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PRONAC 2316061Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Vídeo Clipe de Capoeira- A nega Voou

DEBORA FERNANDA DO NASCIMENTO SANTOS
Solicitado
R$ 198,7 mil
Aprovado
R$ 198,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-05
Término
2024-10-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Clipe de Capoeira - A Nega Voou" propõe a gravação de um clipe cinematográfico que será cantado e representado por mulheres, objetivando a valorização da manifestação popular capoeira bem como o empoderamento feminino. A música do filme é de autoria da proponente, artista preta capoeirista. O projeto se desenvolverá em etapas contando com oficinas gratuitas de canto coral e instrumentos (atabaque, berimbau e pandeiro) ambos direcionados a técnica de gravação/estúdio, para capoeiristas que poderão participar da gravação da música e da gravação do videoclipe. O projeto será executado na região do antigo quilombo dos Saracuras, as aulas serão noQuilombola de Luz e as imagens do clipe na escadaria do Bexiga. Após as gravações passaremos pelo processo de edição. O produto final será disponibilizado gratuitamente na internet e terá a tradução em libras, a fim de fomentar a divulgação e facilitar o acesso ao clipe que contribui com o nosso patrimônio imaterial capoeira.

Sinopse

SINOPSE O Nega Voou é um clipe cinematográfico, é um grito feminino de capoeira, é uma homenagem à ancestralidade preta brasileira, às capoeiristas, às guardiãs da liberdade que através das mandingas, do balanço, do gingado protegem o legado quilombola. Que incentiva e valoriza a riqueza ancestral capoeira e endossa a participação das mulheres desde sempre.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto "Clipe de Capoeira - A Nega Voou" objetiva a gravação de um clipe cinematográfico de capoeira a partir de um ponto de vista feminino, uma música escrita por uma mulher preta. O clipe será dirigido, cantado e representado por mulheres, visando a valorização da manifestação popular e patrimônio imaterial "capoeira", bem como o empoderamento feminino. As imagens serão captadas da Escadaria do Bexiga, antigo Quilombo dos Saracuras a fim de rememorar e enaltecer um território ocupado por nossos ancestrais. Durante o processo de criação ofereceremos oficinas gratuitas para capoeiristas e o videoclipe finalizará com tradução em libras e será distribuído gratuitamente pela internet. Objetivo Específico - Realizar oficina gratuita de canto coral voltada a gravação em estúdio para até 20 mulheres (respeitando a toda pluralidade feminina) que praticam capoeira, incluindo as PCDs visuais. O tempo de duração da oficina é de 12 horas. - Realizar oficina de percussão (berimbau, atabaque e pandeiro) gratuita voltada a gravação em estúdio para até 20 mulheres (respeitando a toda pluralidade feminina) que praticam capoeira, incluindo as PCDs visuais. O tempo de duração da oficina é de 12 horas. - Gravação em estúdio da música "A nega Voou", com a participação de 6 mulheres que serão selecionadas da oficina de canto para compor o coro da canção e 3 mulheres selecionadas das aulas de instrumento que tocarão a música. O tempo estimado de gravação e edição no estúdio é de aproximadamente 40 horas. - Para a gravação do clipe será desenhado por duas artistas plásticas uma roda de capoeira na Escadaria do Bexiga (que está no território do Antigo Quilombo do Saracura), o que não será apagado após as gravações para que os praticantes dessa arte também sejam estimulados a fazer rodas de capoeira nesse local. - Gravação do clipe na Escadaria do Bexiga com cerca de 30 capoeiristas, podendo estender o convite as mulheres que participaram das oficinas de cantos e ou de instrumento. - Distribuição gratuita pela internet do Clipe a Nega Voou com tradução em Libras, beneficiando cerca de 6 milhões de praticantes de capoeiristas que estão espalhados pelo mundo, e a valorização da cultura nacional e do patrimônio imaterial.

Justificativa

Justificativa A roda de capoeira é reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, é um dos símbolos mais valiosos da cultura popular afro brasileira presente em todo território nacional e praticada por mais de 160 países em todos os continentes, entretanto quando se pensa na valorização dessa arte tanto como incentivo público, quanto na quantidade de produtos audiovisuais, artísticos e ou educacionais no Brasil o resultado é escasso e dissonante com a sua importância histórica e cultural. A capoeira é fruto da sociabilidade e solidariedade da comunidade africana que estava submetida a escravidão, e desde o século XVII é utilizada como ferramenta de luta de sobrevivência, libertação e resistência. A desvalorização dessa manifestação ainda está associada ao pensamento eurocêntrico ou brancocêntrico hegemônico dominante na cultura colonizada brasileira, portanto carregada de todos os tipos de violências raciais, uma delas é justamente o desprezo a riquezas produzida pelo povo preto e seus descendentes através da artimanha do apagamento das suas memorias e culturas. A falta de incentivo financeiro aplicado nessa arte colabora para a manutenção desse triste quadro vigente. O projeto A Nega Voou propõe através do incentivo da lei Rouanet produzir, gravar e distribuir de maneira ampla e gratuita pela internet um clipe de capoeira para o público livre, e com tradução em libras, a fim de contribuir com a valorização desse nosso patrimônio, fortalecer a memória ancestral e fomentar a discussão da capoeira nos dias atuais, de forma que o financiamento público retorne como produto a população de direto e inclua também pessoas PCDS. Na primeira etapa desse projeto será oferecido dois cursos gratuitos, um de canto, outro de percussão ambos voltados para a gravação em estúdio para mulheres capoeiristas. Essa ação reunirá cerca de 40 mulheres, incluindo PCDs visuais, que vivenciam a mesma arte (capoeira), partilhará técnicas para que mulheres possam estar mais aptas a gravar músicas, tanto as que serão selecionadas para a gravação musical da Nega Voou, como também uma fonte de inspiração para as que tenham as suas próprias músicas se encorajem a gravá-las. Essa fase do projeto também é significativa pela realidade das rodas que infelizmente muitas vezes não permitem ou não abrem espaços para que as mulheres também toquem. Essas aulas acontecerão no Quilombola de luz localizada no Bexiga. Entre as imagens do clipe, estará a execução do desenho de uma roda de capoeira por duas artistas plásticas e grafiteiras pretas: Helen Lucinda e Criola. (dialogando a arte contemporânea afro-brasileira com a antiga). O desenho no clipe destaca todo o simbolismo da roda de capoeira que é profundamente ritualizada, é elemento de sustentação e ordenação nesse espaço que se reúne o canto, a expressão corporal, a visão de mundo, e a camaradagem. É o lugar, onde acontece o jogo, onde se pode revelar os conhecimentos e práticas, lugar de aplicar saberes, testar limites, invenções e reverenciar as mais velhas. Consoante com o pensamento de Jurema Machado (Presidenta do Iphan): "A roda de capoeira expressa a história de resistência negra no Brasil, durante e após a escravidão. Seu reconhecimento como patrimônio demarca a conscientização sobre o valor da herança cultural africana, que, no passado, foi reprimida e discriminada". Durante todo o filme os corpos que ocuparão as rodas e farão outras movimentações, as vozes e o eu lírico presente na música são femininas reverberando o eco dos úteros das capoeiras, que foram e ainda é abafado pelo machismo comum nas culturas populares, facilmente de constatar ao compararmos quantidade significante de mestres e a pouquíssimas de mestras, e as produções artísticas lançadas entre esses gêneros, sem aqui estender sobre a terrível e imensa quantidade de abusos e violências que as mulheres passam nos ambientes da capoeira, o que é inaceitável e contraditório já que essa manifestação nasceu e permanece sendo uma ferramenta contra os sistemas de opressões. "Durante os últimos quarenta anos, o cenário da capoeira vem passando por uma transformação, não só em função do crescimento do número de mulheres, mas, principalmente, pela sua constatação de que vivem num espaço hostil e perigoso" (cf. nota do Grupo Nzinga de Capoeira pelo fim da violência de gênero, 2020). O empoderamento feminino é uma das pautas mais urgentes e partindo do pressuposto que capoeira também é um processo de autoconhecimento que não se limita à atividade físico-corporal e se amplia na busca de uma reestruturação do indivíduo a partir de experiências coletivas entendemos que o Clipe Nega Voou poderá colaborar com essa causa feminina como podemos observar na letra da música: Minha filha honre sua ancestral/ Praticando essa arte marginal/ No jogo de bamba ao som do berimbau/ É manifestação cultural/ Contemporânea, angola, regional/ Pois todas têm a raiz igual/A nega tá vadiando/ Deixa a nega vadiar/ Vadeia, vadeia, vadeia nega / Deixa vadiar /Capoeira é resistência proibida pelo patrão / Política de defesa contra a escravidão/ É luta preta e dos irmãos. /Na mandiga, na benção, no martelo e pisão./ A nega tá vadiando/ Deixa a nega vadiar/ Vadeia, vadeia, vadeia nega/ Deixa vadiar/ Minha mãe me dizia com sofreguidão/ Venha cá minha filha preste muita atenção/ Na minha tataravó/ o chicote estalou/ Na fuga da bisavó/ capoeira rolou/ Na revoltada minha vó/ o berro ecoou/ No terreiro da minha mãe/A nega voou Assim como as demais manifestações culturais afro-brasileiras, a oralidade é a base da tradição e da transmissão de saberes. Na capoeira, as cantigas são um dos mais importantes registros da memória coletiva e ressalta a importância da mulher em todo o processo de libertação da escravidão e nas transformações de crenças limitantes dos dias de hoje já é uma forma de nutrir nosso cancioneiro popular de forma diferente, é ter um olhar de dignidade com todas as ações das que vieram antes, das que estão agora e das que estão por vir. Cantar e Contar a história pelo viés feminino é respeitoso com a nossa existência. A letra é original, tem pergunta e resposta (canto e coro), o refrão é inspirado na música "Nego ta Vadiando!" do mestre Tamuanduá, reclamando o direito da vadiação feminina, que vem de luta ou apenas do desejo da brincadeira em si, é um chamado para que todos entendam o igual valor feminino na roda. A mulher sendo respeitada e valorizada numa roda de capoeira, garante que esse espaço seja cada vez mais democrático. O clipe será gravado na Escadaria do Bexiga, local escolhido por toda a sua importância histórica, território que no século 20 fazia parte do Quilombo Saracura onde abrigou muitas pessoas que fugiam da escravidão, e hoje há um movimento forte em favor do reconhecimento desse espaço, que foi embranquecido com imigração italiana. A importância dessa escadaria se estende aos dias de hoje, é onde ocorre a lavagem em todo 13 de maio, promovido pelo grupo Ilu Obá de Min e endossado pelo movimento negro, que questiona a hipocrisia de uma suposta abolição da escravatura feita por uma mulher branca, que abandonou o povo preto na miséria e que reflete na estrutura social atual. O Clipe Nega Voou apoia esses movimentos e pretende gravar nesse local para termos mais uma forma de memória e registro preto e intenciona deixar a roda desenhada para ampliar o convite aos capoeiristas que quiserem ocupar um território que sempre foi nosso. O projeto A Nega Voou pretende fazer parcerias com empresas de captação de recursos para que o processo se acelere e o clipe possa ser distribuído o mais breve possível.

Estratégia de execução

O projeto A nega voou pretende compor pelo menos 80% de pessoas pretas e qualificadas em sua ficha tecnica.

Especificação técnica

O clipe de capoeira tem previsão de 3 minutos e 40 segundos, será distribuido gratuitamente na internet, youtub, instagram com interpretação em Libra.

Acessibilidade

O produto final do Projeto “A nega Voou” é a distribuição gratuita pela internet (rede sociais e youtube) de um clipe de capoeira que terá a sua tradução em libra para incluir pessoas com deficiência auditiva. Uma das primeiras fases do projeto A Nega Voou são as oficinas de canto coral e persuasão gratuita aberto a todas as que se entenderem como mulheres e capoeirista, incluindo as pcds visuais, já que os dois profissionais aptos também já ministram essas aulas para pessoas com deficiência visual. As aulas se darão na sede Quilombola De Luz, para acessar a sala é necessário subir uma escada, para quem precisar de ajuda para subir contará uma auxiliar, que estará à disposição.

Democratização do acesso

Esse projeto pretende alcançar o maior percentual de capoeiristas espalhados pelo mundo, atualmente temos entre 6 e 7 milhões de praticantes. Distribuir o clipe gratuitamente pela internet (redes socias e Youtube) com bom plano de divulgação contribui com a ampliação desse alcance. Usaremos as redes sociais para aguçar curiosidade e envolvimento do público alvo, revelando as partes do processo, desde as oficinas, ensaios, depoimentos, gravação da música e do clipe. O produto final, circulará na língua portuguesa, que é a língua originária da capoeira, e mesmo os estrangeiros que praticam essa arte costumam escutar as músicas de capoeiras em português, como se trata de um clipe também é possível a comunicação pelas história que as imagens irão contar. A etapa das oficinas gratuitas de canto e percussão também serão uma ação formativa, já que as mulheres participantes aprenderão sobre a técnica de cantar e tocar para estúdio, que podem ajuda-las a serem mais participativas na rodas e inspirarem a compor ou gravar as suas próprias músicas.

Ficha técnica

TÍTULO DO VÍDEO A nega Voou FICHA TÉCNICA PROPONENTE Débora Fernanda DIREÇÃO Débora Fernanda Bruno Felix ASSISTENTE DE DIREÇÃO a contratar PRODUÇÃO EXECUTIVA Alini Massê DIRETORA DE PRODUÇÃO Janaina Freitas ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Alini Zavatti DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA Hugo Anikulapo Lima FOQUISTA Paula Ortiz PRIMEIRO ASSISTENTE DE FOTOGRAFIA Murilo Moraes SEGUNDO ASSISTENTE DE FOTOGRAFIA Sarah Caroline DIREÇÃO DE ARTE a contratar ASSISTENTE DE ARTE a contratar FOTÓGRAFA STILL a contratar FIGURINISTA a contrata 1ª ASSISTENTE DE FIGURINO a contratar 2ª ASSISTENTE DE FIGURINO a contratar MAQUIADORA 1ª ASSISTENTE DE MAQUIAGEM a contratar2ª ASSISTENTE DE MAQUIAGEM a contratar PLATÔ a contratar ASSISTENTE DE PLATÔ a contratar LOGGER a contratar MONTADOR Mandu Jr. EDIÇÃO DE SOM a contratar COLORIZADOR a contratar MIXAGEM DE SOM a contratar GÊNERO Capoeira ROTEIRO Débora Fernanda Bruno Felix MÚSICA OFICINEIRO DE PERCUÇÃO Daniel Pereira OFICINEIRO DE CANTO Rodrigo Dias LETRISTA Débora Fernanda ARRANJADOR Rodrigo Dias (moleque) REGENCIA E DIREÇÃO MUSICAL Rodrigo Dias (moleque) 9 CANTORAS Débora Fernanda Iandra Borrachinha Outras serão selecionadas na oficina 9 PERCUSSIONISTAS Iandra Borrachinha Outras serão selecionadas na oficina DIREÇÃO MUSICAL Rodrigo Dias (moleque) ELENCO PROTAGOSNISTA Puma Camillê GRAFITEIRA Helem Lucinda 10 CAPOEIRISTAS SENHORAS Sandra Enedina Dona Nana Vicença Nascimento + 17 figurantes ADVOGADA CONTADOR SOCIAL MIDIA Marcia Carvalho DÉBORA FERNANDA (DRT 34273) é mulher preta, atriz, escritora, capoeirista, produtora e diretora. Formada pela Escola de Teatro Celia Helena (2011), graduada em Arte e Teatro pela UNESP (2015) e em Rádio e TV pelas Faculdades Integradas Rio Branco (2010). Atua profissionalmente desde 2012 quando estreou a peça “Saga da Bruxa Morgana e Família Real” com dir. Christiane Tricerri, desde então atuou em diversas peças de teatro e audiovisual, ainda escreveu roteiros, contos e poesias publicados no box “Contos da Quarentena” da editora Kottler e nos livros “Posfácio do Coletivo Sinestésica”, “Literatura negra Femina Poemas de Sobre(vivencia)” da editora Mijiba e “Olhos de Mergulho da Editora Selo do Burro. Seus últimos trabalho no cinema são: Um Fracasso de Atriz – (2023) personagem Samba – Direção Karla Bonfa; Biônicos- produção Netflix–(2022) personagem Gabi direção Afonso Poyart, Tarã- produção Disney – (2022) dublê fogo- direção Marco Dutra Mocambo – (2021) personagem Dandara (protagonista) –com direção Gustavo Havelange e direção de fotografia Carine Wallauer – gravado no Maranhão em processo de pôs- produção; Mulher Fogo – (2021) –com direção de Olivia Alves; Íntimos – (2020) personagem Josefa – curta-metragem que roteirizei e dirigi; Ilê – (2020) atriz – com direção e montagem: Brenda Ligia Miguel - curta metragem premiado pelo Empathy no Essencial Stories Film Festival (EUA); Centrípeta Insone – (2020 - direção, texto e montagem Luiza Prado e Ausência - (2017) – personagem Amanda - direção: André Habacuke, roteiro colaborativo Indignos Filmes. Também atuei no clipe Hei Mina – (2020) – atriz – clipe do rapper Breakdown - direção: Leonardo Munes. BRUNO FELIX (DRT 46219.000317/2016-67) é homem preto, diretor, roteirista, produtor e ator. Formado pela Academia Internacional de Cinema (2021) no Curso Técnico de Direção Cinematográfica, Curso de Documentário (2018); pela SP Escola de Teatro no curso de Direção Teatral (2019); e pelo SENAC no Curso Técnico de Artes Dramáticas. Seus trabalhos no cinema são: Filme curta-metragem "Jorge" Lançado em 2022 Função: Roteirista, diretor e produtor executivo Prêmio: Melhor Direção no Filmworks Film Festival (2022) Estreia: 26ª Mostra de Cinema de Tiradentes (2023); Filme curta-metragem "Prato do dia" Produzido em março de 2023 Função: Produtor Executivo e Produtor Geral; Publicidade Green Rex Produzida em abril de 2022 pela produtora H2 Produções para a agência Amz/Mp Função: Produtor Teaser para a UCCONX ; Feira Gamer and Greek Produzido em abril de 2022 pela agência BBL Função: Produtor de Casting Mini documentário "Mil grau cola e papel" Produzido em Agosto de 2022 Função: Roteiro, Direção e fotografia Vídeoarte "Corpo imaginário" Produzido em Agosto de 2022; Função: Direção, fotografia e edição Mini documentário "Por trás das torneiras Produzido em Novembro de 2022 Função: Produção, roteiro, direção e edição. BIO HUGO ANIKULAPO LIMA - homem preto, é formado em direção cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema (AIC) desde 2021. Atua como Diretor, roteirista e diretor de fotografia. Fez parte da equipe de criação do vídeo do Projeto Grupos Populares de Teatro do Oprimido do CTO. Cursou a Oficina Livre de Cinema na Escola de Cinema FilmInBrasil, Direção de fotografia e Direção no Ateliê Bucareste e É integrante do Coletivo de Jovens Negrxs Azoilda Loretto, Coletivo Siyanda- Cinema Experimental do Negro e do Núcleo de Estudos Afro Brasileiros do CEFET/RJ (Neab/CEFET). Compõe o Coletivo Siyanda que tem, por objetivo, produzir obras fílmicas que humanizem pessoas pretas. Numa realidade, a brasileira, onde o cinema e as telas são usadas como armas para esvaziar o significado do que é ser pretos, nosdispomos a criar obras que falam de pessoas pretas dignas, complexas e foras dos estereótipos. Filmes que dirigiu e escreveu: Curta Suspeito - 2017; Curta Fim de tarde; Curta Xirê; Curta No Caminho de Casa - 2022; Atuou como diretor de fotografia nos Filmes: Nossos Passos Seguiram os Seus - Curta de Uilton Oliveira -2021; No caminho de casa - 2022; Fabrica de Bico - Curta de Viny Marx - 2022. ALINI MASSÊ- DRT 0036485SP, mulher preta, produtora executiva, atriz e dançarina. De 2009 a 2011 integrou o Núcleo Alfredo de teatro onde apresentaram clássicos da literatura como: Os capitães da areia e Memórias de um Sargento de Milícias, todos estes trabalhos dirigidos por Suzana Aragão. Em 2012 foi co-criadora da Cia. Três de teatro, uma companhia teatral com foco em contação de histórias; seu primeiro trabalho foi a peça Akinão com a linguagem de palhaço e seu segundo trabalho, em 2013, foi No Jardim de Cecília uma contação de histórias baseada nos poemas da escritora Cecília Meireles. No mesmo ano, de 2012, iniciou como atriz no espetáculo Toda Nudez Será Castigada no CPT (Centro de pesquisa teatral- Cia. Macunaíma) com direção de Antunes Filho em que permaneceu até o ano de 2014 e neste mesmo ano a peça fez parte do Festival Internacional de Teatro de Bogotá-Colômbia, como convidado representando do Brasil. De 2016 a 2020 iniciou sua investigação no trabalho como diretora na Cia. Alpha de teatro de Barueri onde o foco do trabalho para além da direção é também a investigação de corpos idosos na cena. Em2018 com o Coletivo Aya ganhou o VAI I e desenvolveu o espetáculo Nyame Nti– Um manifesto Ritual uma pesquisa sobre as comidas de candomblé e seus desdobramentos políticos. Em 2019 que iniciou sua série de videoarte “Choro#” que questiona a existência nas redes sociais e no mesmo ano sedimentou sua pesquisa chamada “Dançando o #vermelho” que busca questionar o corpo numviés erótico, mas não sexual, entendendo o erotismo e a dança com a continuidade da vida. Em 2021 foi selecionada para o festival de vídeo dança “Híbrido Fest” com sua obra “BADI – Dançando o #vermelho”. No mesmo ano concluiu seu curso técnico em dança na ETEC de artes com a pesquisa/espetáculo Quadril Encruzilhada: encontro entre Cabrunq e ZéBoi e fez parte do festival Ajeum, Raízes de Raquel Trindade. Em 2021 estreou com o filme “Inventário do Corpo” no Festival de Cinema Negro Zózimo Bulbul, na direção juntamente com Jhonnã Bào. MANDU JR- Editor, Motion Designer, After Effects Animator , Compositing ,Rotoscopy , VFX. Formação acadêmica na Universidade Católica Dom Bosco: Radialista, Animação, Tecnologia Interativa, Design Videográfico e Efeitos Especiais (2007) e estudou na Panamericana: Design Gráfico, Designer Gráfico · (2012 - 2013). Experiência Lightfarm Studios -Post Production Artist outubro de 2023 - Present; Motion Designer janeiro de 2020 - outubro de 2023; SBT Motion Designer fevereiro de 2014 a 2020; Casa Digital Motion Designer dezembro de 2013 a 2014; Rede Bandeirantes de Televisão Motion Designer 2010 a 2013; Conteúdo para os canais por assinatura: - Arte 1 - Bandnews - Bandsports - Terraviva Page 1 of 2 Pequi Filmes Motion Design e 3D generalista 2009 - 2010; Projetos 3D de Usinas Hidrelétricas RedeTV! Motion Design 2008 – 2010. Aline Zavatt, mulher preta é produtora audiovisual desde 2011. Formada em Rádio e TV e cursos em História da Arte pela Escola Panamericana e Empreendedorismo Criativo pela Perestroika.Atua com produções executivas para trabalhos de fotografia e filme, coordenando a equipe envolvida no trabalho (estúdio, produtores defigurino, objetos, maquiadores / cabeleireiros, cenografia, mock up, locação, equipe de alimentação, transporte, e demais necessidades dotrabalho) no período de pré-produção, produção e pós-produção.Principais clientes atendidos: Arezzo, Hering, Forum, Natura, Kopenhagen, Netflix. Daniel Pereira dos Santos – Daniel Pereira. homem preto, capoerista, ator, artista - educador, batuqueiro de maracatu, capoeirista e pesquisador de manifestações e brincadeiras da cultura popular brasileira. Graduado em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi, formado em percussão brasileira pelo Intituto Brincante. Atualmente atua como artista – orientador do Programa Vocacional e como professor de teatro no Colégio Ipê. É co-fundador do Coletivo Teatral Trupe Trio, grupo em que atua como diretor musical, ator pesquisador e produtor. IANDRA GABRIELLE SOUZA FIUZA 20 ANOS, mulher preta, estudante, estagiária, instrutora de capoeira desde 2020 e compositora. Iniciou na capoeira aos 5 anos de idade, no ano de 2008. Seus últimos trabalhos foram, "4° edição do festival de capoeira MULHER NA RODA" em Montes Claros - MG onde participou da organização das apresentações culturais. Atualmente estagiária de recursos humanos na Secretaria da Cultura da cidade de Osasco-Sp. Tem como autoria própria 2 cantigas prontas, e algumas em rascunho. Toca os instrumentos: Berimbau, pandeiro, atabaque, djembe, agogô, reco-reco. Rodrigo Dias de Paiva, 38 anos, capoeirista, compositor, produtor musical, arranjador, educador, brincante, disseminador da cultura de matriz afro-bantu-sudestina. Formado pela FPA musicoterapeuta em (2008), e pós graduado pela FACON - cultura afro-brasileira, africana, indígenas voltada a educação em (2019). Atua desde 2005 em aulas, oficinas, workshops voltado a música, capoeira e danças brasileiras. Como produtor musical lançou EP - Abre Alas 2020, Disco - Pelo menos uma vez por mês 2021, Single Janaina 2022. No teatro atua desde (2005) como músico e artista, compositor, preparador físico: Trilha sonora da peça A Onça e o Bode- de William Costas Lima (2021); Sarau Musical da Capoeira, Edição Virtual, Casa de Cultura Chico Science (2020) Peça teatral "Ver e Viver São Paulo", Colégio Pentágono (2015-2018); Contação de História "Berimbau, um presente dos Orixás", Instituto Edmilson (2018) Sarau Musical da Capoeira, Casa de Cultura Chico Science (2018); Desfile, Bloco de Carnaval "Os Capoeira", Mestre Da Lua (2018); Sarau Cultural Brincante, Instituto Brincante (2009); Sarau Negralizando, pelo Projeto Negralizando (2017); Peça O" Cavalinho Azul", (2007 - 2010); Trilha sonora e direção musical; Exibição de Documentário "Mulheres da Pá Virada", Marias Felipas (2019); Descentralizando Conhecimentos, Capoeira Mandinga SP (2019);Peça teatral "Ver e Viver São Paulo", Colégio Pentágono (2015-2018); Imersão Cultural, "Um Mergulho na Cultura Paulista", Colégio Pentágono (2017); Integração Cultural, "Capoeira Mandinga", Stance Dual School (2016); Oficina de Composição, contemplada pelo Projeto VAI, Prefeitura de São Paulo (2012); Premiado em: Melhor Sonoplastia Infantil, 38° Festival Nacional de Teatro. Universidade Estadual de Ponta Grossa/PR (2010);Melhor Trilha Sonora Infantil, 6°Festival Nacional de Teatro de Varginha/MG (2009). Márcia Carvalho dos Santos, uma mulher preta, Community Manager e Social Media por amor. Formada na Universidade nove de Julho (Uninove) Em Publicidade e propaganda (2020) e Pós Graduada no Mackenzie em MBA de Marketing de conteúdo (2023) Experiências: YOOPER DIGITAL; MARKETING - Social Media (2019 - 2021); JOVENS PROTAGONISTAS - Social Media (2021); OGILVY BRASIL - Community Manager (2021 - 2023);SUBA JUNTO - Influencer Creative Strategist(2023).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.