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O Projeto visa a realização de apresentações do espetáculo teatral "E.L.A.: um ensaio sobre o ser e o estar", com dramaturgia de Gabrielle Crescêncio e idealização pelo Coletivo Teatral 9 Minutos.
SINOPSE Eliza, Laura e Aurora. Estas três mulheres de realidades cotidianas distintas são apresentadas em seus momentos de maior conflito e vulnerabilidade em um dia específico de suas vidas. Elas não conhecem uma a outra, mas suas histórias aparentam se encaixar em um quase roteiro, onde personagens, conflitos e possíveis obstáculos para o "ser mulher" parecem ser os mesmos, abarcando detalhes de enredos de vidas que parecem se repetir em um looping familiar. Elas possuem muito mais em comum do que podem se dar conta. PROPOSTA Três mulheres hiper focadas em seus universos. O palco será dividido em três realidades, físico-espaciais ou meramente deduzidas, de modo a representar o distanciamento dessas três histórias. Tratam-se de histórias que não se cruzam, mas que demonstram semelhanças entre si. A cena objetiva retratar e criar reflexões sobre a liquidez e a efemeridade das vivências contemporâneas, principalmente no que toca às vivências femininas. Mulher nº1: Eliza É uma bailarina profissional que se prepara para um grande recital de ballet, o qual poderá lhe render uma bolsa de estudos em escola conceituada de dança no exterior, a depender do seu desempenho. Tem fortes atritos com o professor e orientador e se sente insegura em relação aos dilemas da instabilidade da carreira artística. Mulher nº 2: Laura É uma influencer que trata de assuntos de moda e beleza, que tem o hábito de fazer vídeos contando histórias íntimas que os próprios seguidores enviam a ela anonimamente. Findou em tempo recente um relacionamento com namorado abusivo. Mulher nº 3: Aurora É uma jovem estudante de psicologia na metade do curso, órfã de mãe, irmã mais velha e com sérios conflitos com o pai. Se equilibra em uma rotina de cuidados à família e às rotinas casa, enquanto se dedica aos estudos. O texto se propõe a trazer discussões de cunho existencial e naturalista, mas guarda inspirações sutis no Teatro do Absurdo. Ao longo da narrativa, as personagens trocam de universos sem trocar de histórias, se incluindo em realidades distintas das suas ao mesmo tempo em que permanecem abraçadas/atadas às suas cargas cotidianas e relatam isso ao público. Cada um desses universos representa, de certa forma, os lugares em que elas transitam durante seus dias em suas vivências, mesmo que não literalmente como quando estão em seus próprios mundos. De forma mais clara e literal, em momentos da cena, todas elas trocam de realidades e, ao entrarem no universo da outra, começam a integrar-se a ele sem deixarem para trás sua própria bagagem emocional e identitária, demonstrando assim a semelhança de trajetórias percorridas pela mulher na sociedade atual pelo simples fato se "ser" mulher e precisar "estar", se fazer presente.
Objetivo Geral: O objetivo do presente projeto é realizar apresentações teatrais da peça "E.L.A.: um ensaio sobre o ser e o estar" em temporada de 1 (um) fim de semana - sexta-feira, sábado e domingo - em um espaço cultural no município de Belo Horizonte/MG. Objetivos específicos: Produto PEÇA TEATRAL ARTES CÊNICAS: realizar 3 apresentações durante 1 (um) fim de semana, sexta-feira, sábado e domingo, com entrada no valor de R$ 20,00 (vinte reais) a inteira e R$ 10,00 (dez reais) a meia-entrada. Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar 3 oficinas teatrais gratuitas inspiradas nos Jogos Teatrais de Viola Spolin, com duração de aproximadamente 2 horas, com o objetivo de desenvolver as capacidades individuais e criativas para as descobertas teatrais e as habilidades de socialização dos participantes.
O fomento à cultura, dada a sua importância enquanto perpetuador de tradições e evocador de discussões socialmente relevantes ao momento histórico em que se vive, deve ser encarado como um dever inerente aos agentes culturais do país, de modo que a utilização de recursos públicos para colocar em execução projetos culturais constitui grande responsabilidade. Com este mesmo espírito é que o projeto de espetáculo teatral "E.L.A.: um ensaio sobre o ser e o estar" se mostra necessário e relevante. Ao retratar as histórias de três jovens mulheres distintas, o faz sob uma perspectiva que permite provocar o espectador acerca do quão parecidas são suas vivências, mesmo sendo tais mulheres tão diferentes. Além disso, visa demonstrar que essa semelhança pode ocorrer - ou, de forma mais assertiva, ocorre - por conta de sua condição feminina. Assim, o presente projeto busca trazer discussões que tocam a temática do "ser" feminino na contemporaneidade enquanto se faz "estar" presente em sua trajetória, intencionalmente tentando pulsar vida para não se deixar ser apagado. Sabe-se que a mulher contemporânea tem ganhado espaços na atual conjuntura social e essa é uma conquista pela qual se tem comemorado. Mesmo assim, ainda é notável como a mesma estrutura que evolui dia após dia ainda apresenta vestígios de um modus operandi que oprime e subjuga a mulher e, conforme o projeto ora defendido pretende ressaltar, de formas tão corriqueiras e subliminares que sequer são percebidas para serem apontadas e denunciadas pelos agentes sociais. Neste sentido, todos os elementos deste espetáculo teatral, a partir de uma representação performática e lúdica, estão comprometidos com o dever de levar à sociedade, investida do papel de público, a refletir acerca dos dilemas do "ser" feminino e o seu "estar" em meio à presente realidade. Com a forte crença de que a cultura, sob a sua vertente artístico-teatral, é capaz de atrair indivíduos através de sua beleza e função de entretenimento, "E.L.A." busca se infiltrar a partir desses mecanismos e tocar indivíduos, fazendo-os se atentarem a questões que ainda precisam ser discutidas e trabalhadas no contexto atual de igualdade de gênero e violência contra a mulher. A partir disso, espera-se que "E.L.A." possa gerar frutos palpáveis, já a curto-prazo, influenciando espectadores, independente do gênero, em suas perspectivas sobre a mulher na sociedade contemporânea e gerando pequenas mudanças em sua maneira de encarar as mulheres de seu cotidiano. Em termos de benefícios à comunidade e/ou região em que será realizado, espera-se que o espetáculo possa gerar conscientização e mudança de hábitos, a fim de que, a longo-prazo, possamos estar aptos enquanto cidadãos a mantermos uma sociedade igualitária e que preza pela equidade e pelo respeito entre os gêneros. Ainda, com foco na cultura local, o espetáculo busca inspirar espectadores, sendo eles artistas e não-artistas, de modo a fornecer conhecimento e repertório àqueles que assistirem à performance, mediante montagem consistente e culturalmente relevante, imbuída de pesquisa, ensaios e conteúdo aprofundado. Neste contexto, tendo em vista que a cultura constitui elemento essencial para a construção e o fortalecimento da identidade de um país com a extensão territorial e a multiplicidade de povos como é o Brasil, pretende-se cumprir tal dever com o presente projeto mediante a realização de espetáculo de artes cênicas, nos termos do art. 3º, inciso II, alínea "e", da Lei nº 8.313/91, conforme transcrito abaixo: "Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: [...] II - fomento à produção cultural e artística, mediante: [...] e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; [...]." A escolha pelo mecanismo de incentivo que é a Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91 e seus consectários legais) guarda íntima relação com o apoio, a valorização e a difusão da manifestação cultural (peça teatral), do tema (igualdade de gênero e violência contra a mulher) que o projeto ora inscrito propõe e do trabalho dos artistas que integram a realização de todas as etapas do projeto. Tal justificativa se enquadra no art. 1º, I, L. 8.313/91, que diz: "Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; [...]." É somente mediante este incentivo que o presente projeto encontrará azo para ser desenvolvido. A dramaturgia, inclusive, ao fazer menção direta à autora mineira Adélia Prado, bem como fazer alusão à sua obra "Com Licença Poética", busca fomentar a valorização de recursos humanos mas, principalmente, de o rãs e produções locais, nos termos do inciso II do art. 1º da Lei 8.313/91, promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira. Conforme previsão do referido dispositivo legal: "[...] II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; [...]." Por fim, a escolha pela Lei nº 8.313/91 envolve a salvaguarda da sobrevivência e do florescimento de modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, ao oportunizar a grupo teatral relativamente recente no mercado artístico colocar espetáculo teatral de sua autoria e produção em cartaz. Isso diz muito sobre a continuidade e a perpetuação da cultura de um país, em que seus agentes poderão, de modo mais acessível e facilitado, executar ideias e discutir ideais mediante ajuda do Poder Público para tanto, uma vez que a cultura é um direito de todos e um bem nacional - não outro é o disposto no inciso VIII do art. 1º, Lei nº 8.313/91, em que a captação de recursos visa a produção e difusão de bens, culturais perpetuadores da história: "[...] VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; [...]."
PLANO DE COMUNICAÇÃO O plano de comunicação do presente projeto tem como objetivo primário a divulgação e a atração de público para as sessões de apresentação da peça teatral “E.L.A: um ensaio sobre o ser e o estar”, a fim de melhor aproveitar a oportunidade de visibilidade e exposição do tema nela retratado. A partir deste objetivo principal, busca-se chamar a atenção para a discussão fomentada pelo roteiro da obra e ressaltar o valor artístico, cultural e de entretenimento que o espetáculo carrega em si. Junto a isso, este plano de comunicação também tem como alvo gerar identificação e acolher grupos que tenham vivências relacionadas ao tema da peça, bem como promover envolvimento e diálogos relevantes, proporcionando trocas significativas com público, artistas, mercado e sociedade. Tendo em vista os objetivos geral e específicos que o projeto “E.L.A: um ensaio sobre o ser e o estar” abraça, o presente plano de comunicação tem como metas: (i) alcançar e gerar interesse pela peça bo maior número de pessoas que integrem o perfil de público-alvo visado; (ii) atingir lotação máxima do espaço cultural em que o espetáculo for apresentado em todos os dias de sessão de apresentação; (iii) gerar visibilidade no mercado artístico para a equipe realizadora – curadoria, idealização e coordenação das profissionais Alice Yoko, Clarice Junqueira e Gabrielle Crescêncio, fundadoras do Coletivo Teatral 9 Minutos, junto à equipe técnica de intérpretes, projetistas, dentre outros profissionais. O perfil do público-alvo da peça teatral “E.L.A: um ensaio sobre o ser e o estar” contempla: homens, mulheres e todas as demais identidades de gênero; classificação indicativa a partir de 14 anos; pessoas de todos os grupos representativos da sociedade; pessoas portadoras de deficiência auditiva; todos os níveis de renda; pessoas que se interessem por arte, teatro, temáticas sobre o ser mulher. Finalmente, este plano de comunicação abrange as seguintes estratégias de ação: Divulgar gratuitamente o projeto através do perfil do Coletivo Teatral 9 Minutos nas seguintes redes sociais: Instagram, Facebook e TikTok, o que inclui a publicação de conteúdos dos bastidores, relativos ao processo de criação do espetáculo, ensaios, montagem e pós-produção. Ocorrerá pelos seguintes meios: vídeos, fotos, teasers e posts relacionados às temáticas da peça, divulgados ao longo de todo o período proposto para a execução do projeto.Usar o Instagram Ads para impulsionar os posts de divulgação da venda de ingressos através do perfil do Coletivo Teatral 9 Minutos.Divulgar a venda de ingressos em período máximo de 30 dias antes da primeira apresentação, a partir de perfis de redes sociais, sites e blogs voltados para a divulgação da agenda cultural da cidade. Para cumprir esta função, destacam-se os seguintes perfis de Instagram voltados para este tipo de divulgação: @culturadoria, @so_teatros, @teatromineiro e @bh.emcartaz. Ressalte-se que todo o conteúdo de divulgação produzido neste plano será contemplado por medidas de acessibilidade direcionadas a pessoas com deficiência visual.
PRODUTO: Espetáculo “E.L.A.: um ensaio sobre o ser e o estar” Espetáculo com dramaturgia inédita e duração de 45 minutos a 1 hora, aproximadamente, com 3 (três) apresentações em temporada de 3 (três) dias. Apresentação em palco com formato de semiarena ou arena, com a utilização de cenário e recursos cenotécnicos de iluminação e sonorização compatíveis com o acervo técnico do teatro escolhido para sediar o espetáculo. PRODUTO: Oficina Teatral - Contrapartida Social Título da Oficina: Oficina Teatral: Jogos Teatrais e Viola Spolin - Coletivo Teatral 9 Minutos | Objetivo: desenvolvimento das capacidades individuais para as descobertas teatrais, a capacidade criativa e as habilidades de socialização dos participantes. | Rotina de atividades: 1º momento - apresentação das atrizes e dos alunos, com bate-papo sobre o universo da atuação, a rotina de estudo e vida dos atores, o mercado de trabalho e a proposta da oficina (duração: 30 min); 2º momento - formação de uma roda (é necessário que a oficina ocorra em local aberto, de preferência em algum pátio, quadra de esportes ou auditório) para alongamento e aquecimento corporal, direcionado pelas mediadoras (duração: 30 min); 3º momento - realização de Jogos Teatrais inspirados nos estudos de Viola Spolin, podendo ser eles (i) Descobrir as três mudanças; (ii) Identificação de objetos; (iii) Eu vou à Festa; e (iv) Sustente através de Expressões. (duração: 1h). | Carga Horária: máximo de 2 horas por oficina. Pretende-se que cada oficina seja realizada com grupos de 15 pessoas. Tendo em vista que as turmas em que a atividade será realizada possuem média de 30 alunos, considera-se que haverá 2 oficinas por dia, totalizando a carga horária de 12 horas executadas em 3 dias.| Público alvo: alunos de instituições de ensino público, com destaque para escolas de ensino fundamental II e ensino superior. | Público estimado: 30 (trinta) participantes em cada dia de oficina, com 3 (três) oficinas a serem ministradas, totalizando 90 (noventa) pessoas. | Ministrantes: Alice Yoko, Clarice Junqueira e Gabrielle Crescêncio (Coletivo Teatral 9 Minutos).
PRODUTO: Peça Teatral “E.L.A.: um ensaio sobre o ser e o estar” MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o teatro em que serão realizadas as apresentações deverá cumprir as regras de acessibilidade, contando com rampas, corrimões e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: propõe-se como ação de acessibilidade a interpretação em LIBRAS ao vivo durante todos os três dias de apresentação da peça teatral. Para tal, o projeto conta com uma intérprete de LIBRAS capacitada para desenvolver essa função e um plano de comunicação que estabelece estratégias para alcançar esse público, como por exemplo a inclusão de legendas em todas as peças de divulgação que possuam áudio. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS E INTELECTUAIS: não se aplica. PRODUTO: Oficina Teatral - Contrapartida Social MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: os espaços de realização das oficinas deverão cumprir as regras de acessibilidade, contando com rampas, corrimões e banheiros adaptados. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS E AUDITIVOS: A oficina proposta foi criada e adaptada com o intuito de fomentar a integração entre deficientes e não deficientes. Os jogos e dinâmicas podem ser realizados por não deficientes e por PcD 's visuais e auditivos. Nos dias de oficina, haverá uma pessoa responsável por auxiliar esses deficientes nas dinâmicas e comunicar com eles através de descrição verbal ao vivo e textos e legendas, de forma a integrá-los com os outros participantes. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: não se aplica
O projeto “E.L.A: um ensaio sobre o ser e o estar” propõe como medida de ampliação de acesso a doação de 10% (dez por cento) dos ingressos para as apresentações para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Esses ingressos serão distribuídos por meio do contato com agentes culturais, coordenadores e diretores de escolas e faculdades públicas, escolas de artes voltada para público de baixa renda e comunidades carentes. Além disso, 10% (dez por cento) dos ingressos serão destinados para patrocinadores do projeto e 70% (setenta por cento) dos ingressos serão comercializados a preços populares pela plataforma Sympla – R$20,00 a inteira e R$10,00 a meia-entrada.
IDEALIZAÇÃO E DIREÇÃO COLETIVA - COLETIVO TEATRAL 9 MINUTOS O Coletivo Teatral 9 Minutos foi concebido em março de 2023 a partir da iniciativa das três atrizes Alice Yoko, Clarice Junqueira e Gabrielle Crescêncio que buscavam se colocar no mercado artístico nacional. Desde então, elas têm desenvolvido propostas de apresentação na seara teatral e trabalhado em prol do objetivo de obter a aprovação destas propostas em inscrições de editais de patrocínio e leis de incentivo à cultura. Atualmente, o Coletivo opera em duas frentes de trabalho, compostas por duas peças teatrais, ambas com dramaturgia de Gabrielle Crescêncio e idealização do próprio Coletivo. A primeira delas, "A Base do Teto Desaba", configura comédia teatral inspirada na estética do Teatro do Absurdo, é composta pelas atrizes do coletivo e atores parceiros e conta a história de seis amigos de infância que, agora sendo jovens adultos, depois dos eventos do aniversário de Milena, terão de enfrentar discussões e realinhamentos no caminho de amadurecimento de suas relações na vida adulta. Já "E.L.A: um ensaio sobre o ser e o estar", trata das narrativas de Eliza, Laura e Aurora, três mulheres de realidades cotidianas distintas e que são apresentadas em seus momentos de maior conflito e vulnerabilidade em um dia específico de suas vidas. Neste derradeiro dia, personagens, conflitos e possíveis obstáculos para o "ser mulher" abarcam enredos que parecem se repetir em um looping familiar e demonstram que elas possuem muito em comum. Sempre buscando se aprimorar, o Coletivo Teatral 9 Minutos objetiva agregar experiências mediante a realização de pesquisas e capacitação, individual ou em grupo. A partir da frequência em Mostras, Festivais, Campanhas e peças em cartaz, o grupo almeja observar o padrão do mercado artístico teatral, compreender as tendências e formas de expressão do período histórico em que está inserido e aprender com a estética de movimentações de grupos e escolas para, assim, compreender quais devem ser os próximos passos do Coletivo e como deve se adequar às expectativas do pólo cultural mineiro, ao mesmo tempo em que pondera sobre quais pontos podem ser trabalhados para impressionar, inovar e promover a extrapolação de percepções, tanto em âmbito regional quanto nacional. Nome: Alice Yoko Funções: Proponente, Diretora de arte, Atriz e Cenógrafa Bacharel em Design Gráfico pela UEMG, atualmente cursando o 8º período, já tendo cursado matérias como design cênico, design de serviços, materiais e processos: audiovisual, design no efêmero, design de produção e em processo de desenvolvimento do TCC na investigação da contribuição do designer em uma produção teatral e uma pesquisa aplicada sobre a concepção cênica de um espetáculo. Possui experiência em: JR. Atual Diretora de Projetos da Empresa Júnior da UEMG (2022); Atriz formada pelo Espaço Cênico Rick Alves, em processo dos trâmites legais para a aquisição do DRT. Já apresentou 5 peças teatrais e participou da produção audiovisual “Amor Fati”; se apresentou em mais de 10 espetáculos de dança e 3 apresentações musicais. Aluna do curso “Lei Rouanet Descomplicada e Elaboração de Projetos Culturais” - lecionado por Melissa Araújo, na turma de abril 2023. Nome: Clarice Junqueira Funções: Produtora Executiva, Atriz, Coordenadora de Comunicação Atriz formada em 2020 pelo Espaço Cênico Rick Alves, com registro profissional DRT: 0014054/MG. Já cursou teatro na Austrália em 2017/18, foi aluna da turma máster na Escola Oficina do Ator com foco em interpretação para TV e Cinema em 2023 e atualmente é aluna do Método Thaís Mansano. Fez workshop com Leonardo Bertolini e teve aulas ministradas por Fernando Ferraz e Luciano Sabino. Já apresentou 5 peças teatrais e foi a protagonista do curta-metragem “Deus Salve as Rainhas”. Cursou 1 ano de Licenciatura em Pedagogia na UNI BH e trancou temporariamente. É auxiliar de professor do ensino infantil e fundamental 1, e professora de teatro do programa de atividades extracurriculares na Escola Americana de Belo Horizonte, onde aplica suas habilidades de liderança, comunicação, ensino e criatividade. Produziu quatro roteiros de cenas curtas para a apresentação da sua turma infantil de teatro, incluindo cenário, figurino e sonoplastia. Voluntária na Associação Cristã Alvo da Mocidade, na qual já fez parte do grupo de liderança e auxiliou no planejamento de programações e pequenos eventos da associação. Aluna do curso “Lei Rouanet Descomplicada e Elaboração de Projetos Culturais” - lecionado por Melissa Araújo, na turma de abril 2023. Nome: Gabrielle Crescêncio Funções: Coordenadora geral, Atriz e Dramaturga Gabrielle Crescêncio - Atriz com registro profissional pela DRT/MG (13.923). É formada pelo Espaço Cênico Escola de Atores. Já foi aluna da Escola Oficina do Ator, de “A Técnica do Ator”, e do Treinamento Ator em Ação, estudos com foco em interpretação para audiovisual. Fez participação na 5ª temporada da Série Reis, da RecordTV. Atua em vídeo comercial para a APVS Brasil. Já interpretou diversos personagens em curtas e média-metragens como “Procura-se Alicia”; “Emulador”; “Felixcracia”; “Perdida Entrelinhas”; entre outras produções. Tem vivência de trabalho com dublagem. Já apresentou 7 montagens teatrais; fez workshops com Fafá Rennó e Leonardo Bertolini; e teve aulas ministradas por Mônica Teixeira, Fernando Ferraz e Luciano Sabino. Enquanto dramaturga, Gabrielle apoia sua expertise de escrita na graduação em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais desde 2022, na modalidade Bacharelado, e em suas vivências acadêmicas e de trabalho na área, sendo advogada com registro profissional. Guarda experiência em estágios nas áreas Cível e Tributária, com foco principal em pesquisa e elaboração de documentos sobre teses, jurisprudência, legislação em geral e realização de clippings internos e para clientes. Possui inglês avançado e coreano iniciante. Concluiu o curso “Lei Rouanet Descomplicada e Elaboração de Projetos Culturais”, lecionado por Melissa Araújo na turma de abril de 2023. Nome: Dinalva Andrade Martins (BH EM LIBRAS) Função: Intérprete de libras Dinalva Andrade Martins - Atriz e intérprete de Libras, é a responsável pela empresa BH EM LIBRAS. Mestre em Linguística pela Universidade Federal de Minas Gerais, com Especialização em Ensino e Interpretação de Libras pelo Instituto Brasileiro de Ensino, e Especialização em Educação Inclusiva e Especial pelo Instituto Nacional de Ensino. Licenciada em Teatro pela Universidade Federal de Minas Gerais. Foi responsável pela organização e realização da interpretação em Libras de diversos eventos nos últimos 7 anos. Nome: Gabriel Aires Corrêa de Sá Função: Iluminador Formado no Curso Profissionalizante da Escola de Teatro PUC Minas em 2012 e Bacharel em Interpretação Teatral pela Escola de Belas Artes da UFMG em 2017. Foi integrante do Grupo Oficcina Multimédia em 2013/2014. É freelancer na empresa Gato de Luz Iluminação de 2017 até o presente momento e trabalha como Técnico de Espetáculos no Sesc Palladium desde abril de 2022. Criou e operou a luz de diversos projetos como: espetáculo Hotel Babilônia (2014); espetáculo Nós de Nós (2015); espetáculo SÓ (2015); cena Curta Até tu, Brutus (2016); espetáculo 19:45 na Funarte-MG, no espaço aberto Pierrot Lunar, no CCBB BH, através do FETO e na programação do Verão Arte Contemporânea 2017 (2016/2017); espetáculo Solo no Teatro Marília, na Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes e na Funarte MG (2018/2019). Nome: Laura Alves Função: Figurinista Bacharel em Direito pela UFMG, formada em três cursos técnicos pela Escola de Moda Denise Aguiar, sendo eles: Design de Moda, Consultoria de Imagem e Fashion Styling e iniciando no ano de 2023 o curso de Figurinista pelo Cefart. Empreendedora no Brechó da Lalau há mais de 6 anos. Entre outros trabalhos, atuou como figurinista na área do teatro para o espetáculo “Ópera Massacre”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.