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PRONAC 2316116Apresentou prestação de contasMecenato

Cinco elementos: arte e natureza

INVIDEO PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 3,20 mi
Aprovado
R$ 3,20 mi
Captado
R$ 1,50 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
87376109000106ZURICH SANTANDER BRASIL SEGUROS E PREVIDENCIA S.A.1900-01-01R$ 800,0 mil
55942312000106Santerder Brasil Administradora de Consórcio Ltda.1900-01-01R$ 450,0 mil
31595265000103ESFERA FIDELIDADE S.A1900-01-01R$ 180,0 mil
07707650000110AYMORE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S.A.1900-01-01R$ 70,0 mil

Eficiência de captação

46.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-03-01
Término

Resumo

O projeto refere-se à realização de uma exposição que reunirá obras de artistas brasileiros e estrangeiros que dialogam com a natureza, considerados seus cinco elementos primordiais: éter, ar, fogo, água e terra. Como produto secundário, contrapartida-social, serão realizadas palestras gratuitas sobre arte e meio-ambiente direcionadas a estudantes e professores do ensino público.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral Realizar exposição de artes reunindo, num mesmo espaço, cinco artistas consagrados (dentro e fora do Brasil), cujas obras estão ligadas à natureza e à ecologia planetária, permitindo comparações entre diversas formas de criação, desde as mais tradicionais (pintura e escultura) às mais inovadoras (instalações e obras baseadas em novas tecnologias), proporcionando prazer estético ao visitante e ampliando sua consciência ecológica. Realizar Contrapartida Social, oferecendo cinco palestras gratuitas sobre arte, natureza e meio-ambiente para os estudantes e professores provindos do ensino público. Objetivo específico PRODUTO EXPOSIÇÃO: 1) Realizar uma exposição de artes visuais ao longo de 3 meses. 2) Ceder 1.000 ingressos gratuitos para estudantes de escola pública e seus professores, incluindo o transporte. PRODUTO CONTRA-PARTIDA SOCIAL PALESTRA- AÇÃO FORMATIVA CULTURAL 1) Realizar cinco palestras gratuitas sobre arte e meio-ambiente para no mínimo 500 estudantes e professores, provindos de instituições públicas.

Justificativa

O Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei de Incentivo à Cultura - 8313/91), em seu Artigo 1, estabelece, entre seus objetivos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; A exposição Cinco Elementos: arte e natureza será livre para todos os públicos. Os ingressos na categoria INTEIRA terão custo popular de R$ 17,00 (dezessete reais). Já os ingressos na categoria MEIA-ENTRADA terão o custo de R$ 8,50 (oito reais e cinquenta centavos). Ressaltamos que 100% dos ingressos comercializadas poderão ser vendidos a idoso ao custo da meia-entrada, enquanto que 40% poderão ser vendidos a estudantes ao valor da meia-entrada. Também cederemos 1.000 ingressos cortesias a estudantes e professores incluindo transporte gratuito. A entrada será totalmente gratuita a todos os públicos no último domingo de cada mês que a exposição estiver aberta à visitação. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. As artes plásticas são manifestações que refletem a cultura do local em que são criadas. A exposição Cinco Elementos será, pela diversidade de artistas, de suas origens e de suas diferentes formas de representação estética, um belo panorama do cenário artístico brasileiro e internacional que dialoga com a natureza; Os artistas desenvolverão obras especificamente para a exposição. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; A exposição Cinco Elementos priorizará a contratação de artistas brasileiros, com destaque a Xadalu Tupã Jukupé, da etnia Mbya-Guarani; Em seu Artigo 3, a referida lei prevê o apoio a: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Trata-se de exposição de cinco artistas plásticos de grande relevância no cenário contemporâneo; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Será estimulada a visitação de estudantes de escolas públicas e privadas, com auxílio de transporte e entrada gratuita.

Especificação técnica

PRODUTO EXPOSIÇÃO: A exposição “Cinco elementos: arte e natureza”, no Grande Hall do Farol Santander de Porto Alegre, vai revelar as complexas e fundamentais relações entre aquilo que os seres humanos simplesmente encontraram em seu planeta, desde o início da civilização, e o que os artistas contemporâneos podem criar a partir destas matérias-primas primordiais. Ao elencar e nomear os cinco elementos da natureza – éter, ar, fogo, água e terra – a mostra dialoga com saberes ancestrais, inclusive pré-científicos, pois a arte, como expressão das emoções e tentativa intuitiva de compreender o mundo, muitas vezes antecipou o que a racionalidade técnica veio a descobrir mais tarde. O visitante de “Cinco elementos: arte e natureza” será convidado a refletir sobre os diferentes modos com que o fazer artístico se apropria e transmuta o mundo natural, às vezes criando formas excepcionalmente belas, outras vezes nos fazendo pensar criticamente sobre como a humanidade dispõe dos recursos planetários. As cinco seções terão identidades próprias, unindo aspectos puramente estéticos a uma experiência sensorial e cultural sobre a natureza que nos cerca. Cada conjunto terá uma ambientação particular, com recursos audiovisuais e, sempre que possível, interatividade. Mais que “mostrar” cada peça, a intenção é estabelecer com o público uma experiência sensorial e cognitiva, de modo que a visitação se converta numa caminhada prazerosa e, ao mesmo tempo, educativa, sobre o nosso mundo e a maneira como o convertemos em arte. O projeto expográfico estabelece uma trajetória circular (ver desenhos do projeto), em que o visitante está em fluxo constante, guiado por rampas e passarelas, que parecerão “flutuar” sobre um espelho d’água vermelho sangue, refletindo parcialmente o forro do prédio, invertendo a espacialidade e multiplicando as visualidades. Esse espaço delimitado de deslocamento permitirá que cada seção seja apreciada a uma distância ideal, o que também facilita as medidas de segurança das obras. Memórias e sentidos serão ativados não só pelas imagens, mas também por diferentes sons e/ou aromas em cada seção, permitindo associações com a corporalidade humana e seus diferentes sistemas orgânicos funcionais. Dos cinco artistas da mostra, três já estão definidos (Ernesto Neto, Xadalu e Heloisa Crocco), e dois ainda dependem de contratação. As obras expostas serão criadas pelos artistas especialmente para essa exposição, sendo previsto no cronograma o tempo d desenvolvimento das mesmas. Assim, a descrição a seguir é parcial, mas espelha a concepção geral da exposição: Heloisa Crocco - Terra - é o elemento da concretude e do mundo físico, No corpo humano, é tudo que nos dá estrutura, que nos põe de pé: ossos, músculos e tendões. As obras de arte relacionadas ao elemento Terra dialogam com essa base explicitamente poderosa da natureza, que conecta os seres vivos com seu ambiente. Está ligado às sensações olfativas. Xadalu - Fogo - traz calor, luz, força e energia vital. Permite que as coisas se transformem, se transmutem, numa renovação constante. É o elemento que necessário para atividades que exigem foco e concentração. No corpo manifesta-se sobre o sistema digestivo, no impulso elétrico do coração e no sistema imunitário. As obras de arte do elemento fogo devem ser um visual muito poderoso, pois este elemento está intimamente ligado aos nossos olhos. Ernesto Neto - Éter - tudo está contido no éter: espaço, vazio, totalidade. Ele abraça o universo, tanto o observável como aquele que se esconde de nós. Nosso sistema nervoso dialoga com o éter e tenta sentir a totalidade, embora normalmente esteja restrito às experiências corporais. No éter, repousam a calma, a libertação, o desapego e a receptividade. As obras relacionadas ao éter farão referência a todas as outras obras da mostra, pois é um elemento integrativo. O som e a audição estão relacionados a esta tentativa de chegar à totalidade, pois as ondas sonoras permitem superar barreiras físicas e visuais. Artista a definir - Água – é responsável pela nossa fluidez mental, pela capacidade da mente de criar “mundos interiores” pela força prodigiosa da imaginação. Dá movimento e dinâmica à experiência humana, pois amplifica as sensações e as transmite para outros seres. No corpo humano, é representada pelos sistemas circulatório e linfático. Fazer arte a partir da água é lidar com o impermanente, como o que nunca se repete. Está ligada ao paladar; Artista a definir - Ar – é o contrário da Terra (concretude). O ar é a ausência de forma definida, a libertação do corpo, a leveza do ser. É o elemento que permite a expansão do corpo e sua integração com a atmosfera do planeta, através de nossa respiração. A arte do ar deve ser levíssima, levada pelos ventos mais fortes, ou tocada pelas brisas mais suaves. O sentido do tato permite que a passagem do ar, em sua sutileza, seja percebida e celebrada pelo corpo.

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE DE ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local já possui rampas de acesso, corrimões, piso tátil, estacionamento para PCDs, elevadores e banheiros com assento adaptado para pessoas portadoras de necessidades especiais. ITEM ORÇAMENTÁRIO: NÃO SE APLICA - ESPAÇO JÁ DISPÕE ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O texto curatorial e os textos de explicação de cada uma das cinco obras terão sua versão em braile disponibilizada. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 25 As divulgações nas redes sociais da proponente contarão com o recurso #PraCegoVer. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 58 Toda a exposição, incluindo um descritivo das obras expostas, será narrada em audiodescrição. A narração estará disponível para ser acessada pelo celular dos visitantes PCDs Visuais. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 39 ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Disponibilidade de monitor intérprete de LIBRAS para visitas de grupos de PCDs auditivos conforme necessidade e agendamento prévio. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 37 PRODUTO: CONTRA-PARTIDA SOCIAL PALESTRA - AÇÃO FORMATIVA CULTURAL ACESSIBILIDADE DE ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local já possui rampas de acesso, corrimões, piso tátil, estacionamento para PCDs, elevadores e banheiros com assento adaptado para pessoas portadoras de necessidades especiais. ITEM ORÇAMENTÁRIO: NÃO SE APLICA - ESPAÇO JÁ DISPÕE ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Presença de narrador de audiodescrição conforme necessidade do público e informação prévia. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 48 ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Disponibilidade de intérprete de LIBRAS para PCDs auditivos conforme necessidade e informação prévia ITEM ORÇAMENTÁRIO: 47 ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Acessibilidade para pessoas com deficiencia intelectual, conforme Art 25 da In 01/2023: Aplicação dos principais textos e títulos das obras utilizando o método conhecido como “leitura simplificada”, priorizando as idéias principais, com fonte Arial, em tamanho grande, podendo aplicar o uso de imagens. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 47 Disponibilidade de monitor intérprete de LIBRAS para visitas de grupos de PCDs auditivos conforme necessidade e agendamento prévio. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 37 Todo o material de divulgação da exposição, publicado pela proponente, mencionará a disponibilização das acessibilidades.

Democratização do acesso

PRODUTO EXPOSIÇÃO: Art. 27 IN MINC 01/04/2023 II – mínimo 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social e educativo; 1.000 ingressos gratuitos serão disponibilizados para estudantes de escolas públicas e seus professores. Art. 28 IN MINC 01/04/2023 III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Todos os estudantes e seus professores que receberem as 1.000 cortesias serão transportados para a exposição de forma gratuita. A exposição contará com acessibilidades de acordo com o descrito no item “Acessibilidade”. PRODUTO CONTRA-PARTIDA SOCIAL PALESTRA - AÇÃO FORMATIVA CULTURAL Art. 28 IN MINC 01/04/2023 VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

ARTISTAS CONFIRMADOS Ernesto Neto Na década de 1980, estudou escultura com Jaime Sampaio e com João Carlos Goldberg na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EA V/Parque Lage). Realizou ainda cursos de intervenção urbana e escultura com Cleber Machado e com Roberto Moriconi, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Sua produção situa-se entre a escultura e a instalação. No início da carreira, sua trajetória é marcada pelas obras dos artistas José Resende (1945) e Tunga (1952), na exploração da articulação formal e simbólica entre matérias diversas. Mais tarde, passa a utilizar predominantemente meias de poliamida e outros materiais mais flexíveis e cotidianos. Na segunda metade dos anos 1990, Ernesto Neto realiza esculturas nas quais emprega tubos de malha fina e translúcida, preenchidos com especiarias de variadas cores e aromas, como açafrão ou cravo da índia em pó. As esculturas apresentam alusões ao corpo humano no tecido que se assemelha à epiderme e nas formas sinuosas que se estabelecem no espaço. No final da década de 1990, Ernesto Neto passa a elaborar as "naves", estruturas de tecido transparente e flexível, que podem ser penetradas pelo público. Xadalu Tupã Jukupé Xadalu Tupã Jekupé (Rio Grande do Sul, Brasil) é um artista indígena que usa elementos da serigrafia, pintura, fotografia e objetos para abordar em forma de arte urbana o tensionamento entre a cultura indígena e ocidental nas cidades. Sua obra, resultado das vivências nas aldeias e das conversas com sábios em volta da fogueira, tornou-se um dos recursos mais potentes das artes visuais contra o apagamento da cultura indígena no Rio Grande do Sul. O diálogo e a integração com a comunidade Guarani Mbyá permitiram ao artista o resgate e reconhecimento da própria ancestralidade. Nascido em Alegrete, Xadalu tem origem ligada aos indígenas que historicamente habitavam as margens do Rio Ibirapuitã. As águas que banharam sua infância carregam a história de Guaranis Mbyá, Charruas, Minuanos, Jaros e Mbones - assim como dos bisavós e trisavós do artista. De etnia desconhecida, eles eram parte de um fragmento indígena que resistia em casas de barro e capim à beira do Ibirapuitã, dedicando-se à pesca e vivendo ao redor do fogo mesmo depois do extermínio das aldeias da região. Nas palavras de Paulo Herkenhoff, "Xadalu não fica à espera por mudanças na sociedade, mas busca agenciar sua potência para agir na escala individual". O renomado curador também afirma que "a arte de Xadalu não vai mudar o mundo, mas pode alterar nosso olhar sobre as coisas". Em 2020, sua obra "Atenção Area Indígena" foi transformada em bandeira e hasteada na cúpula do Museu de Arte do Rio. Meses depois, venceu o Prêmio Aliança Francesa com a obra "Invasão Colonial: Meu Corpo Nosso Território", que o levou a uma residência artística na França em 2021. Heloisa Crocco Heloisa Crocco (Rio Grande do Sul, Brasil), formada em Artes pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, trabalhou em tapeçaria com Elizabeth Rosenfeld, fez cursos com Tom Hudson na Cardiff 's College of Art of London e cursos de especialização em Artes Plásticas na PUC/RS. Particiou de várias exposições coletivas, salões e bienais na Alemanha, Áustria, Hungria, EUA, França, México, Uruguai e Brasil. Viajou pelo país na pesquisa das fibras, suas transformaççoes e aplicações, principalmente em suas visitas à Floresta Amazônica e à Ilha do Sal, no Piauí. Na América Latina, em viagens à Colômbia, Venezuela, México, Peru e Uruguai, durante um período dedicou-se ao estudo das tramas, texturas e iconografi,a da arte pré-colombiana. Muito do seu trabalho como artista e designer decorre de suas experiências de viagem, realizando importante trabalho com diferentes comunidades, no que diz respeito a sua revitalização e produção artesanal, sempre enfatizando sua originalidade. CURADORA E COOORDENADORA DE PRODUÇÃO – LUCIANA TOMASI (EMPRESA PROPONENTE DO PROJETO) Na Prana Filmes, trabalhou mais recentemente nos longas “Jepotá” (em pós-produção), de Augusto Canani e Carlos Papá Guarani; “A Nuvem Rosa” (SUNDANCE- 2021), de Iuli Gerbase; “Legalidade” (2019), de Zeca Brito; “Bio – Construindo uma Vida” (2018), de Carlos Gerbase, “Yonlu” (2017), de Hique Montanari. Como produtora, seus filmes conquistaram mais de 200 prêmios no Brasil e no exterior. Foi uma das fundadoras da Casa de Cinema de Porto Alegre. Assina também a produção dos longas-metragens: “Menos que Nada” (2011); “Sal de Prata” (2005); “Tolerância” (2000) e “Inverno” (1983), todos dirigidos por Carlos Gerbase. Foi produtora das exposições Moacyr Scliar – o centauro do Bom Fim, em homenagem ao renomado escritor gaúcho, evento de grande sucesso na cidade de Porto Alegre com mais de 100 mil visitantes; da exposição Sioma Breitman, o retratista de Porto Alegre, sobre o fotografo que registrou a história da cidade em momentos históricos; e Lupi – pode entrar que a casa é tua, sobre o célebre cantor e compositor Lupicínio Rodrigues. CURADOR – ANDRÉ VENZON André Venzon é artista visual, curador e gestor cultural. Mestre em Poéticas Visuais no PPGAV/IA-UFRGS, especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona/Espanha e graduado em Artes Visuais pelo IA-UFRGS. Dedica-se à pesquisa dos tapumes na paisagem urbana, de elemento arquitetônico a significante de operações poéticas. Igualmente tem mostrado os resultados de seus estudos e criações, em exposições, congressos, feiras, seminários, palestras e curadorias, perfazendo uma intensa atividade acadêmica em articulação com uma atuação efetiva no sistema da arte. Destaque para a curadoria da exposição “Nem Eu, Nem Tu: Nós - A Obra De Karin Lambrecht e o olhar do colecionador”, dentro do projeto RS Contemporâneo - Pensamentos Curatoriais, no Santander Cultural (2017). Diante de sua forma de perceber a arte como atributo social foi presidente da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa, Conselheiro Estadual de Cultura, membro do Colegiado Nacional de Artes Visuais e diretor do MACRS por duas gestões. É coordenador da Galeria de Arte da Fundação ECARTA, desde 2018, e atual diretor artístico do Instituto Cultural Laje de Pedra, Canela/RS. COORDENAÇÃO DO PROJETO E PESQUISA ICONOGRÁFICA - CARLOS GERBASE (EMPRESA PROPONENTE DO PROJETO) Começou sua carreira cinematográfica no final da década de 70, quando filmou em bitola super-8 o longa-metragem “Inverno” (1983), vencedor do Festival de Gramado em sua categoria. Mais recentemente, escreveu e dirigiu os longas de ficção “Tolerância” (2000), “Sal de Prata” (2005), “3 Efes” (2007), “Menos que Nada” (2012) e “Bio” (2018). No segundo semestre de 2014, foi curador da exposição “Moacyr Scliar, O Centauro do Bom Fim”, com mais de 100 mil visitantes, e foi destacada pela imprensa como um dos principais acontecimentos culturais do ano. Também foi produtor e coordenador da exposição "Sioma Breitman, o Retratista de Porto Alegre", que inaugurou o calendário de mostras do Farol Santander Porto Alegre em 2022, e está diretamente conectada com as celebrações pelos 250 anos da cidade. Mais recentemente, assina a curadoria da exposição “Lupi, pode entrar que a casa é tua”, que mostra a vida e a obra de Lupicínio Rodrigues, o mais importante compositor de música popular da história do Rio Grande do Sul. PROJETO EXPOGRÁFICO – VICENTE SALDANHA Arquiteto, Production Designer, Diretor de Arte e Cenógrafo, nascido na cidade de São Gabriel, no sul do Brasil. Sua extrema curiosidade e interesse por inúmeras formas de arte se traduz, profissionalmente, na multidisciplinar expressão de seu ofício. Arquitetura, desenho, pintura, escultura, teatro, fotografia, cinema, televisão e a bela obsessão por longas viagens compõem o pulsante e vibrante imaginário que carrega. Entre seus trabalhos, estão cinema, filmes publicitários, cenografia, teatro, estúdios de televisão, eventos, proposição de espaços experimentais e efêmeros e o desenvolvimento de projetos especiais em diferentes áreas.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-11-04
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul