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Realizar circulação de festival cultural dentro de lona de circo, transformando-a em um centro cultural itinerante através da ampliação da estrutura do Circo Marambio. Atender 6 municípios do Estado de São Paulo com até 200 mil habitantes. Agregar manifestações artísticas dos diversos segmentos das artes cênicas, música, artes visuais e cultura popular.
De acordo com nossos objetivos, serão realizadas seis temporadas em seis diferentes cidades com espetáculo clássico do circo, mais picadeiro aberto para artistas das diversas manifestações artísticas/culturais para que apresentem seus trabalhos nos locais de instalação do circo. O picadeiro aberto será denominado “Festival Maromomi”, em homenagem aos povos originários que dá nome a cidade de Guarulhos, território onde o Circo Marambio desenvolve itinerância desde 1994. Circular com o festival, além do trabalho e renda aos profissionais da cultura, atenderá principalmente de forma descentralizada o público de municípios com menor números de residentes e que por esse motivo são excluídos das rotas de outras ações da cultura, quando muito recebem algumas atividades isoladas e não um grupo de atividades culturais como pretendemos realizar. O circo por seu caráter itinerante, por excelência percorre os diferentes locais a séculos, seja na capital ou interior, na periferia ou no centro, o que certa aceitação popular nas diversas cidades. Nesse sentido, a própria estrutura da lona já chama a atenção quando chega e desperta interesse. Ao agregar na temporada os outros segmentos, formaremos público que talvez desconheça outras linguagens, pois é nossa intenção levar artistas com trabalhos conhecidos popularmente como peças teatrais e shows musicais, mas também espetáculos de dança contemporânea e música clássica por exemplo. Outra ação que muito nos interessa e a incorporação de artistas e apresentações internacionais na programação, sendo um intercâmbio para nossos artistas e oferecimento de outros espetáculos ao público. Abrir o picadeiro para artistas das diversas manifestações artísticas/culturais para que apresentem seus trabalhos nos locais de instalação do circo, é oportunidade de geração de trabalho, renda e difusão cultural para esses trabalhadores. O picadeiro aberto será denominado “Festival Maromomi”, em homenagem aos povos originários que dá nome a cidade de Guarulhos, território onde o Circo Marambio desenvolve itinerância desde 1994. Já realizamos um festival denominado Festival Maromomi em formato parecido, convidando artistas e que eles fizessem referência aos povos originários e tivemos sucesso de performances, pois através da arte levamos conhecimento das origens de muitos municípios de nosso território. Teremos uma curadoria que prepara previamente a programação do festival, mas também haverá esse espaço aos artistas locais que poderão ocupar o espaço. A seleção será feita através de abertura de inscrição. Agregar diversas manifestações embaixo da lona e oferecer integração e intercambio entre artistas e público. O espetáculo clássico do circo tem duração de 90 minutos, com censura livre para o público de todas as idades e é composto por palhaços, malabaristas, equilibristas, números aéreos e muitas acrobacias em um formado de circo de variedades com espetáculo corrido, com um número atrás do outros.
Objetivo Geral O objetivo deste projeto é descrito em quatro finalidades: 1ª _ Ampliação e melhoria da estrutura do circo oferecendo maior capacidade, conforto e segurança através da aquisição de lona e estrutura de circo importada; 2ª _ Realização de seis temporadas em seis diferentes cidades oferecendo trabalho e renda aos artistas circenses, artistas de outros segmentos e trabalhadores da cultura em geral através de um festival multicultural itinerante. Esta ação visa atender a classe artística, mas também o habitante de cidades menores que muitas vezes são excluídas de outros roteiros de atividades culturais; 3ª _ Picadeiro aberto para artistas das diversas manifestações artísticas/culturais para que apresentem seus trabalhos nos locais de instalação do circo, gerando trabalho, renda e difusão cultural para esses trabalhadores. O picadeiro aberto será denominado "Festival Maromomi", em homenagem aos povos originários que dá nome a cidade de Guarulhos, território onde o Circo Marambio desenvolve itinerância desde 1994. 4ª _ Integração e formação de público em cidades menores apresentando diversas manifestações culturais, algumas talvez desconhecidas por parte do público, através da integração de artistas diversos e circenses ocupando o mesmo espaço. Objetivo específico Assim como no objetivo geral apresentamos quatro finalidades, aqui também para ficar mais claro detalhamos os objetivos específicos em quatro: 1ª _ Ampliar e melhorar a estrutura do circo proporcionará atender até 1.100 pessoas por sessão, aumentando nossa capacidade de atendimento a preços populares, conforto e segurança. Atualmente nossa lona tem capacidade para 400 pessoas sentadas. 2ª _ Circular com o festival, além do trabalho e renda aos profissionais da cultura, atenderá principalmente de forma descentralizada o público de municípios com menor números de residentes e que por esse motivo são excluídos das rotas de outras ações da cultura, quando muito recebem algumas atividades isoladas e não um grupo de atividades culturais como pretendemos realizar. O circo por seu caráter itinerante, por excelência percorre os diferentes locais a séculos, seja na capital ou interior, na periferia ou no centro, o que possui certa aceitação popular nas diversas cidades. Nesse sentido, a própria estrutura da lona já chama a atenção quando chega e desperta interesse. Ao agregar na temporada os outros segmentos, formaremos público que talvez desconheça outras linguagens, pois é nossa intenção levar artistas com trabalhos conhecidos popularmente como peças teatrais e shows musicais, mas também espetáculos com menos visibilidade popular, incluindo além das próprias atrações mais conhecidas a espetáculos que se concentram normalmente em salas da capital como a dança contemporânea e música clássica por exemplo. Outra ação que muito nos interessa é a incorporação de artistas e apresentações internacionais na programação, sendo um intercâmbio para nossos artistas e oferecimento de outros espetáculos ao público. 3ª _ Abrir o picadeiro para artistas das diversas manifestações artísticas/culturais para que apresentem seus trabalhos nos locais de instalação do circo, é oportunidade de geração de trabalho, renda e difusão cultural para esses trabalhadores. O picadeiro aberto será denominado "Festival Maromomi", em homenagem aos povos originários que dá nome a cidade de Guarulhos, território onde o Circo Marambio desenvolve itinerância desde 1994. Já realizamos um festival denominado Festival Maromomi em formato parecido, convidando artistas e que eles fizessem referência aos povos originários e tivemos sucesso de performances, pois através da arte levamos conhecimento das origens de muitos municípios de nosso território. Teremos uma curadoria que prepara previamente a programação do festival, mas também haverá esse espaço aos artistas locais que poderão ocupar o espaço. A seleção será feita através de abertura de inscrição. 4ª _ Agregar diversas manifestações embaixo da lona e oferecer integração e intercambio entre artistas e público. Abaixo apresentamos uma tabela de exemplo de uma temporada. Essa tabela será realizada seis vezes, atendendo aos seis munícipios. Temporada 1 _ Cidade 1 Circo Marambio Festival com curadoria Festival Maromomi Picadeiro Aberto 1ª semana 2ª semana 3ª semana 4ª semanaSegunda-feira Montagem Descanso Manutenção DesmontagemTerça-feira Montagem Música Programação montada com DesmontagemQuarta-feira Montagem Teatro a inscrição espontânea com DesmontagemQuinta-feira Montagem Dança artistas locais e de proximidades. MudançaSexta-feira 20h30 Espetáculo Poderão ser realizados espetáculos MudançaSábado 15h30 Internacional solos das diversas manifestações Montagem (sessão Contação de culturais ou coletivos de grupos, inclusiva), História e saraus, companhias, bandas, etc. 18h e espetáculo Infantil. 20h30 Música clássica. Domingo 15h30 Filme nacional e Montagem (sessão Dança contemporânea inclusiva), 18h e 20h30 Tenda expositiva de artes visuais - Integrando a programação durante as três semanas Duas das apresentações do circo, uma no sábado e outra no domingo, às 15h30, serão realizadas com caráter inclusivo, pois contará com volume de som reduzido, adaptações de atos e outros cuidados para receber o público com TEA, TDHA e outras necessidades que poderemos adaptar essas sessões para o bem-estar desse público. Esta tabela se repete seis vezes, uma por cidade. Observação Festival Mamomari - Os dias e horários sugeridos, bem como a descrição do nome da atividade são para efeitos ilustrativos de como podemos montar a grade de programação, porém podem sofrer alteração de ordem, dias, horários, segmentos artísticos/culturais, em que serão definidos após as inscrições realizadas e chegarmos a um melhor método para todos. Como exemplo, se uma companhia necessita de um maior tempo de montagem e ensaio no espaço, esta não poderá ocorrer no mesmo dia que há outras apresentações em horário próximo anterior, então pensamos em um dia para apresentação exclusiva. Para atender este projeto, o complexo cultural contará em sua estrutura com os seguintes itens: - 01 grande lona com picadeiro elevado, som, iluminação e assentos para 1.100 pessoas; - 01 lona expositiva para artes visuais; - 01 lona para recepção e praça gastronômica; - banheiros; - camarins. Todas as instalações terão acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.
Nossa família está na 5ª geração circense, onde passamos por diversos circos itinerantes nacionais e internacionais, de grande e pequeno porte, além de termos trabalhado em projetos sociais ensinando as artes circenses, ou seja, uma trajetória que nos dá um conhecimento de nossa atividade. Apesar de sermos um circo, a natureza desse projeto o tornará um centro cultural que abarcará outras diversas manifestações como: Música, Cultura Popular; Teatro; Dança; Audiovisual; Artesanato; Artes Visuais; Literatura; Cultura Afro Brasileira; Hip Hop; Cultura Indígena; entre outras possibilidades. O Circo Marambio nos últimos anos mantém um espetáculo com as variedades dos números circenses com ênfase nas acrobacias. Somos um dos poucos circos no Brasil que realizam alguns números acrobáticos que estão sumindo, principalmente os de trupe, como báscula russa ou coreana ou inovadores como o power track e tramp wall, fruto principalmente da família Marambio envolvida e da constante incorporação de artistas da nova geração que iniciaram no projeto social do Circo Escola Cidade Seródio de Guarulhos, momento em que saem do circo escola e começam na vida adulta. Esses jovens artistas ingressam no Circo Marambio profissionalizando-se e partindo para as diversas companhias ao redor do mundo. Quando esses artistas deixam o Circo Marambio, incorporamos outros, e assim o ciclo se repete. Entendendo os diferentes contextos dos desafios em se manter a atividade de forma sustentável, acreditamos neste momento que ao incorporar outras artes no recinto do circo, o tornamos um centro cultural itinerante e realizamos formação de público. Um projeto deste porte só é possível com mecanismos de incentivo à cultura, pois para oferecer a devida estrutura para receber os artistas dos diversos segmentos, bem como oferecer o conforto e instalações de qualidade para o público, os recursos financeiros se fazem necessários, que se não for através deste mecanismo, fica inviabilizado realizar tal projeto, bem como circular com a estrutura. Os recursos financeiros que fazem parte da planilha orçamentariam deste projeto, diz respeito a ampliação e melhoria de nossa estrutura, bem como despesas com cachês artísticos, locações de equipamentos e demais despesas pertinentes. Em conversa com produtores experientes em Lei Rouanet, descobrimos que um grande empecilho de patrocinadores em investir em projetos de circo de lona itinerante, é sua preocupação com a marca, onde estruturas de circo estão sujeitas a condições climáticas e seria negativo ter a marca associada ao um circo caso ocorra algum incidente. Os fabricantes italianos estão entre os melhores do mundo, com estruturas de grandes circos que podem suportar condições climáticas com fortes ventos e chuvas como ocorrem na Europa. Por outro lado, os Mexicanos fornecem lonas para o mundo e inclusive circos dos EUA estando aptos a estrutras que suportam os grandes temporais que acontecem por lá. Isso nos dará maior segurança pensando em todas as questões, e maiores possibilidades em ter um patrocinador. Após o projeto, o uso da lona e estrutura fará parte da continuidade do circo. Ofereceremos por temporada 27 sessões, sendo 7 do Circo Marambio e as demais 20 para os outros segmentos artísticos. A soma nos dá a possibilidade de atender 29.700 pessoas diretamente se atingida a lotação máxima, já que será de 1.100 pessoas por sessão. Disponibilizaremos metade desses ingressos gratuitamente para atender a cota de patrocinadores e os demais destinados aos fundos sociais das cidades, bem como instituições assistenciais e população carente. Os demais 50% dos ingressos que somam 14.850, deverão ser comercializados a R$ 10,00 a meia-entrada e R$ 20,00 a inteira. Acreditamos que ao cobrar ingressos a preços populares, dentro do trabalho de formação de público, há aquele trabalho de formar um público que paga para consumir cultura. A gratuidade contempla as pessoas que não tem condições, já os ingressos a preços populares valorizam e fortalecem o trabalho da arte e cultura. Está previsto na planilha orçamentária o cachê artístico para cada participante, porém ele será complementado com parte da arrecadação da bilheteria. Se fizermos o preço médio de R$ 15,00 por ingresso (R$ 10,00 meia-entrada + R$ 20,00 inteira = R$ 30,00/2), se vendidos os 14.850 ingressos por temporada, teremos a arrecadação total de R$ 222.750,00. Desses, 50% serão destinados para manutenção do circo e os demais 50% destinados para os artistas. As 07 (sete) primeiras sessões serão do circo Marambio, onde a arrecadação total se vendidos todos os 50% dos ingressos serão de R$ 57.750,00. Menos 50% que é o valor de R$ 28.875,00 que serão destinados a manutenção do circo naquela semana, os outros R$ 28.875,00 serão divididos entre os artistas integrantes da companhia. Já nas outras duas semanas em que acontecerá o festival com curadoria e o picadeiro aberto, se somado a arrecadação com a venda dos 50% dos ingressos restantes, deveremos ter uma arrecadação de R$ 165.000,00. Desses, ficarão R$ 82.500,00 para manutenção do circo e os outros R$ 82.500,00 deverão ser divididos entre todos os artistas participantes, sejam eles de qualquer segmento, terão a parcela recebida por igual. Por exemplo, se participarem ao total 50 artistas, cada um receberá o valor a mais de R$ 1.650,00 além do cache já garantido na planilha orçamentária. Esta é uma forma que acreditamos somar a renda e democratizar a arrecadação com todos. Os artistas do circo Marambio, bem como os demais integrantes e residentes, ainda terão como complemento porcentagens da arrecadação da praça gastronômica do circo, situação que faz parte já da nossa rotina há anos, sendo o complemento do cachê essa porcentagem. Reforçando a realização do picadeiro aberto, além do nosso espetáculo de circo, abriremos o picadeiro para que outros artistas das diferentes áreas possam se apresentar. Será aberto um chamamento público para que os interessados se inscrevam. Esse momento do projeto se chamará "Festival Maromomi" em homenagem ao povo Maromomi que de acordo com a "Revista Guarulhos 456 _ RG 119" ao levantar a discussão sobre a origem do nome da cidade, no quadro "Os primeiros habitantes": ...Os Maromami eram caçadores e coletores, ou seja, itinerantes, vivendo do que a terra dava.... Já no título "A origem do nome Guarulhos": Benedito Prezia, baseado nos estudos da Companhia dos Jesuítas, diz que o nome dos índios, por ser de difícil pronunciação, recebeu várias grafias como Maromami, Maromemim, Maramomi, Jeromomim, Garumimim e Garomemim. No Rio de Janeiro foram conhecidos como Guarulho e Gessaruçu, sendo esses índios do tronco Gê... (Revista Guarulhos, 2016, p. 28), portanto, essa homenagem traz uma das hipóteses do nome da cidade, bem como retrata um povo itinerante, assim como o circo, assim como o nosso projeto, que como os Maromomi caçadores e coletores, vivendo do que a terra dava, assim somos nós circenses, assim serão os artistas que participarão do festival. E para que a homenagem renda conhecimento aos participantes e ao público presente, os artistas que farão parte do festival, deverão fazer alguma alusão aos povos Maromomi, seja uma frase ou poesia recitada antes ou ao final da performance, apresentação, seja um cartaz, um adorno ou qualquer intervenção que faça alguma alusão ou traga um pensamento sobre os povos Maromomi. Teremos o cuidado para não interferir na dinâmica das apresentações, em que terão total liberdade para explorar esse momento de referência. Enxergamos como importante essa ação para trazer um conhecimento cultural que muitas vezes fica adormecido na cabeça das pessoas e provocar essa reflexão em momento de descontração, alegria e apresentar essas informações no momento leve que pode despertar a curiosidade pela história das nossas raízes, da cultura indígena presente em nosso território. Além da difusão cultural do segmento que estará no picadeiro, há a difusão cultural desses povos originários.
Estrutura de circo itinerante.
O circo é equipado com acessibilidade nos trajetos para a plateia, bem como banheiro PCD com todas as condições para cadeirantes. Por excelência é um espetáculo visual, sonoro com músicas e locuções que narram o espetáculo, porém, haverá de forma permanente legendas descritivas e folder em braille, bem como sessões exclusivamentes inclusivas;
Pretendemos oferecer por temporada 27 sessões, sendo 7 do Circo Marambio e as demais 20 para os outros segmentos artísticos. A soma nos dá a possibilidade de atender 18.900 pessoas diretamente se atingida a lotação máxima, já que será de 700 pessoas por sessão. Temos a intensão de disponibilizar metade desses ingressos gratuitamente para atender a cota de patrocinadores e os demais destinados aos fundos sociais das cidades, bem como instituições assistenciais e população carente. Os demais 50% dos ingressos que somam 9.450, deverão ser comercializados a R$ 10,00 a meia-entrada e R$ 20,00 a inteira. Acreditamos que ao cobrar ingressos a preços populares, dentro do trabalho de formação de público, há aquele trabalho de formar um público que paga para consumir cultura. A gratuidade contempla as pessoas que não tem condições, já os ingressos a preços populares valorizam e fortalecem o trabalho da arte e cultura.
- Ramon Eduardo Moreira Marambio – Diretor geral, artista, eletricista, iluminador. - Paulo Cesar Moreira Marambio – Diretor artístico, artista, montagem. - Jéssica Aparecida Moreira Marambio – Artista, figurinos e bilheteria. - Ellen Souza Marambio – Artista, praça de alimentação e sonorização. - Ramon Marambio Cortez – Capataz e portaria. Currículo artístico CIRCO IRMÃOS MARAMBIO LTDA – CNPJ: 09.006.211/0001-06 Circo Marambio Edital FUNARTE 2022 – Contemplado com o Edital Prêmio Funarte às Famílias e às Artes nas Localidades – Edição 2022. Fomos contemplados com este prêmio graças a trajetória de nossa família e em especial pelas instalações do circo que oferecem acessibilidade PCD. Festival Maromomi – 2021 – Festival realizado com mais de cem artistas e trinta apresentações das diversas manifestações artísticas guarulhense. O projeto foi realizado em 2021 com apoio da Lei Aldir Blanc e Funcultura de Guarulhos. O nome do festival faz alusão as origens do município. Um Pedaço da História do Circo no Brasil – 30 apresentações na cidade de São Paulo – Projeto contemplado pelo Fomento ao Circo da prefeitura de SP - 2018. Virada Cultural 2018 – Espetáculo completo na Praça Dom José Gaspar – SP. Volatinero 2017 – ProAC - Circulação pelo Estado de São Paulo. Ilha dos Macacos 2017 – 03 a 12 de março no Teatro Flávio Império – São Paulo. Festival Paulista de Circo – 2017 em Piracicaba – Espetáculo completo. Ocupação Circo Marambio 2017 – 14 apresentações no Teatro João Caetano com dois espetáculos: Variedades e Ilha dos Macacos – de 08 a 23/04/2017. Circo Europeu 2016 e 2018 – apresentações no circo de lona itinerante - São Paulo Circuito Municipal de Cultura 2015 – Sete apresentações em diversos equipamentos da Prefeitura de São Paulo. Circuito Usiminas de Cultura (Guarulhos) – Espetáculo completo e oficinas – 2014 Soyuz no Teatro do CEU Aricanduva – ProAC - Espetáculo temático em 20/04/2014 Casa Modernista – Tradicional espetáculo em 25 de janeiro de 2014. Virada Cultural Paulista 2010, 2011, 2012 e 2014 - Espetáculos e oficinas em Araçatuba, Assis, Caraguatatuba, Campinas, Diadema, Mogi das Cruzes, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba. Festival Paulista de Circo – 2009 em Limeira - Número de malabares. Criação de espetáculos inéditos – Power Track em 2010, Wall Street Acrobatics em 2012, Urbanus Circus Band em 2013 e Soyuz em 2014. Maratona Infantil do MIS – Museu da Imagem e do Som. Intervenções Circenses e oficinas em outubro e dezembro de 2011 e tradicional espetáculo completo em outubro de 2012. Metrô Paraíso no palco do Projetos Encontros – Espetáculo em fevereiro 2012. Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo – 2010 – Aquisição de aparelhos, figurinos e circulação. Bolsa Funarte de Incentivo à Criação ou ao Aperfeiçoamento de Números Circenses – 2008 – Aquisição de diversos equipamentos circenses. Memorial da América Latina – 2008 - espetáculo tradicional completo beneficente para comemoração de 10 anos do Instituto Mensageiros. Circuito Cultural Paulista – 2008 – Espetáculos completos realizados no Circo Arte Brasil: 07-03-08 Taquarituba / 15-03-08 Brotas Teatro Paulo Autran do SESC Pinheiros - 2007 - Realização de espetáculo circense tradicional no palco do Teatro Paulo Autran para festa de confraternização dos funcionários. Histórico Os irmãos Marambio são a quarta geração de artistas circenses, Ramon nascido no circo Gíglio e Paulo no circo Romano Garcia, moraram e trabalharam com seus pais nos mais importantes circos do Brasil. Apesar do modo clássico de espetáculos, incorporaram elementos cênicos e propostas atuais, realizando montagens contemporâneas de espetáculos temáticos como Wall Street Acrobatics, Urbanus Circus Band, Soyuz, Ilha dos Macacos e Volatinero. A companhia é composta pelos irmãos e diversos artistas circenses de outras famílias tradicionais de circo e formaram outros artistas, oriundos de escolas de circo, que juntos aprenderam os detalhes do circo clássico como números de Báscula, Barra Russa, Canastilha, Paradas de Mão, Malabares, Palhaços, entre outros. Artistas formados pelos irmãos Marambio, hoje fazem parte de diversas companhias nacionais e internacionais como circo dos Sonhos, Marcos Frota, Beto Carrero, Cirque du Soleil, Universal Circus (EUA), entre outros. Em 2017 realizamos a montagem de nossa lona nas dependências do teatro Flávio Império, parte dos fundos, onde realizamos temporada de duas semanas com apresentações e oficinas. Além da lona, a praça de alimentação foi montada configurando o circo itinerante. A partir deste momento a itinerância não para, vivendo um misto entre realizar apresentações em espaços alternativos e montar a lona em bairros de São Paulo e Guarulhos. Em 2020 adquirimos uma lona nova renovando a estética do circo. Breve currículo dos principais integrantes do circo Ramon Eduardo Moreira Marambio Mestre em História da Arte pela UNIFESP, formado em Administração de Empresas com ênfase em Marketing pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Pós-graduado MBA em Bens Culturais na FGV e Aluno Especial no Mestrado Artes Cênicas UNESP. Desde 2001, trabalhou durante 20 anos no audiovisual do SESC-SP. Em 2012, trabalhou na turnê brasileira do espetáculo Varekai (Cirque du Soleil) integrando a equipe técnica. Membro da quarta geração de uma família de circo, atua como malabarista, palhaço e diretor geral. Nascido e criado em circo, já viveu com seus pais em diversos circos: Continental Robatini, Portugal, Stankowich, Mário Orfei, Bismarck, Vostok, Moscou, Circo D´itália, Gran Circus Norte Americano, Gran Bartholo Circus, Circo de Mônaco, Circo Di Roma, Real Moscou, Palácios, Romano Garcia, Giglio, Circo de Tourada Brasil, Beto Carrero, entre outros. Paulo César Moreira Marambio Artista circense e arte-educador; trabalhou durante 18 anos como instrutor de artes circenses no ICC – Instituto Criança Cidadã – Circo Escola Cidade Seródio em Guarulhos. Em 2012, trabalhou na turnê brasileira do espetáculo Varekai (Cirque du Soleil) como técnico em tenda e estruturas. Já ministrou oficinas em diversos projetos culturais e sociais, ensinando a arte e técnica circense em acrobacias, palhaços, malabarismos e equilibrismos. Membro da quarta geração de uma família de circo, atua como malabarista, palhaço, acróbata e diretor artístico. Nascido e criado em circo, já viveu com seus pais em diversos circos: Continental Robatini, Portugal, Stankowich, Mário Orfei, Bismarck, Vostok, Moscou, Circo D´itália, Gran Circus Norte Americano, Gran Bartholo Circus, Circo de Mônaco, Circo Di Roma, Real Moscou, Palácios, Romano Garcia, Giglio, Circo de Tourada Brasil, Beto Carrero, entre outros. Em 2018 integrou o elenco no Jungland Park, Arábia Saudita com Báscula e acrobacias de solo. Ramon Marambio Cortez Entrou no circo em outubro de 1975, no Vostok, iniciando suas atividades como ajudante, passou a chefe de barreira, tornando-se em menos três meses segundo capataz, para logo em seguida primeiro capataz. Um ano depois trabalhou como capataz no circo Continental Robatini, onde conheceu a acróbata Lúcia Galhardo, de tradicional família circense, com a qual casou-se. Trabalhou em importantes circos brasileiros, entre eles: Vostok, Stupzer, Búfalo Bill, Continental Robatini, Portugal, Moscou, Stankowich, Giglio, Gran Circo Norte Americano, Gran Bartholo Circus, Circo de Mônaco, Romano Garcia, Mário Orfei, Bismarck, Real Moscou, Circo D´itália, Circo Di Roma, Palácios, Circo de Tourada Brasil e Beto Carrero. Na história do circo brasileiro, como capataz, trabalhou no circo Stupzer da dona Dálhea Palácios que foi um dos últimos a ter três picadeiros. Vivenciou o progresso das estruturas do circo no Brasil, lonas que descem na carreta, praticáveis com cadeiras e coberturas tensionadas no Beto Carrero. Fundou um circo de 26x34, que foi batizado de Circo Montana, passando mais tarde a se chamar Circo Caupolican.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.