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PRONAC 2316149Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Ouvindo Vozes: Da Marginalização à Loucura

Everton Antonio dos Santos
Solicitado
R$ 421,7 mil
Aprovado
R$ 421,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (3)
Maceió AlagoasRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

A circulação do "Ouvindo Vozes - Da Marginalização à Loucura" vem de encontro com o desejo dos(as) artistas que acreditamno teatro que transforme a sociedade,a peça foi criada para dialogar, contribuir com a transformação social, contando as histórias de pessoas invisíveis.Peça livremente inspirada no livro "Ouvindo Vozes" de Edmar Oliveira, na prática da Dra. Nise da Silveira e em memórias dos (as) artistas periféricos (as) que vivem situações de loucura no cotidiano, temos a dramaturgia de Lucaz Eusébio e Marta Baião, com a apresentações em locais não convencionais. A proposta do projeto é apresentar em três estados que dialogam com o espetáculo, sendo São Paulo estado dos (as) artistas que compõe esta história, Rio de Janeiro lugar de abrigo do primeiro hospital Pisiquiatrico do Brasil e Alagoas berço de Nise da Silveira. Ao todo são 10 apresentações gratuitas em locais não convencionais, com tradução simultânea de Libras e a presença de uma especialista na área da saúde mental.

Sinopse

É a idelialização de um sonho de 2016, É um peça, um teatro, uma poesia, inspirada na escritura do mestre Edmar Oliveira que conta a história de três clientes que descobriram vida na loucura, no Engenho de Dentro, lugar marcado pelas ideias da psquiatra Nise da Silveira que garantiu para aqueles/aquelas com manias de liberdade, saídas de suas profundezas em encontro da vida, coisas de louco é bem normal ( Chico Salles) E a Luta Antimanicomial ainda não acabou!

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a circulação do espetáculo "Ouvindo Vozes - Da Marginalização à Loucura" em três estados brasileiros: São Paulo (nossa terra); Rio de Janeiro (terra que hospedou as histórias) e Maceió (terra berço de Nise da Silveira), com 10 apresentações gratuitas com tradução de libras e acompanhamento de uma profissional especialista na área da saúde mental para acompanhar as apresentações. Objetivos Especificos Organizar a equipe em relação ao planejamento, cronograma, contratações, prazos e funções dentro do projeto;Criar vínculo com os territórios utilizando espaços de instituições culturais locais para ensaios, estabelecendo a construção de redes; Contribuir para a conscientização da importância das artes cênicas como elemento para fomentar a saúde mental nas periferias; Realizar 10 apresentações gratuitas do espetáculo em espaços públicos não convencionais e lugares culturais de pessoas menos assistidas no território nacional sendo: seis no estado São Paulo, dois no estado do Rio de Janeiro e dois em Alagoas, em espaços alternativos com acessibilidade física. Fazer 3 vivências de arteterapia para profissionais em campo que atuam na saúde mental e interessados(as), uma vivência em cada cidade; Mediar em todas as apresentações o diálogo, contribuição com a transformação social e construção de cidadania através do debate proposta dentro da peça sobre Saúde Mental junto com especialista em saúde mental; Proporcionar acessibilidade para surdos e mudos através de tradução em Libras em todas as apresentações; Criar uma gravação do espetáculo "Ouvindo Vozes - Da Marginalização à Loucura" com acessibilidade de legenda para surdos e ensurdecidos (LSE), a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS) e a Audiodescrição (AD).

Justificativa

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil é o país que tem mais pessoas ansiosas e o quinto mais com pessoas depressivas no mundo.Ultimamente, a saúde mental é um tema frequentemente abordado pelos(as) especialistas, pelos meios de comunicação e essa "abordagem" tem gerado um aumento significativo nos diagnósticos de pessoas com problemas na saúde mental. A vida cotidiana tem despertado nas pessoas muitas crises: diversas tarefas a serem realizadas, a utopia das redes sociais, falta de direitos básicos, faz com que as pessoas se sintam esmagadas pela sua própria vida. Falar em saúde mental através da arte é uma forma de trazer reflexão com leveza de umm temática tão árduo. Assim como nós, a população deseja gritar por suas liberdades, mas gritos esses que são ocultados e não falados por se tratar de um assunto que ainda é tabu, principalmente as pessoas periféricas sofrem ainda mais, por não ter acesso ao tratamento com tanta facilidade, pois os aparelhos públicos estão sobrecarregados de tanta demanda. Acreditamos na arte que ajuda na cura, assim como Nise da Silveira acreditou. "OUVINDO VOZES - Da Marginalização à Loucura" é uma semente plantada em 2016 quando acessamos o livro "Ouvindo Vozes" de Edmar Oliveira através do ator e produtor Everton Santos, por meio de uma pesquisa em um processo de criação em outro projeto. Everton, ator e produtor da Pião Produções Artísticas transformou a pesquisa em cena. Criou uma narrativa de um dos clientes de Nise (como ele gostava de chamá-los), Lúcio Noeman. A cena ocorreu através de falas incompreensíveis, e o ator criou uma pintura que transpassava seu corpo e o chão. Ao acessarem o espaço de ensaio, os (as) artistas se encontravam com ele e ao chegarem, levaram um susto: alguém fora do consciente estabelecido socialmente. O companheiro de palco e vida estava ali, lançado ao chão, pintando. A pesquisa aguçou a curiosidade do ator em mergulhar ainda mais nesta história, para além do processo daquela companhia, e despertado o interesse em buscar mais informações, partiu de São Paulo para o Rio de Janeiro em 2017, juntamente com Michele Araújo, sua sócia na Pião Produções Artísticas, para conhecer o Museu de Imagens do Inconsciente e o Instituto Municipal Nise da Silveira. Neste espaço, foi possível observar e abrir mente e o coração em um processo de gestação de ideias. O sonho continuou a ser nutrido, eles voltaram ao Rio de Janeiro em 2019, desta vez, somando com a atriz e estudante de arteterapia Monica Soares, ampliaram seu repertório com informações que poderiam fomentar ainda mais a estruturação deste projeto, o Instituto Municipal Nise da Silveira, antigo Hospital Psiquiátrico Pedro II, conhecido como o Palácio dos Loucos. Aproveitaram e se dirigiram até a Casa das Palmeiras, no bairro Botafogo, para conhecer o fruto da prática de Dra. Nise. A Nise da Silveira discordava totalmente da forma desumana, agressiva e do tratamento da época, tais como a internação, os eletrochoques, choque de insulina, a lobotomia, dentre outras crueldades, as humilhações dos banhos gelados, dos medicamentos pesados, pra ela e pra muitos/as de nós, os manicômios são como prisões. A Arte Terapia, traduz o respeito aos pacientes, garante o afeto, a liberdade, estimula a criatividade, são propostas de cura da Dra. Por meio da Terapia Ocupacional ela mostrou uma forma de tratar e cuidar, resgatou a autonomia e a sociabilidade interrompida de seus clientes. Essas pesquisas reverberaram internamente e possibilitaram reflexões e diálogos sobre a realidade e territórios dos (as) artistas Everton e Michele, cofundadores da Pião Produções Artísticas. Ele nascido, criado e morador do distrito de Iguatemi e ela, nascida, criada e moradora do distrito de Sapopemba, vizinhos(as), situados na Zona Leste de São Paulo. Ambos caminham diariamente entre imagens cotidianas expressadas através de corpos, gestos, gritos ou silêncio destes territórios e ali resistem e atuam como artistas, produtores (as) e educadores (as). Dessas vivências, a ideia tomou forma e surge então a proposta de realização do projeto OUVINDO VOZES - Da Marginalização à Loucura", que busca viabilizar um diálogo entre o fazer artístico teatral e a estruturação da saúde mental. Permitindo que um espetáculo teatral circule por espaços nada convencionais, como escolas, postos de saúde, associação dos (as) moradores (as), praças, Caps etc. Do ano de 2016 até 2021, realizamos muitos encontros para discutir a temática, dialogamos com muitos especialista da área da saúde mental, os(as) integrantes do trabalho passaram o período da pandemia realizando arte terapia, fizemos a leitura do livro coletivamente para propostas de cenas e ações, alimentando o trabalho sem deixa-lo morrer, tudo isso de forma independente. Quando chega no final do ano de 2021 fomos contempladas pelo Programa VAI II na 18°Edição (Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais), um edital voltado para artistas periféricos da cidade de São Paulo pela Secretaria Municipal de Cultura/SP. Portanto, em 2022 estreamos o espetáculo apresentando no nosso territórrio Sapopemba e Iguatemi, 8 apresentações para nosso povo periférico em espaços alternativos. Em 2023, conseguimos ampliar nosso enredo através da 2ªa Edição do edital Múltiplas Linguagens da Prefeitura de São Paulo, circulamos por outros locais periféricos do município de São Paulo, e tivemos grande encontros com as pessoas da luta antimanicomial não é só contra as estruturas governamentais, hospitalares, ela é um processo que deve ser feito pela sociedade, familiares, pessoas próximas aos clientes com patologias mentais, os depoimentos feitos pelo público durante o espetáculo, afirma que mesmo após a "alta médica" essas pessoas não são permitidas a se enquadrar em uma sociedade "sadia" mesmo querendo e podendo dar seus gritos de liberdade tem sempre um alguém apontando para elas que ainda são loucas e devem ficar à margem da sociedade. Sabemos que é difícil o entendimento das famílias e sociedade, uma vez que o diferente sempre foi ocultado e excluído, mas para mudarmos esta realidade é importante falarmos sobre a saúde mental e utilizamos do teatro periférico para levar essa reflexão ao nosso povo, não de forma de caricata e sim em um contexto de acolhimento convidando a plateia para diálogos reflexivos com a equipe do projeto e a presença de especialista em saúde mental (psicólogo(a), arteterapeuta ou psiquiatra) para nos dar suporte e embasamento da temática e criar um elo de um ponto de apoio para quem estiver interesse em procurar esses especialistas para futuras terapias e reflexões. Afinal, a pergunta: Ele é louco? Ela é louca?. Deve ser excluída do nosso vocabulário. Nesse processo contaremos com uma vivência de arterapia para profissionais ou interessados(as) na área que já estão em campo de atuação ou desejem conhecer assim possibilitando um novo olhar afetivo sobre os cuidados daqueles que necessitam. Os estados escolhidos são moradas importantes que compõe o projeto: São Paulo a maior capital do Brasil, abriga os artistas que contam essa história, Rio de Janeiro que por muitos anos foi morada do primeiro hospital psquiatrico do nosso país, e que guarda as histórias dessas pessoas que estão registradas no livro do Edmar de Oliveira e por fim, não menos importante Alagoas estado de Nise da Silveira, mulher que sempre esteve a frente da sua época que disse não para o tratamento do eletrochoque e sim para vida. Para finalizar, nosso teatro vem formar, refletir, mapear, abrir diálogos, criticar as formas de tratamentos, exclusão e provocar as pessoas sobre novos conceitos de cura da saúde mental. Nós somos a Pião Produções Artísticas e a Luta Antimanicomial ainda não acabou. Se esse projeto conversa com você. Diga seu nome e a Luta Antimanicomial ainda não acabou!

Especificação técnica

O Espetáculo tem duração de cinquenta minutos, ao fim do espetáculo teremos uma roda de conversa com o público para dialogar sobre a temática da peça, tudo que foi vivência e se o modo de fazer teatral dialoga com as pessoas que estão assistindo tem como previão 30 minutos de conversa. Contaremos com a participação de um especialista em saúde mental (psicologo, arte terapeuta, psiquiatra...) Em todas as apresentações teremos a tradução em libras para garantir o direito das pessoas surdas. O espetaculo é encenado dentro de uma estrutrutura de PVC 4X4. Os acessórios de luz e som são disponibilizados pela produtora Pião Produções artísticas, tendo como necessidade de manutenção dos equipamentos. O espetáculo Ouvindo Vozes pode ser apresentado em espaços alternativos. Descrição Técnica: Cenário e adereço: Precisamos de um espaço com mais ou menos 6 metros² de largura e comprimento e 3 metros de altura para que o cenário seja montado em cima de uma lona que possui a medida de 4x4, a estrutura cénica é feita de PVC no qual os adereços cênicos são colocados.. Utilizamos como adereços cênicos: 3 caixotes de feira - 50 cm ; 1 banquinho - 30 cm; 1 pano branco para projeção de tela - 3 metros, 3 "paredes" do cenário são feitas de plástico - 3 metros no qual o público no início do espetáculo é convidado a pintar o painel, uma boneca -20 cm é utilizada em cena, utilizamos 3 baldes -40 cm, cabides - 15 cm que estão pendurados no cenário e aviões de papel -10 cm que são lançados durante a apresentação. Rider Técnico de Luz Espetáculo: Ouvindo Vozes Iluminação: Toda a iluminação é feita na própria estrutura do cenário, sendo: 2 led jardineira 50w em cada lateral frontal; 1 led jardineira 50w central; 1 led jardineira 50w em cada lateral traseiro; 1 PAR 38 Lateral direito (F10) frontal; 1 PAR 38 Lateral esquerdo traseiro (F10) ; 1 luz de estrobo central frontal; 1 luz negra na lateral meio palco em cada lado; 1 máquina de fumaça meio palco traseiro; 16 metros de fita led AZ chão - formato de quadrado; Fita led VM chão - formato de triangulo; 3 Lanternas de cabeça Luz de platéia. 2 dimmers; Mesa de iluminação. Carga Usada: 10.000 watts Responsável: Décio Filho Contato: 55 11 93294-8388 Rider Técnico de Som e Projeção Espetáculo: Ouvindo Vozes Sonoplastia: 3 microfones hedset 2 Caixas de som (Ativa e Passiva) com Bluetooth - localizado em cada lateral do cenário 2 Caixas de retorno 1 microfone para roda de conversa 1 Projetor de tela 1 Extensão de 10 metros com régua 1 mesa de som Carga Usada: 10.000 watts Responsável: Eduluz Contato: 55 11 992093794

Acessibilidade

O projeto irá acontecer em locais alternativos onde serão de fácil acesso para pessoas com mobilidade reduzida e idosos(as), em todas as apresentações teremos um(a) tradutor(a) em libras para assegurar o acesso a pessoas surdas e mudas. Na gravação do espetáculo "Ouvindo Vozes - Da Marginalização à Loucura"será com acessibilidade de legenda para surdos e ensurdecidos (LSE), a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS) e a Audiodescrição (AD).

Democratização do acesso

Todas nossas apresentações serão gratuitas Iremos oferecer um workshop de terapia ocupacional para profissionais que já atuam no campo de saúde mental possibilitando um novo olhar sobre os clientes que atendem. Na gravação do espetáculo "Ouvindo Vozes - Da Marginalização à Loucura"será com acessibilidade de legenda para surdos e ensurdecidos (LSE), a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS) e a Audiodescrição (AD). Desta forma,iremos disponibilizar nas redes sociais para que possamos ampliar o acesso e a inclusão social.

Ficha técnica

Livremente inspirado no livro Ouvindo Vozes, de Edmar Oliveira. Dramaturgia: Lucaz Eusébio e Marta Baião em processo criativo da Pião Produções Artísticas. Direção/encenação: Marta Baião. Elenco: Everton Santos, Juliana Morelli e Rogério Nascimento. Concepção de cenário e figurino: Marta Baião. Execução/cenário: Daíse Neves. Execução/figurino: Isa Santos. Manutenção de cenário, figurinos e adereços: Everton Santos, Gabi Bruce, Freeda e Magnum Ladeira. Iluminação: Decio Filho. Trilha sonora original e projeção: Eduluz. Músicas: Rogério Nascimento, Juliana Morelli e Everton Santos. Coreografia: Drama Extreme. Voz de Nise da Silveira: Leila Silva Gomes. Voz em off: Edmar Oliveira. Identidade visual: Renan Preto. Fotos: Marta Baião. Filmagem: Lado Sujo da Frequência. Social Media: Rosana Cardoso. Produção executiva: Michele Araújo e Everton Santos. Idealização e produção geral: Pião Produções Artísticas. Curriculo dos Principais participantes: Michele Araújo Produtora DRT: 25.969/SP Pós-Graduada em A Arte de Contar Histórias: Abordagens Poéticas, Literárias e Performáticas (Especialização), na Faculdade de Conchas. Formada em Artes Cênicas (Licenciatura), na Faculdade Paulista de Artes. Na sua formação destacam-se também a participação no Curso de Extensão Elaboração, Viabilização e Gestão de Projetos Culturais em Artes Cênicas, com orientação de Daniela Machado (SP Escola de Teatro na Oficina); E o Palhaço o que é, com orientação de Ésio Magalhães; Curso de Teatro do Núcleo de Artes Cênicas do SESI (Santo André) entre os anos de 2000 a 2006; Curso de História do Teatro, com Antonio Rogério Toscano em 2010 e 2011; Trabalho do Ator em Brecht, com Celso Frateschi em 2010; Dramaturgia Para o Ator com Chico de Assis em 2006 e 2007; Oficinas de Percuss ão do Bloco Afro Ilú Obá de Min entre os anos de 2006 e 2013/ 2016 a 2018; Oficina de Dança dos Orixás e Vivências em Dança Afro, com Adriana Aragão em 2006; Hip Hop com Nelson Triunfo em 2005 e 2006. Também é integrante e percussionista do Ilú Obá de Min. Entre os espetáculos realizados como atriz podemos destacar pelo Grupo Rosas Periféricas; Labirinto Selvático em 2016; Narrativas Submersas – Tijolos d água 2016; Lembranças do Quase Agora em 2015; Narrativas Submersas em 2014, Rádio Popular da Criança em 2013, Fêmea em 2012, A Mais Forte em 2010, Vênus de Aluguel em 2009. Pelo Grupo Mal Amadas Poética do Desmonte; Clarice, Virgínia e Catarina em 2013, Viva a Vida em Cada Ato em 2012 e 2011. Pelo Grupo de Arte Pixaim; Malungos de Pedra em 2012, Holiday em 2011, E No Meio de Tudo Havia a Folia em 2008. Juliana Morelli - Atriz Artista Plástica e Arte Educadora. Pós Graduando em Psicopedagogia e Arte Educação. Formada em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes e pelo Núcleo de Artes Cênicas do SESI/SP e em Artes Plásticas pela Escola Oficina. Hoje, atua como Arte Educadora na prefeitura de São Bernardo do Campo onde ministra aulas regulares de Artes e oficinas Extracurriculares de Teatro, circo e desenho com montagens realizadas em 2016, 2017, 2018, para crianças de seis a dez anos e na Prefeitura de São Caetano do Sul onde realiza oficinas de Desenho Artístico para adolescentes em conflito com a lei. Antes, atuou na Escola Nacional de Teatro, em Santo André, como professora de teatro nos módulos de Caracterização Cênica, Interpretação & montagem e Comunicação & Desinibição. Como atriz participou de inúmeras montagens atuando e dirigindo profissionalmente desde 2009. Participou do Núcleo de teatro do SESI entre 2002 e 2005 e foi integrante do grupo Os Satyros em 2010. Dentre os espetáculos estão “Sappho de Lesbos“ com a Cia. ChevauxLegers, “Os 120 Dias de Sodoma” com a Cia. Os satyros, “Corpo Fechado” com o coletivo Malungos de Pedra. Foi integrante e percussionista da Banda Afro Ilú Oba de Min. Participou de oficinas de dança afro, dança contemporânea, percussão, circo, fotografia, desenho e dramaturgia. Participou do Curso Livre de Cinema no Studio Fátima Toledo, em São Paulo (2010). Como Arte Educadora participou de cursos certificados pelo MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, pelo MAC – Museu de Arte Contemporânea de São Paulo e de palestras mediadas pelo SESC. Everton Santos Ator e Produtor DRT: 32.822/SP Idealizador, Produtor e Ator da Pião Produções Artísticas. MBA em Gerenciamento de Projetos, na Fundação Getúlio Vargas. Pós-Graduado em Psicologia Organizacional (Especialização), na Universidade Anhanguera. Formado em Artes Cênicas (Bacharelado e Licenciatura), na Faculdade. Paulista de Artes. Na sua formação destacam-se também a participação no Curso de Extensão Elaboração, Viabilização e Gestão de Projetos Culturais em Artes Cênicas, com orientação de Daniela Machado (SP Escola de Teatro), no Curso de Teatro do Núcleo de Artes Cênicas do SESI (Santo André) entre os anos de 2002 a 2006.Entre as atividades executadas pela Pião Produções Artísticas: 2023 Produção Executiva do projeto Ouvindo Vozes da Marginalização à Loucura contemplado pelo Edital Multiplas Linguagem 2º edição da Secretaria Municipal de Cultural e Prefeitura de São Paulo; 2022 Produção Geral do projeto Ouvindo Vozes da Marginalização à Loucura aprovado pelo PROGRAMA VAI II da Secretaria Municipal de Cultural e Prefeitura de São Paulo (edição 2021), Produção Executiva da Cia Palhadiaço do espetáculo O C.O.R.R.E contemplado pelo PROAC Editais N° 10/2021 2021 Live Alinhavando Saberes: A Prática da Produção Cultural Periférica Bate Papo no evento Semana Caracutando do Coletivo As Caracutás que foi contemplado na Lei Aldir Blanc; Depósito - Produção executiva do espetáculo Depósito que foi contemplado PROGRAMA VAI I da Secretaria Municipal de Cultural e Prefeitura de São Paulo (edição 2020) da Cia. Palhadiaço;Intervenção na Redes Produção executiva do evento Intervenção nas Redes da Cia. Palhadiaço do projeto "Rosas Faz 10 Anos - Memórias do Teatro Maloqueiro do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. 2020 - Favela Radical Produção Executiva na | Vivência sobre Educação Menstrual para as alunas da Natação, na Universidade Estácio de Sá/ Rio Comprido. Depósito - Produção executiva do espetáculo Depósito que foi contemplado PROGRAMA VAI I da Secretaria Municipal de Cultural e Prefeitura de São Paulo (edição 2019).Tecendo Diálogos: Produção executiva do espetáculo Tecendo Diálogos que foi contemplado PROGRAMA VAI I da Secretaria Municipal de Cultural e Prefeitura de São Paulo (edição 2019). Ouvindo Vozes da Marginalização à Loucura: Processo de Pesquisa do espetáculo de forma online. Geno e Godô in informalhaço sobre a Covid: Intervenções pelas ruas do bairro Parque São Rafael pela Casa de Cultura de São Rafael Live no evento Link Aberto Poéticas da Resistência do Coletive Ato de Resistência Produção Executiva da Live Entrevista do Monarckas. 2019 - Favela Radical - Elaboração e gestão de projetos, produção geral e executiva no coletivo Favela Radical no Morro do Turano, Zona Norte do Rio de Janeiro/RJ; Favela Radical - I Colônia de Férias do Favela Radical com Esportes Radicais - Participação do edital da Red Bull Amaphiko mentoria de negócio de impacto social; Favela Radical - Produção executiva I Ev ento Cultural do Dias das Crianças no Morro do Turano; Favela Radical - Apresentação do espetáculo Ladeira das Crianças - TeatroFunk no Morro do Turano no I Evento Cultural do Dias das Crianças no Morro do Turano. 2018 - Favela Radical - Elaboração e gestão de projetos, pro produção geral e executiva no coletivo Favela Radical no Morro do Turano, Zona Norte do Rio de Janeiro/RJ; Helena Black Multicor Produção executiva do pocket show Helena Black Multicor na Galeria Olido/SP.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.