficamente, a capital do Estado é central e as prefeituras das cidades do interior comumente apoiam a vinda das bandas. Além disso, havendo a necessidade de hospedagem, a capital do Estado tem mais possibilidades. Em Vitória, o Festival Coreto buscará ocupar diferentes espaços públicos de acesso gratuito, tais como: _ Parque Pedra da Cebola, na Mata da Praia, Jardim da Penha e Jardim Camburi em Vitória _ Parque Moscoso, no Centro de Vitória _ Área de Vivência da Universidade Federal do Espírito Santo, em Vitória _ Rua 7 de Setembro, no Centro de Vitória e outros
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Acessibilidade Física: Designação de área prioritária à frente do palco destinada a pessoas com deficiência e idosos (referenciado na planilha como "cadeiras"). Providência de audiodescrição para vídeos promocionais e apresentações. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: Disponibilidade de visitas sensoriais. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva: Presença de intérprete de Libras durante as apresentações do Mestre de Cerimônias (referenciado na planilha como "intérprete de libras"). Os ambientes estão equipados com instalações sanitárias adaptadas, elevadores, rampas e áreas designadas para cadeirantes, sem implicar custos adicionais ao projeto.
O festival constitui-se como um evento sem custo, acessível a todos os interessados. Apresentações Musicais: Sem custo de participação e de livre acesso ao público em geral. Quanto à Contrapartida Social: A entrada é isenta de cobrança.Reserva-se 50% dos ingressos para docentes e discentes oriundos de instituições educacionais públicas.Haverá disponibilização de transporte coletivo por meio da locação de veículos do tipo ônibus para condução dos participantes. Conforme estabelecido pelo Artigo 21: III - Comprometemo-nos a disponibilizar em plataformas online registros audiovisuais dos concertos, exposições, atividades pedagógicas e demais eventos de natureza presencial, respeitando o disposto no § 2º do art. 22; IV - Autoriza-se a captação de imagens das atividades e espetáculos, bem como sua divulgação em redes públicas de televisão e outras formas de mídia.
Eduardo Lucas - Direção pedagógica e artística Eduardo Lucas, maestro e musicólogo, destaca-se no Projeto Vale Música e possui uma formação acadêmica robusta, com graduação pela Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES), mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e atualmente cursa doutorado na UNIRIO. Ele coordena o Núcleo de Bandas no Vale Música, incluindo diversos grupos sinfônicos e jazz bands, além de gerenciar o Curso de Introdução à Regência. Na FAMES, atuou como professor e coordenador de vários projetos, incluindo a Orquestra de Violões para escolas estaduais e o curso de Bacharelado em Música Popular, além de presidir o REANP. Lucas é reconhecido também como diretor artístico em eventos importantes como o FEMUSGA, o Festival Internacional de Música de Domingos Martins e o Festival Coreto, e como autor, produtor e curador do e-book "Espírito Samba", que homenageia o carnaval capixaba. É proprietário da editora Tonobooks, tendo publicado 12 livros, e foi laureado com a Comenda Maurício de Oliveira em 2021 e o Prêmio Nacional de Profissionais da Música em 2023. Como presidente do Instituto Cultura Viva e maestro da Orquestra Jovem Capixaba, fundou a Ammor e a Malê Big Band, participou de conferências e bienais, e conduziu diversas bandas sinfônicas, incluindo uma apresentação internacional na Expo Dubai, solidificando sua reputação no cenário musical. Dario Sotelo - Maestro Dario Sotelo é um renomado músico brasileiro, formado em piano, violino e viola, com título de mestrado em regência orquestral pela "City University" de Londres, sob a orientação de Ezra Rachlin, discípulo de Fritz Reiner. Sua carreira inclui a coordenação da área de cordas no Conservatório de Tatuí, onde reestruturou programas, integrando música de câmara e orquestra. Sotelo estabeleceu orquestras em Tatuí e Belo Horizonte, realizando estreias mundiais de compositores brasileiros. Ao longo dos anos, criou e dirigiu várias orquestras, incluindo a Orquestra Sinfônica Paulista. Sua atuação internacional abrange países como Suíça, Hungria, Estados Unidos, Alemanha, Espanha, entre outros. Como Secretário Geral do IV Congreso Ibero-Americano de Compositores, Arregladores y Directores de Banda Sinfónica e Ensembles, organizou o evento em Tenerife, Espanha, em 2008. Além de coordenar conferências e encontros, Sotelo gravou nove CDs com as Orquestras de Sopros Brasileira e Sinfônica Paulista, destacando obras de compositores brasileiros. Com 106 estreias mundiais de obras brasileiras e latino-americanas, e 72 estreias brasileiras de obras internacionais em seu repertório, ele é uma figura influente na música brasileira. Sotelo também atuou como professor de regência e representante da América do Sul na Wasbe. Jaqueline Vieira - Responsável financeiro Jaqueline Santos Vieira, contadora, destaca-se por sua versatilidade e sólida formação. Bacharel em Contabilidade pela Multivix, ela complementa sua licenciatura em música na UFES. Cursos como Produção e Gestão Cultural e Agente de Projetos Sociais enriquecem sua bagagem. Ativa na música, participou de diversos projetos, como Banda Junior da PMES e Orquestra Jovem Vale Música. Profissionalmente, Jaqueline atuou em escritórios de contabilidade, destacando-se em controle de alvarás, certidões e gestão financeira. Seu engajamento vai além, contribuindo na criação de instituições culturais como o Instituto Cultura Viva e Instituto das Montanhas, onde é Tesoureira. Como consultora contábil, apoia artistas capixabas notáveis. Habilidades técnicas incluem Pacote Office, Google Drive, Software Domínio Sistemas, Plataforma da Junta Comercial e Portal E-CAC da Receita Federal. Seus interesses permeiam a Produção Cultural, Economia Criativa, Contabilidade no Terceiro Setor e Auditoria Contábil. Jaqueline destaca-se não só por sua formação e experiência, mas por integrar efetivamente contabilidade e cultura em projetos sociais e culturais, evidenciando sua contribuição única e significativa. Júlia Sodré - Direção de Produção Diego Lyra - Coordenador de Produção Diego Lyra é um talentoso artista capixaba nascido e criado no centro da capital Vitória, no Espírito Santo. Com influência artística da família, Diego demonstrou interesse pela música desde cedo, tornando-se cantor e compositor e seguindo os passos de sua tia Bernadeth Lyra, um grande nome da literatura local e nacional. Multifacetado, Diego é fundador da banda KALIFA SAMBAROCK, que já se apresentou em importantes palcos e eventos no Espírito Santo. Com a banda, dividiu o palco com artistas renomados como Seu Jorge, Martinho da Vila, Sambô, Planta e Raiz, B Negão, Negralha (O Rappa), Orquestra Voadora, Marcio Local, Thiago Correa, Mc Marechal, Forfun, Macucos, Casaca, Jair de Oliveira (Jairzinho) e Pretinho da Serrinha, entre outros.Além de sua participação na banda, Diego é a voz da Orquestra AMMOR - A Maravilhosa e Mágica Orquestra de Rua e já viveu o protagonista no espetáculo musical “Hair – Um sonho de Liberdade”, realizado pela Faculdade de Música do ES – FAMES. Jefferson Costa - Assistente de Produção Jefferson Costa Silva, bacharel em Administração pela Estácio de Sá, Vila Velha/ES (2018), e bacharelando em música com habilitação em instrumentos de percussão na Faculdade de Música do Espírito Santo, destaca-se por sua significativa atuação na organização de eventos musicais. Participou ativamente de diversas iniciativas, incluindo o Festival de Bandas e Fanfarras de Jaguaré/ES, o Concurso Estadual de Bandas e Fanfarras do Espírito Santo e o Festcobanfs - Festival e Concurso de Bandas e Fanfarras da Serra/ES. Além de seu engajamento em eventos, Jefferson Costa contribuiu para projetos culturais, como o "Fomento e popularização de instrumentos de metais e percussão nas escolas do município de Cariacica/ES" (Edital III-2018 da lei municipal de incentivo à Cultura João Bananeira) em 2018 e o "PROJETO EM CASA LIFABANC" em 2020. Na esfera acadêmica, suas produções bibliográficas incluem o artigo "BANDA DE PERCUSSÃO SINFÔNICA: considerações sobre a sua atuação" no III Congresso Brasileiro de Percussão (2022) e a aguardada publicação "O ESTADO DA ARTE DAS PESQUISAS SOBRE BANDAS DE MÚSICA NO BRASIL: uma revisão sistemática integrativa das produções acadêmicas, entre 2009 e 2020" na Revista Música Hodie. Leandro Mello - Mobilizador Social Leandro Mello, residente no Espírito Santo, destaca-se desde 2010 por sua atuação em áreas de vulnerabilidade social. Com abordagem institucional, impacta mais de 20 mil moradores em comunidades capixabas, reconhecido como projeto de forte impacto humano. O "Vizinho da Arte" recebeu o prêmio "Atitude Sustentável" da Rede Gazeta em 2014, sendo o melhor projeto social do estado. Leandro, junto à sua equipe, utiliza critérios técnicos para mobilização social, avançando em diversos segmentos e ampliando as possibilidades do projeto. A sede atual atende 60 jovens com oficinas de violão popular. Nas comunidades, oferecem cursos variados como música, canto, violão, lutas marciais (Jiu-Jitsu, Kickboxing), educação ambiental e produção de documentários, impactando mais de 18 mil pessoas em bairros como Morro do Pinto, Alagoano, Morro do Quadro e Santa Tereza. De forma pioneira, Leandro Mello, através do "Vizinho da Arte", introduziu música clássica na periferia, formando a Orquestra Sinfônica Jovem do Caratoíra, regida pelo maestro Eduardo Lucas. O projeto, reconhecido pelos formadores de opinião, destaca-se não apenas pelos prêmios recebidos, mas pela transformação social e cultural que proporciona nas comunidades capixabas.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.