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Museu do Parque Ecológico de Campinas - Fase 1 tem como objetivo tornar público o acervo, composto por imagens, publicações, vídeos e diversos materiais, bem como as mais diversas especies da nossa flora para conhecimento e estudos. O intuito do projeto é criar um museu onde esse material será exposto e disponibilizado para visitação gratuita da população. Para tanto prevê a elaboração de projetos executivos de arquitetura, museologia e museografia e projetos complementares. A elaboração dos projetos, será objeto principal desta proposta. Nas contrapartidas sociais, realizaremos também um vídeo-palestra relacionado a implantação do Memorial e Museu do Parque Ecológico de Campinas, que será disponibilizado no sítio de internet, além de 50 palestras presenciais atendendo a todos os recursos para inclusão, com temas das áreas ambientais, engenharia, museologia e museografia para professores e alunos.
O projeto Museu do Parque Ecológico de Campinas - Fase 1, visa a implantação de um espaço destinado a preservação de acervo, equipamentos e arquivos ambientais, vídeos emateriais visando contribuir ainda mais com a população. Para tanto, prevê a elaboração de projetos executivos de arquitetura e museografia, com vistas à implementação do Museu do Parque Ecológico de Campinas, a ser construído no Parque Ecológico de Campinas, com projeto arquitetônico, complementares e projeto de acessibilidade. No âmbito das contrapartidas sociais, realizaremos palestras voltadas ao público universitário de áreas de interesse (meio ambiente, engenharia e arquitetura) para apresentar essa fase do projeto. Serão realizadas 50 palestras com um público estimado de 1.500 pessoas. As palestras serão realizadas dentro de área já existente do Parque Ecológico de Campinas. Realizaremos também um vídeo palestra relacionado a implantação do Museu do Parque Ecológico de Campinas, que será disponibilizado no sítio de internet da corporação, atendendo a todos os recursos para inclusão com áudio descrição, bem como interprete de libras a fim de atender e incluir o maior número possível de pessoas, com temas tratando das áreas de arquitetura, engenharia, museologia e museografia para professores e alunos dos cursos superiores de engenharia, arquitetura e museologia e áreas que possam interessar, bem como transmitido.
Objetivo Geral: A) Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição - Visa a implantação do: Museu do Parque Ecológico de Campinas - Fase 1, contemplando elaboração de projetos executivos de arquitetura (Estudo preliminar já está em desenvolvimento por este motivo não será solicitado verba para esta etapa de projeto arquitetônico), complementares, museologia, museografia, plano museológico para a exposição de longa duração para o Museu do Parque Ecológico de Campinas. A proposta arquitetônica e museográfica para o Museu do Parque Ecológico de Campinas e a otimização de seu espaço físico por meio da construção e a intensificação de sua programação educativo-cultural, com a montagem de exposições e atividades de longa duração e dinamização das ações desenvolvidas. Ampliará sua rede de alcance, beneficiando não só a população local e regional, como também a de todo o país, contribuindo para o incremento da oferta turístico-cultural do município e região. B) Contrapartidas Sociais - Durante o período do projeto (12 meses) realizaremos um vídeo-palestra relacionado a implantação do Museu do Parque Ecológico de Campinas, que será disponibilizado no sítio de internet, além de 50 palestras presenciais atendendo a todos os recursos para inclusão, com temas das áreas ambientais, engenharia, museologia e museografia para professores e alunos. Objetivos Específicos: Primeira etapa (pré-produção): Elaboração de projeto executivo (Estudo preliminar já está em desenvolvimento por este motivo não será solicitado verba para esta etapa de projeto arquitetônico) de arquitetura do Museu do Parque Ecológico de Campinas, somando uma área de cerca de 17.500m2 de construção, incluindo espaços de exposição de longa duração, temporárias, áreas técnicas e programáticas, espaços de convivência, áreas de difusão. Elaboração de projetos executivos complementares: Projeto de Arquitetura, Levantamento Preliminares, Projeto de Adequação de Acessibilidade, Projeto Estrutural, Projeto de Luminotecnia, Projeto de condicionamento acústico, Projeto de Sonorização, Projeto de Ventilação, Exaustão e Climatização, Projeto de Arquitetura de Interiores, Projeto de Instalações Hidráulicas Prediais, Projeto de Instalações Sanitárias Prediais Projeto de Instalações Prediais de Águas Pluviais, Projeto de Instalações Prediais de Prevenção e Combate a Incêndio, Projeto de Instalações Elétricas Prediais de Baixa Tensão, Projeto de Instalações Telefônicas Prediais, Projeto de Cabeamento Estruturado, Automação e Lógica em Edifícios, Projeto de Instalações de Proteção Contra Descargas Atmosféricas, Projeto de Instalações de Rede de Segurança Eletrônica, Orçamento Analítico, Cronograma de obra, Projeto de movimentação de terra, drenagem e pavimentação. Elaborar o plano museológico da instituição de acordo com os art. 45 e 46, da Lei Federal no. 11.904/2009, Estatuto dos Museus e o Decreto 8.124/2013, ferramenta essencial na gestão de um museu, organizando o planejamento de modo a garantir a sua sustentabilidade; Elaborar a Política de Acervos do Museu, definindo os critérios para aquisição e descarte de acervos na instituição; Constituir e dar posse a Comissão de Acervos do Museu para que a mesma delibere sobre o acervo existente e também sobre novas aquisições que virem a ser ofertadas ao museu; Elaborar projeto museográfico/expográfico para o Museu; Participar da Primavera dos Museus, assim que o projeto esteja concluído, evento promovido pelo IBRAM, com uma ação cultural e educativa a ser definida pela equipe do museu após divulgação do tema do evento pelo IBRAM; A execução da obra será objetivo de um novo projeto a ser aberto após a conclusão deste, onde teremos toda a especificação de materiais e acabamentos.
O Parque Ecológico de Campinas, um dos maiores espaços verdes da cidade, tem uma história significativa. Fundada em 1806 por Joaquim Aranha Barreto, a fazenda Mato Dentro inicialmente produzia cana de açúcar e, posteriormente, exclusivamente café. Com a crise de 1929, a fazenda foi vendida, e em 1937, a Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo assumiu a área, e Em 1987, por decreto estadual, o governo criou o Parque Ecológico com o objetivo de preservar a fauna, flora além dos valores arquitetônicos e paisagísticos da região. Com o total de 2.850.000 m² desses 1.100.000 m² são abertos ao público, Possui espécies da flora brasileira, espécies nativas da região da bacia do rio Piracicaba e espécies exóticas, em especial as palmeiras. O projeto paisagístico foi idealizado por Roberto Burle Marx, renomado artista plástico brasileiro e responsável por introduzir o paisagismo modernista no Brasil. Todas essas particularidades, remete à ideia, ou até mesmo a necessidade da criação de um Memorial e Museu onde toda a população do estado de São Paulo, outros estados e até países, possam ter acesso a tão vasto material cultural, de pesquisa e estudo. Além disso, tal equipamento cultural se faz necessário diante da constante visitação e solicitação de visitas por parte de escolas, universidades e população de maneira geral. Diante desse cenário, torna-se necessária a construção de espaços destinados ao processamento, guarda e exposição dos acervos, o que permitirá a potencialização de suas ações de atendimento ao público, salvaguarda, pesquisa e comunicação. Com a concretização e realização desse projeto, a população terá acesso gratuito a áreas para visitação que chegarão a aproximadamente 17.500m2 de construção. Todas as instalações a serem construídas terão como premissa acessibilidade física, acessibilidade para deficientes visuais e acessibilidade para deficientes auditivos. Acesso a população aos espaços de cultura e lazer é um direito expresso inclusive na Constituição Brasileira nos artigos 182 e 183, regulamentados pela Lei Federal 10.257. is funcional e qualitativa, os setores já existentes, bem como os espaços de circulação e fruição públicas. O Projeto Museu do Parque Ecológico de Campinas, por meio de intensa programação educativo-cultural e otimização de seu espaço físico, ampliará sua rede de alcance, ampliando a capacidade do Museu de acolher novos públicos, beneficiando não só a população local e regional, como também o país como um todo, contribuindo para o incremento da oferta turístico-cultural da cidade. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para a viabilização dessas ações. O projeto, ora apresentado, se enquadra na Lei no. 8.313 de 23/12/1991 em seu artigo 1o. em praticamente todos os incisos, entre eles: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para o cumprimento dessas finalidades, este projeto atende aos objetivos dos seguintes incisos do artigo 3o da mesma lei: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos
A confecção do plano museológico está previsto na planilha orçamentária e será confeccionado na fase de pré-produção, documento de caráter estratégico que segue a legislação nacional (Lei 11.904/2009) e que tem por objetivo nortear técnica e conceitualmente o projeto de requalificação arquitetônica e museológica do Parque Ecológico de Campinas. Para tanto, será organizado em três grandes blocos: diagnóstico museológico, missão visão e valores, e programas museológicos preliminares. O diagnóstico do projeto Museu Parque Ecológico de Campinas, será elaborado com a participação direta da equipe da instituição, que fornecerá dados sobre a realidade institucional e, num segundo momento, participará ativamente da construção da matriz SOWT (fortalezas, debilidades, oportunidades e ameaças) e da missão, visão e valores da instituição. A partir desse mapeamento inicial, o documento aponta perspectivas para a sede do Museu Parque Ecológico de Campinas em termos de futuro, através do delineamento de diretrizes conceituais que deverão ser materializadas em seus programas, projetos e ações. Um espaço vasto, leve e generoso. Integrado à terra através das suas aberturas, portais e janelas, o edifício desmaterializa sua base para que o parque e a praça possam ser incorporados ao espaço interno do Museu. Sua ambiência paisagística permite a permeabilidade deste edifício aberto, sem bloqueio visual.As proporções que embasam sua volumetria e o gabarito da edificação, possibilitam a formação de uma paisagem em harmonia com o local. O tripé da sustentabilidade aborda as esferas social, econômica e ambiental. Essas três esferas também fizeram parte da conformação da proposta. Na esfera social, entrega-se uma proposta desenvolvida para a apropriação e a identificação da comunidade a partir de novas espacialidades. Na esfera econômica buscou-se aplicar materiais locais.Na esfera ambiental considerou-se o uso consciente dos recursos naturais, promovendo sua constante renovação e reaproveitamento.Os espaços verdes de convivência e o replantio das árvores no entorno garantem a manutenção da memória de um símbolo na comunidade. Para a eficiência energética da edificação, serão previstos a utilização de iluminação de LED, e exploração máxima da iluminação natural, equipamentos de climatização com alto índice de desempenho nos ambientes climatizados, buscaremos também a reutilização de águas pluviais para irrigação dos jardins. Todas as informações sobre os custos dos projetos estarão detalhadas nos documentos anexados do projeto: "Parâmetros - Detalhamento".
O Parque Ecológico de Campinas é um local encantador e diversificado, que oferece uma experiência única de conexão com a natureza no coração da cidade. Ele se estende por uma ampla área e apresenta uma grande variedade de plantas, trilhas, jardins temáticos e espaços de lazer. Localizado na região leste, possui capacidade para receber diversas atividades, desde piqueniques até ciclismo na pista de mountain bike. É procurado para passeios ao ar livre e caminhadas, e todo domingo ocorre uma feira de orgânicos no estacionamento. Sem contar que também é cenário para ensaios fotográficos, por exemplo, já que mescla a bela paisagem natural com construções do século XIX. O Parque é um refúgio da agitação urbana, permitindo que as pessoas desfrutem de momentos de paz, relaxamento e contemplação. É um espaço que oferece a oportunidade de aprender sobre a importância da preservação ambiental, a conservação da biodiversidade e a valorização das plantas como parte essencial da vida em nosso planeta. Além disso, tal equipamento cultural se faz necessário diante da constante visitação e solicitação de visitas por parte de escolas, universidades e população de maneira geral.
Em atendimento ao Decreto de N° 9404 de 11 de Junho de 2018PRODUTO: BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISICÃO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Acessibilidade física de modo a proporcionar uma experiência qualificada para os diferentes públicos do projeto Museu do Parque Ecológico de Campinas - Fase 1, para exposição permanente, que serão elaborados nessa fase da proposta cultural e seguirão todas as normas e legislações que dizem respeito ao acesso físico, cognitivo, sensorial e intelectual. O projeto arquitetônico e construtivo do futuro Museu do Parque Ecológico de Campinas - Fase 1, atenderá a todas as determinações legais de acessibilidade. Podemos enumerar as medidas como: 1) Rampas 2) Instalações sanitárias acessíveis 3) Piso podotátil 4) Elevadores, caso necessário e demais itens preconizados pelas diversas legislações nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal. Para isso serão contratados projetos específicos de acessibilidade para garantir que toda legislação seja atendida, em especial, o atendimento ao Decreto Federal 5.296/04 e as Leis Federais 13.146/15, 10.741/03 e NBR 9050. As medidas de acessibilidade do projeto serão adotadas em 100% de todas as atividades que acontecerão no local após a conclusão das obras, bem como também terão 100% de acessibilidade em todas as instalações previstas no Memorial e Museu do Jardim Botânico de São Paulo. Acessibilidade de Conteúdo: Todas as atividades a serem desenvolvidas no Museu do Parque Ecológico de Campinas estarão aptas a compreensão para todas as pessoas com necessidades especiais. A obra prevê estrutura física em seus ambientes que permitirão tais atividades. Podemos numera-las como: 1) Libras2) Braille3) Audiodescrição4) Legenda descritiva 5) Visita sensorial PRODUTO: Contrapartidas Sociais -ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados. -ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. -ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. -ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.
PRODUTO: BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃO Este projeto visa a elaboração de projetos executivos arquitetônicos, museológicos, museográicos e expograficos para o projeto Museu do Parque Ecológico de Campinas, para abertura à população, promovendo acesso irrestrito ao local e contribuindo para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. No anteprojeto de arquitetura está designada a implementação de ampla àrea de convívio, com jardins, teatro, áreas técnicas e programáticas, incluindo espaço multiuso e espaço educativo, bem como áreas para exposições de longa duração e temporárias. Através dele, em atendimento ao art. 28 da IN nº 01/2023, adotaremos como ações complementares de medida de democratização de acesso: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. Em observância ao inciso X acima: Finalizado e aprovado o projeto executivo, será feita a exibição pública de uma maquete tátil do projeto na sede da Polícia Ambiental do Estado de São Paulo, por tempo indeterminado. PRODUTO: Contrapartidas SociaisComo explicado anteriormente, esse produto se destina à criação de um memorial e museu para abrigar todo o acervo já existente, bem como materiais sobre o meio ambiente e proteção ambiental. No âmbito das contrapartidas sociais, realizaremos palestras voltadas ao público universitário de áreas de interesse (meio ambiente e preservação ambiental) para apresentar essa fase do projeto. Serão realizadas 50 palestras com um público estimado de 1.500 pessoas. As palestras serão realizadas dentro de área já existente do Museu do Parque Ecológico de Campinas. Realizaremos também um vídeo palestra relacionado a implantação do Museu do Parque Ecológico de Campinas que será disponibilizado no sítio de internet da corporação, atendendo a todos os recursos para inclusão com áudio descrição, bem como interprete de libras a fim de atender e incluir o maior número possível de pessoas, com temas tratando das áreas de meio ambiente, preservação ambiental, arquitetura, engenharia, museologia e museografia para professores e alunos dos cursos superiores de engenharia, arquitetura e museologia e áreas que possam interessar, bem como transmitido.
FICHA TÉCNICA Informamos que o proponente realizará no projeto as seguintes atividades: - Coordenação Geral- Coordenador do Projeto- Coordenação Administrativo Financeiro - Produtor Executivo- Serviços de arquitetura Além disso atuará também na captação de recursos, administracão do projeto e na produção de material para divulgação. Ressaltamos que o proponente será o responsável pela gestão do processo decisório do projeto. A STR Estrutura para Filmes e Eventos, nasceu em 1993 como uma produtora de eventos e espetáculos que desde o inicio buscou atender seus clientes e surpreender seu público, inovando na maneira de apresentar seus projetos. Através das emoções advindas do lúdico, expressão artística e estética apurada, transformou eventos em momentos inesquecíveis, filmes em histórias vibrantes, espetáculos em pontos de magia e reflexão. A cada novo desafio, a criatividade de uma equipe altamente afiada encontra o equilíbrio necessário entre a informação e a emoção que permanece viva na memória, após um trabalho realizado. No tocante a projetos culturais, a STR procura levar arte e cultura com duas características básicas: Primeiramente procuramos fazer isso de forma gratuita e apresentado para aqueles que tem maior dificuldade no acesso à cultura. Outra característica é não permanecer com nossos espetáculos apenas nos grandes centros, procurando levar espetáculos do mais alto nível aos locais onde normalmente essas ações não são apresentadas. Dentre os projetos culturais realizados pela STR Estrutura para Filmes e Eventos, destacamos os seguintes: Cena Ambiental – Teatro Itinerante – PRONAC 105667Cena Ambiental – Teatro Itinerante – Centro Oeste - PRONAC 127707Cena Ambiental – Teatro Itinerante – Nordeste - PRONAC 1111700Cena Ambiental – Teatro Itinerante – Temporada 2016 – PRONAC 158021O Grande Reciclador , um espetáculo renovador – PRONAC 102215Palco da Reciclagem – A Arte de Reciclar Contando Histórias – PRONAC 111571Palco da Reciclagem – A Arte de Reciclar Contando Histórias Temporada 2013 – PRONAC 127480 Palco da Reciclagem – A Arte de Reciclar Contando Histórias Temporada 2016 – PRONAC 158236 Protegendo os Sonhos de Natal – PRONAC 075483(Re) Ciclo de Cinema - PRONAC 071858(Re) Ciclo de Cinema Nordeste – PRONAC 082797(Re) Ciclo de Cinema – Centro Oeste – PRONAC 100295(Re) Ciclo de Cinema - Norte – Temporada 2014 – PRONAC 1310946(Re) Ciclo de Cinema 2016 – Centro Oeste – Fase 4 – PRONAC 157519 Currículos dos profissionais responsáveis pela realização do projeto: Sergio Tadeu - Autor e diretor: Graduado em música pela FAAM, trabalhou como produtor e diretor musical na TV Manchete de 1987 a 1990. Realizou pesquisa e direção musical do espetáculo comemorativo dos 6 anos da emissora com a participação de Lulu Santos, Milton Nascimento e Caetano Veloso. Escreveu o roteiro e dirigiu o espetáculo musical "As Tartarugas Ninja". Em 1995 funda a produtora de eventos STR e passa a dirigir filmes institucionais e comerciais para diversas empresas, além de eventos corporativos. Lilian Rodrigues - Produtora executiva: Graduada em arquitetura e urbanismo pela Faculdade de Belas Artes, foi atriz mirim na TV Tupi (SBT), foi produtora do musical "As Tartarugas Ninja" e do espetáculo "Circo Fiesta". Participa como cantora e produtora do CORALUSP - Coral da Universidade de São Paulo, sob a regência do maestro Benito Juarez. André De Lázaro Begueldo tem formação técnica em eletroeletrônica e engenharia civil sob CREA No 5069928273 iniciou sua carreira como projetista elétrico em 2007, na época realizou projetos elétricos de condomínios multi-familiares com 480 unidades, residenciais de alto padrão com mais de 1500m2 e escritórios e lojas comerciais. Em 2013 foi contratado pelo shopping eldorado para cuidar do setor de obras sendo responsável pela fiscalização e anáise dos projetos técnicos das obras das lojas no período em que esteve no shopping acompanhou mais de 60 obras. Ficou responsável também pelas obras de modernização do shopping tais como troca total do forro do 1o, 2o Subsolos e 3o Pavimento, modernização do espaço gourmet, troca de piso do 3o Pavimento e pintura de 20.000m2 de piso epóxi. No início de 2017 fundou a BSIG engenharia que hoje oferece os serviços de projetos de engenharia e todos seus complementares e execução de obras residenciais, comerciais e projetos especiais. Principais clientes:Granado Pharmácias, Authentic Feet, Casa Bauducco, Western Union, Any Any, KidsTok, O Boticário, Havanna e Dezoito Arquitetura. Curadoria Executiva:João Paulo Correa: Museólogo, registro COREM 063-I, sócio-gerente da Viés Cultural Museologia e Patrimônio, empresa com registro no COREM 5aR 001-J, atua há mais de dez anos na área museológica coordenando planos museológicos, elaborando e executando projetos de exposições, reservas técnicas, tratamento técnico e documentações de acervos. Atuou/a como responsável técnico de diversos projetos museológicos. Será responsável técnico pelos serviços de museologia do Memorial do Basquetebol de Ponta Grossa. Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4805016Z7 Mauricio da Silva Selau, Historiador, Mestre em História Cultural, Doutorando em Museologia, sócio proprietário da Viés Cultural Museologia e Patrimônio, atua há mais de quinze anos na área de patrimônio cultural, com ênfase em processosmuseológicos, participando de pesquisas, elaboração de planos museológicos, projetos de exposicões, elaboração e gestão de projetos. Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4773600P8
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.