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PRONAC 2316055ArquivadoMecenato

Mulheres Empilhadas

OIA PRODUCOES ARTISTICAS E CULTURAIS EIRELI - ME
Solicitado
R$ 779,0 mil
Aprovado
R$ 779,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-02-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Ensaio, montagem, estreia e temporada do espetáculo teatral Mulheres Empilhadas, baseado no livro homônimo de Patrícia Melo, idealizado por Clarissa Freire. Será realizada uma temporada do espetáculo, que trata questões como violência contra a mulher, na cidade do Rio de Janeiro.

Sinopse

Tudo começa com um tapa na cara. Após ser agredida pelo namorado numa festa, uma advogada paulista resolve viajar ao Acre para acompanhar uma série de julgamentos de homens acusados de feminicídio. Em especial, o estupro e assassinato de uma jovem indígena por três rapazes da elite local. Mergulhada nesse universo de violência contra a mulher, a protagonista descobre um país onde a impunidade é quase uma lei. Passando pela experiência de um ritual místico ancestral, ela terá que revisitar o assassinato de sua mãe, marca indelével de sua infância, além de ser envolvida, ela mesma, num crime brutal que vai permitir o resgate, dessa imensa pilha de cadáveres ao seu redor, de seu próprio enigma. Classificação: 16 anos

Objetivos

Gerais: Fomento da dramaturgia Brasileira contemporânea, pesquisa e desenvolvimento de fazeres criativos, transversalidade das expressões artísticas, difusão de reflexões sobre a violência contra a mulher, suas origens e seus reflexos na sociedade. Fomento a economia criativa e formação de plateia. Específico: Ensaio, produção, montagem, estreia e realização de temporada de 2 meses do espetáculo inédito "Mulheres Empilhadas" na cidade do Rio de Janeiro. As apresentações acontecerão sempre de sexta a domingo no Rio de Janeiro, com teatro com média de 120 lugares ainda a ser definido, totalizando 24 apresentações em dois meses de temporada. Para efeito de formação de plateia, realizaremos um ensaio aberto gratuito para estudantes de teatro onde o transporte desses alunos será custeado pela produção do espetáculo. Além disso, realizaremos, uma vez por semana, um bate-papo com elenco, direção, um especialista convidado e a plateia, com o intuito conscientizar o público sobre a importância de se falar sobre violência contra a mulher e suas consequencias. Realizaremos também sessões com áudio-descrição e tradução em libras como medidas de acessibilidade (mais detalhados no campo de democratização do acesso e acessibilidade).

Justificativa

O ódio contra a mulher é o mais antigo, o mais sólido e o mais generalizado de todos. Ele existe desde o Império Babilônico até os dias de hoje e, por incrível que pareça, tem seu índice aumentado diariamente. Durante a pandemia do Covid 19, o número de lares brasileiros que presenciaram a violência contra a mulher, subiu em 50%. É preciso falar, é preciso dar luz a isso e denunciar porque é urgente cessar isso! A ideia de levar o livro de Patrícia Melo aos palcos tem a intenção de fazer mais um apelo à tomada de consciência pela população. Apresentando essas "mulheres empilhadas" com a riqueza de conteúdo que a autora nos contempla somada à dramaturgia de Leonardo Netto, acreditamos contribuir para essa luta tão antiga quando necessária. Não é admissível que no século XXI o patriarcado continue soberano e violento. Acreditamos na força do palco, na palavra ao vivo e principalmente no poder de transformação da arte para tocar e alertar, de forma profunda e sensível, o espectador para a causa. Precisamos mudar esse cenário. Para efeito da Lei 8.313, ressaltamos que o espetáculo se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E no artigo 3 da referida norma, serão alcançado os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

- O espetáculo será encenado em teatro da rede privada. - Conforme descrito na planilha orçamentária, apenas utilizaremos materiais e equipamentos locados, não havendo compra de material permanente. - Item orçamentário remuneração do proponente: direção artística, direção de movimento e coordenação de projeto

Especificação técnica

Espetáculo de Artes Cênicas – Teatro O bate-papo de contrapartida vai acontecer todo domingo, após a realização do espetáculo, onde elenco e direção vão dividir com o público os motivos que o levaram a realizar o espetáculo e os processos criativos que o fizeram chegar ao produto final apresentado ao público. Além disso, cada bate-papo trará um profissional da área de saúde para orientar, discutir e alertar sobre a violência contra a mulher. Serão, no total, 8 bate-papos com a plateia.

Acessibilidade

Produto - Espetáculo de Artes Cênicas: - O espetáculo será encenado em teatro da rede privada que dispõe de recursos de acessibilidade tais como rampas de acesso, banheiros apropriados, tanto para atendimento aos portadores de necessidades especiais como idosos. - Portadores de necessidades especiais e idosos contarão com atendimento prioritário na bilheteria e entrada na sala de espetáculos. - Realizaremos também 01 sessão por mês na temporada com tradução em Libras para deficientes auditivos e áudio-descrição para deficiente visuais. Produto - Contrapartidas Sociais Deficientes visuais - disponibilização de locução gravada com descrição do ambiente, sinopse da apresentação, etc. Deficientes auditivos - disponibilização de intérprete de Libras Ação formativa – bate-papo com direção, elenco, especialista da área e platéia para discutir sobre o tema da violência contra a mulher e suas conseqüências, a ser realizado uma vez por semana. Os custos para realização das medidas de acessibilidade para deficiente visuais e auditivos e da ação formativa se encontram na planilha de contrapartida.

Democratização do acesso

- Disponibilizaremos ingressos gratuitos, 10% da capacidade dos teatros, para os estudantes da rede pública de ensino com idades entre 14 e 18 anos, estendendo o benefício aos educadores. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Segundo dita o inciso VI do artigo 28 da Instrução Normativa n˚1/2023. Sendo essa atividade um ensaio aberto para alunos de teatro com transporte oferecido pela produção do espetáculo.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Baseado no livro de Patrícia Melo Adaptação: Leonardo Netto Direção: Clarissa Freire Elenco: Julia Lemmertz Cenografia e figurino: Teca Fichinski Iluminação: Paulo Cesar Medeiros Trilha Sonora: Marco França Idealizador do projeto: Clarissa Freire Direção de Produção: Ana Beatriz Figueras e Joana D’Aguiar Realização: Oyá Produções Culturais CURRICULOS ***Conforme apontado no campo "Outras Informações", os itens de remuneração ao proponente são: direção artística, direção de movimento e coordenação de produção. Ana Beatriz Figueras - Diretora de Produção Formada em Direção Teatral pela UFRJ e em Interpretação pela CAL. Estudou e trabalhou com diretores como: Antunes Filho, Paulo de Moraes (Armazém Cia. de Teatro), Daniel Herz (Atores de Laura), Hamilton Vaz Pereira, Antônio Araújo (Teatro da Vertigem), entre outros. Em 2008, cursou “Acting in Shakespeare and Contemporary Theatre”, na Guildhall School of Music and Drama, em Londres. Trabalha como produtora cultural desde 2009, produzindo teatro, dança e eventos. Com mais de 20 produções em seu currículo, seus últimos trabalhos foram a produção da temporada carioca do espetáculo “Gata em Telhado de Zinco Quente”, do Grupo TAPA de São Paulo, o ciclo de leituras dramatizadas “Histórias Extraordinárias” (CCBB Rio) e o premiado espetáculo “O Beijo no Asfalto – O Musical”, com direção de João Fonseca e músicas de Claudio Lins, que estreou fez temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo e turnê por capitais do nordeste. Joana D`Aguiar - Diretora de Produção Vencedora do prêmio de melhor direção de produção no prêmio CBTIJ de Teatro para Infância e Juventude 2020 pelo musical infantil Ombela - A Origem das Chuvas, Joana é uma produtora baiana radicada no Rio de Janeiro desde 2010. Realizou produção executiva de espetáculos teatrais, tendo no currículo peças como Também Queria te Dizer – Cartas Masculinas, texto de Martha Medeiros, com Emilio Orciollo Netto, Sexo, Drogas & Rock`n`Roll, com Bruno Mazzeo, Pulsões, com Fernanda de Freitas e Cadu Favero, Lá Dentro Tem Coisa, musical infantil baseado na obra Partimpim, de Adriana Calcanhoto e Doce Pássaro da Juventude, espetáculo de Tennessee Williams, com direção de Gilberto Gawronski. Assina direção de produção dos espetáculos Catástrofe da Borboleta, Anatomia Comparada e Por Que Os Prédios Caem?, da Companhia Teatro de Demolicao, Benedita, da Cia Sino, Ombela A Origem das Chuvas, baseado no livro homônimo de Ondjaki, Aqui Jaz Henry, de Daniel MacIvor e Love, de Cyria Coentro. Clarissa Freire - Diretora Ganhadora do Prêmio Qualidade Brasil 2015 de melhor direção pelo espetáculo Pulsões, Clarissa Freire formou-se em Artes Cênicas em São Paulo com o grupo de teatro Domus levando o espetáculo Feminina Lunar ao Festival Internacional de Teatro de Havana, Cuba (1987). Fez licenciatura em Propaganda e Marketing na ESPM-SP. Especializou-se na área clínica corporal com a pós-graduação "Terapia Através do Movimento - Corpo e Subjetivação; na Faculdade Angel Vianna. Na dança tem formação clássica e atuou profissionalmente ainda no ballet moderno e dança flamenca. Além do premiado espetáculo “Pulsões”, projeto que idealizou sobre a obra da Dra Nise da Silveira, Kika (como é conhecida pelos amigos) também dirigiu “Aqui jaz Henry” de Daniel Maclvor; “Uma Intervenção” de Mike Bartlett; “O Homem no Espelho”- um tributo à Micheal Jackson; “As Robertas - loucas pelo Rei”, “Amor em possível”, “Duvidosa”; e o coral “Coro de Cor”. Leonardo Netto - Dramaturgia Leonardo Netto é ator, diretor e dramaturgo. Formou-se pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e estudou Teoria do Teatro na UNIRIO. Estreou profissionalmente em 1989 na montagem de Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar O Bicho Come de Oduvaldo Vianna Filho, dirigida por Amir Haddad. Integrou o Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, companhia dirigida por Aderbal Freire-Filho. Seus trabalhos mais recentes incluem Conselho de Classe (direção de Bel Garcia e Susana Ribeiro), A Santa Joana dos Matadouros (direção de Marina Vianna e Diogo Liberano) e Entonces Bailemos (direção de Martín Flores Cárdenas). Dirigiu os espetáculos A Guerra Conjugal de Dalton Trevisan, Cozinha e Dependências e Um Dia Como os Outros de Agnes Jaoui e Jean-Pierre Bacri, O Bom Canário de Zacharias Helm, Para Os Que Estão em Casa e A Ordem Natural das Coisas, os dois últimos de sua autoria. Em 2019, ganhou diversos prêmios pelo texto e atuação do espetáculo 3 Maneiras de Tocar no Assunto. Julia Lemmertz - Atriz Julia Lemmertz, filha de dois grandes atores da cena cultural brasileira, Lilian Lemmertz e Lineu Dias, iniciou a carreira aos cinco anos ao trabalhar no longa As Amorosas, de Walter Hugo Khouri. Atualmente a gaúcha possui mais de 20 filmes no currículo, entre eles A Cor de seu destino (1987), de JR Duran, Jenipapo (1995), de Monique Gardemberg, Um Copo de Cólera (1998), de Aluísio Abranches, Meu nome não é Johnny (2008), de Mauro Lima e O Pequeno Segredo (2016), de David Schurmann. Premiada no teatro, Julia passou por importantes projetos como Ham-let (1993), direção de José Celso Martinez Corrêa, o monólogo Molly Sweeney (2006) com direção de Celso Nunes, Maria Stuart (2009), direção de Antonio Gilberto, Deus da Carnificina (2010–13), dirigido por Emílio de Mello, A Comédia e A Tragédia Latino Americana (2016) de Felipe Hirsh e recentemente esteve em cartaz com a peça Simples Assim (2019–20), dirigida por Ernesto Piccolo. Na televisão, Julia coleciona mais de 40 projetos somados entre novelas, séries e minisséries, como Andando nas Nuvens (1999), Porto dos Milagres (2001), Celebridade (2003), Alma Gêmea (2005), JK (2006) e Tudo Novo De Novo (2009). Seus últimos trabalhos foram nas novelas Novo Mundo (2017) e Espelho da Vida (2018) e na série Carcereiros (2018). Teca Fichinski - Cenário e Figurino Teca Fichinski dedica-se à cenografia desde 1993 ano em que foi vencedora do Prêmio Shell de Melhor Cenógrafa por seu trabalho no espetáculo O Futuro dura muito Tempo, que receberia, no ano seguinte, o prêmio Mambembe pela mesma categoria. Desde então, foi responsável pelo cenário de mais de 40 espetáculos. Dentre seus trabalhos, destacam-se A Noiva do Condutor Dir. Karen Acciolly, Maquinária Dir. Tim Rescala, Léo e Bia Dir. Osvaldo Montenegro, Alzira Power Dir. Gustavo Paso e Navegar é Preciso- Dir. Delson Antunes. Trabalhou como as- sistente de cenografia de novelas como Torre de Babel (1998) e O Cravo e a Rosa (2000), e foi a cenógrafa responsável pelos objetos de cenário de Salve Jorge (2012). Seus trabalhos mais recentes foram Na Bagunça do teu coração Dir. Rafaela Amado, A Dona da História (figurino), direção de João Falcão, Ombela - A Origem das Chuvas (cenário), direção de Arlindo Lopes, Uma Intervenção (cenário e figurino), direção de Clarissa Freire. Marco França - trilha sonora Músico, compositor, diretor musical e arranjador, participou de diversas gravações de CDs e shows com vários artistas nacionais e internacionais como Roberta Sá, Liz Rosa e Mad Dogs como instrumentista e produtor musical. No teatro atua como diretor, ator e diretor musical desenvolvendo uma pesquisa musical com base na preparação do ator através de jogos teatrais. Vencedor do Prêmio Shell de Teatro de SP em 2016 pela música de A TEMPESTADE (Gabriel Villela), recebeu vários prêmios como ator e diretor musical festivais como Festival Nordestino de teatro de Guaramiranga (CE) por onde circulou junto ao grupo Clowns de Shake- speare (RN), grupo que fez parte por 15 anos. Trabalhou com importantes profissionais, dentre eles Ernani Maletta, Babaya, Márcio Aurélio e Gabriel Villela. Paulo César Medeiros - Iluminador Seu primeiro espetáculo teatral é Palhaçadas, de Tônio Carvalho, 1989. Lá conhece o diretor Gilberto Gawronski com quem realiza uma série de trabalhos de iluminação: de Uma Estória de Borboletas, de Caio Fernando Abreu, 1990, a A Dama da Noite, de Caio Fernando Abreu, 1998, passando por Na Solidão nos Campos de Algodão, de Bernard- Marie Koltès, 1996. Assina a iluminação de Blue Jeans, de Zeno Wilde, e Wanderley Aguiar Bragança, com direção de Wolf Maya, 1992, O Cortiço, de Aluísio de Azevedo, com direção de Sergio Britto, e O Futuro Dura Muito Tempo, de Márcio Vianna, último espetáculo de Rubens Corrêa, 1993, que lhe vale o Prêmio Shell de iluminação. Seguem-se A Era do Rádio, de Clovis Levi, Carmen, adaptação de Sergio Britto e Fábio de Mello, Dizem de Mim o Diabo e Aldeia, ambos com roteiro e direção de Ana Kfouri, 1994. Entre 1995 e 1998, Medeiros realiza a iluminação de espetáculos dirigidos por Luiz Arthur Nunes, Marília Pêra, Luiz Fernando Lobo, Bibi Ferreira, Sergio Britto, Ítalo Rossi, Ivone Hoffman, Marcelo Saback, Ernesto Piccolo, Karen Acioly e Ronaldo Tasso.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.