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PRONAC 2316231Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Bate-bola, tradição e resistência no Rio de Janeiro

FABIANA M. GABRIEL & CIA LTDA
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-12-01
Término
2025-12-01
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realização de exposição gratuita a ser realizada na Galeria do Lago, no Museu da República do Rio de Janeiro, pelo período de 2 meses. O projeto busca acrescentar um novo olhar ao movimento cultural dos Bate-bolas, existente há mais de 100 anos nas periferias do Rio. Através de fotografias coloridas de grande formato, vídeo documental e cenografia com adereços de outros carnavais, o trabalho do artista visual Andre Arruda permite que o público possa entrar em contato com a paixão e a beleza desse movimento artístico autoral do Rio. O projeto conta também com apresentação de turma de bate-bolas nos jardins do Museu, na ocasião da abertura da exposição; além de visita mediada pelo artista e curadora para alunos e professores de escola pública do Rio de Janeiro.

Sinopse

A exposição "Bate-bola, tradição e resistência no Rio de Janeiro" com fotografias do artista visual Andre Arruda, será realizada na Galeria do Lago, situada dentro do Museu da República no Rio de Janeiro, de forma gratuita. Um olhar convidativo à diversidade de ideias e de uma cadeia econômica sustentável criativa do universo do carnaval carioca, muitas vezes visto como marginal aos olhos da nossa sociedade. O projeto prevê exposição com fotografias, adereços e vídeo; visita mediada com estudantes e professores de escola pública – na presença do artista, curadora e facilitadora; e evento de abertura da exposição com representantes de diversas turmas de Bate-bola das Zona Oeste e Norte, essenciais para o fomento e divulgação desta iniciativa. A exposição, gratuita, é para pessoas de todas as idades, gêneros e todas as classes sociais, estudantes de rede pública e particular de ensino, universitários, professores, turistas, fotógrafos, artistas, curadores, críticos de arte, historiadores, público frequentadores (ou não) de museus e espaços culturais, entusiastas e interessados pelas manifestações de carnaval, além dos integrantes das ‘turmas’ de Bate-bola, no caso, do Rio de Janeiro e admiradores da folia momesca.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto se propõe a mostrar o lado festivo e colorido dos moradores da periferia carioca, comumente associados apenas a violência, pobreza e tráfico. As fantasias, de confecção esmerada e sempre muito coloridas, obedecem a um rito indumentário rigoroso. A riqueza de temáticas abordadas varia desde homenagens a personagens famosos, música, cinema, TV, quadrinhos, mangás e até religião, trazendo reflexão e um deslocamento para o olhar periférico da cidade através da cultura pop. O ineditismo físico e a experiência coletiva proporcionada por um espaço expositivo qualificado legitimam a representação desse movimento de rua, considerado marginal dentro do carnaval carioca. Utilizando as artes visuais, na linguagem da fotografia, como obra de discussão sobre questões sociais, políticas e culturais. O projeto se pauta na promoção da cidadania, promove o diálogo e a aproximação com diversos públicos que ainda desconhecem, ou temem, a figura do fantasiado bate-boleiro e difunde a diversidade cultural de toda a sociedade. Produção e execução da exposição "Bate-bola: tradição e resistência no Rio de Janeiro" no decorrer de dois meses, prevista para o período de 27/09/2024 a 30/11/2024. O Clóvis (Bate-Bola) é Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro, desde 2012 com o PROJETO DE LEI Nº 1549/2012. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Abertura da exposição com presença do artista e turma de bate-bolas; - Realizar 2 meses de exposição no Rio de Janeiro; - Realizar 1 visita mediada para instituição de ensino (alunos e professores); - Trazer ao público um conjunto de imagens que detalham o dia a dia e realidade dos bate-bolas; - Evidenciar e impulsionar a economia da cultura criativa; - Trazer representantes da cadeia da turma de bate-bolas na praça carioca para um espaço de Arte e Cultura; - Gerar renda para profissionais da cultura, além de profissionais indiretamente envolvidos no projeto; - Fomentar a memória do Rio de Janeiro colocando o o subúrbio em protagonismo; - Inspirar as novas gerações de cariocas e bate-bolas; - Ampliar o acesso à cultura oferecendo recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência; - Difundir a trajetória desse faceta do carnaval carioca visando incentivar o reconhecimento e valorização desse grupo e região do Rio de Janeiro; - Fomentar a formação de plateia.

Justificativa

"Bate-bola: tradição e resistência no Rio de Janeiro" é ancorado na expressão mais tradicional e plural do carnaval carioca, exibindo a riqueza da manifestação cultural da periferia da cidade. Nas fotos, estão retratados, muitas vezes em anonimato, homens, mulheres e crianças de todas as idades, crenças e raça, espalhados por dezenas de bairros do Rio, em sua maioria, nas zonas oeste e norte. Clóvis ou Bate-bola, uma das mais tradicionais manifestações do Carnaval do Rio, onde as 'turmas', como são chamados os coletivos dos Clóvis, são territoriais e sempre ligadas aos seus bairros. Desde o seu nascimento, o projeto trata de inclusão e acolhimento de um movimento grande e, paradoxalmente, marginal na sociedade, concentrado na periferia carioca e independente do universo milionário das escolas de samba e do marketing dos blocos-empresa que desfilam pelo centro e zona sul da cidade. Uma contradição para uma expressão artística considerada Patrimônio Cultural Carioca de Natureza Imaterial, pela Prefeitura do Rio de Janeiro, em 2012. Em 2022 foram registradas oficialmente 397 turmas. Elas não possuem temática fixa e têm forte influência pop e alguma crítica social e política. O fotógrafo carioca Andre Arruda registra esse carnaval há quase 2 décadas. Em tempos de virtualização imaterial da imagem, a cópia fotográfica (bem) impressa e não efêmera, como prática presencial, se mostra insuperável. O projeto atende aos Incisos I, III, V, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 bem como às finalidades expressas no Inciso II, do objetivo do artigo 3º da norma, mais especificamente, alínea C. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O seguinte objetivo do Artigo 3º da Lei 8313/91 será alcançado:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres _ Realização de exposição de artes visuais. A Lei de Incentivo é uma das poucas formas de se conseguir parceria na iniciativa privada para a realização de um projeto cultural, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura no País. O produtor cultural e o artista da exposição não têm recursos para custear a produção da exposição que, há anos, vem sendo elaborada. Por esse motivo, o Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para realização do projeto, pois é através deste Mecanismo que os profissionais diretos e indiretos da cultura poderão ser contratados e pagos, garantindo a sua permanência e desenvolvimento no mercado cultural.

Estratégia de execução

A proponente Fabiana Gabriel, exercerá a função Produção Executiva do projeto de forma que a mesma será responsável por todas as definições decisórias no decorrer da execução do projeto. A equipe da exposição é formada, majoritariamente por mulheres, de diferentes bairros do Rio de Janeiro. A curadora do projeto é portadora de deficiência (conforme laudo médico anexado a esta proposta). A curadora do projeto, Isabel Portella, não será remunerada por esse projeto especificamente, nem através de recurso direto, nem através de recursos incentivados da Lei Rouanet, tendo em vista que ela é uma servidora pública federal ligada ao Ibram. Nesse projeto, ela participa da curadoria através da Galeria do Lago, no Museu da República (onde ocupa o cargo de coordenadora e curadora de exposições). Os valores praticados para algumas funções podem estar abaixo do valor de tabela praticado mas, uma vez que a proponente dispõe de uma pequena e recente comprovação de realização na atuação cultural, todos os profissionais contactados estão cientes e anuentes ao orçamento possível para essa primeira execução pela empresa proponente. O projeto é inédito e somente após a captação dos recursos é que a equipe responsável pela concepção do mesmo começará a trabalhar. Os registros fotográficos contam com os direitos autorais. DEMOCRATIZAÇÃO: A classificação será livre e com acesso gratuito. Desde o início de sua elaboração e execução, o projeto aborda e registra o tema de inclusão e acolhimento de um movimento grande e, paradoxalmente, marginal na sociedade, concentrado na periferia carioca, uma expressão artística considerada Patrimônio Cultural Carioca de Natureza Imaterial, pela Prefeitura do Rio de Janeiro, em 2012. Atividades previstas: 1) Exposição com período de 2 meses de exibição no Rio de Janeiro, 2) Acessibilidades física, e de, conteúdo ; 3) Contrapartida Social/ Ação Formativa: Realização de visita mediada com o fotógrafo e curadora na abertura e Realização de uma ação formativa com visita mediada para instituição de ensino (estudantes e professores da rede pública) onde ocorrerá um bate papo sobre o processo de concepção e montagem das fotos e exposição com parte da equipe do projeto, como ação formativa; Duração da visita e bate-papo: 40 a 60 minutosAcesso: gratuito.

Especificação técnica

PRODUTO CULTURAL: Exposição de 20 fotografias coloridas e 1 video na Galeria do Lago, no Museu da República, no Rio de Janeiro. Duração da exposição: 2 meses Classificação livre. Contrapartida de acessibilidade: A exposição contará com recursos de acessibilidade (QR code e audiodescrição). Espaço expositivo com rampa de acesso e acessibilidade para pessoas com dificuldade de locomoção. Vídeo com legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE) e audiodescrição da sala contendo o título, autor, ano, descrição de cada obra - 20 fotos/obras ao todo - assim como a técnica/materiais usados(as) na composição da obra; manequim; e máscaras. Presença de um facilitador para atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. Contrapartida de democratização de acesso: Medidas de ampliação de acesso, tais como as seguintes que constam nos Incisos III e VI do Artigo 28 da IN MINC Nº 1/2023: Realização de 1 visita mediada com grupo escolar com artista, curadora e facilitadora; disponibilização das fotografias e vídeo expostos na Galeria do Lago no site do artista Andre Arruda, de forma gratuita e acessível pela internet. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Item devidamente orçado no projeto.IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; (a ser hospedado no site do artista: https://andrearruda.com/) O transporte gratuito será destinado para as 2 atividades de democratização especificamente: - Visita mediada com alunos de escola pública - Deslocamento das "turmas de bate-bola" pro Museu, na ocasião da abertura da exposição. Em qualquer uma dessas 2 atividades, haverá acompanhamento também de monitor e equipe pra facilitar o acesso desses grupos.

Acessibilidade

O proponente se compromete, cumprindo as exigências que lhe forem aplicáveis contidas na Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018, instituir as seguintes medidas: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O espaço expositivo possui, internamente, rampa de acesso e acessibilidade para pessoas com dificuldade de locomoção. Será produzida uma rampa de acesso facilitado na entrada da porta principal da galeria, também visando pessoas com dificuldade de locomoção. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O vídeo exibido na exposição contará com legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Haverá audiodescrição da sala contendo o título, autor, ano, descrição das obras, assim como a técnica/materiais usados(as) na composição da obra; manequim; e máscaras. Além disso, haverá facilitador responsável por atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais.

Democratização do acesso

A exposição, gratuita, é para pessoas de todas as idades, gêneros e todas as classes sociais, estudantes de rede pública e particular de ensino, universitários, professores, turistas, fotógrafos, artistas, curadores, críticos de arte, historiadores, público frequentadores (ou não) de museus e espaços culturais, entusiastas e interessados pelas manifestações de carnaval, além dos integrantes das ‘turmas’ de Bate-bola, no caso, do Rio de Janeiro e admiradores da folia momesca. O projeto prevê uma visita mediada com alunos de escola pública de um dos bairros tradicionais de saídas de turma de bate-bola, na Zona Norte do Rio. Para isso, haverá aluguel de transporte que traga esses alunos para conhecer não apenas a exposição em si, mas também o Museu da República (Palácio do Catete), onde a galeria da exposição está localizada. O transporte gratuito será destinado para as 2 atividades de democratização especificamente: - Visita mediada com alunos de escola pública - Deslocamento das "turmas de bate-bola" pro Museu, na ocasião da abertura da exposição. Em qualquer uma dessas 2 atividades, haverá acompanhamento também de monitor e equipe pra facilitar o acesso desses grupos. Está previsto também a presença de monitores (facilitadores) na exposição para auxílio a pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; O projeto também contempla a inclusão de profissionais da cadeia criativa dos bate-bolas, não só dando destaque ao trabalho artesanal e autoral deles, como também proporcionando um espaço para a expressão artística, com saída das turmas de bate-bola nos Jardins do Museu da República, no mesmo dia da abertura do evento - evento inédito na história do Palácio do Catete. As fotografias e o vídeo expostos na Galeria do Lago também serão expostas no site do artista Andre Arruda, de forma gratuita e acessível pela internet. A difusão do projeto terá parte de seu plano de comunicação voltado a todos os públicos buscando ampliar o conhecimento da cultura bate-bola, através de sinalizações na parte interna e externa do Museu, assessoria de imprensa e divulgação nas redes sociais do espaço expositivo e do artista. O projeto contará com o seu plano de distribuição prevendo as medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos conforme preceitua o Art 17 da IN MINC Nº 1/2023 além de também contar com outras medidas de ampliação de acesso, tais como as seguintes que constam nos Incisos III e VI do Artigo 18 da IN MINC Nº 1/2023: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

A proponente, Fabiana Gabriel, exercerá a função de produtora executiva. Produtora Executiva: Fabiana Gabriel Criação artística: Andre Arruda Coordenação Geral: BelTinoco Curadoria: Isabel Sanson Portella Facilitadora: Ana Carolina Brandizzi Tavares Fabiana Gabriel possui mais de 20 anos de experiência como executiva de entretenimento e audiovisual no Grupo Globo. Possui ampla experiência em planejamento, gerenciamento de equipes e orçamentos. Em 2022, criou a Fabiana Gabriel Comunicação, empresa de consultoria, elaboração e implementação de projetos de arte e cultura. Nos últimos seis meses esteve à frente da estratégia de Comunicação do Museu do Amanhã e do IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão. Andre Arruda é formado em Comunicação audiovisual pela Faculdade da Cidade, RJ. Trabalhou como fotojornalista nos principais jornais do Rio (JB e O Globo), entre 1992 e 2000. Há mais de 20 anos atua como artista visual e fotografa os Bate-bolas do Rio de Janeiro. Em 2017, foi premiado pelo ensaio revelação ‘Clovis’ no Prêmio Fotografia Brasil Porto Seguro, em São Paulo. Acumula alguns outros prêmios como o ANER, Itaú Cultural e Casa Firjan. Seu trabalho já foi exibido em mais de 10 exposições. É autor do livro “100 coisas que cem pessoas não vivem sem” e coautor de dezenas de outros. Em 2022 desenvolveu a projeto LiBRdade, retratos e depoimentos em vídeo com 55 pessoas sobre o tema LIBERDADE no Brasil. Em junho, ganhou o prêmio ''O Rio do Futuro'' do edital Firjan/Sesi 2023. Isabel Sanson Portella é museóloga e crítica de arte, doutora e mestre em história e crítica da arte pela Escola de Belas-Artes/UFRJ, especialista em história da arte e arquitetura do Brasil pela PUC-Rio. Coordenadora e curadora da Galeria do Lago Arte Contemporânea do Museu da República (IBRAM). Crítica e curadora independente desde 2005, com textos e entrevistas em várias publicações (catálogos, periódicos e livros). Responsável pela elaboração de textos de diversas exposições, entre elas: Intervenções Urbanas Bradesco, ArtRio 2015 e 2016 e da exposição “Aquilo que nos une” no Centro Cultural da Caixa Federal - São Paulo; das exposições acessíveis “Arte pra Sentir” que aconteceu em 2018 nos Centros Culturais da Caixa Federal de São Paulo e Brasília. Bel Tinoco é jornalista com especialização em gestão, gerenciamento e produção de projetos. Vasta experiência em todas as etapas de projetos incentivados: elaboração, inscrição e execução. Experiência como parecerista de mecanismos de incentivo ( SECEC, Rouanet). Domínio total da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro (Lei do ISS) onde compôs, por sete anos, a Comissão Carioca de Promoção Cultural- CCPC. Atuação junto a empresas públicas, privadas e criativas no planejamento, execução e gerenciamento de projetos nas áreas da Cultura,Social, Entretenimento e Comunicação. Desde o início de 2023 atua na prestação de consultorias a projetos culturais assim como inscrições em editais e mecanismos de incentivo. Ana Carolina está concluindo o bacharelado em História da Arte pela UFRJ. Tem experiência como orientadora de atividades culturais no MAM (2019-2023), como educadora no Espaço Cultural do BNDES (Jan-março 2019), onde realizou visitas mediadas com público espontâneo e grupos escolares. Foi estagiária do Museu da República, entre 2017 e 2018, onde atuou em pesquisas desenvolvidas pela instituição e auxiliou nos processos de montagem e curadoria das exposições vigentes. Também trabalhou como educadora do SESC Nova Iguaçu durante a exposição Jarbas Lopes (em 2016), onde realizou visitas mediadas com público espontâneo e grupos escolares.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.