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PRONAC 2316264Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Area Cult Coco Pisado

FAGNER MOREIRA DOS SANTOS
Solicitado
R$ 199,1 mil
Aprovado
R$ 199,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
AL
Município
Maceió
Início
2024-03-01
Término
2025-05-01
Locais de realização (1)
Maceió Alagoas

Resumo

Realização do Área Cult Coco Pisado, festival cultural mensal que celebra a tradição do coco alagoano em apresentações musicais e oficinas de dança, música popular e audiovisual.

Sinopse

O Área Cult Coco Pisado é um festival cultural de múltiplas linguagens que reúne apresentações e oficinas de dança e ritmos regionais, audiovisual e literatura em torno da preservação da cultura popular, com destaque para o coco alagoano. Serão dez horas de programação e o evento ocorrerá mensalmente durante todo o ano. Cada encontro irá homenagear um mestre do coco, através da presença ilustre de patrimônios vivos ou nomes de referência ou da celebração da memória de importantes figuras que deixaram sua contribuição para a cultura alagoana e nordestina.

Objetivos

PRODUTO: FESTIVAL Objetivo Principal O objetivo principal deste projeto é realizar 12 edições do festival cultural "Área Cult Coco Pisado", sendo 1 por mês, entrada gratuita. Área Cult Coco Pisado contará com apresentações de música regional; oficinas de dança e de ritmos afrobrasileiros e exibição audiovisual. Todas as atrações repercutem a preservação da cultura popular, com destaque para o coco alagoano. Serão dez horas de programação diária. A finalidade da presente iniciativa está em consonância com o inciso I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Além de gerar emprego e renda para a comunidade local, pretende-se contribuir para a consolidação de um público consumidor de cultura local e regional alagoana, além de incentivar o desenvolvimento de novos talentos da cultura popular. Objetivos Específicos • Realizar 12 edições do festival de cultura popular "Área Cult Coco Pisado" com entrada gratuita. O projeto é necessário para ampliar o acesso da população às tradições culturais do estado, especialmente do coco alagoano. Produto: Contrapartida Social • Realizar 12 oficinas-ensaio "Poesia Musicada no Pandeiro", onde estudantes e professores de instituições públicas de ensino criam repentes. A oficinas será gratuitas, presenciais e terão duração de 1 hora. Estima-se um público total de 110 pessoas, sendo 11 por encontro mensal.

Justificativa

O projeto Área Cult Coco Pisado busca preservar a cultura popular tradicional, dando ênfase ao coco alagoano, realizando esforços para que se mantenha com o passar das gerações, ao mesmo tempo em que permite o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade, na área da cultura e das tradições alagoanas. Além disso, a programação que contempla uma grande variedade de linguagens, tais quais a dança, a literatura, o audiovisual, a música regional e grupos de cultura popular, com destaque para os mestres do coco alagoano.Área Cult Coco Pisado é uma iniciativa artística que contempla as finalidade II e IV do Artigo 1º: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo dacultura nacional. Trata-se de uma produção independente, sendo fundamental contar com o respaldo da Lei Rouanet para obter o patrocínio necessário à concretização deste projeto. —-------------------------------------------------------------------------------------------- Nesse sentido, a proposta serve aos seguintes objetivos expressos no artigo terceiro da Lei Rouanet (Lei 8.313/1991): c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Pois o evento consiste em um festival de cultura regional, envolvendo música, dança, audiovisual e oficinas.

Especificação técnica

Produto: Festival 12 EVENTOS PROGRAMAÇÃO DE 10h POR EVENTO, DURANTE 12 MESES 90 PARTICIPANTES POR CIRCUITO 12 EDIÇÕES, NO TOTAL DE 1080 PARTICIPANTES A seguir, a programação: 10h - Oficina de frevo para crianças com Joelma 11h - Oficina de break para crianças com Nego Love 12h - Oficina de turbante com Tereza Olegário 13h - Som de Preto Dj Obama 14h - Palestra O Que Importa Com Faby 15h - Oficina de Coco com Fagner Dubrown 16h - Poesia Musicada no Pandeiro 17h - Mestre Zeza do Coco 18h - Show de talentos na Área Poética 19h - Mpb no ritmo do coco com Topete e Ygo Ferro 20h - Exibição do filme Dois cabras (A cada encontro, um filme diferente) 20h30 - Debate sobre o filme Dois Cabras 21h - Encerramento Som de Preto Dj Obama

Acessibilidade

Produto: Festival Acessibilidade física: Serão reservados espaços livres para pessoas em cadeira de rodas, assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. - Item da planilha orçamentária: Aluguel de locações. Acessibilidade para deficientes visuais: Está previsto contratação de profissional para realizar audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as oficinas e das técnicas que ocorrerão durante as oficinas (incluindo itens utilizados, as movimentações dos oficineiros e as mudanças de ambiente). - Item da planilha orçamentária: Narrador de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá um intérprete de Libras presente por oficina. - Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. Produto: Contrapartida Social Acessibilidade física: Os ensaios serão realizadas em local com estrutura adequada para pessoas com mobilidadereduzida e/ou deficiência física e idosos, como assentos preferenciais, rampas de acesso para cadeirantes ebanheiros adaptados.- Item da planilha orçamentária: Locação de espaço. Acessibilidade para deficientes visuais: Está previsto mediador para audiodescrição de informações sobre oconteúdo das aulas. - Item da planilha orçamentária: Mediador. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras.- Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras.

Democratização do acesso

Democratização do Acesso:Produto: Festival Estimativa de beneficiários: 1110. O acesso será gratuito para todos. Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos os itens I e II, expostos no artigo 27 da Instrução Normativa nº1/2023 do Ministério da Cultura, a saber: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendomais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; --------------------------------------------------------------------------------------------------------------Ampliação do Acesso:Produto: Festival Em complemento, adotamos ainda o que propõe o inciso IV do artigo 28 da Instrução Normativa nº1/2023 do Ministério da Cultura, a saber: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das oficinas, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição.

Ficha técnica

FAGNER DUBROWN - Proponente, Produtor musical, Cantor. Artista Popular Alagoano, Ator de Teatro de Rua, Músico, Compositor, Percussionista, Guitarrista, Educador e Intérprete de Libras.Em 2008 criou o Projeto “Poesia Musicada no Pandeiro” junto com o Poeta Rogério Dias, difundindo o ritmo do Coco Alagoano por diversos Estados do Brasil. Onde teve a oportunidade de vivenciar experiências com os Mestres Coquistas Pernambucanos de Olinda: Mestre Galo Preto, Dona Selma do Coco, Aurinha do Coco e Dona Célia Coquista. Em 2012 foi convidado para integrar como pandeirista o Grupo da Mestra Zeza do Coco, Patrimônio Vivo da Cultura Popular do Estado de Alagoas. Ele é um dos poucos músicos jovens alagoanos que investe tempo e energia na composição e difusão dos ritmos: Coco sincopado, coco de embolada, coco de roda e coco profano. Por já ter percorrido o Brasil, mostrando sua veia criativa com seu pandeiro e outros instrumentos percussivos, é que ele sabe da força que a cultura popular possui e o encanto que o coco alagoano exerce em quem o ouve e dança. Experiência: 1999 - 2002: Vocalista e Compositor da Banda Larika Nordestina (Hip Hop/Hard Core), Recife-PE; Violão e Percussão da Banda 'Dona Sarafina na Favela Nacional' (Rock/Maracatu regional), Caruaru-PE; Baterista da Banda 'Protótipo' (Pop Rock Nacional), Caruaru-PE; Percussionista nos shows da turnê 'Deligth Tribal' da Cantora Africana Alpha Petulay, em Caruaru-PE; 2003 - 2005: Ator e Músico do Grupo Cultural Sol Nascente; Percussionista Free-lance em Bandas de Maceió-AL; 2006 - 2008: Fundador do 'Quintal Cultural' (laboratório de experiências teatrais); Participação no elenco das Peças Teatrais: 'A Revolta do Mangue', 'Circo sem lona', 'Escola Pau no Freire', 'Dr. Escabroso', 'Terra de Ninguém', 'O Bobo'. Guitarra e Vocal da Banda Raggamuffin (Reggae e Maracatu). 2008 - 2011: Criador do Projeto “Poesia Musicada no Pandeiro” junto com o Poeta e Artista Popular Rogério Dias, difundindo o ritmo do Coco Alagoano por diversos Estados do Brasil; Vivência com os Mestres Coquistas Pernambucanos de Olinda: Mestre Galo Preto, Dona Selma do Coco, Aurinha do Coco e Dona Célia Coquista. 2012 - 2018: Pandeirista/integrante do Grupo da Mestra Zeza do Coco, Patrimônio Vivo da Cultura Popular do Estado de Alagoas; Criador e integrante do Grupo “Segura o Coco” (Grupo Musical que toca e canta músicas da Cultura Popular, da raiz ao contemporâneo). MESTRE ZEZA DO COCO - Cantora, compositora e dançarinaPATRIMÔNIO VIVO DE ALAGOAS, mestra de coco de roda de raiz, nascida em Cajueiro, Alagoas, em 1955, fez sua marca na história cultural de Alagoas. Desde os cinco anos de idade, já acompanhava seus pais nas tapagens das casas de taipa, no interior de Alagoas. Uma das fundadoras do grupo de pagode Comigo Ninguém Pode da mestra Hilda, com ela dividiu o palco em apresentações pelo Nordeste. Outro projeto seu foi o espetáculo Quebrando o Coco, que reuniu vários artistas e teve apresentações no teatro Deodoro. Além de cantora de coco de roda, também é compositora e dançarina da própria arte. Tem um CD gravado em 2015 no Teatro de Arena Sérgio Cardoso em Maceió, com faixas escritas por ela. a Faixa “Natureza” escrita por Dona Zeza do Coco, tem participação do cantor Chau do Pife. Outra faixa, “Grande Poder” também têm participação do cantor Genilson Verdelinho, filho do Mestre Verdelinho, conhecido cantor de coco e pagode. TAMIRES MELO - Produtora, coordenadora geral e de marketing Afroempreendedora há 10 anos, palestrante, atriz, diretora de espetáculo, contadora de histórias, produtora cultural. Iniciou a carreira em Projeto Social, na escola Estadual Ovídio Edgar de Albuquerque, aos 13 anos, lugar onde teve contato com a Literatura e as diversas Artes, com o Projeto Albatroz Poetas do Poente. Esse projeto social que contava com aulas de Teatro, Dança Afro, Ballet, Técnica Vocal, Técnica musical, Flauta, e reforço para o vestibular. Com o Espetáculo Ser ou Não Ser, Eis a Canção, aos 14, apresentou no Projeto Quintal Cultural, na comunidade de Ponta da Terra e se encantou com a possibilidade de levar perspectiva de vida que os Projetos sociais tem para com a juventude das comunidades vulneráveis da sociedade. Participou também do Coletivo Afro Caeté, onde teve contato com o maracatu, expressão artística musical de origem africana. Aos 18, já com uma carreira de atriz estabilizada e como diretora no Projeto Leituras Dramatizadas pelo Sesc Alagoas, além da contação de história também em parceria com o Sesc Jornada de Literatura, resolve ser produtora cultural. É aí que traz o gigante Encrespa Geral e atinge 1500 pessoas em 5 edições. O Encrespa foi sediado em 20 estados do Brasil, com edições em Nova York, Inglaterra, Austrália e Japão. Concomitante ao Encrespa Geral, Tamires empreende, empreendimento esse que ganha o pioneirismo no mercado Especialista em cabelos étnicos de Alagoas. Pronta para alçar novos voos, através da Arte e da cultura - mais especificamente na cultura negra - Tamires vem em busca de desenvolver projetos sociais, de onde surgiu a pessoa que se tornou, com o intuito de despertar em outras mulheres de de origem periférica - assim como ela - protagonismo e empreendedorismo. Experiência: Espetáculo Ser ou Não Eis a Canção - Albatroz Poetas do Poente (2005 a 2009); Espetáculo infantil O Último Mutum de Alagoas e Contos de Machado de Assis - Cena Livre Produções (2009 a 2011); Espetáculo Nós, Nus e os Outros Companhia ANIMUS 2007; Espetáculo infantil A Bela e a Fera - DITEAL 2012; Espetáculo infantil Peter Pan DITEAL 2012; Produção espetáculo Contos de Cordel Cia Fulanos ih! Sicranos (1800 participantes) 2011 a 2012; Espetáculo O Breu da Caçupemba (2011 a 2012); Laboratório Alagoano do Teatro do Oprimido (LLato) 2012 a 2013; Direção da Leitura Dramatizada 4 Contos Contam Tchekhov - SESC AL 2010; Espetáculo O Breu da Caçupemba (2011 a 2012); Primeira Rádio Novela TJ AL 2012; Projeto Poemas Sobre Rodas 2013; Performance Estranhos 2013; Produção Evento Encrespa Geral - 5 edições Maceió (1500 participantes) 2013 a 2015; Produção Evento BC Coletivo (50 participantes) 2013 a 2018; Produção e execução da Oficina Cabelo e Identidade para o evento Saurê Palmares (2014); Palestras: Cabelo é Identidade (Palestra e oficina) 2014;Empoderamento e Autoestima - UNCISAL, AL 2016; Empoderamento e Autoestima - I ENBOMBEIRAS AL 2017; Empreendedorismo Feminino - Casa de saúde LAR DA MENINA - 2018; Mesa Redonda UNIT AL Empreendedorismo Feminino 2019; Empreendedorismo Feminino - Trakto Show Palco Vamo Que Vamo - 2021; Meus Cachos Tem História - Trakto Show Palco Maceió é Massa - 2022. ROGÉRIO DYAZ - Instrumentista e Performer Um pandeiro na mão e muita poesia na cabeça: essa é a proposta do Poesia Musicada no Pandeiro, apresentada pela dupla Rogério Dyaz e Fagner Dübrown, sua trupe da Trincheira e seus convidados da mais pura nata do coco alagoano. Morador da beira da lagoa Mundaú, Rogério Dyaz cresceu vendo e ouvindo Tororó do Rojão cantando nos barracos da Vila Brejal, compositor de raro talento, seus agitam o salão, além disso é idealizador e produtor de projetos como Quintal Cultural e Mundaú Lagoa Aberta. Na estrada desde 2008, o musicista, arte educador e pesquisador de coco e outros ritmos da cultura popular de Alagoas, famoso pela forma como toca seu pandeiro, Fagner Dübrown além de ter criado o Poesia Musicada no Pandeiro, compõe o elenco do grupo que acompanha patrimônio vivo de Alagoas, Zeza do Coco. Juntos são um expoente de uma geração de músicos jovens alagoanos que investem tempo e energia na pesquisa e composição dos ritmos do forró, xote, xaxado, baião, pagode alagoano, coco sincopado, de roda, de embolada, em todas as suas nuances e combinações. Com muita estrada e intercâmbios na carreira, a dupla traz na bagagem a visita a poemas de nomes que vão do clássico alagoano, Jorge de Lima, ao universal Fernando Pessoa, passando por composições de mestres da cultura popular, canções de domínio público até o vasto repertório de composições autorais. O PMP já esteve em diversas cidades e palcos alagoanos, com passagens também pelo Rio de Janeiro, São Paulo, Paraíba e Pernambuco, entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.